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Primeira vez na Europa - Itália e França - Jul/Ago de 2012


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Olá blogueiros,

Decidi escrever esse relato a fim de contribuir com o Blog e, principalmente, ajudar àqueles que pretendem ir à Europa pela primeira vez. Tudo o que li aqui me ajudou muito em minha viagem e penso que relatar é o mínimo que posso fazer para retribuir a ajuda. Nossa viagem não foi lá muito ao estilo mochilão: Levamos malas de rodinhas (risos), ficamos em hotéis, comemos em restaurantes em praticamente em todas as refeições, etc...

Depois de algum tempo namorando relatos e imagens, decidimos: Vamos pra Europa em julho! Os viajantes? Bruno e Felipe (amigos de longa data e colegas de trabalho). Oficialmente, nossa decisão de viajar foi tomada em março/2012, ou seja, cerca de 5 meses para planejar tudo e ir.

Bom, o primeiro passo seria definir os países/cidades que visitaríamos. Eu desejava ir a Portugal, França e Itália. Felipe desejava principalmente França e Itália, Portugal pra ele seria secundário nessa primeira viagem. Pensamos bastante e decidimos por deixar Portugal para uma próxima oportunidade pois teríamos apenas 15 dias e não dava pra incluir muitos lugares.

Fechamos assim:

Roma: 5 dias

Florença: 2 dias

Veneza: 2 dias

Paris: 6 dias

 

OBS.

1. Um dos dias em Roma, seria para fazer um bate e volta a Nápoles e Pompéia (durante a viagem decidimos não fazer).

2. Tiramos uma tarde de Florença para ir à Pisa, ao menos pra conhecer a famosa Torre inclinada.

3. No percurso entre Veneza e Paris, optamos por uma paradinha rápida em Milão, pra conhecer o Duomo.

 

PASSAGEM AÉREA

Com o pré-roteiro definido, passamos a pesquisar a passagem aérea. Pesquisamos bastante pela internet e em agências de viagem e o que encontramos com o melhor custo-benefício foi pelo site da KLM (http://www.klm.com). Compramos pela KLM, mas os voos eram operados pela Alitália (ida: Rio – Roma) e Air France (volta: Paris – Rio). A passagem saiu por R$ 2.580,00 para cada um de nós.

 

TRECHOS INTERNOS

Optamos por fazer todo o percurso interno de trem e compramos as passagens pelo site da Trenitália (http://www.trenitalia.com). Conseguimos tarifas interessantes:

Roma – Nápoles: 9,00 euros

Nápoles – Florença: 9,00 euros

Florença – Veneza: 18,00 euros

Veneza – Milão: 9,00 euros

 

Para ir de Milão a Paris, optamos pelo Trem Noturno a fim de economizar uma noite de hotel e também para conhecer o tal trem (pra quem não sabe o que é, trata-se de um trem que possui compartimentos para 4 ou 6 pessoas, com beliches. Passa-se a noite toda viajando). Essa passagem nós compramos pelo site Rail Europe (http://www.raileurope.com.br) e saiu por R$ 450,00 para nós dois.

 

OBS. As tarifas da Trenitália costumam ser melhores que as do Rail Europe, porém é sempre bom lembrar: A cada compra com cartão de crédito no site Trenitália, paga-se imposto de 6,38 % sobre o valor, pois a compra é feita em Euro. Já no Rail Europe paga-se em Reais e não tem essa taxa, mas tem a taxa do próprio site (taxa de entrega).

Ao comprar pelo Rail Europe, a passagem é entregue em casa. Na Trenitália basta imprimir o e-ticket e levar. É simples!!

 

HOSPEDAGEM

Pesquisamos alguns albergues e hotéis. Usamos muito o Booking (http://www.booking.com) para pesquisar. O hotel Leonardo da Vinci (Florença) escolhi com base em um relato que li aqui no Blog. Ouvi também a opinião de alguns amigos que já haviam viajado para as mesmas cidades.

 

Escolhemos os seguintes hotéis:

-Roma: Hotel King (http://www.hotelkingroma.com) – Valor total 4 diarias: R$ 880,00

Fomos muito bem atendidos no hotel. Café da manhã básico, porém muito gostoso. Excelente Localização.

 

-Florença: Hotel Leonardo da Vinci (http://www.leonardodavincihotel.net) – Valor total 2 diárias: R$ 420,00

Hotel muito bom. Tudo novinho, moderno. Café muito bom. Próximo da Estação Ferroviária S.M.N. (Principal estação de Florença)

 

-Veneza: Hotel Bologna (http://www.hotelbologna.com) – Valor total 2 diárias: R$ 520,00

O hotel fica exatamente em frente à saída da estação ferroviária Venezia Mestre. Hotel excelente, café excelente (O melhor hotel que ficamos na Europa).

