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ÁFRICA DO SUL e NAMÍBIA


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Falaí mochileiros!

 

Visitar a África e não conhecer Cape Town é como ir à Europa e não conhecer Londres. A Cidade do Cabo, nome em português, é a capital legislativa da África do Sul. Ela é muito famosa pelo seu porto natural, inclusive, ao se passear pelo litoral tem-se a impressão de estar viajando pela Riviera Francesa (sério!). Cheguei no dia 15-dez-2011 quase de madrugada, mas já acordei frenético no dia 16. Primeira atividade do dia, visitar a Robben Island (site oficial)!

 

ROBBEN ISLAND

 

Do século 17 ao século 20 a Robben Island serviu como local de isolamento, banimento e prisão. Hoje é um Património Mundial e um museu, uma lembrança pungente para a recém-África do Sul democrática do preço pago pela liberdade. Visitei a cela onde o Nelson Mandela ficou aprisionado por mais de 2 décadas.

 

Os guias são ex-prisioneiros com um sotaque péssimo da língua inglesa, então, imagine o quanto eu entendi de toda a explicação! E neste dia estava um calor dos infernos, o passeio foi simplesmente um chute no saco bem dado!

 

WATERFRONT

 

De lá fomos conhecer Waterfront, que nada mais é do que o porto da cidade revitalizado com várias lojas e atrações turísticas. Se assemelha um pouco com o porto revitalizado de Lisboa (Portugal) com um toque “a la Londres”. Além da vasta gastronomia o local possui uma roda gigante (modesta em comparação a de Londres), um boneco gigante de caixas de coca-cola, estátuas de famosos como Nelson Mandela entre várias outras coisas para se ver e bater FOTOS. O lugar é bem legal e dá para ir facilmente mais de 2 vezes lá!

 

SALTAR DE PARAQUEDAS!!!!

 

Mas o ponto auge do dia foi o Sky Dive, depois de almoçarmos incríveis frutos do mar em um dos vários restaurantes do Waterfront fomos buscar a Audi, amiga suíça do Frango, e seu namorado angolano (esqueci o nome dele). Pegamos um transfer até o local, que é um pouco afastado. Saltamos pela companhia SKY DIVE CAPE TOWN, que é da hora! Até o príncipe Harry já pulou com eles. Saca o vídeo que irado!!! (visualizar no blog). Simplesmente uma das melhores sensações da minha vida!!! RECOMENDO ao quadrado! O preço nem é tão salgado, confira! (mas lembre-se que está em Rand, moeda local).

 

O pior momento é a subida no teco-teco, parece que o avião vai cair sem você se quer abrir o paraquedas. Os 3 primeiros segundos de queda são frenéticos também, mas depois você se acostuma e curte o salto de boa. Depois que o cara abriu o paraquedas, e que todas as amarras seguraram meu corpo, senti uma dor FDP daquelas amarras me pressionado as coxas. Mas valeu a pena!!! Ah… o pouso é tranquilaaaaaaaaaço! Veja todas as FOTOS.

 

THE BOMBAY BICYCLE RESTAURANT

 

Depois desse dia agitado merecia comer num lugar irado, o recepcionista do hotel sugeriu o Bombay Bicycle. Imagine um lugar mega cafona com zilhões de coisas decorando cada centímetro livre das paredes (e até o teto!). Mas ficou DA HORA! Até uma cama pendurada no teto tinha! É um restaurante teoricamente indiano mas que serve massas, pratos exóticos, sobremesas africanas e até caipirinha. É daqueles restaurantes pouco conhecidos por turistas, já que fica em uma área residencial. Uma refeição com direito a entrada, prato principal, sobremesa e um drink custa em torno de 200 rands, o que equivale a apenas 50 reais! by Diego. E a comida não deixa a desejar. Vale muito a pena conferir!

