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sergiofoz

Foz do Iguaçu

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[info]Este tópico é para troca de informações. As informações inéditas serão aproveitadas e colocadas no tópico

Fóz do Iguaçu - Guia de informações

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As perguntas e Repostas na medida que ficarem desatualizadas e duplas, as mais antigas serão substituidas pelas mais novas.[/info]

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Saindo de ônibus de Curitiba as 23h00min chega as 06h00min horas em Foz do Iguaçu e vice versa, o custo da passagem, fica em torno de R$ 140,00 aproximadamente ida e volta, e se sair de São Paulo direto o custo não deve variar muito. Você encontra hotel no centro da cidade com vários preços a média com café e hotel bom fica em torno de R$ 40: 00 em diante, tem tantos na Avenida Brasil e arredores que é difícil indicar, tem também o albergue da juventude. A vantagem de ficar na cidade é a opção de ter restaurante e lanchonete perto.

A locomoção na cidade é fácil, tem ônibus para todo o lado preço médio R$ 2.00, tanto para a cidade, ou para as Cataratas, Itaipu, Paraguai e rodoviária, os ônibus circulam por toda cidade, o terminal é perto do Quartel Militar no início da Avenida Brasil, onde estão situado a maioria dos Hotéis baratos. Se você chegar na rodoviária tem um ônibus que te leva ao terminal e de La você pode seguir para qualquer lugar inclusive para o Aeroporto sem pagar outra passagem

Passeio nas Cataratas é das 08h00min as 17h00min horas O passeio nas Cataratas é gratificante, é a oitava maravilha do mundo com suas 223 quedas de 83 metros de altura formando um conjunto maravilhoso. Atualmente você tem que deixar o carro na entrada do parque e tem um ônibus com ar condicionado e com informações do parque que te leva até as cataratas

Nas Cataratas você pode descer a pé, ou de elevador para quem não pode caminhar muito. Se optar a descer a pé é o passeio mais bonito pela mata com diversos estágios para contemplar as quedas. Tanto a vista de cima como a de baixo é fantástica, tem uma passarela onde você pode ir caminhando até próximo as quedas e a garganta do diabo. Tem ainda o passeio no Macuco Safari,da tempo de ir no mesmo dia dar um passeio radical de barco inflável que sobe as corredeiras até as Cataratas pela garganta do diabo, antes você percorre de carro especial pela mata uns 3 km e a pé uns 500 mts até chegar ao salto macuco. Informações fone. 045 3523 6475, fica uns cinco km antes das Cataratas, o passeio dura 01:45 horas.

Outro passeio e na Usina de Itaipu é muito lindo, eles mostram um filme desde o início da construção e depois levam de ônibus até a represa, tem um show de luzes à noite, as sextas e sábado as 19,00h. Informações. Turísticas 0800 451516

Se você quiser dar um passeio no Paraguai, da para ir de ônibus. A cota é US 300 por pessoa e so pode declarar uma vez cada 30 dias, não pode declarar um dia 200 e outro100 é uma a cada 30 dias, se passar vc paga 50% sobre o excedente, se vc não declarar e te pegarem é 50% do excedente mais 100% do total. Se pegarem na estrada sem declarar perde tudo se estiver a vista, se estiver escondido você pode perder o carro também.

Na Argentina, não tem nada em especial somente compras, a cidade é bem menor, tem um Duty Free bem próximo a passagem da alfândega o atendimento é nota dez, não tem a variedade do Paraguai mas os produtos são de ótima qualidade.

Mas como se diz; se você não é sacoleiro vá somente passear você não corre o risco de comprar produtos falsificados e desnecessários.

Mas mesmo assim se você quiser comprar alguma coisa, no Paraguai, não compre de camelôs, a maioria é produto falsificado como perfume, tênis roupas CDS e óculos. Tem muitas lojas de conceito como a Monalisa, Americanas, China entre outras para comprar perfumes bebidas eletrônicos. Eu comprei uma máquina fotográfica digital nikon coolpix por US$ 370,00, com carregador, preço no Brasil R$ 2.000.00, um perfume primeira linha fica na faixa de US$ 90,00 em diante e whiski 12 anos US$ 22,00 e segunda US$ 8,00 a US$ 12,00, a cota é US$ 300,00 por pessoa.

Para atravessar à fronteira a passagem é direta como tivesse atravessando uma rua no Brasil, só levar a carteira de identidade para segurança. Cartão de crédito eles cobram 10% de taxa, de preferência leve dólar, mas o real é aceito normal, de carro nem pense é uma temeridade..

Ande atento, tem batedor de carteira, e roubo de sacolas principalmente na passagem da ponte e até no lado do Brasil. Se for ao cassino à noite, contrate uma condução leva e traz do hotel.

Passeios extra, visitar o parque das aves, um dos maiores da América do Sul

Visitar a Mesquita Muçulmana a maior da América do Sul e o Templo Budista,merece uma visita tem um Buda enorme, vale a pena. Também tem o zoológico em Itaipu.

 

 

Quanto a nota do paraguai não serve para nada, a Polícia Federal tem todos os preços dos produtos e tabela o imposto pela tabela se for o caso.

 

 

Argentina não promove as Cataratas, por que a grande maioria se hospeda no Brasil e a visita principal é pelo Brasil.

 

Se vc não tem duas opções, vá só no Brasil o resto é para encher linguiça. Se sobrar um dia vá nas Cataratas pela Argentina, não da para ver a paisagem de frente mas da para chegar por cima

  • Gostei! 1

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Noite em Foz do Iguaçu

Ponto de partida eh a Av. JORGE SCHIMMELPFENG

Dependendo do gosto indico o La Barranca, Capitão Bar e a Tass. Veja os enderecos....