 

-Paris: Best Western Quartier Latin (http://www.bestwestern-quartier-latin.com) – Valor total 6 diárias: R$ 1360,00

O hotel atendeu às nossas expectativas. Fomos muito bem atendidos. Dois funcionários falam um pouco de português. O café da manhã era pago a parte (caro!), não compramos.

 

OBS.

1. Somos fumantes, então tivemos cuidado em selecionar hotéis em que pudéssemos fumar em nosso quarto. Esse “detalhe” exigiu muita paciência e muita troca de e-mails com os hotéis. Obviamente, recebemos muitos NÃOS, até achar aqueles que pudessem nos atender plenamente.

2. Preferimos pagar as diárias dos hotéis antecipadamente. Fizemos isso pra ficar livre de uma vez desse compromisso. (Sou virginiano e ansioso, sempre quero resolver logo as pendências... se isso é qualidade ou defeito? Não sei. Têm horas que isso me faz um bem danado, tem horas que me deixa puto comigo mesmo).

 

SEGURO VIAGEM

Fizemos o seguro do HSBC, através da Mondial Assistance (http://www.mondialtravel.com.br). Saiu por R$ 150,00 cada um.

 

Começamos então a planejar nosso dia a dia lá. Os locais que iríamos visitar, como ir, que dia ir, quanto pagar, etc.

Algumas entradas e tickets foram compradas antecipadamente (Isso é muito importante para evitar filas). A medida em que eu for escrevendo o dia a dia da viagem, coloco esses detalhes.

 

Com tudo planejado, faltavam apenas três coisas: Fazer câmbio, arrumar as malas e... viajar!

 

CÂMBIO

Decidimos levar 1.500 euros cada um (100 euros por dia). Depois de ler inúmeros relatos aqui, sabíamos que era um valor pra lá de suficiente, ainda mais estando com os hotéis pagos e vários outros tickets e passes pagos.

Compramos os euros na Casa Aliança, no centro do Rio (http://www.casaalianca.com.br). Compramos a R$ 2,61 - a melhor cotação que encontramos. Cada um de nós levou 1.500,00 euros, sendo 800 em espécie e 600 em VTM. Tínhamos pensado em levar mais no VTM que em espécie, porem vimos várias pessoas reclamando do VTM e decidimos levar a maior parte da grana em espécie, mesmo sabendo dos riscos. Se fosse hoje levaria 2/3 da grana em VTM, não tive problema algum com o cartão.

 

IDIOMA

Meu inglês é básico: Sei contar até dez, as cores e os dias da semana (risos) e Felipe arranha um pouco (durante a viagem descobrimos que ele fala e entende bem melhor do que achávamos).

Isso gerou certa insegurança, porém durante a viagem percebemos que realmente é possível viajar sem falar fluentemente outro idioma. Algumas vezes Felipe se comunicou em inglês, outras vezes usamos aquele italiano macarrônico de “Passione”, ou até mesmo espanhol e Portunhol... No final tudo deu certo e foi até engraçado.

 

Enfim... chegou o dia!!

Agora vou contar sobre duas coisas que estavam me matando de ansiedade:

 

1. O vôo

O voo?? Sim, o vôo. Eu tenho muito MEDO de viajar de avião. Aliás, eu passei a ter medo de avião. Já viajei várias vezes em vôos domésticos e nunca tive medo, mas em 2010 peguei uma hiper-mega-ultra turbulência em um vôo Manaus – São Paulo e fiquei com pânico. Tinha jurado pra mim mesmo que nunca mais voaria. Esse medo me fez protelar ao máximo essa ida para a Europa, que na verdade deveria ter acontecido em 2011.

Mas mesmo com muito medo, resolvi enfrentar e voar. Antes de entrar no avião, tomei meio comprimido de rivotril pra ficar mais tranquilo, porém o remédio demorou a fazer efeito. Fiquei as 4 primeiras horas do vôo acordado, tenso e suando frio, mal consegui comer. Depois de um longo tempo assim, adormeci e acordei faltando 1 hora para pousar em Roma. Eu já estava bem mais tranquilo devido ao efeito Rivotril.

Pousamos tranquilamente em Roma! Aliás, adorei a empresa Alitália: Vôo tranquilo e um bom atendimento de bordo.

