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Petrópolis

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fui esta semana para petrópolis! fiquei no albergue quitandinha, apesar de longe do centro (30min de ônibus), tem duas linhas de ônibus que passam na frente dele e vão até a rodoviária!

 

e o atendimento dos donos do albergue foi muito bom! recomendo!

 

Raquel, a praça Liberdade tem realmente um visual muito bonito! gostei muito da cidade, os casarões, o museu imperial, a catedral...!

 

também aproveitei para fazer a trilha até o véu da noiva no PNSO! travessia mesmo ficará para uma próxima oportunidade!

 

té mais!

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Uma opção boa e barata para casais é a Pousada Dom Pedro, que fica na Rua Montecaseros, pertinho do Palácio de Cristal. A diária sai a 50,00. O quarto tem TV, banheiro privado e é todo acarpetado, bem legal. A dica é o quarto dos fundos, menos barulhento e com vista para a mata.

 

Abraços

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realmente, para ir a petropolis, é ideal ter reservas feitas...a cidade é turistica, e de repente, os hotéis lotam.

Esta semana esta acontecendo a bauernfest (festa do colono alemão), para quem estiver na cidade, vale a pena dar um pulinho nem que seja só para comer uma fatia de torta alemã...hehehe...

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Galera,

 

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Cume do Pico do Alcobaça (Vista para a Cidade)

 

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Cume do Pico do Alcobaça (Vista para o PNSO)

 

Um bom lugar para fazer uma caminhada e ver toda Petrópolis do alto é subir no Pico do Alcobaça.

Durante a trilha vc passa por várias plantações de Flores, muito bonito realmente.

 

Nesse link vc pode conferir algumas fotos:

http://www.clubedosaventureiros.com/ca/index.php?option=com_zoom&Itemid=88&catid=16

 

abraço a todos

 

Hugo de Castro

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Postado por alekanet

em 04 Ago 2006 11:02

mensagem:

Pessoal,

 

Vocês tem dicas de hospedagem e passeios em Itaipava ?

O que tem de bom para fazer, e dicas de pousadas com boa localização ?

 

 

 

 

 

 

--------------------------------------------------------------------------------------

Postado por Alan

em 10 Ago 2006 22:51

mensagem:

Itaipava ao contrario do q muitos pensam nao e uma cidade, e apenas um bairro de Petropolis.

O grande lance daqui e a badalacao. Bares, shows, restaurantes, shoppings, pousadas.

Tudo depende do que vc procura, de uma olhada em www.guiadeitaipava.com.br

Se eu puder ajudar e so avisar.

[]´s

Alan

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pra quem estiver em Petrópolis agora em dezembro, vale a pena conferir a programação de Natal da cidade.. :D

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Não conheço quase nada do Rio. Tenho uma semana d férias agora em janeiro e pensei em passar no litoral ou montanha.

 

Escolhi as montanhas, pensando q os preços devem estar melhores agora, pois geral/te o pessoal vai nessas cidades em julho, não? Tb prefiro um lugar + sossegado, s/ atropelo d gente, p/ curtir c/ o meu namorado. Quero passear pela cidade, fazer umas trilhas, curtir paisagem, etc.

 

E então, janeiro eh um bom mes, uma boa epoca p/ visitar Petropolis e regiao? Vou dar um a pesquisada p/ escolher onde ir, onde ficar, montar roteiro, essas coisas ...

 

Qq dica será benvinda!!!

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Olá Nanci!!!

 

Tanto Petrópolis quanto Teresópolis são cidades históricas e muito bonitas aqui do Rio de Janeiro, e elas possuem uma arquitetura colonial da época do Império além muitas trilhas, mas nessa época as trilhas mais demoradas eu não aconselho vc fazer, pois o tempo lá em cima muda muito rápido principalmente na crista da Serra dos Órgãos onde se encontram as melhores trilhas. As trilhas principalmente as de Petrópolis são poucas que existem alguma sinalização, então vc vai precisar conhecer um pouco a cidade ou alguém que te fale todos os macetes.

