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Augusto

Caminhadas na região de Paraty (Pedra da Macela, Pico do Cuscuzeiro, Saco do Mamanguá

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Blz Fabricio.

Acho muito complicado fazer de bike essa trilha. Vc terá de carregá-la em alguns trechos.

Não vale a pena.

No trecho final de descida a trilha está sendo tomada pela vegetação. Não dá p/ ver por onde vc passa, então acho perigoso.

É uma trilha histórica, parecida com a Trilha do Ouro com trechos de calçamento original de pedras. Então outro motivo p/ não ser feita de bike.

 

Antes de entrar na mata fechada a trilha passa por areas de pasto, então esse trecho até dá p/ ser feito de bike.

E pouco menos de 1 hora de trilha vc vai chegar na Casa do Sr. Tinho (onde chegamos e tivemos que retornar) e ali sai uma outra trilha que termina na Rio-Santos.

Essa sim é perfeita p/ bikes.

 

 

Abcs

 

 

 

 

Augusto, na sua opinião dá para descer a trilha dos 7 degraus de bicicleta?

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Blz Rodrigo.

Acho tracklog desnecessario porque a trilha que circunda o Saco do Mamangua é bem demarcada. Vc não terá problemas em navegação.

Chegando em Paraty Mirim é bem facil achar a trilha que sai no Saco. Só terá que cruzar um morro, mas nada impossivel.

Ao chegar no Saco é só ir seguindo rente as praias até a Praia da Curupira.

Dali eu te aconselho a contratar um barco p/ te deixar na Praia do Cruzeiro ou do Espinheiro que fica em frente.

Vai ser bem barato.

E lá é só ir seguindo até a Praia do Engenho onde existe a trilha que te deixa na Praia Grande da Cajaiba e de lá p/ o Pouso.

 

Se vc iniciar pela manhã em Paraty Mirim creio que dê p/ chegar na Praia Grande antes do fim da tarde.

 

Eu não conheço quem tenha esse tracklog, mas aqui mesmo no mochileiros vc encontra um ou outro relato dessa caminhada.

E só com um relato dá p/ ir tranquilamente.

 

 

 

Abcs

 

 

 

 

Falae Augusto, td bom?

 

Pretendo fazer com uns amigos agora na Páscoa a volta no Saco do Mamanguá, saindo de Paraty-Mirim até a Praia de Pouso do Cajaíba. Procurei pela net mas tô tendo dificuldades em encontrar um tracklog com informações do percurso (principalmente nos trecho do saco propriamente dito - de parati-mirim até a praia do curupira e da praia do cruzeiro até a praia do engenho. Vc por acaso teria esse tracklog, ou informações sobre qts quilômetro de trilhas iremos percorrer nesse trecho?

 

Desde já agradeço,

 

 

Rodrigo Oliveira

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Valeu Augusto!

 

Já verifiquei na net outros relatos, mas tava procurando msm a distância percorrida (q ñ encontrei em lugar nenhum, por isso perguntei sobre o tracklog), mas encontrei em outro relato em q o pessoal colocou o tempo gasto nos trajetos, aí já deu pra ter uma base.

 

Obrigado mais uma vez pelas dicas.

 

Abs

 

Rodrigo Oliveira

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Ola pessoal.

 

Depois de 5 anos voltei no Mamanguá p/ fazer o contorno do lugar.

Estava com o Rodrigo e sua namorada e iniciamos nossa caminhada em Paraty Mirim e de lá seguimos até a Praia do Curupira.

Nessa praia pegamos um barco até a Praia do Cruzeiro e ficamos no Camping do Sr. Orlando, dando tempo de subir o Morro do Pão de Açúcar (Pico do Mamanguá) no mesmo dia.

 

Fotos estão aqui: https://plus.google.com/photos/113724275009356050810/albums/5864500649788402945

 

 

Abcs

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Oi Nathachi.

É um bom mapa esse hein.

Mas creio que esse trecho da Praia de Curupira até o ponto de onibus na Vila Oratório (vizinho a Laranjeiras) leve por volta de 2 hrs a 2h30min.