 

2. A imigração

Só quem já passou por ela sabe como é bom ver seu passaporte carimbado. Confesso que estava com muito medo da imigração. Só pra dar uma ideia, levei comigo uma pasta com 1 milhão de papéis: passagens aéreas, tickets de trem, reserva de hotéis, comprovantes de pagamento, comprovantes bancários, de vinculo empregatício, copia de documentos do meu carro, casa, conta de celular, faturas dos cartões de crédito, e vários outros que comprovassem que eu não tinha a menor intenção de ficar de vez na Europa.

Felipe foi primeiro ao agente de imigração e perguntou se poderíamos ir os dois juntos. O agente respondeu que sim. Apresentamos os passaportes e ficamos preparados para apresentar os demais papéis, porém ele apenas perguntou que dia iríamos embora e que cidades vistaríamos. Sorriu e carimbou os passaportes. Ufa, que alívio!

 

Deu tudo certo: o avião não caiu (risos) e a imigração não me barrou. Estou na Itália, uooooba!

Pegamos nossas malas e saímos do Aeroporto. Fomos então pegar o ônibus que nos deixaria na estação Roma Termini e, de lá pegaríamos o metrô até a estação Barberini. Da estação Barberini ao Hotel King, dá no máximo uns 100 metros. Pertinho mesmo. Chegamos ao Hotel

 

1º dia – ROMA

Chegamos ao hotel por volta de umas 09 horas e o check in seria ao meio-dia, porém como já tinham quartos disponíveis, o recepcionista fez nosso check in antecipado e fomos para o quarto. Tomamos banho, organizamos nossos pertences e saímos.

Estávamos com fome e decidimos almoçar em um restaurantezinho simpático próximo ao hotel. Pagamos cerca de 15 euros e comemos uma Tortelli deliciosa com coca-cola.

Fomos a pé à Fontana de Trevi, que fica perto do hotel. De lá fomos à Igreja de Santo Inácio de Loyola, Pantheon (estava insuportavelmente cheio), Piazza Navona, Campo de Fiori e fomos até o bairro Trastevere. No retorno, fomos à Piazza Argentina e Chiesa del Gesu

Caminhamos bastante, sem pressa e sem compromisso. No final da tarde (umas 18 horas) retornamos ao hotel para tomar um banho, pois fazia bastante calor e estávamos suados. Neste primeiro dia, andamos bastante a pé e não usamos o metrô.

Quando chegamos ao hotel, nos entregaram uma notificação de que a mãe do Felipe havia ligado. Na notificação estava escrito: “Ana ligou”. Morremos de rir imaginando como a mãe dele deve ter tentado se comunicar com o hotel ao telefone. Ela não fala inglês, muito menos italiano e até onde sabíamos, no hotel ninguém fala português. Deve ter sido muito engraçado o diálogo..rs

Saímos do hotel para caminhar mais um pouco e jantar. Fomos novamente às imediações do Pantheon e jantamos por lá. Comemos uma pizza (Não têm como ir à Itália e não ficar ansioso pra experimentar uma pizza verdadeiramente italiana!). Pagamos cerca de 20 euros, no total.

Em Roma, no verão, anoitece lá pelas 20:30. Voltamos à Fontana de Trevi para vê-la a noite, é de arrepiar de tão bonita. Ficamos ali sentados até umas 22 horas e depois retornamos ao hotel.

Deitei na cama e desmaiei de tão cansado.

 

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2º dia – ROMA

O dia amanheceu chuvoso, mas uma chuvinha fina e fraca. Tomamos café no hotel e pegamos o metrô em direção à Basílica de Latrão. Usamos pela primeira vez o ROMA PASS que havíamos comprado ainda no Brasil.

 

OBS. O Roma Pass é um passe que lhe dá direito a usar o metrô, entrar em duas atrações gratuitamente e ter desconto nas demais (Compramos no site http://www.romapass.it). No ato da compra, escolhe-se o local e a data em que se deseja retirar o Bilhete. Escolhemos pegar no aeroporto Fiumicino, no dia de nossa chegada.

Comprar o Roma Pass foi a melhor coisa que fizemos. Além de poder usar o metrô à vontade, o mais importante é o tempo que você economiza não tendo que enfrentar filas e elas são quilométricas nessa época do ano.

 

Visitamos a Basílica de Latrão, depois fomos à igreja de São Clemente. Caminhamos até o Parco del Colle Oppio e depois fomos à Basílica de Santa Maria Maior.

Pegamos o metrô novamente, fomos até a Piazza Del Popolo e almoçamos lá. Comemos uma lasanha MARAVILHOSA, pagamos cerca de 18 euros, no total. No decorrer do dia, a chuva parou e o céu abriu.

 

OBS. Roma tem apenas duas linhas de metrô (A e B), é muito fácil utilizar e se localizar.

