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Praia do Sono


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galera, esse post me ajudou muito e estive no Sono nesse feriado, então venho trazer informações atualizadas sobre lá:   Paguei R$ 20,00 pra deixar o carro estacionado, bem no começo da trilha mesmo

Oi Carol, tb irei sozinha para o Rio neste feriado, estou pensando em 3 dias(7 a 9) Paraty/Trindade. E a ideia também é aproveitar as praias já que onde moro é frio rsrsrs                            

  • Membros

Estive na praia do Sono esse fim de semana e fiquei impressionado como em 10 anos que eu não aparecia por lá, as coisas quase não mudaram. Eu estava receoso que a especulaçao imobiliária tivesse chegado lá e o paraíso estivesse perdido, mas felizmente está quase como antes.

Fizemos a caminhada em 1:30 mais ou menos . Mesmo com as chuvas, a trilha estava boa.

Sugestão de camping - o último da praia é o da Néia. Bem tranquilo e arrumado. Os preços são quase sempre os mesmo, em torno de R$10,00 a diária por pessoa. (sem água quente como a maioria).

Cerveja a 3,00 a lata valeu a pena, após a cansativa caminhada para um cara fora de forma como eu.

 

Voltamos de barco (40,00 para o casal - não sei se é o preço do barco, ou foi 20 por pessoa). Se alguem quiser ir de barco pode ligar que o pessoal busca lá no pier da Laranjeiras. (24) 9913-9183 é o celular do Deco.

 

Pra chegar na Laranjeiras, pode deixar o carro no pé da trilha (7,00 por dia o estacionamento) ou ir de onibus a partir de Paraty (R$2,60 o circular que leva em torno de 40 minutos)

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  • 1 mês depois...
  • Membros de Honra

Beleza tibujo?

Tenha como referência o bairro Patrimônio...Desça nesse bairro ou vila na frente do retorno para a subida da estrada para Laranjeiras/Trindade.No sentido Ubatuba-Paraty a estrada(subida) fica à sua direita

Abraço

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  • Membros de Honra

Blz Tibujo.

 

Dá p/ fazer exatamente como o Haole disse.

No bairro do Patrimonio tem uma estrada que sai da Rio Santos e vai subindo até atingir o topo do Morro Deus me livre e lá vc tem 2 opções: para esquerda te leva para o bairro de Laranjeiras e lá Praia do Sono e a trilha para essa praia é junto ao ponto final da linha de onibus.

Já se vc quiser ir para Trindade é só seguir para direita lá no topo do morro.

 

E esqueça chegar em Trindade ou na Praia do Sono na caminhada.

A subida é muito forte e carona não é tão facil.

Talvez vc tenha facilidade para pegar a carona em frente ao posto da Policia Militar, que estáa bem na saida da Rio-Santos.

 

 

Boa sorte

 

 

 

 

Olá! Por tudo que li aqui, vi que o Augusto(admin) conhece bastante da praia do sono e tem dado altas dicas pra toda galera, tomara que possa me auxiliar tbm; seguinte, Pretendo ir ao Sono (heheh..soou estranho) no ínicio de julho, eu e mais um amigo, moramos na serra gaúcha e pretendemos ir de carona pela BR 101, porém como li em outro post, o Augusto mencionuo que pra chegar em Trindade, Sono, Laranjeiras é preciso pegar uma estrada que entra na BR-101 entre Paraty/RJ e Ubatuba/SP.

Pergunto, meu ponto de referencia para desembarcar seria esse? Teria como eu parar em outro lugar próximo a uma rodoviária ou afins? Desde já agradeço muito pelas informações. abraço! Paz!