3h30min acho um tempo muito alto.

 

 

Abcs

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Boa tarde

Algusto gostaria de uma dica , já fiz algumas trilhas , porem sempre curtas , comecei esta de paraty , no condominio Laranjeiras , e fui ate , acho que galetas , uma praia antes de ponta negra ! que só tem pedras ! , gostaria de pegar em paraty mirim ! e vir ate o condominio laranjeiras ! quantos dias acha que preciso , e consegue me dar uma logistica , tipo hj ando de tal praia a tal pra . para não escurecer no meio do mato ! abraço !!

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Blz Alex.

Existem duas maneiras de vc fazer a trilha Paraty Mirim até o Condominio.

A primeira é fazer a mesma trilha que fizemos, terminando na Praia do Curupira e de lá seguir até o fundo do Mamanguá p/ depois seguir por uma antiga estrada até o condominio. Ou até alugar um barco p/ te deixar na Ponta da Foice.

A segunda opção é iniciar a caminhada na parte direita da Praia de Paraty Mirim. Ali junto de um posto da policia militar se inicia uma trilha que leva até o Saco do Mamanguá e depois é só ir de praia em praia até chegar na Praia do Curupira, que fica quase no fundo do Saco. Perguntando as pessoas dali todo mundo sabe informar. Pode ir sossegado.

Qqer das 2 opções dá p/ fazer em apenas 1 dia, iniciando pela manhã.

 

 

Abcs

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Olá, Augusto. Não sabia se seria melhor perguntar aqui ou no seu blog, onde percebi que vc também não deixa os comentários sem resposta! Segue aqui, não sei se receberá notificação. Talvez eu poste lá tb.

 

Minha dúvida sobre a curta trilha da Vila do Oratório até a Praia do Sono. Estou no planejamento de uma viagem de bicicleta passando por Paraty e planejo pernoitar num dos campings da praia do sono. Porém, estarei numa configuração absolutamente "de asfalto", de modo que já não teria intenção alguma, mesmo, de aproveitar essa trilha pedalando. Vi muitas fotos, inclusive as suas, alguns vídeos e li seus três relatos da passagem por lá, e realmente minha intenção é empurrar a bike por toda a trilha, mesmo que isso tome muito mais tempo que uma caminhada comum.

 

O que receio é a viabilidade de fazer isso nesses trechos de escada da trilha. Não consegui entender se eles são maioria do trecho, ou minoria. Como disse, a bicicleta é de asfalto, mas bem carregada, inclusive puxando um pequeno trailer. Com o trailer, apesar de ótimo pra pedalar, é bem ruim pra manobrar, especialmente nas descidas! Bem, estou disposto a passar esse trechinho dessa forma penosa só pra aproveitar o pernoite por lá e fazer pelo menos a trilha até antiguinhos, mas tlvz até ponta negra. Vai depender do tempo que me sobrar. Nesse dia de viagem, vou sair de Paraty, mesmo, então acho que até a hora do almoço já estarei na Praia do Sono. Almoço, monto minha barraca e saio pra trilha.

 

No dia seguinte já seria o retorno, passando novamente pela trilha. Altimetricamente, parece que esse retorno (que é o sentido q vc sempre fez nessa travessia) é mais fácil que a ida, pq a subida é mais longa e menos íngreme, e depois desce mais íngreme pra vila do oratório. Porém, com a meu equipamento, acho que vai ficar mais difícil descer. Não tenho ideia de qnto tempo vou gastar nessa operação.

 

Pensei tb na possibilidade de um dos barqueiros levar só o meu trailer com os alforjes (ele não é grande, é daqueles de uma roda só), mas entendi que os barcos saem de laranjeiras e eu teria que entrar lá pra fazer essa negociação, e parece que já tem que entrar na tal da kombi... Vc sabe algo sobre isso?

 

Obrigado desde já!

 

 

Nino

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Oi Nino, blz?

 

Tanto aqui qto no blog sempre estou acessando. Talvez demore um pouco para responder, mas pode ter certeza que responderei.

