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Kássio Massa

Escalaminhada da Cachoeira dos Pretos - Joanópolis-SP

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Trip realidada no dia 23 de Setembro de 2012

 

Confira a galeria de fotos completa desta trip

 

Apenas uma semana após a trip com pernoite pelas cachoeiras do Vale do Rio Sorocaba, na incrível Serra de São Francisco, em Votorantim-SP, já buscávamos um novo destino para um bate-e-volta folgado, mas que nem por isso deixasse de representar um desafio a mais para o repertório de qualquer trilheiro. Foi assim que uma pesquisa por alguns sites nos apresentou a Cachoeira dos Pretos, uma sequencia de corredeiras e saltos com 159m de altura, pertencente ao município de Joanópolis e bem próxima à divisa entre os São Paulo e Minas Gerais, na Serra da Mantiqueira.

 

Como o Marcelo Monteiro, que também esteve na última trip em Votorantim, estaria com seu carro novamente disponível, optamos por nos encontrarmos às 7h30, no Largo da Santa Cecília, em frente ao acesso da estação de Metrô com o mesmo nome. Desta vez, fariam parte da trip eu, o Gabriel, o Marcelo, o Raphael M. e o Raphael Y., um grupo ideal para uma trip rápida e desimpedida, ainda mais pelo fato de estarmos de carro.

 

Como nem todos chegaram no mesmo horário e houve, consequentemente, um atraso de quase 1h, tivemos tempo de sobra para desjejuar em plena praça, antes que déssemos partida rumo ao Interior. Por fim, às quase 9h da manhã, com todos presentes, demos início à empreitada, inicialmente, deixando a capital pela Rodovia Fernão Dias (BR-381, São Paulo - Belo Horizonte), naquele dia, totalmente livre.

 

Feitos pouco mais de 40min do percurso, que calculei em um total de 1h40 (120km), Já abandonávamos de vez a mancha urbana da Região Metropolitana de São Paulo e, após passarmos quase despercebidamente pelas cidades de Mairiporã e Atibaia, decidimos parar num posto de estrada, rústico e aconchegante. Fazia tempo que não sentia aquele prazeroso aroma de casinha de campo. Certamente, o clima era outro, muito bom!

 

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Depois de termos aliviado nossos rins e bexigas (rs) e de eu ter comprado uma barra de chocolate que não demorei a devorar, demos continuidade ao trajeto e continuamos pela Fernão Dias até pouco depois de Vargem, onde abandonamos esta auto-estrada em função do acesso a uma estrada secundária devidamente sinalizado por uma placa grafada como "Saída 2 / Joanópolis". Esta estreita estrada nos deixaria em nossa cidade destino, 25km depois, mas sem antes margear as encostas serranas da Mantiqueira, garantindo-nos sempre um visual extraordinário da grande represa de Piracaia à nossa direita e dos cumes verdejantes e imponentes da referida serra à nossa esquerda!

 

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Em razão de alguns perdidos, ao finalmente adentrarmos a pequena cidade de Joanópolis, tivemos um pouco de trabalho para encontrarmos a estradinha de terra que nos levaria à entrada da fazenda onde a Cachoeira dos Pretos está inserida, mas é exatamente devido a estes causos que preferimos sair quase de madrugada de nossas casas! No mais, nada que algumas perguntadas na cidade não resolvessem o problema.

 

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A dita estrada, não asfaltada, era sempre margeada por fazendas bem cuidadas, verdejantes colinas e simpáticas casas. Curvas após curvas, finalmente podíamos avistar a sequencia de quedas da Cachoeira dos Pretos, destacando-se numa colina bem ao fundo da paisagem, que se aproximava de nós cada vez mais, a medida que avançávamos por aquele sinuoso caminho. Após 14,5 quilômetros rodados na estrada de terra, chegamos ao estacionamento do complexo, muito bem estruturado por sinal, apesar de não ser cobrado nenhum tipo de ingresso no local.