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  • 8 meses depois...
  • Membros de Honra

- P. do Sono: acesso fácil de carro até Laranjeiras. No sentido SP-RJ, 7Km após a divisa, tem-se o trevo do Patrimônio, pegar saída à direita. Depois de um curto trecho tem uma bifurcação, pegar a esquerda para Laranjeiras, pois a outra estrada vai para Trindade. A estrada é bem sinuosa, íngreme e estreita, mas o asfalto está perfeito. Peguei um croqui, num dos sites de Paraty, mas não tem erro. Basta seguir a estrada, tem uma portaria e o rapaz te ensina o caminho se você não souber. Continuando, você verá outra portaria à direita, mas você deve continuar pela esquerda. Depois de pouco menos de 1Km, vire à direita. Logo adiante você será abordado por alguém que te indicará onde estacionar o carro. Parece que há outras opções, alguns moradores fazem do quintal um estacionamento. Tem ônibus também que sai de Paraty e te deixa bem no início da trilha. O início da trilha é uma subida bem íngreme, mas é uma espécie de estrada, é larga e boa para andar. Somente no trecho final que é uma trilha propriamente dita, com muitas pedras, algumas raízes de árvore e exige mais cuidado ao caminhar. Em alguns trechos há escadas para facilitar o acesso. Vimos umas 2 fontes d’água no meio do caminho, acho que são potáveis, mas no mínimo serve para refrescar. Levamos 1h6min para completar a trilha (carregando apenas uma mochila leve c/ água, lanche e itens p/ passar apenas o dia lá). Cuidado com cobra no meio da trilha, vimos algumas, acho que não eram venenosas, mas melhor não arriscar. A P. do Sono é mais longa, cheia de amendoeiras. Tem certa infra-estrutura, campings, casas para alugar, bares e barqueiros para fazer o transporte para Laranjeiras (este inclui transporte de Kombi até o local de estacionamento do carro) ou para Trindade. É possível ir e voltar de barco, para quem não quer fazer a trilha.

 

- P. de Antigos e Antiguinhos: A trilha é visível mesmo de longe, uma linha alaranjada que corta o morro, mas o início da trilha não fica muito claro, mas depois de atravessar o rio e dar uma olhada dá para ver a trilha no meio das pedras. A trilha é curta, mas bem íngreme. No alto do morro tem-se um belo visual da P. do Sono, mas não dá para ver a P. de Antigos, do outro lado. A praia é pequena, porém muito bonita e deserta, sem nenhuma construção. Muitos vão até Ponta Negra e acampam por lá, para continuar no dia seguinte, dando a volta pelo outro lado.

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  • 3 semanas depois...
  • Membros

Gente,

 

sinto muito por vocês que estão sem noticias, mas terão que manter a calma e rezar p/ que eles entrem em contato logo. O telefone publico tah quebrado, não sei se ja religaram a luz, logo devem estar sem abteria nos celulares. E qnto a celulares, só estavam funcionando Vivo e Claro e bem próximo a água, e mesmo assim era um ritual para conseguir o sinal. Então, pensamento positivo, me falaram que havia 2 pessoas desaparecidas, mas ngm soube dizer desde qndo ou quem eram, mas fiquem tranquilos o tempo que fiquei lá nada de ruim aconteceu (pelo menos não com pessoas, somente com as coisas).

 

Boas vibrações e vou torcer para que tenham logo noticias deles. E não esquecem de avisar qndo tudo se resolver.

 

Bjinhus

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  • Silnei changed the title to Praia do Sono

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    • Por bvfurtado
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      Quem animar chama aí (24) 988596110
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      Foram aproximadamente 15 horas de espera somando ida e volta na rodoviária do Tietê devido a diferença de horários das conexões. Depois de um verdadeiro chá de rodoviária cheguei em Paraty durante à noite e fui direto para meu camping, e essa foi minha primeira experiência acampando. Fiquei no Camping Portal de Paraty e em dezembro de 2020 e paguei 35,00 a diária. Super recomendo esse camping, existem partes com tendas para proteger da chuva (que diga-se de passagem salvaram minha viagem pois choveu muito durante minha passagem por Paraty e eu não tinha uma super barraca), banheiro com ducha água quente, cozinha equipada e uma localização estratégica.
      Como eu disse anteriormente choveu muito durante essa viagem, por isso no primeiro dia foi impossível sair para curtir o mar, apenas já de tarde que eu aproveitei para conhecer o centro histórico de Paraty. Eu tenho que confessar que achava que o centro era menor, mas ainda existe uma porção bem conservada de casinhas coloridas, fiquei zanzando por entre as ruas, conheci o cais onde ficam os barcos que fazem os passeios (existem agências que fazem passeios de escuna, entre outros, como eu estava evitando gastar deixei para outra oportunidade), e as praias acessíveis de Paraty, que são impróprias para banho, mas valem para admirar a paisagem.

