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Olá João!   Então, em Saquarema, São Pedro da Aldeia, Cabo Frio e Arraial do Cabo há muitas opções para se comer bem e barato, não saberia te indicar algum local em especial até porque não lembro ex

Dá pra aproveitar bastante sim ! Se quiseres dicas de hospedagens e passeios de barco baratos, envie um e-mail pra mim: [email protected] ou Whatsapp (22) 99243-5623

Isa, boa tarde,   Fui para Arraial sozinha no final de 2016. Peguei um airbnb (há 1 quarteirão de distância tinha um hostel também) se quiser te passo os contatos, minha anfitriã foi uma gra

  • Membros de Honra

Ola Thunder,

 

Búzios e mais caro que Cabo Frio ou Arraial do Cabo sem duvidas, mais sempre tem opções mais econômicas se procuras fora da Rua das Pedras

Mais não duvides, Cabo Frio e mais em conta.

 

Abraços

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  • Membros
Valeu pessoal! Estou ainda analisando as possibilidades hahahua.. Me disseram que os preços de buzios são exorbitantes? Tipo... que se o cara não tá cheio de dinheiro passa fome, é verdade?

 

Abração

 

Entao esses dias fiquei numa guesthouse que custou 120 a diaria do casal, mas como estava so paguei os mesmo s 120.

Mas tem os albergues da juventude. Us 35reais.

Antes eu ficava numas pousadas que custava 50 por pessoa, mas eles queriam cobrar muito mais por casua que sabado era tiradentes................... E dai?

De comida tens restaurante por kilo de 22 ou 35 reasi o kilo, e tem tambem o Mcdonalds. Que fiquei decepcionado o sanduiche foi servico com torrada, pois o cara esqueceu a toda na chapa. e a torta tava frita demais.....

E nos albergues tem a opcao de usar a cozinha colegtiva dai vc faz um miojo basico.

Mas eh tudo uma questao de jogo de cintura.

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  • Membros

Oi gente muito obrigada! Crazy guy eu falo com ele sim ;) (mas seria legal vc me dizer seu nome de verdade, rs...) Principe185 obrigada pela dica de hospedagem em Ipanema foi pro Thunder mas muito útil pra mim tbm! Samy e Nanda dicas muito importantes tbm, valeu!

 

No finzinho de maio e inicio de junho tô pelo Rio.

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  • Membros de Honra
Pessoal!

Alguém da região sabe se pra pegar uma "praia" na primeira quinzena de junho...

Tem gente na areia? Dá pra vestir uma sunguinha? Ou esquece?

 

Aqui no sul sem chances, e aí?

Abs

 

Ola Eduardo,

 

junho não e o mês ideal para ir na praia, mais comparado com vocês aqui e “verão” rsrs. Mais sempre também depende do dia que te toque em sorte. Em resumo, aqui tem gente na praia o ano tudo.

 

O água de Cabo Frio e algo fria se comparas com outras praias do Brasil. Se realmente quer ter certeza de pegar praia eu te diria que o único lugar garantido do Brasil e o Nordeste.

 

Abraço!!

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  • Membros

as aguas de cabo frio eh frio devido aressurgencia. Mas dizem que no inverno a agua eh menos fria que no verao.

Pelo que sei a regiao dos lagos nao eh tao frio mesmo no inverno. No fim de abril fui a buzios e fui a praia. Mas tava meio nublado, mas fiquei na praia tomando sol assim mesmo. Deu ate um pequeno bronze. Para que eh do parana tira isso de letra.

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  • Membros de Honra

Só acrescentando,

 

a temperatura fria que geralmente tem as águas do litoral, entre Búzios e Arraial, se devem a Corrente das Malvinas.

A ressurgência piora a situação, mais se da quando tem vento leste, e majoritariamente no verão.

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  • Membros

Mas a água é + fria que copacabana / ipanema??? Pow... já acho elas frias (a temperatura é = as do RS no verão... bem frias)

 

Outra coisa... sem carro, onde vcs recomendam ficar em buzios e/ou cabo frio? tipo... que região?

 

Abraço

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  • Silnei changed the title to Cabo Frio e Arraial do Cabo

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      DICA: em feriados corra para as filas destes ônibus, pois lotam e você pode acabar tendo que esperar próximo.
      Na sede, às 9h assinamos os termos, checaram as nossas entradas e acampamentos (leve impresso!) e pronto.  Pé na trilha!