 

Acho que ao invés de Petrópolis vc deva ir para Ilha Grande, pois lá vc encontrará altas trilhas até mesmo de montanhas, muitas praias, passeios de barcos, etc... pois o calor aqui do Rio nesse verão está muito quente, já as nove dá manhã os termômetros estão marcando 35 graus e nada como um mergulho, uma cervejinha gelada a beira de uma praia paradisíaca para dar uma aliviada.

 

Um abraço

 

Hugo

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    • Por Marvin Correa
      Olá pessoal, minha primeira interação aqui no grupo, me perdoem por qualquer equívoco.
      Estou planejando realizar a travessia Petrópolis - Teresópolis em Junho, no feriadão de Corpus Christi (20-23/06). Como primeira experiência, pensei em realizar através de alguma empresa, tendo encontrado alguns pacotes que variam entre 500 e 800 reais. Um dos pacotes que me interessaram foi o da empresa Kmon Adventure no valor de R$ 560, abrigo bivaque, com transporte e despesas do parque inclusas. Seguem minhas questões: 
      1. Alguém conhece a empresa e/ou indica esse pacote? Caso não, indicariam alguma empresa específica, de confiança e com boa relação custo x benefício?
      2. Alguém com experiência pretende fazer a travessia nesses dias?
      Abraço a todos!
    • Por maicklo
      Olá Pessoal, tudo bem? 
      Estou pensando em realizar esta trilha entre os dias 15 e 20 de novembro (quaisquer dias neste período). Estarei sozinho a procura de companhias. 
       Alguém estará por lá? Topa? 
      Abraços, 
      Maick 
       
    • Por maizanara
      Na Patagônia fizemos o nosso primeiro trekking sozinhos, o Circuito W no Parque Nacional de Torres del Paine,  e voltamos ao Brasil energizados para fazer o nosso primeiro em terras brasileñas.
      Só tinhamos um problema: qual? Qual trekking nós, mortais sem GPS,  faríamos?
      Foi aí que nossos amigos Ádria e Hugo, também mortais sem GPS em busca do primeiro trekking no Brasil,  lançaram o convite para fazermos a travessia de Petrópolis Teresópolis no feriado da Páscoa. E quer saber? Por que não? 
      Demos uma olhada nas fotos do Google,  Ádria fez as reservas das 2 noites de acampamento e as entradas do parque, e estava decidido, nossa aventura seria no Rio de Janeiro, dali 40 dias. 
      Quer ver fotos desta travessia para se inspirar? Clique AQUI
      E então, o perrengue a emoção começou
      O primeiro item do check list que apareceu foi o danado do GPS. Parecia noticiário "...no segundo dia em caso de mal tempo (neblina), o risco de se perder é grande. Utilize o GPS ou contrate um guia".
      Não queríamos contratar um guia,  opção nossa, e não tínhamos um GPS,  opção do nosso bolso.
      O segundo item era uma corda de 10 metros (eu aconselho 15 m) e essa nós tínhamos.
      Para todo restante acreditávamos estar preparados: comida, preparo físico,  primeiros socorros, equipamentos (exceto o GPS) e navegação por carta.
      Chegando ao Parque Partimos de São Paulo às 22h e chegamos à rodoviária de Petrópolis às 6h da manhã seguinte em um ônibus repleto de aventureiros com o mesmo destino, a travessia. Neste ônibus haviam 15 pessoas de um grupo guiado e 5 de outro, também guiado. Todos aqui têm guia? Sim, menos nós 3. É verdade, não éramos mais 4 e sim 3, já que o Hugo se machucou escalando. Ele até viajou conosco, mas teve que ficar em Petrópolis conhecendo todos os restaurantes, cervejarias e museus, enquanto sua esposa, Ádria, nos aturava por 3 dias. Que pena dela...
      Da rodoviária é preciso pegar 2 ônibus municipais para chegar até a sede do parque de Petrópolis (Bonfim), um até o Terminal Corrêas e outro (número 616 - Pinheiral) até a Escola Rural do Bonfim. 
      DICA: em feriados corra para as filas destes ônibus, pois lotam e você pode acabar tendo que esperar próximo.
      Na sede, às 9h assinamos os termos, checaram as nossas entradas e acampamentos (leve impresso!) e pronto.  Pé na trilha!

