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EUROPA (JUL/2012) - Paris/Berlin/Potsdam/Praga/Veneza/Florença/Pisa/Roma em 19 dias


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  • 2 semanas depois...

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Dia 15 – Florença/Roma

 

Em nosso roteiro original, havíamos planejado acarodar bem cedo pra tentar visitar uma ultima atração (Museo di Storia della Scienza ou o Duomo). Mas estávamos tão cansados que resolvemos nos poupar de mais esse esforço. Assim, acordamos um pouco mais tarde que o planejado, tomamos café-da-manhã e fizemos check-out no hotel. Atravessando a rua já estávamos na estação S. M. Novella, para pegarmos nosso trem às 11h08.

 

Assim como no trecho Veneza-Florença, o trem era da linha Frecciargento, de alta velocidade. O vagão não estava lotado, então aproveitamos para sentarmos em lugares melhores. Depois de 1h30 de viagem chegamos à estação Estação Termini, em Roma.

 

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Paisagem da Toscana, vista de trem

 

Se a infra-estrutura de Berlim nos causou uma maravilhosa impressão, em Roma tivemos uma sensação totalmente oposta. A estação Termini é enorme, mas confusa. Pela falta de sinalização adequada demoramos muito para encontrar o centro de informações turísticas, onde coletaríamos nosso Roma Pass. Quando achamos, ficava do outro lado da plataforma principal. Depois, penamos para conseguir comprar tickets do metrô, isto pq não encontramos uma bilheteria tradicional, e as pessoas que abordávamos também não sabia. Tentamos comprar numa máquina, mas por algum motivo esta não aceitava nosso dinheiro. Além disso, havia um cara muito por perto. Resolvemos andar um pouco e encontramos uma segunda máquina, onde finalmente conseguimos comprar nosso tickets (isso pq usaríamos nosso Roma Pass apenas no dia seguinte). Pra completar, a plataforma da linha B do metrô estava em reforma, então tivemos que andar muito, subindo e descendo escadas com nossas malas, até finalmente encontramos a plataforma correta.

 

Falando num sentido mais amplo, a abrangência do metrô é muito deficiente. São apenas 2 linhas (uma terceira está sendo construída) que não são suficiente para ligar todo o centro da cidade. Enquanto em Paris ou Berlim em cada ponto você tinha 2 opções de metrô, em Roma você tinha que dar uma boa caminhada pra encontrar uma estação. Além disso, os vagões estavam sempre lotados, inclusive com um layout difente, com menos assentos que o normal. Enfim, apesar de não chegar a ser medíocre, o transporte público de Roma deixa a desejar, principalmente por ser uma cidade que atrai tantos turistas.

 

Fora este problema, Roma é uma cidade belíssima, cheia de história em todas as suas ruas, e bela com sua piazzas e fontanas, marca registrada da cidade.

 

Pegamos o metrô e descemos na estação Mazoni. A saída da estação é exatamente na calçada do hotel em que ficamos, o Best Western Hotel President. Trata-se de um bom hotel, com quartos e banheiros limpos e confortáveis, bom serviço, e localizado numa vizinhança muito tranquila. Essa tranquilidade tem suas vantagens e desvatanges: por um lado é seguro e sossegado, por outro lado, faltam opções próximas de compras, alimentação e entretenimento. Apesar disto, fica a 15 minutos do Coliseu.

 

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Quarto do Best Western Hotel President

 

Feito o check-in, pegamos o metrô novamente e fomos até a Scalinata di Spagna. O conjunto formado pela praça, igreja e a bela escadaria é bem agradável, mas achei mais bonita nas fotos. O lugar estava muito cheio, como todos os pontos turísticos de Roma. Batemos umas fotos e nos dirigimos até a Fontana di Trevi. Começou a chover, nos abrigamos por uns 20 minutos, depois compramos uma guarda-chuva, e conseguimos chegar à Fontana. Sem dúvida faz juz à sua fama, sendo a fontana mais bonita que visitamos na cidade! É famosa também pelo filme “La Dolce Vita” de Fellini, quando Anita Ekberg toma banha-se nas águas da Fonte. Novamente batemos várias fotos, jogamos nossa moedas (rs) e comemos uma pizza, antes de voltarmos ao hotel.