 

Esse trecho da V. Oratório até Praia Sono era uma antiga estrada. Só no finalzinho que vc pegará a trilha, então é bem tranquilo com bike.

As escadas que madeira que aparecem nas fotos são poucas e não atrapalham. Pode ir sossegado.

Já se quiser ir com ela até Antigos e Antiguinhos, desista.

São trechos muito ingremes e não compensa. Vc irá empurrar a bike por muito tempo, principalmente na saida do Sono.

E se for na caminhada é mais rapído ainda e vale a pena. Eu acho que Ponta Negra, Antigos e Antiguinhos são praias até melhores que a do Sono.

 

Qto a levar eqto no barco, creio que dá sim. É questão de acertar com eles. Vc encontra eles na Praia do Sono. Uma bike não é algo tão pesado que prejudique a navegação do barco.

 

Mais dúvidas, é só perguntar.

Boa sorte.

 

 

Abcs

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      R$70 duas diárias no Hostel Kaissara
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      R$20 busão Paraty x Trindade (duas idas e duas voltas)

       
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      No dia em que chegamos tava rolando uma festa junina na ilha, então compramos um vinho e ficamos lá dançando um forrózinho à beira-mar até o fim da noite. No dia seguinte, de manhã, fomos empolgados atrás de um passeio de barco e tivemos a triste notícia: os passeios estavam interrompidos até o mar voltar a ficar calmo. Tivemos que optar pelas trilhas, mas eu tava meio ferido ainda então fizemos só as mais próximas (fizemos a T01, que é o circuito do Abraão, e fomos até a praia do Abraãozinho). Todas as trilhas em ilha grande são enumeradas e as que fizemos eram bem sinalizadas também. A T01 passa pela Praia Preta, pelas ruínas do Lazareto e por um aqueduto. Se você faz nessa ordem, quando você sai do poço e começa a volta tem uma pedra que dá pra tomar um sol e ficar curtindo a vista. Muito foda! A trilha até o Abraãozinho é um pouco mais puxada, a volta foi meio tensa porque a maré ja tava meio alta no horário (~16h30) e tem que passar por umas faixas de areia com pedra, mas vale a pena. À noite tomamos uma caipirinha no bar do Hostel e ficamos conversando por lá mesmo.

       
      No dia seguinte, oitavo dia de viagem, conseguimos fazer o passeio da meia-volta! Foram os R$80 mais bem gastos da viagem. Fomos de flex boat e visitamos a lagoa azul, lagoa verde, umas praias e o saco do céu. Maravilhoso, rola até de nadar com os peixinhos com o macarrão e o óculos de mergulho que a agência oferece. Entretanto, os almoços são muito caros e tivemos que nos saciar com os lanches que havíamos comprado e deixar pra comer direito na vila, mais à noite. A gente tava na onda do crepe, mas todas as creperias estavam fechadas exceto a da rua da praia (que era MUITO cara!), então comemos umas iscas de peixe e um macarrão. No dia seguinte, último dia na ilha, estávamos determinados a caminhar até Lopes Mendes ou Dois Rios, mas o passeio de Ilhas Paradisíacas estava disponível (e de lancha!). Tiramos onda demais e visitamos umas ilhas de Angra que são do caralho! Sem dúvidas o lugar mais bonito que já vi. Os dois passeios duraram o dia inteiro, o da meia volta terminando umas 17hs e o de Ilhas Paradisíacas até umas 18hs. Nesse dia, comemos uns Shawarmas lá na ruazinha principal e arrumamos as malas pra voltar no dia seguinte.
      R$166 as quatro diárias no Biergarten Hostel
      R$77 pra chegar na ilha (17 paraty x angra, 60 angra x ilha grande)
      R$60 álcool nos passeios (de barco e pela vila)
      R$170 os dois passeios (80 meia volta, 90 ilhas paradisiacas)
      R$130 comidas p/ todos os dias (comer em restaurantes na ilha é bem caro, mas se cê procurar consegue achar uns pratos entre R$20 e R$30)
      R$76 pra chegar no Rio (17 ilha grande x angra, 3.50 do cais até a rodoviária, 56 angra x rj)

