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Se você que passa o Carnaval aqui em João pessoa na tranquilidade. Pode vim sem medo. Existe as folias de rua sim mais são prévias carnavalescas.mais garanto que você irá passar um Carnaval na traquilidade. E caso queira a folias vai ter opções também.

 

Obrigada Alecsandron!

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Eu amo quando uma pessoa posta aqui valores e numeros de telefones de alugueis condizentes com a realidade... há um mês mais ou menos pedir dicas, mas não houve ajuda.

 

Enfim fica aqui uma atualização de preços e contatos que podem ajudar alguém com perfil parecido com o meu:

 

Economizo um pouco em algumas coisas e alugo carro, mas não curto empresas multinacionais. Quero dar dinheiro para comercio local. Ai fica a dica:

 

Aluguel carro R$ 390 Fabio Rental Car (de 26 de out 2016 a 1 nov 2016 )

83 991224338 claro

Fixo 83 32327235

Endereço: Av Almirante Tamandaré – perto centro turístico em frente ao mar [email protected]

 

Ficamos: Pousada Na Beira do Mar – Baia da Traição

Linda, super light, atendimento MIL e valor incrível: 6 pernoites por R$ 493 com café, piscina, vista pro mar praia quase privada ao lado das falésias. Bom e longe de toda bagunça de tudo. Solidão e paz.

 

Peços de passagens de ônibus locais:

Rodoviaria ate Rio Tinto de Onibus empresa Rio Tinto $ 13,50

Da rodoviária de João Pessoa ate Bahia da Traição 17,50

Prato Feito na Rodoviaria: $ 7,00 ( bem servido para quem estava com fome!!)

taxi útil que faz lotação em Rio tinto

83 993724080 - claro SR.Jose do onix preto

Cobrou $30 para levar eu e meu marido de Rio Tinto até a pousada em Bahia das Traições as 21h por ser UNICO taxi da cidade, não foi abusivo e a estrada era punk e deserta... 30km de buraco

 

Até mais anjos de luz!

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/Pessoal, agora em setembro farei um mochilao por natal e Joao Pessoa, poderiam informar quais empresas de onibus faz natal /Joao pessoa, e qual é mais indicada?

 

Obrigado.

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Expresso Guanabara sempre é bom,quando fui passava na entrada da cidade,vinha de Recife.

A concessão era de um lixo de nome viação Nordeste,ônibus velhos e ruins.

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Fala Do Fabiano, tava pesquisando sobre qual a melhorzinha, vlw pela dica...

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/Pessoal, agora em setembro farei um mochilao por natal e Joao Pessoa, poderiam informar quais empresas de onibus faz natal /Joao pessoa, e qual é mais indicada?

 

Obrigado.

 

Empresa Progresso

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Progresso está fazendo esta linha?

Se está maravilhoso, mas não fazia.

Estive em João Pessoa no começo do ano e utilizei ela, além dela tinha tb uma tal de Nordeste se eu não me engano, mas locais não recomendaram.

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Nordeste estou falando mal acima,ônibus era velho...

Progresso so fazia Recife João Pessoa e Recife Natal

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    • Por Hendrik

      Para amantes da natureza e trekkers.
       
      A Paraiba nao eh so praias e o Brejo Paraibano oferece muitas opcoes de passeios e treks, de um dia a varios deles. A cachoeira do Roncador eh um deles.
       
      Oficialmente o acesso eh feito por Bananeiras, mas o mais pratico eh pegar um latao na rodoviaria de Joao Pessoa, considerando que esteja partindo de la, para Pirpirituba, ou ir de carro mesmo.
       
      Descendo em Pirpirituba, na igreja, o trekker se poe de costas para a mesma e segue pela rua a sua direita. Essa rua acaba numa estrada de barro. Essa estrada segue por uns 10km ate o Roncador, ou ate um restaurante de um morador local, de onde sai a curta trilha pro Roncador. Ha alguma sinalizacao nessa estrada de barro, mas meio confusa e referente a outra coisa e nao ao Roncador. Em geral a regra eh seguir em frente e seguir a via apontada pelo triangulo da sinalizacao, tirando uma grande bifurcacao ja perto da trilha, onde o sinal foi colocado bem no meio da mesma, deixando a pessoa sem saber a qual opcao se refere.
       