 

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Scalinata di Spagna

 

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Igreja na Piazza di Spagna

 

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No alto da Scalinata di Spagna

 

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Belíssima Fontana di Trevi

 

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Detalhes da Fontana

 

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O hotel fica literalmente na saída do metrô

 

Dia 16 –Roma

 

Este foi um dia especial em nossas férias, pois foi o aniversário da minha namorada. Por isso mesmo, além de ganhar presente, ela decidiu tudo que faríamos no dia.

 

Começamos com uma caminhada até o Coliseu, o que foi legal para conhecermos as redondezas. Chegamos lá e, como tínhamos o Roma Pass, não pegamos fila na bilheteria. Compramos um audioguia e iniciamos nossa visita.

 

DICA: O Roma Pass não é tão prático quanto o Paris Museum Pass, mas ainda assim vale à pena. Além de utilizar livremente o transporte público (no nosso caso durante 3 dias), o usuário tem direito a entrar de graça em duas atrações, com exceção das do Vaticano, que é um Estado independente. É importante saber que o Coliseu e o Fórum Romano contam como apenas uma atração, mesmo que você passe o cartão nas duas roletas.

 

O Coliseu é realmente grandioso. Apesar de uma parte de sua estrutura ter sido destruída, intervenções foram realizadas para que o gigante fosse preservado ao máximo. O audioguia foi muito útil para sabermos de toda a história da construção, da utilização e até mesmo de seu desgaste ao passar do tempo. A loja de souveniers é muito interessante e acabamos comprando vários itens. Ao saírmos, ainda batemos umas fotos com uns artistas vestidos de soldados romanos, pelo preço de € 10 por pessoa.

 

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Dentro do Coliseu

 

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Simplesmente monumental

 

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Outro ângulo

 

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Arco de Constantino

 

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Descansando um pouco

 

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Imperatriz de Roma rs

 

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Vista externa do Coliseu

 

Almoçamos na calçada de um pequeno restaurante com vista para o Coliseu, o que foi bem legal. Depois de devidamente alimentados, fomos ao Fórum Romano. Atração é muito interessante, mas tivemos dificuldade de entender muitas de suas estruturas pois não compramos o audioguia, e o meu livro da publifolha não tinha informações tão detalhadas. Até a primeira metade aguentei firme, mas no ultimo trecho já estava exausto e nem aproveitei tanto. O sítio era enorme e marca o local onde ficava o centro político de Roma, incluíndo vestígios de diversos prédios governamentais, templos, e até a suposta casa de Rômulo. Saímos exaustos e voltamos ao hotel.

 

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Antigo Aqueduto, no Fórum Romano

 

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Antigo templo

 

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Templo de Marte

 

Após descansarmos e tomarmos um banho saímos para jantar em comemoração ao aniversário da minha namorada. Devido o desgaste do dia, resolvemos abrir mão de comer no restaurante na frente do Coliseu que planejávamos, e optamos por um local que descobrimos no tripadvisor, e que ficava a um quarteirão de distância do hotel. O restaurante chamava-se “RomAntica” e tinha um ambiente mutio agradável, garçons atenciosos e ótima comida. Minha namorada afirma que o prato que comeu (um spagetti com lagosta) foi um dos melhores que já experimentou na vida. Além disso havia um senhor muito simpático, tocando violão, que fazia serenatas para os casais ou grupos de amigos, na própria mesa. Ele tocou algumas músicas locais, entre elas o tema do poderoso chefão (mas a música original, com letra e tudo). Uma taça de vinho, água, dois refrigerantes, dois pratos de massa e duas subremesas sairam por € 59,50. Um valor muito bem gasto.

 

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Jantar comemorativo no restaurante RomAntica

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Dia 17 – Roma

 

Nosso objetivo no penúltimo dia seria visitar pelo menos a Basílica de São Pedro e os Museus Vaticanos, e se possível passar pelo Castelo Sant’Angelo, Piazza Navona e Pantheon, deixando o ultimo dia livre.