      DIA 1
      O primeiro trecho até a bifurcação para a cachoeira Véu de Noiva (ponto de água) foi bem tranquilo, cachoeira para esquerda e Castelos do Açu para direita. Para chegar até a cachoeira, é preciso atravessar um rio de pedras escorregadias e a trilha continua até ela, que é linda e vale a pena. Sou daqueles que entra na cachoeira por mais gelada que esteja, mas não entra em um chuveiro gelado nem com reza brava.
      Aquele dia de céu azul ainda estava começando. Voltamos até a bifurcação e tocamos para Pedra do Queijo, nossa parada para almoço e um lugar para sentar estava concorrido. Então, continuamos até o Ajax (ponto de água). No primeiro dia são mais de 1.100 metros de altimetria conquistados em 7km. Puxado! O trecho final de subida, conhecido por Isabeloca, foi desviado da rota original, portanto se você está com GPS, cuide para estar com seu tracklog atualizado. A rota original está preservada para restauração da vegetação.
      O final da Isabeloca, marcou o começo das vistas de tirar o fôlego. A caminhada neste trecho estava tranquila, mas durante o caminho para o Morro do Açu, o sol já estava se pondo, e agora? Corremos para aproveitar a luz do dia ou ficamos para ver o sol se pôr? Pessoas experientes diriam para aproveitar a luz solar e apertar o passo. Nós aproveitamos a luz solar, acompanhamos cada raio de sol se escondendo em um pôr do sol maravilhoso, e depois apertamos o passo.  No primeiro dia não tem segredo! A trilha é muito bem marcada em meio à vegetação.
      A noite, chegamos ao Morro do Açu e lá, era possível acampar próximo ao abrigo ou à cabeça da tartaruga.

      DIA 2
      Este era o dia! Navegar sem GPS, passar pelo "elevador", "mergulho", "cavalinho" e chegar até o Abrigo 4, da Pedra do Sino.
      5h da matina, é hora de ver o sol nascer! Como um ritual, todos vão ao Castelos do Açu para este momento. 
      Fez um bocado de frio a noite, mas não deve ter chegado a 0° C. Levantamos acampamento, enchemos nossas garrafas de água e partimos. Geralmente, o tempo que se leva no primeiro dia é parecido com o tempo do segundo.
      Neste dia, existem pelo menos 2 trechos que são por laje de pedra que em caso de neblina, só um guia ou GPS poderão te salvar. Tome cuidado!

      A travessia começou ao lado do abrigo, sentido Pedra do Sino. Depois de pouco tempo encontramos uma descida íngreme e então uma laje de pedra. Como o tempo estava  bom, foi possível ver a continuação da trilha ao lado do vale.
      Continuamos e começamos a subir o Morro do Marco, na subida tivemos alguns trechos de trepa pedra e os primeiros escorregões e no final d a trilha (no topo) viramos para direita, caminhamos pela crista e a descemos pela laje de pedra em direção ao Dedo de Deus.
      Chegamos a um riacho na base do Morro da Luva onde tem sombra e água fresca, (estávamos precisando!). Conosco, haviam umas 10 pessoas e outras estavam chegando, então resolvemos sair para diminuir a fila da água.  Sim, havia fila. Tocamos para cima, agora subindo o Morro da Luva. O começo é pela mata, mas a sombra durou pouco, seguimos com um sol do agreste de tostar a moleira. Quando chegamos a crista, transmitindo uma paz e maior do que as fotos podem representar, surgiu a Pedra do Garrafão. Que vista!

      A trilha continua pela crista, atravessando o morro. Terá um vale e o sentido é para direita,  continuando entre lajes de pedra, trilha e atravessando outro riacho (ponto de água). Depois de um bom tempo atravessamos uma ponte de madeira e chegamos ao Elevador. Havia chovido nos dias anteriores e boa parte da trilha tinha lama e a Ádria que tomou todo cuidado para não molhar a bota a fim de escalar o "Elevador" sem o risco de escorregar, descobriu que ele inteiro estava molhado. Antes da subida, parada para almoço. E aí, grupos estavam chegando, a fila aumentando e o tempo passando.  Vamos. A subida não foi tranquila, teve muita atenção e tensão. Ferros da escada soltos e outros faltando, todo cuidado era pouco (sem falar no peso da mochila te empurrando). Um pé de cada vez, sem pressa. Pronto, passamos.

