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TAILÂNDIA CAMBOJA E VIETNÃ - 18 DIAS - NOV/12 - 2 FELIPES (28a/27a) E TUDO QUE VOCÊ PRECISARÁ SABER


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  • Colaboradores

Alexrafael, em Krabi nós ficamos em Ao Nang. Não ficamos (e nem fomos) em si a Krabi City.

Gostei bastante de Ao Nang e do passeio de barco a Hong Islands !!! Mas eu investiria também na James Bond Island, pena que essa nós perdemos.

 

Siem Reap um dia ou um dia e meio pros templos (se for com o guia) Se for sem bota mais,...

PELO AMOR DE DEUS, FAZER O QUAD ADVENTURE É UMA OBRIGAÇÃO HEIN,..... !!!! ::hahaha::::hahaha::::hahaha::

 

Nós ficamos 3 noites em Siem Reap mas foram 2 dias completos. Deu certinho pro que a gente queria fazer.

 

abraços

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  • Colaboradores

Dia 15 – Hanoi, Vietnam (sexta)

 

Ainda em Siem Reap, Cambodia, madrugamos e fomos de mala e cuia de tuk tuk do próprio hotel para o aeroporto. Apesar de ainda estar escuro, já dava pra ver uma certa movimentação engraçada nas ruas. O aeroporto era muito engraçadinho. Ridiculamente pequeno, mas ainda infinitamente melhor que o do Rio (qualquer um a nível mundial ganha disso aqui). Eu morrendo de fome e só tinha um lugar pra comer. A atendente me fez esperar 20 minutos porque ainda não estavam abertos. Aff !!! Era hora de viajar de Vietnam Airlines. Excelente cia e um excelente voo.

 

Chegando a Hanoi, fomos primeiro providenciar o nosso visto lá no aeroporto.

 

Lembrando que já tinhamos pago US$ 10 pela carta convite feita pela agência que nos levaria a Halong Bay. Só com uma carta convite você consegue tirar o visto lá.

Pagamos a taxa de US$ 25 e só. Achei o povinho que faz o visto bem mal educado por sinal.

 

A cidade é dominada por uma grande “fog”. Pegamos um taxi, ao som de muitas muitas buzinas e fomos procurar o nosso hotel. Ah, a cidade não conta com aquele calor insuportável das outras.

 

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Primeira visão do Vietnã:

Se prepare para rir MAIS aqui do que em qualquer outro lugar que você já foi até agora. Aqui o povo buzina 24 hrs por dia e chega a ser cômico o número de motos na cidade. Não é exagero. Pense que aqui no Brasil a quantidade de barbaridades que você no transito não chega aos pés do que você verá acontecer aqui. E as buzinas parecem uma linguagem !

 

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Como atravessar a rua no Vietnã?

Opção 1: Reze e atravesse olhando para os lados.

Opção 2: (Recomendada) – Olhe para o outro lado da rua sem olhar para os lados. As motos vão desviar de você (tai a questão, eles que desviam, não vocês). Isso acontece porque lá não se anda em uma velocidade absurda. Pense que o espírito santo vai abrir caminho para você. Li algo parecido num fórum e resolvi adotar a ideia. É isso mesmo, sem tirar nem por. ::mmm:::mmm:::mmm:

 

20121223101749.JPGFelipe atravessando a rua da maneira ERRADA !!!!! ::prestessao::::dãã2::ãã2::'> ::essa::

 

É muito engraçado você ver um engarrafamento de motos ou elas paradas num sinal !!! Elas cruzam a pista e viram sem cerimônia aonde quer que desejem. Sem pestanejar ! Você Ri, ri, ri e ri mais um pouco. É muito cômico !!! ::lol4::::lol4::::lol4::

 

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20121223101955.JPGOlha a peregrinação para atravessar a rua...

 

20121223102005.JPGahuahuahuahuahuahu

 

Assim como no Cambodia, as pessoas também usam motos e bicicletas para transportar tudo. Não se assuste se vir armários ou animais presos em uma moto numa imagem digna de ser repassada via email. Apenas aprecie e tire fotos ! ::tchann::

 

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O povo aqui tem a cara bem mais fechada que na Tailândia, por exemplo. Não te dá muita bola e é bem na sua. Se você der tchauzinho, provavelmente vão te dar um dedo ! ahahahahahah !!! Mentira. Você apenas será ignorado. Achei bem ocidental a grande parte das coisas, completamente diferente de tudo que já tínhamos visto até então.

 

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Chegando a nosso hotel, fomos atendidos por um cara que parecia ser o gerente. Ele foi bem maneiro, mas principalmente porque o nosso quarto não estava desocupado. Resumo: Jogou a gente pra outro hotel e fomos tratados como reis, não reclamei !

 

Eu ainda tava mal da garganta, acho que com pus, pensei ir num hospital, mas ele disse que lá, pra comprar antibiótico, não precisava de receita. Sei que comprei duas cartelas de amoxilina e saiu menos que US$ 1. hahaahahahah !!! Aprende Brasil !!!

 

O rapaz nos deu muitas dicas e ainda trocou dinheiro para gente numa cotação bem vantajosa (aqui eles preferem moeda local). Além disso, nos alertou MUITO com relação a furtos. É muito comum cortarem os bolsos das pessoas e carregarem seus objetos. Fomos preparados, afinal, carioca que é carioca tem que ficar esperto !

 

Mausoléu de Ho Chi Minh - Depois disso, fomos começar nosso tour por Hanói, afinal, só teríamos esse dia. E nosso tour começou com um taxi rumo ao Mausoléu de Ho Chi Minh (o que ajudou a libertar o Vietnã dos States). Pra quem não sabe, o único dia que o mausoléu não abre é na sexta. ETA azar !!! Ou sorte !!! Já tinha visto Lênin embalsamado em Moscou e pra mim era o suficiente. Além disso, Ho Chi Minh foi embalsamado contra a sua vontade. Ele queria mesmo é ser cremado. Tiramos fotos por ali, na frente, onde tinham também uns guardas simulando uma possível troca de guardas a la europe e uma bandeira.

 

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One Pillar Pagoda - Depois disso fomos andar (garoava fraco) e andamos, andamos, passamos em frente a uns museus (todos sem entrar). Fomos a um tal de “One Pillar Pagoda” dar uma olhada.

“The One Pillar Pagoda is a historic Buddhist temple in Hanoi, the capital of Vietnam. It is regarded alongside the Perfume Temple, as one of Vietnam's two most iconic temples”.

Nada de extraordinário. Simplesmente estava no meio do nosso caminho.

 

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Com o buzinaço e muitas motos hehehehe. A festa parecia não acabar nunca.

 

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Hanoi Flag Tower – Patrimônio da UNESCO. Nada mais é que apenas uma torre, contudo, muito simbólica por lá. A vista é legal e o mais emocionante foi ver aqueles aviões (ou o que sobrou deles), caças, canhões, tanques e outros objetos de Guerra. Isso faz parte do Museu de História Militar, contudo, entramos nessa torre através de um acesso por dentro de um restaurante e de lá demos de cara com tudo isso. Não sei se podia fazer isso, mas digamos que valeu a experiência!

 

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“The Flag Tower of Hanoi is a tower in Hanoi, Vietnam, which is one of the symbols of the city and part of the Hanoi Citadel, a World Heritage Site. Its height is 33.4 m (41 m with the flag).

Built in 1812, the tower, unlike many other structures in Hanoi, was not destroyed during the French administration (1896-1897), being used as a military post. Now, it is locating in Vietnam Military History Museum.”

