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VINIPONTOCOM

Belém

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Fui a Belém em Agosto/2004, gostei bastante da cidade.

 

Como toda grande cidade, vc tem que ficar esperto com a mulecada, o pessoal é um pouco lijeiro, mas nada que alguem como vc, fluminense, nao saiba.

 

Se tiver como nao deixe de ir a Marajó e a regiao de Salinas.

 

Acredito que seja uma das regioes mais baratas do pais para fazer turismo.

 

Vinipontocom.

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Olá Saramago, fui em Dezembro de 2004 em Belém. Ao lado da Hidroviária, que é horrível, muito pior do que a estação da barca Rio-Niterói (não sei se melhorou...), fui nas Dorcas (tipo shopping) tem sorvetes de frutos regionais, que é ao lado da Feira do Ver o Peso, tem artesanatos, frutos e alimentos regionais e da praça do Ver o Rio, único local de Belém que dá para ver o rio, o restante é murado. Tem um Instituto de Ciência, vou procurar o nome e depois lhe envio, que tem um peixe-boi (femea, brinquei que deve ser peixe-vaca), e outros animais. O que eu achei mais interessante foi o aquário. Peixes exóticos e outros para aquário da região. Coisas que não temos no sudeste.

Também fui de carro até Barcarena, tem algumas praias, Um peixe frito com arroz, batata e salada custou 8,00 para 2 pessoas, foi feita uma estrada no meio da floresta e algumas pontes dignas de primeiro mundo e voltei com o carro mas na balsa. No caminho paramos em uma casa aonde moram indios com as familias. Foi interessante a conversa. Tinha uma menina de 3 anos que tinha medo de "gente", pode!!! Mas todos moram em casa de madeira, vestidos, um casado com uma branca e outra com uma de raça negra. Até lá na floresta já vemos o povo mestiço. No caminho da Pará-pigmentos encontramos outro casal de indios com um carro de búfalo com lenhas que foram apanhar. (Em Minas seria o carro-de-boi, que já é difícil de encontrarmos).

Não deixe de ir na Ilha de Marajó, fiquei numa pousada na Praia Grande bem no canto, acho que se chama Pousada Praia Grande mesmo, foi muito barato. Tinha alguns conhecidos em uma casa mas não cabiam todos. Ficamos eu e uma amiga na pousada. Tem uma cama de casal e uma de solteiro, um sanitário com chuveiro (frio), com café de manhã pagamos 25,00 a diária para nós 2. (12,50 cada). Lá em Soure, outra ilha, tem banco do Brasil, tem mototáxi que eu descobri no final da minha viagem que poderia ter ligado de Salvaterra ou de onde a balsa chega e teriam nos buscado lá para conhecermos as praias. A pé não dá. Vou voltar lá agora em janeiro para conhecer o que não deu. Em Soure é que fica a fazenda do programa da Globo No Limite. É aberto a visitação.

Fiz Belém-Santarém de Avião e de Santarém-Manaus de Navio. São 2 dias de Belém-Santarém de Navio porque foram 3 de Santarém-Manaus.E no total são 5 subindo e 3 quando é sentido Manaus-Belém.

Muitas pessoas mesmo viajando com a família nas redes com ar condicionado tiveram pertences roubados. Os que ficam nas redes de baixo e também os dos camarotes passam pelas redes de ar para ir para o restaurante tomar café, almoçar e jantar. É um entra e sai de gente o tempo todo. Nos camarotes ficamos com a chave e porisso é bem mais seguro. Quando fomos éramos 4 pessoas. Eu fiquei no camarote e guardava as carteiras de todos. E máquina fotográfica etc. Em Santarém fui a Alter-do-Chão que é muito lindo e me falaram que tem pousadas também em torno de 30,00 a diária. Desta vez ficarei lá ao invés de Santarém. Em Santarém tem uma loja Yamada na orla que em torno de 12-13hs tem uma vista do encontro das águas maravilhosa. Lá tem uma lanchonete aberta ao público no 2 andar.

