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Alcides

Huayna Potosí

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Oi Luka! Tudo bom?
Muito obrigada pela resposta! 
Pelo que havia lido, estava achando que a Laguna Glaciar estava mais difícil que o Huayna (mesmo sabendo que pra de fato chegar até o topo tinham umas escaladas em gelo né?)
Vocês saberiam indicar alguma outra agência que seja confiável e não custe um rim? Alguma e qualquer indicação de guia, que seja além de gente boa bem paciente? Com segurança não se brinca né? Ainda mais porque fico preocupada com a mulher ;) 

Quando voltar deixarei meu relato por aqui. Esses dias andei pensando, porque que eu nunca compartilhei  nada por aqui!??!?!
Abraço!

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Pessoal,

Andei lendo as informações dos tópicos e vi que a empresa menos criticada até agora e mais barata foi a Hiking Bolivia Tours (editado: acabei de descobrir que ela é a mesma que a Alberth Bolivia Tours, aceito recomendações de outras também com preço pagável rs). Para quem a contratou, vocês acham que vale mais a pena fazer a reserva do Brasil ou rola de fazer lá em La Paz mesmo? Vou em junho desse ano, ainda não sei o dia exato porque tenho algumas outras coisas para fazer na Bolívia e isso complicaria um pouco a minha contratação muito antecipada.

No mais, li muitos relatos de quem se desafiou e achei muito interessante. Já fiz Chacaltaya e o Lascar além de ter tido outras experiências em altitudes acima de 3 mil, mas to sentindo que essa será bem cabulosa. Ansiedade é mato! Prometo que quando eu voltar eu deixo para vocês as novidades rs

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12 horas atrás, Calango Seixas disse:

Pessoal,

Andei lendo as informações dos tópicos e vi que a empresa menos criticada até agora e mais barata foi a Hiking Bolivia Tours (editado: acabei de descobrir que ela é a mesma que a Alberth Bolivia Tours, aceito recomendações de outras também com preço pagável rs). Para quem a contratou, vocês acham que vale mais a pena fazer a reserva do Brasil ou rola de fazer lá em La Paz mesmo? Vou em junho desse ano, ainda não sei o dia exato porque tenho algumas outras coisas para fazer na Bolívia e isso complicaria um pouco a minha contratação muito antecipada.

No mais, li muitos relatos de quem se desafiou e achei muito interessante. Já fiz Chacaltaya e o Lascar além de ter tido outras experiências em altitudes acima de 3 mil, mas to sentindo que essa será bem cabulosa. Ansiedade é mato! Prometo que quando eu voltar eu deixo para vocês as novidades rs

bom dia, Calango.  

Quando tiver uma certeza da data posta aqui. Tô procurando mais gente com o mesmo objetivo para reduzir os custos. Eu entrei em contato com a Hiking e vi que o valor de $150 pode cair bastante se fecharmos um grupo. Penso até em uma redução de $50 por cabeça..  Abração brother! . 

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Tenho a pretensão de escalar o Huayna Potosi em Setembro 2019, sem datas definidas. Pretendo me aclimatar por uns 05 dias na região e fazer em  03 dias a escalada. Já tenho uma colega interessada em entrar no grupo para setembro, alguém mais? (somos 02 "montanhistas" de primeira viagem).

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Em 24/04/2019 em 14:35, Jaqueminut disse:

Tenho a pretensão de escalar o Huayna Potosi em Setembro 2019, sem datas definidas. Pretendo me aclimatar por uns 05 dias na região e fazer em  03 dias a escalada. Já tenho uma colega interessada em entrar no grupo para setembro, alguém mais? (somos 02 "montanhistas" de primeira viagem).

Só  tem disponibilidade para setembro?   eu sou parceiro para julho/agosto

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Em 16/04/2019 em 08:29, Luka Izzo disse:

bom dia, Calango.  

Quando tiver uma certeza da data posta aqui. Tô procurando mais gente com o mesmo objetivo para reduzir os custos. Eu entrei em contato com a Hiking e vi que o valor de $150 pode cair bastante se fecharmos um grupo. Penso até em uma redução de $50 por cabeça..  Abração brother! . 

Fala Luka! No fechar do planejamento minhas datas para o Huayna ficaram 8, 9 e 10 de junho. Bora?