 

Temple of Literature & National University - A fome já estava apertando, mas optamos por seguir as dicas do carinha lá do hotel e ir visitar o local. Não vi universidade nenhuma apesar de ter muitos universitários. Também não vi livro nenhum (não que literatura tenha relacionamento direto com a figura de livros). Tem que pagar uma entrada para ter acesso e não conte com o bom humor da atendente na hora de pagar.

Na verdade nada mais é que um templo que tem perto de mil anos de existência e mostra a evolução religiosa e cultural da cidade.

 

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A fome já estava brochante e já tínhamos desistido de procurar um fast-food. Aqui não tem Mc Donald’s nem Burguer King, só um KFC muito estranho. Rumamos então para o Nordeste da cidade, que é onde tinha sido indicada como “área turística”.

 

Lake of the Restored Sword (Hoan Kiem Lake) – Na parte central da área turística, você vai dar de cara com esse lago e um templo bem no meio. É a marca registrada de Hanoi.

 

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Atravessar a rua aqui foi definitivamente uma experiência única. Um “must do” in Hanoi. As motos, carros e “carroças” aqui vêm de todos os lados. Por mais longo que pareça o caminho pro outro lado, simplesmente atravesse que vão desviar de você.

Rodamos, rodamos e rodamos e acabamos comendo num muquifo no qual pedi uma pizzinha (ridícula) e um franguinho (mais ridículo ainda). Partimos finalmente para o KFC (que ficava em frente ao lago e a rua engraçada de se atravessar) onde fui comer umas tortinhas a la Mc Donald’s e o Felipe encheu mais a barriga dele que parecia sempre estar vazia e disposta a se encher mais.

 

Essa área é exatamente a área Khao San Road de Bangkok ou mesmo o Night Market de Siem Reap. Zilhões de lojinhas e barracas, motos e buzinas, vendendo muito do mesmo, principalmente muita comida nojeta e pessoas lavando a louça na calçada, ecow !!!! Rodamos bastante ali porque eu queria comprar umas coisas pra minha mãe, mas confesso não ter achado nada muito interessante e comprei só um pratinho que veio meio desbotado. Aff !!! Muito cuidado para não ser furtado nessa área, é um prato cheio. ::xiu::

 

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20121223102249.JPG St Joseph Cathedral

 

A noite sai sozinho para tentar trocar o prato, mas a bendita loja já tava fechada, apesar do night market estar todo BOMBANDO de pessoas locais e turistas (mais locais e menos turistas). Aproveitei também para jantar porque o Felipe não quis sair. Por sorte não me perdi, como eu não sei, e resolvi dar uma de patrão e comer num restaurante mais refinado na beira do lago Hoan Kiem. Eu era o único no restaurante ! hahahahaah !!!! E pedi o de sempre =)

 

Hanoi definitivamente não tem nada de atrativo, a não ser as motos e as pessoas atravessando as ruas ou dirigindo e virando para onde quiserem. ::dãã2::ãã2::'> ::dãã2::ãã2::'>

CHEGA DE BUZINA ! ::bruuu::

 

::tchann::

 

SIGA ABAIXO PARA VER HALONG BAY NO VIETNAM, AINDA NESTA PÁGINA

 

::tchann::

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Dia 16 – De Hanoi para Halong Bay, Vietnam (sábado)

 

“Com cerca de 3.000 ilhotas de calcário que se elevam das águas, é a mais conhecida baía do Vietnã. A maior parte das ilhas não está habitada nem afetada pela presença humana. A beleza cênica do local é complementada pelo seu interesse biológico. As ilhas têm um número infinito de praias, grutas e cavernas. De acordo com a lenda, quando um grande dragão que vivia nas montanhas correu até ao mar, a sua cauda cavou vales que mais tarde foram enchidos com água, deixando apenas pedaços de terra à superfície, ou seja, as inúmeras ilhas que se avistam na baía. A Baía de Ha Long foi declarada Patrimônio Mundial da UNESCO em 1993.”

 

Ainda em Hanoi, tomamos o café da manha e ficamos algum tempo esperando o carro da empresa Indochina Junk nos apanhar rumo a Halong City, onde pegariamos um barco/mini cruzeiro para Halong Bay, um paraíso cheio de ilhas no Vietnã. Atrasou um bocado, eles também se confundiram um pouco porque acabamos ficando em outro hotel e as ruelas lá não são muito amigáveis para carros e vans.

 

A estrada é super engraçada. Os carros andam no máximo a 60km/h, mas a maioria vai mais devagar ainda. As motos continuam surgindo aos montes e do nada, além das ultrapassagens que acontecem sem a menor cerimônia durante todo o trajeto. Mas tipo, o que resolve ultrapassar vai a 50 e o outro está a 40. Pense !!!!!!!!! Ainda cruzamos por alguns animais atravessando a pista (para chegar do outro lado, claro) e vimos umas fábricas enormes (como a da Samsung, por exemplo). Vimos também muitos campos com mato (ou eram plantações de arroz?) que, no meio deles, tinha alguns mini cemitérios. Sério gente, bem estranho como você vê uns túmulos do nada (tipo uns 10 ou até 1 apenas) no meio do campo ou encostado na estrada.

 

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Fizemos um pequeno Pit-stop num galpão enorme que vende mil coisas para turistas. Estátuas, pinturas, pratinhos e zilhões que coisas feitas à mão. Os artesões ficam lá trabalhando e você vê como tudo é confeccionado. Achei a parada bem válida e aproveitei para comprar comida. Sabia que iria passar fome no cruzeiro, apesar de já ter deixado claro que não comia frutos ou nada do mar!!!

 

Enfim, depois de algumas horas (naquela velocidade incrível) chegamos em Halong City, pagamos o que faltava, ouvimos as instruções e fomos embarcar. Nesse momento a gente olha pro lado e vê uma outra galera de um outro barco, todos jovens !!! Mas imagina o que nos esperava ? SÓ CASAIS, uns 10 !!! Ah não, para !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

O barco Dragon Pearl era bem maneiro e rústico. Nosso guia, intitulado como Tony, nos dava as boas vindas, junto com a tripulação, e rapidamente começaram a servir as comidas. O paraíso foi começando a aparecer, o visual era realmente lindo e foi incrivelmente bem servido o almoço. Serio, eram uns 6 pratos por refeição. E sempre me traziam uma opção diferenciada porque não como frutos do mar e essas coisas. Deu pra sentir que a parada era bem chique !!! Mas eu queria algo mais agitado...

 

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A cabine era muito maneira, uma janela GIGANTE para o Mar, ar condicionado. Apenas dispensávamos a cama de casal ! hehehehe !!!

 

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Aproveitamos o sol no deck, que ficava na parte superior, com um ventinho gelado e aquela vista maravilhosa a nossa volta. Divino !!!

 

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De repente, chegaram uns Caiaques e era hora de caiacar e ver o sol se pondo. Confesso que não sou muito fã de ficar remando não, então me especializei em ficar tirando fotos e deixei o Felipe com o trabalho braçal.

 

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A parte chata é que, como só tinha casal, eles sentavam juntos e ficavam aquelas mesas só com casal (dois ou três em lua de mel). Fala sério. Lua de Mel num barco com outros casais ? Lua de Mel tem que ser abandonado !!! Outra coisa que me incomodava era TODA hora o Tony e sua equipe chamando: Hora da comida, Hora do Caiaque, Hora da Comida, Hora do Caiaque !!!