 

Da Piazza Del Popolo, subimos para a Villa Borghese e ficamos passeando por lá. Em seguida, descemos a pé pela Via Veneto e saímos próximo ao hotel, na Piazza Barberini. Tomamos ali nosso primeiro sorvete na Itália.

Fomos tomar um banho e descansar uns minutinhos.

À noite, fomos caminhando até a Fontana de Trevi e jantamos ali perto. Pizza de novo!! Não lembro o valor exato, mas acho que deu uns 20 euros no total. Ficamos conversando e observando o lugar.

Retornamos ao hotel.

Banho e cama!

 

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(Nos próximos dias continuo a relatar o dia a dia de nossa viagem!)

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Olá, Bruno. Adorei as informações. Não demore a relatar o dia a dia. Já fiquei ansiosa por ler o restante do seu relato...Detalhe..sou virginiana..rsrsrs..Pretendo ir em julho/2013 para Itália e França e acho que seu relato poderá me ajudar bastante. Abraços e boas viagens.

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Olá, Bruno. Adorei as informações. Não demore a relatar o dia a dia. Já fiquei ansiosa por ler o restante do seu relato...Detalhe..sou virginiana..rsrsrs..Pretendo ir em julho/2013 para Itália e França e acho que seu relato poderá me ajudar bastante. Abraços e boas viagens.

 

Marthinha, qualquer dúvida que tiver pode perguntar, ok? Sempre esquecemos de postar alguma coisa e outras, às vezes, não ficam muito claras. Um abraço

 

Acompanhando.

 

Abraços.

 

valeu Marcos!

 

 

Aguardando os próximos capitulos ! rsrs ::otemo::

 

valeu!!

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Continuando...

 

3º dia – ROMA

Reservamos esse dia para visitarmos o Vaticano. Mais uma vez o dia amanheceu chuvoso, mas logo a chuva parou e o sol saiu.

Acordamos por volta de umas 07 horas, tomamos café e saímos do hotel. Pegamos o metrô e saltamos próximo ao Vaticano e levamos um susto quando vimos a fila para entrar nos Museus (devia ter uns 2 Km de fila).

A nossa sorte foi que compramos os tickets para a visita aos Museus e Capela Sistina ainda no Brasil, através do site oficial de venda (http://biglietteriamusei.vatican.va/musei/tickets/do?action=booking). Pagamos 19 euros cada um. A fila para quem comprou o ticket antecipado era mínima, praticamente não existia... entramos direto!!! Nossa visita estava agendada para 09 horas, chegamos lá umas 08:45 e logo entramos.

 

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A visita termina na Capela Sistina. Ela é simplesmente linda! Já li alguns relatos de pessoas que se decepcionaram ao vê-la, mas comigo isso não aconteceu... Ela correspondeu exatamente àquilo que eu imaginava. Fiquei muito emocionado em estar lá e, por ser católico, tudo o que vi e vivi no Vaticano tenham uma representação maior que um simples passeio turístico. É proibido tirar fotos, mas tiramos algumas em off... Não ficaram muito boas, pois não usamos flash e não dava pra ficar preparando a câmera. Era mirar e disparar...rs.

 

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Saímos da Capela Sistina e fomos procurar um local para almoçar. Já era quase meio dia e estávamos mortos de fome. Almoçamos um Spaghetti a carbonara + coca-cola por 20 euros no total.

Fomos, então, visitar a Praça de São Pedro. Ficamos passeando por lá, tiramos algumas fotos e depois sentamos na lateral da praça pra ficar observando e curtindo aquele momento. A fila para entrar na Basílica de São Pedro era gigantesca, vinha até o começo da praça. Confesso que se eu tivesse que enfrentá-la, talvez deixaria Roma sem conhecer a Basílica.

 

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Como somos pessoas de sorte (risos), nós tínhamos uma visita já agendada para às 14:30 às escavações e sabíamos que ao final dessa visita sairíamos dentro da Basílica sem enfrentar fila alguma. Não é ótimo??

Reservamos a visita às escavações cerca de 3 meses antes de viagem, e tem que ser assim, se não é arriscado não conseguir vaga. Funciona da seguinte forma: Envia-se um e-mail ([email protected] e [email protected]) já informando número de pessoas, nomes de cada um, idiomas de interesse e o período em que estará em Roma. Nós solicitamos a visita em português e colocamos espanhol como segunda opção. Eles respondem o e-mail lhe dando uma data e horário e confirmando a disponibilidade do idioma solicitado. Por e-mail você retorna com os dados do cartão de crédito e, após a confirmação do pagamento (12 euros por pessoa) você recebe o recibo para apresentar na entrada.