 

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Ao deixarmos o carro no estacionamento, logo caminhamos sem pressa em direção ao curso do rio, que parecia costurar suavemente aquele lugar que mais parecia um clube de tão frequentado e estruturado. Nas margens do rio, víamos bancos de madeira, mesas, espaços para pic-nic, lanchonetes e todo tipo de estrutura que se possa associar a este tipo de ambiente. Todo o percurso desde o estacionamento até as proximidades do rio, na base da cachoeira, se dá por calçadas pavimentadas em paralelepípedo.

 

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Enfim, acompanhando sua margem direita rio acima, chegamos ao "ponto máximo permitido" pela fazenda aos turistas, que pareciam se contentar com a quase superlotação daquelas pequenas piscinas naturais represados pelas pedras do leito do rio.

 

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Enquanto isso, à nossa frente, cada patamar daquela enorme cachoeira parecia nos convidar de modo que não demoramos muito para saltar para a outra margem e seguir adiante pelo que parecia ser uma trilha inutilizada, claramente proibida pela fazenda de ser feita sem acompanhamento de guias, e que seguia cachoeira acima, sempre bordejando a encosta íngreme. Porém, sem nenhum impedimento, avançamos trilha acima de forma satisfatória, de metro em metro, até que atingimos o patamar médio da cachoeira, a cerca de 70m da base, onde forma-se uma bela piscina natural represada por grandes blocos de rocha. Nesta piscina deságua uma das maiores quedas da Cachoeira dos Pretos, com mais de 30m ininterruptos. Dali já era possível ter uma vista privilegiada que praticamente nenhum turista lá embaixo imaginava ter acesso!

 

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Continuamos, após uma breve parada no local, a subir pela trilha, que serpenteava a encosta, agora mais íngreme e fechada, até que em cerca de 20min, o caminho passou a não apresentar mais declividade alguma. Sim, já estávamos no topo da cachoeira, a 159 metros da base, uma subida bem mais tranquila do que imaginávamos, contrariando completamente nossas expectativas tenebrosas, inclusive a de uma possível não existência de trilha e necessidade de varação de mato ou escalaminhada mais técnica, e a alegação de um funcionário da fazenda que, quando perguntado por mim sobre a possibilidade de ascenção da cachoeira, disse não ser permitido sem o acompanhamento de guia, e que apenas naquela semana, 4 pessoas morreram tentando subí-la - aliás, só gostaria de saber como.

 

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No topo, a vista era ainda mais ampla. Era possível avistar todo o caminho percorrido desde o estacionamento, além de parte da estrada que vem de Joanópolis. No horizonte, ainda podia-se ver alguns morros e picos da Mantiqueira, incluindo a Serra do Lopo. Após sentamos num lajeado à beira do rio para contemplarmos aquele visual único, não satisfeitos, nos pusemos a explorar além da cabeceira da cachoeira, seguindo rio acima, sempre numa trilha sussa que não desgrudava de sua margem esquerda. Os cenários que se seguiam variavam de inúmeras piscinas naturais de águas esverdeadas a pequenas cachoeiras, de até 3m de altura. Continuamos pelo fácil caminho até que nos vimos cada vez mais próximos da nascente daquele rio, evidenciada pela abrangência de seu leito, que era cada vez menor, estando este mais raso e estreito.

 

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A trilha simplesmente terminava numa porteira de uma propriedade particular, na qual evitamos adentrar e logo retornamos, sem antes fazer um pouco de graça e irritar o gado estressado que pastava pelos campos ao redor. Gritávamos e acenávamos como se estivéssemos libertando nossas crianças encubadas de dentro de nós!

 

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Fim de linha, decidimos iniciar a descida da cachoeira, parando novamente em seu patamar médio para finalizarmos aquele bate-e-volta. Assim como a subida, não tivemos problemas na descida, apenas nos atendo à declividade do terreno, que poderia resultar nalgum rola tenebroso.