       
      Dia 10. Rio de Janeiro
      Nosso busão saía às 22h30 do centro do RJ e a barca saía de Ilha Grande rumo à Angra às 10hs (uma por dia), então ficamos um bom tempo de bobeira na Cidade Maravilhosa. Aproveitamos pra comer e tomar uma cervejinha ali na Rua do Ouvidor. Deixamos as mochilas no guarda-volumes da rodoviária, pra não ficar muito incômodo pra dar rolê, mas nem andamos muito porque em Ilha Grande quase todos saímos com algum machucado no corpo... histórias pra se contar hehe
      R$7,00 lanche pra viagem
      R$12,50 guarda-volumes da rodoviária (tínhamos 1 mochila por pessoa e 1 sacola compartilhada com as paradas que compramos)
      R$15 fast food da massa
      R$8 transporte rodoviária - centro, centro - rodoviária
      R$13 cerveja pré-busão

       
      No mais, achei que valeu muito a pena o role! Gastamos um pouco mais que o previsto, por volta de R$1.2k, mas a gente já esperava por não ter muitas informações sobre quanto gastaríamos em Ilha Grande e tudo lá depende muito de como o mar vai estar. Achei o role em Trindade melhor pra quem gosta mais de natureza, então se eu fosse repetir teria ficado mais tempo lá e menos tempo na ilha. Achei IG turístico demais pra mim (juro que cê quase não encontra brasileiros por lá) e por conta disso não consegui me conectar direito com a galera que mora ou trabalha por lá. Já Paraty é linda e boa pra todos os gostos - quem quer curtir praia, quem quer caminhar, quem quer ver passeio histórico. Ponto indispensável. Não é à toa que recebeu título de Patrimônio Mundial da UNESCO. 
       
      Espero que curtam o relato e que ele possa ser útil pra alguém aí!
      Qualquer dúvida, só mandar msgs!


    • Por Diogo Rodrigues
      Fiz um bate e volta em Cunha, no interior de São Paulo.
      Levei quase 4 horas para chegar, e fui direto pra Pedra da Macela, na madrugada mesmo. Fiz a trilha bem rápido, pois não queria chegar lá em cima com o Sol já nascendo. 
      A trilha é fácil, sem obstáculos, somente tem uma subida bem puxada, que faz qualquer um ter dor na panturrilha, mas nada que um tempinho parado não resolva. Dá entre quase 3km de subida!
      Chegando lá em cima, encontrei um lugar lotadíssimo, praticamente sem lugar para assistir o por do sol. Barracas, violões, cachorros passando frio, e pessoas tentando achar um lugar pra tirar uma foto e ver o nascer do Sol.
      Vídeo da viagem:
      A vista de lá é linda, e vale totalmente a subida. Além de que a noite as estrelas são um espetáculo a parte.
      Dá pra ver Angra dos Reis, Paraty, etc.
      Sofri a semana toda com medo do tempo não estar bom, mas estava perfeito para um nascer do Sol.
      Fiquei até 7:20 e desci. 
      Fui tomar um café na cidade, e parti pra Cachoeira do Pimenta. A estrada é tranquila, e o carro chega até a cachoeira, que por sinal é linda! tem 3 quedas, e fazendo uma pequeno trilha de 1 minuto, você chega na mais bonita delas.
      Estava bem vazia, e deu pra aproveitar bem.
      Voltei pra cidade, almocei, e fui para o Lavandário de Cunha, uma plantação de Lavanda, Alecrim e outras coisas. Entrada: 10 reais por pessoa.
      A vista de lá é linda! O céu estava muito azul, e fiquei dando uma volta por lá, vendo as abelhas, as plantinhas, e pensando que moraria fácil num lugar como aquele.
      É um pouco corrido e cansativo, mas vale a pena fazer as 3 atrações no mesmo dia!
       
