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O texto na cor preta se refere ao primeiro relato de 2007 e o texto na cor verde, às informações atualizadas e/ou ao novo relato de 2018.

Período: 11 a 24/07/2007, 01 a 03/12/2018 e 21 a 23/12/2018

Cidades: Curitiba, São José dos Pinhais, Colombo, Araucária, Campo Largo, Lapa, Rio Negro, Tunas do Paraná

A região turística Rotas do Pinhão abrange Curitiba e Região Metropolitana. A capital é um modelo de urbanismo aliado à natureza e encanta pelo turismo cultural, histórico e gastronômico oriundos de várias etnias. Outro destaque são os eventos do Natal de Curitiba que estão crescendo ano a ano. Além disso, o turismo de negócios e eventos, movimenta a cidade com feiras, congressos e convenções em diversos setores. Em contrapartida, outras cidades dessa região contemplam o turismo rural e o ecoturismo.

Curitiba é a cidade conhecida como capital modelo, famosa pela quantidade de área verde e pelo sistema de transporte eficiente e barato. A área verde está distribuída em vários parques bem-cuidados, bonitos e com entrada gratuita. O sistema de transporte possibilita que uma pessoa atravesse a cidade toda ou mesmo vá para outra cidade, pegando vários ônibus e pagando uma única passagem. Apesar de ser uma cidade grande, é relativamente tranquila para andar nas ruas, seja a pé ou de ônibus, em termos de segurança. Nos horários de pico há um pouco de congestionamento nas ruas e os ônibus ficam lotados, devido ao fato da cidade ter crescido muito nos últimos anos. Isso também trouxe outros problemas, como desemprego e os curitibanos dizem que a cidade já foi muito melhor, mas na opinião particular de uma paulista, Curitiba parece uma cidade muito boa para se morar. E os paranaenses são atenciosos e muito educados.

Tem muita opção de hospedagem, alimentação e atrações turísticas. Em Curitiba, considero imperdível passar no Jardim Botânico, Ópera de Arame, Parque Tanguá, Universidade Livre do Meio Ambiente, Largo da Ordem e Memorial Ucraniano. Muito interessantes são o Shopping Estação, Museu Oscar Niemeyer, Bosque Alemão, Bosque do Papa, Bairro Sta Felicidade, Zoológico, Museu Egípcio, Torre Panorâmica, Praça do Japão... É muito fácil e barato se locomover na cidade. Também tem acesso fácil às cidades vizinhas. Gostei muito do Caminho do Vinho em São José dos Pinhais, do Caminho do Guajuvira em Araucária, da cidade histórica de Lapa, do Mosteiro em Rio Negro e das grutas/cavernas de Colombo e Tunas do Paraná.

Confira abaixo as dicas e o relato de viagem. Fiquei hospedada em Curitiba, de onde parti para conhecer as outras cidades. Na segunda vez, a capital foi o ponto de chegada e de partida da viagem para o litoral, quando aproveitei para visitar mais alguns locais da cidade e curtir alguns eventos do Natal de Curitiba.

Obs.: "Outras opções" referem-se às indicações que recebi de colegas, mas que não experimentei por não ter tido tempo ou por ter tomado conhecimento delas tarde demais. ATENÇÃO: não possuo nenhum vínculo com pousada, hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram pesquisadas em guias. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade, se os dados são atualizados e/ou verossímeis.

Como eu gosto muito de escrever, o que era para ser um relato acaba virando um “guia”. Entretanto como a maioria ou não tem tempo ou não tem paciência para tanto, vou colocar um índice aqui e assim cada um vai direto a parte que lhe interessa ;)

Índice

A cidade

Como chegar

Quando ir

Onde ir em Curitiba: Linha Turismo

Onde ir em Curitiba: Outros museus, parques e bosques

Onde ir em São José dos Pinhais

Onde ir em Colombo

Onde ir em Araucária

Onde ir em Campo Largo

Onde ir em Lapa

Onde ir em Rio Negro

Onde ir em Tunas do Paraná

Onde ficar

Onde comer

Dicas (Contatos úteis, Postos de Informações Turísticas, Links úteis, Receptivos Turísticos e Dicas)

Relato de viagem

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Nanci Naomi
http://nancinaomi.000webhostapp.com/

Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha

Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est

25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes

9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul

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Na Lapa: Passeio bem bacana, vale a pena reservar 1 dia. Dá p/ fazr bate-e-volta a partir da capital c/ ônibus de linha. Centro Histórico, composto por 14 quadras com 235 edificações, sendo

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A cidade:

Curitiba é a capital do estado de Paraná, com área de 430,9 Km² e 1.727.000 habitantes (dados de 2004). Apresenta temperatura média no verão de 21ºC e no inverno de 13ºC. Destaca-se por possuir um dos melhores índices de áreas verdes do país com 52 m²/habitante.

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Nanci Naomi
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Relatos:
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Como chegar:

Distâncias de Curitiba:

São José dos Pinhais 16 Km

Colombo 18 Km

Araucária 27 Km

Campo Largo 32 Km

Lapa 68 Km

Rio Negro 117 Km

Tunas do Paraná 76 Km

 

Curitiba é a principal cidade de acesso ao Paraná para quem vem de longe, por meio de transporte Rodoviário. O aeroporto fica em São José dos Pinhais.

  • Aeroporto Internacional Afonso Pena, Av. Rocha Pombo, 2730, Águas Belas, São José dos Pinhais, a 18 km de Curitiba, 3381-1515 / fax 1127, https://www.aeroportocuritiba.net/
  • Estação Rodoferroviária de Curitiba, Av. Presidente Affonso Camargo, 330, Curitiba, Jardim Botânico, 3320-3000 / 3232, http://www.urbs.curitiba.pr.gov.br/comunidade/rodoferroviaria
  • Viação Graciosa - Matriz, R. Joquei Club, 188, Prado Velho, 3213-5511
  • Viação Graciosa, Estação Rodoferroviária de Curitiba, 3223-0873 e 3320-3092, http://www.viacaograciosa.com.br/
  • Viação Graciosa - Centro - Terminal Guadalupe, R. João Negrão, 384, 3039-9095 / 3223-0873

Transporte Aeroporto/Hotel:

  • Ônibus convencional: o ligeirinho Aeroporto dá acesso à Rede Integrada de Transporte. Consulte preços, horários e itinerários no site da URBS
  • Ônibus executivo: micro-ônibus Aeroporto-Curitiba-Aeroporto (ar condicionado, som ambiente e espaço para bagagens), 99817-9666 das 7-0h / 99196-7054 das 0-7h, [email protected], http://www.aeroportoexecutivo.com.br/ Embarque no aeroporto: saia pela porta “A” (em frente ao desembarque doméstico) e vire à direita; o embarque fica entre as portas A e B. Pontos: Hotéis Aeroporto, Rodoferroviária (na área interestadual, perto dos táxis), Teatro Guaíra (R. XV de Novembro, 710, Centro), Receita Federal (R. Marechal Deodoro, 555, Centro), Biblioteca Pública (R. Candido Lopes, 133, Centro), R. 24 horas (R. Visconde de Nácar, s/n, Centro), Shopping Estação (Av. Sete de Setembro, 2775, Rebouças)

Dicas e comentários sobre transporte:

  • o sistema de transporte é muito bom. A passagem de ônibus é barata, pagando-se apenas uma vez é possível pegar vários ônibus, atravessando toda a cidade ou mesmo indo para outra cidade. Há transporte disponível para todos os lugares e não tem como errar, basta perguntar aos cobradores e/ou moradores da cidade. O povo é muito educado e sempre tive ajuda, me deram informações e não tive problemas com nada
  • é prático andar de jardineira, dá para ter uma visão geral da cidade, dos principais pontos turísticos. Parece que ela não funciona às segundas, com exceção dos meses de alta temporada
  • é tranquilo andar a pé. Dá para atingir vários pontos do centro, andando a pé
  • A Rodoferroviária é grande e tem estrutura para atender os usuários. É bom chegar com antecedência, pois o local é grande e o os acessos são pelas passarelas, subindo e descendo escadas (possivelmente com malas). Acredito que a travessia nas passarelas seja por questão de segurança, para não atravessar as plataformas de ônibus, mas que não é prático, não é. Para quem não conhece, é meio confuso. Além de ponto de saída/chegada dos ônibus, atende também a Serra Verde Express que oferece o passeio de trem Curitiba-Morretes. É uma área esquisita, mas parece ok em horário comercial, quando está bem movimentada. De qualquer forma, convém ficar atento e tomar cuidado
  • Achei um pouco confuso as informações da seção FAQ do site do ônibus executivo, pois tem informações contraditórias. Também acho que falta um mapa com o trajeto da linha para o passageiro saber onde descer e/ou embarcar mais próximo do hotel. Porém, entrei em contato via email e me esclareceram algumas dúvidas. São poucos os pontos dessa linha. No site, diz que é permitido desembarcar em qualquer parada de ônibus comum se o passageiro estiver portando apenas bagagem de mão; é possível embarcar em qualquer ponto de ônibus comum, mediante solicitação através dos números 99817-9666 das 7-0h / 99196-7054 das 0-7h; precisa comprar a passagem antecipada no Aeroporto. Bem, no sentido Aeroporto/Centro, acabei dispensando o ônibus, pois a linha não passava na porta do hotel e estava com mala. Poderia carregar a mala, era perto, mas achei mais prático ir de transporte por aplicativo. Para economizar, é possível fazer um casado do transporte executivo + outro meio de transporte. No sentido Centro/Aeroporto, consegui pegar o ônibus bem perto do hotel, embarcando em um ponto de ônibus comum. Fiquei esperando e dei sinal com a mão, pois esqueci completamente daquele aviso de telefonar antes solicitando a parada, mas ele parou e deu tudo certo. O SAC me esclareceu que a passagem é vendida somente no Aeroporto, mas que eu poderia embarcar e pagar no desembarque, no Aeroporto, que eu achei bem razoável, pois não faz sentido ter que ir até o aeroporto antes para comprar a passagem. Costuma ter promoções para quem compra IDA + VOLTA ou paga com cartão (sim, costuma ser mais barato para quem paga no cartão, por causa do custo de transporte do malote, segundo o funcionário). O ônibus passou no horário previsto e cumpriu o trajeto no tempo estimado. Acho que a relação custo/benefício é boa se a linha passar bem perto do hotel ou do ponto onde você precisa ficar

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Nanci Naomi
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15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha

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Quando ir:

Acredito que cada época tenha os seus atrativos. Julho tem aquele frio bom, principalmente nas regiões mais montanhosas e a paisagem fica linda. Também nessa época, as cerejeiras floridas fazem você descobrir por que a Rua XV de Novembro, em Curitiba, é chamada de Rua das Flores. Em contrapartida, o verão convida a descer ao litoral. Quanto ao clima, a região sul e sudeste no geral apresentam invernos com índice pluviométrico menor, com menos probabilidade de chuvas, ou seja, a chance de chover é menor e, se chover, a chuva tende a ser mais fraca, mas particularmente eu acho que a chuva tende a ser mais longa também, aquela garoa fina e chata que se estende por um dia inteiro ou até mais, atrapalhando os passeios e ainda por cima vai fazer muito frio. Por outro lado, o verão geralmente apresenta um índice pluviométrico maior, com mais probabilidade de chuva, mas eu acho que as chuvas tendem a ser rápidas, ainda que fortes, as conhecidas pancadas de verão que não atrapalham o passeio, pois costumam chegar ao final da tarde ou à noite. Outono e primavera tendem a ser mais estáveis, porém uma frente fria pode trazer chuva e frio a qualquer momento. Entretanto vai da sorte, há invernos e verões atípicos e a previsão de tempo é apenas uma previsão.

Eventos:

  • Feira Internacional de Artesanato - FEIARTE: em maio, em Curitiba
  • Natal de Curitiba: uma série de eventos que se estendem do final de novembro ao final de dezembro - confira a programação no site da cidade
  • Festa da Uva: em fevereiro, em Colombo
  • Romaria N. Sra. do Caravaggio: em maio, em Colombo
  • Pedalada Internacional Natureza - Circuito Caminhos Históricos da Serra: em setembro, em Quatro Barras
  • Caminhada Internacional na Natureza - Circuito Caminho dos Jesuítas: em setembro, em Quatro Barras
  • Rio Negro Moto Fest: em fevereiro, em Rio Negro
  • Trilha do Frango - Encontro de Trilheiros: em junho, em Rio Negro
  • BUCOVINAFEST: em julho, em Rio Negro
  • Festa do Sr. Bom Jesus da Coluna: em julho, em Rio Negro
  • MTB Rio Negro Ride Trail: em agosto, em Rio Negro
  • Feriados municipais: 08/09 - N. Sra. da Luz dos Pinhais

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Nanci Naomi
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Onde ir :

As infos abaixo foram retiradas do site http://www.turismo.curitiba.pr.gov.br/ em 2007

Vale a pena entrar lá e conferir essas infos e outras.

as distâncias entre alguns pontos dessa linha são pequenas e dá p/ ir andando e econonomizar 1 tíquete, por exemplo, do Museu Oscar Niemeyer ao Bosque do Papa. Outro roteiro q eu fiz a pé foi o Parque São Lourenço-Ópera de Arame-Parque Tanguá

vale a pena reservar 1 dia p/ fazer esse city tour. Dá p/ ir de ônibus comum tb.

