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Caminhadas na região de Paraty (Pedra da Macela, Pico do Cuscuzeiro, Saco do Mamanguá


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  • Membros de Honra

Blz Fabricio.

Acho muito complicado fazer de bike essa trilha. Vc terá de carregá-la em alguns trechos.

Não vale a pena.

No trecho final de descida a trilha está sendo tomada pela vegetação. Não dá p/ ver por onde vc passa, então acho perigoso.

É uma trilha histórica, parecida com a Trilha do Ouro com trechos de calçamento original de pedras. Então outro motivo p/ não ser feita de bike.

 

Antes de entrar na mata fechada a trilha passa por areas de pasto, então esse trecho até dá p/ ser feito de bike.

E pouco menos de 1 hora de trilha vc vai chegar na Casa do Sr. Tinho (onde chegamos e tivemos que retornar) e ali sai uma outra trilha que termina na Rio-Santos.

Essa sim é perfeita p/ bikes.

 

 

Abcs

 

 

 

 

Augusto, na sua opinião dá para descer a trilha dos 7 degraus de bicicleta?
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  • Respostas 39
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  • Membros de Honra

Blz Rodrigo.

Acho tracklog desnecessario porque a trilha que circunda o Saco do Mamangua é bem demarcada. Vc não terá problemas em navegação.

Chegando em Paraty Mirim é bem facil achar a trilha que sai no Saco. Só terá que cruzar um morro, mas nada impossivel.

Ao chegar no Saco é só ir seguindo rente as praias até a Praia da Curupira.

Dali eu te aconselho a contratar um barco p/ te deixar na Praia do Cruzeiro ou do Espinheiro que fica em frente.

Vai ser bem barato.

E lá é só ir seguindo até a Praia do Engenho onde existe a trilha que te deixa na Praia Grande da Cajaiba e de lá p/ o Pouso.

 

Se vc iniciar pela manhã em Paraty Mirim creio que dê p/ chegar na Praia Grande antes do fim da tarde.

 

Eu não conheço quem tenha esse tracklog, mas aqui mesmo no mochileiros vc encontra um ou outro relato dessa caminhada.

E só com um relato dá p/ ir tranquilamente.

 

 

 

Abcs

 

 

 

 

Falae Augusto, td bom?

 

Pretendo fazer com uns amigos agora na Páscoa a volta no Saco do Mamanguá, saindo de Paraty-Mirim até a Praia de Pouso do Cajaíba. Procurei pela net mas tô tendo dificuldades em encontrar um tracklog com informações do percurso (principalmente nos trecho do saco propriamente dito - de parati-mirim até a praia do curupira e da praia do cruzeiro até a praia do engenho. Vc por acaso teria esse tracklog, ou informações sobre qts quilômetro de trilhas iremos percorrer nesse trecho?

 

Desde já agradeço,

 

 

Rodrigo Oliveira

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  • Colaboradores

Valeu Augusto!

 

Já verifiquei na net outros relatos, mas tava procurando msm a distância percorrida (q ñ encontrei em lugar nenhum, por isso perguntei sobre o tracklog), mas encontrei em outro relato em q o pessoal colocou o tempo gasto nos trajetos, aí já deu pra ter uma base.

 

Obrigado mais uma vez pelas dicas.

 

Abs

 

Rodrigo Oliveira

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  • 1 ano depois...
  • Membros de Honra

Ola pessoal.

 

Depois de 5 anos voltei no Mamanguá p/ fazer o contorno do lugar.

Estava com o Rodrigo e sua namorada e iniciamos nossa caminhada em Paraty Mirim e de lá seguimos até a Praia do Curupira.

Nessa praia pegamos um barco até a Praia do Cruzeiro e ficamos no Camping do Sr. Orlando, dando tempo de subir o Morro do Pão de Açúcar (Pico do Mamanguá) no mesmo dia.

 

Fotos estão aqui: https://plus.google.com/photos/113724275009356050810/albums/5864500649788402945

 

 

Abcs

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  • 2 anos depois...
  • Membros de Honra

Oi Nathachi.

É um bom mapa esse hein.

Mas creio que esse trecho da Praia de Curupira até o ponto de onibus na Vila Oratório (vizinho a Laranjeiras) leve por volta de 2 hrs a 2h30min.

3h30min acho um tempo muito alto.

