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Chapada dos Guimarães e Nobres (MT) - 6 dias - com fotos


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Dom. 8/7. Saímos de São Paulo no vôo das 6:40 da Avianca, que foi pontual. Porém tivemos que pousar em Campo Grande, pois o aeroporto de Cuiabá estava fechado devido ao clima desfavorável. Isso fez a nossa viagem atrasar um bocado, pois esperamos umas duas horas as condições melhorem para finalmente voarmos para Cuiabá. Chegamos em Cuiabá às 12:30, pegamos o carro alugado e seguimos pra Chapada. A viagem leva menos de uma hora, estrada boa e o visual é incrível. O tempo fo melhorando no decorrer da tarde e chegamos na cidade da Chapada dos Guimarães umas 15 h, pois paramos no caminho pra fazer um lanche. Lá chegando, fomos pra pousada Bom Jardim e como já era tarde e estava meio frio, concluímos que não daria pra fazer grandes coisas, além do cansaço todo de ter madrugado pra pegar o vôo, sem mencionar a "esticada" compulsória até Campo Grande. Acordamos umas 17 h e fomos explorar o local e procurar algo pra comer, e saindo da pousada achei que ainda estava dormindo e no meu sonho estava na Transilvânia, pois a cidade estava imersa em uma bruma espessa e tenebrosa. Foi incrível andar naquele cenário surreal. Achamos uma batataria que parecia ser o único local aberto àquela hora do domingo e naquelas condições.

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Seg. 9/7 . Acordamos umas 7:30, e tentamos ligar pra alguns guias cadastrados no site da ICMBio. Sem sucesso, saímos da pousada e entramos numa agência de turismo na praça pra tentar fechar algum passeio, porém achei o preço muito alto (170 o casal só pela diária do guia, pois estávamos de carro), então saímos à procura de indicações de guias independentes e acabamos encontrando a Márcia Meneses, F. 65 - 9241 7582, guia local conhecidíssima e moradora da chapada há muitos anos, que fechou com a gente 100 reais a diária, pro casal. Tudo acertado, a Márcia fez nosso cadastramento pela Internet (obrigatório para ingresso no parque) e rumamos à nossa primeira jornada no Coração da América. Fomos primeiro no cartão postal da chapada, a cachoeira Véu da Noiva, e fomos presenteados com um belo sobrevôo de um casal de araras vermelhas. De lá adentramos o parque e fizemos o circuito das cachoeiras. A Marcia é uma guia bem falante, vai mostrando o rastro dos bichos, fala das flores e frutos do cerrado, mostra os picos da Chapada, enfim, é um passeio bem instrutivo, mas se você for do tipo que preferiria curtir o silêncio do local talvez fosse achar um pouco over, mas acho que isso é questão de se conversar. Eu recomendo muito a Marcinha, ela é uma excelente guia, honesta e sabe dar dicas valiosas, além de montar os roteiros de uma maneira bem inteligente. Fizemos as cinco cachoeiras do parque, uma caminhada de 7 km no total que nem parece isso, os momentos mais puxados são as descidas das cachoeiras, mas tudo muito seguro, bem tranquilo. As cachoeiras sao deliciosas, uma melhor que a outra, ficaria horas em cada uma delas. Na volta, passamos pela Casa de Pedra, uma formação muito interessante de rochas, vale a pena ver, mas tome cuidado com os borrachudos, tem muitos lá.

Retornando do parque, fomos almoçar e ver o pôr do sol no ótimo Morro dos Ventos, um restaurante numa encosta com mirantes em cima dos penhascos e uma visão toda do vale, muito legal. O almoço é meio carinho, mas estava excelente. E se vc for lá só ver a vista tem que pagar 10 reais, então acho que vale a pena sim almoçar com aquele belo visual. Pagamos os 75 reais por um pela picanha que estava incrível, com arroz, feijão, fritas, salada e farofa. À noite, fomos dar uma voltinha na cidade fomos no Restaurante Pomodori, que é bem simpático. Tem uma empada muito boa.

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cachoeira das andorinhas

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Casa de Pedra

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Vista do Morro dos Ventos

 