      No segundo dia a chuva já estava mais fraca, decidimos partir então para Trindade, uma vila onde ficam algumas das praias de Paraty, mas não espere nada luxuoso, o lugar tem uma vibe hippie e caiçara. Peguei o ônibus Trindade no ponto que ficava bem próximo ao camping, o valor da passagem em dezembro de 2020 foi de R$ 5 reais. Descemos em uma das primeiras praias do percurso do ônibus: a praia dos Ranchos. Nessa praia escolhi não ficar na parte onde estão os restaurantes e as cadeiras, isso porque prefiro locais mais vazios, e foi assim que descobri no canto oposto da parte badalada da praia um verdadeiro canto de paz, nessa parte existem imensas pedras, porém não recomendo tentar entrar na água pois as ondas quebram com muita força, mas dá sim para molhar os pés. Acho que por conta da chuva e da força da água não havia mais ninguém nessa parte, o que deixou o lugar ainda mais espetacular, foi um momento de introspecção, vendo a força do mar e claro tomando chuva hahaha mas esse foi de longe meu lugar favorito de Trindade. (No último dia descobrimos que andando mais pelas pedras você encontra uma praia para poder entrar).

      Depois de um certo tempo, parti para conhecer as Praias do Meio e do Cachadaço, as distâncias entre as praias são bem curtas e você consegue fazer o caminho a pé, aproveitando também para conhecer um pouco do centrinho de Trindade. 
      Na Praia do Meio apenas aproveitamos a passagem pois mesmo sendo cedo, já estava muito cheia, o que intensifica devido a faixa de areia pequena, entretanto é onde observei que as águas são mais calmas e sem fortes ondas, ou seja ideal para quem tem medo, ou então para quem pretende levar crianças.
      No final dessa praia é que fica uma pequena trilha de cerca de 10min que leva a Praia do Cachadaço, depois de atravessar o rio de água doce que deságua no mar é que fica o início da trilha. Pessoalmente achei muito tranquila de fazer, mas isso pode variar de pessoa a pessoa e quantidade de peso que você está carregando. 
      Como gosto mais de mar com ondas, a praia do Cachadaço foi excelente para passar um tempo, existem alguns bancos de areia, mas mesmo sendo um dia nublado com o mar mais agitado estava muito bom para tomar um banho. Na praia do Cachadaço existe outra trilha que leva às piscinas naturais, não visitamos esse local pois novamente estávamos evitando aglomerações, e o fluxo de pessoas que estava pegando a trilha era grande, logo resolvemos ficar apenas na praia onde havia mais espaço para relaxar.

      No terceiro dia fiz o passeio que mais estava com vontade, a trilha para a Praia do Sono. Deixamos para esse dia na esperança de que a chuva cessasse, acontece que não foi bem isso que aconteceu, apesar de existirem barcos que fazem esse trajeto, escolhi a opção que era mais barata, debaixo de chuva mesmo. Tomei o ônibus para a Vila Oratório, cujo valor também era de R$ 5,00. Você precisa descer no ponto final dessa linha que já é praticamente  no início da trilha. Posso resumir o trajeto em 3  palavras: chuva, lama e tombos! Mas a sensação de recompensa quando avistamos aquela praia praticamente deserta não teve preço. Essa trilha deve ser uma dificuldade média, com duração de 1h, mas por conta da lama e da chuva ficou mais complicada e demoramos mais. A praia estava absurdamente vazia, e foi de longe o melhor passeio da viagem. Existem alguns campings e restaurantes por lá, além das casas da população tradicional caiçara que mora na Praia do Sono, mas novamente nada luxuoso, a única coisa que se pode ostentar nesse local é conexão com a natureza bastante preservada.