 

Começamos pegando o metrô e descemos na estação Ottaviano San Pietro. Com uma breve caminhada chegamos à Piazza San Pietro, no Vaticano. No caminho, dezenas de guias turísticos, muitos deles brasileiros, oferecendo ingressos e tours guiados para o museu do Vaticano. O jeito é ir desviando para evitar perder tempor rs.

 

A fila para entrada da Basílica era enorme, dando a volta na Piazza. Mas no fim das contas acabou andando rápido, pois como a entrada era gratuíta, a demora era apenas para passar no raio-x da segurança. Depois de menos de meia hora passamos pela segurança, e resolvemos começar pelo Domo, pois não teríamos forças para subir depois (além disso não havia fila no começo da manhã). Por € 7 (cada) compramos tickets para subir de elevador. O Domo, projetado por Michelangelo, é belíssimo, e vale à pena visitá-lo. Lá de cima é possível visualizar a nave da Catedral e todos os visitantes.

 

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Vaticano: Piazza di San Pietro

 

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Estátuas dos santos contornando a praça

 

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Basílica de São Pedro

 

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Domo de Michelangelo

 

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Basílica vista do domo

 

Agora surge um porém. Existe uma segunda subida, que dá para o topo da Basílica, sendo opcional. Eu desconhecia detalhes desta subida, apenas sabia que existia. No início da escadaria vi uma placa dizendo que haveriam 300 e poucos degraus e que cardíacos deveriam evitar a subida. Não me preocupei. O que o Vaticano omite nos avisos, é que não se trata de uma simples escadaria; é uma súbida íngreme, que começa numa escada direta e muito estreita, sendo possível subir uma pessoa por vez, depois a escada alarga um pouco e começa a ficar inclinada, para contornar o Domo. Depois, segue ainda um conjunto de escadas em espiral, até finalmente chegar no topo. O problema é que você, nem ninguem, tem idéia do tamanho do percurso, só é possível passar uma pessoa por vez, e não há janelas! É difícil respirar e causa uma sensação de claustrofobia. Eu nem imagino o que pode acontecer se alguem passar mal, porque o acesso é muito difícil. Enfim, a vista lá de cima é bonita, e dá pra ver toda a área do Vaticano mas, sinceramente, não vale à pena todo esse esforço! E se você tiver problemas respiratórios, cardíacos ou claustrofobia, nem pensar! A descida foi mais tranquila, mas já estávamos cansados no final.

 

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Subida desgastante até o topo

 

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A vista é bonita, mas...

 

Ao descer a fila para o Domo já estava gigante (então se você for, vá cedo). Compramos um audioguia e começamos a visita à Basílica em si. É muito importante fazer a visita com o audioguia, pois acaba aprendendo muito sobre a história do catolicismo e o significado das dezenas de estátuas. Além do aspecto religioso, é belíssima, tendo sido ornamentada por mestres do renascimento. Os destaques pra mim foram a Pietá de Michelangelo, a estrutura central de Bernini (acima do túmulo de São Pedro) e as 4 estátuas que circudam este centro, representando santos da Igreja Católica.

 

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Nave da Basílica

 

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Pietà de Michelangelo

 

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Estátua de São Pedro

 

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Uma das 4 estátuas no centro da basílica

 

Saimos e procuramos um lugar barato para almoçar. Encontramos uma pizzaria muito prática, numa das ruas que cortam a Via Ottaviano. Estava lotada de turistas, mas o preço era bom. Você pede uma fatia e come ali mesmo em pé, ou sentado na calçada (isso se você conseguir descolar um lugar).

 

Ao final desta primeira visita, estávamos muito cansados. Conversamos e decidimos adiar para o dia seguinte a visita aos Museus Vaticanos, pois não conseguiríamos aproveitar, pois estavámos muito cansados. Assim, voltamos ao hotel antes do esperado, e recuperamos a energia para o dia seguinte.

 

Dia 18 – Roma

 

Ultimo dia da nossa viagem. Ainda haviam muitos locais para visitar e sabíamos que o dia seria corrido. Acordamos cedo e fomos direto para os Museus Vaticanos.