 

Capitao Bar - Av Jorge Schimmelpfeng,288 35721512

TASS (disc) Av Jorge Schimmelpfeng,450 35235373

Alquimia Dancing Bar- Av Jorge Schimmelpfeng, 334 centro 35723154

Armazem Brasil- Edmundo de Barros 446 35727422

Casarao Country Show- Venanti Otremba 293 - 35230908

Celeiro Bar Av Costa e Silva 1806 35733028

Cristal (StripTease) Av Cataratas 3601 - 35744004

OBA OBA cooper shows Av Cataratas, 3703 35742255

VICIUS e MANIAS R.Bejamim Constant 104 - 35239161

 

La Barranca - Villa Nueva em Puerto Iguazu, Argentina

CASINO IGUAZU Ruta 12 Km1,6 Puerto Iguazu Argentina

E outros;.......

 

Nesse site vc encontra outros pontos de badalação...

http://www.tucanotravel.com.br/br/mostra.php?id=37

 

porem o melhor eh verificar o point qdo chegar na cidade..

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Paraguai x Correios

 

Por Lei eh permitido comprar qquer eletro eletronico no Paraguai, desde que siga as leis de importacoes.

Para não se pagar imposto, o turista tem direito a fazer compra de ate US$ 300,00 via terrestre ou US$ 500,00 via aerea, desde que não caracteriza comercio, isto eh: nada de comprar 300 relogio a US$ 1 cada. Ou 3 video game a US$100 cada. Ao cruzar a fronteira verifique junto a Policia Federal a qtdde de produto permitido.

Caso o turista compre um produto de US$400 ao entrar no Brasil devera pagar 50% em imposto do valor ultrapassado. EX. 400 - 300 = 100, 100x50%= 50, paga-se US$50 de imposto, a mercadoria fica por US$450.

 

Para postar qquer mercadoria via correios, eh necessario Nota fiscal, (No Paraguai existe Nota fiscal, mas NÃO tem nenhuma validade aqui no Brasil). No caso de Foz do Iguacu (area de Fronteira)a lei eh cumprida a risca. Nada eh postado sem a nota fiscal numa area de 150Km da regiao justamente para o turista não postar mercadoria importada do Paraguai pois assim poderia fazer varias postagem e desta forma gastar mais do que US$300 permitidos.

Mas se o turista quiser fazer essa postagem so tem uma maneira. Ao entrar no BR devera declarar 100% da mercadoria comprada no Paraguai. EX. 400 x 100% = 400, paga-se US$400 pela mercadoria no Paraguai e US$400 de imposto no BR. Totalizando US$800, desta maneira podera postar a mercadoria via correios. Obvio que isso não compensa....(acho que ninguem fez isso ainda). Mesma coisa vale para as empresas de transporte (Onibus, Transportadora, etc....) porem a lei eh mais complicada do que isso.....e não sou perito nessa area.

Caso o turista consiga despachar qquer mercadoria, a Policia Federal tem o direito de abrir a mercadoria e verificar a procedencia...se for eletro-eletronico fica retido......isso sempre acontece e eh divulgado nos jornais locais.

 

Bem, por experiencia, já sai varias vezes em viagem pelo Brasil de moto, sempre carrego Maq. Fotografica Digital, GPS, Tocadores de musica, Pen Drive, etc, ultrapasso os US$ 300, já fui parado pela PF nas estradas e como esta claro que estou fazendo turismo e não estou caracterizando comercio de mercadoria (revender esses equip.) não tive nenhum problema.(obvio que não carrego DVD, Play Station, Placa de Computador, etc.)

 

Fazer compras no Paraguai so existe uma regra.....TESTAR ANTES DE COMPRAR......pois não se tem garantia do produto.

Pesquisa de preco eh bom fazer e de preferencia compre em lojas grandes ou dentro dos Shoping.

 

Para se ter uma nocao dos precos visite esse site

www.navenet.com

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ITAIPU

Tipos de Visitas:

Turistica: GRATUITO É aberta a todos. De segunda a sabado com duracao de 1:30 hrs visita nas partes EXTERNA da usina

 

Turistica Especial: Paga-se, R$16,00 municípios da regiao e R$30,00 demais visitantes. Fone: (45) 3520-6676 Visita nas partes EXTERNA e INTERNA da usina (agendar visita)

 

Tecnica: É dirigida a profissionais da área de engenharia . visita com agendamento de seg a sexta fone: (45) 3520-5543 (agendar visita) essa visita eh tecnica como o proprio nome diz.

 

Especial: GRATUITO para QUALQUER escolas. (agendar visita) visita EXTERNA e INTERNA

 

Noturna: apenas as sextas e sábados, às 20h30 (21h30 no horário de verão) Paga-se, R$3,00 municípios da regiao e R$ 6,00 demais visitantes

 

... Nas visitas internas...vc apenas conhece a usina internamente. Não espere ver o funcionamento das turbinas e nem ver muita pessoas trabalhando pois a usina já esta construída. Os funcionários ficam em salas fechadas.

 

....;foi a vez da Associação Norte-Americana de Engenheiros Civis (os gringos)eleger as sete maravilhas do mundo na modernidade. Especialistas dos cinco continentes apontaram entre outras a usina hidrelétrica Itaipu Binacional, .......

 

Pode-se visitar o museu proximo a usina e o Refugio Biologico, no horario comercial

 

Verifique os horarios de funcionamento pois como qquer lugar do mundo existe horário pra tudo.

 

Maiores Informacoes:

www.itaipu.gov.br id="blue">

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Leandro a chance de vc comprar um tenis falso no Paraguai é muito grande he he he, fabricado em Minas Gerais (Póoodeee?). E sinceramente, casaco de couro, acho que no sul do Brasil vc encontra coisa melhor e de qualidade.

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Atenção se vc pretende passar para o Paraguai, vá por agência de viagem, de Bus ou taxi brasileiro, ou até de moto boy , mas não entre em lotações de carro etc..