 

OBS. Para quem deseja saber o passo a passo para reservar essa visita, sugiro o seguinte link: http://www.viajenaviagem.com/2010/06/tour-secreto-do-vaticano-o-peesse-fez/

 

Às 14:15 fomos nos apresentar para a visita. Passamos pelo controle de segurança, apresentamos nossa reserva para o agente da Guarda Suíça e entramos. No total, 10 pessoas fizeram a visita naquele horário/idioma. Todos eram brasileiros. O guia do passeio foi um padre de Curitiba, que mora no Vaticano. Conhecemos a Necrópole, a cripta e saímos dentro da Basílica de São Pedro. Ela é grandiosa, linda... Sem dúvida a mais bonita de Roma. Aproveitamos e subimos à cúpula da Basílica, fomos de elevador e depois, centenas de degraus. Vale a pena subir lá, a vista é maravilhosa.

 

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Saímos da Basílica, passamos novamente pela Praça de São Pedro e fomos ao Castelo de Santo Ângelo. Não entramos no castelo, pois já tinha terminado o horário de visitação. Tomamos um sorvete ali pertinho e ficamos passeando sem compromisso.

 

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Pegamos o metrô e voltamos ao hotel para tomar um banho e descansar um pouquinho. E seguida, seguimos novamente de metrô e fomos ao Coliseu para vê-lo iluminado e tirar fotos noturnas.

 

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Ficamos por ali algum tempo e depois retornamos à Piazza Barberini, onde jantamos (canelone se não me engano).

Caminhamos até o hotel, banho e cama.

 

 

4º dia – ROMA

Acordamos por volta de 07 horas, tomamos café e pegamos o metrô. Saltamos próximo ao Coliseu e fomos visitá-lo. Mais uma vez o ROMA PASS fez um milagre em nossa vida: Não precisamos enfrentar a fila que, pra variar, era gigante. Me senti “O CARA” entrando direto enquanto aquela multidão fritava sob um sol de quase 40 graus, na fila.

Do Coliseu fomos ao Palatino e Fórum Romano (novamente sem enfrentar filas) e andamos bastante lá dentro. Tava muito calor! Quando saímos já era pra lá de meio dia. Passamos pelo Circo Máximo e fomos ver a Bocca de la Verità. Almoçamos ali perto e continuamos nossa caminhada até o Museu Capitolino.

Sentamos na praça e ficamos ali por algum tempo, depois visitamos o interior do museu. Quando saímos, fomos à Igreja de Santa Maria Aracoeli, que é linda, e ao monumento à Vittorio Emanuele. Pagamos 7 euros cada um para subir no alto do monumento (de elevador panorâmico). A vista que se tem lá de cima é muito bonita.

 

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Pegamos o metrô e retornamos ao hotel. Descansamos um pouco e saímos para fazer um tour noturno. Fomos à Praça da República, que é muito bonita iluminada. De lá fomos novamente ao monumento Vittorio Emanuele, Pantheon, Piazza Navona, Castelo de Santo Ângelo, Praça de São Pedro e, por último à Fontana de Trevi que é bem pertinho.

Sinceramente, ficar ali na Fontana de Trevi, sentado e observando o lugar, é muito gostoso e transmite uma certa tranquilidade, paz de espírito. Vale a pena ir todos os dias...

No retorno para o hotel, paramos um pouco na Piazza Barberini, comemos uma pizza e fomos dormir.

 

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OBS. No dia seguinte, deveríamos sair cedo do hotel e pegar o trem para Nápoles/Pompéia às 07:30 e de lá iríamos direto para Florença a noite, porém decidimos não ir e ficar mais uma manhã em Roma e de Roma ir direto para Florença. Compramos uma nova passagem de trem, que saiu por 29 euros cada.

 

 

5º DIA – ROMA E FLORENÇA

Acordamos um pouco mais tarde nesse dia (umas 08:30), tomamos café no hotel e fomos caminhando até a Piazza di Spagna. Ficamos ali algum tempo e depois fomos passear nos arredores sem compromisso.

Retornamos ao hotel, fizemos o Check out e guardamos as malas para irmos almoçar. Após o almoço, pegamos as malas e fomos de metrô até a estação Roma Termini, onde pegamos o trem para Florença. A viagem foi muito rápida e confortável.

Chegamos em Florença por volta das 15 horas. Da estação, caminhamos até o hotel Leonardo da Vinci que fica a uns 200 metros. Fizemos check in, tomamos um banho e organizamos nossas coisas.