      Bom, siga pela direita ai.
       
      No restaurante/venda, se abasteca ou se alimente ou se refresque com alguma coisa. Ajuda a economia local. Entao eh so seguir pela trilha, entre casas esporadicas, mangueiras e bananeiras, ate chega na cachoeira. Se tiver tempo, tome um banho refrescante. Se nao, se for tarde, pode tentar acampar por ali mesmo.
       
      Pessoalmente prefiro subir por uma trilha que tem a direita da cachoeira ate o topo. No topo pode-se virar para a direita ate um espaco mais ou menos plano, propriedade do seu Ze. Ele deixa campar la, sem problemas. Se o rio estiver cheio, bons banhos podem ser tomados perto do camping. Escolha bem o local, pois seu Ze usa o local para amarrar suas vacas e cavalos, entao nao eh raro ter bosta de vaca e formigas por ali.
       
      De la pode-se pegar a picada que passa pela casa do seu Ze e demais moradores ate chegar numa "estrada", uma picada bem larga. Seguindo por ali pela esquerda, faz-se uma curta e agradavel caminhada ate outro sitio, do seu Domingos, acho. Converse com ele e nao se importe com a peixeira na cintura e a marca de operacao em sua proeminente barriga. Eh genhte fina e vai lhe indicar um otimo local para acampar. Se for tarde, entao da trilha voce vai ver umas rocas a sua esquerda. Tente ficar atendo a picadas que vao para essas rochas. Apos alguma dificuldade, vai encontrar por tras delas o tal local de acampar. Fica incrivelmente perto do rio, mas sem perigos. Seu Domingos(?) disse que a agua nunca chega la.
       
      Esse local eh limpo, coberto de folhagens dos bambus que o circundam, oferecendo um colchao natural para as barracas, amplo e perto de otimos banhos de pequenas quedas d'agua. Saindo dele, coisa de 10 metros, tem-se uma privilegiada visao do vale la embaixo. Otimo para contemplar, ver Sol nascer, ver estrelas, cozinhar... (as folhas secas do acampamento podem pegar fogo facil, facil, entao escolha outro local para fogueira e fogareiro).
       
      Outro acesso ao local eh pegando uma trilha pela esquerda do acampamento do seu Ze. Tambem pode ser atingida pela trilha que sobe o Roncador pela esquerda, la embaixo. Essa trilha pega o leito do rio e eh some nas enormes pedras. Dai em diante eh subir pedra, usando muito as maos e com muito cuidado. Mas vale a pena, embora as cargueiras dificultem muito a escalaminhada. Ainda mais se voce veio da subida do Roncador, que eh curta, mas pesada. Ainda mais se voce veio da estrada de barro e seus 10km de caminhada. Mas vale a pena.
       
      Nao deixe de jogar conversa fora com seu Domingos(?), se nao pelo prazer da conversa boa pelo menos por educacao. Os terrenos sao dele.
       
      Tanto seu Ze como seu Domingos podem lhe dar infos muito boas sobre trilhas locais. Da casa de seu Domingos pode-se seguir para acudes mais a frente, coisa de 2 horas de caminhada. Infelizmente nao tive tempo de fazer essa.
       
      A cachoira do Roncador eh um otimo programa de fim-de-semana ou de um feriadao. Para quem tem tempo, pode ser ate de uma semana, considerando que esteja preparada para fazer grandes caminhadas por locais poucos conhecidos e disposto a entender as infos vagas que vai achar mais para dentro.
       
      Ponto extra: a caminho de Pirpirituba, ainda na estrada, voce vai dirigir por entre paisagens belissimas do brejo, de ver do carro vales e montes. Em certos pontos a estrada segue em reta e voce pode ve-la subindo e descendo ate o horizonte. Isso pela tardinha com um belo por-do-sol eh impagavel.
       