Conversei com um casal, que inocentemente entraram num carro com três pessoas, que estava simulando completar a lotação para o Paraguai, parado nas imediações da ponte. Todos faziam parte de um bando para assaltar. Largaram o casal a 10 km dentro do Paraguai, por sorte não os mataram, roubando tudo o que eles possuiam.

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Apenas uma correção...

 

Se for ao Paraguay....NAO va de Moto boy...a nao ser que gosta de arriscar sua vida...

imagine duas faixa de carro.....uma vai e outra vem......agora imagine tres fileira de carro em cima dessa duas faixa.....e tem mais....

DUAS FILEIRA DE MOTO....uma vai eoutra vem...

TOTAL....tres faixa de carro e duas de moto tudo isso em duuas faixa.....

 

a melhor opção eh de onibus com destino a CIdade del Este......passam a cada 5 minuto em varios lugares da cidade.....

 

mas alerto...NAO PEGUEM LOTAÇÃO OU CARONAS....>...como disse o Mauro...eh arriscado

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Eu diria o seguinte, um taxi da rodoviária da Argentina até o Aeroporto não fica por menos de R$ 60,00, o mais em conta pegar um bus da rodoviária da argentina e descer num ponto de bus na estrada das cataratas ou ir até o centro e lá se informar onde é a parada do bus que vai para o aeroporto. Dependendo do horário eu também tenho a opinião do ser_tul dormir na rodoviária de Foz ou no centro de foz e ver os horários, os hoteis entre Argentina e Foz os de Fóz alem de serem melhores ela ficaria com 50% do tempo resolvido.

Mais que uma pessoa vale a pena o taxi. Se estiver chegando de avião o certo é pegar a van que leva do aeroporto até a rodoviária da Argentina e de la seguir em frente.

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    • Por Danilocnavarro11
      Já pensou em ir pra Ushuaia sem gastar 1 centavo com hospedagem e viajando a maior parte do tempo de carona?
      link do vídeo 1 da viagem no youtube: https://youtu.be/GpeOd9NBSKE
      Foi o que eu e minha namorada fizemos. Saímos do interior de SP com o único objetivo de chegar a Ushuaia aproveitando ao máximo o caminho. Sem muito dinheiro, precisávamos economizar de todas formas disponíveis. Os maiores gastos geralmente são: 
      A hospedagem, o transporte e a alimentação. 
       
      Para a hospedagem levamos uma barraca e usamos o couchsurfing. 
       
      Para o transporte pedimos carona ao longo de toda Ruta 3, o que nos rendeu experiências incríveis e amizades inesquecíveis.
       
      E para a alimentação simplesmente cozinhavamos sempre que possível e muitas vezes nossos anfitriões faziam comidas incríveis para a gente. Também pedimos frutas em hortifrutis (detalhes no texto).
       
      Nosso primeiro destino foi Foz do Iguaçu. Optamos por ir de avião para lá, pois no fim das contas sairia muito mais barato do que ônibus, além de mais rápido. Chegando lá a gente se hospedeu pelo couchsurfing com a María e seu gato Naru. Que foram muito receptivos. O couchsurfing é uma plataforma para pessoas apaixonadas por viajar que gostam de compartilhar suas experiências e ajudar o próximo. Se ainda não usa, procure para sua próxima viagem. Conhecer as pessoas locais dessa forma deixa tudo na viagem mais orgânica e imersiva. Ficamos uns cinco dias em Foz e depois partimos. 
      <iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/GpeOd9NBSKE" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe> Em Buenos aires novamente utilizamos o couchsurfing. Foi bem fácil encontrar hospedagem por lá. Quem nos hospedou foi a Eliana e sua família. Foi tudo tão bom que em poucos dias já nos sentíamos parte da família. Ela tinha aquele jeito mãezona, que nos deixa aconchegado e bem a vontade. Entre as conversas com eles, nos falaram e ressaltaram do frio que iria fazer em Ushuaia, pois o inverno estava chegando. E do quão mal equipados estávamos. Aliás, se fôssemos comprar tudo que aconselhavam para o frio intenso de lá, não nos sobraria um tostão para viajar. E além de uma bota de cem reais que achei na decatlhon, fomos apenas com o que já tínhamos. Na ignorância de dois Sorocabanos que mal conhecem o frio e que o mais perto de neve que já tinham visto era o gelo que acumula no congelador. Mal sabíamos que além de toda a beleza da neve, ela também pode doer. 
       
      Aqui vale ressaltar uma recomendação muito importante: Jamais, mas jamais vá de jaqueta de couro para Ushuaia ou para qualquer lugar frio. É simplesmente estúpido. Você vai sofrer. E no caminho tem cidades piores que Ushuaia. É frio, e venta muito no caminho. Então seja sensato, e gaste um pouco mais com uma boa blusa impermeável, térmica e sei lá mais o que. Se proteja do frio. Ele dói e a neve machuca! A gente precisou comprar lá em Ushuaia. 
       
      Voltando a Buenos Aires, demos uma volta por lá e a Eliana nos mostrou um pouco da cidade. Depois fomos a Puerto Madero, a Casa Rosada e outras partes turísticas da cidade que todo mundo já conhece. 
       
      Aqui vale dar outra dica importante também para alimentação. Em tempos de crise, ou como eles chamam na Argentina, Macrise, desperdício de alimento é de partir o coração. Então deixei a vergonha de lado, e como lá são muitos os hortifrutis e suas frutas estragam quando não são vendidas, amadurecem e vão direto para o lixo, e entre essas frutas têm muitas partes boas e comestíveis, resolvi tentar pedir, como diria em castellano, se eles não poderiam ajudar um casal de viajantes sem muitos recursos, mas com grandes sonhos, a nos darem “unas frutas más maduras”, e todas as vezes as respostas foram positivas. E na maioria das vezes conseguiamos umas frutas boas. Além da economia, a parte mais bacana disso e das caronas é sair da mesmice, da sua zona de conforto. Se abrir para novas possibilidades, sem julgamentos e confiar no simples altruísmo das pessoas. Isso nos dá certa motivação, sabe. Que o mundo pode ser um lugar bom.
       