 

 

Abcs

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  • 2 semanas depois...
  • Membros

Boa tarde

Algusto gostaria de uma dica , já fiz algumas trilhas , porem sempre curtas , comecei esta de paraty , no condominio Laranjeiras , e fui ate , acho que galetas , uma praia antes de ponta negra ! que só tem pedras ! , gostaria de pegar em paraty mirim ! e vir ate o condominio laranjeiras ! quantos dias acha que preciso , e consegue me dar uma logistica , tipo hj ando de tal praia a tal pra . para não escurecer no meio do mato ! abraço !!

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  • Membros de Honra

Blz Alex.

Existem duas maneiras de vc fazer a trilha Paraty Mirim até o Condominio.

A primeira é fazer a mesma trilha que fizemos, terminando na Praia do Curupira e de lá seguir até o fundo do Mamanguá p/ depois seguir por uma antiga estrada até o condominio. Ou até alugar um barco p/ te deixar na Ponta da Foice.

A segunda opção é iniciar a caminhada na parte direita da Praia de Paraty Mirim. Ali junto de um posto da policia militar se inicia uma trilha que leva até o Saco do Mamanguá e depois é só ir de praia em praia até chegar na Praia do Curupira, que fica quase no fundo do Saco. Perguntando as pessoas dali todo mundo sabe informar. Pode ir sossegado.

Qqer das 2 opções dá p/ fazer em apenas 1 dia, iniciando pela manhã.

 

 

Abcs

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  • 5 meses depois...
  • Membros

Olá, Augusto. Não sabia se seria melhor perguntar aqui ou no seu blog, onde percebi que vc também não deixa os comentários sem resposta! Segue aqui, não sei se receberá notificação. Talvez eu poste lá tb.

 

Minha dúvida sobre a curta trilha da Vila do Oratório até a Praia do Sono. Estou no planejamento de uma viagem de bicicleta passando por Paraty e planejo pernoitar num dos campings da praia do sono. Porém, estarei numa configuração absolutamente "de asfalto", de modo que já não teria intenção alguma, mesmo, de aproveitar essa trilha pedalando. Vi muitas fotos, inclusive as suas, alguns vídeos e li seus três relatos da passagem por lá, e realmente minha intenção é empurrar a bike por toda a trilha, mesmo que isso tome muito mais tempo que uma caminhada comum.

 

O que receio é a viabilidade de fazer isso nesses trechos de escada da trilha. Não consegui entender se eles são maioria do trecho, ou minoria. Como disse, a bicicleta é de asfalto, mas bem carregada, inclusive puxando um pequeno trailer. Com o trailer, apesar de ótimo pra pedalar, é bem ruim pra manobrar, especialmente nas descidas! Bem, estou disposto a passar esse trechinho dessa forma penosa só pra aproveitar o pernoite por lá e fazer pelo menos a trilha até antiguinhos, mas tlvz até ponta negra. Vai depender do tempo que me sobrar. Nesse dia de viagem, vou sair de Paraty, mesmo, então acho que até a hora do almoço já estarei na Praia do Sono. Almoço, monto minha barraca e saio pra trilha.

 

No dia seguinte já seria o retorno, passando novamente pela trilha. Altimetricamente, parece que esse retorno (que é o sentido q vc sempre fez nessa travessia) é mais fácil que a ida, pq a subida é mais longa e menos íngreme, e depois desce mais íngreme pra vila do oratório. Porém, com a meu equipamento, acho que vai ficar mais difícil descer. Não tenho ideia de qnto tempo vou gastar nessa operação.

 

Pensei tb na possibilidade de um dos barqueiros levar só o meu trailer com os alforjes (ele não é grande, é daqueles de uma roda só), mas entendi que os barcos saem de laranjeiras e eu teria que entrar lá pra fazer essa negociação, e parece que já tem que entrar na tal da kombi... Vc sabe algo sobre isso?

 

Obrigado desde já!

 

 

Nino

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  • Membros de Honra

Oi Nino, blz?

 

Tanto aqui qto no blog sempre estou acessando. Talvez demore um pouco para responder, mas pode ter certeza que responderei.

 

Esse trecho da V. Oratório até Praia Sono era uma antiga estrada. Só no finalzinho que vc pegará a trilha, então é bem tranquilo com bike.