Boa viagem, um abraço, Gilza

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Ola. Gostei das colocacoes da Gilza sobre a cidade de Belém, mas gostaria de acrescentar algumas coisas. Dorcas na verdade chama-se Docas; um projeto audacioso onde foi transformado 3 a 4 galpoes imensos em um local de lazer totalizando cerca de 1km de comprimento com vistas para o mar. Do outro lado da Cidade, no Hotel Beira rio, tem um restaurante com vistas para o mar e tem um passeio aos sabados e domingos para outro lado do rio. Paga-se 2,50 ja a ida e volta. e Pode-se ver um pouco da paisagem e almocar la do outro lado no restaurante ou ate mesmo levar sua comida. Eu ainda nao fui a Barcarena de carro neste complexo de pontes (alça viária), mas sinceramente nao vi ainda nenhum indio pela cidade (tenho 31 anos). Podem ter se mudado para la, mas indio mesmo so se acha no interior do interior do Pará. Em relaçao ao Marajó, so conheço por fotos, mas acho que irei na semana santa. Agora quem puder, vá para Algodoal, uma ilha paradisíaca que ate mes passado nao tinha energia eletrica. Fica a 3 horas de belem. Vai de Van ou Onibus para a Cidade de Maruda (17,00), depois atravessa de barco (+- 45 minutos) + 5,00. La voce pode acampar ou ficar em uma pousada com precos que varia de 20,00 a 70,00 reais). Uma vez ficou eu e mais 3 pessoas. Pagamos tudo 120, 3 dias em um quarto (Bar do Bolão).Tem poucos lugares que aceitam cartao de credito, e a comida e bebida eh cerca de 30% mais cara que em Belem. Coca 2L +- 4,00 a 4,50.

Dica: Fazer amizade com nativos, pescadores da ilha. Voce consegue moradia e comida bem barato.

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Esse roteiro é para ser feito DOMINGO:

 

De manhã (+-10h) vá até a Praça da República. Lá é o centro cultural artístico da cidade. Alem da feirinha de artesanato que é bem legal.

Na praça tambem rola uma roda de batuque com ritmos amazônicos e afins. Vale apena dançar na roda ou até mesmo batucar, se você souber.

 

Fora os roteiros batidos como (estação das docas, casa das 11 janelas, mangal das garças) rolam as festas na beira do rio. Existem 4 lugares que são bons para se ver o por do sol e curtir até o início da madrugada. Açaí Biruta que fica na cidade velha, perto da casa das 11 janelas com reggae. Solamar que fica perto da Pedro Alvares Cabral (a rua que dá acesso), la rola reggae tambem. E tambem existe o Mormaço, perto do mangal das garças, rolando rock, reggae e carimbó. Esses 3 lugares são bem diferentes de todos os bares que ja fui pelo brasil.. No calor da cidade, à beira do rio, o papo fica mais agradável. Tem tambem o Palafita que fica quase ao lado das 11 janelas, la o som é mais variado e é mais tranquilo que os outros. as vezes tem samba rock, as vezes reggae, as vezes rock.

 

 

Depois comento mais sobre o que fazer em Belém.

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Sou paraense, mas moro à alguns anos longe da querida Belém.

 

Quando morava na cidade das mangueiras, além do Mormaço (dançei muito nas noites de domingo), onde fazia sucesso as bandas Amazonas, Xeiro Verde (do Xodó), Caferana Harmania e Melodia, Roberto Villar, Wanderley Andrade, Ximbinha e Joelma em início de carreira e muitos outros, tinha o Palmeiraço, tb. na orla do rio Guamá (ainda exite ? ? ? )

 

Também na Praça Princesa Isabel, na Condor, o Palácio dos Bares, para curtir nas noites de sexta-feira. O Pagode do Pompilio, nas noites de segunda-feira.

 

Quanto á Praça da República, as domingueiras com o Arrastão do Pavulagem é tudo de bom.