      Então se você tem uma vontade de viajar, mas não tem muita grana, não tem problema, é importante, antes de mais nada, querer. E simplesmente ir. 
       
      Depois relato mais. Mas basicamente fomos depois para Bahia Blanca, Viedma, Puerto Madryn, Trelew, Comodoro Rivadavia, Rio Gallegos e Ushuaia.
       
      Infelizmente peguei um vírus que encriptou todos os vídeos da viagem e tô bem bolado com isso. Então será só esse vídeo mesmo. Mas logo faço de outros lugares. Estamos fazendo um canal, e tô querendo ir subindo bastante conteúdo de viagem
       
      Tô fazendo uma página no insta também junto com minha namorada que me acompanha nas loucuras. Ver se consigo produzir vídeos e quem sabe viajar de graça futuramente haha 
      https://www.instagram.com/viajandomais_/
       
       





    • Por fore
      Introdução
      Planejei uma viagem de carro saindo de São Paulo, capital, com destino ao Ushuaia, saindo do Brasil por Foz do Iguaçu, porém, para evitar a Ruta 14 com medo dos policiais corruptos, entraria no Brasil novamente em São Borja/RS para chegar em Uruguaiana/RS e assim descer até Gualeguaychu pelo Uruguai. Em seguida seguir para o lado oeste e descer a Ruta 40, entrar em Torres del Paine no Chile e continuar descendo até o Ushuaia.

      Na bagagem: barraca Quechua Arpenaz 4.1 Fresh & Black, duas cadeiras de praia, um fogareiro Nautika ceramik, uma mesa portátil, colchão inflável de casal, um saco de dormir, um cobertor, tapete em EVA (aqueles de montar) e manta térmica para forrar o chão da barraca. Além de utensílios de cozinha, um cooler, grelha para churrasco e uma caixa de mantimentos básicos como macarrão, miojo e alguns temperos.
      A barraca é grande, espaçosa e bem simples de montar (são apenas 3 varetas assim como qualquer outra). No quarto cabe o colchão de casal e sobra espaço para mais um de solteiro, como não era o caso, era usado para guardar as mochilas.
      O fogareiro acho que foi a melhor aquisição que fiz. Achei muito bom e a lata de gás durou por uns 3 dias com a gente. Fomos com 12 latas pra lá, porque eu não sabia o quanto rendia. Sobrou bastante e de qualquer forma, a gente encontrava facilmente em supermercados por lá.
      Fomos em 2 pessoas, com um Peugeot 208 1.5, suspensão esportiva (mais baixa que a original), rodas aro 17 com pneus 215/45 e insulfilm g20 em todo o carro, inclusive parabrisa. (Só mencionei isso pelo fato de ainda haver dúvidas quanto ao tipo de carro que consegue fazer esse tipo de viagem).
      Comprei o chip da EasySIM4U para conseguir sinal de internet no celular (somente dentro das cidades tinha sinal).
      O caminho todo me guiei pelo Google Maps, meu carro tem a central multimídia com Android, então bastava eu compartilhar a internet do celular e tudo certo (pelo menos quando tinha sinal).
      Para procurar hotéis usei o Booking.com (consegui pegar bons descontos com o Genius) e para campings usei o iOverlander. Apesar de ajudar muito, o iOverlander é um pouco desatualizado, infelizmente a colaboração não é tanta no aplicativo. Existem muitas outras opções de campings no caminho que a gente acaba encontrando só depois de ter dado entrada em algum.
      No total foram 14.730km em 28 dias de estrada, sem nenhum perrengue ou problemas maiores.
      Obs:
      - O tempo de viagem relatado é o total do tempo do momento em que saímos de um hotel/camping até chegarmos no próximo destino. Contando as paradas na estrada.
      - Os gastos coloquei na moeda local, pois fica mais fácil caso alguém precise consultar em outro momento para ter uma noção melhor de custos.
      - A viagem inteira abasteci com gasolina/nafta super.
      Se quiserem me acompanhar no instagram: @fore.jpg
    • Por Leonardo Palestini Soares
      A história da minha viagem para a Patagônia, na verdade, começa um pouco antes. Em Junho de 2018 decidi que faria uma viagem para o Chile e, de cara, já fechamos que seria em Santiago. Talvez por um pouco de inocência ou falta de experiência, não havia pesquisado nada sobre Santiago até então. Sabia das estações de esqui, mas nada que fosse muito além disso. Logo depois de fecharmos os aéreos e o apartamento que alugamos em Santiago, fui pesquisar sobre os possíveis pontos de passeio e aventura que me interessavam no Chile, e foi aí que comecei a conhecer a Patagônia. Todos os pontos legais que via na internet ficavam na Patagônia Chilena. Mas como minha viagem era só de 8 dias, sem chance de fazer esses dois roteiros nesse prazo. Enfim... Fomos pra Santiago e prorrogamos o roteiro PATAGÔNIA.
      Já com aqueles cenários na cabeça, resolvi marcar uma outra viagem, dessa vez de moto, onde faríamos a patagônia até a famosa Ushuaia. Juntamos os amigos interessados na viagem de moto e combinamos a primeira reunião. Já nessa primeira conversa vi que a maioria tinha maior interesse em fazer o norte do Chile, o atacama para ser mais específico. E vi também, que mais uma vez, a viagem para a Patagônia estava sendo prorrogada.
      Poucos dias depois dessa reunião, estava em um bar com um grande amigo e comentei com ele que a viagem de moto, ao invés de ir para o Sul, foi alterada para o Atacama. Foi quando ele me fez o derradeiro convite:
      - Eu estou programando uma viagem de carro para o Ushuaia no final desse ano com saída após o natal. Está indo só eu e a namorada. Bora?
      Nisso a cabeça já pirou... Seria a tão esperada Patagônia em um prazo próximo a 6 meses. Depois desse primeiro convite, todas as minhas pesquisas na internet eram sobre roteiros na Patagônia. Fechado! #PartiuPatagônia
      Conversamos mais algumas vezes, e montamos um roteiro base que serviria para a nossa viagem. A idéia era descer pela Ruta 3 até Ushuaia e retornar pela Ruta 40, fazendo trechos da cordilheira até Bariloche.
      Então é isso... Chegou o natal e partimos para a nossa expedição Patagônia. Na festa de confraternização da família, bebi mais que deveria, e fui passando mal de Divinópolis/MG (cidade onde moro) até próximo à divisa de São Paulo, quando paramos numa farmácia e tomei dois comprimidos de um “qualquer coisa” que o farmacêutico receitou.
      Dica 1: Não faça uma viagem de carro de ressaca. A ressaca no carro é potencializada exponencialmente!
      1º e 2º Dia
      Nosso primeiro dia de viagem foi de Divinópolis/MG até Foz do Iguaçu/PR. 1365km. Chegamos já era bem tarde, por volta das 22h, e fomos direto para um apartamento do AirBNB que eu tinha reservado. Já no primeiro dia, o primeiro “desencontro”: O carro não cabia na garagem do condomínio. No anúncio do AirBNB, marcava estacionamento incluído. Só esqueceram de mencionar, que tem estacionamento para carros pequenos. Como estávamos em uma caminhonete e ainda tinha barraca de teto, não permitiam nem que tentássemos colocar ela na mini vaga. Conversamos com a anfitriã do apartamento e ela conseguiu uma outra vaga que coubesse a caminhonete. O AP era até razoável. Quente como um forno e sem ar condicionado, mas para quem já tinha viajado 1365km direto, estava excelente.
      No outro dia cedo em Foz do Iguaçu, Romulo (meu amigo e parceiro de viagem) tinha uma revisão agendada para o carro e, aproveitando esse tempo extra, fomos as compras no Paraguai (O lugar mais caótico em que já estive), e deixamos a parte da tarde para conhecer as Cataratas. Ele já conhecia, mas eu e minha namorada não. Sensacional! O volume de água que desce naquelas cachoeiras é impressionante, além do parque ser muito bem estruturado. Vale a visita!
      Saímos do Parque Iguaçu e voltamos para o apartamento para arrumarmos as coisas, já que no outro dia, entraríamos na Argentina.