 

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GANSBAAI

 

E no dia seguinte, 17-dez-2011, lá fomos nós para a vila de pescadores Gansbaai, dentro da província de Western Cape. Gansbaai (+infos) é um dos principais destinos dos turistas na África do Sul. Muito conhecido pelo mergulho com os tubarões branco e observação de baleias. Nós utilizamos a companhia Great White Shark Diving, que uniu o melhor preço com qualidade. O capitão do barco dá uma palestra antes e em seguida é liberado o café-da-manhã. No retorno do passeio eles dão a opção de comprar as fotos e o vídeo a parte.

 

ILHA DOS LEÕES MARINHOS

 

Antes de mergulhar com os tubarões o barco passou pela Ilha dos Leões Marinhos. Foi fantástico ver aquele pequeno pedaço de pedra lotado daqueles bichos enormes e barulhentos. O local fedia um pouco, mas a imagem fez valer a pena. No caminho vimos um filhote morto boiando na água. Mó vontade de pegar o bicho e fazer um enterro. #Hein? Fiz um vídeo da ilha, dá para ter uma boa noção de como é lá. O mais divertido foi quando um dos navegadores puxou com as mãos um filhote do mar e colocou na proa do barco. #Irado. Geral fazendo carinho e batendo fotos com o filhote, foi da hora!

 

MERGULHO COM O TUBARÃO BRANCO

 

Mas o mais emocionante ficou para o final. Demorou bem para algum tubarão dar as caras por perto do barco e quando isso acontecia todos corriam para estar preparados para o momento. ÓBVIO que não chega a ser um mergulho, ficamos dentro de uma jaula acoplada ao barco. Nem eu seria tão maluco de mergulho com tubarões branco sem nenhuma proteção. Como, geralmente, são muitos a fazer o passeio é preciso revezar porque na jaula só cabem 5 pessoas de cada vez. Ao entrarmos na jaula, dentro daquela água fria, um dos ajudantes do capitão fica jogando um peixe apodrecido (preso a um anzol amarrado por uma corda) e puxa sempre que o tubarão vai morder, a ideia é trazer a fera o mais perto da gaiola. É nojento, porque às vezes engolimos a água do mar com resíduos do peixe apodrecido. E quando isso acontece, o capitão grita várias vezes que nem um condenado: “down down down”, é o comando para abaixarmos a cabeça para dentro do mar e vermos o bicho bem de perto. #IRADO!

 

“tam tam tam tam”

 

E no final do passeio vimos uma migração de pássaros, durante vários minutos inúmeros pássaros voando. #show

 

WATERFRONT – Restaurante TASCA DE BELEM

 

De noite, já de volta à Cape Town, fomos ao TASCA degustar mais um prato de frutos do mar. A especialidade do restaurante é a cozinha portuguesa e turca. Lá não é muito caro e a comida é deliciosa. O atendimento é bom.

 

THE DUBLINNER

 

Por volta da meia noite nossa amiga Paula chegou e fomos encontrar outros amigos que fizemos em Cape no THE DUBLINNER. É um famoso Irish Bar cheio de gente de todas as idades, sempre tem uma banda que toca “quase” tudo. Esse bar é a cara desses bares irlandeses de filme, muito maneiro, rende umas FOTOS legais com a galera. O bar fica na badalada Long Street, onde encontram-se boates, outros bares, fast food etc. Mas cuidado com a carteira, não dê mole porque lá os furtos são constantes!

 

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CAPE PENINSULA

 

No dia 18-dez-2011, alugamos uma BMW conversível para conhecer a Cape Peninsula. A ideia era conhecer algumas praias, falésias e o famoso Cabo da Boa Esperança.

 

CLIFTON & CAMPS BAY

 

Clifton é uma área residencial exclusiva, e é o lar de algumas das propriedades mais caras na África do Sul, com habitações aninhadas nos penhascos que têm vistas deslumbrantes sobre o Oceano Atlântico. A área tem um conjunto de 4 praias que são frequentadas pelos moradores e turistas. As praias, que são nomeadas de 1 a 4, estão separadas por quedas de pedras formadas por pura areia granítico branca.

