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Eurotrip (Barcelona, Istambul, Capadócia, Londres, Paris)


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Depois de uma semana em que cheguei de minha aventura na Europa pela segunda vez, resolvi postar o relato dessa viagem com intuito de informar ou até mesmo de tirar dúvidas, ou melhor, as neuras dos mochileiros de primeira viagem. A princípio resolvi planejar essa viagem de última hora já que quando emiti as passagens faltava apenas 1 mês e alguns dias da data marcada para o embarque. O trecho São Paulo/Barcelona/São Paulo consegui emitir com pontos do meu programa de fidelização, portanto paguei somente as taxas aeroportuárias. Já os trechos internos Barcelona/Istambul/Londres foi pago a parte, mas mesmo assim o valor não foi tão caro, algo em torno de 600 reais, isto considerando que não voei em uma cia. Low Cost e também o pouco tempo que faltava.

 

1° Dia Barcelona

No primeiro dia, me apresentei no aeroporto, tudo tranquilo, apesar de o atendimento dessa cia. aérea não ser o dos melhores, a começar pelos atendentes no balcão de check in. Durante o voo tudo correu bem, o serviço de bordo da cia. era razoável, o voo estava vazio e, portanto era possível escolher o melhor assento o que diga se de passagem tornou a viagem um pouco mais agradável, considerando que a aeronave também não era das melhores. Cheguei a Madri, já que meu voo fazia escala na capital espanhola, antes de prosseguir viagem para Barcelona, tudo dentro do horário previsto, tive de passar pela mais temível imigração ao que muitos dizem ser, que no meu caso foi muito tranquila ao contrário do que havia sido em 2010 quando cheguei em Milão. Haviam policiais logo na saída da aeronave pedindo pra que todos ficassem com os passaportes abertos e alguns eles paravam e outros passavam direto, caminhei um pouco até chegar ao balcão de informações da cia. aérea pra me informar qual seria o portão de embarque do meu voo pra Barcelona, a atendente me informou e eu segui as instruções, só que antes de ir até o portão tive que passar pela imigração propriamente dita, mas sem problemas, não havia fila alguma e eu cheguei e fui direto ao guichê, o oficial me perguntou pra onde ia e quantos dias e carimbou meu passaporte. Passado isso segui até o shuttle que levava até o outro portão de embarque para o voo de Barcelona, o aeroporto de Madri é realmente grande, portanto pra quem vai em conexão por conta própria recomendo reservar algumas horas pra fazer todos os procedimentos com tranquilidade, isso vale pra maioria dos aeroportos europeus. Segui no meu voo até Barcelona, cheguei por volta das 14h, fui pedir informação sobre o transporte e também um mapa das principais atrações turísticas já que teria aquele resto do dia pra ficar na cidade, comprei um passe que permite fazer viagens ilimitadas durante 2 dias consecutivos no valor de 13 euros, e como eu estava com malas resolvi deixar no guarda volumes (Consigna) que fica no piso térreo do aeroporto, o serviço custa 6 euros para um período de 24 h para uma mala grande, para cada tamanho é um valor. De lá peguei um ônibus que me levou até a Praça Catalunya, na região central de Barcelona, de onde se pode pegar o metrô pra qualquer parte da cidade, e resolvi fazer um passeio pelo Parc Güell, fica um pouco afastado do centro, mas é bem interessante, é possível ter uma bela vista da cidade como um todo, e tem que ter bastante disposição pra percorrer o parque todo porque ele é imenso, saí de lá por volta das 18h e fui dar uma volta pela região central, mas como é outono escurece cedo demais e já não dava pra ver tanta coisa, peguei o ônibus para o aeroporto de lá peguei as minhas malas e fui para o hotel que ficava bem próximo dali, para chegar até lá, como ficava fora da zona coberta pelo meu passe eu tive que pagar a tarifa a parte, por isso bom atentar a esse detalhe na hora da escolha do hotel caso queira ou precise ir e voltar ao mesmo várias vezes ao dia. Cheguei lá e fiquei por pouco tempo, porque às 4h tinha que voltar ao aeroporto pra fazer o check in no voo para Istambul,