 

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A noite repetimos aquela comida toda e ficamos socializando. E isso o Felipe faz muito bem. Consegue não calar a boca e puxar todo tipo de assunto com quem está na mesa. O foda que às vezes ele manda meio mal (dizendo pra uma chinesa que mora em NY que não gosta de chinês porque eles estão em todos os cantos turísticos), mas, no conjunto, ele conseguiu agregar valor sim e se saiu muito bem. HAIhaIAHiahIAUhuaI

 

Dia 17 – Halong Bay, Vietnam (domingo)

 

A hora combinada pro café da manha era 8:30 e logo depois fizemos um passeio muito maneiro. Vieram umas mulheres navegando umas jangadas pra levar a gente pra conhecer uma vila flutuante. Simplesmente fantástico. Eu adoreeeeei esse passeio. Era um “casal” por jangada/balsa e a força braçal delas era absurda. O povinho da vila flutuante é bem solícito, apesar de pobre e sofrido. As casas eram bem humildes e, em sua maioria, tinham muitas crianças e cachorros.

 

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Fomos muito bem recebidos e já nos ofereceram uma dose de não sei o que. Eu que não tomei, mas quem tomou fez cara feia.

 

Conhecemos o colégio deles, com duas salas mínimas e vimos algumas famílias e crianças. Foi uma passeio bem legal. Uma boa experiência de vida !

 

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Depois, as mulheres nos levaram de volta ao barco, adivinha do que era hora ???

Kayaaaaaaaaaking !!!!!!! Pelo menos rumo a uma praiazinha onde ficamos um pouco e depois pegamos o Caiaque pra voltar. Mas o esperto do Felipe quis bancar uma de machão e ir nadando atrás do Caiaque. Quase que foi levado pela correnteza (praticamente imperceptível a olho nu) e eu fui resgatá-lo. Oh céus !!!

 

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A tarde foi de mais comida, mais sol e mais atividades a lá Kayaking (não aguentava mais ouvir esse nome) !!! A Paisagem deslumbrante estava sempre a nosso redor e fomos a outra praia onde uns foram fazer Kayaking, uns jogar bola (Felipe) e eu ficar tirando fotos do por do sol MAIS bonito que já vi em toda minha vida. Esse por do sol deveria ser patrimônio da UNESCO.

 

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A grande surpresa foi reservada para o jantar da noite (jantar da manhã não existe né? Sorry!). Era em uma caverna ! Sim, uma caverna ! Não era uma caverinha e sim uma cavernona daquelas que você tem que se abaixar para entrar e sair. Foi um verdadeiro espetáculo. Coisa que você só vai fazer uma vez na vida.

 

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Ao chegamos ao interior, estava cheio de mesas com uma iluminação especial e muitas rosas, corações e coisas românticas. Eu já tava irritado com essa parte ! Fiz até uma enquente a maioria dos casais e perguntei se quando eles fecharam esse pacote estava escrito em algum lugar que o passeio era romântico e tal.

 

 

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Pura coincidência. Dá pra acreditar ??? Cadê as músicas?

 

Mesmo assim a experiência foi válida e tudo foi lindo, own S2 ::love:: !!!! Entre os pratos, os garçons vinham e traziam umas comidas talhadas em formato de animais (aves, dragões e coisas do gênero), todos batiam palmas e era aquela festa.

 

No final todos vieram agradecer (em vietnamita) com discurso grande e tudo (em vietnamita) e cantaram juntos para a gente (em vietnamita). Foi engraçado. O Tony foi traduzindo algumas coisas pra gente. E é isso. Assim a viagem foi chegando ao fim. ::xiu::

 

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Dia 18 E 19(não conta) - De Halong Bay, Vietnam para o Rio de Janeiro, Brasil (segunda e terça)

 

A peregrinação estava apenas começando e totalizou 46 horas. Sabíamos que não teríamos muito tempo para voltar de Halong City, quando o barco aportasse antes de meio dia, para Hanoi, de onde partiria nosso voo para Bangkok e de onde pegaríamos nosso voo principal para o Brasil (com escala em Londres).

Solução: não esperar o transporte da empresa e alugar um taxi !!! Deu tempo e ainda sobrou, mas nos desesperamos um pouco quando descobrimos que cada vez que o motorista passava de 75 km/h soava um alarme no carro ! Ou Seja, devagar e sempre, com direito a uma mijada na estrada, muitos bichos atravessando a rua e mais cenas engraçadas.

 

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20121225110710.JPGos cemitérios que falei no post anterior

 

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Chegamos assim no aeroporto de Hanoi onde pegamos nosso voo para Bangkok e ficamos lá longas horas esperando nosso outro avião. Mas não se esqueça. Aqui você tem que entrar novamente no país, então pegará toda aquela fila de imigração de novo !!! E não se esqueça de fazer novamente o Health Control mostrando o comprovante de vacinação da febre amarela. Aff !!!

 

Olha que engraçado aconteceu na hora do check in. Não encontravam a reserva do Felipe. Alguém adivinha ? Ele comprou tudo certinho, mas invés de colocar novembro, colocou dezembro !!! O desespero tomou conta do local.

::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::

Sorte dele que ainda tinha lugar em ambos os vôos e, depois de uma multa bem salgada (na qual contribui com US$ 100), tudo foi resolvido.

 

Não tenho muitos detalhes a dar da volta, mas apenas peço para tomarem atenção em Londres, no Heathrow. Como também iríamos ter muito tempo por lá (e decidimos não sair do aeroporto), compramos perfume e decidimos rodar entre os terminais. Só que o que a gente não notou foi que, isso não podia ser feito. Tinha um aviso lá dizendo: enquanto não souber o terminal que seu voo sairá, fique aqui !!! E a gente não viu isso e foi fazer turismo naquele gigante aeroporto. Ao tentar voltar pro terminal, tivemos que novamente fazer raio-x e etc. Mas tínhamos comprados perfumes !!! E agora? E agora que quase danou ! Sorte que entenderam o que aconteceu e, depois de analisar numa maquina o conteúdo dos perfumes (e as nossas notas ficais), nos liberaram. ::essa::::essa::::essa::::essa::::essa::

 

Última observação: cheguei com uma vergonha ABSURDA no Brasil. Vergonha que sempre tenho quando chego de viagem. Infraestrutura zero. Imigração porca. Aeroporto nojento e demorado. Uma vergonha e um atraso ! Por favor, privatizem essa M ! Desculpem o desabafo. Mas é aquilo, nada vai estragar o que foi essa viagem. ::prestessao::::prestessao::::prestessao::::prestessao::::prestessao::

 

THE END

 

É ISSO. Agradeço toda a paciência

Disponibilizo mais fotos dessas e de outras viagens em meu Instagram (and you can follow me there) !!! -> zervelis ::hãã2::

 

curiosidades: se você leu tudo até aqui, você leu 42 páginas do Word na fonte 12 !!! Isso sem contar as aproximadamente 315 fotos postadas !!!

Valeu a pena ? Espero que sim.

 

Estarei aqui disponível sempre que surgir alguma dúvida. Gosto muito de ajudar e mais ainda de saber que consegui ajudar alguém, então sinta-se a la vonte para escrever, mesmo que seja para reclamar de algo ou me chamar de chato !!! ::otemo::::otemo::::otemo:: ::sos::::sos::::sos::::sos::

 

Se viajou, volte para contar sua experiência e ajuda a deixar sempre tudo mais completo para um próximo viajante. Não há maneira melhor de você continuar com todas as memórias frescas que sempre distribuí-las...