 

Pegamos uma razoável fila para comprar as entradas, e outra para o audioguia. Demoramos 4h para a visita completa. O Museu é enorme, e contém muitas obras importantes de arta sacra e renascentista, mas também muitos artigos históricos.

 

Começamos pela ala egípcia, passamos por uma área externa com um globo dourado no centro, depois por uma área com estátuas greco-romanas. Subimos um andar, e passamos por um enorme corredor com enormes tapetes, e uma lindíssima sala com teto dourado decidada a cartografia. Depois começa a parte mais relevante do museu, com obras renascentistas. Os destaques são “A Escola de Athenas” (Rafael), “A Trasnfiguração de Cristo” (Rafael), “São Jeronimo” (Leonardo Da Vinci) e “A Deposição de Cristo” (Caravaggio).

 

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Livro dos mortos egípcio

 

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Corredor de estátuas greco-romanas

 

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Lacoonte

 

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Área a céu aberto nos Museus Vaticanos

 

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Escola de Athenas, uma das nossas favoritas

 

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Impressionante teto no corredor cartográfico

 

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A Transfiguração de Cristo

 

Dedico um capítulo à parte para a Capela Sistina. Trata-se do local onde são escolhidos os papas (conclaves) e toda ornamentada por afrescos pintados por diversos gênios renascentistas. Os destaques são a parede principal, onde Michelangelo pintou “O Julgamento Final” e o teto, que retrata diversos momentos da história do cristianismo, com destaque para “A Criação de Adão”. Michelangelo era muito novo quando pintou o teto, e afirmou para o Papa que não era um bom pintor, apenas escultor. O resultado final provou que estava errado. O local é maravilhoso, mas acabou não sendo tão agradável como eu esperava. Isso porque os guardas (quatro no total) ficam o tempo todo gritando “silêncio” e “sem fotos”, e muitas vezes retirando alguns visitantes mais “abusados”. Isso quebra totalmente a magia do momento, sendo impossível apreciar em paz a grandiosidade da obra.

 

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Teto da Capela Sistina

 

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Escadarias na saída do museu

 

Terminamos nossa visita ao vaticano e almoçamos na mesma pizzaria do dia anterior. Resolvemos andar um pouco para fazer umas compras. Acabamos nos perdendo e andamos bem mais que o planejado rs. Ao final da tarde seguimos até o Catelo Sant’Angelo e resolvemos entrar, porque ainda restava uma entrada do nosso Roma Pass. Estavámos tão cansados que visitamos apenas alguns aposentos e partimos direto para a cobertura. De lá foi possível apreciar lindas vistas do Vaticano e de Roma. Sentamos por uns 20 minutos para recuperar as energias e atravessamos a Ponte Sant’Angelo. Depois fomos até a Piazza Navona, uma enorme praça com 3 lindas fontes. É lá que fica a embaixada brasileira. Também passamos pelo Pantheon, mas já estava fechado. Aproveitamos para conhecer as redondezas, andamos por várias ruas estreitas, e até encontramos uma ótima loja dedicada a cinema. Já estava escurecendo e fomos até a Fontana Di Trevi mais uma vez. Almoçamos num restaurante ao lado e terminamos nossa noite com um sorvete. Caminhamos até o metrô e voltamos ao hotel, depois de um exaustivo e proveitoso dia.

 

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Vaticano visto do Castelo Sant’Angelo

 

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Ponte de Sant’Angelo

 

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Castelo de Sant’Angelo

 

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Piazza Navona

 

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Detalhe de uma das fontes da Piazza

 

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Pantheon

 

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Despedido-se da Fontana di Trevi

 

Dia 19 – Roma/Recife

 

Chegou a hora de se despedir. Pegamos um taxi (€ 50) até o Aeroporto Leonardo Da Vinci. Chegamos bem cedo mas a fila já era grande no check-in da TAP, pois só estavam funcionando dois guichês. Quando chegou a nossa vez, descobri que mudaram nosso assentos. Queríamos ficar no canto, mas acabamos ficando no meio. Reclamei para a atendente (que não falava português) mas ela disse que nada poderia ser feito.