Saímos do hotel e fomos visitar a Piazza Michelangelo, de onde se tem uma vista panorâmica de Florença. Pegamos ônibus número 12 ao lado da estação Santa Maria Novella (2 euros, válido por 90 minutos) e descemos na Piazza Michelangelo, Tiramos algumas fotos e ficamos observando a vista. Aproveitei para comprar umas camisetas e lembrancinhas. O rapaz que me atendeu foi muito simpático e quando eu disse que era brasileiro ele falou que seu irmão estava no Rio de Janeiro em Lua de mel. Comemos um panini + coca-cola por 8 euros e pegamos o ônibus novamente (o bilhete de 90 minutos ainda estava valendo).

 

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Saltamos do ônibus e ficamos passeando sem compromisso até a noite. Florença é uma cidade onde é muito gostoso passear com calma, sem pressa. O tempo lá parece passar mais devagar que em outros lugares... é muito legal.

Visitamos algumas lojas, tomamos sorvete, e fomos ver o pôr do sol na ponte Vecchio. Esse momento foi, sem dúvida, um dos mais lindos em Florença.

 

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Passeamos mais um pouco e paramos para jantar.

Retornamos ao hotel lá pelas 22 horas. Banho e cama!

 

continua...

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6º DIA – FLORENÇA

Acordamos bem cedinho e tomamos o café da manhã no hotel, que por sinal era mais atraente que o do hotel de Roma.

Tínhamos planejado utilizar o período matinal para passear pela cidade, conhecer as ruas, praças, igrejas e, a tarde, visitaríamos as galerias. Assim fizemos.

Fomos caminhando até a Piazza Santa Maria Novella, visitamos a Igreja e de lá fomos à Igreja de São Lorenzo. Em seguida fomos ao Duomo, pra conhecer a Catedral de Santa Maria Del Fiore e o batistério. Fiquei um pouco decepcionado com a conservação da fachada da catedral. Está precisando de reforma urgente... Mas fiquei aliviado ao ver uns andaimes lá, parece que estão reformando! Visitamos o interior da Catedral e depois ficamos um tempo lá fora observando um grupo de Hare Krishnas que cantava, dançava e vendia (tentava vender) uns CDs. Tiramos algumas fotos e continuamos nosso passeio. Visitamos a Badia, a Piazza Signoria e o Palácio Vecchio.

 

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Paramos para almoçar em uma ruela tranquila, depois sentamos em frente ao palácio Vecchio e ficamos ali algum tempo. Logo em seguida, fomos vistar a Galleria Uffizi. Ainda no Brasil, tínhamos reservado os tickets para o horário das 13:30 h e custou 30 euros para nós dois. (http://www.firenzemusei.it/). A Galleria Uffizi é ponto obrigatório para entender um pouco mais sobre o renascimento.

Após a visita, fomos caminhando até a Accademia, pois também tínhamos reservado os tickets antecipadamente (http://www.firenzemusei.it/). Nosso horário lá era 16:30 h. Os tickets para a Accademia também custaram 30 euros para nós dois.

Na Accademia está o famoso Davi de Michelangelo. É proibido tirar fotos, mas tiramos algumas em off. Os funcionários ficam o tempo todo gritando: “No photo!”.

 

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OBS. Ao comprar os tickets on line, você escolhe a data e horário da visita e não precisa enfrentar a fila, que não é pequena.

Uma dica: Se for visitar a Uffizi e a Accademia no mesmo dia, coloque pelo menos 3 horas de distância entre o horário de uma e outra, para não ficar muito corrido.

 

Depois que saímos da Accademia, fomos caminhando até a piazza Santa Croce, mas não visitamos a igreja, pois já estava fechada. Fomos mais uma vez à ponte Vecchio e ficamos lá algum tempo curtindo o momento. A única coisa que me vinha na mente era: Como Florença é linda!

Tomamos o rumo do hotel, mas no caminho paramos para jantar em um restaurante ao lado da Catedral do Duomo, estava anoitecendo. Comemos uma massa, acompanhada de um bom vinho e pagamos cerca de 40 euros, no total.

Continuamos nossa caminhada para ver o visual noturno da cidade. Achei Florença um pouco apagadinha. Falta iluminação nas igrejas, monumentos e praças, principalmente quando se compara com Roma, onde tudo é muito suntuoso e iluminado. As ruas ficam um pouco desertas a noite.

 

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Chegamos ao hotel, tomamos um bom banho e dormimos.

 

 

7º DIA – FLORENÇA E PISA

Acordamos um pouco mais tarde, tomamos o café da manhã e voltamos ao quarto para arrumar as malas. Fizemos o check out antecipado (umas 10:30 h) e seguimos para a estação Santa Maria Novella.