 

Não pense duas vezes e embarque nessa o quanto antes. ::cool:::'>

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  • Membros

Olá Felipe! Viajo a muito tempo e sou completamente apaixonada pelo assunto mas nao me recordo de ter lido um relato tão bacana, com fotos tão incríveis. Quase sempre viajo só e nao gosto de ficar pedindo para tirarem fotos, aí, cada vez tenho menos registros dos lugares onde vou. Estava pensando em ir em maio para Vietnam e Camboja mas seu relato foi tão bacana que quase estou colocando a Tailandia e tirando (por causa do pouco tempo) um dos outros dois. Qual dos tres voce mais gostou? Viajo só e já fui a lugares complicados como Egito e India e, detalhe, sem falar ingles, só o básico do básico. Tenho guias de conversação e vou apontando....rsrsrsrs....mas nao sou propriamente corajosa. Nao sei nadar, por exemplo, entao, apesar de ter enorme vontade de conhecer Halong Bay, me pergunto se vale a pena já que nao teria coragem de ficar em caiaque, por exemplo. Vale a pena? Abraço e depois pergunto mais!!

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  • Colaboradores

Ola Liana, que bom que o relato foi útil para você.

Tailandia é o PRINCIPAL local para que você viajar por lá e onde você mais deverá dedicar o seu tempo. Aquilo é o PARAÍSO !!!!!!! POR FAVOR, não só inclua a TAILANDIA como a torne seu principal destino.

Seria legal você também compartilhar essas suas experiencias (na cara e na coragem, sem inglês) !!! haahha mto bom ! ::hãã2::

A minha próxima viagem também deverá ser sozinho mas me viro bem no Inglês... E pretendo abusar da paciencia das pessoas para tirar fotos minhas.

PS: Também não sei nada como você pode ver. TODO o passeio de HALONG BAY foi feito com colete. As pessoas, mesmo que nadadoras NATAS não podiam sair do barco sem colete. Então não se preocupe com isso, o lugar é lindo e pra andar de caiaque você só precisa de força, não de coragem. Vale a pena sim ! ::hãã2::

No mais, sinta-se a vontade para tirar TODAS LAS DUDAS QUE SURGIREM :) Estoy a la disposición ahahahah !!!!

 

grande abraço

 

Gostaria de aproveitar o espaço e fazer um desabafo. Uma amiga minha que lê o relato aproveitou para frisas a quantidade de comparações negativas que faço com o Brasil pondo o meu pais para baixo. É aquilo. Resolvi comparar Tailandia com Brasil por serem dois paises não desenvolvidos, apesar de ser algo completamente diferente. Concordo !!! Mas eu sei como é morar no Rio e sei como é ser turista na Tailandia, são coisas diferentes, ok também !

Olha, vou deixar claro uma coisa. Não sairia do RIO pra nenhum local desse mundo, amo morar aqui apesar dos apesares. ::otemo::

Agora, chutando o balde mesmo, não tem como bater palmas pra receptividade do turismo aqui !!! Ah isso não dá meeeeesmo !!! ::toma::::toma::::toma:: TEM MTO PARA MELHORAR !!!!!!!

 

Abraços a todos

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Felipe!!

 

Muito show seu relato. Estava em dúvida entre alguns destinos: Tailândia, Marrocos, México, Turquia, Colômbia/Equador. Depois do seu relato e algumas pesquisas, definitivamente Tailândia será a próxima mochilada, até por EXIGÊNCIA da minha mulher... ::lol4::

 

Estou pesquisando vôos pra lá... vi que se eu fizer uma conexão em Kuala Lumpur vai ficar mais barato. USD 1100 contra 1370 se for direto à Bangkok.

 

Até mais, e parabéns.

 

Junior

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  • Conteúdo Similar

    • Por Fora da Zona de Conforto
      Nenhuma viagem à Tailândia está completa sem uma estadia em Phuket, indiscutivelmente o principal destino turístico que a Tailândia tem a oferecer.
      O mais provável é que você fique em um resort na beira da praia e queira fazer uso das instalações que eles têm a oferecer e acessar as atividades disponíveis. Você vai nadar, você vai tomar sol, mas quando se trata de buscar uma injeção de adrenalina, onde você deve procurar?
      Não se preocupe, nós ajudamos você. Confira nossa lista dos 11 principais esportes radicais em Phuket para acelerar seu coração.
       
          1. Surf nas praias de Kata e Kalim em Phuket
      O surfe está ganhando popularidade em Phuket, e a opção de alugar uma prancha e receber algum treinamento de um treinador credenciado está disponível em muitas praias, principalmente Kata Beach e Kalim Beach.
      Se equilibrar ao longo da crista das ondas é emocionante e o tamanho das ondas em Phuket são normalmente acessíveis para iniciantes, embora ainda sejam divertidas para surfistas mais experientes.
      Os melhores meses para surfar em Phuket são geralmente de maio a setembro, devido aos constantes ventos de monção que produzem ondas de até 4 pés. Espere pagar em torno de INR 300 por hora pelo aluguel da prancha.
       
          2. Tirolesa em Phuket
      Tirolesa é uma grande aventura para a família e é uma necessidade absoluta se você visitar Phuket. A maioria dos resorts o ajudará a reservar essas experiências no Flying Hanuman em Kathu. Sobrevoe de árvore em árvore enquanto a selva passa rapidamente abaixo de você. Seus filhos estarão gritando como Tarzan antes de sua jornada terminar.
      A aventura na tirolesa irá lembrá-lo da beleza interior da ilha, já que isso pode muitas vezes ser esquecido enquanto se diverte nas praias. A densa floresta de Phuket é uma ótima opção para exploração e atividades ao ar livre. As tirolesas custam cerca de INR 4100 por pessoa.
       
      Continue lendo em: 11 Esportes de Aventura para Fazer na Ilha de Phuket, Tailândia
    • Por Guilherme Drosdosky Bodenmuller
      Sim, esse é o melhor guia de Bangkok que você irá encontrar.
       
      Viajamos para a Tailândia em 2018, conhecemos diversas cidades, casamos em Phi Phi, e muitas coisas legais.
      E não podia faltar conhecer Bangkok, uma cidade milenar repleta de cultura e aventura!
       
      Inclusive, conhecemos o famoso Sky Bar, palco da gravação do final do filme Se Beber Não Case 2.
      Então, se você está pensando em ir para a Tailândia, não deixe de conferir esse guia super completo que fizemos para ajudar nossos amigos viajantes.
       
      O link é https://alemdafronteira.com.br/guia-bangkok-tailandia/
       
      E mais, se quiser contribuir, sugerir alterações, ou qualquer coisa, pode utilizar os comentários no site ou até mesmo formulário de contato disponível no site que respondo com o maior prazer.
       
      Só pra ter uma idéia, vou colocar uma foto de Bangkok para conferirem.