 

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Assim, às 14h, estávamos de volta ao patamar, onde acabamos encontrando outras pessoas que também haviam decidido abandonar a zona de conforto da área turística. Me acomodei numa pedra com vista para toda a paisagem, saquei um lápis de minha mochila e resumi aquele início de tarde a passar tudo o que via ao meu redor para uma simplória folha de papel, afinal, existem certas ocasiões em que a mera fotografia não consegue registrar o que verdadeiramente sinto ou vejo.

 

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Quando meu relógio marcava 16h30, continuamos nossa descida de volta à base da cachu. O parque estava nitidamente mais vazio a esta hora, mas mesmo assim, não deixamos de chamar atenção de alguns, ao sermos vistos sujos, encharcados e levemente ferrados, ressurgindo do matagal, no outro lado do rio, uma cena no mínimo engraçada!

 

Famintos, procuramos a primeira lanchonete que vimos e beliscamos além de salgados, o restante dos biscoitos e chocolates que havíamos comprado durante a ida, pela manhã e, enquanto isso, jogávamos conversa a fora e zapeávamos nossas câmeras com as fotos do dia.

 

Satisfeitos pelo perrengue superestimado do dia, nos despedíamos daquele bonito lugar, mais uma vez, rumo à rotina frenética da cidade grande. A Cachoeira dos Pretos é uma das poucas que não deixa de esbanjar seu lado selvagem e intocado, mesmo sob a forte pressão da infra-estrutura turística que ocupa toda a sua base e que teima em fazer da mesma um patrimônio privado.

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    • Por Lelah Leite
      No feriado de 07/09/12 resolvi voltar a um lugar que conheci 16 anos atrás, Joanópolis, a Terra do Lobisomem. Fui com o marido e a filhota. Quando estive lá pela primeira vez foi um bate-volta, dessa vez fomos para acampar, então o primeiro passo foi entrar aqui no Mochileiros para pegar algumas dicas, afinal nem sabia como estava a cidade em questão de infraestrutura, e consegui aqui: joanopolis-sp-cachoeira-dos-pretos-fotografico- t66551.html, relato do nativus e aqui: cachoeira-dos-pretos-joanopolis-e-extrema-mg-t46126.html o relato do msf.RICO, além do blog http://campingefamilia.blogspot.com.br/, que tem sido muito útil.
      Informações anotadas seguimos pra Joanópolis, via Rod. Dom Pedro I, porque por São Francisco Xavier o carro tem que estar muuuuito bom, já perdi um escapamento lá e achamos melhor não arriscar de novo!
       

       

       
      De São José dos Campos até lá são 113 km, com alguns pedágios pelo caminho. Passamos por Piracaia, que é uma belezinha de cidade também e então chegamos em Joanópolis, de lá é só seguir a estrada para a Cachoeira dos Pretos, não tem erro.
       

       
      O Camping do Zé Roque fica na área da cachoeira mesmo. É lindo, espaçoso, limpo e muito bem organizado. Pagamos R$ 15,00 por pessoa e lá também vendem gelo por R$ 8,00 e carvão por R$ 6,00. Quem administra o camping é a Cristina, filha do seu Zé Roque, muito simpática, anota todos os seus gastos num caderninho pra vc acertar no final. Levanta de madrugada para garantir um banho quentinho pra todos os campistas, acendendo o fogão a lenha que esquenta a água do banho através de serpentinas. Aliás, os fogões ficam à disposição o dia todo para quem preferir cozinhar no local.
       

       

       
      Quando chegamos ao camping recebemos uma pulseira de identificação, toda vez que sair do camping a pé tem que estar usando essa pulseirinha, quando saímos com o carro recebemos um cartão de retorno para ser entregue na portaria.
       