Pontos da Linha Turismo:

A Linha Turismo abrange 25 pontos, o percurso total é de 2h30, com cerca de 44Km e opera de terça a domingo das 9 até as 17h30, com saída de 30 em 30 min. São 5 tíquetes para 1 embarque e 4 reembarques em qualquer ponto, observando-se que o trajeto da linha é circular. Também é fornecido um folder com mapa e informações dos pontos. Informações listadas são o primeiro/último horário da linha, endereço, horário de funcionamento, outras linhas de ônibus e ruas de acesso.

1. Praça Tiradentes - 9h/17h30

2. R. das Flores - 9h06/17h36

3. R. 24 Horas - 9h11/17h41 - fechado para reforma em 07/2007 - R. Coronel Menna Barreto Monclaro s/n, 3324-7036/3225-1732, seg a sáb das 7 às 24h, dom das 7 às 19h. Acesso: R. Cândido Lopes/R. Carlos de Carvalho/R. Visconde de Nácar

4. Centro de Convenções - 9h17/17h47 - R. Barão do Rio Branco, 370, 3322-8955

5. Museu Ferroviário - 9h20/17h50 - Av. Sete de Setembro, 2775, no Shopping Estação, 3223-5410, das 14h às 19h

6. Teatro Paiol - 9h27/17h57 - Largo Professor Guido Viaro s/n, R. Chile esquina com R. Reynaldo Machado, Prado Velho, 3213-1340/3213-1341, seg das 15 às 19h, ter à sex das 13 às 19h, sáb e dom das 15 às 19h. Ônibus: Linha Direta Boqueirão-Centro Cívico, Barreirinha-São José ou Aeroporto (Largo Bittencourt/Círculo Militar). Acesso: Trav. Tobias de Macedo/Trav. Alfredo Bufren/R. Amintas de Barros/R. Conselheiro Laurindo/R. XV de Novembro/R. João Negrão/R. Guabirotuba/R. Dr. Reynaldo Machado

7. Jardim Botânico - 9h36/18h06 – R. Eng. Ostoja Roguski, s/n, 3264-6994 (Administração)/3362-1800 (Museu), ter a dom das 6 às 19h/ museu: seg a sex das 8h às 12h e sab e dom 14h às 18h. Ônibus: Expressos Centenário/Campo Comprido e Centenário/Rui Barbosa. Descer ao lado do Botânico. Linha Cabral/Portão, Linha Alcides Munhoz (ponto Al.Dr.Muricy). Descer em frente ao Jardim Botânico. Acesso: Trav. Tobias de Macedo/Trav. Alfredo Bufren/ R. Amintas de Barros/R. Tibagi/Av. Presidente Affonso Camargo/R. Eng. Ostoja Roguski

8. Estação Rodoferroviária/Mercado Municipal - 9h43/18h13 - R. Sete de Setembro x Pres. Afonso Camargo x R. da Paz x R. General Carneiro, 3218-2602, seg das 7h às 13h , ter a sáb. das 7h às 18h e dom. das 7h às 13h (restaurantes até às 15h). Ônibus - circular centro, biarticulado Campo Comprido/Centenário, inter-hospital, Cristo Rei

9. Teatro Guaíra/Universidade Federal Do Paraná - 9h49/18h19 - Praça Santos Andrade. Ônibus: Circular Centro (sentido horário). Acesso: R. Cândido Lopes/R. Barão do Serro Azul/Travessa Tobias de Macedo/ Travessa Alfredo Bufren/Pç. Santos Andrade

10. Passeio Público/Memorial Árabe - 9h52/18h22 - R. Luiz Leão, s/n, 3223-6574/3222-2742, ter a dom, das 6 às 20h e o aquário funciona das 9 às 17h. Ônibus: Circular Centro (sentido anti-horário). Acesso: R. Cândido Lopes/R. Barão do Serro Azul/Travessa Tobias de Macedo/ R. Riachuelo/ Av. João Gualberto/R. Luiz Leão

11. Centro Cívico - 9h55/18h22 - Palácio Iguaçu, a Assembléia Legislativa e o Tribunal de Justiça, além da Prefeitura de Curitiba

12. Museu Oscar Niemeyer - 9h57/18h27

13. Bosque Do Papa/Memorial Polonês - 10h00/18h30 - R. Wellington Oliveira Vianna, s/n, 3313-7194/3352-9040, das 6 às 20h/Memorial: seg das 13h30 às 18h, ter à dom das 9 às 18h. Ônibus:Convencional Abranches, Mateus Leme, Jardim Chaparral, Taboão-Água Verde ou Vila Suíça (Praça Tiradentes). Descer na R. Mateus Leme, próximo ao Portal Polonês. Acesso: R. Barão do Serro Azul/Trav. Nestor de Castro/R. do Rosário/R. Duque de Caxias/R. Barão de Antonina/R. Mateus Leme/R. Wellington Oliveira Vianna

14. Bosque Alemão - 10h11/18h41 - R. Niccolo Paganini, esquina com Franz Schubert, Vista Alegre (Jardim Schaffer), 3338-6012/3338-9549, das 6h às 20h/Biblioteca das 9h às 17h/Hora do Conto aos sáb, dom e feriados às 11h, 14h e 16h. Ônibus: Convencional Jardim Mercês-Guanabara (Trav. Nestor de Castro). Descer no Canal 4. TV Iguaçu, a uma quadra do Bosque. Interbairros II sentido Anti-Horário. Acesso: R. Barão do Serro Azul/Trav. Nestor de Castro/R. do Rosário/R. Duque de Caxias/R. Inácio Lustosa/R. Trajano Reis/R. Des. Benvindo Valente/R. Des. Hugo Simas/R. Francisco Schaffer/R. Niccolo Paganini

15. Universidade Livre do Meio Ambiente - 10h15/18h45 - R. Victor Benato, 210, Pilarzinho, 3254-7657/5548/3734, das 8 às 18h. Ônibus: Convencional Jardim Kosmos (Travessa Nestor de Castro). Descer em frente à U.L.M.A. Acesso: R. Barão do Serro Azul/Trav. Nestor de Castro/R. do Rosário/R. Duque de Caxias/R. Inácio Lustosa/R. Trajano Reis/R. Nilo Peçanha/R. 1°. Ministro Brochado da Rocha/R. Victor Benato

16. Parque São Lourenço - 10h25/18h55 - R. Mateus Leme, esquina com Nilo Brandão, no bairro São Lourenço, das 8 as 18h. Ônibus: Abranches, Vila Suíça, Jardim Chaparral e Taboão - Água Verde. Interbairros II (Terminal Cabral)

17. Ópera de Arame/Pedreira Paulo Leminski - 10h28/18h58 - R. João Gava, s/n, Pilarzinho, 3355-6071/3355-6072, ter a dom das 8 às 22h. Ônibus: Convencional Mateus Leme (Praça Tiradentes) ou Interbairros II,descer próximo à Pedreira. Convencional Nilo Peçanha (atrás da Catedral) descer no Farol das Cidades. Biarticulado Santa Cândida (Estação Central). Cabral-Praça Osório. Acesso: R. Barão do Serro Azul/Trav.Nestor de Castro/R. do Rosário/R. Duque de Caxias/R. Barão de Antonina/R. Mateus Leme/R. João Gava

18. Parque Tanguá - 10h31/19h01 - R. Dr. Bemben, s/n, Pilarzinho, 3352-7607/5404 (Guarda municipal), das 8 as 18h. Ônibus: Convencional Nilo Peçanha (travessa Nestor de Castro). Bracatinga, Interbairros II, Primavera, Santa Felicidade - Sta Cândida. Vila Nori (a partir da Praça Tirandentes). Acesso: R. Barão do Serro Azul/Trav. Nestor de Castro/R. do Rosário/R. Duque de Caxias/R. Barão de Antonina/R. Mateus Leme/R. João Gava/R. São Salvador/R. Domingos Antônio Moro/R. Dr. Bemben

19. Parque Tingui - 10h38/19h08

20. Memorial Ucraniano - 10h42/19h12 - Av. Fredolin Wolf, s/n, São João, 3240-1103 (Memorial)/3338-2909 (Artesanato). Memorial: ter a dom das 9 às 18h/ Loja de Artesanato: ter a dom das 14:30h às 18h. Ônibus: Raposo Tavares. Vila Nori ( Travessa Nestor de Castro). Acesso: R. Barão do Serro Azul/Trav. Nestor de Castro/R. do Rosário/R. Duque de Caxias/R. Barão de Antonina/R. Mateus Leme/R. João Gava/Av. Fredolin Wolf

21. Portal Italiano - 10h47/19h17

22. Santa Felicidade - 10h56/19h26. Ônibus: Interbairros IV. Ligeirinho Bairro Alto - Santa Felicidade. Alimentador Veneza (Terminal Santa Felicidade). Acesso: R. Cândido Lopes/R. Carlos de Carvalho/R. Brigadeiro Franco/Av. Manoel Ribas.

23. Parque Barigui - 11h04/19h34 - BR 277, Rodovia do Café, Km 0, Santo Inácio 3335-1440 (qua à sex das 14 às 17h30, sab e dom das 10 às 18h), Pque de Exposições 3335-7592, Centro de Convenções 3335-4874. Ônibus: Convencional Bigorrilho ou Savóia (Praça Tiradentes). Descer no Parque. Acesso: R. Cândido Lopes/R. Carlos de Carvalho/R. Brigadeiro Franco/R. Pe. Agostinho/R. Jerônimo Durski/BR 277 ou R. Cândido Lopes/R. Brigadeiro Franco/R. Pe. Agostinho/Av. Cândido Hartmann

24. Torre Panorâmica/Brasil Telecom - 11h09/19h39 - R. Prof. Lycio Grein de Castro Vellozo, 191, Mercês, 3339-7613, ter a dom das 10h às 19h. Ônibus: Linha Direta Bairro Alto-Santa Felicidade (Travessa Nestor de Castro),descer na estação-tubo das Mercês, a duas quadras da Torre, Inter-bairros II descer na R.Jacarezinho ou com a linha convencional Alcides Munhoz/Jardim Botânico (ao lado Catedral) descer Faculdades Tuiuti. Acesso: R. Cândido Lopes/R. Carlos de Carvalho/R. Brigadeiro Franco/Av. Manoel Ribas/R. Marcelino Champagnat/R. Prof. Lycio de Castro Vellozo

25. Setor Histórico - 11h17/19h47

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Nanci Naomi
http://nancinaomi.000webhostapp.com/

Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha

Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est

25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes

9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul

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Outros museus, parques e bosques:

• Museu do Expedicionário, R. Ubaldino do Amaral, Praça do Expedicionário, 3264-3931/3362-8231, ter a dom das 9h às 17h

• Museu Egipcio, R. Nicarágua, 2641, Bacacheri, 3351-3024, seg a sex, das 8h30 às 12h e das 13 às 17h30, sáb das 14h30 às 17h. Ônibus: Expresso Santa Cândida-Capão Raso (Estação Central/R. Pres. Faria) até o Terminal do Cabral + Alimentador São João ou Tingüi. Descer na Av. Erasto Gaertner, próximo à Auto Peças Alvorada. Acesso: Trav. Tobias de Macedo/R. Riachuelo/R. Heitor Stockler de França/Av. Cândido de AbreR. Com. Fontana/Av. Munhoz da Rocha/Av. Erasto Gaertner/R. Carlos Cesarini/R. Nicarágua

• Memorial Japonês/Praça do Japão, Av. Sete de Setembro esquina com Francisco Rocha, Batel, 3264-5474, Casa da Cultura: ter a dom das 9 às 18h, Cerimônia do Chá: quintas-feiras das 9 às 16h. Ônibus: Expresso Santa Cândida-Capão Raso (Estação Central/R. Pres. Faria). Descer na Praça do Japão. Acesso: R. Cândido Lopes/R. Dr. Muricy/Av. Mal. Deodoro/R. Emiliano Perneta/R. Des. Motta/ Av. Sete de Setembro

• Parque do Passaúna, R. Eduardo Sprada, bairro Augusta. Ônibus: Expresso Campo Comprido (Praça Rui Barbosa) até o Terminal do Campo Comprido + Alimentador Vila Marqueto. Acesso: R. Cândido Lopes/R. Carlos de Carvalho/R. Brigadeiro Franco/R. Pe. Agostinho/Conectora 5/ R. Eduardo Sprada

• Parque Iguaçu/Zoológico, Av. Marechal Floriano Peixoto, s/n - Alto Boqueirão, 3378-1221/3378-1515, ter à sáb das 8h30 às 17, dom das 8h30 às 17h30. Ônibus: Expresso Boqueirão (Praça Carlos Gomes) até o Terminal do Boqueirão + Alimentador Zoológico. Acesso: R. Cândido Lopes/Al. Dr. Muricy/Av. Mal. Deodoro/R. Des. Westphalen/R. Prof. Plácido e Silva/Av. Mal Floriano Peixoto. Entrar à direita logo após o viaduto sobre a R.F.F.S.A.

