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  • Membros

Olá pessoal!

No próximo dia 24 uma prima e eu estamos indo pela primeira vez ao Rio de Janeiro e à região dos lagos 8)

Iremos de carro de SP até Búzios, mas com os últimos acontecimentos de violência no RJ estamos meio assustadas e com receio de qual caminho tomar, podem nos ajudar?

Muitos nos falaram para evitar a todo custo a Linha Vermelha, outros disseram pra evitar a Av. Brasil devido as obras ::essa::

Alguma alma que possa nos dar uma luz?

Abçs

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  • 2 semanas depois...
  • 4 semanas depois...
  • Membros

Olá pessoal. Queria uma opínião de vcs. Como seria a melhor programação pra um casal de meia idade que não dirige carro pra aproveitar uns 10 dias na região dos lagos? Nosso interesse é mais pé na areia degustando tira gosto e cerva, sem grandes luxos. Pretendemos ir no meio de outubro pro final de novembro. Ouvi dizer que nessa época venta muito nas praias dessa região a ponto de estragar o dia de praia, é isso mesmo?

Pretendemos chegar no aero de santos dummont, e ir pra rodoviária novo rio de uber pra pegar um bus. Agora qual seria nossa base? Vale a pena conhecer cabo frio, búzios e arraial do cabo basicamente certo? Então pra quem tá a pé e não vai alugar carro é melhor ir pra onde primeiro? Cabo frio? Fica lá uns dias, depois arraial do cabo, uns dias e depois búzios uns dias? A locomoção pra quem está a pé é tranquila?

Agradeço qualquer sugestão.

Editado por jdragon66
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  • 3 meses depois...
  • Membros

Olá, estou com uma grande dúvida em qual dessas cidades ficar na minha viagem.

Sempre quis muito conhecer Arraial do Cabo e suas praias maravilhosas que me deixam fascinada em cada foto que vejo dessa cidade, pretendo muito fazer o passeio de barco pelas praias e se sobrar um dinheiro fazer o mergulho de batismo que mesmo querendo muito, não é uma de minhas preferências.

Porem soube que em questão de hospedagem Arraial deixa muito a desejar e que a melhor escolha seria Cabo Frio que também tem praias lindas, mas que na minha opinião as de Arraial me atrai mais. 

E também tem o fato de querer dar uma passadinha em Búzios mas não para ficar hospedada já que soube que o preço das hospedagem de lá e mais salgado que as outras duas cidades.

Vocês acham que vale a pena me hospedar em Arraial do Cabo ou em Cabo Frio?

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  • Membros

Isa, boa tarde,

 

Fui para Arraial sozinha no final de 2016. Peguei um airbnb (há 1 quarteirão de distância tinha um hostel também) se quiser te passo os contatos, minha anfitriã foi uma graça.

 

As praias de arraial são incríveis e o melhor dá  pra fazer tudo a pé. Onde fiquei, na esquina tinha um ponto de ônibus, então as noites eu ia para Cabo Frio, porque realmente arraial não tem muita vida noturna (só uns restaurantes e nada mais).

 

Aproveitei e também curti um dia em Cabo Frio de praia e peguei um bus metropolitano até Búzios (que deu mais ou menos 1h de viagem) e de lá também curti um dia, que na minha opinião, na próxima vez, pelo menos ficaria 2 dias em buzios, pois é muito lindo por lá também (aí valeria a pena ou pegar uma estadia por lá, ou se o valor tiver muito salgado, voltar e  pegar no dia seguinte bus de novo).

 

Se quiser chama no whats que te passo mais infos: 19 9.9494-0007

  • Gostei! 1
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  • Membros

Oi,

 

Eu fui no meio do Novembro de 21016  amei, peguei um airbnb que super recomendo perto de ponto de ônibus e praias, dá pra fazer tudo a pé. https://www.airbnb.com.br/rooms/10387421

Realmente o passeio de barco é uma coisa que não dá para não fazer, é muito gostoso. Do porto tem uma trilha que você chega a praia do Forno, é linda a galera vende lagosta a R$30,00 no espeto.

Passeio de barco eu fiz com o Tortuga tour, dá uma chorada que rola uns descontos.

Jantei um dos dias no Restaurante Saint Tropez e foi uma delícia, mojito deles é muito bom.

Para curtir a noite vá para Cabo Frio e lá tem uma rua cheia de barzinhos, dê uma andada e escolha, são várias opções para cada gosto. 