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2° e 3º Dia Istambul

Tomei o ônibus noturno e fui até o aeroporto, porém o ônibus me deixou em outro terminal que não era o mesmo em que meu voo iria sair, portanto tive que pegar outro ônibus do próprio aeroporto para ir até o terminal de partida. Chegando lá me dirigi até o balcão da cia. aérea, eu não sei se a atendente da cia. aérea não foi com a minha cara ou o que houve, mas ela me fez algumas perguntas que eu achei até que nem iria conseguir embarcar, me pediu pra ver reservas do hotel, qual era minha idade, qual seria o destino final da minha viagem depois de Istambul, e ela me parece que não sabia que brasileiro não precisa de visto para permanência de até 3 meses na Turquia, mas como estava tudo certo não tinha como ela negar meu embarque, novamente me dirigi à sala de embarque e toda vez no raio-X era uma chatice tinha que tirar tudo como o computador, casaco, celular, etc. e sempre é bom ressaltar que líquido só é permitido em embalagem de até 100 mL e dentro de um saco plástico fechado, e mesmo que você tenha um perfume contendo apenas 50 mL num frasco de 150 mL, eles descartam, pelo menos foi o que fizeram comigo, porque eles contam a capacidade do frasco e não o que está contido dentro dele, independente se o voo é pra Europa, América ou de Barcelona pra Madri, a regra é a mesma, o que também vale para pasta, gel, etc.. Pois bem segui no voo com uma conexão rápida em Roma, como para ir de Barcelona pra Istambul, você sai da Zona Schengen há um controle de imigração novamente, sempre há placas coloridas com indicação do portão de embarque para os passageiros em conexão e necessariamente para ter acesso a eles você passa pela cabine do controle de passaporte. Mais algumas horas no voo pra Istambul, fui até a restituição de bagagens, antes disso mais uma passagem pela imigração que é bem tranquila em Istambul, apenas carimbo no passaporte, e na restituição da bagagem tive uma pequena surpresa quando olhei pra minha mala e ela estava sem o cadeado que eu tinha colocado, eu abri a mala e ele estava dentro todo torto, havia sido arrombada, talvez a atendente do check in em toda sua desconfiança pediu para que isso fosse feito, ou foi a alfândega do próprio aeroporto que o fez, considerando que a segurança no aeroporto de Istambul é bastante reforçada, para entrar no aeroporto independente se você vai ou não para sala de embarque você obrigatoriamente passa pelo raio X, ou seja, se for comprar sua passagem na loja da cia. aérea que fica no saguão aeroporto tem que passar pelo controle de segurança. Para ir até o meu hotel tomei um metrô e tive que fazer um transbordo numa outra estação, ao contrário de muitos lugares para essa troca de linha você deve pagar uma nova tarifa já que segui em outro tipo de meio de transporte que é uma espécie de bonde, para utilizar o transporte você compra o jeton, você insere suas moedas ou notas no JetonMatik e ele te dá o jeton que custa 2 liras turcas, também tem o Istambulkart, mas eu não entendi muito bem o funcionamento desse passe que permite fazer transbordos por valores mais baixos, apesar de que eu não recomendo porque os principais pontos turísticos: o Palácio Topkapi, a Mesquita Azul, e Ayasofya ficam muito próximos um do outro e é possível chegar até eles caminhando, isso levando em conta que o hotel fique próximo a eles que era o meu caso, no bairro Sultanahmet. Mas dá pra fazer esses pontos turísticos tranquilamente em 1 dia, o palácio Topkapi a visita é mais extensa, tem mais coisa pra ver incluindo o museu arqueológico, mas as outras duas que são as mesquitas é uma visita mais rápida, isso lembrando que elas fecham por volta das 16:30, e na Mesquita Azul não é permitido visita em horários de preces, portanto é bom se informar antes. A Mesquita Azul não é cobrada a entrada, já a Ayasofya e Topkapi são cobrados e caso queira há ainda o acesso a Cisterna da Basílica e ao Harém no palácio que são pagos a parte, nesse caso quando há interesse em visitar tudo isso eu recomendo o Museum Pass no valor de 72 liras turcas que abrange além desses, alguns outros museus, o passe tem validade de 72 horas. Em Istambul eu fiquei basicamente 2 dias, achei que foi suficiente, a maioria dos turcos sabe se comunicar bem em inglês.