• Parque da Barreirinha, Av. Anita Garibaldi, 6010, Barreirinha, 3585-5269/3585-5221, das 8 às 18h. Ônibus: Linha Direta Barreirinha-São José (Largo Bittencourt/Círculo Militar) até o Terminal da Barreirinha + Alimentador Cachoeira, Santa Terezinha ou Vila Leonice, que passam em frente ao Parque. Acesso: Trav. Tobias de Macedo/R. Riachuelo/R. Heitor Stockler de França/Av. Cândido de Abreu/R. Com. Fontana/Av. Munhoz da Rocha/R. Dr. Manoel Pedro/Av. Anita Garibaldi

• Bosque Capão da Imbuia/Museu de História Natural, R. Benedito Conceição, 407/R. Prof. Nivaldo Braga, 1225, Capão da Imbuia, 3366-3133, ter a dom, das 9 às 17:30h. Ônibus: Linha Direta Pinhais-Campo Comprido (Praça Tiradentes). Descer no Terminal do Capão da Imbuia e seguir pela R. Prof. Nivaldo Braga (cerca de quatro quadras até o Museu). Expresso Capão da Imbuia (Praça Rui Barbosa). Ligeirinho Leste-Oeste (sentido Leste). Interbairros II. Acesso: Trav. Tobias de Macedo/Trav. Alfredo Bufren/R. Amintas de Barros/R. Tibagi/Av. Pres. Affonso Camargo/R. Prof. Nivaldo Braga

• Bosque Gutierrez/Memorial Chico Mendes - R. Albino Raschendorfer, s/n, Vista Alegre, 3240-1161, das 8 às 18h. Ônibus: Convencional Jardim Mercês-Guanabara, Fredolin Wolf/Raposo Tavares (Trav. Nestor de Castro). Descer no último ponto da R. Jacarezinho, em frente à Escola Guido Straube, a duas quadras do Bosque. Interbairros II (Terminal Cabral ou Campina do Siqueira). Acesso: R. Cândido Lopes/R. Carlos de Carvalho/R. Brigadeiro Franco/Av. Manoel Ribas/R. Jacarezinho/R. Carlos Benetti/R. Albino Raschendorfer

• Bosque de Portugal, R. Ozório Duque Estrada, s/n, Jardim Social, das 8 as 18h. Ônibus: Convencional Hugo Lange (Praça Santos Andrade). Descer ao lado do Bosque, no Grupo Escoteiro. Acesso: Trav. Tobias de Macedo/Trav. Alfredo Bufren/R. Amintas de Barros/R. José de Alencar/R. Augusto Stresser/R. Fagundes Varela/R. Ozório Duque Estrada

• Bosque Reinhard Maack, R. Chanceler Oswaldo Aranha, s/n, Vila Hauer, 3275-6344, finais de semana e feriados, das 8 às 18h. Ônibus: Biarticulado Hauer ou Boqueirão (Praça Carlos Gomes) até o Terminal Hauer + Alimentador Hauer-Boqueirão, que passa ao lado do Bosque. Acesso: R. Cândido Lopes/Al. Dr. Muricy/Av. Mal. Deodoro/R. Des. Westphalen/R. Prof. Plácido e Silva/Av. Mal. Floriano Peixoto/R. Alcino Guanabara/R. Chanceler Oswaldo Aranha

• Bosque da Fazendinha, R. Carlos Klemtz, s/n, Fazendinha, das 8 às 18 horas. Ônibus: Convencional Fazendinha (Praça Rui Barbosa). Descer em frente ao Bosque. Acesso: R. Cândido Lopes/R. Carlos de Carvalho/R. Visconde de Nácar/R. 24 de Maio/Av. Visconde de Guarapuava/Via Rápida Centro-Portão/R. João Bettega/R. Carlos Klemtz

• Bosque Boa Vista, Av. Anita Garibaldi, Barreirinha, das 8 as 20h. Ônibus: Barreirinha (saída da Travessa Moreira Garcez). Ligeirinho Barreirinha/São José Alimentadores Cachoeira. Vila Leonice e Santa Terezinha (no Terminal da Barreirinha)

  • Casa Andrade Muricy, Al. Dr. Muricy, 915, Centro, 3321-4798 / 3321-4786, ter-sex das 10-19h e sáb, dom e fer das 10-16h, [email protected], www.cam.cultura.pr.gov.br Exposições de arte contemporânea. Por uma passagem interna, é possível chegar ao pátio da Secretaria de Cultura. Fechado para reforma
  • Casa Romário Martins, R. Largo Cel. Enéas, 48, São Francisco, 3321-3255, ter-sex das 9-12h, sáb, dom e fer das 9-15h. Entrada gratita. Exposições
  • Museu de Arte Sacra de Curitiba – MASAC, R. Dr. Claudino dos Santos, 49, Largo da Ordem, 3321-3226, seg-sex das 9-12h e 13-18h, sáb e dom das 9-14h
  • Solar do Barão, R. Pres. Carlos Cavalcanti, 533, São Francisco, 3321-3367 / 3321-3369, ter-sex das 9-12h e 13-18h e sáb, dom e fer das 12-18h, [email protected], http://www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br/espacos-culturais/solar-do-barao/ Entrada gratita. Museu da Gravura, da Fotografia, do Cartaz e a Gibiteca
  • Paço da Liberdade, Praça Generoso Marques, 189, Centro, ter-sex das 9h30-20h45, sáb das 9h30-17h30, dom das 9h30-17h, [email protected], https://www.sescpr.com.br/unidades/sesc-paco-da-liberdade/ Entrada gratuita. Além das exposições, visita vale pelo interior do prédio; Café do Paço

 

  • Shopping Curitiba, R. Brigadeiro Franco, 2300, Centro, 3026-1000, 180 lojas, seg-sáb das 10-22h e dom das 14-20h
  • Shopping Crystal, R. Comendador Araújo, 731, Batel, 3883-3000, 160 lojas, seg-sáb das 10-22h e dom das 11-22h
  • Shopping Hauer, R. Benjamin Lins, 840 (esquina com R. Cel. Dulcídio), Batel, 3076-0706, 30 lojas, seg-sáb das 10-19h. Também tem uma série de barzinhos bem movimentados
  • Shopping Novo Batel, R. Cel. Dulcídio, 517, Batel, 3222-4484, 45 lojas, seg-sex das 10-22h e sáb e dom das 14-20h
  • Shopping Center Pátio Batel, Av. do Batel, 1868, Batel, 3069-8301
  • Shopping Estação, Av. Sete de Setembro, 2775, Rebouças, 2101-9000, 150 lojas, seg-sáb das 10-22h e dom das 14-20h

 

  • Feirinha do Largo da Ordem, Setor Histórico, São Francisco, dom das 9-14h. Enorme quantidade e variedade de barracas de artesanato e algumas de comida
  • Feira Gastronômica do Batel, R. Carneiro Lobo (entre Av. Visc. de Guarapuava e R. Gonçalves Dias), Batel, sáb das 12-21h
  • Feiras noturnas, de ter-sex, das 17-22h (algumas começam e terminam um pouco mais cedo), nos bairros de Curitiba com comidas típicas regionais e internacionais:
    • Feira do Batel, R. Alexandre Gutierrez - entre a Av. Iguaçú e Av. Silva Jardim, terça-feira das 17-22h
    • Feira do Juvevê, Av. Anita Garibaldi - entre a R. Campos Sales e Av. João Gualberto, terça-feira das 17-22h
    • Feira de Santa Felicidade, Praça de São Marcos - em frente ao Term. de Santa Felicidade, terça-feira das 17-22h
    • Feira Novo Mundo, R. Rosalino Mazziotti, s/n - entre a R. Eduardo Carlos Pereira e a R. Dr. José Palú, terça-feira das 16-20h
    • Feira do Hugo Lange, R. Des. Rodrigo Otávio - entre R. Augusto Stresser e R. Dep. Carneiro de Campos, quarta-feira das 17-22h
    • Feira do Bacacheri, R. Helena de Oliveira Cunha - entre R. Canadá e R. Desembargador Arthur Leme, quarta-feira das 17-22h
    • Feira do Alto da Glória, R. Ivo Leão - entre R. Dr. Zamenhof e R. Nicolau Maeder, quarta-feira das 17-22h
    • Feira da Vila Izabel, R. Prof. Dario Veloso - entre R. Bororós e R. Paritins, quarta-feira das 17-22h
    • Feira do Xaxim, R. Cascavel- entre a R. Luiz dos Santos e R. Clara Todesko, quarta-feira das 17-22h
    • Feira do Água Verde, R. Prof. Brasílio Ovídio da Costa - entre Av. Rep. Argentina e R, Guararapes, quinta-feira das 17-22h
    • Feira do São Francisco, Praça Garibaldi - esquina com R. Dr. Muricy (Relógio das Flores), quinta-feira das 17-22h
    • Feira Portão, R. Prof. Euro Brandão, s/n - Praça Des. Armando Carneiro, ao lado do Terminal Portão, Portão, quinta-feira das 16-21h
    • Feira do Champagnat, Praça da Ucrânia, Bigorrilho - entre R. Pe. Agostinho e R. Pe. Anchieta, sexta-feira das 17-22h

 

  • Coral Palácio Avenida, na sede do HSBC, na R. XV de Novembro, das 20h15 às 21h nas sex, sáb e dom (em 2018, foram 3 finais de semana do final de novembro a meados de dezembro com o tema “Tempo de Sonhar”). Evento gratuito. Produção de teatro e música, com canções populares brasileiras e temas natalinos do coral de crianças de escolas municipais e de instituições de acolhimento apoiadas pelo Bradesco
  • Pavilhão Étnico - Natal Ucraniano, Memorial de Curitiba, R. Claudino dos Santos, Largo da Ordem, São Francisco, 3321-3263 / 3313 (em 2018, foi uma apresentação dia 02/12 às 11h). Evento gratuito
  • Feira Especial de Natal da Praça Osório, (em 2018, de 23/11-23/12, seg-sáb das 10-22h e dom das 14-19h). Evento gratuito. Artesanato, enfeites, doces artesanais, comidas variadas. Obs.: a feira especial é temática e tem quatro edições por ano: Páscoa, Inverno, Primavera/Criança e Natal
  • Feira Especial de Natal da Praça Santos Andrade, (em 2018, de 23/11-23/12, seg-sáb das 10-22h e dom das 14-19h). Evento gratuito. Enfeites, doces artesanais, comidas variadas; roda-gigante

 

 

  • Há várias marcas de cervejas artesanais, algumas abertas à visitação. Existe também um passeio especial de trem até Morretes com almoço e degustação de cervejas

Dicas e comentários sobre passeios:

  • No Paraná Turismo, tem materiais de outras cidades. Da outra vez peguei muitos mapas e guias, mas da última vez tinha menos material disponível
  • outro ponto de referência é o SESC, que oferece passeios todos os domingos, para cidades vizinhas. No site tem a programação/roteiros. Os passeios precisam ser adquiridos com antecedência, devido ao seguro
  • entre no site http://www.viaje.curitiba.pr.gov.br/ Tem muitas informações
  • em Curitiba, há vários Centros de Informações Turísticas (CIT) espalhadas em pontos estratégicos, com mapas, folders e funcionários atenciosos. Nas outras cidades, o CIT ou não funciona aos finais de semana ou tem poucas informações
  • em julho a cidade fica muito bonita, por causa das cerejeiras floridas. A Rua das Flores e a entrada do Jardim Botânico estavam lindas!
  • se pretende passear e almoçar em Santa Felicidade e seu meio de transporte é a jardineira da Linha Turismo, vá na parte da manhã, passeie, almoce cedo e pegue a jardineira logo em seguida, pois à tarde ela lota. Cheguei às 14h30, dei umas voltas e voltei ao ponto de ônibus, que estava muito cheio. O ônibus chegou atrasado e já estava bem cheio, então ele saiu lotadíssimo, eram umas 16h.
  • ainda no Largo da Ordem há o famoso Bar do Alemão
  • a R. da Cidadania, na Praça Osório, é um bom lugar para comprar artesanato, suvenires, camisetas da cidade
  • a maioria dos museus fica fechada às segundas, com exceção do Museu Egípcio, que não abre aos domingos

 