       









    • Por Vgn Vagner
      “Minha cabeça estava a mil, ou melhor, a milhão; com o coração partido e uma angustia dominante. Preocupação e sofrimento, choros e abatimento emocional faziam parte de uma fase ruim que me fez desanimar por completo depois do ocorrido misterioso. Eu não tinha o menor pique para fazer qualquer atividade na área que tanto me fascina: trilhas. Mas, ciente de que nas trilhas estava minha injeção de ânimo, minha motivação, minha retomada, me propus a derrotar os meus demônios e vencer essa batalha. Fui na busca de alimentar minha alma com as energias da natureza.”
       
       
      O Destino
       
      A princípio seria algo simples, um bate/volta dominical à 80 km de São Paulo rumo às Gerais, ver o pôr do sol e jogar conversa fora com os amigos, me distrair. Mas aquilo que duraria algumas horas, logo ganhou a soma de um pernoite. Tudo por que pude visualizar uma foto fantástica de um Pico que eu ainda não conhecia na Serra da Bocaina, porém, em sentido totalmente contrário (RJ), e bem mais distante, 225 km de Sampa. Mas a distância não era problema. Com a foto em mãos, os “caras” nem pensaram duas vezes...
      #PartiuCunha-SP, acampar na Pedra da Macela e se energizar com a beleza daquele lugar, vista a 1.840 metros de altitude.
       

       
      Relato
       
      O combinado foi nos encontrarmos ao meio dia na estação do Metrô Itaquera, e assim foi feito. Coloquei o “Fiesta Guerreiro” na direção da Rodovia Ayrton Senna, SP-070, e seguimos nela por algumas horas, até que ela se encontrasse com a Dutra, onde rodamos mais alguns-vários quilômetros e pagando pedágios até Guaratinguetá, onde pegamos a deserta Rod. SP-171, que através da sequência de vários sobe/desce, leva à micro cidade de área rural, Cunha. Onde aproveitamos para procurar um lugar pra almoçar.
      Bem no centro da cidade, há um mirante que leva seu olhar a vagar sobre a região montanhosa e verdejante. Local ideal para uma sessãozinha de fotos, passear de mãos dados com a namorada e contemplar a beleza. Existe também uma igreja muito bonita na praça central, onde se vê vários senhores, veteranos, papeando e fumando seus cigarros de fumo de corda e vendo a vida passar. Restaurante é o que não falta por lá, e depois de comer avontê por $15, seguimos novamente pela SP-171 até o km 66.
       
      Muita gente indica em seus relatos, que a entrada que leva até a Pedra da Macela está no km 65 (o que não é verdade). Rodamos toda sua extensão a procura da tal entrada, e pouco depois de perguntar para uma senhorinha local, no início do 66, vimos a estrada de terra que vai em direção à Cervejaria Wolkenburg, e ali, onde a estradinha de bifurca, pegamos a direita e chegamos rapidinho na área onde se deixa os carros.
      Ajeitamos nossas cargueiras e seguimos obrigatoriamente pela continuação da estrada, que pós portão se torna uma subidinha exigente e cansativa, dá até pra deixar a língua de fora kkk. São 2,3 km de subida, num desnível de 300 metros até o topo. Não tem como se perder, é uma estrada sem bifurcações, nem estreitamentos. Ela segue sempre bem aberta com algumas picadas à direita de quem sobe, e essas curtas picadas levam à mirantes que já permitem um pouco da visão litorânea.
      Nossa expectativa era conseguir chegar a tempo de ver o sol se pôr, mas como tivemos paradas para comer e uma perca de tempo à procura de leite (rsrs)... O sol não espera. Chegamos ao topo com apenas a tonalidade alaranjada colorindo céu de forma sem igual, e precedendo o crepúsculo. Formidável.
       
       
       
      Pouco depois, já no ponto mais alto, a cena que se abriu à nossos olhos foi de tirar o fôlego. Toda imensidão da Baía de Angra dos Reis à nossa frente sendo abraçada pelos paredões da Serra do Mar, ao fundo, planando na linha do horizonte, a Ilha Grande, e mais à direita, a cidade de Paraty acendendo suas luzes aos milhares para receber a noite. Tudo muito lindo!!
       