Ter 10/7. Saímos umas 9 h e fizemos check out da Bom Jardim, pois achamos a pousada um pouco fraquinha pelo que cobravam: 150 reais a diária de um quarto com ar e frigobar, mas com os quartos voltados pro estacionamento, com muito barulho de carros e hóspedes, e tudo meio velho e descuidado, cama pequena, toalhas pequenas e muito usadas, muita poeira no quarto. Por 20 a mais fomos para ótima Cambará, http://sitiocambara.chapadadosguimaraes.tur.br/, que fica a 1km da praça central, numa chácara deliciosa, e o casal de donos, d. Genoveva e Sr. Odenir são super atenciosos e acolhedores, te tratam como um filho lá. Só deixamos nossas malas e seguimos para o passeio do dia, a caverna Aroe - Jari e Gruta da Lagoa Azul. No caminho, paramos no Mirante do Centro Geodésico, que tem um belo visual do vale, onde dá pra ver ate Cuiabá. De lá, seguimos para nosso destino, atravessando plantações de algodão e milho e trechos do cerrado. A Marcinha ia nos mostrando os bichos, e vimos um Urubu rei, que é branco, e ao que consta bem raro de ser visto, e um casal de corujas buraqueiras e algumas siriemas. Chegando no ponto de partida para a trilha da caverna, colocamos caneleiras ( obrigatórias para este passeio) e seguimos. O caminho é bem interessante, trechos de cerrado intercalados com mata amazônica, muito legal. A primeira parada é na caverna, onde se pode entrar um pedaço dela e observar estalactites de arenito e rastros de animais. Bem legal. Depois fomos pra Gruta do Lago Azul que é linda. Nesta época do ano o sol entra na gruta umas 14h e a água fica de um azul turquesa cintilante, é lindo. Ao lado, a gruta de Nossa Senhora, que tem uma formação rochosa que de fato lembra uma Imagem da santa. O percurso total à pé dá uns 9 km, e no retorno paramos para um banho refrescante na cachoeira do Alméscar, que foi ótimo depois daquela caminhada toda. Voltamos umas 18h, vimos um gavião no caminho, pra fechar com chave de ouro nossa observação ornitológica do dia, e retornamos à cidade. Jantamos uma refeição típica num restaurante super simples, na rua ao lado da Igreja, do lado da Virtual lan house, nem placa tinha, só um banner dizendo Janta 9,90. Comi por 15 reais um prato com picanha, arroz, feijão, salada, farofa, e nao ficou muito atras não da refeição do Morro dos Ventos.

 

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Casal de corujas buraqueiras, na árvore

 

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Caminho pra caverna

 

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vista do interior da Caverna

 

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áua dentro da caverna, com a guia Márcia iluminando

 

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Gruta da Lagoa Azul, com o sol batendo na água

 

 

11/7 quarta. Depois de uma noite muito bem dormida no silêncio e nos lençóis macios da Cambará, tomamos um dos melhores cafés da manha de pousada que já tive na vida. A D. Genoveva prepara um café colonial onde quase tudo é ela que faz, os pães todos, o queijo, as geléias, pão de queijo, bolinho típico do Mato Grosso de arroz, enfim, é um daqueles momentos em que a gula toma conta e que você lamenta nao ter um estômago extra pra poder comer de tudo. Eu recomendo muitíssimo a Cambará, mesmo se os donos nao fossem legais valeria só pelo café da manha (hehe), mas além disso eles são uns amores, a pousada é super gostosa, até o Tobias que e um pintcher é um fofo, onde já se viu um Pintcher que não late, acho que o astral do lugar fez ele ficar calminho. Enfim, com uma certa dor no coração deixamos aquele paraíso e rumamos para Bom Jardim, distrito de Nobres, a cerca de 200 km da Chapada. Aqui começa o purgatório da viagem. A estrada durante um bom pedaço e um tapete, sem viva alma, exceto um calango que quase se suicidou , nao fosse eu desviar dele com toda a minha misericórdia, ate que começa um trecho de estrada de terra péssimo, cheio de desvios, pois estão fazendo terraplanagem, porém sem sinalização alguma. Nao fosse eu ter tido a sorte de passar no horário de trabalho, perguntei aos trabalhadores da estrada e fui conseguindo me achar naquela bagunça. Mas nao recomendo ninguém passar naquela estrada depois das 17h e ne nos finais de semana, a não ser que vc tenha um bom GPS, que nao era meu caso. Chegamos em Bom Jardim, que não passa de uma concentração de casas à beira da estrada, umas 14h, deixamos as coisas na Pousada Bom jardim e fomos ao Reino Encantado, por indicação da nossa guia da chapada, almoçar e negociar os passeios. O Cleber que é o dono do local , que é restaurante, pousada e tem a nascente do Rio Salobra, é bem simpático e nos serviu almoço, e depois fomos fazer a flutuação na nascente, a ressurgência do rio, onde tem uma concentração grande de peixes, é bem legal. Descemos o rio mais mil metros flutuando, mas no percurso nao vi quase nenhum peixe mais, porém foi bacana passar por essa experiência. Voltamos ao Bom Jardim umas 18 h, e fomos procurar algo pra jantar. Só tinha aberta uma pizzaria que acabou de abrir, com comida ok, nada demais. No vilarejo não pega celular Oi nem Tim, reza a lenda que Claro e Vivo malemal pegam, internet nem em sonho, pra cartão de banco tem uma maquina no posto que só passa em ocasiões raras, das quais eu nao tive o privilegio de ser presenteada nenhuma vez. Se for a Bom Jardim, passe no banco de sua cidade antes e leve tudo que tiver, pois vc terá que pagar tudo com cash, eles também não são muito afeitos ao cheque, pois o banco mais próximo fica a 70 km de estrada precária, em Nobres. Porém, mesmo com toda essas precariedade de recursos, o comércio e habitantes locais acham que estão te fazendo um grande favor de permitir que você flutue em seus rios, e cobram preços de resort para as atracões, que são 60 reais por passeio de duas horas, sem negociação, pois é tudo tabelado. Pra isso, eles sao bem organizados. Aqui faço uma ressalva ao Cleber do Reino Encantado, que fez um descontinho no passeio e no almoço, e foi bacana nos atendendo de última hora.