    • Por rodrigovix
      Índice do Relato (clique na página para ir direto ao capítulo)
      Capítulo 1: Preparativos [Pag. 1] 
      Capítulo 2: Do sonho até lá. [Pag. 5]
      Capítulo 3: Bangkok, tempestade e a corrida contra o tempo. [Pag. 5]
      Capítulo 4: Roby, o motorista mais gente boa de Bali. [Pag. 7]
      Capítulo 5: Templos e praias de Bali, a ilha mágica. [Pag. 7]
      Capítulo 6: Os templos de Ubud, o coração cultural da ilha. [Pag. 8]
      Capítulo 7: Da Floresta dos Macacos aos belos campos de arroz. [Pag. 9]
      Capítulo 8: Os encantos de Nusa Lembongan. [Pag. 9]
      Capítulo 9: Nusa Penida, o melhor lugar do planeta! [Pag. 9]
      Capítulo 10: Angel Billabong, Broken Beach e Crystal Bay. [Pag. 10]
      Capítulo 11: Goa Giri Putri, Atuh Beach e uma casa na árvore. [Pag. 11]
      Capítulo 12: O espetáculo do sol: adeus Nusa Penida! [Pag. 11]
      Capítulo 13: Olá, Singapura! Um dia no lendário Marina Bay Sands. [Pag. 13]
      Capítulo 14: Chinatown, Gardens by the Bay e Singapore Flyer. [Pag. 13]
      Capítulo 15:
      (continua...)
      Quer conferir algumas fotos da viagem e ainda ser informado quando tiver capítulo novo?
      Então segue lá no instagram @queridopassaporte
      Faaala, meu povo!
      Cá estou eu novamente retribuindo tudo o que esse fórum sempre me proporciona. É com prazer que dou início a mais um relato buscando compartilhar o máximo possível de informações e de experiência de viagem com a comunidade mochileira.
      Há três anos, fiz meu primeiro mochilão, percorrendo o clássico roteiro da América do Sul (Bolívia, Chile e Peru), e postei o relato aqui no fórum. Confesso que não tinha noção da proporção que esse relato viria a tomar, e de como ele me apresentou tanta gente do bem e inspirou tantas outras histórias bonitas por aí.
      Para quem ainda não viu, vou deixar o link aqui, ó: 
       
      Agradecimentos
      Eu não poderia dar sequência sem antes agradecer a todo mundo que me ajudou com as informações que me permitiram fazer o roteiro do jeito que eu sempre quis. São muitos nomes:
      Meu parceiro @Tanaguchi que, com seus dois incríveis relatos pelo Sudeste Asiático (veja aqui e aqui), em muito me ajudou nesse planejamento. Aliás, ele também me ajudou com o relato pela América do Sul. Vai seguindo tuas viagens que eu vou te acompanhando, jovem! Hahaha
      Outro grande agradecimento vai pra minha parceirona @Maryana Teles, dona do Vida Mochileira (clica aqui pra conferir o Blog dela, aproveita pra segui-la no Instagram, no YouTube e participar do grupo no Facebook). A Mary sempre foi uma pessoa alto-astral, generosa, autêntica, e que me ajudou muito com as postagens dela sobre a Tailândia. E também me deu aquela força na divulgação do @queridopassaporte durante minha viagem haha. Valeu, Mary! #tamojunto sempre.
      Foi a Mary que me indicou outro cara que também tenho que agradecer, meu xará Rodrigo Siqueira, do TravelerBR, principalmente por indicar o melhor barqueiro de Koh Phi Phi (mais detalhes nos capítulos finais do relato haha). Rodrigo também é referência em mergulho de cilindro por lá, e o barco da empresa dele tá sempre lotado de brasileiros. Não deixe de conferir o site e o instagram dele. 
      E, por fim, agradecer a dois estrangeiros camaradas: o Jackson Groves, do Journey Era, e a Justine, do Travel Lush. Seja pelas matérias nos blogs ou respondendo os meus directs, me ajudaram muito com informações principalmente a respeito de Nusa Penida, em Bali, pois quase não se achava site brasileiro com informação detalhada sobre esse lugar na época em que eu estava pesquisando.
      Ufa! É isso. Claro que mais pessoas me ajudaram, direta ou indiretamente, mas fica aqui meu agradecimento de forma geral.
       
      A viagem
      Essa viagem seria feita originalmente em novembro de 2016. Mas meu namorado e fiel parceiro de boletos, aventuras e repete-essa-foto-até-ficar-do-jeito-que-eu-quero Antenor recebeu uma proposta de emprego e mudou de empresa e, com isso, lá se foram as férias planejadas. Tivemos que esperar o ano seguinte, mas o sacrifício valeu a pena. Daí vocês já imaginam a expectativa que foi quando finalmente embarcamos nessa viagem no final de 2017, né? Spoiler: foi a viagem dos SONHOS!
       
      O Roteiro
       

      O roteiro mudou muitas vezes desde quando comecei a pesquisar essa viagem, há dois anos. No começo, ficava ali por Tailândia, Myanmar, Laos, Camboja, Vietnã… Mas aí depois veio Bali... Aí depois veio Singapura… Aí depois veio Filipinas... A TENTAÇÃO NÃO TINHA FIM! Era uma descoberta atrás da outra. Não havia tempo pra tudo, infelizmente.
      Fechamos, então, Indonésia (Bali), Singapura e Tailândia. Talvez não fosse o roteiro mais prático, mas também nada difícil de ser feito, principalmente considerando os voos low-cost dessa região e a época propícia em que estávamos viajando (mais detalhes logo abaixo na parte “Quando ir?”).
      O roteiro ficou assim:
      11/10/17: Vitória (VIX) x São Paulo (GRU) 
      12/10/17: São Paulo (GRU) x Addis Ababa (ADD)
      13/10/17: Addis Ababa (ADD) x Bangkok (BKK)
      14/10/17: Bangkok (DMK) x Bali (DPS)
      Indonésia (Bali)
      15/10/17: Uluwatu
      16/10/17: Ubud
      17/10/17: Ubud
      18/10/17: Ubud x Nusa Lembongan
      19/10/17: Nusa Penida
      20/10/17: Nusa Penida
      21/10/17: Nusa Penida
      22/10/17: Nusa Penida x Kuta
      23/10/17: Bali (DPS) x Singapura (SIN)
      Singapura
      24/10/17: Singapura
      25/10/17: Singapura
      26/10/17: Singapura
      27/10/17: Singapura (SIN) x Bangkok (DMK)
      Tailândia
      28/10/17: Bangkok
      29/10/17: Bangkok
      30/10/17: Bangkok
      31/10/17: Bangkok (DMK) x Chiang Mai (CNX)
      01/11/17: Chiang Mai
      02/11/17: Chiang Mai
      03/11/17: Chiang Mai
      04/11/17: Chiang Mai
      05/11/17: Chiang Mai x Bangkok, Bangkok (DMK) x Krabi (KBV)
      06/11/17: Railay Beach
      07/11/17: Railay Beach
      08/11/17: Railay Beach x Koh Phi Phi
      09/11/17: Koh Phi Phi
      10/11/17: Koh Phi Phi
      11/11/17: Koh Phi Phi
      12/11/17: Koh Phi Phi
      13/11/17: Koh Phi Phi x Krabi, Krabi (KBV) x Bangkok (DMK)
      14/11/17: Bangkok
      15/11/17: Bangkok (BKK) x Addis Ababa (ADD) x São Paulo (GRU) x Vitória (VIX)
       
      Quando ir?
      Essa pergunta é muito importante. Planejar uma viagem ao Sudeste Asiático sem levar em consideração a época do ano é bem arriscado. As estações se resumem basicamente em Seca e Molhada. Quando eu digo seca, é quente pra burro. E quando eu digo molhada, é daquelas chuvas torrenciais cinematográficas (as famosas monções).
      Bom, eu poderia gastar alguns parágrafos aqui descrevendo as probabilidades climáticas de cada mês em cada um dos três países que eu visitei, mas, como eu sou um cara muito gente boa, montei uma tabelinha mais lúdica pra facilitar a pesquisa.
      Lembrando que essas informações são PROBABILIDADES. Sabemos bem como o clima pode nos surpreender. Você pode ir num mês cuja probabilidade é de chuva e pegar um belo dia de sol, como pode ir numa época típica de sol e pegar dias de chuva. Não é uma ciência exata.
      Indonésia (Bali)

      De maio a outubro é a “estação seca”, bons meses pra se visitar Bali. Abril e novembro também são boas opções, mas ainda são meses de transição entre as estações. Se puder evitar dezembro, janeiro e fevereiro, evite, pois tende a chover mais. Mas nada que vá atrapalhar sua experiência de viagem caso esses sejam os únicos meses disponíveis.
       