      Com a chegada da noite, veio o frio arrastado por um vento fooorte que parecia querer rasgar a pele. As barracas já foram montadas em pontos estratégicos entre as rochas e árvores que serviram de proteção contra a friaca que o vento traria na madruga. Na hora em que fui colocar meu isolante térmico dentro da barraca... Cadê ele ?
      Resposta interna imediata: PUUUTZ, FICOU LÁ NO CARRO!!!
       
      Essa afirmação soou como canção para os ouvidos do Valério, que automaticamente já disse: a gente desce lá pra buscar (ele gosta de andar), hehe. O Edu e o Léo preferiram ficar lá encima mesmo, enquanto iríamos fazer “o resgate do esquecido.”
      Como estávamos sem mochilas, foi uma descida rápida e tranquila. A não ser pelos morcegos que davam seus rasantes em nossa direção, o ponto de acertarem nossas cabeças numa colisão frontal. Mas, como a gente manja dos Paranauê, as esquivas foram suficientes rs.
      Logo mais a frente, na metade da caminhada, nosso facho de luz refletiu em um par de olhos à beira da estrada, próximo ao chão.
       
      - o que será ?
      - não sei. Vamos avançando.
       
      Quando chegamos perto, tive a certeza: é uma cobra, e das grandes, enrolada, pronta pra dar o bote. Ficamos um tempo ensaiando de passar, ou na espera de que “ela" fosse embora com a nossa presença,” mas não foi.
       
      - e agora, Vagner ?
      - Ah, vamos ter que passar. Vai na frente, que eu fico iluminando ela.
       
      De repente... o bicho dá um salto, bate as asas e voa, kkkkkkkkkkk ERA UM PASSARINHO!!! Seus abestadôôô . E nós dois morrendo de medo kkkk.
       
      Depois dessa comédia, chegamos rápido ao carro, pegamos o isolante e voltamos. No caminho de volta encontramos com um quarteto indo embora, eles estavam fotografando no topo quando chegamos, e agora deixavam o pico só pra nós hehe. Encontramos em seguida, o guardinha que fica cuidando do perímetro das torres de transmissão durante a noite para evitar invasores. Detalhes a parte, voltamos ao encontro dos camaradas que estavam a registrando a beleza noturna.
       
      Agora sim! todos acomodados, era hora de começar a brincadeira. O céu, que a partir daquele momento se mostrava num tom negro intenso, oferecendo estrelas, constelações e cometas rasgando o céu, estava propício pra uma longa sessão. O bate papo ia longe entre as tremidas e os queixos que se batiam, risada era o que não faltava, e pra completar, o Edu portava um “Estúdio Móvel” na mochila. Minuciosamente ele sacou os equipos, armou o tripé na direção em que podíamos registrar as melhores fotos daquela noite, e da forma mais criativa que tínhamos no momento, inventando rs. As nuvens se dissiparam e permitiram uma exposição noturna maravilhosa, com zilhões de estrelas formando nosso teto (um prato cheio para Astrônomos). O Cruzeiro e As Três Marias eram fácil de identificar, outras constelações que nem imagino o nome, compunham aquela beleza impar, que em horas depois, com o tempo mais aberto ainda, nos permitiu assistir o rastro da Via Láctea seguindo à nordeste. FANTÁSTICO!!!
       
      “lembro de quando, por duas vezes, vi estrelas cadentes cortarem o céu, e naquela fantasia utópica que trazemos da infância, eu fiz meu pedido: Que “Ele” seja encontrado logo, para por fim em todo mistério todo.”
       
       
       

       
      Outra certeza naquela noite, seria o frio da madrugada. Mesmo estando na barraca, com isolante térmico, saco de dormir, meias, calças, blusa fleece, touca e infinidades, eu passei frio. Tinha hora que dava pra perceber a temperatura despencar do nada, oscilava muito, e era aí que vinha a friaca que não me deixava dormir. Um adjetivo pra me manter acordado era o ronco do meu companheiro de barraca (eu mereço kkk). Dava pra ouvir “os caras” lá na outra barraca dando risada disso rs.
      A noite até que não demorou muito a passar, acredito que às 4h da madruga eu consegui pegar no sono. Mas para minha infelicidade, às 04:40 a.m. chega um grupo gritando e fazendo arruaça por terem alcançado o pico antes do sol nascer. Daí pra frente, quem dorme? Ainda ficamos um tempo “dentro de casa” pra manter o corpo quente. Cinco e quarenta começamos a sair, e mais pessoas iam chegando, o frio diminuindo e a claridade se apresentando na linha do horizonte.
       