 

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Caminho para Nobres/ Bom Jardim

 

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Nascente do rio Salobra

 

12/7 quinta : Saí do purgatório e desci ao inferno em Bom Jardim. Primeiro lugar, o café da manhã não tinha um pãozinho fresco, apenas dois frios, umas bolachas prontas, pão de forma de mercado, poucas frutas e só. Fui fechar os passeios com O. Sr. Isaias sem choro nem vela, 60 reais cada passeio por pessoa. Eu queria fazer a flutuação no Rio Triste e depois pra cachoeira, para chegar lá com sol, mas ele nao permitiu, pois tinha um único guia para em três carros diferentes, e para eles era mais conveniente ir pra cachoeira primeiro. O detalhe é cada pessoa paga 60 reais, mas não tem o direito de escolher qual passeio quer fazer primeiro. Fiquei indignada mas segui pra fazer o roteiro, pos queria muito ir à cachoeira e Rio Triste, e sem comunicação e opções, seria difícil encontrar outra agência que pudesse fechar o passeio. No caminho pra cachoeira, comecei a ter dores de estômago muito fortes. Detalhe que fui o caminho todo comendo poeira da caminhonete da frente, pois partilhávamos o guia que estava com eles. Pergunta: Se era apenas um guia pra três veículos diferentes, não seria mais justo cobrar a diária do guia e dividir entre todos ? Ou então se é cobrado de cada pessoa, esta não tem o direito de escolher o seu roteiro ?

Chegando lá na Serra Azul, que é uma fazenda que foi comprada pelo Sesc Pantanal, fomo administracao pegar a chaave e equipamentos de flutuação, e havia muitas araras e macacos. Depois fomos à bela cachoeira, com um cardume de peixes que mora no local, mas nem pude curtir muito pois a cólica de estômago estava terrível. Voltando à Bom Jardim, resolvemos voltar à Chapada, pois realmente não gostei daquele esquema todo de passeios curtos e caros, além do que com dor de estômago não me animava a tomar outro café da manhã na pousada, sem falar na precariedade do local (a única farmácia só abre às 13 h). Comprei um Buscopan e seguimos viagem de volta à Chapada dos Guimarães. O estômago foi melhorando até consegui comer às 19 h na Chapada, pois não tinha feito nenhuma refeição desde o café da manhã.

 

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Cachoeira Serra Azul

 

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Meu balanço sobre Bom Jardim foi negativo. Lá na Chapada já haviam me alertado para só fazer refeições em determinados locais, pois várias pessoas já haviam reclamado tanto da pouca variedade dos cafés da manhã como de terem de fato passado mal. Eu pude comprovar na pele tudo isso, exceto no Reino Encantado, que tinha a comida boa, embora eu ache caro 25 reais por um buffet que não tem tanta variedade assim. Desde o acesso à cidade até a qualidade do atendimento, acho que Bom Jardim ainda tem muito que melhorar na qualidade do serviço que oferece. Acho ainda que os turistas deveriam se recusar a pagar esses preços exorbitantes pelos passeios, pois o local não oferece uma estrutura condizente com estes preços. Um local que é quase impossível de se chegar sem se perder muito, que não passa cartão de crédito em quase nenhum estabelecimento, onde a telefonia celular é precária, não tem serviços básicos e tem qualidade duvidosa na alimentação que oferece não pode cobrar esses preços abusivos dos turistas. Eu recomendo as pessoas a realmente se recusarem a ir a Bom Jardim até que essa situação mude, e só o turista exigente e consciente pode conseguir alguma mudança nesse panorama. Embora eles gostem de levantar o lema "Nobres é mais que Bonito, é Lindo", acho que Bonito tem muito mais estrutura para atender o turista, e por isso seus preços s!ão altos, porém justos com a qualidade do serviço.