      Como recompensa um cubinho de doce de leite doado pelo amigo da trilha, a Maiza (com a mão bem limpinha) não pensou duas vezes. Obrigado amigo!
      Após o elevador, seguimos até encontrar mais um trecho de laje, agora mais íngreme, onde era possível ver 2 pês cravados na rocha que podem ser muito úteis em dias de chuva forte. Por todos estes trechos onde caminhamos pelas rochas foi possível encontrar os totens (foto abaixo). Já as setas indicando a direção (amarela para Teresópolis e branca para Petrópolis) eram raras. Subimos a crista do Dinossauro, passamos pelo Vale das Antas (ponto de água), continuamos pela Pedra da Baleia, depois zizagueando pelas lajes de pedra chegamos ao Mergulho.
      O Mergulho é uma depressão (buraco) no final das lajes de pedra com uns 5 metros de altura. Quando chagemaos, um casal com corda, ajudava outros dois trilheiros, que não tinham. Então, começamos a nos preparar enquanto a fila se formava atrás de nós. Optamos por fazer um pequeno rapel pois achamos que era o mais seguro para aquela pedra úmida e escorregadia (imagine em dias de chuva!). No meio do rapel da Ádria, chegou um quarteto de cabras da peste, metidos a Indiana Jones, querendo passar rapidinho e ao mesmo tempo que a Ádria. 
           - Amigo,  quer passar, passa, mas não segura na corda que ela está pendurada né?
      Pois é, esses Indiana Jones estavam sem o chicote para lançar na árvore e usar feito cipó.
      Pronto, mergulho superado,  então vamos para o próximo,  o Cavalinho.
      Quando chegamos lá,  adivinha quem estava travado com medo de altura e não conseguia passar pelo cavalinho?  Um dos Indiana Jones.
           - É amigo,  no filme era mais fácil, né?
      Assim como no Mergulho, tiramos as mochilas e passei primeiro para içá-las. No Cavalinho existe um "pê" para proteção que usei para içar um Indiana Jones, dois Crocodilos Dundee, a Ádria, a Maiza, quatro pessoas que não tinham corda, tampouco guia e onze mochilas, até que chegou o grupo guiado pelo Janio,  que me perguntou:
      - Você é guia?
      - Não, estou mais para bom samaritano de trilha mesmo.
      - Eita, então pode continuar que ali em cima tem uma passagem pior que essa, e o pessoal deve estar te esperando .
      Dito e feito, dali 10 metros, a turma estava lá me esperando. Mais um trecho bem complicado com necessidade do uso da corda. Acredito que levamos mais de 1 hora, entre o Mergulho, Cavalinho e o último trepa pedra, pois foram trechos técnicos, com fila e ajuda aos desavisados.
      Dali em diante, a trilha foi tranquila e rápida até o Abrigo 4. 

      Dica: chegando ao abrigo, a primeira coisa a se fazer é colocar o nome na fila do banho quente, caso você tenha comprado, pois a espera pode ser bem longa. Armamos a barraca, a Maiza fez um jantar sinistro, comemos e esperamos, esperamos, até que eu comecei a dormir em pé esperando a minha vez no banho. Quer saber? Já tomei um banho de cachoeira antes de ontem, vou dormir. A Maiza conseguiu revender o meu banho e o lugar na fila.
      DIA 3
      5h da manhã, hora de acordar para ir ver o sol nascer na Pedra do Sino. Chegamos em 30 minutos, com tempo para andar pelo pico e escolher o melhor lugar para dar bom dia ao sol.