      DIA 1
      O primeiro trecho até a bifurcação para a cachoeira Véu de Noiva (ponto de água) foi bem tranquilo, cachoeira para esquerda e Castelos do Açu para direita. Para chegar até a cachoeira, é preciso atravessar um rio de pedras escorregadias e a trilha continua até ela, que é linda e vale a pena. Sou daqueles que entra na cachoeira por mais gelada que esteja, mas não entra em um chuveiro gelado nem com reza brava.
      Aquele dia de céu azul ainda estava começando. Voltamos até a bifurcação e tocamos para Pedra do Queijo, nossa parada para almoço e um lugar para sentar estava concorrido. Então, continuamos até o Ajax (ponto de água). No primeiro dia são mais de 1.100 metros de altimetria conquistados em 7km. Puxado! O trecho final de subida, conhecido por Isabeloca, foi desviado da rota original, portanto se você está com GPS, cuide para estar com seu tracklog atualizado. A rota original está preservada para restauração da vegetação.
      O final da Isabeloca, marcou o começo das vistas de tirar o fôlego. A caminhada neste trecho estava tranquila, mas durante o caminho para o Morro do Açu, o sol já estava se pondo, e agora? Corremos para aproveitar a luz do dia ou ficamos para ver o sol se pôr? Pessoas experientes diriam para aproveitar a luz solar e apertar o passo. Nós aproveitamos a luz solar, acompanhamos cada raio de sol se escondendo em um pôr do sol maravilhoso, e depois apertamos o passo.  No primeiro dia não tem segredo! A trilha é muito bem marcada em meio à vegetação.
      A noite, chegamos ao Morro do Açu e lá, era possível acampar próximo ao abrigo ou à cabeça da tartaruga.

      DIA 2
      Este era o dia! Navegar sem GPS, passar pelo "elevador", "mergulho", "cavalinho" e chegar até o Abrigo 4, da Pedra do Sino.
      5h da matina, é hora de ver o sol nascer! Como um ritual, todos vão ao Castelos do Açu para este momento. 
      Fez um bocado de frio a noite, mas não deve ter chegado a 0° C. Levantamos acampamento, enchemos nossas garrafas de água e partimos. Geralmente, o tempo que se leva no primeiro dia é parecido com o tempo do segundo.
      Neste dia, existem pelo menos 2 trechos que são por laje de pedra que em caso de neblina, só um guia ou GPS poderão te salvar. Tome cuidado!

      A travessia começou ao lado do abrigo, sentido Pedra do Sino. Depois de pouco tempo encontramos uma descida íngreme e então uma laje de pedra. Como o tempo estava  bom, foi possível ver a continuação da trilha ao lado do vale.
      Continuamos e começamos a subir o Morro do Marco, na subida tivemos alguns trechos de trepa pedra e os primeiros escorregões e no final d a trilha (no topo) viramos para direita, caminhamos pela crista e a descemos pela laje de pedra em direção ao Dedo de Deus.
      Chegamos a um riacho na base do Morro da Luva onde tem sombra e água fresca, (estávamos precisando!). Conosco, haviam umas 10 pessoas e outras estavam chegando, então resolvemos sair para diminuir a fila da água.  Sim, havia fila. Tocamos para cima, agora subindo o Morro da Luva. O começo é pela mata, mas a sombra durou pouco, seguimos com um sol do agreste de tostar a moleira. Quando chegamos a crista, transmitindo uma paz e maior do que as fotos podem representar, surgiu a Pedra do Garrafão. Que vista!

      A trilha continua pela crista, atravessando o morro. Terá um vale e o sentido é para direita,  continuando entre lajes de pedra, trilha e atravessando outro riacho (ponto de água). Depois de um bom tempo atravessamos uma ponte de madeira e chegamos ao Elevador. Havia chovido nos dias anteriores e boa parte da trilha tinha lama e a Ádria que tomou todo cuidado para não molhar a bota a fim de escalar o "Elevador" sem o risco de escorregar, descobriu que ele inteiro estava molhado. Antes da subida, parada para almoço. E aí, grupos estavam chegando, a fila aumentando e o tempo passando.  Vamos. A subida não foi tranquila, teve muita atenção e tensão. Ferros da escada soltos e outros faltando, todo cuidado era pouco (sem falar no peso da mochila te empurrando). Um pé de cada vez, sem pressa. Pronto, passamos.
      INSPIRADOS NA TRAVESSIA PETRÔ X TERÊ CRIAMOS UMA CAMISETA INCRÍVEL