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Em 07/05/2019 em 18:10, Calango Seixas disse:

Fala Luka! No fechar do planejamento minhas datas para o Huayna ficaram 8, 9 e 10 de junho. Bora?

E aí Calango, blz?

Cara, tô animado nessa parada heimm? Vou ver se consigo essa data aí e dou um toque.... 

Vi também que existem outros com o mesmo interesse e seria legal que todos conseguissem fechar em uma data unica pra fazer esse valor cair. Vamos conversando!!! Abração.  

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Só aqui neste grupo existem uns 6 pretendentes para o Potosi. 

O problema maior é conciliar as datas. Sei que é difícil, mas seria bem interessante e muito econômico se todos conseguissem fechar uma data única!!! 

  • Vou acompanhar! 1

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    • Por naiarasc
      Relatarei uma viagem de 11 dias pela Bolívia, incluindo o Trekking Condoriri (4 dias e 3 noites) conjugado com tentativa de subida ao Huayna Potosi (3 dias e 2 noites), resumida pelo roteiro a seguir:
      Dia 02/06: Vôo pra La Paz Dia 03/06: La Paz - passear pela cidade, visitar as agências e fechar o pacote do trekking Dia 04/06: La Paz - Subir o Chacaltaya e passeio do Valle de la Luna Dia 05/06: Viagem pra Copacabana e dormir na Isla del Sol Dia 06/06: Voltar pra La Paz e últimos preparativos pro trekking Dias 07 a 09/06: Trekking Condoriri, finalizando no Campo Base do Huayna  Dia 10/06: Huayna Potosi - Treinamento escalada no gelo Dia 11/06: Huayna Potosi - Subida ao Campo Alto Dia 12/06: Huayna Potosi - Ataque ao cume e volta pra La Paz Dia 13/06: Vôo de volta pro Brasil Minha primeira passagem pelo país tinha sido em 2012, em um roteiro típico de mochilão, no qual tive poucos dias em La Paz e depois segui para Cusco e Machu Picchu. Não ter conhecido o Salar de Uyuni nesta minha primeira ida à Bolívia era uma das minhas grandes frustrações e por isso eu estava decidida a voltar. A oportunidade surgiu em 2016,  em uma viagem para o Deserto do Atacama, a qual aproveitei para fazer o passeio do Salar (são geograficamente próximos e existem passeios saindo de San Pedro do Atacama). 
      Já tendo ido 2 vezes, completado os roteiros tradicionais (Uyuni, Downhill na Death Road, Lago Titicaca, etc) e considerando todos as dificuldades de uma viagem pela Bolívia, eu não imaginava voltar outra vez àquele país. Contudo, depois de muita indecisão quanto ao roteiro de férias do ano (Portugal? Eslovênia? Peru?), entrei em acordo com meu namorado, que ainda não conhecia a Bolívia, e decidimos ir até lá fazer um roteiro de trekking.
      Com um pouco de pesquisa eu tive certeza que o Condoriri seria uma das melhores escolhas em termos de belas paisagens, logística fácil e preços razoáveis. Assim, decidimos que faríamos o Trekking do Condoriri junto à tentativa de escalada ao Huayna Potosi. A logística dos dois é bem encaixada, visto que o local final do trekking coincide com o local de início da escalada (Campo Base). 
      Pelos diversos relatos que li, eu já estava ciente que o trekking e escalada não seriam fáceis. Além do frio, a altitude cobra um preço caro sobre nosso físico e psicológico e por isso tentei montar um roteiro que contemplasse tempo suficiente de aclimatação. Abaixo relatarei com mais detalhes cada um dos dias da viagem:
      1° Dia - Chegada em La Paz
      Saímos de Guarulhos em um vôo da BOA (Boliviana de Aviación) com escala em Santa Cruz de la Sierra e parada final em La Paz. Esta companhia aérea é uma empresa estatal boliviana e não muito conhecida entre nós brasileiros. Confesso que tive certo receio ao comprar as passagens, mas os vôos foram pontuais e serviram lanches muito bons, portanto só tenho elogios 😁
      Nossa chegada estava prevista para 17h30. Em geral sempre opto por utilizar o meio de transporte mais barato para sair do aeroporto, porém minhas recordações do transporte público caótico da cidade, dos taxis sem taxímetro e os alertas de que El Alto (cidade em que está o aeroporto) não é um lugar assim tão seguro ao anoitecer, me fizeram reservar um transfer ao preço de 90 bolivianos. Fiz a reserva com o proprietário do apartamento em que íamos nos hospedar (aluguei pelo Booking, o apto é este aqui).