No dia anterior, tínhamos passado pela estação e comprado os tickets de trem Florença – Pisa – Florença (total de 14 euros). Usar os terminais de auto-atendimento da Trenitália é muito fácil. Paga-se com o cartão de crédito, ou com o VTM.

Deixamos as malas no guarda volumes da estação e logo embarcamos no trem para Pisa. Era um trem regional, sem ar condicionado e fazia um calor do cão lá dentro, principalmente antes de partir. A viagem durou cerca de 1 hora.

Chegamos à estação Pisa Centrale e seguimos direto pela rua em frente. Não tínhamos grandes objetivos em Pisa, apenas ir ao campanário e conhecer a famosa torre. Fomos passeando, observando a cidade e tirando algumas fotos. Logo avistamos a torre...

 

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O campanário é muito bonito. Tiramos algumas fotos da igreja, do batistério e, claro, da torre. Tentamos tirar aquelas típicas fotos segurando a torre, aliás, o que mais se vê lá é gente fazendo isso. Sentamos um pouco para apreciar o local, depois passamos pelas barraquinhas que vendem camisetas, souvenirs, etc. Compramos umas torrezinhas e voltamos pela mesma rua em direção à estação ferroviária. No caminho, paramos para almoçar, pois a fome já estava nos consumindo.

Pegamos o trem para Florença às 16:30 h e, ao chegar, ficamos passeando sem compromisso nos arredores da estação. Não podíamos ir muito longe, pois nosso trem para Veneza seria às 19:30 h.

Quando retornamos à estação, pegamos nossas malas e conhecemos uns brasileiros que estavam indo para Lucca. Ficamos papeando um pouco, trocando ideias e dicas. Logo nos despedimos e fomos pegar o trem, que por sinal atrasou uns 20 minutos. Felipe dormiu a viagem toda e eu fiquei observando a paisagem. Foram cerca de 2 horas e meia de viagem.

Desembarcamos na estação de Veneza Mestre (uma estação antes de chegar à ilha) e caminhamos até o hotel, que fica exatamente em frente à estação (menos de 20 metros). Fizemos check in, arrumamos nossas coisas, tomamos banho e descemos para jantar no restaurante do hotel. Estávamos bastante cansados para sair, e também já era quase meia noite. Jantamos e fomos dormir.

 

Continua...

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8º DIA – VENEZA

Acordamos cedinho para aproveitar bem o dia e tomamos o café da manhã no hotel, que por sinal era muito bom! Pegamos o trem na estação Veneza Mestre (em frente ao hotel) e em 10 minutos descemos na estação Veneza Santa Lucia, na ilha.

Ao chegarmos, compramos um ticket para o Vaporetto (barco de transporte coletivo) por 18 euros, válido por 24 horas. Durante a validade do ticket você pode embarcar e desembarcar quantas vezes quiser e em qual estação quiser. Entramos no Vaporetto e saltamos na Piazza S. Marco. Lá visitamos a Catedral de San Marco e o Palácio Ducale (17 euros a entrada). Em seguida ficamos passeando pela praça, admirando um pouco o local. Veneza possui seis bairros (chamados sestieri). A Piazza San Marco fica no bairro de mesmo nome.

Fomos passeando pelas ruelas e pontes em direção ao bairro San Polo, onde paramos para comprar uns souvenirs. Fiquei encantado com as máscaras venezianas e quis comprar algumas para levar de presente! Continuamos nosso passeio e paramos para almoçar em um restaurante à beira do Grande Canal. Após o almoço, visitamos o bairro Santa Croce.

 

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Naquele dia, estava acontecendo o “Venezia Jazz Festival” e descobrimos que teria um show do Gilberto Gil no Teatro La Fenice. Decidimos ir ao hotel no final da tarde para tomar um banho, trocar de roupa e tentar conseguir um ingresso de ultima hora para o show e assim fizemos: Pegamos o trem e retornamos ao hotel, tomamos um banho e descansamos um pouco, pois tínhamos andado bastante e estávamos com os pés moídos. Por volta de umas 18 horas, retornamos à ilha e seguimos até o Teatro La Fenice. Para nossa tristeza, já não havia mais ingressos para o show do Gilberto Gil. Enfim... fazer o que, né? Decidimos então continuar nosso passeio.

Fomos até a Igreja S. Maria D. Salute, que é muito bonita, passamos pela Punta della Dogana e seguimos passeando pelas ruelas do bairro Dorsoduro. Durante o dia, a quantidade de turistas em Veneza era quase insuportável, principalmente orientais. No final da tarde e durante a noite, já estava mais tranquilo e tinha bem menos gente turistando. Na minha opinião, o mais gostoso de Veneza é andar pelas ruas, atravessar as pontes, sem compromisso, sem pressa. É sentir a alma do lugar. Veneza parece um labirinto e perder-se por lá é até muito gostoso...