 

13/7 6a. Último dia no Mato Grosso, saímos para fazer o passeio até o Morro de S. Jerônimo no Parque Nacional. Caminho lindo e longo, são 8km até chegar ao Morro, e lá também uma subida bem puxada, que não completei pois tenho limitações físicas que me impediram de chegar até o topo. Uma mata com um trilha bem fechada no caminho, da qual trouxe alguns carrapatos de lembrança rsrs, leve repelente bom pois eu passei Off e não adiantou. Na volta, um último banho na cachoeira 7 de setembro e voltamos para arrumar as coisas. Deixamos a Chapada e perdemos o por do sol, que pretendíamos ver do Alto do Céu, mas ficou pra próxima. Chegamos em Cuiabá e foi um pouco difícil achar o caminho até o aeroporto, quase nenhum indicação. No caminho, passamos pelo Marco Geodésico de Cuiabá. Existe uma disputa entre os dois locais, qual deles é o verdadeiro centro geodésico. Cada um defende o seu lado. Chegando no aeroporto, devolvemos o carro sem maiores problemas, aliás indico a Locadora Cuiabá, eles foram extremamente atenciosos e pontuais, o carro estava ótimo também. Assim acabou minha epopéia à Chapada dos Guimarães

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café da manhã colonial na pousada Cambará

 

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Caminhos do Cerrado

 

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Chegando no morro

 

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Vista do pé do morro S. Jerônimo

 

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Proprietarios da Pousada Cambará e Tobias , o pintcher simpatico

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    • Por Leandro Z
      Resolvi escrever este relato pois não vi muitos parecidos. A minha viagem foi sozinho, sem alugar carro (mas alugando bicicleta e pegando caronas) e sem fechar nada com agências antes de ir, em abril de 2019. Essa parte é importante: não precisa fechar nada com agência antes.
      Pois bem, antes de ir, pedi orçamentos para várias agências que achara na internet e o que eles me mandaram me espantou, era tudo extremamente caro!  Coisas como: Circuito das Cachoeiras por R$220 + R$180 do transporte; R$320 o trecho Cuiabá-Chapada (sendo que o ônibus urbano custa R$18), queriam cobrar até por passeio no parque que é de graça! Não tive coragem de reservar nada antes, até viajei desanimado para resolver tudo na cidade. Felizmente, tudo deu certo e saiu bem mais barato do que se tivesse fechado com agência.
      Chegando ao aeroporto, que fica em Várzea Grande,  peguei Uber até a rodoviária de Cuiabá, R$25. Na rodo, peguei um bus urbano da CMT (tem da Rubi tbm) por R$18 até a Chapada dos Guimarães (este é o nome do município, não é só do parque ou da região). Os ônibus saem a cada 1:30h. O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães fica antes da cidade com mesmo nome e desci lá, onde conheci três cachoeiras sem precisar de guia e sem pagar: Véu da Noiva (só mirante), dos Namorados e Cachoeirinha. A água estava barrenta, mas o poço era bom para banho e as quedas eram altas. Anda-se bem pouco para cada uma delas. Minha intenção era ir para cachoeira da Salgadeira, dali são 6km, mas achei arriscado andar pela estrada sem acostamento. Fiquei esperando o ônibus, pedi algumas caronas e quem acabou parando foi uma família que parou sem eu pedir, eles também estavam saindo do parque e haviam me visto lá. Pelo que percebi, pedir carona é comum lá, pois o parque fica a 12km da cidade. Fui pro hostel, onde me indicaram a guia Camila (65-996110587), entrei em contato com ela e com outras dos sites:
      http://www.chapadamt.com.br/guiasdeturismo.asp
      http://www.ecobooking.com.br/Relacao_guias_autorizados.php?XXtrE=v3vbnqw03mgj17ydlzef
      Isso foi bom, os preços direto com os guias eram MUITO mais baratos, inclusive se precisasse de transporte. Fiquei no Hostel Chapada, R$50 por noite, bem localizado, perto da praça.
      No dia seguinte, resolvi alugar uma bike na Bike e Cia, por R$30 o dia, para ir a cachoeira do Marimbondo e da Geladeira, que ficam próximas uma da outra e cerca de 15km, ida e volta, do centro. Pra ir foi tranquilo. Na cachoeira do Marimbondo, paga-se R$10 para entrar e anda bem pouco, uns 300 metros. Cachoeira larga, com um poço raso, mas gostosa. Fiquei 1h e fui pra da Geladeira, 1km dali, paga-se mais R$10 e anda uns 600m. É a cachoeira mais bonita que fui na chapada: água verde, queda gostosa, poço bom para banho. Fiquei um tempo. Pensei em ir até a Cachoeira Rica, mas descobri que, apesar do nome, não tem cachoeira! É só um vilarejo! Ainda bem que não fui, são uns 30km de lá. A volta foi um pouco cansativa mesmo nos pontos que não pareciam subida íngreme. Depois, ainda fui ao mirante Morro dos Ventos, tem uma bonita vista de campos e até uma cachoeira na lateral, entrada R$5. Rodei cerca de 20km de bike no total. Comi massa no Pomodori, muito boa (um pouco caro)!