 

Nós visitamos a Clifton nº4, a praia é espetacular!! Mas não espere encontrar toda a “infraestrutura” das praias do Rio. E atenção, o aluguel de cadeiras e barracas é uma fortuna! Em seguida, apenas passamos por Camps Bay. Camps Bay é um bairro rico de Cape Town. No verão atrai um grande número de visitantes estrangeiros, bem como os sul-africanos à procura de umas férias na praia. É famosa pelas suas praias de areias brancas emolduradas por palmeiras e tem uma vida noturna “chique”.

 

HOUT BAY

 

Hout Bay é o nome de um bairro litorânio de Cape. Possui uma mistura de vizinhanças, desde ricos a pobres. Encontra-se em um vale na costa atlântica da Península do Cabo e fica à vinte quilômetros ao sul do Central Business District de Cape Town. O nome Hout Bay pode referir-se à cidade, a baía em que está situada ou a todo o vale. É na praia deste bairro que acontece a competição anual Red Bull Big Wave Africa. Paramos na estrada que sobe pela montanha para bater algumas FOTOS, mas não descemos em nenhuma praia. Passamos pela estrada que corta a montanha Champman´s Peak em busca da próxima parada.

 

GLENCAIRN

 

É um bairro de Cape situado entre Fish Hoek e Simons Town. Glencairn e a praia de mesmo nome são frequentemente ignorados pelos turistas para destinos mais interessantes como a Cidade de Simão e a reserva natural de Cape Point. Mas a aldeia montanhosa, com vista para o mar, é na verdade uma área de conservação de zonas húmidas com trilhas para caminhadas, 2250 espécies de plantas indígenas, lontras residentes, pássaros sem garras, mangustos e Buck. E tudo isto a apenas dois quilómetros de um centro comercial ocupado. A longa praia, com seus mares suaves e piscina das marés de acompanhamento, é perfeito para natação, mergulho, surf e apanhar sol. Paramos no Dixie´s Restaurant para almoçar (bom e barato) e depois ficamos alguns minutos no pier em frente ao restaurante admirando o mar.

 

SIMON´S TOWN

 

É uma cidade localizada às margens de False Bay e por mais de dois séculos tem sido um importante porto e base naval. A cidade tem o nome de Simon Van der Stel, um governador no início da Colônia do Cabo. É nesta cidade que fica a Boulders Beach (Praia dos Pedregulhos), mas é mais conhecida por ser a PRAIA DOS PINGUINS! Pois é, imagine uma praia lotada de pinguins… é simplesmente FODA!

 

Existe um centro que cuida dessa praia, ao pagar o ingresso você tem acesso ao observatório (ao lado esquerdo) e à praia (ao lado direito). A praia é zilhões de vezes mais interessante porque lá você tem contato direto a eles. Batemos várias FOTOS maneiras com eles. Seria o auge do dia, se não fosse que o que nos esperava pela frente!!

 

(ainda em 18-dez-2011) Depois de visitar a praia do pinguins em Simon´s Town, partimos para Cape Point! Visitar o Cabo da Boa Esperança não rolou mesmo.

 

CAPE POINT site oficial - O mapa abaixo dá uma ideia melhor de onde fica localizado Cape Point. (visualizar no blog)

 

Em resumo é um acidente geográfico pitoresco, cujo ponto alto possui uma visão privilegiada. Não é recomendo ir tarde porque fica aberto para visitação de 6 às 18h. e o funicular que leva ao cume somente de 9 às 17:30h. Nós chegamos lá faltando 5 minutos para às 17:30h, conseguimos pegar o funicular para subir, mas tivemos que descer pelas escadas. Nada que não dê para aguentar, mas depois de um dia inteiro de passeios ficou bem cansativo. Aquela imensidão azul do mar faz valer a pena todo o esforço, mas o passeio não é muito mais que isso. Uma bela paissagem. Mas a volta, por sorte do destino, fez valer a pena TODA A VIAGEM! É comum ver placas pelas estradas dizendo “cuidado, babuínos na estrada” (mais ou menos isso). Mas sinceramente, eu achei um exagero tantas placas e nunca imaginei que fosse ver um.