      Singapura

      Singapura já possui um clima mais equilibrado, com chuvas bem distribuídas ao longo do ano. Costuma-se ter mais dias de chuva em novembro, dezembro e janeiro. O mês com menos chuva é fevereiro. Mas não é nada que seja uma diferença absurda. Apenas tenha em mente que qualquer dia pode chover, mas que isso não vai estragar o seu passeio.
       
      Tailândia

      Tailândia é o país que mais respondemos “depende” quando a pergunta é “quando ir?”. Isso porque cada parte do país (região central, como Bangkok; região norte, como Chiang Mai; região da costa oeste, banhada pelo Mar de Andamão, como Phuket, Krabi e Koh Phi Phi; e região da costa leste, banhada pelo Golfo da Tailândia, como Koh Sami e Koh Tao) possuem calendários climáticos específicos. De uma forma geral, costuma-se dizer que os melhores meses são janeiro e fevereiro (dezembro, também, dependendo das praias que você queira ir), e os piores meses são de maio a outubro.
       
      O que levar?
      O Sudeste Asiático é quente, muito quente. Mesmo em época de chuva, são raros os momentos em que você precisará de roupa de frio. Em 99% do tempo você vai desejar ser invisível pra poder andar sem roupa e entrar nos estabelecimentos só pra ficar no ar condicionado. Pra não dizer que não levei roupa de “frio”, eu levei uma camisa segunda pele só porque no meu roteiro estava previsto uma visita a uma região bem alta no norte da Tailândia, e lá costuma fazer um “friozinho”. Morreria se não tivesse levado? Não, daria pra aguentar. Mas vai de cada um.
      Meu vestuário foi, na maior parte da viagem, camiseta, bermuda e chinelo. Levei um tênis pra usar nos locais em que se exige sapatos fechados, e também para andar em Singapura, que é uma cidade mais “arrumadinha” e eu ia bater muita perna. Calça eu levei só para os voos internacionais e para entrar em estabelecimentos que pediam esse tipo de vestuário. Na região das praias, era sunga, bermuda e chinelo o tempo todo. Resumindo: FÉRIAS, em maiúsculo.

       
      Equipamentos
      Eu sou um apaixonado por fotografia. Gosto de estudar, praticar e considero quase uma segunda profissão. Mas uma das perguntas que mais recebo é “adorei suas fotos, qual é sua máquina?” hahaha. Poxa vida. Não vou ser hipócrita em dizer que equipamento não faz diferença, porque ajuda. Mas a maior parte do resultado das fotos vem do olhar, do estudo de luz e sombra, composição, pós-edição, etc. Fora os perrengues que a gente passa pra conseguir uma foto. Mas sempre vale a pena.
      De toda forma, deixo aqui a lista dos equipamentos que levei. Foi uma mochila só com eles. Algumas das fotos foram feitas com o próprio celular (na época da viagem, um Samsung Galaxy S7).
      Câmera Nikon Dx D5300
      Lente Nikkor 18-55mm f/3.5-5.6
      Lente Nikkor 35mm f/1.8
      Lente Sigma 10-20mm f/4-5.6
      Tripé 60-170cm
      GoPro HERO5 Black
      GoPro Dome 6’’
      Spray repelente de água
      Bastão GoPro 3 Way
      Bastão Flutuador GoPro
      Carregador triplo + 2 baterias extras GoPro
      Maleta de acessórios GoPro
      Filtro de linha com 6 tomadas e 2 entradas USB
      Adaptador de tomadas
      Quem sabe na próxima eu já arrumei um drone? haha
       
      Precisa de visto?
      Para todos os casos dos três países visitados (e basicamente para a maioria dos países), é necessário passaporte com pelo menos 6 meses de validade restante e apresentação do Certificado Internacional de Vacina contra a Febre Amarela. 
      Abaixo, alguns dos requisitos que eu obtive dos sites da Embaixada do Brasil em cada país.
      Indonésia
      O visto de turismo não é necessário para visitas de até 30 dias. Já o visto de negócios é exigido, e pode ser obtido na chegada ao país, válido por 30 dias e prorrogado por mais 30 dias.
      Singapura
      Singapura não exige visto para entrada de brasileiros no país, caso permaneçam até 30 dias. Nesse caso, é concedido um “visitor pass”.
      Tailândia
      Não é necessário visto para os brasileiros ingressando na Tailândia para turismo ou negócios, com permanência limitada a 90 dias.
      Atenção! O porte e o tráfico de drogas são severamente punidos pelas legislações desses países, até com pena de morte. Mesmo o porte de quantidades mínimas pode ser punido com muitos anos de prisão.
       
      Documentos
      Sempre levo uma pastinha dessas transparentes e maleáveis com todos os principais papéis que preciso carregar, tais como:
      Cartões de embarque:
      Estão sempre salvos no e-mail e no celular, mas não custa nada ter um back-up impresso guardado com você. Sou do time #menospapel, mas, estando do outro lado do mundo, precaução extra nunca é demais.
      Comprovantes, ingressos, reservas, etc:
      Todas as reservas, compras e ingressos que eu tenha comprado previamente (o que se faço caso não me represente nenhum aumento de custo, ou caso seja necessário, pois prefiro comprar e reservar tudo na hora).
      Certificado do Seguro Viagem:
      Nunca, eu hipótese alguma, viagem sem um Seguro Viagem. É como andar de carro sem seguro. Um risco constante de adoecer ou precisar de assistência médica e ter que gastar centenas ou milhares de dólares do próprio bolso. Acreditem, eu precisei usar nas últimas duas viagens internacionais que fiz. Então, faça sua cotação, sua pesquisa, entre em contato com a operadora do seu cartão de crédito, ou o seu banco, qualquer coisa, mas não viagem sem.
      Cartão Internacional de Vacina (ANVISA):
      É importante ter o seu Cartão Internacional de Vacina para comprovar que foi vacinado contra a Febre Amarela. Se em países como a Bolívia, onde é obrigatório, eles quase nunca te pedem, na Tailândia, por exemplo, é obrigatório apresentar antes mesmo de sair do aeroporto. Não esqueça o seu. Para fazer o seu Cartão Internacional, basta entrar no site da ANVISA, fazer o cadastro prévio, depois ir até uma agência deles, levar seu cartão de vacina em que comprova que foi vacinado contra a febre amarela e pronto, eles emitem o seu Cartão Internacional.
      Nota fiscal dos equipamentos fotográficos:
      Eu sempre procuro levar, ainda que meus equipamentos sejam considerados de “uso turístico” e não precisam ser declarados. Entretanto, nunca se sabe quando você será confrontado por um agente policial questionando a procedência daqueles itens. Então, por precaução, eu levo. Mas nunca me pediram.
      Todo e qualquer papel que você receber durante a viagem:
      Vá guardando tudo o que você receber, principalmente em aeroportos, hotéis, agências, etc. Nunca se sabe quando você irá precisar daquele comprovante. É muito comum ter que apresentá-los nos trâmites de entrada e saída de alguns países.
       