      No 3º dia, peguei carona com um cara do hostel que havia alugado carro, aí baixou quinze reais no preço do passeio Circuito das Cachoeiras, no final, paguei R$85. Tinha agência cobrando R$220 pelo passeio mais R$180 pelo transporte! Transporte que era de apenas 12km! Este passeio, Circuito das Cachoeiras, ocorre no Parque Nacional (cuja entrada não é paga), mas só pode ser feita com guia. Consiste em 8km passando por várias cachoeiras (eles falam 7, mas acho que não...). A melhor é a última: das Andorinhas, super alta e bom poço pra banho. Vale a pena! Depois, ainda deu tempo de ir até a Salgadeira (R$15 por carro) de carona, esse lugar passou por uma demorada reforma e manipularam até a cachoeira concretando a parede dela. Comi pizza na Marguerita, muito boa, mas um pouco cara.
      Dia 4: no dia do Circuito das Cachoeiras, conheci um cara gente boa que também tinha alugado carro em Cuiabá. Aproveitei e fui junto com ele para a cachoeira da Martinha (R$10 o estacionamento). Neste caso, se não tivesse ido de carona, teria ido de ônibus urbano (o mesmo que sai de Cuiabá em direção a Campo Verde). Disseram que essa cachoeira é tipo um "piscinão de Ramos", farofada e tal, no dia que eu fui, sábado de manhã, estava bem vazio, mas parece quem muita gente faz churrasco lá, até porque é de graça. Cachoeira muito boa, grande, larga e super forte! Correnteza boa para boia-cross e para nadar. De lá, fomos para a cachoeira Jamacá (R$20 por pessoa), que no Glooglemaps aparece como Quilombo do Alemão. Esse alemão é o Mário, um naturalista que lutou pela demarcação do parque. A cachoeira é alta e forte com poço muito raso para nadar. Lugar bacana. Almoçamos, por volta das 14h, no restaurante Maná, comida bem simples, parece que o local nem abriu oficialmente. Esse dia terminou cedo. Jantei sozinho no Cavii, comi um ótimo hambúrguer com coalhada seca e pesto, entre outros.