      No último dia voltamos à Trindade, o tempo ainda estava fechado, dessa vez descobri a praia do Cepilho, o lugar que eu citei mais acima, que você tem acesso pela Praia dos Ranchos, ela tem uma faixa de areia pequena, e é denominada como dos surfistas por conta das ondas, mas mesmo não surfando aproveitei muito pegando uns jacarezinhos. Também gostei muito dessa praia. Depois de curtir, retornamos para Paraty, dessa vez para desmontar nossa barraca e retornar para casa.
      Durante todos os dias cozinhei na própria cozinha do camping, além de levar lanchinhos e bebidas para praia, apenas em uma noite fui em um barzinho chamado Prosa (que pesquisei antes e foi classificado como um local barato) , recomendo o local pois tinha uma vibe legal, mas infelizmente comer em Paraty é bem caro, tanto nos preços do supermercado, tanto nos estabelecimentos. No bar pedi um Jorge Amado (caipirinha feita com uma cachaça de cravo e canela) que é um drink inventado e bem típico em Paraty, duas cervejas e duas porções e gastei R$240,00.
      Minhas considerações finais são que vale muito a pena conhecer Paraty e que 4 dias foram muito pouco!
       
    • Por Fora da Zona de Conforto
      Está pensando em conhecer o charme dessa cidade histórica? Abaixo, você encontrará tudo que precisa saber para sua viagem – o que fazer, como chegar lá e muito mais!
       
