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  • Colaboradores
Pessoal, preciso da ajuda de vocês. Sou de São Paulo, vou pra Búzios em março. ::otemo::

 

Ganhei 1 fds daqueles de compra coletiva do Martin Pescador Boutique Hotel (http://www.martinpescador.com.br). Alguem conhece?

 

A duvida é de como chegar, já vi a passagem pela 1001 de poltrona normal, tem outra opção? Um colega de trabalho comentou que seria melhor eu ir para Cabo Frio e depois ir para Buzios. Vale a pena?

 

A minha idéia é embarcar sexta de noite, chegar na sabado pela manhã, alugar um carro e ir mergulhar em Buzios ou Arraial do Cabo, conhecer as imediações a tarde e ficar em Buzios no domingo até a hora de voltar. Alguem tem uma indicação de local de mergulho?

 

Obrigado pela ajuda! ::cool:::'>

 

Sugestão: compre passagem pelo site da Viação 1001 até Búzios. O bus deixa no centrinho, 2 quadras da Rua das Pedras.

Não vejo necessidade de alugar um carro para somente 2 dias (acho que só vale a pena se estiverem em várias pessoas)....as praias são próximas, consegue ir andando para a maioria delas e tem táxi e aquatáxi para as mais distantes.

Faça o mergulho em Arraial. Podes ir de bus e contratar tudo lá, ou de repente entre em contato com alguma agência de Búzios, que normalmente já inclui uma passada em Cabo Frio nos pacotes.

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  • Membros

Olá, semana que vem estou indo com um amigo pra Saquarema.

 

Nós pretendemos sair de Saquarema e ir até Búzios de bicicleta. E ir parando em cidades como Arraial do Cabo, Cabo Frio. Faremos a viagem em cerca de 10 dias.

 

Gostaria de saber se alguem pode me informar sobre campings nessa regiao e as praia que não podemos deixar de conhecer. Se souberem de lugar barato pra comer também é bom, pois estamos com a grana meio contada 8)

 

Se alguém puder ajudar ficaria muito grato.

 

 

Abraço

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  • Colaboradores
Olá, semana que vem estou indo com um amigo pra Saquarema.

 

Nós pretendemos sair de Saquarema e ir até Búzios de bicicleta. E ir parando em cidades como Arraial do Cabo, Cabo Frio. Faremos a viagem em cerca de 10 dias.

 

Gostaria de saber se alguem pode me informar sobre campings nessa regiao e as praia que não podemos deixar de conhecer. Se souberem de lugar barato pra comer também é bom, pois estamos com a grana meio contada 8)

 

Se alguém puder ajudar ficaria muito grato.

 

 

Abraço

 

 

Boa tarde joao.nitsch ,

 

Olha voce indo para Cabo frio voce nao pode deixar de conhecer a praia do forte e Praia das Conchas , praia do forte é a principal praia de cabo frio, que fica bem no centro, e tem varios restaurantes que voce pode ir a noite e voce tambem pode visitar a praia do peró, que tambem é legal, e tome cuidado pois em Cabo frio venta muito, mais voce dando sorte de pegar sol fica tudo na boa, e tem alguns restaurante no entorno da praia do forte que voce almoca o quanto conseguir por R$10 por exemplo.

 

Ja Arraial do Cabo, voce nao deve deixar de ir na praia grande, na prainha, na praia do forno e no pontal do atalaia, arraial do cabo voce tambem pode fazer um passei de barco que sai do porto e passa em varias praias, tambem recomendo, e arraial é mais badalada durante o dia, já a noite fica um pouco a desejar pois nao tem muitos poites como Cabo frio e Buzios.

 

A se voce for de bicicleta de Saquarema a Cabo frio, voce tera que pedalar um pouco pois é um pouco distante algo em torno de 70 km, se prepare.

 

 

Espero ter ajudado.

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  • Membros
Pessoal quer conhecher Ilha Grande e Buzios tem algum ônibus que faça esse trageto?

 

 

Dependendo da quantidade de dias que vc vai ficar não compensa...

Pq Ilha Grande pertence à Angra dos Reis, quase divisa com São Paulo

 

e Búzios fica na Região dos Lagos, do ooooooooooutro lado do Rio.

 

Que eu saiba ñ tem ônibus fazendo esse trajeto direto.

 

A melhor opção é ir até à Rodoviária do Rio e pegar um bus pra um ou pra outro.

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  • Membros de Honra

Olá João!

