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Fim de semana em Belém-PA


mcm

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Mais uma vez aproveitando promoções de passagens aéreas, dessa vez esticamos ainda mais e passamos um fim de semana em Belém do Pará.

 

O voo já chegava de madrugada na cidade, mas, pra piorar, atrasou quase uma hora!! Como iríamos nos concentrar somente na cidade, sem sair para arredores, dessa vez não alugamos carro. Pegamos o primeiro taxi que vimos – a facada tabelada foi de 45 pratas, sairia um pouco menos se pegássemos um no taxímetro, mas só vi isso depois. Chegamos na pousada às 3 da manhã (felizmente com recepção 24 horas!), apenas pra chapar na cama e acordar cedo para explorar a cidade.

 

Sábado de manhã, depois de café-da-manhã com tapioca!, saímos em direção ao Mercado Ver-O-Peso. O Verupa é uma feira tipicamente brasileira, do jeito que deve ter perto da sua casa (evidentemente sem os produtos que só tem lá), só que é superlativo: é tido como maior mercado a céu aberto da América Latina.

 

De fato, é bem grande, mas todo muito bem dividido. Tem diversos setores: castanhas, açaí, farinha, sucos, essências (para tudo o que você imaginar), peixe, frutas diversas, maniva e muitos etc. pra listar aqui. Além de conhecer, acho que vale a pena para provar as coisas – seja o que for, as opções são muitas. Uma amiga local nos guiou pelo mercado, e acabamos ficando toda a manhã por lá.

 

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Mercado Ver-O-Peso – para cada peculiaridade da feira, seriam necessárias várias fotos, então vai uma geral do lugar

 

Seguimos para a Praça Frei Caetano Brandão, onde visitamos rapidamente a Casa das 11 janelas (grátis). Ao lado tem o Forte do Presépio, local onde Belém foi fundada. Acho que tem um museu pago por lá, mas apenas visitamos o forte, que foi grátis. A visita também é rápida e interessante, com um bom visual do rio. Parada seguinte foi no Museu de Arte Sacra / Igreja e Colégio de Santo Alexandre (R$ 4), uma bela igreja que ficou fechada por décadas com muitas (centenas) obras sacras expostas. A visita à igreja é guiada (e rápida), já a parte das obras sacras é por sua conta. Infelizmente não é permitido fotografar lá dentro. A Catedral, que também fica na Praça, estava fechada.

 

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Forte do Presépio, onde Belém foi fundada

 

Seguimos para o Parque Mangal das Garças, certamente um dos lugares mais legais da cidade. Há um belo mirante do rio, belos laguinhos, bichos espalhados -- iguanas, guarás e vários outros, tudo passando na sua frente. A entrada no parque é grátis, mas existem 4 atrações pagas: subir na torre, entrar num borboletário, o memorial amazônico de navegação e entrar num viveiro de aves. Cada uma dessas atrações custa R$ 3. Se você quiser ir em todas, para R$ 9. Curtimos um bem momento por lá.

 

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Panorâmica do Mangal das Garças

 

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A fauna local aos seus pés – eles transitam no mesmo espaço que você no Mangal

 

Do Mangal seguimos para a Praça São José Liberto, que atualmente é um polo joalheiro. Já foi prisão (tem uma salinha aberta à visitação lembrando isso) e convento.

 

Seguimos para a Praça Batista Campos, um belo e charmoso lugar-família. É aquela pracinha com coreto, pontezinhas, verde e etc. Bem legal. De lá fizemos uma longa caminhada de volta, em direção à Estação das Docas, para curtir o famoso pôr do sol e saborear os 7 tipos de cerveja da Amazon Beer (inclusive com Bacuri e Taperebá). Depois fomos finalmente comer, e aproveitamos para saborear um menu paraense, com algumas provas da culinária local, como pato ao tucupi, maniçoba, pirarucu, etc. Muito bom!

 

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Praça Batista Campos

 

 

A Estação das Docas é um clássico lugar portuário que foi reformado e transformado em centro gastronômico e de lazer. É uma fórmula que deu certo em diversos cantos (Puerto Madero é um belo exemplo) e que espero que o Rio siga esse caminho. De qualquer forma, não é nada aconselhável voltar de lá à noite andando – pegamos um rápido taxi para nos deixar na pousada e dormir finalmente as horas devidas.