      Cidade de Paraty
       
      Considerada Patrimônio Histórico Nacional, a cidade de Paraty reserva muita beleza natural e história embutida em suas ruas de pedra e arquitetura impecável mantida muito bem preservada desde o período colonial!
      O encanto do centro histórico é perfeitamente contrastado com a beleza natural da cidade, que possuí uma grande diversidade de opções para o turismo ambiental e ecológico.
      Gostou? Venha conferir um guia completo para visitar Paraty! 
      Continue lendo: Guia Completo para Visitar Paraty no Brasil
    • Por edufehrer
      Buenas,
      em tempos de pandemia, tacamo as máscaras no rosto e metemos o pé na estrada.
      Partimos de Sâo Paulo/SP no sábado de manhã 17/10/20, rumo a Paraty.
      a idéia era ir pela Rodovia Tamoios e parar em Trindade, antes do Centro de Paraty, porém o dia amanheceu bastante nublado e chuviscando, meti o pé na Dutra mesmo para pegar a estrada Paraty-Cunha e já sair no centrão, Trindade ficaria pra outro dia (segunda-feira 19/10).
      antes disso, paramos no Santuário de Aparecida do Norte, fazia anos que não íamos lá, tá bem diferente, obviamente, agora tem até um bondinho que dá acesso a um mirante com uma vista bem bonita da Igreja/Cidade, valeu a pena a visita, que Deus abençoe o rolê (e abençoou). 
      partimos enfim para estrada Paraty-Cunha, nunca tinha andado por lá, gostei bastante, apesar de alguns trechos que requerem bastante atenção, porque fica estreito e só passa uma mão, de resto a estrada é bem estruturada, não achei perigosa como dizem, mas claro, é bom descer engatado, sem querer inventar.
      já na descida, antes de entrar na cidade de Paraty, bem na beira da estrada fica a Cachoeira do Tobogã e o Poço do Tarzan, junto com os famosos alambiques da cidade (esse tour custa em média R$60,00 por pessoa para quem vai com as agências saindo de Paraty), na entrada da Cachoeira do Tobogã tem uma igrejinha e junto dela um estacionamento, custa R$10,00 a diária, a Cachoeira é bem legal, quem não se importou com a falta do sol estava escorregando nas pedras, que de fato forma um tobogã natural, a natureza é incrível...onde rola a queda do tobogã é um pouco fundo, importante saber nadar...o poço do Tarzan é mais tranquilo de ficar. 
      Em frente a igreja, fica o Alambique Engenho D'ouro, não achei esse tão interessante e preferi descer um pouco mais a estrada até chegar em uma estradinha a esquerda, antes de uma ponte, vai nessa estradinha até o fim, cerca de 3 minutos, lá fica o Alambique Paratiana, dei uma borrifada no álcool em gel pra entrar, era feito de cachaça, achei sensacional. Na hora que estávamos degustando as cachaças e os licores, tem muitos, chegou uma galera do tour, a atendente disse que poderíamos participar do tour pela fábrica junto com o grupo sem pagar, ela conta a história do alambique e explica todo o processo de fabricação, é bem interessante. Voltamos para a loja, lá fabrica e vende a famosa cachaça Gabriela  Cravo e Canela, que na real parece mais um licor, é boa demais, só que um pouco caro, R$47,00 a garrafa de 700ml, trouxe uma pra casa. (a vendedora disse que ainda esse mês os preços iriam aumentar, mas não sei se foi papo de vendedor).
      voltamos para a estrada, nessa mesma estradinha do Alambique fica aqueles tradicionais letreiros das cidades turísticas (eu amo Paraty).
      agora fomos de fato para o centro de Paraty, ficamos hospedados a 3 quadras do centro histórico, uns 5 minutos de caminhada, a cidade está sem bloqueio de acesso, a maioria das pessoas usam mais a máscara quando vão entrar em algum estabelecimento (por ser obrigatório), andando nas ruas vimos bastante moradores sem, os turistas normalmente estavam o tempo todo de máscaras.
      ficamos na Pousada Brisa do Leste (inclui café da manhã e tem garagem, únicas exigências que eu tinha) de resto a pousada é super simples, mas atendeu muito bem, a dona super atenciosa, ela nos contou sobre a crise financeira causada pela pandemia, pagamos R$ 462,00 por 3 diárias, guardamos as malas e fomos caminhar no Centro histórico e almoçar.
      de fato o centro histórico de Paraty é apaixonante, andar e trupicar nas pedras é algo único, toda aquela arquitetura das casas, todas iguais com cores diferentes, onde não entra carro, amamos andar por ali...a variedade de restaurantes é grande, nesse primeiro dia almoçamos no Candeeiro, pedimos um salmão grelhado, não era exatamente filé, tinha uns espinhos, já comi melhores, ali tomei meu primeiro Jorge Amado (primeiro de muitos) drink da cidade feito com a cachaça Gabriela, mais a adição de maracujá e limão, é sensacional de tão boa, imperdível. 
      caminhamos bastante pelo centro e fomos conhecer a cervejaria Caborê, aos sábados rola um tour pela fábrica as 17h, fomos sem agendamento prévio e conseguimos um encaixe na segunda turma, foi bem interessante...lá mesmo na fábrica tem um bar, onde é possivel pedir a régua que vem 6 shots, sendo possível degustar todas as cervejas, pelo preço R$16,00, achei que compensou...depois óbvio que pedi um chopp da que mais gostei, a IPA.
      após voltar pro hotel, saímos a noite para centro histórico novamente, paramos em um barzinho chamado  Prosa, tinha música ao vivo, tinha o drink Jorge Amado, noite completa, super recomendo esse lugar, preços juntos e bem aconchegante...na volta passando por uma das lindas ruazinhas sentimos um cheiro de doce sensacional, vinha da sorveteria Miracolo, tivemos que perguntar de onde vinha todo aquele perfume, era das casquinhas dos sorvetes, eles fabricam lá mesmo, pedi um sorvete de Mirtilo, sensacional!
      fim do dia, no domingo iríamos pro passeio de escuna.
      continua...
       
    • Por Gabrielantunes
      Galera, sou de Pinda-SP e estou planejando ir pra Paraty no domingo 06/09 e voltar na terça 08/09 ou 07/09 mesmo, talvez. O plano é pernoitar no camping do seu Orlando na praia do cruzeiro e fazer a trilha do pico do pão de açúcar. Estou indo sozinho, se alguém tiver afim, bora marcar esse rolê.

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