As escadas que madeira que aparecem nas fotos são poucas e não atrapalham. Pode ir sossegado.

Já se quiser ir com ela até Antigos e Antiguinhos, desista.

São trechos muito ingremes e não compensa. Vc irá empurrar a bike por muito tempo, principalmente na saida do Sono.

E se for na caminhada é mais rapído ainda e vale a pena. Eu acho que Ponta Negra, Antigos e Antiguinhos são praias até melhores que a do Sono.

 

Qto a levar eqto no barco, creio que dá sim. É questão de acertar com eles. Vc encontra eles na Praia do Sono. Uma bike não é algo tão pesado que prejudique a navegação do barco.

 

Mais dúvidas, é só perguntar.

Boa sorte.

 

 

Abcs

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      Dia 26/01- Foi o dia de ir embora, infelizmente.
       
      Impressões que tive: Eu particularmente amei a cidade, achei bem segura, tranquila, o centro histórico é um encanto, pretendo voltar pra ir a Praia do Sono novamente e realizar os passeios pra Ilha dos cocos e Ilha do pelado. 
       
      Alimentação: 
      Achei as coisas bem caras em Paraty, até mesmo no próprio supermercado. O pacote de macarrão é R$4,50 de 500g e o molho de tomate é R$2,05. A coca 2l é R$8,00. Bolacha R$3,00. A garrafinha de água eu achei barata, R$0,99, porem comprei uma só, pois no Hostel tinha filtro.
      - Em Paraty eu comi no Candeeiro Musica e Gastronomia, o prato pra uma pessoa é aproximadamente R$50 (penne com camarão) e o drink Jorge Amado (vocês não podem deixar de tomar, é uma delicia) é R$17,00. Foi o lugar mais barato do centro histórico que achei. Comemos lá para comemorar o aniversario da Poliana, que alias conheci aqui no Mochileiros.
      - Em Paraty também tem um restaurante chamado Bom Apetite, fica em frente a uma pracinha, ao lado da Caiçara Tours, 1 quadra do centro histórico, aonde o PF é R$15 á R$18, comida deliciosa, bem servido.
      - Em Trindade eu comi no Ardentia, fica na Praia do Rancho, o PF lá é salgado, R$40, suco R$10, refri R$8. O atendimento é excelente e a comida também.
      - Em Trindade, na rua principal também tem restaurantes que o PF é entre R$20 e R$25. Infelizmente eu só vi na hora de ir embora.
      - No passeio de Jeep Tour, comi no restaurante do Poço do Tarzan, comida com preço salgado R$49,00 o prato feito.
      - Na escuna, eles vendem o próprio almoço, R$45,00 no PF de strognoff de frango, não lembro o preço exatamente, mas as outras opções de PF e as porções eram bem caras. Refri R$8,00. Eu gostei do almoço, estava bem delicioso.
      - Em Paraty tomei sorvete na Miracolo Gellateria, R$16,00 duas bolas de sorvete, porem não me arrependo, foi um dos melhores sorvetes que tomei até hoje.
      - Na praia do sono eu não almocei, comi bolacha, salgadinho que comprei no mercado, pois fiquei na duvida se lá tinha restaurantes.
       
      Dicas
      - Para realizar a trilha da Praia do Sono, usem tênis, levem repelentes e no mínimo 1L de água.
      - Saem ônibus de hora em hora da rodoviária de Paraty para Trindade, custa R$5,00 a passagem e dura 1h em media. Porem ao lado da rodoviária saem vans que custam R$5,00 também e levam 40min e é bem mais confortável, mas as vagas esgotam muito rápido, tem que ser ligeiro kkk.
      - A agência que realizei os passeios foi a Paraty Experience (http://paratyexperience.com.br/), o atendimento deles é ótimo, tiraram todas minhas duvidas pelo whats.
      - Caso forem no passeio dos Alambiques, deixem pra comprar cachaça no Alambique Pedra Branca, que é mais barato que o Alambique Paratiana e Centro histórico. Porem eu achei a cachaça da Paratiana mais gostosa.
      - Não deixem de experimentar a cachaça Gabriela (contem cachaça, cravo e canela, melaço de cana), é uma delicia.
      - Não deixem de experimentar o drink Jorge Amado (contem cachaça Gabriela, limão, gelo e maracujá) é uma delicia também.
      - O preço do barco na Praia do Sono é alto, R$40 a ida ou à volta.
      - O passeio de escuna é R$80,00.
      - O passeio de Jeep tour + Alambiques é R$80,00
      - Os preços das agências é tabelado, porem se você negociar sai por R$70,00.
      - A Praça da Matriz no Centro Histórico é o point à noite, bem agitado, porem acaba cedo, às 23h30min o pessoal começa a ir embora.
      - Os preços das cervejas eu vou ficar devendo, pois não bebo kkkk, mas nas praias de Trindade a lata é R$8,00, long neck R$10 e o litrão de Brahma é R$20.
      Eu acho que é isso, qualquer coisa é só perguntar
       