 

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Depois de andar bastante, decidimos parar e comer uma pizza. Pagamos uns 30 euros no total por duas pizzas e uma jarra de vinho. Jantamos ao lado da Ponte da Accademia e lá mesmo pegamos o Vaporetto em direção à estação ferroviária.

Retornamos ao hotel, banho e cama!

 

 

9º DIA – VENEZA E MILÃO

Mais uma vez acordamos bem cedo, arrumamos nossas malas bem rapidamente, tomamos banho e descemos para o café da manhã. Fizemos o check out antecipado e deixamos nossas malas guardadas no hotel. Pegamos o trem e fomos para a ilha aproveitar a nossa manhã, que seria a última em Veneza.

Pegamos novamente o vaporetto e descemos próximo à ponte Rialto. Ficamos por ali algum tempo e fomos passeando até Cannaregio. Paramos para ver algumas lojas, visitamos duas igrejas tiramos algumas fotos e fomos caminhando em direção à estação ferroviária. Como estava muito calor, paramos para tomar um sorvetinho e ficamos sentados um pouco em frente à um dos canais. Veneza, Veneza... Já estava com muita saudade.

 

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Por volta de 13 horas pegamos o trem e descemos em Mestre. Fomos rapidinho ao hotel pegar as malas e retornamos à estação, pois nosso trem para Milão seria às 14:30 h. Ao invés de almoçar, compramos um lanche no Mc Donalds e comemos ali na estação mesmo.

Sinceramente, fiquei encantado por Veneza e pretendo voltar em breve para ficar um tempo maior.

 

Com 10 minutinhos de atraso, embarcamos para Milão...

 

Ao chegar em Milão, fomos procurar o depósito de bagagens pois teríamos apenas algumas horas em Milão até embarcarmos para Paris às 23:30 h. A estação Milano Centrale é enorme e demoramos algum tempo até acharmos o local para guardar a bagagem. Feito isso, pegamos o metrô e descemos no Duomo.

Visitamos a bela Catedral gótica, a galeria Victorio Emanuelle e ficamos passeando pelos arredores. Na realidade, Milão não estava nos planos iniciais de nossa viagem, porém ao organizar nosso deslocamento interno na Europa, decidimos fazer um pit stop para conhecer o Duomo.

Sentamos em frente à Catedral e ficamos ali observando o vai e vem de pessoas. É impressionante a quantidade de pombos e pessoas os alimentando. Um rapaz que parecia ser indiano tentou de tudo para eu ser fotografado fazendo isso, mas não topei de jeito nenhum. Ele queria grana, claro.

 

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Retornamos à estação Milano Centrale, fizemos um lanche e pegamos nossas malas. Tiramos os tênis e ficamos sentados descansando os pés. Como já era tarde e tinha umas pessoas um tanto “esquisitas” rodando pela estação, optamos por ficar ao lado do Departamento de Polícia, onde nos sentimos mais seguros. O trem para Paris atrasou bastante.

 

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Já passava de meia-noite quando embarcamos no trem noturno e, ao entrar em nossa cabine, vimos que já tinham dois passageiros dormindo nas camas de cima e nós começamos a conversar baixinho para não acordá-los. Não vimos nossas camas, apenas uma espécie de poltronas de cada lado e ficamos sentados conversando sobre como iríamos dormir naquelas poltronas... Pensamos: Fudeu! Será que é assim mesmo?? (risos) Nunca havíamos entrado em um trem noturno na vida e não fazíamos a mínima ideia de como funcionava aquele ‘troço’. Logo o rapaz da cama de cima percebeu que estávamos enrolados para nos acomodar e perguntou se falávamos inglês. Eu me calei, não sabia se respondia que sim ou não, afinal minha noção de inglês é muito básica. Felipe rapidamente respondeu que sim e o rapaz começou a falar em inglês com ele. Eu não entendi bulhufas do que o cara disse, mas o Felipe entendeu e entendeu bem. O rapaz nos explicou que devíamos destravar a cama e abaixá-la. Foi aí que descobrimos que não dormiríamos na poltrona (risos). O rapaz também nos ajudou a colocar as malas no bagageiro que era no alto. Ele foi muito educado e atencioso conosco e conversou um pouco com o Felipe. Após resolvermos essas pendências, deitamos e dormimos... aliás, Felipe dormiu e eu não! Fiquei um tempão acordado pensando na vida, na viagem, etc. Vi o trem passar por algumas estações, percebi que já estávamos na Suíça e quando adormeci, devia ser umas 4 horas da manhã.

 

continua...

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