      Descemos, levantamos acampamento e seguimos morro abaixo. O caminho foi óbvio e tranquilo, com vários pontos de água. Chegamos à portaria da sede em Teresópolis realizados! Satisfeitos com cada minuto desta travessia e famintos.
      Andamos até o ponto de ônibus indicado pelos funcionários do parque, e próximo à rodoviária comemos um PF de respeito. Entramos no ônibus para Petrópolis, depois para o hostel e finalmente tomei banho.
       Quer ver mais fotos desta travessia para se inspirar? Clique AQUI
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    • Por maizanara
      Cinco motivos para você fazer a incrível travessia de Petrópolis Teresópolis
      1) O pôr do sol do Castelos do Açu é incrível;
      2) A vista para Serra dos Órgãos é incrível;    
      3) O nascer do sol da Pedra do Sino é incrível; 
      4) A realização ao completar essa travessia difícil é incrível;
      5) A história que você contará para o seus netos sobre ela, será incrível (esta foto ainda não temos).
      Quer ver TODAS as fotos desta travessia para se inspirar? Clique AQUI
      Quanto tempo leva? A travessia da maneira tradicional é feita em 3 dias, sendo: DIA 1: da portaria do Bonfim até os Castelos do Açu. Duração: 7 a 8 horas;
      DIA 2: dos Castelos do Açu até o Abrigo 4 (próximo à Pedra do Sino). Duração: 7 a 8 horas;
      DIA 3: do Abrigo 4 até a portaria em Teresópolis. Duração: 4 a 5 horas.
      Qual a melhor época?
      Época com menor ocorrência de chuvas, maio a setembro. As chuvas podem tornar a travessia bem perigosa.
      Preciso contratar um guia?
      Se você está na dúvida, a resposta com certeza é sim! Se você está pensando em ir sem, saiba que a trilha exige experiência em navegação, muito preparo físico e técnicas com corda. 
      Nós fomos sem guia, mas aconselhamos você a não fazer o mesmo. ☺
      Nossas indicações: 
      Janio de Oliveira -  (24) 98812-5782 - [email protected];
      Daniel Miller (Sherpa Adventure) - (21) 97222-7745 www.sherpaadventure.com.br
      Lista dos condutores cadastrados no PARNASO (Parque Nacional da Serra dos Órgãos);
      Quanto custa?
      Custos do Parque: consulte o site do Parque, pois os preços costumam variar de acordo com a data. 
      Guia: os custos podem variar entre R$ 200,00 e R$ 400,00 por pessoa, variando de acordo com o guia e a quantidade de pessoas. Atente-se para a quantidade de pessoas por guia, não é indicado mais do que 10 por guia.
      Alimentação: é preciso levar toda a comida para os 3 dias. São 3 cafés da manhã, 3 almoços, 2 jantares e lanche de trilha para 3 dias, tudo ao gosto do freguês.
      Transporte:
           Ida (Petrópolis):
              -  A partir da sua cidade até Petrópolis - RJ. Em nosso caso, saímos de SP (rodoviária do Tietê) de ônibus e custou R$ 125,00 por pessoa; 
              - Rodoviária  até a sede em Bonfim (Petrópolis): ônibus para o terminal Corrêas + ônibus até a Escola Rural do Bonfim (número 616 - Pinheiral), R$ 4,00  
            Volta (Teresópolis):
             -  Nós voltamos para Petrópolis, para aproveitar o restante do feriado. Ônibus coletivo até a rodoviária R$ 4,00 e ônibus da Viação Teresópolis saiu da rodoviária e custou R$ 20,37. 
             - De Petrópolis - RJ para SP (rodoviária Tietê), R$ 125,00.
      Nossos gastos (por pessoa):
         • Entrada do parque + taxa + camping no Açu + Camping no Abrigo 4 + 1 Banho Quente + Taxa de Conveniência = R$ 80,96
         • Alimentação = R$ 80,00
         • Transporte =  R$ 278,37
         ► Total = R$ 439,33
      O que levar?
      Aqui, você pode encontrar a nossa checklist. Caso você contrate algum guia, confirme quais itens você não precisa levar.
      ! Leve os comprovantes dos pagamentos e reservas  do Parque impressos.
       Quanta água é preciso carregar? 
      Durante a trilha existem vários pontos de água, com um reservatório de 2 a 3 litros por pessoa foi o suficiente. Para todos os pontos de água precisamos purificá-la (Clorin, Água Sanitária, Hidrosteril, etc).
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