 

Pegamos um voo para Lisboa, e depois de duas horas de conexão pegamos nosso voo para Recife. Dessa vez não consegui dormir em nenhum momento, e acabei apenas vendo filmes e séries. O voo foi tranquilo e 7h depois de partimos de Lisboa chegávamos em Recife. Compramos apenas algumas coisas no free shop de Lisboa, e deixamos para comprar o resto em Recife, mas nos arrependemos, pois o Free Shop daqui era muito pequeno e com poucas opções de produtos. Finalizamos as compras e saímos pelo desembarque internacional, terminando oficialmente nossa primeira viagem à Europa.

 

 

BALANÇO GERAL

 

A viagem foi maravilhosa, e grande parte dela saiu como planejado.

 

Em primeiro lugar, a questão financeira: gastamos acima do planejado (na planilha que anexei no início do relato), mas ainda assim dentro de uma margem de variação aceitável, sem em nenhum momento comprometer o andamento da viagem. Sobre a hospedagem, não tivemos nenhum problema, nem nos hotéis e nem com a decolar.com.

 

Fizemos um roteiro muito corrido, e sabíamos que não seria possível visitar todos os lugares planejados. Mas acredito que conseguimos realizar entre 80 e 90% do roteiro. Acabamos visitando 8 cidades, sendo 2 delas em daytrips. A maioria das pessoas a quem pedi opiniões sobre o roteiros disseram que era impossível realiza-lo em 19 dias. Mas no fim das contas acabou dando certo sim, já que dividimos os dias de acordo com a relevância da cidade.

 

Nos apaixonamos por Paris, e acabou sendo a nossa cidade favorita do roteiro. Ficamos 5 dias, e visitamos o principal. Apesar disso, é uma cidade que iremos visita no futuro com mais calma, fazendo um roteiro mais alternativo. Praga também é muito linda, e parece tirada de um conto de fadas. Veneza, um sonho. Podemos até voltar a visitá-la, mas daqui na terceira ou quatra viagem (afinal ainda temos muito o que conhecer). Berlim e Roma têm muitas opções, e ambas preservam muito bem sua história, mesmo os capítulos mais sombrios. Florença acabou sendo prejudicada no roteiro, pois acabamos passando apenas um dia lá. Apesar disso, conseguimos ao menos visitar os museus e o centro histórico. Já Potsdam e Pisa, é impossível avaliar, pois fomos com o intuito de visitar apenas uma atração.

 

A Europa foi tudo que esperávamos, e mais um pouco. O velho continente guarda todo tipo de emoções para os turistas. História, cultura, música, tudo corre pelas ruas, pelas igrejas, praças, museus, teatros, rios e pontes. Queremos voltar o quanto antes, e desde já esboçamos as possibilidades de roteiros.

 

Este foi o relato da minha primeira visita ao velho continente. Espero que tudo que compartilhei aqui sirva de ajuda para futuros viajantes, assim como eu obtive muito auxílio por aqui.

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  • 3 meses depois...
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Olá Diogo, tudo bom?

 

Diga uma coisa, tu comprou o Roma Pass pela internet?

Quero comprar-lo pela internet, mas na hora que coloco o numero de telefone o site informa que está errado, tu sabe a forma correta de coloca-lo?

Abraços

 

Oi Wellington,

 

Comprei o Roma Pass pela Internet sim. Se não estou enganado custou € 30/pessoa para um período de 3 dias.

 

Não estou recordado dos detalhes da compra, mas geralmente, ao informar o número de telefone em sites do exterior, deve-se incluir o código do país. No caso do Brasil o código é +55. Então, se você for de São Paulo, por exemplo, deve informar o telefone da seguinte maneira: +55 11 xxxx-xxxx.

 

Espero que ajude.

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diogotmr,

 

Parabéns pelo relato, rico em detalhes nos transporta ao local citado, rsrs.

 

Tenho algumas dúvidas para a minha primeira viagem à Europa com minha esposa, e vou postando algumas delas aqui, pra você, se souber, por favor me responder, ok?

 

1 - Quanto a estar com dinheiro em mãos. É necessário estar com uma quantia boa? Se sim, quanto para cada pessoa?