      Domingo, último dia, fui até a bicicletaria e estava fechada. Resolvi ir a pé até a cachoeira gratuita do Nonhô (acho que é isso, se não, é Nhonhô), 5km, localizada próxima ao supermercado Pelé e a pastelaria Lhufas, entre a placa azul de "Bem-vindo" e um outdoor, a cerca está caída e tem uma trilha. Fui perguntando, perguntando e cheguei a trilha, desci até a cachoeira. É pequena e não muito alta, mas gostosa para se refrescar. Fiquei pouco tempo, pois queria ir até a cachoeira da Tartaruga. Na estrada, pedi carona e o segundo carro que passou parou prontamente. Ele passou pela bicicletaria, estava aberta (no domingo, ele abre quando liga pra ele), então resolvi descer. Mais R$30 pelo aluguel, andei 3,5km até a porteira do sítio (tem no Googlemaps), tive que passar a bike por cima e andar mais uns 3km. Obs: muitos guias me falaram que tem cachoeira em propriedade particular, mas pode pular a porteira, a cerca e ir tranquilamente, esta era uma delas. A cachoeira da Tartaruga fica quase no final da estrada de terra, quando começa o gramado, à direita. A cachoeira é alta, com pouco volume de água, poço bom para banho. Ainda deu tempo de comer no Trapiche Regionalíssimo, por kg, cerca de R$54, comida muito gostosa.  Peguei bus para Cuiabá. De lá, peguei Uber para o aeroporto.
      A região tem muitas cachoeiras e muitas nem podem ser visitadas. Acredito também que algumas sejam pequenas e simples. Algumas que não precisam de guia e fiquei sem conhecer: do Segredo, da Bailarina, do Índio, Águas do Cerrados (trekking). Outros passeios que precisam de guia (mas não feche com agências antes, fale direto com os guias): São Jerônimo, Vale do Rio Claro, Cidade de Pedras,  Águas do Cerrado, caverna Aroe-Jari. Se quiser ir para Nobres (bate e volta), aí tem que fechar com alguma agência, parece que custa R$250, ou se informar com guias.
      https://zahiandoporai.blogspot.com/2020/06/chapada-dos-guimaraes-mt.html
    • Por Laiane Rodrigues
      Meu primeiro relato de viagem é sobre Nobres, ou melhor, sobre Bom Jardim, distrito de Nobres onde estão os Balneários e Cachoeiras. Fui em Junho de 2015 e passamos 4 dias. 
      1º dia (quinta-feira) : Chegamos em Cuiabá as 17h (e para nossa surpresa estava frio), alugamos um carro e partimos para Bom Jardim, o trajeto durou em torno de 1h30mim. Escolhemos a Pousada Lagoa Azul/Anaconda turismo, que além de pousada tem um restaurante e também funciona como uma agência de turismo. Bom... fizemos chekin, jantamos no restaurante da pousada e fomos dormir (não há muito para se fazer a noite em Bom Jardim).
      2º dia (sexta-feira): O dia amanheceu super nublado, mas estávamos animados. Tomamos café e lá pelas 10h fomos para o nosso primeiro passeio, a Cachoeira Serra Azul. A cachoeira fica localizada dentro de uma propriedade do SESC, o nosso guia nos levou para fazermos chekin e logo em seguida fomos para a cachoeira. Para chegarmos no local tivermos que subir vários degraus (mais de 200), foi bastante cansativo, porém como estava um pouco frio deu pra esquentar o corpo rsrsrs. Quando avistamos a cachoeira, percebemos que valeu a pena o esforço, ela é linda e quando bate o sol fica um azul piscina. Ficamos em torno de 1h:30min, e sim é cronometrado. No trajeto da cachoeira também tem uma tirolesa, porém, não estava funcionando quando fomos.
      Almoçamos e fomos para o nosso próximo passeio, Balneário Estivado. É um córrego de águas super límpidas com vários peixinhos. O local é bem rústico, mas valeu a pena.
      Nosso terceiro passeio foi no Boia Cross Duto do Quebó, é um córrego cheio de corredeiras (razoavelmente raso), mas o que mais nos chamou a atenção é a caverna de uns 200m  em que o córrego passa, dá um certo "medinho", pois tem morcegos e é super escuro rsrsrs mas é bem tranquilo.
      Voltamos para a pousada, jantamos e nos recolhemos, pois como disse anteriormente, não há muito o que se fazer a noite em Bom Jardim.
      3º dia (sábado): Tomamos café e fomos para mais um passeio, dessa vez uma tirolesa (não me lembro o nome), foi bem tranquilo e rápido.
      Almoçamos e fomos para o passeio mais aguardado, Aquário encantado. Chegamos na fazenda, fizemos chekin, alugamos uma câmera de ação e fomos para local. É surpreendente a cor da água, ficamos encantados, porém é como se fosse um poço pequeno, por isso também o tempo é cronometrado, pois há muitos turistas. Depois fomos fazer flutuação no Rio Triste, achamos até uma pequena arraia no local e a água é muito límpida.
      Voltamos para Bom Jardim e no entardecer fomos para Lagoa das Araras , nesse horário elas saem do ninho e ficam voando e gritando rsrsr bem legal de ver.
      Jantamos numa pizzaria perto da pousada e nos recolhemos.
      4º dia (domingo): Tomamos café da manhã, fizemos chekout  na pousada e retornamos para Cuiabá para pegarmos o nosso voo.
       
      Bom Jardim é um lugar super rústico, ruas sem alfalto, muita poeira, e pouca infraestrutura, é um lugar ideal para desestressar e apreciar a natureza.  Não coloquei valores, pois fui há três anos. Todos os passeios que fizemos teve acompanhamento de guia. A maioria dos passeios são distante do distrito (Cachoeira Serra Azul -  25 km, Balneario Estivado - Bom Jardim,  Aquario Encantado - 8km, Duto do quebo - 30 km, Lagoa das Araras - Bom Jardim). Bom...fica o relato e garanto que vale a pena conhecer.
       
       
       










    • Por Damarens Santos
      Faaaaaaala viajantes e mochileiros, to aqui pra mais um relato com valores  (do jeito que a gente gosta!) 🤩
      Desta vez o destino escolhido foi BOM JARDIM/MT.
       
      Local ainda desconhecido por muitos e que só foi mais explorado depois que apareceu em uma reportagem na Ana Maria Braga em 2010.
      Devido a sua recente "descoberta" ainda existe alguns "impasses" para sua exploração.    
       
      Um de seus empecilho para exploração é a maneira de se locomover...
      Existe um ônibus que sai de Cuiabá/Várzia Grande as 06:00 todos os dias com destino Nobres, de Nobres para Bom Jardim apenas 3x na semana.
      Por este motivo optamos pela locação de um carro já que para acesso aos passeios não existe o serviço de transfer (não existe nenhuma agência que faça este serviço no vilarejo, tentamos de todas as formas e localizamos uma pessoa que nos cobrou 1200,00 golpes para nos locomover por 4 dias 😅) então locamos um carro da categoria econômica, utilizamos os 4 dias de viagem e gastamos apenas um tanque de combustível pra todos dias ou seja metade do valor acima.
       