       
      Se o tempo estiver firme, vc pode montar a barraca na parte baixa, próximo ao riacho, já em caso de tempo nublado é melhor ficar em cima mesmo, para não correr o risco de ter sua barraca alagada caso chova, tivemos sorte porque fez sol o tempo todo, mas a noite é bom estar agasalhado porque esfria bastante.
       

       
      Existem algumas regras a serem seguidas, o que só faz melhorar a estadia no camping: som apenas até 22h00, não acender fogueiras, não escrever nas árvores, não espalhar lixo.
       

       
      Os banheiros são limpos o tempo todo, um dos chuveiros é elétrico, mas a água dos banheiros à serpentina é mais quentinha e jorra com mais força, então...
       

       
      A cachoeira, com 154m de altura e muito linda fica numa APA ao lado do camping, ali existem alguns restaurantes, lanchonetes, chalés e lojinhas de doce e artesanato, o camping também organiza passeios à cavalo (R$ 15,00 p/pessoa) que a Lívia adorou e de jipe até o topo da cachoeira (R$ 10,00 p/pessoa para um grupo de pelo menos 5), além do pedalinho (que varia de R$ 5,00 a R$ 10,00 dependendo do fluxo de visitantes).
       

       

       

       
      A cidade fica perto dali, então vale a pena passear por lá também, é pequena, aconchegante, no trajeto todo existem muitas casas de campo para aluguel e alguns bares e quiosques com produtos típicos da região, na entrada da cidade tem um pesqueiro bem simples, que cobra R$ 8,00 por carro mais o que vc pescar, no meu caso, só paguei o estacionamento mesmo, afff!
       

       

       
      Como eu já falei, é a cidade do Lobisomem, mas esse é bonzinho, e quase em toda esquina vc encontra um simpático lobisomem esperando por um dedo de prosa e fazendo pose para uma foto. Esse nós encontramos no Café Catedral, uma lojinha de artesanato e lanchonete muito charmosa, dá vontade de comprar tudo! E um restaurante muito bom é o Caipirão, tá, não é o mais em conta, R$ 22,00 por pessoa, mas vc come à vontade e se diverte alimentando os peixes.
       

       

       

       
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    • Por Coco no Mato
      Fonte:
       
      http://coconomato.com.br/cachoeira-dos-pretos/
       
      A Cachoeira dos Pretos fica na cidade de Joanópolis – SP e é considerada a maior cachoeira do estado com 154 metros (não queda livre). É um dos principais atrativos da cidade. Veja abaixo as informações de como chegar a Cachoeira dos Pretos e de como ir um pouco além e conhecer as quedas acima da tradicional.
       

       
      Informações resumidas da Cachoeira dos Pretos
       
       

      - Cidade: Joanópolos – SP
      - Distância do centro de SP: 122 km;
      - Custo: de passagem: R$28,45 ida e R$25,80 volta pela Viação Atibaia; (Saindo de SP)
      - Custo de gasolina: (Saindo de SP) R$80,00 ida e volta (Gasolina e pedágio)
      -Dificuldade: Fácil ; (Lembrando que isso depende da experiência e disposição da pessoa)
      - Navegação: Fácil;
      - Tipo do terreno: Plano e na Cachoeira subida até sua cabeçiera
      - Quantos KM: A trilha possui aproximadamente 1 km;
      - Atrativo: Beleza da fauna, flora e cachoeiras;
      - Quanto tempo: Varia de acordo com seu ritmo, mas caminhando entre 10 minutos até a parte baixa e até a parte alta pode demorar até 1 hora usbindo.
       
      Obrigações com o Meio Ambiente
       
       
      - Leve seu lixo;
      - Recolha lixo se for possível;
      - Não use drogas ou bebidas alcoólicas para diminuir o índice de acidente;
      - Faça xixi ou coco a no mínimo 20 metros de qualquer rio ou nascente;
       
      Informações detalhadas da Cachoeira dos Pretos de Joanópolis
       

       
      Veja com mais detalhes como chegar na Cachoeira dos Pretos com a Família do Coco no Mato.
       