      Ainda no caminho ira passar por uma casa em construcao, de propriedade de um advogado de Joao Pessoa. A casa esta interminada fazem 10 anos e eh completamente maluca. Um verdadeiro labirinto arquitetonico e um pesadelo psicodelico. Tem ate igreja anexada. Possui 3 andares e andares entre os andares, tipo terreo, entre-terreo-e-primeiro-andar, etc, ate o ultimo andar, o quarto, que eh o telhado, por onde pode-se caminhar. Composta de pequenos e grandes comodos, estreitos corredores e portas que por vezes vao de canto algum para lugar nenhum, eh escura e divertido de achar a entrada e saida eh uma aventura a parte. Cuidado com as vespas e abelhas que tem aos milhares. Os grandes morcegos metem medo, mas sao inofensivos e se limitam a dar rasantes em sua cabeca. Eventuais galinhas irao proporcianar bons sustos. Quartos com camas de pedra dao um ar macabro ao local. Tente achar o "quarto" que fica numa curva perdida do telhado e que eh composto por 3 camas estreitas dispostas em degraus, com traveseiro de pedra e tudo. Ha um caseiro que vive ao lado da casa. Converse com ele e peca para visitar a casa. Se o advogado nao estiver la, nao tem problema (sim, o cara dorme la de vez em quando).
       
      Atividade ludicas para a casa: achar o Papa, achar o quarto do dono, achar o quarto da mae do dono, achar o acesso pro telhado, achar o acesso pro primeiro andar da igreja, achar a entrada, achar a saida, saber onde esta...
       
       
      "Dicas Quentes
       
      * A empresa que faz a linha João Pessoa-Guarabira é a Guarabirense.
      * Viação São José (83 337 3220 - 83 337 3777) é quem faz a linha Campina Grande - Guarabira .
      * Para Piripirituba tem ônibus da Guarabirense saindo Guarabira até 12:00 do dia.
      * Para voltar à Pirpirituba, marque com o carros ou moto o dia de retorno (não esqueça de pexinxar), pois caso contrário você terá de caminhar 1km até um telefone para tentar fretar um carro.
      * Outra opção é convencer a Seu José da mercearia a lhe levar até Pirpirituba (se faz necessário pexinxar também o valor do transporte).
      * É interessante para quem vai acampar no Roncador levar repelente, pois de manhã cedo e ao anoitecer, a margen do rio fica infestada de maruíns, que incomodam bastante.
      * Não esquecer de levar de volta o lixo de seu acampamento e apagar a fogueira antes de ir embora. A preservação do Roncador é também sua responsabilidade.
      * Para os mais loucos, tem uma galera que já encarou Campina-Roncador de Bike. São quase 12:00 hs de pedalada e quem foi não esquece do visual."
       
      Tragam de volta o lixo que produzirem! se puderem, deem uma geral e tragam o lixo dos irresponsaveis que o deixou por la!
    • Por MauroBrandão
      Editado por
       