  • A Rua XV de Novembro é bem central, no sábado, antes do Natal, dia 22 de dezembro estava bem movimentado. O calçadão abriga lojas, galerias e restaurantes. Na área tem restaurantes bem econômicos com bufê por kg e livre abertos geralmente apenas para almoço de segunda a sábado. Além das compras, tem prédios históricos como o Palácio Avenida, da sede do HSBC que sedia o coral de Natal. Ainda no Natal, recebe eventos como a Parada do Papai Noel Curitibano. Em julho, as cerejeiras floridas fazem você descobrir por que é chamada de Rua das Flores. Só acho melhor visitar em horário comercial quando as ruas estarão movimentadas, pois é uma área bem central e talvez fique esquisito se estiver deserto
  • A Rua 24h foi reformada e reaberta. Tem saídas para as ruas Visc. de Nácar e Visc. do Rio Branco. Também tem saída para o Center Everest, o centro comercial ao lado, mas este funciona apenas no horário comercial. Tem algumas lojas, barzinhos, lanchonetes, sorveterias e restaurantes. As lojas estavam todas fechadas no sábado por volta das 19h. Porém os barzinhos estavam animados, com música ao vivo. No domingo à tarde, as lojas continuavam fechadas e os restaurantes, lanchonetes e sorveterias, abertos
  • O Mercado Municipal é grande, mas organizado, com 2 pisos divididos em setores, sinalizado com mapas indicando os locais. Tem estrutura com estacionamento, sanitários e tem seguranças circulando. Tem 2 belos painéis, um é do Poty Lazarotto. Além de hortifrúti, açougues, peixarias e embutidos, também tem uma variedade de lojas e restaurantes. Tem uma seção de orgânicos, produtos de diversas nacionalidades e boxes especializados, como um que comercializa uma variedade enorme de pimentas. São muitos boxes com quantidade e qualidade. Na manhã de sábado, antes do Natal, dia 22 de dezembro, estava bem movimentado, com direito a Papai Noel e eventos de Natal. Uma aula show de culinária movimentava o local. Frequentado por moradores e turistas. Dá para passear, comprar e almoçar lá. A área do entorno parece ok em horário comercial, pois há várias lojas e é bem movimentada

 

  • O Instituto Municipal de Turismo abriga o CAT Palacete Wolf que é um Centro de Atendimento ao Turista, onde dá para pegar mapas e informações. Tinha venda de suvenires também. O prédio fica no meio do Largo da Ordem, então tem vários atrativos nas imediações e no domingo a visita fica ainda mais interessante, pois pode ser casada com a feira de artesanato
  • O Memorial de Curitiba está instalado em um prédio bonito, moderno e diferente. Tem um pequeno filete de água correndo pelo meio do piso. Abriga algumas exposições. Tem uma sacada que serve de mirante, mas não é tão alto e outros prédios da região bloqueiam a visão, mas mesmo assim vale subir. Passamos lá por causa do Pavilhão Étnico - Natal Ucraniano, com apresentações típicas de música e dança que foi bem bacana. Então vale conferir a programação e mesmo que não tenha um evento interessante agendado, o prédio fica no meio do Largo da Ordem que rende uma visita interessante
  • A Casa Romário Martins é um prédio histórico de arquitetura colonial portuguesa que fica na esquina, pequeno, com um piso apenas, mas é bonitinho e rende uma visita rápida, pois o espaço para exposição é pequeno. O prédio fica no meio do Largo da Ordem que vale pelo conjunto
  • O Solar do Barão abriga o Museu da Gravura, da Fotografia, do Cartaz e a Gibiteca em um prédio histórico muito bonito tanto externa quanto internamente e conservado. Parte do prédio teve seu interior modificado, mas algumas paredes tem parte da estrutura original exposta. Tem exposições como a de gravuras e fotografias. A visita pode ser rápida ou demorada conforme o nível de detalhamento do visitante. Só acho melhor visitar em horário comercial quando as ruas estarão movimentadas, pois é uma área bem central e talvez fique esquisito se estiver deserto. Tem trechos com calçada larga e flores, mas há pichações e não é uma área agradável
  • O prédio do Paço da Liberdade é muito bonito tanto externa quanto internamente. Vale visitar as exposições e apreciar, além da arte, a arquitetura interior do prédio e seus móveis antigos. A entrada já conta com detalhes nas paredes, colunas, portas e janelas todas trabalhadas. Tem uma sala com o teto pintado que é linda. Para completar o passeio, aproveite para tomar um café no charmoso Café do Paço que é um café-escola do SENAC. Na época do Natal, programe-se para ver o “Natal do Paço” com projeção mapeada de temas natalinos na fachada do belíssimo prédio histórico. Só acho melhor visitar em horário comercial quando as ruas estarão movimentadas, pois é uma área bem central e talvez fique esquisito se estiver deserto

 

  • O Shopping Curitiba é um shopping normal com lojas diversas. A novidade estava no “Incrível Piano Mágico do Shopping Curitiba” que tinha fila grande para participar. A Loja Daiso, aberta há pouco tempo, estava lotada. Disseram que a Livraria Curitiba reduziu um pouco o seu tamanho, antes era maior. A Livraria Cultura é bem bacana, é grande, tem 3 pisos e lembra a da Avenida Paulista, talvez por ter uma grande escultura que parece de madeira
  • O Shopping Crystal tem 3 pisos, são 2 pisos de lojas e uma praça de alimentação. Abriga um restaurante meio famoso, o Coco Bambu que estava com uma promoção: os pratos tinham um desconto razoável no almoço do meio da semana. O último piso é pequeno, com poucas lojas e um salão de beleza. Existe mais um piso pequeno embaixo com um mercadinho
  • O Shopping Hauer é famoso pelos seus barzinhos diversificados. Em um domingo à tarde, por volta das 18h30, os barzinhos estavam lotados e bem animados
  • O Shopping Pátio Batel é pra lá de chique. Logo na entrada, tem as lojas de grife mais famosas e caras. Nos pisos superiores tem lojas mais comuns que são encontradas em outros shoppings. Tem 4 pisos, o último tem Praça de Alimentação e Cinema. O Bairro Batel tem ruas são bonitas e bem cuidadas. Tem alguns hotéis, restaurantes e shoppings. Em um domingo à tarde, tinha pouco movimento de pedestres na rua, não estava esquisito, mas estava meio vazio
  • O Shopping Estação tem 2 pisos de lojas, cinema e uma Praça de Alimentação enorme com bastante variedade (acho que foi ampliado). Ainda tem o Centro de Convenções e um teatro, mas acho que o acesso é externo ao shopping. Tem um trenzinho passeando pelos corredores do shopping. Tem o Museu Ferroviário com uma pequena locomotiva e uma das entradas do shopping parece a entrada da estação ferroviária reformada. Tem o Teatro de Bonecos Br. Botica, mas estava fechado na época do Natal

 

  • Nas manhãs de domingo, tem a Feirinha do Largo da Ordem que é enorme e vale muito a pena. Estende-se aproximadamente da Mesquita e Sociedade Muçulmana (R. Kellers, 383) à R. Barão do Serro Azul, pegando algumas ruas transversais que também alojam barracas. Na via principal, acho que eram 2 corredores com barracas de ambos os lados, ou seja, 4 fileiras de barracas. O entorno é bem bacana e rende um belo passeio na parte da manhã que pode ser encerrado com almoço em um restaurante bem turístico, o Bar do Alemão. Também tem outras opções de restaurante, alguns bem em conta, além das barracas de comida na própria feira como pastéis e doces. Tinha artigos de Natal e artesanato em geral, feitos à mão, no maior capricho. Uma variedade de itens e materiais. São artigos de cozinha, louças, peças de vestuário, acessórios, bolsas, carteiras, bijuterias, artigos de decoração, velas, arranjos de flores, brinquedos, jogos, fantoches, quebra-cabeças, bonecas, etc. Feitos com tecidos, madeiras, fibras, material ecológico e reaproveitado como as bolsas feitas com tecidos de guarda-chuva. Segundo um dos feirantes, existe uma fiscalização que vai à casa dos feirantes verificar se eles estão produzindo os artigos que são vendidos na feira para garantir a autenticidade do artesanato
  • Feira do Champagnat, na Praça da Ucrânia. A feira é pequena. Tem uma barraca de hortifrúti selecionado, uma barraca de frios e embutidos, uma barraca de biscoitos, batata frita, amendoim e diversos. O resto são trailers de comida. Tem o pierogi do Tadeu, salteñas bolivianas, pasteis argentinos, bolinhos de aipim (recheados de bacalhau, carne de sol, etc.), bolo de milho e pamonha, acarajé, pão de queijo e comida mineira, bolinho de bacalhau e doces portugueses, hot dog, hambúrguer, cerveja artesanal. Além disso, tem comida peruana, mexicana, japonesa e como não poderia faltar em feira - pasteis. O difícil é escolher. Experimentamos pierogi, bolinho de aipim, pastel argentino, pamonha e pastel de Belém, tudo muito bom. O local é bem agradável. A praça tem um pequeno playground para as crianças e é cercado de prédios residenciais. Há seguranças particulares circulando pela feira que é bem movimentada. Há 2 banheiros químicos na praça
  • Teve algumas edições das Feiras Gastronômicas, onde restaurantes locais montam barracas com pratos a preços mais em conta, mas as feiras não têm data fixa, precisa acompanhar a programação de eventos da cidade: - Alto Juvevê Gastronomia, na Praça Brigadeiro Mário Eppinghauss, entre as ruas José de Alencar, Machado de Assis e Almirante Tamandaré; - Empório Soho, na Praça da Espanha

 

 

  • Escolher o melhor período de estada em Curitiba, para pegar a programação de Natal, depende de uma pesquisa na programação divulgada no site da cidade para determinar a melhor combinação, normalmente em meados de dezembro, englobando dias de meio da semana com final de semana que cubra os eventos que quer assistir. São concertos, orquestras, recitais, cantatas, corais, musicais, autos, teatros, festas folclóricas, presépios, paradas, feiras em diversos pontos da cidade. Os shoppings também têm decoração e eventos especiais. Os parques sediam festas específicas como, por exemplo, a Festa de São Nicolau no Parque Tingui e Jaselka - Natal das Etnias no Bosque do Papa. Vários eventos são gratuitos
  • Além dos eventos mais famosos (e lotados), há outros interessantes com a vantagem de serem mais tranquilos. Por exemplo, o Pavilhão Étnico - Natal Ucraniano teve belas apresentações típicas que assisti confortavelmente sentada na terceira fileira de cadeiras, ou seja, bem perto do palco, mesmo chegando apenas 10 min antes de começar o evento, pois não lotou - foi um respiro depois do aglomerado de gente do Coral Palácio Avenida. E o evento aconteceu no Largo da Ordem em uma manhã de domingo, perfeitamente casado com um passeio na Feirinha do Largo da Ordem
  • A programação pode mudar de um ano para outro, mas selecionei mais alguns eventos de 2018 que achei interessante:
    • Natal do Paço, no SESC Paço da Liberdade, na Praça Generoso Marques, em 2018, foram 3 apresentações no meio da semana, dias 11, 12 e 13/12, às 21h. Espetáculo de projeção mapeada com temas natalinos na fachada do belíssimo prédio histórico
    • Auto de Natal, em 2018 foram várias apresentações espalhadas pela cidade: no Largo da Ordem e nas Ruas da Cidadania (sedes das Administrações Regionais da Prefeitura)
    • Oratório de Natal Parque Tanguá, em 2018, foram 3 apresentações no final de semana antes do Natal, dias 21, 22 e 23/12 às 20h15. Auto de Natal com atores, cantores e bailarinos, da escadaria de entrada, passando pelo espelho d'água principal até o Belvedere com dois palcos
    • Lanternenfest - Festa das Lanternas, Memorial de Curitiba, Largo da Ordem, em 2018, dia 01/12 às 19h. Procissão pelas ruas levando as lanternas feitas pelas crianças
    • Parada do Papai Noel Curitibano, R. XV de Novembro - da R. Presidente Faria até a Praça Osório, em 2018, foi de 27/11-20/12, ter e qui às 18h e sáb às 12h. Desfile do Papai Noel com uma banda acompanhando o cortejo
    • Parada de Natal do Batel, na Avenida do Batel, em 2018, foram 4 terças do final de novembro a meados de dezembro, às 21h. Parada com carros alegóricos e personagens
    • Linha Natal 2018, embarque e desembarque na Praça Tiradentes, em frente à Catedral Basílica de Curitiba, no mesmo ponto da Linha Turismo, em 2018, foi de 15-23/12 com saídas a cada 10min a partir das 20h até às 22h10. Linha de ônibus especial que, em 1h10min, passa por 11 pontos enfeitados e iluminados para o Natal: 1) Praça Tiradentes; 2) Praça Santos Andrade; 3) Paço Municipal; 4) Prefeitura Municipal; 5) Bosque Alemão; 6) Parque Tanguá; 7) Shopping Mueller; 8) Centro Histórico; 9) Palácio Avenida; 10) Rua 24 Horas; 11) Shopping Curitiba. Sem embarques e desembarques ao longo do trajeto. Passagem de 15,00
  • Para assistir ao Coral Palácio Avenida, acho que tem que chegar com mais de 1h de antecedência para pegar um lugar bom, mas vai ficar espremido do mesmo jeito, pois não para de chegar gente e se enfiar em todos os vãos existentes. Lota muito. Para quem não quer se espremer e se dispõe a desembolsar uma grana razoável, parece que existem estabelecimentos nos prédios em frente que vendem camarotes, mas é preciso comprar com antecedência, pois as vagas esgotam. Demos sorte de pegar um dia fresco e estava ventando um pouco, mas mesmo assim, estava muito quente, pois fica um aglomerado de gente. Cansa ficar de pé, mas deve cansar mais ainda segurar as crianças no colo. Um cara colocou a filha, que não era tão pequena, nos ombros, mas o pessoal de trás chiou, pois tampava a visão. Fica a dica: leve água; leve banqueta para a criança ficar de pé em cima e conseguir assistir (por causa da altura), você não cansa e não atrapalha os outros. O que me incomodou foi a quantidade de braços esticados com celulares na minha frente atrapalhando a visão. Ok, tire uma ou outra foto para registrar o momento, pode gravar um trecho pequeno também, mas para que gravar o show inteiro? Curta o momento, curta o show ao vivo. Apesar disso tudo, é emocionante e vale o perrengue pelo menos uma vez na vida. Começou pontual, atrasou apenas uns 5 min, passaram uma série de avisos antes e o show acabou um pouco depois das 21h. Não tinha pesquisado antes e eu achei que as crianças iam chegar às janelas, cantar e pronto. Disseram que antigamente era assim. Hoje é um espetáculo, uma produção, um show com efeitos especiais, projeção de imagens e luzes coloridas na fachada do prédio, fogos de artifício, canhão de papel picado, etc. O palco, à frente do prédio, tem 2 andares e plataforma elevatória, onde o cantor e algumas crianças conduziam o show, acompanhados das crianças das janelas que seguravam objetos iluminados e coloridos, todos coordenando cantoria e coreografia. Disseram que essas crianças ficam presas com equipamentos de segurança para não ter o risco de cair das janelas. Cantaram músicas selecionadas que lembraram minha infância, Superfantástico do Balão Mágico, Lua de Cristal da Xuxa, Aquarela do Toquinho, etc. De tempos em tempos, o canhão lançava papel picado branco que pareciam coloridos e brilhantes por causa das luzes, as crianças adoravam tentar pegá-los. Soltaram balões coloridos e fogos de artifício no meio do show. Ao final, mais fogos de artifício, encerrando com a iluminação do prédio, das luzes no contorno do prédio que ficou muito bonito
  • A Feira Especial de Natal da Praça Osório tem várias barracas com uma boa variedade de artigos de Natal e artesanato em geral, além de lanches, principalmente mais para o lado do calçadão da Rua XV de Novembro, perto da fonte. Perfeito para uma parada antes e/ou depois do Coral Palácio Avenida para comprar lembranças, presentes e enfeites de Natal e/ou lanchar. A maior parte das barracas vende artigos bem artesanais, feitos à mão. Tem seguranças circulando na área da feira
  • Achei fraquinha a Feira Especial de Natal da Praça Santos Andrade. A praça tem prédios históricos bonitos nas imediações, mas a feira tem poucas barracas de artesanato e algumas barracas de comida. Estava pouco movimentada no sábado à tarde. Tinha a Vila de Natal da Electrolux e a roda gigante era o principal atrativo, com fila. Só acho melhor visitar em horário comercial quando as ruas estarão movimentadas, pois é uma área bem central e talvez fique esquisito se estiver deserto