       
      Localização
       
       
      A Cachoeira dos Pretos fica na cidade de Joanópolis interior de SP.
       
      Custo para visitar a Cachoeira dos Pretos
       
       
      - Custo: de passagem: R$28,45 ida e R$25,80 volta pela Viação Atibaia; (Saindo de SP)
      - Custo de gasolina: (Saindo de SP) R$80,00 ida e volta (Gasolina e pedágio)
      Os horários de ônibus variam, porém normalmente só tem dois horários para ir para Joanópolis.
       
      Resumo do trajeto de carro:
       

       
      Mapa
       

       
       
       
       
      Como chegar na Cachoeira dos Pretos
       
       

       
      Por ser o maior atrativo da cidade é bem fácil se localizar assim que chega a cidade devido as placas ou se tiver dúvida pergunte a qualquer morador.
      Chegando na entrada, você pagará uma taxa de contribuição de R$5,00, logo você verá restaurantes, banheiros e estacionamentos, sem dúvidas uma das melhores infra-estrutura que já vi.
      Para chegar na base da Cachoeira dos Pretos você não leva nem 10 minutos, é só ir seguindo a trilha bem batida e se guiando pelas placas.
      Você chegará a sua base onde é possível se banhar e admira-la de baixo.
      Se você quiser conhecer além da parte baixa você deverá atravessar o rio para seu lado direito e você encontrará uma trilha bem batida subindo acompanhando a queda da cachoeira.
      Subindo durante uns 15 minutos você chegará ao próximo e mais belo plato da Cachoeira dos Pretos onde você tem um belo visual do vale a sua esquerda e uma queda de uns 30 metros a direita, onde é possível se banhar e tirar um bom lazer.
      Se quiser continuar subindo você chegará depois de uns 10 minutos até sua cabeçeira, onde se forma um poço com mais uma pequena quedinha.
      Fomos mais além e continuamos seguindo o rio, até que chegamos em uma porteira que dava acesso a um sítio, dalí pra frente voltamos.
       

       
      Nível de dificuldade
       
       
      A trilha é bem batida, bem sinalizada, bem fácil até a sua parte baixa, quem quiser subir até as partes acima terão que se esforçar bem mais, mas nada de impossível, é só seguir a trilha e ao lado do rio.
       
      Cuidados na trilha da Cachoeira dos Pretos
       

       
      - Por mais fácil que seja a trilha não saia da mesma;
      - Por ser uma trilha de fácil acesso cuidado para não se cortar nos lixos que podem existir no caminho ou na água;
      - Na subida do rio você verá uma placa escrito “Cuidado, RISCO DE MORTE!”, a subida é íngrime e na parte de cima tome banho com cuidado, porque dependendo de onde estiver um escorrega pode ser fatal;
      - Como qualquer mata existem animais silvestres e peçonhentos como Cobras, Aranhas entre outros;
      - Não beba e nem use qualquer tipo de droga, pois isso pode dificultar o seu trajeto, tornando-o mais perigoso.
      - Cuidado para não escorregar nas pedras úmidas;
      Segue um link se você quiser saber mais de Perigos na Trilha.
       
      Dicas importantes para visitar o Cachoeira dos Pretos
       
       

       
      - Tente ir de carro ou bicicleta, pois não existe transporte público até a entrada da Cachoeira;
      - Vá em um dia de calor, porém se prepare para encontrar vários bagunçeiros na base da cachoeira;
      - Subir para a parte de cima é proibido, então vá ligeiro;
      - Em caso de chuva não fique no rio, principalmente na 2ºqueda;
       
      Obrigações com o Meio Ambiente
       
       
      - Leve seu lixo;
      - Recolha lixo se for possível;
      - Não use drogas ou bebidas alcoólicas para diminuir o índice de acidente;
      - Faça xixi ou coco a no mínimo 20 metros de qualquer rio ou nascente;
       
      Se alguem tiver alguma informação a agregar ou correção estamos abertos a opiniões.
       