      por philiperibeiro em Dom Out 12, 2008 3:16 pm
       
      Tambaba, a primeira praia nordestina liberada oficialmente para o nudismo. Localiza-se a 40km de João Pessoa, no município de Conde (PB). "É conhecida pela sua seção naturista, gerida pela SONATA, Sociedade Naturista de Tambaba. Esta sociedade organizou uma série de normas de conduta ética, como meio de garantir um padrão de comportamento na praia. Estas incluem proibição de filmagens ou fotografia, sem autorização, a obrigação de nudez total para aceder ao local, a proibição total de qualquer comportamento ou praticas sexuais e proibição do uso de drogas. Todos estes ítens são relacionados com o Código de Ética Naturista".
      Como chegar?
      Seguir pela BR-101 e entrar na rodovia PB-108 até a cidade do Conde (tem placas para facilitar). Após o centro do Conde, chega-se a Jacumã, que é uma das praias mais freqüentadas do estado. Há uma rodovia afaltada de uns 10km que vai até Tambaba. Tem um ônibus, Jacumã via Tambaba, que leva até a praia. Ele sai de manhã bem cedo do centro de João Pessoa e ao longo do dia os outros horários são incertos. O último ônibus de volta sai de Tambaba depois do anoitecer.
      A dica é, depois do pôr-do-sol, ir até a pousada "Arca do Bilú" e esperar o ônibus. Lá tem uma boa comida, várias bebibas quentes e geladas, além de um papo muito agradável com o dono da pousada, o Bilú. Você pode alugar um carro em João Pessoa, mas pode sair caro. Uma alternativa é pegar o ônibus Jacumã (no centro de João Pessoa), que tem de hora em hora, e de Jacumã fretar um táxi ou um moto-táxi até Tambaba. O mesmo vale para a volta. O ônibus custa 4 reais e o frete de táxi Jacumã-Tambaba 15 reais
      Existem várias pousadas, A dica é a pousada ARCA DO BILÚ, que possui apartamentos confortáveis, uma bela vista e como falei anteriomente, boa comida, bebida e papo. O Bilú aceita camping (acampar!), facilitando a vida de mochileiros(as) e aventureiros(as). Telefones: (83) 3298-1124 | 3290-1124 | 9987-3018 | 9972-2369
    • Por diogomarxx
      Segue relato de uma curta viagem que fiz pela Paraíba agora no final de junho. Meu objetivo principal era conhecer o Maior São João do Mundo em Campina Grande e a Pedra do Ingá, próxima à CG. João Pessoa eu já conhecia de outras viagens, queria mais era descansar e ir na Ponta do Seixas, o famoso ponto mais oriental das Américas.
      Peguei as passagens numa promoção do Smiles, 5000 pontos no trecho Congonhas-Campina Grande e mais 5000 na volta João Pessoa-Congonhas. Hospedagem em Campina Grande foi difícil de conseguir, por ser época de São João. No Booking nada disponível, no Airbnb reservei num local, o anfitrião cancelou. Na segunda tentativa no Airbnb, mesma coisa. Já estava quase desistindo do Airbnb e pensando em dormir na rodoviária quando achei o anfitrião Jimmy Felipe. O apartamento dele não é tão perto do centro, mas em CG você pode deslocar-se rapidamente e barato por meio de mototáxi. Usei muito enquanto estive por lá, da Cooperativa que é regulamentada pela prefeitura, o contato via whatsapp é (83) 9685-2918, o fixo é (83) 3058-0066.
       
      1° dia (23/06, sexta)
       
      Embarquei às 11:00 num voo da Gol em Congonhas, após uma conexão rápida no Galeão, cheguei ao aeroporto de Campina Grande às 15:50. Já na chegada, a surpresa: uma quadrilha e uma banda de forró nos esperava no saguão para dar as boas-vindas. O clima de São João já começava no aeroporto. Chamei o mototáxi via whats e pedi para me levar à rodoviária. Já queria garantir as passagens para ir à cidade de Ingá na manhã seguinte ver as famosas Itacoatiaras (enormes rochas que existem na cidade cheia de belas inscrições em baixo relevo, que até hoje os especialistas não sabem que povo o fez e nem o que significam as inscrições). No guichê da empresa Progresso fui informado que a empresa não faz a rota para Ingá. Argumentei que tinha vista no site deles, tinha até os horários e os preços, e então o funcionário disse que não teria ônibus porque o dia seguinte era o feriado de São João e pouca coisa funciona nesse dia. Vendo minha decepção o mototaxista se ofereceu pra me levar num local onde saía vários alternativos (são motoristas que fazem transporte entre cidades na Paraíba em carros de passeio ou picapes). O motorista do alternativo disse que não teria carros pra Ingá no sábado por causa do feriado, então nessa hora desisti de ir nas itacoatiaras e pedi pro mototáxi me deixar na estátua de Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga no Açude Velho. Chegando lá tinha muita gente esperando pra tirar fotos, então fui no Museu de Arte Popular da Paraíba quase ali em frente (entrada gratuita, é pedida uma contribuição espontânea de qualquer valor). É um museu muito bonito, com aquela arquitetura diferentona do Oscar Niemeyer. É conhecido também como Museu dos Três Pandeiros, pois são três áreas circulares distintas que se parecem com o instrumento, em homenagem ao músico Jackson do Pandeiro, ilustre paraibano da cidade vizinha de Alagoa Grande. Nessas três áreas, uma delas é dedicada à música paraibana; estava rolando uma exposição especial sobre a Elba Ramalho. Outra parte do Museu é baseada no cordel e outra no artesanato e utensílios utilizados pelas pessoas da região. Tudo muito bonito, embora o acervo não seja grande. O pôr do sol no Açude a partir da vista do museu também é um espetáculo à parte.