 

Dicas do passeio de trem Curitiba-Morretes da Serra Verde Express

  • O Passeio de trem Curitiba-Morretes da Serra Verde Express é controverso, há quem tenha amado e quem tenha odiado. Depende parte da sorte (tráfego da ferrovia, fatores climáticos como neblina), parte do planejamento (comprar com antecedência, evitar feriados) e parte das expectativas (aquelas fotos de vagões luxuosos só nas classes bem mais caras)
  • O trem tem 7 categorias: Classe Econômica, Classe Turística, Camarote ou Imperial, Litorina Standard I, Litorina Standard II, Litorina de Luxo I, Litorina de Luxo II. O que muda é o tipo de acomodação, o serviço de bordo e obviamente o preço, cuja diferença é grande. Em todas as categorias, exceto a Econômica, há 2 tipos de tarifas, para adulto e para criança
  • As tarifas são altas. Disseram que a concessão de uso da ferrovia pela Serra Verde Express é muito cara, pois não compensa tirar trens de carga para deixar a linha de turismo operar. Com limitações, o trem diminuiu o número de saídas que continuam diárias apenas na alta temporada. As saídas variam durante o ano, é bom consultar o site previamente, mas costuma ter saídas diárias de dez-fev; saídas de qui-dom em out e nov; saídas de sex-dom de mar-jun e ago-set; em julho tem saídas de qui-dom nas 2 primeiras semanas e saídas diárias no restante do mês; tem saídas especiais em feriados
  • A tarifa mais barata é na Classe Econômica. Sem serviço de bordo, o lanche não faz falta nenhuma, mas acho que o guia faz diferença. Por isso, optei pela Classe Turística que conta com serviço de bordo (1 água ou 1 refrigerante + kit lanche + guia). O lanche é fraquíssimo, vem barra de cereais e pacotes de bolacha (aquele pacote minúsculo que só vem 2 unidades que me lembra de laboratório onde se faz exame de sangue em jejum). Porém, o interessante é o guia, não tanto por contar histórias e passar informações, mas por apontar os pontos turísticos, ora à direita, ora à esquerda, conforme o trem anda. Para uma primeira vez, para quem não conhece, acho que o guia é bom, pois tem que ser rápido para avistar alguns atrativos, que logo ficam para trás, ocultos pelas curvas e túneis que se sucedem. Antes tinha diferença de preço entre os dois sentidos (Curitiba-Morretes e Morretes-Curitiba), mas agora os preços são iguais
  • É bom comprar as passagens com antecedência, principalmente nos feriados. Li algumas reclamações sobre a compra no site da Serra Verde Express. É possível comprar de agências de turismo de Curitiba e de Morretes sem custo adicional. Comprei através de uma agência de Morretes sem problemas
  • Convém evitar feriados, quando os trens ficarão lotados e a cidade de Morretes também. Com os restaurantes cheios, a qualidade do serviço e da comida tende a cair
  • No dia do embarque, é bom chegar com antecedência à Rodoferroviária, pois o local é grande e o embarque no trem é no terceiro prédio. Além do deslocamento até lá, ainda é necessário ir ao guichê da Serra Verde Express com o voucher para retirar as passagens
  • Com o uso compartilhado da linha pelo trem de turismo e pelos trens de carga, a duração prevista da viagem, que é de 4h15min, pode atrasar um pouco ou muito conforme o tráfego da linha, mas é questão de sorte, imprevisível. Eventualmente, pode ser bem desagradável um grande atraso somado a fatores climáticos, por exemplo, em um dia muito quente (os vagões não tem AC, exceto os da Litorina) ou em um dia com neblina que é comum na serra e tira toda a graça do passeio, pois não dá para ver nada e o passeio vira apenas um traslado muito lento e muito caro de trem. Como a previsão de tempo é só uma previsão, é questão de sorte também, ainda mais se a passagem for comprada com bastante antecedência, quando a previsão tem uma probabilidade maior de erro. Em períodos de menor movimento, dá para comprar a passagem mais perto da data do embarque. Eventualmente, o passeio pode ser cancelado por motivo de força maior, por exemplo, durante minha estada em Morretes, teve um dia que o trem retornou a Curitiba do meio do caminho devido a um acidente na ferrovia
  • A guia me disse que costuma ter mais neblina no verão, por causa da umidade maior. No inverno, com o tempo mais seco, a visibilidade geralmente é melhor
  • As paisagens mais bonitas ficam do lado esquerdo (na ida; consequentemente do lado direito na volta), mas não é possível escolher os lugares que são atribuídos automaticamente pelo sistema. Entretanto, a própria guia incentiva os usuários a compartilharem as janelas para as fotos
  • Depois de passar por trechos urbanos e rurais, o trem atravessa um belo trecho de serra com várias vistas panorâmicas ao longo do percurso. Durante a viagem, tem venda de bebidas e de suvenires. Chega a Morretes, uma pequena cidade charmosa e bem turística, onde o turista pode passear no centro histórico, fazer compras na feirinha e almoçar o típico barreado em um dos restaurantes com vista para o rio que corta a cidade
  • Existem pacotes, por exemplo, o Pôr do Sol, que nada mais é do que ir pela Estrada da Graciosa e voltar de trem no horário convencional, mas disseram que pelo horário, o pôr do sol ocorre na área urbana e não na Serra do Mar; não fiz o passeio e não posso confirmar. Ocasionalmente é disponibilizado um pacote com degustação de cervejas. O pacote Morretes/Antonina até pode ser interessante para quem tem pouco tempo e quer fazer um city tur relâmpago por Morretes e Antonina, mas sinceramente acho que não compensa, melhor curtir somente Morretes com mais calma e deixar para curtir Antonina em outro dia. Alguns pacotes incluem almoço e traslado de volta, é mais prático dessa forma, mas nada impede que o almoço e os traslados sejam contratados de forma independente; tem muitas opções de almoço e para quem não quer o tradicional barreado com frutos do mar, tem opções mais simples e econômicas
  • A própria Serra Verde Express vende pacotes que juntam ao passeio de trem, um city tur em Morretes e Antonina, mas acho que fica corrido. Agora, alguns gostam mesmo de atropelar os passeios, há quem faça o passeio de trem até Morretes, pegue um táxi até Pontal do Sul, pegue uma embarcação para colocar os pés na Ilha do Mel e já ter que voltar. Definitivamente, acho loucura, não dá para curtir nem um local, nem outro
  • É possível, mediante solicitação antecipada, a parada na Estação Marumbi para embarque/desembarque, mas não é comum, pois o turista a passeio segue por todo o percurso de Curitiba a Morretes ou vice-versa e praticamente ninguém usa o trem como meio de transporte ao Parque Estadual Pico do Marumbi, pois é muito caro
  • Para voltar é mais interessante seguir de ônibus pela Estrada da Graciosa, pois é bem mais barato, bem mais rápido e oferece paisagens diferentes e também muito bonitas. Atentar para os horários dessa linha que são escassos, acho que só tem aos finais de semana, 2 horários pela manhã (sentido Curitiba-Morretes) e 2 horários à tarde (sentido Morretes-Curitiba). Tem mais opções pela Rodovia BR-277, mas não é tão cênica. Pode ser feito o inverso também, ir de ônibus e voltar de trem

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Nanci Naomi
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Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha

Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est

25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes

9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul

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Em São José dos Pinhais:

o roteiro nao é imperdível, faça se tiver 1 dia de sobra na tua viagem. O city tour é bem fraquinho, mas gostei mto do Caminho do Vinho, mto organizado, barato. É um roteiro light, nao tem visuais deslumbrantes, mas é honesto e o café colonial à tarde, valeu como uma janta.

• Portal de São José dos Pinhais: Av. das Torres

• Igreja Matriz De São José: Praça 8 de Janeiro, Centro, 3282-0243

• Museu do Boneco Animado: Av Rui Barbosa, 2679, Centro, 3381-5914, seg à sex das 8h30 às 11h30 e das 13 às 17h, sáb das 9 às 13h

• Museu Municipal Atílio Rocco: R XV de Novembro, 1660, Centro, 3381-5913/5900, seg a sex das 9 às 12h e das 13 às 17h

• Prefeitura Municipal: Rua Passos de Oliveira, 1101, Centro, 3381-6800

• Parque Municipal da Fonte, 3381-5812/5813, 8h às 18h

• Casa do Papai Noel: Rua Almirante Alexandrino, 1410, esquina com a Tavares de Lyra, ao lado do Parque da Fonte, Bairro Afonso Pena, seg a sex das 16h às 22h, sáb e dom das 15h as 23h (não sei se funciona apenas na época de Natal). Ônibus: Terminal Guadalupe/Jardim Independência

Caminho do Vinho: o ponto de ônibus fica em frente à Câmara Municipal, Centro, partidas aos sáb, saída às 13h30 e retorno às 18h30, 3381-5812/3381-5800/9193-2708. É uma linha de ônibus com guia que leva à zona rural da cidade. São 4 roteiros diferentes, passando por propriedades rurais, cantinas, vinícolas e cafés coloniais. É muito bom, vale a pena

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Em Colombo:

Nao é 1 roteiro imperdível, city tour é fraquinho, a gruta vale a pena se vc nunca viu uma, é organizada, tem guia.

• Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário: R. Francisco Busato, 8114, Centro, 3656-3734, das 8h30 às 19h

• Parque Municipal Gruta de Bacaetava: R. Antônio Gasparin, s/n, (Rodovia da Uva) a 10 Km do centro, 3656-5669, qua a dom das 8h30 às 16h30. Há poucos horários de ônibus para a Gruta, durante a semana. No domingo há uma linha, também com poucos horários, que vai até perto da gruta, sendo necessário fazer o restante do trajeto a pé, cerca de 1Km

• Circuito de Turismo Italiano: atualmente desativado. Era uma linha de ônibus que levava aos principais atrativos desta rota, incluindo restaurantes, cantinas, vinícolas e a Gruta de Bacaetava

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Em Araucária:

outro roteiro que é fraquinho, mas gostei do Caminhos de Guajuvira, q fiz c/ o SESC q cuida d tudo, transporte, almoço incluso, seguro, etc. É 1 passeio light, mas achei honesto, boa relaçao custo-beneficio pelos itens q incluia.

Não sei por que tem tantos pesque-pague nessa cidade...

• Portal Polonês, Av. das Araucárias

• Casa Betânia, R. Padre Boleslau Bayer, 2250, São Miguel, visitação: agendar 3643-1240/3077

• Igreja de São Miguel, R. Boleslau Bayer, 3643-1240, visitação: nos horários de missa ou agendar com as irmãs da Casa Betânia

• Memorial da Imigração Polonesa/ Capelinha de São Miguel, Av. Centenário, 1105, 3643-7233, ter à sex das 8 às 17h30, sáb, dom e feriados das 10 às 17h

• Igreja Matriz de N. Sra dos Remédios, Praça Doutor Vicente Machado, Centro, 3642-1291, das 8 às 12h e das 13 às 16h

• Parque Cachoeira, Rua Ceará, 65, Jardim Iguaçu, 3901-5037. Abriga o Museu Tingüi-Cuera (seg das 13h30 às 17h30, ter à sex das 8 às 12h e das 13h30 às 17h30, sáb, dom e feriados das 10 às 17h), o Arquivo Histórico Municipal Archelau de Almeida Torres (seg das 13h30 às 17h30, ter à sex das 8 às 12h e das 13h30 às 17h30), a Aldeia da Solidariedade (seg à sex das 8 às 12h e das 13h30 às 17h30, aos sáb, dom e feriados é permitida a visitação externa às casas das 10 às 17h), a Casa do Artesanato (seg à sex das 8 às 12h e das 13h30 às 17h30, aos sáb, dom e feriados das 10 às 17h), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente

• Caminhos de Guajuvira, o ônibus sai do Centro de Informações, aos sáb às 13h30, agendamento/informações 3901-5214. Roteiro com cerca de 42 km, passando por propriedades rurais. Não sei se essa linha ainda funciona, com partida de Araucária. Fiz o passeio saindo do SESC de Curitiba, no domingo

****************************************
Nanci Naomi
http://nancinaomi.000webhostapp.com/

Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha

Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est

25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes

9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul

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Em Campo Largo:

roteiro fraquinho, só vale a pena, se nao tiver nada programado

Cidade conhecida como capital da louça.

• Parque Histórico do Mate, Distrito de Rondinha, 3555-1939, ter a dom das 9h30 às 17h30

• Igreja Matriz de N. Sra da Piedade, Praça Atílio de Almeida Barbosa, 3292-1765, seg a sex das 9 às 1h e das 13 às 17h, sáb das 9 às 11h

• Museu Histórico de Campo Largo, Praça Getúlio Vargas, 3032-1331, ter a dom das 9 às 17h

• Casa da Cultura Dr. José Antônio Puppi, R. do Centenário, 2011, 3291-5000, seg a sex das 9 às 11h30 e das 13 às 17h

• Painel de Poty Lazarotto, Av. Padre Natal Pigato, 974

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Nanci Naomi
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Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
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Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
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    • Por claudio_aomundoealem
      Olá mochileiros
       
      bem, finalizei o texto da minha viagem para Itália, feito a tempo antes da pandemia virar o mundo de cabeça para baixo. Espero que possa auxiliar a quem quiser viajar - espero que já nesse segundo semestre de 2021, se o vírus - e o euro - ajudar.
       
      P.S.: também coloquei um pequeno resumo para cada tópico.
       
      Itália – Parte 2 – A Viagem
       
      Dia 14/12 (1)
       
      Começava novamente a saga da viagem ao exterior, mas com sensação muito distinta. A preocupação agora não era de como será?, afinal já tinha adquirido experiência nos anos anteriores. A questão era o problema eterno em toda e qualquer viagem: está tudo certo? Faltou alguma coisa? Deixou alguma coisa aberta? São as perguntas que sempre acompanham o viajante e mostra que turismo exige algumas horas de preparação antes de iniciar mais um sonho.
       
      As malas de mão já tinham sido preparadas na semana anterior, mas sempre tem a possibilidade de colocar algo a mais ou ainda o que só pode ser posto no dia, como carregador de celular. Nisso vão mais algumas dezenas de minutos. Soma-se a isso o período para conferência de dinheiro, seguro viagem, bilhetes do trem, a pochete, o passaporte, chaves, máquina fotográfica, celular...
       
      Viajar ao exterior tem um efeito colateral de usar roupa completamente distinta do clima. Pedimos um motorista por aplicativo para nos levarmos ao aeroporto no início da tarde e sol do final da primavera queimava meu braço que estava coberto por uma camiseta de manga comprida escura.
       
      Mas esse trajeto (para sorte do meu braço) era curto e chegamos ao aeroporto com a antecedência recomendada. Diferente do ano anterior, o aeroporto estava muito mais tranquilo. Apesar de ter o limite de peso e tamanho imposto para a mala, passamos diretamente para o portão de embarque sem nenhuma restrição promovida pelos funcionários da companhia aérea.
       
      RESUMO
       
      NÃO SUBESTIME a necessidade de planejamento. Por mais que já saiba como organizar a mala, isso demanda tempo – deixe tudo o que puder pronto dias antes.
       
      CHEGUE no aeroporto com antecedência – melhor ficar olhando para o relógio e ver que ele demora para passar do que olhar para o mesmo relógio e achar que ele corre demais, por estar atrasado.
       
      Dia 15/12 (2)
       
      Após ultrapassar o Oceano Atlântico, o avião chegava em Lisboa, para nossa conexão. O tempo de conexão de 2 horas era confortável para seguir os trâmites da alfândega (aliado à praticidade da comunicação ser em português), desde que não cometa algum deslize. O que podia representar uma ameaça era o fato do horário ser 5 da manhã em Portugal (ou 2 da manhã em São Paulo). Consequentemente, nosso corpo e mente não estão na capacidade plena de concentração, o que exige ainda mais atenção para não cometer erros. Para isso, fixei que só estaria tranquilo quando chegasse à área do portão de embarque.
       
      No setor da imigração, o agente viu minha pochete e determinou que passasse pelo raio-X – com todo o dinheiro dentro! Não tirei os olhos da máquina e fiquei mais calmo depois que consegui recuperar a pochete e eles não perguntarem do dinheiro (são aqueles perrengues que viram história para contar).
       
      Determinado o portão de embarque, uma fila se formou para acessar o ônibus do aeroporto – e para minha surpresa várias malas, algumas até maiores que a minha, estavam acompanhando os passageiros; era o indício que não teria problema no voo regional. Dito e feito! Mostramos o passaporte e a passagem e embarcamos, sem ninguém para medir ou ao menos pesar as malas.
       
      Entramos no avião e, apesar de ser menos confortável que um avião transoceânico, me ajeitei para dormir... e quem conseguia dormir? Os outros passageiros não paravam de falar (imagino que a maioria fosse italianos), apesar de ser 6 da manhã (“não é possível!!!!”). Felizmente, acabou o assunto e consegui tirar uma justa soneca.
       
      O voo chegou às 10 da manhã em Napóles – facilmente reconhecível do avião pelo Monte Vesúvio que “protege” a cidade. Depois de trocar de roupa para se adequar ao clima do lugar, pegamos o ônibus que dá acesso ao porto e à estação Napoli Centrale, perto do qual fica o hotel que reservara. Apesar de ter todos os indícios que estava na Europa, podia supor que ainda estava no centro de São Paulo – em pleno domingo, trânsito pesado, barulho, sujeira completavam a cena. Mesmo país rico pode ter cenários de subdesenvolvimento (e lembrar da perfeição da limpeza do lago em Genebra...).
       
      Deixando as malas de mão no hotel, saímos pela cidade – e à semelhança com o trânsito caótico de São Paulo era inevitável, além das inúmeras motocicletas. Os carros pareciam meio gasto e machucados – e entendi o porquê: é a cidade que para-choque realmente serve para... parar choques! Os carros batem sem nenhuma cerimônia. Ou seja, JAMAIS alugue um carro e dirija por dentro de Nápoles.
       
      Como o período desse dia era curto (só sobrou a tarde e noite), aproveitamos para ir ao mercado e passear pela cidade à pé. Fomos em direção ao Duomo de Nápoles, mas estava fechado no dia – no entanto, nas proximidades existia uma exposição de presépios (a cidade italiana é famosa pela produção). No pouco tempo de preparação da viagem, tinha lido sobre os presépios napolitanos; mas me surpreendi – os presépios são grandes e extremamente detalhados, com precisão cirúrgica para produzir cada objeto da arte.
       
      O Duomo e algumas outras áreas antigas de Nápoles ficam em ruas apertadas – bem apertadas, onde só passa moto e pedestre; alguns dizem que é o equivalente às favelas brasileiras. No nosso caso, roubados não fomos, mas não andaria nesses lugares à noite de jeito nenhum (de dia o movimento é intenso, então não há muitos problemas). Mas preferimos evitar a área (fora o movimento que dificultava o fluxo de pessoas) e voltamos para as avenidas mais largas da cidade (no caso, a Corso Umberto I). Assim, deu para conhecer o Castel Nuovo e parte do porto, com o Vesúvio ao fundo.
       
      RESUMO
       
      O HORÁRIO da conexão pode ser de madrugada, o que diminui nossa capacidade de raciocínio.
       
      Em Napóles, encontre o vulcão: o MONTE VESÚVIO.
       
      OBSERVE o Castel Nuovo.
       
      Se visitar a cidade no final de ano, aprecie os cirúrgicos PRESÉPIOS NAPOLITANOS.
       
      À NOITE, as vielas de Nápoles não parecem “amigáveis” a quem não conhece.
       
      Dia 16/12 (3)
       
      Reservamos esse dia para a atração mais visitada para quem vai a Nápoles: as ruínas de Pompeia.
       
      Fora do hotel, fomos à estação de trem Napoli Piazza Garibaldi comprar o bilhete para irmos até Pompeia (na estação Pompei Scavi – Villa Dei Misteri) pela rede da Circumvesuviana. Diferentemente de todas as linhas de trem que já usara, a sinalização é péssima. Estava com o bilhete até Pompeia, mas qual linha deveria usar? Em qual plataforma? Precisava validar o bilhete? Na entrada da estação, tem uma placa indicada para Pompeia – e só. Depois de sair de um corredor, chega nas plataformas – e qual delas é para Pompeia? Do nada, um homem diz para usar a plataforma do meio e, em troca, pede dinheiro para um cafezinho (informação cara...). Me fiz de desentendido e ignoramos o apelo da “ajuda” (depois verifiquei que isso é um truque para pegar dinheiros de turistas que ficam constrangidos com a abordagem). Na plataforma, nenhum mapa indicando as linhas da rede, nem monitor indicando qual é o próximo trem, nada! POR SORTE, havia na plataforma um grupo com uma guia que disse para pegar o trem seguinte.
       
      Depois percebi que a sinalização para pegar o trem até existe, mas a sinalização é tão ruim e suja que é difícil de perceber.
       
      Sabendo que estávamos no trem correto (e ter percebido que a validação do bilhete foi feita após passá-lo na catraca), apreciamos a vista do trajeto. Como o próprio nome diz, é uma rede de linhas de trem que ficam ao redor do Monte Vesúvio. Ali caiu a ficha – estava próximo a um vulcão, que inexiste no Brasil. É uma montanha, com a diferença de não ter um cume, mas um baita buracão no topo.
       
      A estação deixa quase que na frente do Parque Arqueológico de Pompeii – e é enorme. Devido ao seu tamanho, a maior parte das estátuas e esculturas (e os mortos cobertos pelas cinzas do vulcão) ficam mais próximos da entrada, para facilitar a vida dos turistas. Mas isso não é motivo para não conhecer as casas e ruas que pertenciam ao Império Romano, a mais de 2 mil anos. A preservação de alguns lugares chega a ser espantosa. O parque cede um mapa para os ingressantes, mas uma consulta ao Google Maps foi de maior auxílio, pois este indicava as principais atrações do local, como o Fórum de Pompeia, Casa do Fauno, Tempo de Apolo, Lupanar (ou “casa das primas” – tanto lugar para ser preservado e conseguiram recuperar a “diversão noturna”). Para conhecer o complexo, é necessário um bom calçado, pois não é fácil de caminhar por cimas das pedras que perfazem as antigas ruas romanas.
       