 

Então, em Saquarema, São Pedro da Aldeia, Cabo Frio e Arraial do Cabo há muitas opções para se comer bem e barato, não saberia te indicar algum local em especial até porque não lembro exatamente onde comi das vezes em que estive na região, mas lembro que não tive problemas com isso e não é difícil de encontrar restaurantes comerciais bons com preços acessíveis nas principais ruas. Em Búzios essa questão já é mais complicada, pois não encontrei nas épocas em que fui, restaurantes tão bons e baratos como nas outras cidades. Ou era barato e ruim, ou era caro (e nem sempre era bom)... Ou seja, lá não encontrei um meio termo.

 

Locais que eu considero importantes para visitar neste roteiro, considerando apenas as 3 principais cidades:

 

Em Saquarema: Além da Igreja Matriz, erguida praticamente sobre o mar e um dos cartões postais da cidade e do cemitério que existe atrás dela; a APA Massambaba com a praia de mesmo nome, uma área de preservação ambiental mantida em estado selvagem; o mirante do Morro da Cruz, que permite uma visão panorâmica da região. As praias de destaque são a de Itaúna, de mar violento, ótima para surf, Praia de Jaconé, grande, também com ondas fortes e pedras, mais afastada do centro, a Prainha, pequena, ao lado da Igreja Matriz da cidade, a Praia da Vila, repleta de quiosques e a Praia Vermelha, grande e bem selvagem, ao lado da lagoa de mesmo nome, quase na divisa com Araruama.

 

Em São Pedro da Aldeia: Tirando a orla da Lagoa de Araruama, ótima para a prática de esportes aquáticos como jet ski, canoagem, wind surf e vela, as praias de São Pedro da Aldeia não oferecem nada de diferente. Geralmente têm faixa de areia estreita, água sem ondas e bastante concentração de pessoas e quiosques. Na cidade há algumas construções históricas. Me perdoem os que conhecem bem a cidade se eu estiver esquecendo de alguma outra atração importante.

 

Em Arraial do Cabo: Primeiramente as praias - Praia Grande, Praia do Forno (acessível apenas por trilha), Pontal do Atalaia e suas praias, como as prainhas do pontal (espetaculares, de areias branquíssimas), a Praia Brava do Pontal (selvagem e perigosa para o banho mas ótima para o surf, que só aparece com a maré baixa); as ilhas próximas, como Ilha dos Porcos e Ilha do Farol (acessíveis por passeios de barco, se puder, pelo $$ faça ao menos um passeio – mas negocie bastante antes com os operadores devido às grandes diferenças de preço, pois os passeios são muito bacanas). A cidade é famosa também pelos excelentes pontos de mergulho (para quem curte é show de bola mesmo), porém mesmo no verão a água é fria e praticamente exige o uso de roupa de neoprene. É preciso também negociar bastante as saídas de mergulho pois há um certo tabelamento de preços nas operadoras da cidade, sempre muito altos na primeira consulta, mas insistindo na negociação se consegue bons descontos.

 

Em Cabo Frio: Dunas da Praia do Forte (Parque das Dunas - porção sul da Praia do Forte), Praia do Forte (urbana, bem agitada e com bastante gente), Praia do Peró e Praia das Conchas, estas duas as mais bonitas na minha opinião. Na cidade, recomendo conhecer a Gamboa Shopping (conhecida como a cidade dos biquinis), onde há muitas lojas de roupas de praia e acessórios, caso queiram comprar algo. À noite o agito é no Boulevard do Canal, onde existem vários bares e boates interessantes (alguns caro$). Na orla da Praia do Forte e imediações também há muito comércio, em especial bons restaurantes com custo x benefício interessante e à noite rola alguns agitos na região chamada de "praça de alimentação".

 

Em Búzios: O centrinho, a Rua das Pedras – onde ocorre o agito noturno, com bares, restaurantes e lojinhas da moda, A Orla Bardot (outro ponto de encontro do local – entre a Praia do Canto e a da Armação), a Praia Brava, Praia de Geribá (de ondas fortes e mar aberto), Praia da Ferradura e Ferradurinha (as mais belas na minha opinião), Praia da Tartaruga, Praia Azeda e Azedinha, Praia João Fernandes (cheia de turistas do mundo inteiro). É possível contratar passeios de barco pela região, mas são bem mais caros se comparados à Cabo Frio e Arraial do Cabo, acredito que pela grande quantidade de turistas estrangeiros que recebe. Existem ainda os 2 mirantes, estruturas construídas em pontos estratégicos para se admirar a região do alto e que permitem uma grande visibilidade em sua volta. Um fica próximo à praia João Fernandes e tem uma vista mais restrita de um lado de Búzios. O outro, entre as praias do Forno e Brava é mais alto e oferece uma vista panorâmica.

 

São algumas indicações rápidas, baseadas em alguns passeios que fiz quando estive nestas cidades. Tem muita coisa mesmo para se ver e se fazer nesta grande área, muito favorecida pela natureza.

