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Otávio Luiz

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Muito legal a trip Ricardo, parabéns!!!

Quero um dia fazer a trilha do telégrafo, que sai de Guaraqueçaba/PR e vai até Ariri/SP, e voltar pela Ilha do Cardoso e Superagui.

Deve ser a continuação desta que você fez, se puder postar uma foto do google earth com ela seria legal. ::cool:::'>

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ate q enfim alguem mais repetiu essa bela pernada, pois o povo amarela facilmente por conta da fiscalizacao e da travessia do rio..eu particularmente conheco umas duas ou tres outras pessoas (o Nando, inclusive).. mas ninguem, pelo q sei, atravessou o Rio Una na porralouquice quinem eu, a nado...kkkkkkkk....dica: nao recomendo!

da-jureia-ate-iguape-a-pe-e-a-nado-t24317.html

 

belas pics....e agora ce precisa descer o vale da morte, e assim redigir outro belo relato como este.

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Olá Ricardo!

 

 

Parabéns! Show de bola o relato. A travessia e a região dispensam comentários: são simplesmente fantáticas! As imagens postadas ilustram bem isso. Uma caminhada das boas.

 

Já andei em algumas ocasiões pela Juréia (inclusive em alguns programas por assim dizer "não permitidos" por conta do ingresso em algumas áreas proibidas) mas nunca numa travessia desta magnitude. As paisagens ali merecem ser preservadas, mas não concordo com as proibições absurdas impostas pelos órgãos ambientais. Para aprender a respeitar precisa-se primeiro conhecer. É a velha filosofia de fazer o mais fácil: proibir é mais fácil que fiscalizar. Uma lástima!

 

Abraço!

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Cara, muito obrigado pelas dicas!

 

vou fazer essa trilha no feriado do dia 2. me ajudou muito!

 

abçs

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Legal!

valeu pelo relato!

 

Se puder, posta tbm o track log que gravou com o gps.

Estou pesquisando para fazer essa no feriado de 15/11 ou talvez reservar uns dias das férias em janeiro para isso.

Tentarei pegar autorização antes de meter as caras como fizeram, pois talvez não tenha a mesma sorte de conseguir uma carona no rio.

Como o Soto disse, nadar alí é bem tenso rs, uma vez no meio, tem q chegar no outro lado, se não... bau bau rs

::otemo::

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Se puder, posta tbm o track log que gravou com o gps.

 

pra quê track? 90% do percurso se dá pela beira da praia, e o restante de serra é bem intuitivo..

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só um adendo pra galera que quer ir. eu tbm tava muito afim de fazer essa trilha no próximo feriado, liguei na adm da reserva, mandei email e tals, mas acabou que não liberaram. tinha até feito um roteiro e tals, mas não deu. o cara me passou a Portaria da reserva. resumindo está aí:

 

O inciso III do artigo 3° da Lei Federal n° 9.795, de 27 de abril de 1999, que instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental que determina que a incumbência de promover ações de educação ambiental integradas aos programas de conservação compete aos órgãos integrantes do Sistema Nacional de Meio Ambiente – SISNAMA;

 

Artigo 3º. As associações, escolas e demais interessados em realizar atividades de educação ambiental na trilha “Caminho do Imperador” deverão encaminhar Plano de Trabalho com 90 (noventa) dias de

3

antecedência à data requerida para realização das atividades ao Núcleo de Ecoturismo e Educação Ambiental da Fundação Florestal para análise e emissão de parecer favorável ou não à realização das atividades.

§ 1°. O referido Núcleo deverá analisar o Plano de Trabalho, juntamente com o responsável pelo Programa de Educação Ambiental da EEJI e terá o prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data do protocolo, para se manifestar sobre o Plano de Trabalho.

§ 2°. Em caso de parecer desfavorável, o Núcleo de Ecoturismo e Educação Ambiental da Fundação Florestal deverá indicar quais são os aspectos que devem ser revisados ou complementados.

§ 3°. Com o objetivo de atender a todos os solicitantes, o Núcleo de Ecoturismo e Educação Ambiental da Fundação Florestal providenciará um calendário de atividades que garanta a participação dos interessados de forma eqüitativa.

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Por causa dessa burocrácia e de ser grande a chance dessa autorização ser negada, visto que eles só liberam projetos de pesquisa ambiental mediante documentação, que eu preferi dar as caras e ir sem autorização mesmo!!!