      O espetáculo começou, mas, por trás das poucas nuvens que pairavam além das montanhas. O que não permitiu que ele se mostrasse como esperávamos: singular e soberano, uma esfera de fogo e sem ornamentos a emergir de seu descanso. Mas não foi possível. Quando ele se mostrou por completo, toda escuridão do céu já havia sumido, e o presente que nos foi dado, também, foi um show do qual adoramos ver. Reverências ao sol, sempre.
       
       
      Tempos depois, os que chegaram para ver o sol iluminar o dia, partiam. Outros demoraram mais um pouco, até que restassem só nós quatro novamente. Começamos a recolher acampamento, tira a “foto saideira” e seguir nosso rumo. A intenção era chegar cedo em Sampa, pois era o dia do níver da mãe do Léo, e ele não queria estar ausente a essa data tão importante S2. Mas antes de partirmos, se aproximava um “guardinha de coturno,” com sua calça preta, boné e livro negro na mão. Pensei: pronto! vai embaçar!
       
      Chegou quieto, sem falar nada, e com a pose de autoridade só olhava a gente tirar nossa última foto.
       
      Virei, olhei e disse:
      - bom dia! Você é guardinha ?
      - não! sou controlador de acesso - respondeu.
      - Aahhh...
      - preciso que vocês assinem o livro.
      - por quê ? tem algum problema ?
      - é por quê vocês acamparam aqui, e temos esse controle. Mas não tem problema nenhum.
      - Atah, menos mal.
       
      Enquanto assinávamos o tal livro, puxamos papo com ele, que foi super atencioso e cordial com as infos dos picos da região. Bem diferente da postura aparente que trouxe na primeira impressão. Depois de terminar a conversa, partimos em direção ao início da trilha, deixando para trás uma história prazerosa, construída em algumas horas de permanência em um Pico de um visual incrível.
      Ainda encontramos pelo caminho muitas pessoas subindo e perguntando detalhes de como estava a vista lá de cima, quanto tempo ainda restava, se estava longe e etc... O pior foi perceber que teve dois deles que estavam subindo sem nada em mãos, nenhuma garrafinha dágua. Com o sol que estava fazendo, era certeza de que iriam sofrer com a sede, pois no caminho não há pontos para pegar água.
      Bom... cada qual sabe onde pisa (eu acho). E eu pisei no acelerador às 10:30h em direção a capital. Saí de lá com novos ares, renovado. A maravilha natural e a presença/diversão com os amigos foi essencial para minha reconstrução emocional.
       
      “Tô de volta no jogo!! hehe”. Foi essa expressão que eu carregava internamente, depois de viver o que vivi naquele final de semana abençoado (23 e 24/05/2015).

      -fim-
       
       
      DETALHES:
       
      Onde: Cunha-SP
      Dificuldade de navegação: zero
      Percurso: 2,5 km ida + 2,5 km volta
      Terreno: só subida (desnível de 300 mts)
      Altitude: 1.840 metros
      Pontos de água: apenas no início da trilha (leve o suficiente)
      Vista: panorâmica (Cadeia de montanhas da Serra do Mar, Baía de Angra dos Reis, Paraty e Ubatuba, e ao fundo: Ilha Grande)
      Estrutura: Não há. Traga todo lixo que produzir
    • Por Evelyn Atanasio
      Olá, 
      É possível conhecer as cachoeiras e alambiques de carro ou o trajeto é ruim podendo ser feito apenas no passeio de 4x4 ?
      Também estou com dúvidas em relação a Trindade, quero passar um dia na vila e queria saber se as trilhas são bem dermacadas e de fácil acesso ?


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