 

Saudações,

  • Gostei! 1
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  • Silnei changed the title to Cabo Frio e Arraial do Cabo

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      Demos uma olhada nas fotos do Google,  Ádria fez as reservas das 2 noites de acampamento e as entradas do parque, e estava decidido, nossa aventura seria no Rio de Janeiro, dali 40 dias. 
      INSPIRADOS NA TRAVESSIA PETRÔ X TERÊ CRIAMOS UMA CAMISETA INCRÍVEL

      E então, o perrengue a emoção começou
      O primeiro item do check list que apareceu foi o danado do GPS. Parecia noticiário "...no segundo dia em caso de mal tempo (neblina), o risco de se perder é grande. Utilize o GPS ou contrate um guia".
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      DICA: em feriados corra para as filas destes ônibus, pois lotam e você pode acabar tendo que esperar próximo.
      Na sede, às 9h assinamos os termos, checaram as nossas entradas e acampamentos (leve impresso!) e pronto.  Pé na trilha!

      DIA 1
      O primeiro trecho até a bifurcação para a cachoeira Véu de Noiva (ponto de água) foi bem tranquilo, cachoeira para esquerda e Castelos do Açu para direita. Para chegar até a cachoeira, é preciso atravessar um rio de pedras escorregadias e a trilha continua até ela, que é linda e vale a pena. Sou daqueles que entra na cachoeira por mais gelada que esteja, mas não entra em um chuveiro gelado nem com reza brava.
      Aquele dia de céu azul ainda estava começando. Voltamos até a bifurcação e tocamos para Pedra do Queijo, nossa parada para almoço e um lugar para sentar estava concorrido. Então, continuamos até o Ajax (ponto de água). No primeiro dia são mais de 1.100 metros de altimetria conquistados em 7km. Puxado! O trecho final de subida, conhecido por Isabeloca, foi desviado da rota original, portanto se você está com GPS, cuide para estar com seu tracklog atualizado. A rota original está preservada para restauração da vegetação.
      O final da Isabeloca, marcou o começo das vistas de tirar o fôlego. A caminhada neste trecho estava tranquila, mas durante o caminho para o Morro do Açu, o sol já estava se pondo, e agora? Corremos para aproveitar a luz do dia ou ficamos para ver o sol se pôr? Pessoas experientes diriam para aproveitar a luz solar e apertar o passo. Nós aproveitamos a luz solar, acompanhamos cada raio de sol se escondendo em um pôr do sol maravilhoso, e depois apertamos o passo.  No primeiro dia não tem segredo! A trilha é muito bem marcada em meio à vegetação.
      A noite, chegamos ao Morro do Açu e lá, era possível acampar próximo ao abrigo ou à cabeça da tartaruga.

      DIA 2
      Este era o dia! Navegar sem GPS, passar pelo "elevador", "mergulho", "cavalinho" e chegar até o Abrigo 4, da Pedra do Sino.
      5h da matina, é hora de ver o sol nascer! Como um ritual, todos vão ao Castelos do Açu para este momento. 
      Fez um bocado de frio a noite, mas não deve ter chegado a 0° C. Levantamos acampamento, enchemos nossas garrafas de água e partimos. Geralmente, o tempo que se leva no primeiro dia é parecido com o tempo do segundo.
      Neste dia, existem pelo menos 2 trechos que são por laje de pedra que em caso de neblina, só um guia ou GPS poderão te salvar. Tome cuidado!

      A travessia começou ao lado do abrigo, sentido Pedra do Sino. Depois de pouco tempo encontramos uma descida íngreme e então uma laje de pedra. Como o tempo estava  bom, foi possível ver a continuação da trilha ao lado do vale.
      Continuamos e começamos a subir o Morro do Marco, na subida tivemos alguns trechos de trepa pedra e os primeiros escorregões e no final d a trilha (no topo) viramos para direita, caminhamos pela crista e a descemos pela laje de pedra em direção ao Dedo de Deus.
      Chegamos a um riacho na base do Morro da Luva onde tem sombra e água fresca, (estávamos precisando!). Conosco, haviam umas 10 pessoas e outras estavam chegando, então resolvemos sair para diminuir a fila da água.  Sim, havia fila. Tocamos para cima, agora subindo o Morro da Luva. O começo é pela mata, mas a sombra durou pouco, seguimos com um sol do agreste de tostar a moleira. Quando chegamos a crista, transmitindo uma paz e maior do que as fotos podem representar, surgiu a Pedra do Garrafão. Que vista!