      BOA DIVERSÃO PESSOAL

    • Por GUILHERME TOSETTO
      Meus amigos, este relato é pra contar como foi a viagem realizada neste último sábado, dia 15 de dezembro, à cidade de Joanópolis, mais precisamente ao camping do Zé Roque, onde está localizada a Cachoeira dos Pretos.
      Essa viagem, na verdade, estava marcada para passarmos o final de semana completo no local, mas devido à lotação de todos os chalés há mais de 20 dias, optamos por fazer o velho esquema de bate-e-volta.
      Para chegar lá, pegamos a Rodovia Fernão Dias até bem próximo à fronteira entre SP e Minas, onde pegamos a estrada das Águas. Por essa estrada, você chega na cidade de Joanópolis (deve dar uns 18 quilômetros entre Fernão Dias e a cidade) e mais alguns quilômetros até o local onde fica a cachoeira e o camping.
       
      O local onde ficam o camping do Zé Roque a Cachoeira dos pretos é bem estrutura, com amplo estacionamento, restaurantes (um com comida caseira, feita em fogão de lenha a R$ 18,00 o quilo; uma ótima pastelaria, cujos pastéis são muito bem rechaeados e enormes, a R$ 4,00 cada um...), quiosques, lojinha de artesanatos, etc.
       
       
       

      Esse é um dos quiosques, onde tomamos o nosso café da manhã.
       
       

      Essa é a visão que se tem da cachoeira vista do estacionamento do camping.
       
       

       

       
      Estávamos em cerca de 22 pessoas. O clima, embora nublado, não estava chuvoso, pegamos algumas poucas garoas, mas durante as passagens pelos vários pontos da cachoeira estava tranquilo, até o sol apareceu em alguns poucos momentos pra dar uma espiada.
      Para chegar até o topo da cachoeira, há duas opções: ir de jipe (pagando R$ 10,00) ou a pé, através de uma estradinha que passa por trás do camping. Uma parte da turma subiu de jipe e a maioria acabou subindo a pé mesmo (aliás, uma subida íngreme, de uns 30 minutos, mais ou menos, numa estradinha bem ruim e esburacada).
       

       

       

       

       

       
       

       

       
      A cachoeira é formada por 3 "divisões", digamos assim. As fotos acima da parte intermediária, logo antes de sua queda de mais de cem metros.

      Essa é uma parte da galera que esteve lá...
       

       
       

       

      Nessa foto, pode-se ver onde começa a queda d'água centenária...
       
      De lá, subimos para a parte mais alta da cachoeira, onde também há algumas quedas com a formação de uma pequena "praia". Abimael e o Diego se esbaldaram nas quedas desse trecho. Como o volume das águas estava bastante forte (certamente aumentado por causa das fortes chuvas de véspera) e as pedras escorregadias, acabei entrando na água apenas pra tirar fotos, sem tomar banho por completo. Agradeci a Deus por estar ali naquele momento e por ter me "livrado" da péssima fase por que passei ao longo deste ano...
       

       

       

       

       

       
       

       
       


       

       

       

      De lá, voltamos para o camping para almoçarmos, descansar e seguir para a parte onde há a arrebentação da cachoeira, formando pequenas praias e lagos ótimos para nadar.
       
       

       

       

       
       

       
       

      Aqui podemos ver a cachoeira ao fundo. Esta foto já é bem próximo das praias...
       
       

      Nessa região das prainhas, há muitas pedras, havendo limitação para entrada na água.
       
       

       

      Eu e o Léo, que organizamos essa pequena viagem.
       
       

       
      Ficamos por lá até umas 16 horas, quando viemos embora. O local já estava bastante cheio de turistas, inclusive estrangeiros.
       