       
      Do Museu segui novamente para a estátua de Jackson/Gonzagão, e agora com menos gente consegui tirar minhas fotos. Andando um pouco mais em frente cheguei a uma feira de artesanato que estava rolando no período das festas juninas. MUITA coisa bacana a preços convidativos, esse foi o momento de comprar as lembranças de viagem e mais alguns imãs de geladeira pra minha coleção.


       
      Depois andei a toa, dando a volta no Açude Velho e parando no famoso Bar do Cuscuz, que de bar não tem é nada, é mais uma casa de show que no período junino cobra bem caro pra entrar. Dali, chamei o mototáxi novamente para me levar ao Sítio São João, que é um local que simula como eram as antigas vilas do sertão durante o período junino. Naquela cidadezinha em miniatura tinha a igreja, a rádio, a bodega, a usina de moagem de cana, o arraiá onde as pessoas dançam com a banda de forró tocando ao vivo... é um ambiente mais familiar e tranqüilo do que o São João no Parque do Povo, talvez seja porque tem a entrada paga (R$ 10) ou porque é longe do centro... mas tem comidinhas bem gostosas, o caldo de fava foi um dos dez reais mais bem gastos da minha vida

       
      Dali fui para o apartamento que havia reservado no Airbnb. O anfitrião estava com uns amigos fazendo uns petiscos e tomando uns gorós. Tudo boa gente, em poucos minutos já estava bebendo com eles e combinando o horário para ir na festa.
      Mais tarde fomos à festa. Um festão. O Parque do Povo é bem grande, com várias barraquinhas de comidas e bebidas, palcos menores com bandas de forró, o palco principal seria o show da Elba Ramalho naquele dia. Lotadaço. Algumas pirotecnias modernas como os bares suspensos que viraram moda em todos os eventos grandes. Enfim, ficamos curtindo, bebendo e comendo (tomei tudo que é caldo, desde os de carne de bode a camarão, passando por mais caldo de fava) até o fim da festa, já passando das 4 da manhã. Hora de dormir.

       
      2° dia (24/06, sábado)
       
      Acordei não tão cedo e com a idéia de ir à cidade de Cabaceiras e ao Lajedo de Pai Mateus. Meu anfitrião do Airbnb me deixou na rodoviária, cheguei uns 20 minutos antes do ônibus partir. Fui no guichê da empresa comprar a passagem e não tinha ninguém, então fui sacar dinheiro e voltei lá. Ninguém ainda. Fui perguntar no atendimento da rodoviária, sem nenhuma ajuda. Iria tentar falar com o motorista do ônibus, mas a funcionária não deixou entrar na área de embarque sem nenhuma passagem. Resultado: não conseguir chegar ao meu destino simplesmente porque não tinha funcionário pra vender a passagem! Surreal! Fiquei sem saber o que fazer, pois tanto o meu plano A (Ingá) quanto o plano B (Cabaceiras) ficaram inviabilizados. De última hora resolvi ir para Areia, uma cidade próxima de Campina Grande famosa por seu casario colonial bem preservado e de lá iria pra Guarabira, de onde eu sabia que sairia ônibus pra João Pessoa. Então fui ao guichê da empresa São José, vi os horários colados no vidro: sairia um daqui a quinze minutos, às 11:30. Fui comprar e mais uma vez fui trollado pelos ônibus da Paraíba: a funcionária avisou que o próximo ônibus para Areia só sairia às 14:00. Mas disse que eu poderia pegar um ônibus para Remígio (sairia 11:30, R$ 8,50) e de lá pegar um alternativo para Areia, o que prontamente aceitei. Cheguei em Remígio e logo que desci do ônibus já ouvi os gritos dos motoristas de alternativos: “Arara! Areia! Alagoa Grande!” Embarquei no alternativo, uma D20 adaptada para transporte de passageiros: o preço, uma pechincha, apenas R$ 3,25. Rapidamente cheguei em Areia, a cidade estava completamente deserta, nada aberto, nem mesmo um boteco. Eles levam mesmo a sério os feriados religiosos, principalmente São João
      Rodei pelo centrinho da cidade, que é realmente muito bonito cheio daquelas casinhas coloniais coloridinhas e tirei algumas fotos que nem ficaram tão boas... ainda não me adaptei a esse negócio de pau de selfie