      3º Dia
      Saímos de Foz do Iguaçu e a nossa ideia era chegar à Lujan (aquela cidade do zoológico famoso). Mas essa era só nossa intenção mesmo rsrs, porque na verdade, o dia foi muito cansativo, muito quente, e na parte da tarde vimos que viajar até Lujan era forçar demais a barra. Enquanto descíamos rumo à Buenos Aires, fui pesquisando áreas de camping e foi aí que tive a brilhante ideia de ficarmos numa cidade que se chama Gualeguaychú.
      Quando pesquisei, vi uma área de camping próximo a um rio e tudo parecia tudo muito lindo, tudo muito certo. Fomos até a área de camping e ela, apesar de não ser nem próximo ao que mostrava no Google, era razoável. Tinha uma praia que dava acesso ao rio, os banheiros eram aceitáveis, enfim... Ficamos. Acho que foi a pior decisão de toda a viagem.
      Logo de cara, como o dia estava muito quente, já fui pra praia dar um mergulho e... Espinho no pé. A areia ficava só na margem. Quando íamos entrando no rio, virava uma lama suja e, para sair dessa lama, seguindo mais pra frente, espinhos. Uma enorme moita de espinhos escondida dentro da água. E não era só uma. Pra todo lugar que eu fugia, mais espinhos! Desisti de nadar no rio com 3 minutos. Acabaram os perrengues? Nada disso.
      Voltei pra perto da barraca e começamos a fazer a janta. A temperatura devia estar próxima de uns 85 graus Célsius. Um calor sem igual. Nem o nordeste brasileiro tem aquela temperatura. E como o ambiente já estava agradável, chegou nada mais, nada menos, que uma enorme núvem de pernilongos que decidiu ficar por ali até irmos embora. Mas por favor, não entendam que eram só alguns pernilongos. Era pernilongo que não acabava mais!!! Eu tenho costume de acampar bastante em Minas Gerais. Sempre tem alguns insetos. Mas os pernilongos de Gualeguaychú eram fora do comum. Resultado: Fiquei nesse calor infernal, com blusa de frio por causa dos pernilongos até a hora de dormir. Fomos deitar por volta de meia noite e acordamos as 3 da manhã. O calor era demais, não tinha condição de continuar ali. Desmontamos o acampamento e seguimos viagem.