      O local é agradabilíssimo, vale muito a pena passar um final de semana por lá!!!!
       
      Mais uma vez, agradeço a todos os que lá estiveram para mais uma viagem muito prazerosa, muito alegre e animada.
       
      Valeu, galera, até o próximo relato!!!!
    • Por nativus
      olá galera vou dividir com vocês um lugar que para mim é mágico um pequeno paraÍso distante apenas 140 KM de sp.
       
      uma queda de 154 M que no fim forma uma ilha com um rio de cada lado, um lugar de paz e tranquilidade o povo é simples muito simpático e prestativo no local é possivel praticar boia cross, andar a cavalos e passeio de jipe.
       
      já fui 3 veses e logo irei novamente com certeza a atração principal do lugar é a própria cachoeira dos pretos.
       
      DO CAMPING
       
       
       
      o CAMPING DO ZÉ ROQUE que é o único no local e é simplesmente perfeito tudo simples mas bem limpo e organizado.
       
      o camping conta com fogão a lenha queimando o dia todo, pois os chuveiros são a lenha também ( SERPENTINA) muito bons tipo chuveiro a gás com misturadores de agua fria e quente ( é logico) possui vários banheiros uns 10 todos limpos e organizados, no próprio camping tem para vender gelo e carvão e proximo a entrada da fazenda tem um quiosque que vende o tipico queijo mineiro ( é que estamos bem próximo a minas gerais ) um vinho artesanal muito bom, e na estrada que liga a rodovia fernão dias a joanópolis próximo ao camping tem um bar misturado com mercearia que vende o básico arroz, feijão, café,ovos (caipira),sal, bom como é de praxe sempre esquecemos algo.
      Conta com pontos de luz (220v acredito que não tenha 110v) e o próprio camping empresta sem custo churrasqueiras bom o local onde se lava louças é um só ás vezes tem de esperar desocupar para fazer uso do mesmo, mais coisa normal.
       
      referente a valores na ultima vez que fui foi no final de 2011 estavão cobrando R$10,00 (dez reais) por pessoa no camping
      bom se refletirmos este valor não paga nem a lenha que gastamos e pelo atendimento, educação e prestatividade, na minha humilde apinião muito barato.
       
      DO PROBLEMA
       
      na segunda vez que fui acampar no local era feriado prolongado de 15 de novembro até aí maravilhoso..
      com o carro carregado na fernão dias sentido minas gerais era perto das 06:30 da manhã ( é lógico se é 06:30 só pode ser da manhã) bom chegando ao local montamos a barraca ao lado do rio que passa dentro do camping numa parte um pouco mais alta do solo e plana .....
      Bom no final da tarde do mesmo dia choveu... choveu muuuiittoooo e ao nosso redor inundou umas 10 barracas o pessoal debaixo da chuva desmontando barracas mudando de lugar meu vizinho gritando querendo um martelo e eu resolvi ser prestativo, a agua não poupou ninguém gordo, magro, pobre, rico, idoso criança é pessoal a parte de baixo é complicada
       
      um conselho aos amigos, se tem previsão de chuva monta a barraca na parte de cima não ao lado do rio na parte de baixo
       
      fora este detalhe, más achei importante destacar pois muito chato você com o pessoal e a barraca cheia de agua molhando colchão, mochila e tudo mais .....
       
      fora este, o camping é perfeito ..............................
       
      bom vamos lá ...
       
       

       

      O PORTAL DA CIDADE...
       
       

      DA ESTRADA JÁ SE AVISTA A QUEDA...

      DESTA VEZ MONTAMOS A BARRACA AO LADO DO RIO...
       
       

       

      JÁ NESTA 3º VEZ MONTAMOS NA PARTE DE CIMA PARA EVITAR O PROBLEMA JÁ CITADO E PARA FICAR PRÓXIMO AOS BANHEIROS E PIA ( A MINHA BARACA É A MAIOR A OUTRA PARECE BARRACA PARA CACHORRO)...
       