      Nos hospedamos na Pousada Cantinho de Casa que fica no vilarejo de Bom Jardim, fica próximo a mercado, restaurante, lanchonete e etc... (vale lembrar que Bom Jardim é um vilarejo beeeem pequeno então tudo é próximo) estávamos em 2  pessoas, então saiu  225,00 para cada (os 4 dias)!
      A agência escolhida para os passeios foi: GUARÁ TUR ([email protected]), fizemos 2 passeios por dia (todos os passeios tem a durabilidade de 2/3 horas).
       
       
      Boraaaa  laááááá!!!!
       
      02/08 SAÍDA DE CAMPINAS
      Saímos de Campinas com destino a Guarulhos com a Lirabus as 19:30 (por 💰 40,66) nosso voou tinha saída de SP as 23:45 com chegada em MT as 01:10 do dia 03.
       03/08 – PRIMEIRO DIA DE VIAGEM
      Sem perrengue não é viagem nénom? 🤣🤣 então vamos lá
      Desembarcamos em Cuiabá e fomos na Localiza pegar o carro reservado, poréééééém tivemos um imprevistos na liberação... e depois de 1:30 conseguimos pegar o carro 
      (depois de ter se desesperado, pensado em pedir carona, ir caminhando... enfim, Deus foi bondoso conosco e nos abençoou haha). 
      Saímos de Cuiabá as 03:40 e partimos para Bom Jardim (155 KM) com chegada 05:15.
      Chegamos na pousada já corremos descansar para acordar as 08:00 e começar os passeios.
      Primeiro passeio: Flutuação no Vale das Águas  que fica 23km de onde nos hospedamos, pagamos por este passeio  💰 80,00.
      O passeio dura cerca de 2/3 horas, com guia, vestimentas para a flutuação. Eles tbm fazem fotos e filmagem por 💰 50,00 (dividimos e ficou 25 cada). Tivemos mta sorte de sermos os únicos no horário que fomos então fechamos as fotos e tivemos um book só nosso 🤣🤩 LUGAR MARAVILHOSO E ENCANTADOR ❤️
      Vale das Águas:

      Saímos de lá e fomos para o Rancho do Chapolin almoçar (fechamos com a agencia por 💰 35,00 q fica do lado da nossa pousada). O Chapolin é pura simpatia e fica vestido a caráter o tempo todo kkkk. Lugar super rustico e simples, comida caseira e equipe simpática, ah, não se assuste... você mesmo quem cobra o valores do seus gastos rs fica uma maleta com dinheiro no balcão, ele te fala o valor e vc paga, pega seu troco e vai embora 😅 (consumo no local 💰8,00)
      Depois voltamos pra pousada para descansar pois iriamos ver o pôr do sol no mirante no final do dia.
      As 16:00 saímos para fazer a Trilha de Quadriciclo no Mirante Recanto da Natureza pagamos 💰 120,00 golpes e foi mtttttttt massssssa, voltamos as 18:00.
      Mirante Recanto da Natureza:

      Saímos do passeio e fomos tomar uma ceva ☺️ e comer algo, local escolhido Lukinhas. (ceva e lanche 💰28,00).
       
       
      04/08 - SEGUNDO DIA
      Saímos as 08:00 para encontrar nosso guia no vilarejo e seguirmos para a famosinha de Bom Jardim: Cachoeira da Serra Azul 🥰 ela fica dentro do SESC de MT e fica a 22 km no vilarejo, o caminho é 95% em estrada de terra.
      Chegando lá fizemos uma caminhadinha de 80 metros +- e subimos/descemos cerca de 470 degraus até a preciosa ♥ (o parque possui tirolesa, ciclismo e arvorismo... não fizemos nenhum) pagamos pelo banho na cachoeira 💰 125,00 já equipamento para flutuação incluso + almoço completo no restaurante do SESC (o melhor almoço que tivemos la, mtt bom).
      Sobre a cachoeira? SEM COMENTARIO né. PERFEITA e gelaaaaaaaaaada kkk
      Cachoeirada Serra Azul:

      Após o almoço saímos em direção ao Rio Triste para mais uma flutuação, pagamos  💰 90,00 com o equipamento incluso. Locamos outra câmera pra atualizar na flutuação (rachamos em 3, paguei 15,00).
      Rio Triste:

      Depois voltamos ao vilarejo e ficamos no balneário que possui na rua principal tomando uma cerveja ate dar o horário de seguirmos para a lagoa das araras.
      Saímos as 16:00 para a visitação na Lagoa das Araras, 💰 25,00 a entrada, a lagoa fica no próprio vilarejo e trás uma paz fantástica.
      Lagoa das Araras:

      Saímos de lá e fomos pro Espetinho da Marina jantar (espetinho gostoso e acompanhamentos caseiro, recomendo) 💰 19,00 total no jantar.
       