 

Mas na verdade vimos um bando inteiro!!! Como dito no post anterior, nós alugamos uma BMW conversível e estávamos voltando com o capô aberto. Quando avistamos o bando, ficamos tão excitados que nem nos tocamos que eles são perigosos e que, com certeza, entrariam no carro. Por um fio, conseguimos fechar o capô a tempo. Mas mesmo assim foi tenso passar por eles, vejam o vídeo que gravei… irado!

 

MOYO

 

De noite fomos jantar no Moyo; um restaurante com buffet liberado onde as mesas ficam no alto das árvores. O lugar é fantástico, iluminado somente por tochas. Tive a ideia de estar jantando no meio de uma tribo. Faça reserva e estude o lugar antes porque não é muito fácil chegar lá. O atendimento não é dos melhores, mas você pode dar a mesma sorte que a gente e conseguir um garçom gente fina. Ao entrar você passa por uma loja de artesanato bem legal.

 

A comida também não é das melhores, mas o clima do restaurante compensa. No final da noite eles te pintam (se você deixar, é claro) como os integrantes da tribo deles. É muito divertido e rendem FOTOS bem legais.

 

Você pode ler a viagem para Cape Town (África do Sul) na íntegra com fotos e vídeos pelo blog na assinatura desta postagem. Boa viagem galera!

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Dia 19-dez-2011, acordei com uma sensação de nostalgia de Cape Town (África do Sul). Fizemos o check out no Villa Zest Hotel e fomos nos despedir do WaterFront.

 

O plano foi o seguinte; pegamos um voo de Cape Town para Windhoek (capital da Namíbia), passamos a noite lá e no dia seguinte, 20-dez-2011, alugamos um carro e fomos para Kunene, onde fizemos o SAFÁRI.

 

NAMÍBIA

 

 

JOE´S BEER HOUSE

 

Deixamos as malas no Elegant Guest House (lugar calmo, muito agradável e não é caro!)e fomos jantar no Joe´s. Que restaurante irado!! É uma versão do Moyo melhorada. Está sempre movimentado por frequentadores que variam entre grupo de jovens viajantes e famílias em férias. O cardápio é lotado de pratos exóticos. Já entrei rasgando no pedido: churrasco no espeto de carne de springbok, crocodilo, kudu, zebra e frango. De longe a melhor carne é a springbok (muito macia!), me lembrou um pouco a carne de lhama, que comi no Deserto do Atacama, no Chile. Como todo turista, não pude deixar de bater FOTOS no local. Depois de me empanturrar de carnes exóticas, voltamos para o hotel para dormir. O dia seguinte prometia!!!

 

E lá fomos nós pegar horas de estrada (eu no banco de trás deitado! hehe) para chegar na região de Kunene, onde está localizado o ETOSHA SAFARI. Não vou negar que minha expectativa era grande, a ideia de ver leões não dopados selvagens de perto é assustadora.

 

ETOSHA SAFARI

 

Fechamos 3 dias no Etosha. Quando chegamos no parque fomos conhecer a cabana, que segundo nosso amigo Frango (que foi quem organizou a viagem) era a melhor cabana do complexo. A vista da varanda do segundo andar da cabana dava para um minúsculo lado que em época de seca é muito utilizado pelos animais da região. Realmente a cabana seria fantástica, se não fosse por ELAS: as aranhas. Eu não tenho medo, mas essas são venenosas, apesar do veneno não ser fatal.

 

A cabana estava simplesmente LOTADA de aranhas. A cama era coberta por um véu que a vaca da mulher que faz a limpeza fazia questão de suspender todas as manhãs. Eu dormia com um olho aberto e outro fechado, e claro, depois de revistar minuciosamente todo o espaço da cama, coberta, travesseiro e chão.