      Como recompensa um cubinho de doce de leite doado pelo amigo da trilha, a Maiza (com a mão bem limpinha) não pensou duas vezes. Obrigado amigo!
      Após o elevador, seguimos até encontrar mais um trecho de laje, agora mais íngreme, onde era possível ver 2 pês cravados na rocha que podem ser muito úteis em dias de chuva forte. Por todos estes trechos onde caminhamos pelas rochas foi possível encontrar os totens (foto abaixo). Já as setas indicando a direção (amarela para Teresópolis e branca para Petrópolis) eram raras. Subimos a crista do Dinossauro, passamos pelo Vale das Antas (ponto de água), continuamos pela Pedra da Baleia, depois zizagueando pelas lajes de pedra chegamos ao Mergulho.
      O Mergulho é uma depressão (buraco) no final das lajes de pedra com uns 5 metros de altura. Quando chagemaos, um casal com corda, ajudava outros dois trilheiros, que não tinham. Então, começamos a nos preparar enquanto a fila se formava atrás de nós. Optamos por fazer um pequeno rapel pois achamos que era o mais seguro para aquela pedra úmida e escorregadia (imagine em dias de chuva!). No meio do rapel da Ádria, chegou um quarteto de cabras da peste, metidos a Indiana Jones, querendo passar rapidinho e ao mesmo tempo que a Ádria. 
           - Amigo,  quer passar, passa, mas não segura na corda que ela está pendurada né?
      Pois é, esses Indiana Jones estavam sem o chicote para lançar na árvore e usar feito cipó.
      Pronto, mergulho superado,  então vamos para o próximo,  o Cavalinho.
      Quando chegamos lá,  adivinha quem estava travado com medo de altura e não conseguia passar pelo cavalinho?  Um dos Indiana Jones.
           - É amigo,  no filme era mais fácil, né?
      Assim como no Mergulho, tiramos as mochilas e passei primeiro para içá-las. No Cavalinho existe um "pê" para proteção que usei para içar um Indiana Jones, dois Crocodilos Dundee, a Ádria, a Maiza, quatro pessoas que não tinham corda, tampouco guia e onze mochilas, até que chegou o grupo guiado pelo Janio,  que me perguntou:
      - Você é guia?
      - Não, estou mais para bom samaritano de trilha mesmo.
      - Eita, então pode continuar que ali em cima tem uma passagem pior que essa, e o pessoal deve estar te esperando .
      Dito e feito, dali 10 metros, a turma estava lá me esperando. Mais um trecho bem complicado com necessidade do uso da corda. Acredito que levamos mais de 1 hora, entre o Mergulho, Cavalinho e o último trepa pedra, pois foram trechos técnicos, com fila e ajuda aos desavisados.
      Dali em diante, a trilha foi tranquila e rápida até o Abrigo 4. 

      Dica: chegando ao abrigo, a primeira coisa a se fazer é colocar o nome na fila do banho quente, caso você tenha comprado, pois a espera pode ser bem longa. Armamos a barraca, a Maiza fez um jantar sinistro, comemos e esperamos, esperamos, até que eu comecei a dormir em pé esperando a minha vez no banho. Quer saber? Já tomei um banho de cachoeira antes de ontem, vou dormir. A Maiza conseguiu revender o meu banho e o lugar na fila.
      DIA 3
      5h da manhã, hora de acordar para ir ver o sol nascer na Pedra do Sino. Chegamos em 30 minutos, com tempo para andar pelo pico e escolher o melhor lugar para dar bom dia ao sol.

      Descemos, levantamos acampamento e seguimos morro abaixo. O caminho foi óbvio e tranquilo, com vários pontos de água. Chegamos à portaria da sede em Teresópolis realizados! Satisfeitos com cada minuto desta travessia e famintos.
      Andamos até o ponto de ônibus indicado pelos funcionários do parque, e próximo à rodoviária comemos um PF de respeito. Entramos no ônibus para Petrópolis, depois para o hostel e finalmente tomei banho.
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