      05/08 TERCEIRO DIA
      Acorda as 09:00 tomamos café e partimos para fazer a  Flutuação no Reino Encantado que fica a 10 km da pousada onde estávamos fechamos o pacote  com Almoço por 💰 120,00, chegamos la nos preparamos com os equipamentos, alugamos uma câmera (50,00 dividimos em 2) e fomos ao passeio. Retornamos e almoçamos la mesmo (gastos 13,00).
      Reino Encantado:

      Logo apos o almoço andamos mais 21 km ate o Bóia Cross Duto do Quebó o passeio durou cerca de 1:30 e pagamos 💰 85,00. 
      O rio é bem calmo, beeeeeeeeem calmo mesmo, a emoção fica por conta da gruta que passamos por dentro, ele é completamente escura, sem iluminação e cheia de morcegos kkkkkk essa parte foi massa, do resto, eu esperava mais (fomos em baixa temporada então o rio não estava mtt cheio para ter mais adrenalina).
      Duto do Quebó:

       
      Ao retornarmos para a Vila paramos no Lukinhas para beber 😅 e jantar  (comemos uma pizza, tomei açaí)  gastei 40,00.
       
      06/08 Quarto Dia
       
       Acordamos as 08:00 ja deixamos nossas malas arrumadas pois serio o último dia de viagem, tomamos café e fomos para a  Flutuação no Aquário Encantado e no Rio Salobra  que fica no mesmo lugar do dia anterior (11 km da pousada), mas é mtttttt  diferente o local 😍 fechamos o pacote com Almoço por 💰 125,00  (gastei 8,00 com bebidas e 50/2 da câmera).
      Aquário Encantado:
       
       
      Depois do almoço andamos mais 5 km até o Balneário Refúgio da Água Azul para passarmos a tarde, pagamos 💰 30,00. 
      É um balneário simples apenas para banho mesmo, não curti mtt rs mas é bonito o local.

       
       
      Retornamos para a pousada as 15:00 pois iriamos para o aeroporto as 16:00 demos carona para os gringos que estava na nossa pousada, gastamos 120,00 para encher o tanque novamente e devolvermos a locadora. E partimos para SP, chegamos em  Guarulhos as 23:30 pegamos um bus para Campinas 00:30 e chegamos por volta as 2:00 em caaaaaaaaasa 🙏
      Bom Jardim é um lugar incrível com pessoas encantadoras, ainda falta um pouco na infra estrutura porém quanto mais rustico mais eu gosto. EU AMEI tudo, os guias, a recepção, os lugares e os preços hahaha.
       
      Total da viagem: 2.106,00
      Passagens Aéreas: 480,00 Transporte (bus + carro + combustível): 323,00 Hospedagem: 225,00 Passeios: 855,00 Alimentação e cevaaaaa: 135,00 Fotos e filmagens: 88,00  
    • Por tati_o_
      Estarei indo para Cuiabá no dia 20 de setembro, e retorno pra Sao Paulo dia 30 de setembro... alguem interessado em ir pra Chapada dos Guimarães, Serra do Roncador, Nobres e Pantanal? Esse roteiro não está fechado! Podemos conversar e combinar um roteiro q seja bom para todos!
    • Por Gabriel Salles
      Agora em Janeiro de 2019 eu e mais dois amigos fomos nos aventurar pela Chapada e escolhemos fazer o passeio Circuito das Cachoeiras.

      Passa por 7 cachoeiras (fotos abaixo), cerca de 8 km de trilha (ida e volta), mas é uma trilha bem fácil e tranquila. É obrigatório a contratação de guia, fizemos o passeio com a Joana, muito simpática e que foi explicando sobre a vegetação, as cachoeiras, recomendo (contato no final do post). 
      Sem mais delongas, vamos as fotos
      * Véu da Noiva (contemplação) - 86 metros
      Cartão postal da Chapada e a mais linda do percurso. Não é possível mais descer até o poço desde 2008 quando houve um acidente.

       

       
      * Cachoeira 7 de setembro

       
      * Cachoeira do Pulo
      Tem locais para saltar, antigamente podia pular do topo da cachoeira, porém agora o poço não está tão profundo assim dai foi proibido

       
      * Cachoeira do Degrau
      O legal dessa cachoeira que tem um lugar na queda que forma uma hidromassagem natural, uma delicia 

       

       
      * Prainha

       
      * Piscininha (contemplação)
      Pelo o que entendi existe a possibilidades de ter galhos de árvores e etc, então quando a água está mais clara é liberada para entrar.

       
      * Cachoeira da Andorinha - 18 metros
      Linda e imponente, ela por si só faz a trilha valer a pena. Em determinada época do ano as andorinhas veem à região e fazem seus ninhos atrás da cortina de água, protegendo seus filhotes nas pedras.

       

       
      * Gastos:
      Guia - R$50.00  por pessoa
      Contato - Joana: 65 81162672
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