 

SAFARI DIURNO

 

No dia seguinte, 21-dez-2011, fizemos um safari com o guia do parque. A caminhonete do safári é só para te colocar na vibe, porque qualquer leão faminto entraria ali fácil!!! Para quem acompanha meu blog, sabe que a Lei de Murphy me acompanha já faz um tempo. Não vi nenhum leão ou qualquer outro animal feroz, nem elefante eu vi!! #fail

 

Cachorro-do-mato

Zebra

Kudu

Esquilo

Girafa

Springbok

Gnu

Avestruz

 

Cadê a porra dos os rinocerontes, leopardos, leões e elefantes???? Fala sério, gostei mais do zoo da Argentina!! Mas com os poucos animais que vimos deu para bater umas FOTOS “da hora”!!!

 

SAFARI NOTURNO

 

Se de dia já foi tenso, imagine a noite! Claro que o breu deixou o passeio muito mais divertido, apesar do frio intenso. Este passeio também foi com o guia do parque e o carro era equipado com uma luz verde que fazia os olhos dos animais brilharem no escuro, após identificá-los outra luz era acessa para melhor os visualizarmos. Para variar não vimos nada demais, apenas hienas, cachorros-do-mato, corujas, girafas e os MILHARES de springboks que existem na região. Logo, não batemos muitas FOTOS.

 

Obs: mas o fato de não termos dado sorte, não quer dizer que vocês não possam dar.

 

No dia seguinte fizemos o passeio com o carro que alugamos, SOZINHOS!! Uma das vantagens do Etosha. Mas isso fica para o próximo post!

 

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Dia 22-dez-2011, último dia aproveitável no Etosha. Dessa vez sem guias e passeios do parque, fizemos o safári com o nosso próprio carro (alugado) e sozinhos! Antes paramos no restaurante do complexo para tomar o café da manhã, já que estava incluso. #hehe

 

Até que o serviço de café da manhã é bem servido e a paisagem agradável. Depois passamos na recepção para pegar as últimas dicas no LIVRO. Os guias e os próprios hóspedes deixam dicas no LIVRO de quando e onde viram os animais que todo mundo quer ver, tipo o leão, o elefante, o leopardo etc.

 

Vimos uma anotação que dizia que uma família de leopardos foi vista horas antes ali perto do complexo. E lá fomos nós numa verdadeira caçada! Horas depois e nada! Vimos os mesmos animais do primeiro dia, principalmente os irritantes e numerosos springboks!! Esse bicho de carne saborosa é pior que os gremlins; creio que se jogarmos água, eles se multiplicam!! Mas confesso que é bem mais divertido fazer o safári sozinho. Vários momentos tensos, principalmente quando tive que sair do carro para mijar. #DaHora!

 

Nos perdemos várias vezes, apesar do mapa do parque ser bem simples. Mas a impressão que dá é que a paisagem é a mesma em todas as trilhas do complexo. Bem, não conseguimos ver os leões nem os leopardos. Mas valeu a pena! Depois partimos de volta a Windhoek, paradas no caminho para abastecer e comer nos fizeram conhecer melhor a cultura local.

 

OKAHANDJA

 

Em Okahandja tem uma mega feira de artesanato, mas a aparência é assustadora!! Parece uma favela vertical. Ao chegarmos em Windhoek, não resistimos e fomos comer no JOE´S de novo. Dormimos no Elegant Guest House mais uma vez e no dia seguinte: Windhoek x Joanesburgo x São Paulo x Rio de Janeiro.

 

Nem preciso falar que cheguei morto com farofa em casa, né?! E aqui acabou minha viagem de final de ano pela África do Sul e Namíbia. Mas não deixe de ler mais sobre a Namíbia, você irá se surpreender!!

 

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Lembrando que você pode ler toda a viagem com fotos e vídeos no blog que está na assinatura desta postagem.

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Milena

 

Vou pra Cidade do Cabo em janeiro e fevereiro também! Qual tua programação?

 

Ah, se não comprou passagens ainda, recomendo comprar direto no site da SAA, saindo de SP (GRU), são os menores preços.

Como eles tem uma parceria com a TAM, se tu coloca saindo da tua cidade (não sei qual é, no meu caso é Porto Alegre) os preços ficam em torno de R$700 mais caros.

 

Tarifa GRU-CPT que peguei: R$2815.

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