      Caso queira conhecer todo o parque (e tenha fôlego para isso), um dia será obrigatório – para a maioria das pessoas, porém, meio dia será o suficiente. Depois de conhecer a maior parte do parque, saímos e quase caímos numa pegadinha – para sair dele, é preciso passar novamente o ingresso na catraca; NÃO o jogue fora! De lá, fomos ao mercado que ficava no meio do caminho até a estação Pompei. Essa estação não pertence à Circumvesuviana, mas à rede de trem regionais italianos – a estação e o trem que pegamos era muito melhor do que fora a da ida; e essa linha era adjacente à praia, o que possibilitou que apreciássemos o Mar Tirreno no nosso retorno à Nápoles.
       
      Apesar de termos chegado em Nápoles ainda de dia, as pedras de Pompéia acabaram com os pés e as pernas. Só restou descansar para poder aproveitar melhor os demais dias da viagem (mas sempre dá para dar uma esticadinha pelas ruas da cidade à noite).
       
      O dia seguinte estava reservado para a Ilha de Capri, mas como encontramos o “espertinho” dando golpe na ida à Pompeia, ficamos receosos de ir por conta à ilha (imagina se não conseguimos voltar?) e não sabia se haveria no dia pacote de agência para ir à ilha. Para evitar maiores encrencas, tive de mudar a logística e procurei no guia as atrações que poderia fazer no dia seguinte, com o cuidado de verificar em qual dia da semana estariam fechados (para evitar o ocorrido em Belém 2 anos antes). Um dos locais que me interessou, o Palácio Real de Caserta, o equivalente Versailles italiano, estaria fechado.
       
      RESUMO
       
      Visite umas das principais atrações da Itália: as RUÍNAS DE POMPÉIA.
       
      Para chegar às ruínas, utilize a rede da Circumvesuviana e DESEMBARQUE na estação Pompei Scavi – Villa Dei Misteri.
       
      NÃO FALE com ninguém que se aproxime de você – se precisa de ajuda, peça aos funcionários das estações ou das atrações.
       
      Vá de TÊNIS: as ruas e calçadas pavimentadas por pedras era bom para os antigos romanos, e não para os homens do século XXI.
       
      Dia 17/12 (4)
       
      Na procura de atrações, encontrei para o período da manhã o Museu de Capodimonte, que ficava a 1,5 quilômetro de distância da estação Cavour. Ora, 1,5 quilômetro para passear pelas ruas antigas da Europa é pouco (e até obrigatório – se não andar pelas ruas, não é possível conhecer de verdade o velho continente). O problema é que descobri somente durante o percurso que o museu ficava a 1,5 quilômetro na horizontal MAIS 107 metros na vertical – tinha umas ladeiras que cansavam as pernas (errei feio); compensava mais ter descoberto uma linha de ônibus que saísse do centro de Napóles até lá. Porém o “estrago” estava feito, que descobrimos ao andarmos pelas ladeiras que jamais acabavam.
       
      Mas as ladeiras acabaram e lá estávamos [cansados] em frente do Museu de Capodimonte, com seu belo jardim. O museu, que foi um antigo palácio, fica um pouco fora das rotas turísticas (que, percebi, graças às ladeiras), mas possui belas pinturas de artistas, inclusive do Renascimento – no entanto, não tem uma quantidade enorme de obras, como o British Museum ou Musée du Louvre.
       
      Passado 2 horas (e descansado as pernas), voltamos às ladeiras – agora em sentido descendente (afinal, para baixo todo santo ajuda) até os subterrâneos de Nápoles, que ficava próximo à estação Cavour (550 metros no PLANO!). Entretanto, o caminho passava ao lado do Doumo que, desta vez, estava aberto – e de entrada gratuita para a igreja. Aproveitamos para tirar fotos e descansar, mas após 7 minutos fomos convidados a nos retirar – a igreja ia fechar.
       
      Fora do Doumo, fomos à Piazetta San Gaetano para acessarmos o subterrâneo de Nápoles (Napoli Sotterranea). Depois percebi que, na praça, existem acesso a 2 “subterrâneos”. Um, o mais famoso, que fica na altura no número 68 da praça; outro, vinculado à igreja San Lorenzo Maggiore, fica na altura no número 316 da praça – quis o destino que nossa escolha fosse a segunda opção. Por quê?
       
      Fomos à bilheteria, usando aquele inglês para comprar os bilhetes – pelo que entendi, era necessário a ida com guia; no caso, em inglês – e começaria o passeio em menos de 10 minutos. Quando me virei para falar com meu pai – em português – a vendedora exclamou: estava também aprendendo a falar em inglês – ela era portuguesa; ambos estávamos “sofrendo” para falar (e entender) o inglês um do outro desnecessariamente. E, para nossa surpresa, a guia – para variar – era brasileira. Como erámos somente nós no grupo para o passeio ao subterrâneo naquele horário, conseguimos, na prática, uma guia particular falando em português em Nápoles – o destino realmente escolhera muito bem.
       
      No subterrâneo de Nápoles, a semelhança com o que fora visto no dia anterior em Pompéia era evidente – e conveniente; a guia dirimiu algumas curiosidades que tínhamos visto nesses sítios arqueológicos de ocupação greco-romana. Aliás, como ela contou, Nápoles deriva de Neápolis, ou nova polis – nova cidade; a arquitetura em arco, bastante forte (meio lógico até – tem uma CIDADE em cima de todo o subterrâneo); as grandes pedras brancas no meio da rua, para ampliar a iluminação noturna; as áreas que correspondiam ao mercado, escola, casas. Curiosamente, o subterrâneo não era segredo para [quase] ninguém – os clérigos da igreja usavam essa parte do subterrâneo como depósito; somente no século XX que foi reconhecido o valor histórico de tais áreas.
       
      Finalizado o passeio ao subterrâneo e à igreja San Lorenzo Maggiore, fizemos o óbvio: comer pizza napolitana... em Nápoles. Comer pizza – ou calzone – é extremamente fácil de ver nas ruas de Nápoles (e no resto da Itália também). E é barato: € 5 pelos pratos mais simples de pizza. Apesar de conseguir comer tudo, o prato atende bem como almoço E jantar.
       
      Abastecidos, voltamos à área portuária da cidade até a Piazza del Plebiscito e (mais um) Palácio Real, em frente à praça. Infelizmente, o dia estava acabando e não dava mais tempo de conhecer mais lugares.
       
      A cidade, em si, não é um lugar que voltaria – de bagunça e sujeira, já basta o Brasil. No entanto, há de se reconhecer que a região contém tesouros históricos únicos. Ou seja, não deve ser considerada como destino de viagem principal – mas caso tenha a oportunidade de “passar lá”, como foi o meu caso (e gostar de história e seus tesouros), pode valer a pena.
       
      RESUMO
       
      Nápoles tem algumas LADEIRAS terríveis.
       
      VISITE o Museu de Capodimente e o Duomo de Nápoles.
       
      CONHEÇA as histórias e os artefatos nos subterrâneos de Nápoles.
       
      COMA a pizza napolitana... em Nápoles.
       
      PASSEIE pela Piazza del Plebiscito e o Palácio Real em frente à praça.
       
      Dia 18/12 (5)
       
      Apesar de ainda estar em Nápoles, o dia era reservado para Roma – o horário do trem que reservamos era às 9 da manhã, com tempo de trajeto em impressionantes 1 hora e 10 minutos. Apesar de até parecer meio tarde para pegar o trem, o tempo que se perde em tomar o café e fechar (não arrumar – isso já fora feito na noite anterior) a mala de mão é relevante. Mesmo assim, chegamos com antecedência na estação Napoli Centrale para embarcar no trem – a questão é que seria a primeira viagem de trem de alta velocidade na Europa. Apesar de ter visto inúmeros vídeos na internet de como funciona o sistema de trens de alta velocidades na Europa (e Itália), o nervosismo é inevitável, pois o tempo de embarque pode ser curto e a estação, muito grande. No entanto, o sistema é pensado para que o tempo seja justo – nem rápido, nem demorado.
       
      Nas primeiras viagens de trem, é vital ter os bilhetes impressos em mãos – primeiro, para ver as informações do bilhete e comparar com o painel na estação; segundo, é preciso mostrar o bilhete ao funcionário da companhia ferroviária durante o trajeto.
       
      Finalmente, apareceu a informação no painel de qual plataforma seria o embarque – justamente a plataforma mais distante dos bancos onde estávamos. Porém, como dito que o tempo é justo, apesar de ter de cruzar a estação, o tempo foi mais que suficiente. Porém esse tempo é para entrar no trem – ele parte mesmo que não tenha encontrado seu lugar ou guardado sua mala.
       
      O bilhete do trem já vem indicado o número da poltrona em que deve se sentar. Mas nessa viagem um grupo de garotas estavam sentadas em algum de nossos lugares – e percebi que, apesar do bilhete indicar a cadeira, nada impede que possa trocar de lugar com outro por meio de uma boa conversa.
       
      O trem, moderno, cortava as paisagens italiana de forma fulminante – e o monitor no início do vagão indicava o porquê: 300 km/h! (é um bocado difícil tirar foto). Apesar da velocidade, o trem é confortável e silencioso, fácil para dormir – menos para esse blogueiro, que faz questão de curtir cada segundo de qualquer viagem.
       
      Dito e feito! Depois de 70 minutos, o trem parou na estação Roma Termini. E ficou muito claro de o porquê de quem conheceu os trens de alta velocidade europeu, se apaixona (ainda mais quando fica “travado” por dezenas de minutos nas marginais em São Paulo).
       
      Compramos os bilhetes avulsos de metrô até a hospedagem próxima ao Vaticano, para guardar as malas. Do hotel, fomos à pé em direção ao Museo e Galleria Borghese. Nas ruas romanas, os edifícios próximos do Vaticano muito me lembravam de Paris – nas suas proporções, é claro. Diferente do que víramos em Nápoles, Roma é uma cidade muito mais organizada.
       
      No caminho para a Galleria Borghese paramos na Piazza del Popolo – praça obrigatória para quem já assistiu Robert Langdon na procura dos cardeais em Anjos e Demônios.
       
      Nos jardins da Villa Borghese fica o Terrazza del Pincio, onde é possível ver a cúpula do Vaticano, a Piazza del Popolo e outros marcos de Roma e, claro, tirar muitas fotos. Todavia, o local é frequentado por vendedores e eventuais golpistas: um homem queria empurrar a todo custo uma rosa para minha mãe (turista tem o problema de ser menos “sensível” a perceber trambiques). Tive que insistir em falar não, até exclamar um “get out!” – só assim para o homem ir embora.
       
      Pelos belos jardins chegamos à galeria. Apesar de ter lido que é necessário fazer reserva, eu consegui comprar na hora – mas atenção: o ingresso é caro e o horário é limitado. Os períodos são pré-definidos, como das 15:00 às 17:00. Se entrar às 16:00, só pode ficar até às 17:00. Pode se perguntar: Que frescura. E por que então foi lá? Quando nos referimos a artistas renascentistas italianos como mestres, não é à toa. Apesar de ter pinturas no museu, as grandes atrações são as esculturas do mestre Lorenzo Bernini – ele não fez 1 escultura obra-prima, ele fez VÁRIAS. E não dá para falar que uma é melhor do que a outra porque não existe nota melhor do que perfeita (são esculturas de tirar o chapéu). “É caro” “É”. “Voltaria?” “Voltaria”.
       
      Mas o passeio na galeria tem o horário limitado e voltamos para Piazza del Popolo conhecer o centro de Roma. Próximo fica a Piazza di Spagna, onde ficam a fonte e a famosa escadaria – de tão famosa, o governo italiano proibiu de sentar nos degraus, sob pena de multa. Depois, sob a luz do luar, nos “perdermos” pelas ruas históricas da cidade, nos unindo ao fluxo intenso de turistas.
       
      RESUMO
       
      EMBARQUE nos trens de alta velocidade italianos.
       
      Leve o BILHETE IMPRESSO nas mãos – utilizar os trens de alta velocidade é bem simples para quem está acostumado. Mas na 1º vez é melhor tem impresso para poder conferir as informações de viagem rapidamente.
       
      VISITE a Galleria Borghese e se encante com as esculturas perfeitas de Lorenzo Bernini.
       
      NÃO PERMITA que qualquer estranho te ofereça ao algum produto.
       
      PERCORRA por algumas praças romanas, como a Piazza del Popolo e Piazza di Spagna.
       
      Dia 19/12 (6)
       
      Esse foi um dia que, na prática, demonstrou que comprar ingresso antecipadamente ou fazer reserva pode não ser boa ideia (pelo menos em baixa temporada). Na noite anterior tinha visto que esse dia seria chuvoso – longe das chuvas que ocorrem em São Paulo, mas ainda assim inconveniente. Os passeios “obrigatórios” em Roma são o Coliseu e Fórum Romano, e o Vaticano. Tendo em vista a expectativa de chuva, fomos ao Musei Vaticani (para algumas [poucas] atrações, a Europa está até obrigando fazer reserva. Mas ela não precisa ser feita 2 meses antes – basta fazer no dia anterior).
       