 

 

to ligado.

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E se fizer o percurso no sentido contrário começando pela Jureia até Peruíbe?

Será que não rola com uma garantia maior de conseguir a travessia?

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E se fizer o percurso no sentido contrário começando pela Jureia até Peruíbe?

Será que não rola com uma garantia maior de conseguir a travessia?

 

Dificil. No sentido contrario fatalmente vc tera de passar pela guarita de controle da Reserva da Jureia, q em 90% tem alguem dentro. Logo, vc sera barrado antes mesmo de comecar a pernada. Mais facil no sentido tradicional, pois vc so passara por essa guarita somente no final da travessia. E, estando aberta ou fechada, ninguem vai te barrar ou obrigar a voltar td novamente.

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Atravessar os rios nao e problema algum, principalmente o Una.. basta dar um troco pra qq pescador do vilarejo dando bandeira. A principio vao fazer doce devido a proibicao e blablabla, mas depois sempre cedem, principalmente no final do dia. Esse rio seria recomendavel atravessar de barco e nao a nado, como eu fiz, pois engoli meio rio nesse intento e quase vou dar no mangue e nao na praia. Ja atravessar o Rio Verde e bem mais sussa, mesmo com mare alta pois nao tem correntezas fortes. Ai umas bracadas ou improvisar uma mini-balsa com garrafas pets gdes, isolante de dormir ou pneu de bike ajuda a levar as tralhas em seguranca (e secas) pro outro lado. Se tiver sorte nem isso precisa, basta levar a mochila na cabeca.

Em tempo, essa travessia considero uma das travessias litoraneas mais faceis q tem, se comparadas com outras q ja fiz, como por exemplo a do Superagui (PR) e tds as q bordejam praias do NE (do Descobrimento, Costa do Sal e dos Coqueiros, por exemplo), onde os rios sao bem mais largos, fundo e perigosos.

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Cruzar o Una é facil sim ,Ricardo, basta meter as caras. O Beck, por exemplo, cruzou o rio com uma bike num pneu inflado, qdo fez pedal na regiao. Eu estive na reserva em duas ocasioes e nas duas nao tive problemas em arrumar barqueiro pra ir por outro lado, sendo q na segunda decidi ir a nado pois antes de entrar na agua testei a profundidade e tals...ta td no relato. E tb pq tenho um escorpiao no bolso pois havia pescadores me oferecendo travessia, na ocasiao. Basta insistir com os caras, pois é dinheiro facil pra eles. E a noite tds os gatos sao pardos. Além do mais, qdo fui a nado a maré estava favoravel, o rio tava estreito e havia pouca movimentacao de correntes. E fui, com cara e coragem. Engoli agua, engoli. Levei um tempo q pareceu interminavel em braçadas, levei. Mas cheguei no outro lado, pronto. Claro q este método nao é recomendavel mas no fim deu certo. E se eu consegui qq um consegue. Sou de carne e osso como qq um. E claro, pq fui com o estritamente necessario na mochila (hipermegaleve), sem peso extra, como barraca a tiracolo. E se eu fosse refazer essa pernada nao pensaria duas vezes em atravessar o rio a nado outra vez, mas desta vez mudaria algumas coisas pra facilitar o deslocamento: iria com uma mochila de ataque compacta e ensacava td dentro, tornando mais facil as braçadas. O q dificultou mesmo nadar na outra ocasiao foi estar com uma cargueira, q mesmo semi-leve impedia nadar corretamente. E se a maré tiver baixa, a travessia é mais facil ainda. Mas ai claro q vai de cada um, q se supoe saber seus limites e ate onde podem ir nestas "loucuras", q de loicura nao tem nada.Se aventurar significa mensurar riscos e assumir consequencias, e foi o q fiz.

E essa é uma travessia facil sim, se levarmos as outras pernadas litoraneas q mencionei, onde é preciso cruzar no minimo uns 5 ou 6 "Unas" no caminho.

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Existem tantas travessias litoraneas aqui mesmo na região sudeste que não ficam nada a dever a Trilha do Imperador.

Acho que não vale a pena o stress.

 

 

 

Abcs

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Excelente relato Renato! Nas férias de janeiro 2014 pretendo fazer esse caminho. Parabéns por divulgar e trazer dicas importantes! ::otemo::

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