Fui no Camarote da Bola que é um bar e depois vira uma balda, fiz amigos por lá e foi muito divertido!

 

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  • Silnei changed the title to Cabo Frio e Arraial do Cabo

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      Na sede, às 9h assinamos os termos, checaram as nossas entradas e acampamentos (leve impresso!) e pronto.  Pé na trilha!

      DIA 1
      O primeiro trecho até a bifurcação para a cachoeira Véu de Noiva (ponto de água) foi bem tranquilo, cachoeira para esquerda e Castelos do Açu para direita. Para chegar até a cachoeira, é preciso atravessar um rio de pedras escorregadias e a trilha continua até ela, que é linda e vale a pena. Sou daqueles que entra na cachoeira por mais gelada que esteja, mas não entra em um chuveiro gelado nem com reza brava.
      Aquele dia de céu azul ainda estava começando. Voltamos até a bifurcação e tocamos para Pedra do Queijo, nossa parada para almoço e um lugar para sentar estava concorrido. Então, continuamos até o Ajax (ponto de água). No primeiro dia são mais de 1.100 metros de altimetria conquistados em 7km. Puxado! O trecho final de subida, conhecido por Isabeloca, foi desviado da rota original, portanto se você está com GPS, cuide para estar com seu tracklog atualizado. A rota original está preservada para restauração da vegetação.
      O final da Isabeloca, marcou o começo das vistas de tirar o fôlego. A caminhada neste trecho estava tranquila, mas durante o caminho para o Morro do Açu, o sol já estava se pondo, e agora? Corremos para aproveitar a luz do dia ou ficamos para ver o sol se pôr? Pessoas experientes diriam para aproveitar a luz solar e apertar o passo. Nós aproveitamos a luz solar, acompanhamos cada raio de sol se escondendo em um pôr do sol maravilhoso, e depois apertamos o passo.  No primeiro dia não tem segredo! A trilha é muito bem marcada em meio à vegetação.
      A noite, chegamos ao Morro do Açu e lá, era possível acampar próximo ao abrigo ou à cabeça da tartaruga.

      DIA 2
      Este era o dia! Navegar sem GPS, passar pelo "elevador", "mergulho", "cavalinho" e chegar até o Abrigo 4, da Pedra do Sino.
      5h da matina, é hora de ver o sol nascer! Como um ritual, todos vão ao Castelos do Açu para este momento. 
      Fez um bocado de frio a noite, mas não deve ter chegado a 0° C. Levantamos acampamento, enchemos nossas garrafas de água e partimos. Geralmente, o tempo que se leva no primeiro dia é parecido com o tempo do segundo.
      Neste dia, existem pelo menos 2 trechos que são por laje de pedra que em caso de neblina, só um guia ou GPS poderão te salvar. Tome cuidado!

      A travessia começou ao lado do abrigo, sentido Pedra do Sino. Depois de pouco tempo encontramos uma descida íngreme e então uma laje de pedra. Como o tempo estava  bom, foi possível ver a continuação da trilha ao lado do vale.
      Continuamos e começamos a subir o Morro do Marco, na subida tivemos alguns trechos de trepa pedra e os primeiros escorregões e no final d a trilha (no topo) viramos para direita, caminhamos pela crista e a descemos pela laje de pedra em direção ao Dedo de Deus.
      Chegamos a um riacho na base do Morro da Luva onde tem sombra e água fresca, (estávamos precisando!). Conosco, haviam umas 10 pessoas e outras estavam chegando, então resolvemos sair para diminuir a fila da água.  Sim, havia fila. Tocamos para cima, agora subindo o Morro da Luva. O começo é pela mata, mas a sombra durou pouco, seguimos com um sol do agreste de tostar a moleira. Quando chegamos a crista, transmitindo uma paz e maior do que as fotos podem representar, surgiu a Pedra do Garrafão. Que vista!