 

Maria Emilia

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MariaEmilia,

 

bom, o Palmeiraço eu acho que ainda existe sim, porem, nunca fui lá. Sempre tem festas de technobrega por lá (não faz muito meu estilo).

O pagode do Pompílio acho que não existe mais.

 

As coisas mudaram bastante por aqui :) Acho que você vai gostar ainda mais.

 

O Arrastão do Pavulagem está bem maior e a cada ano mais simbolos culturais são agregados à ele.

 

Sempre acontece na época do Círio de Nazaré, nas festas juninas e mais em outra data que não estou lembrado agora.

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Para quem gosta de CINEMA, vale conferir a programação alternativa.

 

Para isso, duas opções:

 

- Comprar os jornais da cidade (O liberal ou Diario do Pará)

- Acessar os sites/blogs:

 

http://cineliberoluxardo.blogspot.com/

http://www.iap.pa.gov.br/blog/

http://www.cinemaolympia.com.br/

 

Você pode acessar tambem o site do Jornal do Diario do Pará (grátis) e conferir no caderno 'Você', sempre tem alguma coisa referente à programação cultural da cidade, alem dos filmes que estão passando:

http://ee.diariodopara.com.br/

 

Breve postarei mais informações.

Espero estar ajudando aos visitantes, que às vezes saem de Belém sem saber o que se passa de bom por aqui.

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Para quem gosta de CINEMA, vale conferir a programação alternativa.

 

Tem um cinema na Praça da República que exibe filme gratuito às 17hs, diariamente se não me engano.

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bom esses points são legais mas tb tem um lugarzinho bacana de ir, fica do outro lado do rio, naquelas ilhas, vc pega um barquinho n pça princsa isabel 10 ou 15min e do outro lado tem um barzinho shw d bola p ir, é bacana mas tem que voltar cedo pq a ultima volta é 18h...

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    • Por NatalieM
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    • Por Diego Minatel
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      Foto 1 - A companheira de viagem
      Tinha uma vida igual a tantas outras, era bem razoável por sinal, mas a vontade de caminhar e estar frente a frente com o novo me atormentava todos os dias. Queria conhecer com meus olhos as diferenças, os sotaques, as comidas, as belezas. Desejava não ter pressa, fazer tudo no seu tempo necessário, não estar preso a rotina dos dias e principalmente aprender. Sim, aprender, não com fórmulas prontas e nem sentado dentro de uma sala de aula. Queria aprender com experiências. Queria conhecer pessoas. De alguma forma queria fugir da minha vida cotidiana, não por ela ser ruim, mas pelo desejo de se conhecer e assim, quem sabe, voltar uma pessoa melhor. Quando esse sentimento passou a ser insuportável decidi que tinha que partir.