      VISTA DO CAMPING...
       

       

       
       
       

      EU E A CORRENTEZA MUITO FORTE...
       

       

       


       

      SUBIMOS ATÉ O TOPO DA QUEDA MAIOR DE 154M ANTES DELA TEM OUTRA CACHOEIRA SUBIMOS PRIMEIRO A PÉ PELA ESTRADINHA DE TERRA CHEGANDO LÁ ESTAVA TRANCADO COM CADEADO POIS FICAMOS SABENDO DAS MORTES JÁ OCORRIDAS POR ACIDENTES DE PESSOAS QUE ESCORREGARÃO NAS PEDRAS E CAIRÃO DE 154M DE ALTURA E JÁ SOMAVA 18 ÓBITOS E POR ISSO FOI PROIBIDO O ACESSO SÓ PODE IR COM MONITOR AGREGADO AO PESSEIO DE JIPE COISA DE R$ 15,00 POR PESSOA...
       

      AQUI 1º QUEDA NO TOPO DA CACHOEIRA DOS PRETOS...
       

      ACIMA DA QUEDA OBSERVE AS PESSOAS LÁ EM BAIXO MUITO ALTO..

       

      EU AS PEDRAS E A QUEDA AO FUNDO.
       

       

       

       

       

      HORA DO ALMOÇO BOM SOU APAIXONADO POR FOGÃO A LENHA A SENHORA MINHA MÃE CONTA QUE A BRASA RESULTANTE DA QUEIMA ERA COLOCADO NO FERRO DE PASSAR ROUPAS ...
       

      OO MARAVILHA PREPARANDO O CAFÉ DA MANHÃ...
       

       

      VAI CHEGANDO A TARDE E O SONO TMB ...
       

      PESSOAS OBSERVANDO O VOLUME DE ÁGUA QUE DESCE DA MONTANHA...
       

      CHURRASCO NO FOGÃO A LENHA ESTA É NOVA...
       

      E FAZ POSE ...
       

      COMO O CAMPING ESTÁ SITUADO DENTRO DE UMA FAZENDA ...
       

       

      VISITANTE NOTURNO...

       

       

       
       

       
      RESUMO
       
       
      pessoal é isso ...
       
      Para se chegar a joanópolis de sp, siga pela rodovia fernão dias sentido minas gerais após passar o segundo pedágio ( visto que os pedágios não passa de R$3,00) mantenha a direita observe a placa indicando a saida para joanópolis segue pela saida e siga sentido joanópolis pela serrinha por + ou- 20 km você passará por dentro da cidade segue por mais 20 km observe as placas sentido cachoeira dos pretos.......
       
       
       
      guardo um carinho imenso por este lugar e pelas pessoas do campíng e do comércio local me lembro que comprei ovos caipira no bar da estradinha e que o senhor do pequeno bar pegou um por um e disse se você colocar para chocar este nascerá uma macho este uma fêmea até terminar a dúzia de ovos, pessoas de roupa simples mas de um coração imenso pessoas que pedem carona na estrada sem conhecer o condutor do veiculo pessoas que são donas de fazendas que valem MILHÕES E QUE USÃO ROUPAS RASGADAS se fosse em sp ah é vagabundo é mendingo não te dão o minimo de crédito( desculpe o desabafo)
       
      na ilha da cachoeira existe uma praça e tem restaurantes que servem comida preparada no fogão a lenha com preço popular
      do lado direito sentido a cachoeira tem uma loja que vende doces caseiros, um jovem muito educado os preços são populares a geléia de goiaba é ótima e também a de morango ele é quem vende o queijo melhor e mais barato do local, queijo fresco e meia cura a loja fica ao lado da loja de artesanatos ...
       
      pessoal é isso me desculpe algum erro de digitação e agradeço o espaço para compartilharmos os lugares que fazem parte de nossas vidas.............


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