      Como levar o dinheiro?
      Há muitos que optam por levar o cartão para saques nos ATMs, ou então só usar o cartão de crédito, por uma questão de segurança. Eu levo tudo em dinheiro (dólares, geralmente) e deixo as notas num money belt, aquelas doleiras em forma de cinto que a gente usa por dentro da roupa. É ali também que eu guardo o meu passaporte, sempre comigo. Não tiro o money belt para nada. Os únicos momentos que tirava era quando ia entrar no mar, mas ou eu estava num barco privado e minhas coisas ficavam em segurança, ou então eu deixava tudo no cofre do hotel e só saia com o dinheiro necessário para o dia. Nesses países é bem raro ser assaltado, mas o furto é algo comum. Então fique sempre muito atento aos seus pertences para não dar o azar de ser furtado.
      Obviamente, também levo um cartão de crédito para emergências. Mas nunca o deixo junto de onde guardo o dinheiro, justamente para não correr o risco de perder tudo de uma vez só. O mesmo vale para as chaves reservas dos cadeados, se este for o seu caso (eu uso mais o cadeado de código). Sempre guarde a chave reserva num lugar separado.
       
      Finalizando...
      Bom, acho que é isso. No próximo capítulo eu darei início à saga do voo internacional, falo das passagens, de como e por quanto comprei, questões de fuso horário, jet lag, etc.
      Então, até breve!
       
      Próximo capítulo: Do sonho até lá.
    • Por arielbrothers
      Depois de muitos pedidos e muita procrastinação, eu e minha esposa resolvemos começar a publicar os relatos das nossas viagens. Para isso criamos um blog num formato meio que de diário, contando o dia-a-dia das nossas viagens pelo mundo sempre só com uma mochila nas costas e pouca grana.
      Para quem quiser acessar nosso blog, vai aqui o link: http://arielbrothers.wixsite.com/osmochilinhas
      De qualquer forma, pretendemos publicar nossas histórias aqui também no site dos mochileiros, site este que sempre nos ajudou nos nossos planejamentos. Dessa forma, queremos dar também nossa retribuição para ajudar outros viajantes e incentivar as pessoas a viajar, mostrando que é possível sim conhecer outros países gastando pouco e até menos do que gastaríamos se ficássemos este mesmo período no Brasil.
      Nosso primeiro relato é de uma viagem que fizemos de 35 dias pelo sudeste asiático, nossa primeira viagem para fora do continente. A viagem foi em 2016, sendo assim, há muitas informações que devem ser atualizadas por quem quiser se inspirar em nosso roteiro. Ainda estamos em processo de montagem do blog, por isso, vamos ir postando aos poucos o nosso itinerário, inclusive, no fim de cada cidade/país, pretendo fazer um resumão com mapas e dicas mais práticas dos locais e meios de transporte utilizados.
      SUDESTE ASIÁTICO 1º Dia - Chegando em Bangkok (04/11/2016)
       
      Chegamos em Bangkok por volta das 3h da tarde. Entre imigração, banheiro e trocar um pouco de dinheiro no aeroporto, fomos sair de lá umas 16h30. Aqui já vai uma dica: Antes de passar na imigração é necessário preencher uma outra ficha que não a de imigração e passar no "Health Control" para apresentar a carteira de vacinação contra a febre amarela. No dia que chegamos tinha uma filinha ali, principalmente porque tinha um suíço que não sabia falar inglês (e muito menos tailandês), e a tiazinha no guichê tentava achar alguém que falasse a língua dele para ajudar enquanto gritava para o mesmo: "complete! complete!". O aeroporto Suvarnabhumi é imenso e lindo, todo coberto com uma cobertura (dã) abobadada que lembra muito o Estádio Beira-Rio aqui em Porto Alegre.
        Aeroporto Suvarnabhumi, o principal aeroporto de Bangkok e um dos maiores da Ásia Fomos para o hostel de metrô, é claro, a forma mais barata de sair do aeroporto rumo a cidade. Depois de uma baldeação, chegamos a estação Hua Lamphong por voltas das 17h. Estação esta que dá de frente para a Estação de trens de mesmo nome: Hua Lamphong, a principal estação de Bangkok e onde depois pegaríamos nosso trem em direção à Ayutthaya e Chiang Mai.
      Primeira coisa a fazer, passamos no prédio em frente a estação retirar nossos tíquetes de trem de Ayutthaya para Chiang Mai, comprados com antecedência junto a uma agência de turismo pela internet por garantia devido à época que estávamos visitando, o Festival das Lanternas de Chiang Mai. Depois, antes de seguirmos para nosso hostel, a Juju estava morrendo de fome, por isso fomos logo provar nossa primeira comida de rua na Tailândia. Na primeira venda que enxergamos, ao lado da saída da estação de metrô, pedimos para uma tiazinha, com a ajuda de outra que estava na fila que falava inglês, o mesmo que um outro casal estava comendo (já que não tínhamos ideia do que a tia servia ou o nome das comidas). Para nossa surpresa era uma sopa que mais tarde descobriríamos ser o famoso Tom Yum (muito bom por sinal). A tiazinha nos cobrou ali, aleatoriamente 50 baths (o equivalente a 5 reais), ainda disse que o normal era 40 mas que o nosso era "especial" (será?), por isso mais caro. Desde cedo então descobrimos a gentileza e o carisma dos tailandeses, tanto da tia vendendo o lanche, quanto a tia da fila que nos ajudou, quanto aos demais na mesa improvisada que perguntaram se estávamos gostando da comida, todos muito simpáticos! Ainda improvisei um aroi (gostoso em tailandês) para responde-los, o que os desarmou ainda mais conosco.
      Devidamente alimentados, seguimos para o hostel, a pouco mais de 800 metros dali, costeando um afluente do rio Chao Phraya, o principal rio que cruza a cidade e que é utilizado pela população entre outros, como meio de locomoção. No caminho diversos templos budistas muito bonitos, tuk-tuks e 7elevens (para quem não sabe, 7eleven é uma franquia de lojas de conveniências muito presente mundo afora, sendo que a Tailândia e o Japão são os países que mais possuem lojas desta franquia).
        Espalhados pelas ruas há vários cartazes informando como se deve respeitar o budismo e a figura do Buda. Acha que os turistas respeitam isso? Chegamos no hostel Oldtown e de cara seria um dos melhores hostels, se não o melhor, que ficamos em toda a viagem pela Ásia. Quartos limpos, camas extremamente confortáveis, área comum enorme com jogos, geladeiras, banheiros gigantes também, entrada nos andares com cartão, tudo perfeito, e ainda por cima, pelo preço de 12 reais por pessoa por dia (hoje deve estar mais caro), um dos mais baratos que já ficamos.
        Quarto de 8 pessoas do Oldtown hostel Nos acomodamos num quarto com 8 pessoas e, como sempre, com a adrenalina a mil por recém chegar num lugar diferente, já saímos pela rua para explorar, sem dar a mínima para as mais de 30 horas de voo nas costas ou para o fuso-horário (o que se revelaria uma tremenda burrice mais tarde...).
      Saímos já a noite, em direção a China Town de Bangkok, que fica pertinho do hostel. Aliás, a escolha do mesmo foi justamente por isso. Além de estar perto da estação de trem, onde teríamos que pegar o trem dias depois cedo da manhã, a noite na China Town é uma das melhores da cidade, menos turística que a famosa Khao San Road. Além disso o hostel fica praticamente do lado de uma estação de barco, o que permitiria também ir facilmente (e barato) até o bairro antigo da cidade, onde fica o Grand Palace e o Wat Pho, principais atrações da Tailândia.
      No caminho para a China Town, entramos pela primeira vez num 7 eleven, e foi nosso primeiro choque econômico da viagem. Tudo muito barato! Protetor solar, shampoo, água, comidas, salgadinhos, cervejas... um absurdo! Se já estávamos animados com tudo que vivenciávamos até o momento, ficamos mais ainda. Compramos nossa primeira cerveja Singha (a melhor de todas junto com a Chang) e seguimos, passando pelo  arco chinês e adentrando a rua Yaowarat, a principal da China Town.