       
      Continuei andando por ali sem ver viv’alma nas ruas, mas acabei achando uma banquinha de jornal (mas que vendia também de castanha a cigarros) e perguntei ao vendedor sobre ônibus ou alternativos para Guarabira. Ele me disse que naquele dia seria difícil e fiquei me perguntando como eu sairia dali. Comprei uma castanha e uma água e saí andando, depois de uns cinco minutos passou um ônibus da empresa Rio Tinto, fiz ele parar e o motorista informou que iria para João Pessoa. Acabei pegando esse mesmo (R$ 25), descartando uma ideia de ir para a cidade de Sapé (a cidade natal da minha mãe, queria tirar umas fotos de lá para mostrar a ela, que já não tem mais condições de viajar). O ônibus é pinga-pinga e vai lotando ao longo do caminho, em certo ponto tinha muita gente viajando de pé. Varado de fome, saindo da rodoviária de João Pessoa parei numa barraquinha, onde comi o pior espetinho da minha vida e tomei duas brejas. Falei pra atendente que pensava em ir na festa de São João que ocorreria no Ponto de Cem-Réis, no centro de João Pessoa. A resposta: “vai pra lá não menino, só tem ladrão roubando celular”. Pensei no meu cansaço, na minha fome e na mochila nas costas e resolvi seguir o conselho dela. Segui para a Igreja de São Francisco, que ainda não conhecia, e embora estivesse fechada, sua arquitetura externa impressiona de bonita. O cruzeiro em frente dela também é algo de portentoso, sendo considerado o conjunto todo (igreja, cruzeiro, adro e convento) o maior monumento de arquitetura barroca da América Latina.

       
      Começando a escurecer saí dali, pois o caminho passa por alguns lugares meio esquisitos, fui pro terminal de ônibus e peguei o 507, que passa perto de onde ficaria, o Tambaú Hostel. Lugar bacana, perto da praia e um bom preço (R$ 38 o quarto coletivo). Descansei um pouco, tomei banho e fui dar uma volta na orla, que estava vazia por estar um tempo não tão bom (ameaçava chover) e também por ser baixa temporada em JPA. Vi um quiosque com Brahma 600 ml por R$ 3,99 e parei lá. Tomei duas vendo o (pouco) movimento e resolvi ir num lugar que havia achado na internet, o On The Rocks Pub. Lugar pequeno, mas bacana, com uma mesa de bilhar ornando o meio do salão. Rock’n’roll explodindo nas caixas de som, pedi uma Heineken e perguntei sobre o PURÊ que havia visto no cardápio. O purê era de mandioca, com diversos tipos de cobertura. Pedi o de carne de sol (R$ 12), que deixou meus olhos brilhando com aquele potão de purê de mandioca cheio de refogado de carne de sol com cebola e tomate por cima. Bom demais! Como ainda estava com fome (no dia todo só tinha comido um saquinho de amendoim na rodoviária de Campina Grande e um saquinho ainda menor de castanha de caju em Areia, pois o espetinho horrível da rodoviária de JPA não consegui comer) não tive vergonha de pedir outro purê, dessa vez de camarão (R$ 15). Fiquei bebendo, curtindo um som, quando ficou tarde voltei ao hostel e fui dormir.
       
      3° dia (25/06, domingo)
       

      Acordei cedo, tomei café no hostel, fiz check out e segui para a orla onde queria tirar uma foto no letreiro EuAmoJampa. Tirei minha foto e peguei o bus 507 com o objetivo de ir à Ponta do Seixas, o famoso ponto mais oriental das Américas. O ônibus não vai até lá, tem que perguntar ao motorista o ponto mais perto para descer e seguir a pé. Desci no ponto informado e perguntei a uma vendedora como chegar lá, ela me disse que seria mais fácil ir pela praia, acompanhando as falésias, que foi o que fiz. A paisagem é bem bonita, a despeito do tempo estar feio, fui andando e parei num boteco, onde tomei a cerveja mais oriental das Américas