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4° Dia Capadócia

No terceiro dia eu já estava com as passagens compradas pra Nevsehir região da Capadócia, apesar de que dizem que a melhor forma de chegar até lá é pelo aeroporto de Kayseri, essa região é onde ficam aquelas cidades subterrâneas, e lindas paisagens, e onde se pode fazer o incrível passeio de balão que não é tão barato e avistar toda a cidade. Peguei o voo pela manhã e fui até lá, o aeroporto era minúsculo creio que sejam 4 voos ou menos por dia, confesso que fiquei bem perdido quando cheguei, porque havia só o balcão de informações, mas nenhum atendente. Então pedi ajuda a uma policial responsável pelo controle de segurança de raio-X de qual seria a forma para chegar ao centro da cidade e de lá chegar as atrações de outras cidades da região da Capadócia, mostrei meu guia a ela, ela me informou que estava prestes a sair um transfer da própria cia. aérea que por sinal é muito boa incluindo o serviço de bordo, apesar de ser um voo de curta duração, eu segui em direção ao ônibus e o transfer era gratuito. O aeroporto não ficava nem um pouco próximo da cidade, levou algum tempo até chegar lá. E por se tratar de uma região turística achei que não seria tão difícil de me localizar e utilizar os principais serviços dos quais precisaria pra me locomover pelas cidades, o que foi um engano. Eles só falavam em turco, não havia nada em inglês, portanto pra quem quer visitar essa região a melhor escolha é optar por pacotes de agência com tudo incluso já saindo de Istambul com guia, porque é bastante complicado se encontrar lá. Como eu tinha levado euro e tinha pouco dinheiro em lira turca e o mesmo não era suficiente para cobrir tudo que eu precisaria até o final do dia eu tinha de fazer o câmbio que foi mais uma "novela" até eu conseguir fazer isso, fui até uma papelaria onde também não falavam inglês e mostrei pra mulher uma nota de euro e outra de lira e apontei e ela entendeu o que eu precisava, ela foi comigo até rua apontou a direção e escreveu em um papel o nome do lugar onde eu poderia fazer o câmbio, um detalhe é que o povo turco é muito solícito e atencioso, em momento algum me negaram informação, isso me ajudou bastante. O lugar que ela tinha me indicado era uma joalheria que trocava o dinheiro não havia casa de câmbio naquele lugar, e até que não era tão pequena a cidade, bom agora havia mais um desafio que era encontrar o local onde eu poderia pegar o ônibus pra ir as principais cidades da Capadócia que eram Urgup e Goreme, existem outras, mas as que mais me interessavam eram essas, cheguei até o ponto e me informei com um estudante e ele por sorte falava inglês e disse que era ali mesmo que eu poderia pegar o ônibus, dali fui até o Urgup fiquei pouco tempo lá, e de lá segui até Goreme, o motorista me deixou em frente ao Museu de Céu Aberto e próximo dali também era o local onde saiam os balões. A entrada do museu é paga no valor de 15 liras, creio que o passe ao qual me referi anteriormente não cubra a entrada. E dentro do museu também tem uma igreja com entrada a parte. A Capadócia é uma região bem fria, isso no outono, e garoava bastante, mas a paisagem é inexplicável, lugar muito lindo. De lá eu fui caminhando até o centro da cidade, e me parece que essa cidade que no caso era menor que Nevsehir era digamos "mais turística", já que até o câmbio era feito com mais facilidade, e também lá havia a disposição quadriciclos para alugar para que se possa conhecer melhor a região levando em conta que de outra forma que não usando um carro, ou moto, se torna bem inacessível, devido à distância entre as atrações. Pela tarde voltei ao ponto de partida Nevsehir, a procura do transfer para o aeroporto, fui até um hotel, lugar em que eles falavam em inglês, mesmo sem estar hospedado o atendente me ajudou inclusive até ligou para o aeroporto pra se informar a respeito do ônibus, mas o mesmo estava fechado naquele horário. Falou-me que havia um serviço de transfer pago que saia as 18h em frente a um banco, mas eu perguntei pra várias pessoas e ninguém sabia me informar corretamente sobre esse serviço e onde eu deveria esperar, resumo da história eu tive que pegar um táxi, segundo o taxista se ele ligasse o taxímetro iria custar em torno de 90 liras considerando que o aeroporto ficava cerca de 30 km dali, realmente era bem distante, mas ele ia cobrar um valor 50 liras pelo serviço, não tive outra opção, cheguei ao aeroporto a temperatura estava por volta dos 3°C e ventava bastante, o aeroporto estava deserto, só tinha eu e uns dois funcionários, tive que aguardar cerca de duas horas pra poder acessar a sala de embarque e a segurança é o mesmo esquema de Istambul, pra acessar qualquer área do aeroporto tem que passar pelo raio X.