      Salgadinhos exóticos e baratos do 7eleven; Cerveja Singha, a melhor da Tailândia, Arco Chinês que dá acesso à China Town.
      Com aquela adrenalina e vontade de desbravar já mencionada, seguimos através das ruas lotadas de barraquinhas de rua e gente, letreiros chineses em neon e enfeites bem característicos de uma China Town. Paramos então para comer o que mais de exótico achássemos e pedimos um espetinho de polvo, o qual foi servido mergulhado numa sacola com um tempero que nós né, tipo: "estou na Tailândia quero provar tudo" pedimos para incluir. Não preciso dizer que aquele tempero era apimentado que é um diabo, e nos fez sofrer para comer aquilo ali (mas comemos tudo!).



      Saboreando um espetinho de polvo de nome impronunciável, conforme se vê no cartaz
      Demos mais uma volta pela rua e fomos parados por um grupo de adolescentes que, ou queriam treinar seu inglês, ou estavam fazendo um trabalho para o colégio, pois fizeram umas perguntas para nós sobre o que achávamos da Tailândia e anotavam as respostas num caderno. Muito simpáticos também (como todos tailandeses que conhecemos). Depois entramos num restaurante/lancheria e pedimos mais uma comida exótica, uma massa tipo yakissoba com bolinhos de frutos do mar, porém essa, mais apimentada ainda que a comida anterior, não conseguimos comer toda.
      Fomos conhecer então as ruas transversais, que também possuem um comércio vasto. Numa delas, vimos uma grande (e estranha) movimentação próxima de um caminhão que descarregava alguma coisa para algumas lojas. Fomos conferir e era um caminhão vendendo calçados muito baratos! A Juju achou uma pantufa do Totoro que custava algo em torno de 90 baths se não me engano (9 reais) e comprou-se então o primeiro souvenir da viagem.
        China Town de Bangkok Antes de voltar para o hostel, ainda ficamos ali observando mais um pouco a vida noturna da região e tivemos mais um choque cultural (que se tornaria natural ao decorrer da viagem). Descobrimos que as louças das barraquinhas de rua não são descartáveis, são todos lavados em uns baldes de higiene duvidosa, sem água corrente. Além disso, descobrimos a convivência pacífica entre os vendedores de rua e os ratos (que pareciam gatos de tão grandes). Um dos vendedores inclusive observava um rato se mexer perto dele e ria. Descobriríamos mais tarde que o Brasil é um dos países "mais higiênicos" do mundo.
      Já de volta ao hostel, esperando a Juju tomar banho, acabei conhecendo na área comum um canadense que estava no nosso quarto e que queria se enturmar a qualquer preço. Me contou que estava nas praias, curtindo muito: "So much party" (frase que depois virou um meme interno) mas teve que vir para a capital para tomar remédios anti rábica por um mês pois levou uma mordida de um macaco na Monkey Island (imagino como deve ter importunado o bichinho). Depois ele tentou puxar papo com um russo que também estava no nosso quarto (o que não deu muito certo), e depois saiu tentando conversar com qualquer coisa que esbarrasse no seu caminho.
      Depois que a Juju voltou para o quarto é que paguei o preço de não ter respeitado o tal de "Jet Lag". Vomitei as tripas, dentro do quarto mesmo, inclusive pingando um pouco nas coisas de um suíço que estava no beliche ao lado (por sorte não tinha ninguém no quarto naquele momento). A Juju rapidamente pegou um pano num armário que tinha no corredor e limpou tudo, mas continuei vomitando até altas horas da madrugada. Com enjoo, dor de cabeça e náuseas, comecei a tomar tudo que é remédio: Dramim, plasil, paracetamol, etc. Enquanto a Juju tranquilona, ficou mais um tempinho lá na área comum apreciando umas Singhas. Continuei vomitando até que consegui dormir, porém no meio da madrugada acordei com uma dor insuportável na barriga, tentei dormir de novo mas não conseguia, até que resolvi tomar um remédio para gases e fui no banheiro onde fiquei por algumas horas, até que, enfim, aliviou as dores e consegui dormir. Fica a lição, respeitar o corpo e não comer nada pesado nem se agitar muito recém chegando depois de 30 horas de voo num fuso horário de 10 horas de diferença.
       
    • Por Lele Rech
      Oi pessoal!! 
      Vou fazer aqui meu relato de 20 dias na Tailândia 🤗🤗 
      Estou fazendo esse "diário" durante a viagem… pois se deixo pro final acabo não fazendo…
       
      Vim sozinha e organizei tudo por conta…
       
      Nao sei se vou conseguir anexar fotos aqui mas estou postando tudo no instagram @aleleviajando 
       
      Sobre os gastos, não sou uma pessoa faz as contas da viagem direitinho, mas vou tentar ir relatando mais ou menos o quanto gastei 😊
       
      Data: Saída do Brasil 12/02, retorno programado para 03/03! Na Tailândia efetivamente terei 17 dias inteiros! 
       
      Passagem: peguei uma promoção pela air china por 690 dólares uns 2 meses antes da viagem… pesquisei pela Skyscanner e comprei diteto no site deles...10 dias antes da viagem minha passagem foi cancelada em função do corona vírus! 😫😫😫 pensei em desistir de tudo pois achei q seria impossível encontrar uma nova passagem… mas encontrei de última hora na Etihad por R$ 4,200 … pesquisei pela skyscanner e comprei pela submarino viagens ( que estava vendendo por menos que a própria empresa aerea) 🤷… foi bem mais cara que a da Air China, mas ainda considerei "sorte" por ter sido comprada em cima da hora! 
       
      Seguro Viagem: faço sempre naquele site "segurospromo" usando cupom de desconto das blogueiras! Gastei 189 reais pros meus 20 dias !
       
      Dinheiro: importante levar dólares ou euros! Difícil trocar reais aqui! Dei esse azar também que na semana anterior a viagem o dólares deu uma disparada… chegou a 4,56… trouxe comigo 700 dólares e cartão de crédito! 
       
      Mala: vim só com uma mochila de 34 litros! Fui bem econômica na bagagem… biquinis, vestidos, shorts e blusas… uma calça comprida e uma jaqueta que vim usando no voo... de calçado só uma havaiana, uma sandália dessas de trilha ( pra mim substitui o tenis), e uma Melissa mais bonitinha... Uma saia longa e umas camisetas com manga pois vou precisar para os templos! Trouxe liquidos em frasquinhos!! Minha mochila ficou com 8 kg! Como sou meio compradeira talvez na volta eu comprei mais uma mochila e despache a maior! 
       
      Roteiro: Bom… Tailândia e proximidades tem muuuuuita coisa… com certeza merece uns 3 meses de viagem! Como eu gosto de ficar bastante tempo em cada lugar e fazer as coisas bem com calma resolvi fazer só Tailândia e focar mais em Bangkok e nas praias! Vou deixar o norte da Tailândia pra uma próxima… acabei deixando o meu roteiro mais ou menos pronto antes de ir com alguns dias livres pra decidir aqui! Conheci vaarios gringos aqui que deixar pra reservar tudo de ultima hora… não sabem pra onde vão no dia seguinte… eu já prefiro sair do Brasil com as coisas mais ou menos planejadas! Fiz as reservas de hoteis/hostel pelo booking.com… acabei fazendo uma pelo hostel world e me arrependi… booking por enquanto não me deu problemas! 
       
      Bom… agora vamos à viagem… no próximo post! 
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