      Chegamos à Bolívia portando somente dólares e reais. Além de difícil, comprar bolivianos estando no Brasil sai muito mais caro. No entanto, precisávamos de moeda boliviana para pagar pelo transfer e pelo apartamento, já que havíamos sido alertados que só aceitavam moeda local. Assim, durante a conexão em Santa Cruz de la Sierra, fui procurar na sala de embarque algum lugar para trocar dinheiro. A sala era pequena e não vi casas de câmbio lá dentro, por sorte o atendente de uma cafeteria se dispôs a fazer o câmbio. A cotação dele era pior que aquela que eu tinha visto no Google, por isso trocamos estritamente o necessário. Já sabíamos que encontraríamos cotações bem melhores no dia seguinte em La Paz.
      Chegando em La Paz o motorista do transfer já nos aguardava e nos levou ao apartamento, que ficava no bairro Miraflores, relativamente próximo ao centro. Aproveitamos a noite para dar uma volta pelo bairro e ir ao supermercado comprar comida. Não sentimos os piores sintomas do mal de altitude (dor de cabeça, enjôo, etc), mas notamos que a simples caminhada até o supermercado já tinha nos deixado sem fôlego. Durante a noite notei que demorei mais a dormir e acordei muitas vezes, o que não é habitual para mim.
      2° Dia - Passeio pela cidade
      O objetivo principal deste 2° dia era cambiar dinheiro, definir uma agência e comprar o pacote do trekking e escalada. Conforme as pesquisas que tinha feito pela internet, eu já estava praticamente convencida a ir com a agência Hiking Bolívia. Chegando à calle Sagarnaga até visitamos algumas outras empresas, mas decidimos ir com a Hiking Bolívia mesmo. Fechamos com eles o passeio do Chacaltaya + Valle de la Luna para o dia seguinte (80 bolivianos por pessoa + taxa) e o Trekking Condoriri + Huayna Potosi (2400 bolivianos por pessoa + taxas). O câmbio do dinheiro fizemos em uma casa de câmbio lá perto mesmo, as cotações eram 1,65 boliviano/real e 6,95 boliviano/dolar.
      Terminados os 'negócios', fomos almoçar em um restaurante indiano que eu tinha marcado como seguro, segundo minhas pesquisas. Aqui vale um parênteses: na minha primeira ida à Bolívia, um amigo teve infecção alimentar e precisou ficar 3 dias no hospital tomando soro. Além disso, as estatísticas de diarreias em turistas naquela região são alarmantes, dadas as condições precárias de higiene. Portanto, decidimos tomar MUITO cuidado com o que comíamos, pois alterações de saúde iriam comprometer todo nosso planejamento de viagem. 
      Depois do almoço, fomos conhecer o Teleferico. Caminhamos até a estação mais próxima da calle Sagarnaga, que pertencia à linha Morada (roxa) e decidimos que faríamos um "tour": Linha Roxa -> Linha Prateada -> Linha Vermelha, descendo no terminal central de ônibus, onde aproveitaríamos para já comprar as passagens para Copacabana. 

      Foto: Entrada da Estação da Linha Roxa

      Foto: Vista aérea de La Paz (as construções são todas assim, sem reboco. Dizem que desta forma pagam menos impostos)
       
      Chegando ao terminal central, compramos as passagens de ônibus para Copacabana por 30 bolivianos. O terminal é relativamente organizado, mas as empresas de ônibus pagam pessoas para fazerem propagandas no grito o tempo inteiro, então imaginem cerca de 10 pessoas, cada uma tentando gritar mais alto que a outra um nome de cidade diferente 😖
      Saindo do terminal, caminhamos até o Mirador Kilikili, que ficava próximo ao nosso apartamento. No caminho pra lá passamos por algumas ruelas que pareciam ruas de favela, mas deu tudo certo 😮

      Foto: Vista do Mirador Kilikili
       
      DICA: Todo o tempo utilizamos o aplicativo Maps Me para nos locomover. Ele funciona em modo offline e traça rotas como um Waze/Google Maps, basta baixar o mapa da região quando você tiver conexão à internet.


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