2 - Ambos teremos que ter Cartão de crédito internacional? Cartão pré-pago serve, cada um com o seu, ou 1 cartão para os 2 basta?

3 - Minha esposa não trabalha. Isso seria empecilho? Que documentos ela deverá levar?

 

Por enquanto são estas dúvidas, depois posto mais, rsrs

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diogotmr,

 

Parabéns pelo relato, rico em detalhes nos transporta ao local citado, rsrs.

 

Tenho algumas dúvidas para a minha primeira viagem à Europa com minha esposa, e vou postando algumas delas aqui, pra você, se souber, por favor me responder, ok?

 

1 - Quanto a estar com dinheiro em mãos. É necessário estar com uma quantia boa? Se sim, quanto para cada pessoa?

2 - Ambos teremos que ter Cartão de crédito internacional? Cartão pré-pago serve, cada um com o seu, ou 1 cartão para os 2 basta?

3 - Minha esposa não trabalha. Isso seria empecilho? Que documentos ela deverá levar?

 

Por enquanto são estas dúvidas, depois posto mais, rsrs

 

 

Olá Kleber.

 

Obrigado!

 

Sobre suas dúvidas:

 

1- Acredito que € 50 por pessoa sejam suficientes, desde que você administre bem seus gastos. No meu caso, levava mais que isso, pois nunca sabia que gastos teria no dia, e não queria deixar de aproveitar nada. Mas eu levava grande parte do valor naquelas bolsas para dinheiro que você guarda por dentro da calça. Eu elaborei uma planilha de estimativas de gastos e anexei no início deste tópico. Dá uma olhada para ver se ajuda.

 

2- O ideal é que ambos tenham cartões de créditos internacionais, apesar de não ser um item obrigatório. No meu caso, além de dinheiro em espécie e do cartão de crédito, levei um travel card que adquiri na casa de câmbio Confidence. É muito simples: Você abastece o cartão no Brasil e utiliza no exterior como se estivesse usando um cartão de débito. Em alguns países será solicitada uma senha para efetivar a compra, e em outros é só inserir na máquina. O legal é que você pode deixar autorizada uma pessoa no Brasil para re-abastecer seu cartão. Assim, se você passar por algum aperto, é só pedir para a pessoa ir até a casa de câmbio e depositar um determinado valor no cartão.

 

3- O meu caso foi o mesmo: minha namorada não trabalho. Em primeiro lugar, você deve levar comprovação de renda suficiente para o sustento de ambos, já que só você trabalha. No caso dela, é interessante levar um comprovante de matrícula numa faculdade (caso ela seja estudante), ou a menos um documento que comprove vínculos dela no Brasil (como extrato do cartão de crédito, comprovante de residência, etc), além da certidão de casamento, mostrando que ela não deseja permanecer na Europa. Hoje em dia o controle de imigração na U.E. não é muito rigoroso para brasileiros, então não é bom arriscar.

 

Espero ter ajudado.

 

Abraços

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  • 4 semanas depois...
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Excelente relato, está nos auxiliando muito, pois queremos fazer uma TRIP bem semelhante a que vocês fizeram.

 

Como você disse, muitas pessoas falaram que não ia dar tempo, o que você acha do nosso planejamento abaixo?

 

Dia 1 – São Paulo/Paris

Dia 2 – Paris

Dia 3 – Paris

Dia 4 – Paris

Dia 5 – Paris/Bruxelas

Dia 6 – Bruges

Dia 7 – Bruxelas/Amsterdam

Dia 8 – Amsterdam

Dia 9 – Amsterdam

Dia 10 – Amsterdam/Berlim

Dia 11 – Berlim

Dia 12 – Berlim

Dia 13 – Berlim/Veneza

Dia 14 – Veneza

Dia 15 – Veneza/Florença/Pisa/Florença

Dia 16 – Florença

Dia 17 – Florença/Roma

Dia 18 – Roma

Dia 19 – Roma

Dia 20 - Roma/São Paulo

 

 

Em relação a questão financeira, quanto que vocês gastaram com toda a TRIP (voos, trens, hotéis, passeios, refeições, etc...), vocês tem essa informação por completo?

 

 

valeu,

Stiegler

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