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5° e 6º Dia Londres

Cheguei a Istambul por volta da meia noite e como meu voo pra Londres saia as 6h da manhã resolvi esperar no aeroporto mesmo, havia deixado minha mala no guarda volumes 24 h o valor cobrado foi de 18 liras turcas, as 4h fiz o check in e fui para o embarque mais uma vez com conexão em Roma, dessa vez não foi necessária imigração já que o voo é de um país não Schengen para não Schengen Istambul/Londres, o voo atrasou cerca de 3 horas, mas isso contando com o tempo que ele ficou no ar dando voltas e voltas até aguardar autorização para pouso no aeroporto de Heathrow, chegamos as 15h estava previsto 11:30h, desembarcando cheguei até a imigração, não havia sido fornecido o landing card, formulário que tem de ser preenchido antes de se dirigir a fila da imigração, mas havia um balcão onde podia ser retirado esse cartão, a fila para cidadãos não europeus era grande apesar de o voo estar vindo de Roma, bom chegou a minha vez, a atendente me cumprimentou pegou meu formulário, e começou o interrogatório a que é submetido 99,9% dos turistas brasileiros, uns de maneira mais suave e outros mais amargo, ela perguntou de tudo e uma pergunta em cima da outra e pedindo os comprovantes, antes mesmo que eu terminasse de pegar o comprovante ela já vinha com outra pergunta, ela começou da seguinte maneira: O senhor está sozinho? O que está fazendo aqui? Quantos dias? O que veio fazer aqui (novamente)? Vai visitar algum outro país depois daqui? Posso ver a passagem? Antes mesmo que eu pegasse a passagem ela viu que eu era estudante e me perguntou: Onde você estuda? Posso ver um documento de matrícula? Posso ver outro documento que mostre quando começa o seu próximo semestre? Nessa hora eu fiquei preocupado porque eu não tinha nada de oficial provando quando minhas aulas retornariam já que eu estava com 2 semanas de férias apenas, aí eu disse que não tinha e ela perguntou quando começariam minhas aulas. Depois ela me disse: Aqui o senhor diz que vai ficar em um hotel, detalhe que eu não escrevi o nome do hotel, apenas o endereço, ou seja eles consultam tudo muito rapidamente baseado no que você preencheu no seu landing card, se porventura preencheu endereço errado e por um azar cai num endereço residencial provavelmente você vai ser submetido a um interrogatório muito mais minucioso e a situação tende a ficar um pouco mais embaraçosa. Feito isso ela me pediu a reserva do hotel que já estava confirmada e paga, perguntou o que eu estudava, quem estava pagando aquela viagem, o que meus pais faziam no Brasil, e eu mostrei a passagem de volta aí ela me disse "Ok sir, don't you worry" e me deu o carimbo de seis meses. No aeroporto mesmo, comprei o OysterCard, cartão recarregável em que é descontado um máximo pra que você possa utilizar os meios de transporte de forma ilimitada durante o dia, paguei 18 libras, fui para o hotel que também ficava bem próximo do aeroporto e da estação de metrô, já estava na metade do dia, lá por volta das cinco da tarde resolvi ir pra região central de Londres, que ficava um pouco afastada do meu hotel, tive que trocar de linha algumas vezes,e a chuva acabou atrapalhando um pouco o passeio, e as 16h já estava tudo escuro, mas mesmo assim deu pra conhecer um pouco da cidade naquele dia, mesmo que à noite. No outro dia sai cedo fui visitar os principais pontos turísticos: Parlamento, St Paul, Tower of London, etc. Fiquei praticamente o dia todo andando, só voltei mais a noite para o hotel, já que outro dia iria pegar o trem para Paris, e tinha que acordar cedo.