      Por um ano ajuntei algum dinheiro, queria ficar seis meses na estrada. A grana não era o suficiente, mas suficiente era a minha vontade. Dei um ponto final no trabalho. Abri o mapa e não tinha ideia por onde começar. Decidi não ter um roteiro, apesar de ter muitos lugares em que eu queria estar.
      Assim começa a minha história (poderia ser de qualquer um). O relato está dividido da seguinte forma:
      Parte 1: de Rio Claro ao Vale do Itajaí
      Parte 2: Cânions do Sul
      Parte 3: de Torres a Chuí
      Parte 4: Uruguai
      Parte 5: da região das Missões a Chapecó
      Parte 6: Chapada dos Veadeiros e Brasília
      Parte 7: Chapada dos Guimarães
      Parte 8: Rondônia
      Parte 9: Pelas terras de Chico Mendes, Acre
      Parte 10: Viajando pelo rio Madeira
      Parte 11: de Manaus a Roraima
      Parte 12: Monte Roraima y un poquito de Venezuela
      Parte 13: Viajando pelo rio Amazonas
      Parte 14: Ilha de Marajó e Belém
      Parte 15: São Luis, Lençóis Maranhenses e o delta do Parnaíba
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      Parte 17: Sertão Nordestino
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      Parte 20: Pelourinho
      Parte 21: Chapada Diamantina
      Parte 22: Ouro Preto e São Thomé das Letras
      Parte 23: O retorno e os aprendizados
      O período da viagem é de 01/10/2015 a 20/03/2016. De resto não ficarei apegado nas datas exatas em que ocorreram os relatos que irão vir a seguir, tampouco preocupado em valorar tudo. Espero contribuir com a comunidade que tanto me ajudou e sanar algumas dúvidas dos novos/velhos mochileiros.
    • Por Viagens da Leticia
      Estou devendo esse relato há quase um ano. Mas agora, talvez possa ajudar quem está procurando um destino pra passar o ano novo: Ilha do Marajó! Lindas praias, belas paisagens, búfalos, guarás, uma rede na varanda e sossego.   voo direto SP-Belém hospedagem Soure: Hostel Tucupi  hospedagem Belém: Galeria Hostel (está fechado agora) Belém-Marajó: navio (ida) barco rápido (volta)   Decidi a viagem na quinta-feira a noite, e na sexta a noite já fui pro aeroporto. Era 28 de dezembro de 2017. Paguei caro. Mas valeu cada centavo. Não deu tempo de pesquisar muito, também não achei informação com facilidade. Mas o norte estava me chamando e eu fui. E adorei!   Peguei um voo direto de SP a Belém, na madrugada do sábado 30 de dezembro. Cheguei a Belém umas 3h da manhã e fiquei lá no aeroporto esperando amanhecer. Por volta das 6h, fui de Uber para o Terminal Hidroviário, em busca de uma passagem pra Marajó, pois não consegui comprar nada nem informações pela internet. Missão impossível: a fila ocupava o terminal inteiro, e muito antes de chegar perto de mim, o barco das 7h encheu. O próximo barco era o "navio" (a versão mais lenta de travessia), só às 14h e me deixaria no porto de Camará, mais longe, onde ainda teria que pegar um ônibus até Soure. na minha breve pesquisa antes da viagem, li em algum lugar "COMPRE O VIP, VOCÊ NÃO VAI SE ARREPENDER". E eu me lembrei disso e comprei o vip. Custou R$ 37, era uma poltrona, em ala separada, com ar condicionado.  
       