 

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Estação das Docas no entarceder

 

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Estação das Docas já à noite

 

No domingo fomos para a Praça da República, onde rola uma feirinha de manhã. Fizemos a visita (R$ 4, visitas de hora em hora) ao belo Theatro da Paz, que fica ali na praça mesmo. A visita é guiada e é relativamente rápida, coisa de 30-40 minutos, e o teatro é muito bonito por dentro. Depois do teatro e um pouco da feirinha, seguimos em direção à Basílica de Nazaré. No caminho, fizemos um pequeno desvio para admirar a bela fachada do Palácio Bolonha.

 

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Dentro do belo Theatro da Paz

 

Caminhamos pela Avenida Nazaré até a Basílica de Nossa Senhora de Nazaré. Estava rolando missa de domingo, igreja cheia. Muito bonita por dentro, com belos vitrais. É o local onde termina a procissão do famoso Círio de Nazaré, que vai rolar agora em outubro.

 

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Dentro da Basílica de Nazaré

 

Seguimos para o Museu Emilio Goeldi (R$ 2), um parque zoobotânico. Ou seja, você curte um passeio em meio ao verde e ainda tem bichos para olhar. O lugar está sob merecida reforma, me pareceu estar com infra-estrutura aquém do grande potencial que tem.

 

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Um filhote de jacaré em meio a um mundo de tartarugas – no Emilio Goeldi

 

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Vitórias-régias

 

A parada seguinte foi no Parque da Residência, para uma rápida visita. Era antiga residência do governador do Estado. Lugar pequeno, bonito e muito agradável. Nossa ideia na sequencia era conhecer o Mercado de São Braz, mas este nos pareceu estar fechado, não sei.

 

Fomos então para o Jardim Botânico Bosque Rodrigues Alves (R$ 2), outro parque para se andar em meio ao verde. Parece ser bem popular entre a galera local, vimos muita gente saboreando pique-niques. O Bosque é bem maior que o Emilio Goeldi.

 

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Bosque Rodrigues Alves

 

De lá, decidimos encerrar nossa visita à cidade retornando à Estação das Docas, para almojantar e saborear um fim de tarde antes de partirmos de volta ao Rio. Aproveitamos para experimentar outros pratos da culinária paraense, todos muito bons!

 

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Estação das Docas, para fechar a viagem

 

E assim conhecemos mais um cantinho brasileiro.

 

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Para quem quiser ler o relato no blog da Katia, com *muito* mais fotos, clique aqui.

 

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Para quem se interessar, colhi boas informações sobre Belém nos dois sites abaixo:

http://issoebelem.wordpress.com/

http://www.belemweb.com.br/navegacao.asp?id=52&pagina=7&sub_pagina=6

Link para o post
  • 2 semanas depois...

  • 3 semanas depois...
  • Membros de Honra

psoares e LucileneUberlandia,

Que bom, espero que o relato tenha ajudado. Com exceção do Bosque, todos os outros lugares em que estivemos podem ser facilmente alcançados a pé. Ainda assim, sugiro evitar de andar pelo centro tarde da noite.

 

 

briciomsn,

Acho que vi o Portal lá do alto da torre do Mangal.

 

 

Manu Dias,

Ficamos na Ecopousada Miriti, pertinho da Praça da República. Gostei bastante, recomendo. No café da manhã tem uma deliciosa tapioca feita na hora.

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  • 2 semanas depois...
  • Membros

Achei muito interessante o seu relato sobre a cidade em que moro, tem muitos lugares que os próprios paraenses não vão, eu por exemplo só passo na frente do Mangal das Garças e nunca entrei lá, Estação das Docas só fui umas 2x. Eu gosto bastante do Ver-o-Peso. E acho que se tivesses mais tempo deveria conhecer a Ilha de Cotijuba e suas praias maravilhosas, e o Marajó, Soure, Salvaterra, etc... ia se encantar.

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  • 1 ano depois...

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