                                                                                           Nessa foto, os pernilongos ainda não haviam chegado.
      4º Dia
                      Saímos de Gualeguaychú e continuamos rumo ao sul. Nesse trecho a paisagem muda bastante. Até próximo a Buenos Aires, descendo pela província de Entre Rios, a estrada passa por muitos rios e áreas alagadas. Depois disso, começa a ficar muito seco. Raramente se vê rios ou lagos.
                      Já no fim da tarde, ainda traumatizado com Gualeguaychú, fui pesquisar mais uma área de camping. Dessa vez, decidimos fazer um Wild Camping. Sem estrutura, sem nada. Seria só nós e a natureza. Vi pelo aplicativo IOverlander, um local para camping próximo ao mar. No app, informava que era uma bela praia e com sorte, veríamos uns flamingos no entardecer. Essa área de Camping ficava em Las Grutas, mais especificamente na Playa De Las Conchillas. Decidimos que seria lá mesmo. O ponto marcado no aplicativo ficava próximo a algumas dunas, e logo ali, depois das dunas, uma paisagem incrível. Um entardecer maravilhoso, e agora, já não sei se por sorte ou oquê, lá estavam os flamingos. Uma cena que vai ficar guardada na minha memória. Pôr do sol, flamingos, praia deserta... Maravilhoso!
      Da estrada, onde estava o carro, não se via a praia. Então resolvemos montar nossas barracas em cima das dunas para que pudéssemos ver o nascer do sol no dia seguinte. E assim foi... Começamos a montar nossas barracas enquanto as namoradas iam adiantando nossa janta próximo ao carro. Depois da barraca já SEMI-pronta, voltamos para o carro para buscar o resto dos equipamento (sacos de dormir, isolantes, travesseiros, etc...). Quando chegamos onde estavam as meninas, encontramos um casal da Colômbia que já estavam viajando por 11 meses e que pretendiam atravessar todo o Brasil antes de retornar à Colômbia. Ficamos ali conversando com o casal e simplesmente esquecemos das barracas. Eles viajam num carro da Chevrolet, meio que um jeep... Difícil até tentar explicar como era o carro. Nunca vi nada parecido na vida. Todo quadrado, antigo... Acho que é uma mistura de Jeep Willis com Fiat Uno. Mais ou menos por aí. Depois de muita conversa, cerveja e da nossa janta, peguei meus equipamentos para terminar de montar a barraca.  Subi as dunas, olhei para um lado... olhei para o outro... Cadê as barracas?
      Nesse momento não sabia se ria, se chorava ou se sentava e simplesmente contemplava o “nada”. Rsrsrs. Agora, já olhando em retrospecto, chega a ser engraçado. Mas na hora, rolou um semi-desespero. Voltei para o carro para avisar que as barracas tinham “saído para passear”. Era difícil até acreditar no que estava acontecendo, todos nós tínhamos experiência com camping e havíamos deixado as barracas soltas na areia. Burrice né?!?!
       Pegamos as lanternas e fomos tentar procurar as barracas.
      Como é uma praia deserta e não havia nada por perto, a chance de ter sido roubada era pequena. Então, ela só podia ter sido levada pelo vento. Essa era a primeira vez que sentimos um pouco do vento Patagônico. Voltamos para a praia, agora com as lanternas, e láááááá na frente, dentro do mar, estavam as barracas. O mar nesse local é bem raso. Durante uns 500 metros ou até mais, a água se mantém no joelho. Deve ser por isso que os Flamingos gostam dessa praia. Enfim: Saí eu, pulando caranguejos, até chegar na barraca e resgatá-la. Como o vento da Patagônia já é famoso, e eu já tinha lido vários relatos de barracas que quebravam com a força do vento, havia levado uma barraca extra. Salvou!!! Dica nº 2: Nunca deixe sua barraca, nem por um segundo, sem ancoragem. O vento lá é inexplicável!
      Obs.: Nem sei se precisava dessa dica né?! É muita inocência.
      Tirando toda essa aventura da barraca, o local escolhido para o camping foi ótimo. A noite foi tranquila, já estava muuuuito mais fresco que Gualeguaychú e o nascer do sol do dia seguinte foi realmente incrível.
       
                                                                                                           Estrada de acesso a Playa de Las Conchillas

                                                                                                                      Nas lentes de Romulo Nery.  

      5º Dia
      Logo depois de apreciar o nascer do sol, tomamos um rápido café da manhã e já voltamos para a estrada. Algumas horas depois, já estávamos chegando a Puerto Pirámides, a cidade base pra quem vai fazer o passeio da Península Valdez.
      Essa península é famosa pela vida selvagem. É um reduto de baleias francas austrais, Orcas, Elefantes Marinhos, Pinguins, e mais um monte de espécies. Infelizmente não fomos na época ideal para observar as baleias (parece que elas ficam até início de dezembro e depois vão rumo a Antártida). Mas em compensação, era a primeira vez que víamos de perto pinguins e elefantes marinhos e foi uma experiência incrível. Eu imaginava que veria os pinguins um pouco mais de longe, mas lá eles ficam, literalmente, do lado das passarelas. Rolou ótimas fotos.
      Saímos da Península Valdez e continuamos nossa viagem até a cidade de Trelew, a cidade onde foram encontrados os fósseis do maior dinossauro do planeta. Logo na entrada da cidade tem uma réplica em tamanho real do dinossauro. Bem interessante. Mas só paramos para uma foto com o Dino e já fomos procurar algum lugar para dormir. Nesse dia dormimos em um posto de combustível que não me lembro se era Axion ou YPF.


       
      6º Dia
      Esse dia foi só estrada. Saímos de Trelew e reta... reta... reta... reta... Guanaco... reta... reta ... reta. A paisagem não ajuda em nada nessa região. É tudo muito igual. Dirigimos o dia todo até começar o pôr do sol, que nessa latitude já era por volta das 22:30horas, talvez até mais. Não me lembro bem.
      No final do dia havíamos chegado em Rio Gallegos. Uma cidade bem estruturada, com Carrefour, lojas grandes, etc. Como no dia seguinte iríamos começar a série de Aduanas e imigrações, e também sabíamos que não é permitido entrar com frutas ou carne no Chile, fizemos tudo que havia de comida na geladeira da caminhonete e fomos dormir. Novamente em um posto de combustível.
      Em Rio Galllegos também encontramos com alguns brasileiros que rumavam a Ushuaia e estavam super empolgados, pois se tudo ocorresse bem nas fronteiras, passariam o réveillon em Ushuaia. Esse também era nosso objetivo.
      7º Dia – 31/12/2018
      Acordamos bem cedo nesse dia e já começamos nossa pernada final ao Fim do Mundo. De Rio Gallegos até a primeira fronteira (Argentina/Chile) é pertinho. 65 km.
      Fizemos nossa primeira fronteira com o Chile, cruzamos o famoso Estreito de Magalhães, e depois de algumas horas, estávamos na Argentina novamente.
      Cruzar os Estreito de Magalhães é super simples nesse ponto. Tem várias balsas (se não me engano são três) que ficam o dia todo fazendo esse translado. Da balsa ainda conseguimos ver um Golfinho de Commerson. Ele é tipo uma mini orca, branco com preto. Bem bonitinho.