       
       
       
    • Por @duane.santo
      Ano passado eu fiz um mochilão pela américa do sul (Bolívia, Chile e Peru), usei o relato do Rodrigo Vix e sou super grata a ele pelo roteiro compartilhado no site, por  isso nada mais justo do que compartilhar o meu roteiro de um destino pouco conhecido por brasileiros.
      Todo ano tiro férias e procuro ficar o maior tempo possível viajando e nesse mochilão de 2017 eu conheci o Rafa, que virou meu companheiro de viagem e nessas férias de out/2018 e o roteiro foi o seguinte:
      06/10 Rio de Janeiro X Manaus
      07/10 Manaus X Selva
      08/10 Selva
      9/10 Selva X Manaus
      10/10 Manaus X Presidente Figueiredo X Manaus
      11/10 Manaus X Santarém
      12/10 Santarém X Alter do Chão
      13/10 Alter do Chão
      14/10 Alter do Chão
      15/10 Alter do Chão
      16/10 Alter do Chão
      17/10 Alter do chão X Santarém X Belém X Ilha de Marajó
      18/10 Ilha de Marajó
      19/10 Ilha de Marajó
      20/10 Ilha de Marajó X Belém
      21/10 Belém
      22/10 Belém X Rio de Janeiro
      No meu instagram eu deixei toda essa viagem nos meus destaques, quem quiser ver ou tirar alguma dúvida, pode me mandar por lá também: @duane.santo
      Na verdade quando nos conhecemos em 2017 combinamos de ir pra Colômbia, mas como o dólar subiu muito acabamos desistindo e encontramos a Amazônia como um lugar que ambos queriam conhecer. Então comecei a pesquisar tudo com o Rafael e fechamos nosso roteiro. Segue a saga (é a primeira vez que escrevo um relato, qualquer dúvida perguntem):
      Dia 1 - 06/10/18
      O grande dia da viagem chegou. Check in feito no sábado anterior (é sempre bom fazer uns dias antes) e Rafael já estava a caminho. Botei minha mochila nas costas, peguei um ônibus e depois um BRT em direção ao aeroporto do Galeão. Cheguei um pouco cedo no aeroporto, encontrei o Rafael e fomos pesar nossos mochilões em um balcão de check in desativado. O mochilão do Rafael pesava 12 kg e o meu 8kg. Distribuímos o peso para evitar problemas na hora do embarque, pois não queríamos pagar para despachar os mochilões. (50 reais é 50 reais, né mores?). Almoçamos pelo Mc Donald’s (17 reais) e logo depois embarcamos. Chegamos em Manaus 15h, pegamos um voo direto com duração de 3h. O bom de não despachar mala é que além de economizar, nós não precisamos pegar e nem rezar pra ela estar na esteira. Obs: minha mochila é de 50L, da Quechua e até hoje não tive problemas para embarcar com ela como mala de mão.
      O aeroporto de Manaus é bem pequeno, saindo do segundo andar mesmo, que é onde se desembarca, nós pegamos um ônibus de 4 reais que vai do aeroporto até o centro de Manaus,  813 (a situação do ônibus é bem precária, mas nada que nãp dê pra pegar). Entrou um cara de uma agência no ônibus e ao ver que éramos turistas ficou falando com a gente, ganhamos um tour turístico de graça, pois enquanto o ônibus ia andando ele ia contando os pontos turísticos. Se é de graça a gente já ama! Diga-se de passagem: Manaus é um calor do cão, muito abafado!
      Em Manaus ficamos hospedados no Local Hotel (gostei e recomendo – 46 a diária + 10 reais de café da manhã), descemos do ônibus no ponto próximo ao Hospital Beneficente Portuguesa e andamos por volta de 5 minutos e já estávamos em frente o Local Hostel. Fizemos check in e resolvemos ir ao mercado e na agência fechar o passeio para o dia seguinte.
      O local Hostel tem parceria com a Iguana tur (agência que fiz os passeios em Manaus) e eu soube de uma menina que fechou os passeios com eles e ganhou o transfer de graça (fica a dica- quem não se comunica se trumbica). Eu tinha fechado o passeio com eles pela internet, peguei um pacote promocional no IG deles e paguei 720 reais pra ir nas cachoeiras de presidente Figueiredo (incluso almoço) e no pacote iguana, o pacote iguana consiste em 3 dias e 2 noites na selva (tudo incluso, menos bebidas- água free).
      Após o check in no Local fomos na agência da Iguana, pois eram quase 17h e então perguntamos que horas a agência fecharia, o sinhozinho disse que na hora que desse na telha. Ok! Corremos pra sacar dinheiro, eles não aceitam cartão, ali tem quase todos os bancos próximos. Pra início de viagem saquei 1000 reais.
      Durante a semana fica um rapaz da Iguana tur dentro do local hostel fechando os passeios, mas como era sábado ele não estava lá. Passeios pagos e fomos ao mercadinho próximo do hostel comprar beliscos para esses 4 dias de passeio. Compramos um club social e água, era um mercadinho bem mequetrefe. Só comemos o club social pra não dizer que não comemos, foi desnecessário, pois comemos bem em todos os passeios e o local hostel tem bebedouro a vontade para os hóspedes. Depois descobrimos que tinha um Carrefour perto do hostel, fomos lá e compramos uma lasanha para a janta e um suquinho, além de mais um ou outro biscoitinho 😁
      Voltando pro Hostel colocamos nossa lasanha no micro-ondas e foi só sucesso! Depois da barriga cheia, arrumamos nossa mochila de ataque para os próximos 3 dias na selva e fomos dormir. Deixamos o mochilão no hostel por 1 real. O valor independe da quantidade de dias.
      O hostel fica pertinho do Teatro Amazonas, principal cartão postal de Manaus



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