       
      Fiquei ali bebendo e comendo amendoim vendido por guris que passavam oferecendo. Por ali, a galera que oferecia os passeios à piscinas naturais do Seixas, que considerei fazer. Mas o tempo estava piorando e embora não estivesse chovendo, estava ventando muito. Depois de várias brejas já tinha feito amizade com o garçom, que me aconselhou a não fazer o passeio, porque seria perigoso devido ao vento forte. Dito e feito: faltando dez minutos pro horário do passeio, o pessoal dos barcos avisou que não seria possível fazê-lo. Além disso começou a chover. Esperei ela passar e fui embora também pela praia, pegando o busão para voltar à Tambaú. Desci na Av Epitácio Pessoa e andei uns 15 minutos até chegar ao Mercado de Artesanato Paraibano, onde comprei mais alguns imãs de geladeira pra coleção. Comparando com a feira de artesanato de Campina Grande, esta última estava bem melhor para comprar artesanato regional, tanto na variedade quanto no preço. Saindo de lá a próxima parada seria o famoso restaurante Mangai, de comida regional. Cheguei lá, esperei um pouco pra liberar uma mesa, e segui para o Buffet por quilo (R$ 63 o quilo, se não me engano). Enchi o prato com um monte de coisa gostosa e saí bem satisfeito. A conta deu R$ 38, mas achei que vale a pena, pois o esquema de comida por quilo permite que você prove várias coisas diferentes de uma só vez. No final tem rapadura de brinde
      Com a barriga cheia fui para a hospedagem, dessa vez a Pousada do Alemão (R$ 80, quarto individual com banheiro privativo; só escolhi esse lugar pq ia ganhar 2000 pontos no Multiplus ). Quando fiz o check in era por volta de 14h30... começou uma chuva que só foi parar lá pras 21h00... todo esse tempo trancado com a bela opção de assistir um jogo que não era do meu time e depois Faustão na TV... horas de tédio, tentei cochilar. Depois da chuva fui dar uma volta na orla, tomei umas brejas e tentei ir de novo no On The Rocks mas estava fechado. Fui dormir.
       
      4° dia (26/06, segunda)
       
      Tomei café, novamente peguei o busão 507, dessa vez em direção ao centro e desci no final da Av Epitácio Pessoa. Ao contrário do dia anterior, nem sinal de chuva, estava sol a pino! Queria tirar umas fotos da Casa Cassiano Ribeiro Coutinho, o maior exemplar da arquitetura modernista em João Pessoa com jardins projetados por Burle Marx. O motivo? Minha mãe trabalhou por muitos anos lá, para o referido Sr Cassiano (grande empresário do ramo açucareiro da Paraíba) e ela queria ver como estava a residência. Tirei algumas poucas fotos da fachada, afinal local estava fechado.

      De lá resolvi que ia andando até a região da rodoviária, o que seria uma boa pernada. Fui andando, passei pelo Parque Sólon de Lucena, que já conhecia bem de outras vezes. Mais adiante passei pelo lugar mais bonito que eu ainda não conhecia na cidade: as imediações da praça Vidal de Negreiros, também conhecido por Ponto do Cem Réis. Muitas, mas muitas edificações históricas, além de um simpaticíssimo coreto ótimo para boas fotos. Pena que passei meio corrido por ali, pois estava preocupado em pegar o ônibus para o aeroporto. Saindo dali passei por umas ruas de comércio popular nada turísticas, e cheguei à rodoviária onde me informei onde pegaria o ônibus para o aeroporto, que é numa rua lateral em frente à rodoviária. O ônibus é o 5501 e demorou uns 40 minutos para passar. Demorou mais uns 45 minutos para chegar no aeroporto.

      Apesar de se perder um pouco de tempo é a melhor opção para quem quer economizar, pois custa apenas 3 reais. Como cheguei meio cedo no aeroporto fiquei tomando umas brejas por lá (R$ 8 o latão de Skol). Já dentro da área de embarque, comprei umas lembranças gastronômicas surpreendentemente baratas, como torrada de bolo de rolo(!?) e cocadas. Voo para GIG, duas horas de espera de conexão e a chegada em CGH. Hora de voltar pro frio de São Paulo.
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