                                                                                                                      Chegada ao Estreito de Magalhães
       
      Atrevessar o estreito de Magalhães é bem interessante, não pela travessia em si, mas por estar em um lugar que foi tão importante para a história das navegações.
      Depois de cruzar o estreito, fomos direto para o parque Pinguino Rey, porém como era uma segunda feira, estavam fechados.
      Spoiler Alert: Não desistimos de conhecer esse Parque por causa desse imprevisto, inclusive conhecemos ele depois, porém na volta de Ushuaia, pois passaríamos por ali novamente.
      Mais alguns quilômetros e chegamos a mais uma fronteira (Chile/Argentina). As fronteiras de saída do Chile e entrada na Argentina são sempre mais fáceis. O Chile é muito rigoroso com na entrada. Já os Hermanos argentinos não costumam olhar muita coisa. Você simplesmente faz os procedimentos na imigração e Aduana e está pronto. Segue a viagem.
      Depois que fizemos essa última fronteira, já nos alegramos, pois daria tempo de chegar em Ushuaia para o Réveillon.
      A paisagem continuava a mesma. Retas, guanacos e mais nada. Passamos por Rio Grande e só depois, já chegando em Ushuaia a paisagem realmente começou a mudar. Já começavam algumas curvas, começávamos a ver as montanhas ao longe, alguns bosques com árvores retorcidas e agora voltávamos a ver os lagos... Muitos lagos.
      Quanto mais se aproximava do Fim do Mundo, mais a paisagem se transformava. Só quando estávamos a uns 50 kms de Ushuaia que começamos a ver realmente as famosas paisagens que antes havíamos visto pela internet. Picos nevados, grandes bosques, um imenso lago na entrada da cidade e lá estávamos. Finalmente no Fim do Mundo! O clima não estava colaborando com a cidade. Estava uma insistente chuva fina e, nessa chegada, nem reparamos muito na cidade. Já chegamos procurando algum lugar para repousar a noite. Como era réveillon, todos os hotéis da cidade estavam lotados! Os que ainda tinham vagas, cobravam preços absurdos. Já era de se esperar né?!
      Réveillon, 20h, e ainda não tínhamos nem ideia de onde iríamos. Romulo, meu parça de viagem, olhando no AirBNB, encontrou uma pousada próxima do centro. Pousada Los Coihues. Essa pousada é de uma brasileira do Rio Grande do Norte, muito engraçada. Ela já mora em Ushuaia há mais de 20 anos e até hoje ela mistura português com espanhol. Não dava pra entender direito. Não que o espanhol dela seja ruim, mas é que na mesma frase ela usa as duas línguas... Aí complica! Hahahahahaha
      Só jogamos as coisas no quarto e fomos para a recepção procurar alguma recomendação de restaurante. Estávamos a procura da famosa Centolla. Essa Centolla é aquele caranguejo da Discovery (Pesca Mortal). Só existe no extremo norte ou extremo sul do pacífico.
      Dica nº 3: Nunca vá com fome comer uma Centolla!
      Fomos para o que parecia ser o único restaurante da cidade que não precisava de reserva. Resultado: Fila enorme na porta, um vento gelado lá fora e para piorar a situação, estávamos morrendo de fome. E é aí que entra minha dica número 3. A Centolla é uma delícia, porém éramos quatro pessoas. Todas famintas. A coitada da Centolla só tem 8 patas. Logo, cada um ficou com duas patinhas. Além disso, pedimos um lombo para caso o famoso caranguejo não fosse gostoso. O problema é que demorava muito para sair o jantar. Comemos o caranguejo, comemos o lombo, comemos a batata que acompanhava, enfim... comemos tudo o que tinha pra comer, comemoramos o ano novo com cerveja artesanal, mas a verdade é que voltamos pra pousada com um pouco de fome. Valeu a experiência? Demais!

                                                        Centolla


       
      8º Dia
      No primeiro dia do ano de 2019, estávamos começando a nossa empreitada pela famosa Ushuaia. Saímos da Pousada e fomos para o centro da cidade fazer a famosa foto na placa do Fim do Mundo. Essa placa fica próximo ao porto de onde saem os barcos que fazem os passeios de navegação pelo Canal Beagle. Depois de registrar a chegada na placa do fim do mundo, deixamos a cidade e fomos ainda mais ao sul, para o Parque Nacional Tierra Del Fuego.
      A entrada do Parque fica bem próximo da cidade e o custo para entrar é de 490 pesos (uns 50 reais). A estrutura que tem nesse parque é incrível: várias áreas de camping (se não me engano são 3), um centro de informações ao turista com cafeteria e lanchonete, e o principal: todo tipo de trilhas para quem curte fazer trekkings. Trilhas que contornam lagunas e sobem cerros, trilhas à beira mar, enfim... Um paraíso para quem tem essa intenção no parque.
      Em nosso primeiro dia dentro do parque, montamos nosso acampamento numa área próxima ao Rio Ovando, e já pegamos nossos equipamentos de trekking para começar as caminhadas. Fomos à Laguna Negra, à uma Castoreira, à uma trilha que liga o camping no final da Ruta 3 (Ruta essa que pegamos lááááá próximo a Buenos Aires) e o principal do primeiro dia, na minha opinião, que foi o trekking ao final da Bahia Lapataia.
      Só de estar ali, numa Bahia do Fim do Mundo, já era indescritível... A sensação de estar em um dos pontos mais austrais do continente já é legal demais. Estávamos só nós 4, o mar, montanhas nevadas, um bosque ao lado.... Quando de repente aparecem duas focas ou lobos marinhos – não consegui identificar – e ficaram ali, nadando à nossa frente, mergulhando e atravessando algumas algas da bahia. Pareciam estar, ao mesmo tempo, procurando alguma comida e se divertindo na superfície.
      Esse, pra mim, foi outro momento indescritível da viagem que recebi como um presente de Ushuaia para nós. Gratidão!
      Depois de uns 40 minutos por ali, saímos da Bahia e voltamos para o camping para fazer nosso jantar e descansar um pouco. Nesse primeiro dia fizemos aproximadamente 14 km de trekking.
      Uma coisa que esqueci de relatar aqui, é que o clima no Parque Nacional Tierra Del Fuego é bem doido. Em questões de horas e, por vezes, até minutos, pegávamos chuva, sol, vento, e até neve. Tudo isso junto! Em todos os dias que estivemos no parque passamos por todas as intempéries. Não houve nem um dia sequer que não tenha nevado. Para nós, isso era um divertimento. Mas acredito que pra quem mora lá deva ser chato demais. Hahahaha