      A trilha continua pela crista, atravessando o morro. Terá um vale e o sentido é para direita,  continuando entre lajes de pedra, trilha e atravessando outro riacho (ponto de água). Depois de um bom tempo atravessamos uma ponte de madeira e chegamos ao Elevador. Havia chovido nos dias anteriores e boa parte da trilha tinha lama e a Ádria que tomou todo cuidado para não molhar a bota a fim de escalar o "Elevador" sem o risco de escorregar, descobriu que ele inteiro estava molhado. Antes da subida, parada para almoço. E aí, grupos estavam chegando, a fila aumentando e o tempo passando.  Vamos. A subida não foi tranquila, teve muita atenção e tensão. Ferros da escada soltos e outros faltando, todo cuidado era pouco (sem falar no peso da mochila te empurrando). Um pé de cada vez, sem pressa. Pronto, passamos.
      INSPIRADOS NA TRAVESSIA PETRÔ X TERÊ CRIAMOS UMA CAMISETA INCRÍVEL


      Como recompensa um cubinho de doce de leite doado pelo amigo da trilha, a Maiza (com a mão bem limpinha) não pensou duas vezes. Obrigado amigo!
      Após o elevador, seguimos até encontrar mais um trecho de laje, agora mais íngreme, onde era possível ver 2 pês cravados na rocha que podem ser muito úteis em dias de chuva forte. Por todos estes trechos onde caminhamos pelas rochas foi possível encontrar os totens (foto abaixo). Já as setas indicando a direção (amarela para Teresópolis e branca para Petrópolis) eram raras. Subimos a crista do Dinossauro, passamos pelo Vale das Antas (ponto de água), continuamos pela Pedra da Baleia, depois zizagueando pelas lajes de pedra chegamos ao Mergulho.
      O Mergulho é uma depressão (buraco) no final das lajes de pedra com uns 5 metros de altura. Quando chagemaos, um casal com corda, ajudava outros dois trilheiros, que não tinham. Então, começamos a nos preparar enquanto a fila se formava atrás de nós. Optamos por fazer um pequeno rapel pois achamos que era o mais seguro para aquela pedra úmida e escorregadia (imagine em dias de chuva!). No meio do rapel da Ádria, chegou um quarteto de cabras da peste, metidos a Indiana Jones, querendo passar rapidinho e ao mesmo tempo que a Ádria. 
           - Amigo,  quer passar, passa, mas não segura na corda que ela está pendurada né?
      Pois é, esses Indiana Jones estavam sem o chicote para lançar na árvore e usar feito cipó.
      Pronto, mergulho superado,  então vamos para o próximo,  o Cavalinho.
      Quando chegamos lá,  adivinha quem estava travado com medo de altura e não conseguia passar pelo cavalinho?  Um dos Indiana Jones.
           - É amigo,  no filme era mais fácil, né?
      Assim como no Mergulho, tiramos as mochilas e passei primeiro para içá-las. No Cavalinho existe um "pê" para proteção que usei para içar um Indiana Jones, dois Crocodilos Dundee, a Ádria, a Maiza, quatro pessoas que não tinham corda, tampouco guia e onze mochilas, até que chegou o grupo guiado pelo Janio,  que me perguntou:
      - Você é guia?
      - Não, estou mais para bom samaritano de trilha mesmo.
      - Eita, então pode continuar que ali em cima tem uma passagem pior que essa, e o pessoal deve estar te esperando .
      Dito e feito, dali 10 metros, a turma estava lá me esperando. Mais um trecho bem complicado com necessidade do uso da corda. Acredito que levamos mais de 1 hora, entre o Mergulho, Cavalinho e o último trepa pedra, pois foram trechos técnicos, com fila e ajuda aos desavisados.
      Dali em diante, a trilha foi tranquila e rápida até o Abrigo 4. 

      Dica: chegando ao abrigo, a primeira coisa a se fazer é colocar o nome na fila do banho quente, caso você tenha comprado, pois a espera pode ser bem longa. Armamos a barraca, a Maiza fez um jantar sinistro, comemos e esperamos, esperamos, até que eu comecei a dormir em pé esperando a minha vez no banho. Quer saber? Já tomei um banho de cachoeira antes de ontem, vou dormir. A Maiza conseguiu revender o meu banho e o lugar na fila.
      DIA 3
      5h da manhã, hora de acordar para ir ver o sol nascer na Pedra do Sino. Chegamos em 30 minutos, com tempo para andar pelo pico e escolher o melhor lugar para dar bom dia ao sol.

      Descemos, levantamos acampamento e seguimos morro abaixo. O caminho foi óbvio e tranquilo, com vários pontos de água. Chegamos à portaria da sede em Teresópolis realizados! Satisfeitos com cada minuto desta travessia e famintos.
      Andamos até o ponto de ônibus indicado pelos funcionários do parque, e próximo à rodoviária comemos um PF de respeito. Entramos no ônibus para Petrópolis, depois para o hostel e finalmente tomei banho.
      INSPIRADOS NA TRAVESSIA PETRÔ X TERÊ CRIAMOS UMA CAMISETA INCRÍVEL

       
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