      A trilha continua pela crista, atravessando o morro. Terá um vale e o sentido é para direita,  continuando entre lajes de pedra, trilha e atravessando outro riacho (ponto de água). Depois de um bom tempo atravessamos uma ponte de madeira e chegamos ao Elevador. Havia chovido nos dias anteriores e boa parte da trilha tinha lama e a Ádria que tomou todo cuidado para não molhar a bota a fim de escalar o "Elevador" sem o risco de escorregar, descobriu que ele inteiro estava molhado. Antes da subida, parada para almoço. E aí, grupos estavam chegando, a fila aumentando e o tempo passando.  Vamos. A subida não foi tranquila, teve muita atenção e tensão. Ferros da escada soltos e outros faltando, todo cuidado era pouco (sem falar no peso da mochila te empurrando). Um pé de cada vez, sem pressa. Pronto, passamos.
      INSPIRADOS NA TRAVESSIA PETRÔ X TERÊ CRIAMOS UMA CAMISETA INCRÍVEL


      Como recompensa um cubinho de doce de leite doado pelo amigo da trilha, a Maiza (com a mão bem limpinha) não pensou duas vezes. Obrigado amigo!
      Após o elevador, seguimos até encontrar mais um trecho de laje, agora mais íngreme, onde era possível ver 2 pês cravados na rocha que podem ser muito úteis em dias de chuva forte. Por todos estes trechos onde caminhamos pelas rochas foi possível encontrar os totens (foto abaixo). Já as setas indicando a direção (amarela para Teresópolis e branca para Petrópolis) eram raras. Subimos a crista do Dinossauro, passamos pelo Vale das Antas (ponto de água), continuamos pela Pedra da Baleia, depois zizagueando pelas lajes de pedra chegamos ao Mergulho.
      O Mergulho é uma depressão (buraco) no final das lajes de pedra com uns 5 metros de altura. Quando chagemaos, um casal com corda, ajudava outros dois trilheiros, que não tinham. Então, começamos a nos preparar enquanto a fila se formava atrás de nós. Optamos por fazer um pequeno rapel pois achamos que era o mais seguro para aquela pedra úmida e escorregadia (imagine em dias de chuva!). No meio do rapel da Ádria, chegou um quarteto de cabras da peste, metidos a Indiana Jones, querendo passar rapidinho e ao mesmo tempo que a Ádria. 
           - Amigo,  quer passar, passa, mas não segura na corda que ela está pendurada né?
      Pois é, esses Indiana Jones estavam sem o chicote para lançar na árvore e usar feito cipó.
      Pronto, mergulho superado,  então vamos para o próximo,  o Cavalinho.
      Quando chegamos lá,  adivinha quem estava travado com medo de altura e não conseguia passar pelo cavalinho?  Um dos Indiana Jones.
           - É amigo,  no filme era mais fácil, né?
      Assim como no Mergulho, tiramos as mochilas e passei primeiro para içá-las. No Cavalinho existe um "pê" para proteção que usei para içar um Indiana Jones, dois Crocodilos Dundee, a Ádria, a Maiza, quatro pessoas que não tinham corda, tampouco guia e onze mochilas, até que chegou o grupo guiado pelo Janio,  que me perguntou:
      - Você é guia?
      - Não, estou mais para bom samaritano de trilha mesmo.
      - Eita, então pode continuar que ali em cima tem uma passagem pior que essa, e o pessoal deve estar te esperando .
      Dito e feito, dali 10 metros, a turma estava lá me esperando. Mais um trecho bem complicado com necessidade do uso da corda. Acredito que levamos mais de 1 hora, entre o Mergulho, Cavalinho e o último trepa pedra, pois foram trechos técnicos, com fila e ajuda aos desavisados.
      Dali em diante, a trilha foi tranquila e rápida até o Abrigo 4. 

      Dica: chegando ao abrigo, a primeira coisa a se fazer é colocar o nome na fila do banho quente, caso você tenha comprado, pois a espera pode ser bem longa. Armamos a barraca, a Maiza fez um jantar sinistro, comemos e esperamos, esperamos, até que eu comecei a dormir em pé esperando a minha vez no banho. Quer saber? Já tomei um banho de cachoeira antes de ontem, vou dormir. A Maiza conseguiu revender o meu banho e o lugar na fila.
      DIA 3
      5h da manhã, hora de acordar para ir ver o sol nascer na Pedra do Sino. Chegamos em 30 minutos, com tempo para andar pelo pico e escolher o melhor lugar para dar bom dia ao sol.

      Descemos, levantamos acampamento e seguimos morro abaixo. O caminho foi óbvio e tranquilo, com vários pontos de água. Chegamos à portaria da sede em Teresópolis realizados! Satisfeitos com cada minuto desta travessia e famintos.
      Andamos até o ponto de ônibus indicado pelos funcionários do parque, e próximo à rodoviária comemos um PF de respeito. Entramos no ônibus para Petrópolis, depois para o hostel e finalmente tomei banho.
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