       
                                                                                                                                        Rio Ovando


      9º Dia
      Depois de termos visto as focas na Bahia Lapataia e ter passado pelas trilhas incríveis do primeiro dia, a empolgação com o parque estava a mil. Estávamos ansiosos por começar mais um dia de trekking por lá.
      O casal da Colômbia (aqueles que encontramos no dia que perdemos as barracas) havia comentado conosco que já tinham passado por Ushuaia e que no Parque Tierra Del Fuego, haviam feito uma trilha que chegava ao topo do Cerro Guanaco, e super indicou que fizemos esse sendero também.
      Pois bem... Se nos foi indicado, bora pro Cerro Guanaco.
      Saímos do acampamento e, nos primeiros 4 kms, a trilha é bem tranquila. Vai beirando a estrada principal do parque, passa pelo centro de informações ao turista e segue até o mirante do Lago Acigami. Depois desse ponto é subida, subida, subida e mais subida.
      A primeira parte começa com as subidas por dentro de um bosque, onde não se tem muito visual. As árvores, que são bem grandes, cobrem a paisagem, mas ali dentro, formam também sua paisagem própria. Minha namorada começou a sentir ali, que a trilha ultrapassava os limites dela. Ela insistiu e continuamos subindo, subindo, subindo, até que chega em um Charco - Uma enorme planície alagada que fica depois dessa parte de bosque. Lá ela sucumbiu! Disse pra eu continuar a subida, que ela retornaria para o centro de informações e me aguardaria por lá.
      Tomada a decisão, nos sentamos um pouco e fizemos um rápido lanche antes que ela retornasse. Continuei a subida em direção ao cume do Cerro Guanaco e dali pra frente a paisagem é outra. Parece até que são planetas diferentes. Uma enorme subida de pedras sem nenhuma árvore, um vento muito forte e mais próximo do topo, mais neve! Do Charco até lá, foram, mais ou menos, uma hora e meia de caminhada em um ritmo forte. Lá de cima o visual é incrível!
      Retornamos ao camping e descansamos. Nesse dia deve ter dado por volta de 15 kms de trekking.
      Continua...


       

    • Por brunocsl
      Por Lid Costa
      Fala viajante, tudo bem? Você sabia que Foz do Iguaçu é um dos destinos mais turísticos da região Sul?! Pois é, eu passei alguns dias lá e no post de hoje vou compartilhar com você o que fazer em Foz do Iguaçu em 4 dias. São 10 programas imperdíveis para você curtir a cidade!
      Foz do Iguaçu está localizada no estado do Paraná, bem na fronteira com o Paraguai e a Argentina. A maioria das pessoas a conhece por causa das Cataratas do Iguaçu, mas lá tem muito mais coisa pra fazer além das Cataratas.
      # Como chegar em Foz do Iguaçu
      Você pode chegar de carro, ônibus ou avião. Eu estava em Curitiba e fui para Foz de carona, pois a passagem aérea e a de ônibus estavam bem caras. Dessa forma, procurei no site do Bla Bla Car uma carona, que saiu a metade do preço do ônibus. Foram 640 km percorridos em 8 horas.
       
      Leia o post completo em https://partiuviajarblog.com.br/o-que-fazer-em-foz-do-iguacu-em-4-dias/
       

    • Por RoxaneOliveira
      Olá, pessoal!
      Alguém que tenha ido para Jujuy partindo de Foz do Iguaçu de ônibus pode me informar a viabilidade do Seguinte roteiro?
      19/06 - 23h (Véspera de Corpus Christi)  
      ✈️Chegada a Foz do Iguaçu para dormir;
      20/06 - Cataratas Brasil;
      21/06 - Cataratas Argentina;
      22/06 - Parque das Aves e outro passeio não definido;
      23/06 - partindo de CDE para Encarnación (Ruínas San Ignacio);
      24/06 - Encarnación x Asunción (aproveitar o entardecer;
      25/06 - Asunción;
      26/06 - Rumo à fronteira da Argentina e depois Corrientes. 15h 🚍;
      27/06 - Corrientes x Jujuy 🚆;
      28/06 - Jujuy x Tilcara, curtir o vilarejo;
      29/06 - passeio para Salina Grande;
      30/06 - Passeio para Montanha de Siete Colores;
      01/07 - Passeio para Quebrada;
      02/07 - passeio para Salta;
      03/07 - Saída cedo para Puerto Iguazu 30h de Viagem 🚌
      04/07 - Retorno para Foz do Iguaçu e partida para o Rio ✈️
      Sei que não é o suficiente e que faltaria muitas coisas, mas gostaria de saber se o essencial já atende. Foto para chamar a atenção e interessados 😂😂😂



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