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7º Dia Paris

Foi bastante complicado chegar até a estação St. Pancras, tive que pegar 2 ônibus pra chegar até lá, e acabei errando o ônibus noturno tive que descer e acabei perdendo o ônibus correto, cheguei com atraso no Hyde Park onde deveria pegar mais um ônibus pra estação, tive que tomar um táxi até lá, senão perderia o trem. Para embarcar, apenas passei pela imigração da França, já que pelo que observei não há controle de saída no Reino Unido, a viagem dura cerca de 2 horas e meia e dentro do trem eles vendem algumas coisinhas pra comer, aceitam tanto euros quanto libras.

Chegando em Paris, comprei o bilhete de transporte T-Mobilis que seria mais vantajoso em relação ao Paris Visite de 1 dia, levando o consideração o preço, já que o T-Mobilis custou algo em torno de 6 euros pra circular quantas vezes fossem necessárias entre as zonas 1 e 2, que engloba as principais atrações turísticas de Paris. Dessa vez fiz um passeio mais fora do lugar comum de forma que havia estado lá em 2010, então fui mais para ver aquilo que não havia sido possível na outra viagem, o dia foi bastante produtivo, peguei o trem das 20h para Londres, na estação Gare Du Nord. Novamente se passa primeiro pela imigração de saída de Paris, e depois com o landing card preenchido me dirigi a imigração do Reino Unido, dessa vez foram uma ou duas perguntas e mais relacionadas com a hospedagem, bem mais tranquilo. Cheguei em Londres as 21h, a diferença de fuso horário é de 1h com relação a Paris, como estava muito cansado, não queria saber de outra coisa além da cama do hotel.

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8º Dia Roma

No outro dia embarquei pra Barcelona de manhã. A segurança no embarque de Londres é muito rigorosa, por isso é sempre bom chegar com bastante antecedência. Minha mala foi selecionada para uma revista mais minuciosa de uns 20 minutos, o moço que fica no raio X tirou tudo de dentro da mala e passava uma espécie de um aparelho em cada item, inclusive ele tirou até a bateria da câmera pra verificar, trata-se de um procedimento padrão pelo que pude observar, feito isso segui para o embarque e dessa vez mais uma conexão prolongado em Roma, no entanto agora foi possível visitar a cidade, o que muitos disseram não ser possível já que na conexão você não pode sair da área de trânsito internacional e que se eu pudesse teria que pagar uma taxa pra embarcar novamente que não foi o que aconteceu, porém antes de sair pra fora do aeroporto certifique de que tem tempo hábil para passar por todas as formalidades e considerar o tempo de deslocamento até o centro já que corre sério risco de perder a continuação do voo, mas uma vez tive de passar pela imigração pra poder ir para o centro, do aeroporto fui de ônibus, que custa 5 euros até o centro, a viagem leva em torno de 50 minutos, isso quando não há trânsito, lá também eu comprei um passe pra viagens ilimitadas e o mapa da cidade eles não fornecem tem que comprar, o metrô possui apenas duas linhas e é bem fácil de se localizar, visitei as principais atrações turísticas, lógico não foi uma visita aprofundada a ponto de visitar os museus do Vaticano porque isso levaria algum tempo e eu não tinha tanto tempo assim

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9º Dia Lisboa e Fátima

 

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Voltei ao aeroporto, a passagem pelo raio X tava bem demorada e até eu chegar ao portão de embarque demorou um pouco, e eu quase perdi o voo, quando cheguei lá todos já tinham embarcado e até aguardar o ônibus pra levar até a aeronave foi um pouco custoso, visto que o embarque era remoto, cheguei em Barcelona às 18h, deixei novamente minhas malas no aeroporto e segui para Lisboa, passei uma noite em Lisboa, e de manhã fui para Fátima, visitei a cidade e a igreja, comprei algumas coisinhas e voltei para Lisboa, ainda havia tempo para fazer uma visita em alguns pontos turísticos em Lisboa, mas eu estava muito cansado. Segui para o aeroporto rumo a Barcelona e de lá um voo para Madri e daí para São Paulo. E aqui se encerra meu relato, espero que essas informações sejam úteis para muitos que assim como eu pretendem num futuro próximo se aventurar pela Europa. Boa Viagem !

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