      insta:@rafaeladealmeiida
       
       
    • Por nnaomi
      Fiz um apanhado de dicas e descrições das trilhas de Ilha Grande. Em 2008, percorri as trilhas que partem da Vila de Abraão, onde fiquei hospedada. Em 2015, voltei à ilha e percorri as trilhas que partem de Araçatiba e Bananal, ficando hospedadas nessas duas localidades. Todas as trilhas foram feitas no esquema bate e volta no mesmo dia.
      Há 16 trilhas mapeadas pela TurisANGRA com diferentes graus de dificuldade, mas geralmente dispensam o uso de equipamentos mais específicos e cada trilha tem duração de caminhada inferior a 1 dia. A maioria das trilhas está demarcada e passa por limpeza e manutenção, mas o mesmo não ocorre com a sinalização que é antiga e está apagada/avariada ou ausente em vários trechos. Algumas trilhas possuem bifurcações e/ou não estão demarcadas pela falta de uso, dificultando o seu percorrimento. Também há outras trilhas, não mapeadas pela TurisANGRA, que são usadas pelos moradores. Caso queira percorrer uma delas, informe-se nas vilas se as trilhas estão abertas e demarcadas.
      É bastante comum o Roteiro Volta da Ilha que faz o contorno completo da ilha, emendando uma trilha na outra e pernoitando em pousadas ou campings. Salienta-se que é necessário pegar um barco de Aventureiro a Parnaioca, pois é proibido entrar na Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul que é fiscalizada pelo INEA. Porém há relatos de quem passou por esse trecho.
      Basicamente, a área da ilha está inserida em três Unidades de Conservação (UC) administradas pelo Instituto Estadual do Ambiente (INEA) que regulamenta as normas de visitação a essas UC.
      O Parque Estadual da Ilha Grande (PEIG) integra a Área de Proteção Ambiental de Tamoios e foi reconhecida pela UNESCO como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.
      Sede: Av. Nacib Monteiro de Queiroz, s/n, Vila do Abraão, 3361-5540. Administrativo: seg-sex de 8-17h. Visitação: ter-dom de 8-17h
      Fonte: site do INEA
      A Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul é uma UC de Proteção Integral com sede na Vila do Aventureiro e são permitidas apenas visitas de cunho educacional e para a realização de pesquisas científicas, mediante prévia autorização.
      Fonte: site do INEA
      A Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Aventureiro (RDS) é uma UC de Uso Sustentável. Fazia parte da Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul, que é uma UC de Proteção Integral, mas foi desmembrada e recategorizada. A nova classificação da área foi feita para conciliar a preservação dos ecossistemas locais com a cultura caiçara, valorizando os modos de vida tradicionais, assim como as práticas em bases sustentáveis desenvolvidas pela população tradicional beneficiária da unidade, incluindo a pesca de caráter artesanal, sob controle e gestão compartilhados entre o INEA e moradores da RDS do Aventureiro.
      Dicas:
      • Para as trilhas, é recomendado o acompanhamento de um guia ou alguém que conheça bem a região
      • Antes de iniciar uma trilha pegue informações no Centro de Informações Turísticas e/ou com algum morador que conheça o local e que, de preferência, tenha passado pela trilha recentemente. Condições da trilha podem mudar de um dia para outro
      • Há algumas dicas para fazer as trilhas no site http://ilhagrande.org/trilhas-da-ilha-grande
      • Informe-se previamente sobre as condições da trilha. Na maioria dos trechos, as trilhas não são caminhadas à beira da praia, e sim seguem dentro de mata fechada cortando morros, por isso costuma ter subidas e descidas, algumas bastante acentuadas. Outra consideração importante é que, embora as trilhas estejam, geralmente, limpas e bem demarcadas, a sinalização está deteriorada em vários pontos, onde sobrou apenas a placa, mas os dizeres estão apagados. Também há bifurcações não sinalizadas, embora sejam mais comuns nas proximidades das vilas
      • Consultando as anotações que peguei na internet e seguindo a intuição, procurei transitar pela trilha principal, a mais aberta e mais limpa, evitando os caminhos que pareciam levar às residências. Algumas bifurcações (do tipo Y de ponta cabeça) passam despercebidas na ida e nos confundem na volta, mas com um pouco de bom senso, sentido de orientação e ajuda dos moradores, que são muito prestativos, descobrimos o caminho certo. No meio da trilha a orientação geral é seguir a trilha mais aberta e acompanhar os postes de fiação de energia elétrica, pois estes vão dar sempre em algum local povoado
      • O inverno é uma ótima época para caminhar, pois a probabilidade de chuva é menor e as temperaturas são mais amenas, mas pode ser frio para entrar na água que fica bem gelada nessa época
      • Não faça trilha descalço, nem de chinelo; um calçado apropriado é essencial, pois não é caminhada na areia da praia na maioria dos trechos. Algumas partes da trilha têm inclinação acentuada e terreno acidentado com raízes, pedras e/ou terra batida, que devem ser escorregadias na época de chuva. Acredito que depois de uma chuva, deve demorar para secar, pois há várias partes de mata fechada, onde não bate sol.
      • Comece a trilha cedo, para ter tempo de folga para um imprevisto. Nesse ponto, ajuda quando a pousada começa a servir o café da manhã cedo. Em julho, lá pelas 5h já está escuro nas trilhas, pois a maior parte segue dentro de mata fechada. Complica por causa das raízes, pedras e obstáculos do meio do caminho. É bom se programar para voltar antes disso, mas de qualquer forma previna-se com uma lanterna
      • Leve água e lanche, mesmo que tenha fontes de água e comércio no destino, pois as fontes podem estar secas ou contaminadas e o comércio pode estar fechado ou desabastecido
      • Para não ficar repetitivo, registro aqui uma informação mais "técnica" da trilha. Descrições mais detalhadas do percurso encontram-se nos respectivos relatos
      • Lado direito ou lado esquerdo da praia? A indicação dada, considera que você está olhando o mar
      • Mapas, fotos e informações detalhadas de algumas trilhas: br.ilhagrande.com
      • Mapas e algumas informações da trilha: ilhagrande.com.br
      ****************************************
      Nanci Naomi
      http://nancinaomi.000webhostapp.com/
      Trilhas:
      Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté
      Relatos:
      15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha
      Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas
      3 dias em Monte Verde - dez/2014
      21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro
      11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
      21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi
      21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
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    • Por nnaomi
      Período: 24 a 27/10/2008 , 05 a 06/07/2015 e 15/07/2015
      Cidades: Paraty - Centro Histórico
      Paraty é uma cidade charmosa, que lembra uma Tiradentes a beira-mar. O centro histórico bonito e preservado revela casarões, sobrados e igrejas interligados por ruas, onde o calçamento original, a iluminação de época e a proibição de trânsito de carros confere um charme adicional. A maioria das construções foi covertida em pousadas, retaurantes ou lojas, mas conservando a arquitetura original.
      Confira abaixo as dicas e informações gerais sobre a cidade.
      Obs.: "Outras opções" referem-se às indicações que não foram testadas. ATENÇÃO: não possuo nenhum vínculo com pousada, hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram pesquisadas em guias. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade, se os dados são atualizados e/ou verossímeis.
      O texto na cor preta se refere ao primeiro relato de 2008 e o texto na cor verde, às informações atualizadas ou ao novo relato de 2015. Na verdade, o novo relato se refere apenas a uma passagem rápida pela cidade na ida e na volta da viagem a Ilha Grande.
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      Nanci Naomi
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      Trilhas:
      Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté
      Relatos:
      15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha
      Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas
      3 dias em Monte Verde - dez/2014
      21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro
      11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
      21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi
      21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
      8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est
      25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina
      Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010
      Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
      Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
      19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal
      10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
      De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008
      Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
      Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes
      9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul
       

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