      E o dia foi mesmo chuvoso – por uns momentos da manhã, caía uma chuva torrencial. Todavia, como a hospedagem era muito próxima ao Vaticano, não havia necessidade de sair cedo para se aventurar no transporte até os domínios da Santa Sé.
       
      A fila de acesso estava pequena. Contudo, ao notar o fluxo de turistas no Vaticano, percebi que era decorrente do horário que chegáramos, às 9 da manhã, quando abre o museu – o melhor é chegar próximo desse horário.
       
      O Musei Vaticani é, na verdade, vários museus. Ao entrar, fica-se com a impressão de entrar numa cidade – uma cidade sagrada. Onde começar? Muitos indicam a Capela Sistina – inclusive o próprio Vaticano indica um atalho para chegar ao lugar. Vale a pena fazê-lo pois o número de turistas aumenta muito no decorrer do dia; mas não deve considerar que o Musei Vaticani é tão somente para apreciar a obra de Michelangelo – tem muito mais.
       
      Em parte do corredor até a Capela Sistina, tapeçarias imensas ornamentavam o local (Galeria das Tapeçarias). No último trecho fica a Sala dos Mapas – somos ladeados por diversos mapas pintados na parede. Uma curiosidade: alguns mapas eram difíceis de reconhecer, pois o Norte é apontado para baixo (questão de perspectiva).
       
      É inquestionável a arte impecável pintada nas paredes e teto da Capela Sistina (sim, se já é ruim pintar de branco o teto de casa, imagina fazer uma obra-prima para posteridade?). A entrada para a Capela se dá de costas para o Juízo Final e se perde algumas dezenas de minutos para poder contemplar as obras – e muito mais para ver os detalhes. Um ponto interessante que foi feito nesse passeio foi ter um guia com informações mais completas sobre o local – assim, podia entender o que cada pintura representava, o que Michelangelo e outros mestres queriam indicar em suas obras. Consequentemente, os detalhes das pinturas eram mais perceptíveis – acho que passamos mais de 2 horas lá; até doeu a cabeça de tanto olhar para o teto – que Michelangelo pintou por anos!
       
      Como são vários museus dentro do complexo, é difícil lembrar a ordem em que passa por cada um dos museus. Por isso segue alguns museus, não necessariamente na ordem realizada.
       
      O Museo Gregoriano Egizio, com múmias e outras peças encontradas do Antigo Egito – não deixa de ser curioso que na sede da Igreja Católica Apostólica Romana existam objetos e outros símbolos pagãos; um sinal de respeito com outras culturas e apreço à arte e à história (mas depois de ver múmias no British Museum e Museé du Louvre, me perguntava se sobrou alguma múmia no Egito para contar história...).
       
      A Pinacoteca do Vaticano, com quadros e esculturas do século XII ao XIX. Para cada uma das 16 salas, fica representada uma época e, claro, a principal obra – entre Leonardo, Caravaggio, Rafael...
       
      As Salas (Stanze) de Rafael, que são quatro aposentos decorados pelo mestre renascentista – infelizmente, estas salas estão em processo de restauração e, somado ao espetáculo que foi ter apreciado a Capela Sistina, fica um pouco difícil de dar a atenção devida ao lugar. Mas não se iluda – as pinturas são incrivelmente bárbaras.
       
      O Museo Gregoriano Etrusco, com peças arquitetônicas encontradas na Itália do povo que ocupava a região do Lácio antes da formação do Reino de Roma – evidentemente, para quem tem pouco tempo e/ou prefere as pinturas renascentistas, não é interessante.
       
      O Museu Pio-Clementino, com obras e objetos da Antiguidade Greco-Romana e do Renascimento. Junto com a Capela Sistina e as Salas do Rafael, é um dos principais museus do complexo. A quantidade de estátuas e busto de romanos é gigantesca, sendo que a maioria está extremamente bem preservada, a despeito de ter aproximadamente 2 mil anos (ficou a impressão de que, para os romanos, a criação de bustos/estátuas é o equivalente moderno ao consumo de alto luxo; além de que parte dos bustos eram de homens forte do Estado Romano, num processo bem semelhante ao de homenagem a políticos no século XXI – ou seja, passam-se os anos, mas a história se repete).
       
      Existem outros museus no complexo, como o Museo Chiaramonti, Museo Gregoriano Profano, Museo Sacro, Biblioteca Apostólica, entre outros. Porém é possível que alguns deles estejam fechados (como foi o meu caso para a Biblioteca) e alguns desses museus não tem separação física – você vai para o outro museu sem “perceber”; por isso fica um pouco difícil discriminar em qual museu estava aquela obra específica.
       
      Para acessar um dos ambientes que ainda não tinha conhecido, foi necessário passarmos novamente na Capela Sistina (chato né? tão ruim ver novamente as sensacionais pinturas de Michelangelo...). Nessa segunda visita, a capela estava muito mais cheia – e percebi que chegar cedo nos pontos mais demandados faz toda a diferença.
       
      Apesar de enorme, tínhamos conseguido conhecer [quase] todo o complexo representado pelo Musei Vaticani. Era o momento de ir embora – e mesmo assim é possível se impressionar: a escadaria em espiral de Guiseppe Mormo, que marca o fim do Musei Vaticani.
       
      Fora dos museus, o passeio pelo Vaticano ainda não havia acabado. Afinal, ainda faltavam a Piazza San Pietro e a Basilica de San Pietro, a maior igreja cristã do mundo e a casa do sucessor de São Pedro. A praça, uma enorme elipse rodeada por 140 santos, foi criada por Bernini (pelo jeito não foi o suficiente ter criado as espetaculares esculturas na agora Galleria Borghese – tem de impressionar o mundo com mais obras...).
       
      Após passar pela segurança (uns 20 minutos de fila), entramos no Basílica de São Pedro. Apesar de ter já vistos [muitas] igrejas e palácios em Portugal, Espanha, Inglaterra e França, essa me deixou de “boca aberta”. Se os chefes da Igreja Católica quiseram criar uma estrutura que mostrasse o poder de Deus perante seu fiel, conseguiram. Não há palavras para descrever o lugar (ah, isso vale para fotos e vídeos também). Talvez uma palavra para caracterizar o lugar seja... Suprema. E, claro, não é necessário que seja um fiel católico para se encantar com a basílica. De longe, é um lugar que voltaria (e voltei mesmo).
       
      RESUMO
       
      Comprar BILHETE ANTECIPADAMENTE pode não ser muito bom, especialmente se estiver em baixa temporada.
       
      Fique o DIA INTEIRO no complexo representado pelos Musei Vaticani.
       
      A CAPELA SISTINA pode exigir mais de uma hora para conhecer seus detalhes.
       
      Vá para a Piazza San Pietro, ENTRE na Basilica de San Pietro e fica estupefato com tal criação.
       
      Dia 20/12 (7)
       
      Como previsto, o dia seria mais ensolarado, bem distante da chuva que caiu no dia anterior. Ou seja, era o dia reservado para o Coliseu e Foro Romano.
       
      Para chegar, basta pegar o metrô e descer na estação Colosseo (mais fácil que isso não tem). A estrutura do Coliseu, um tanto “machucada” pelos séculos de pilhagem, é maior do que parece nas fotos. Como é de se esperar, já estavam à vista os eventuais “espertinhos”. Com isso, uma proteção maior dos bolsos e celulares se faz necessário – mas sem precisar ficar paranoico.
       
      Como umas das principais atrações da capital italiana (se não a principal), esperava filas enormes para acessar o Coliseu (ou ao menos maior do que a encontrada no Vaticano). Surpreendentemente, praticamente não havia fila. Bastava entrar numas das laterais do Coliseu, comprar o ingresso (que dá acesso também ao Foro Romano) e entrar no antigo estádio romano.
       
      O gigantesco anfiteatro, cenário de lutas de gladiador, era muito mais do que isso. Conseguiam até alagar a arena. É composto por 4 níveis: o primeiro, para a corte imperial e senadores; o segundo, para famílias nobres, mas não pertencentes ao Estado Romano; o terceiro, para os homens em geral, conforme grau de riqueza; o quarto, para as mulheres comuns. Na prática, era o equivalente “cinema” do imperador e seus asseclas, ao qual o povo tinha acesso – mas afastado da aristocracia. E era todo revestido de mármore que, ao longo do tempo, foi arrancado e usado em outros lugares – mas é possível ter noção do tal mármore que fora retirado. Parte dele reveste a Basílica de São Pedro, no Vaticano – não é à toa que tenha tal beleza.
       
      Apesar do tamanho do Coliseu, sua concepção e construção é espantosa – sua construção foi realizada ao longo de 8 anos (compare com algumas obras menores tupiniquins...), com o planejamento para evacuação total do estádio em 10 minutos. Além disso tinha cobertura para proteger do sol, com um público de 70 mil pessoas.
       
      Apesar de enorme, o acesso do ingresso não abarca todo o anfiteatro – umas 2 horas é suficiente para admirar as enormes pedras que sustentam o local (a não ser que queira conhecer os subterrâneos, pagando o bilhete competente). Fora do Coliseu, com o ingresso ainda em mãos, é o momento de ir ao Fórum Romano, a antiga sede do Império Romano – mas não antes de tirar fotos ao lado do Arco de Constantino.
       
      Assim como o Coliseu, a antiga Roma representada pelo Fórum Romano tem vários pedaços em ruínas. Entretanto, as construções (mesmo que parcialmente) inteiras provam que a opulência do Império Romano não ficou reservada somente ao Coliseu. Numa das construções, era possível perceber a conversão do antigo templo pagão em uma casa católica – fizeram uma nova pintura por cima. Junto ao Fórum Romano fica o Monte Palatino, a mais famosa colina de Roma. A maior parte das construções (infelizmente) estão em ruínas, mas é possível perceber que ali era, sem dúvida, o centro do poder do Império.
       
      Findo o passeio pela parte antiga de Roma, era o momento de voar por alguns séculos até o século XIX para a Piazza Venezia, onde fica o Monumento Nacional ao primeiro rei da Itália, Vittorio Emanuelle II.
       
      Passando pelo centro de Roma, obrigatório passar pela Fontana di Trevi (sempre lotada), o Phanteon, o antigo tempo romano, onde está enterrado Vittorio Emanuelle II – mas é bom ir de dia; à noite, o ambiente fica muito escuro. Próximo ao tempo, fica a Piazza Navona, onde Robert Langdon salvou o cardeal e o Castel Sant´Angelo. Esse castelo, construído pelo imperador Adriano como mausoléu, serviu como fortificação para os papas em caso de grave perigo. Para isso, existe um corredor que liga o castelo diretamente à Basílica, o qual foi usado por Langdon (repare que esse blogueiro é fã inventerado do personagem de Dan Brown – um dos pontos mais divertidos em viagem é reconhecer pessoalmente imagens que vira em fotos ou vídeos).
       
      RESUMO
       
      CONHEÇA o Coliseu e o Foro Romano por meio do ingresso único.
       
      PRÓXIMO às ruínas romanas fica uma edificação mais moderna: o Monumento Nacional para Vittorio Emanuelle II, na Piazza Venezia.
       
      CONTEMPLE a Fontana di Trevi, o Phanteon, a Piazza Navona e o Castel Sant´Angelo.
       
      Dia 21/12 (8)
       
      Tendo em vista que as principais atrações de Roma já tinham sido conhecidas nos dias anteriores, era o dia de se perder pela cidade e rever algumas atrações (e aproveitar o dia, já que algumas foram vistas à noite, o que pode atrapalhar um pouco).
       
      Como escrevera, voltamos ao Vaticano. Entramos no início da manhã, após arrumar as malas (o que sempre toma um tempo). Novamente com pouca fila, logo na entrada da Basílica de São Pedro fica a Pietà, de Michelângelo – o problema é que ela está envolta do vidro, difícil de apreciá-la como merece; pode ser mais simples admirar as réplicas, como uma que estava na Pinacoteca do Musei Vaticani ou de ver de outros mestres, como as de Bernini na Galleria Borghese. Não há um centímetro quadrado em toda a basílica que não tenha sido plenamente trabalhada, incluindo o baldaquino de Bernini.
       
      A basílica, apesar de ser uma impressionante construção histórica, não deixa de ser uma... igreja! Para quem for católico (ou simplesmente quer conhecer), é possível participar da missa na basílica. Mesmo sendo italiano, dá para entender algumas expressões – afinal, tanto o italiano quanto o português têm a mesma origem, o latim; inclusive, é somente no Vaticano que o latim ainda é uma língua oficial.
       
      Fora da basílica, ficava a impressão de que tinha algo que representa o Vaticano e não havia visto... O que seria? Olho para a esquerda e dez homens da Guarda Suíça (é claro!) passam ao meu lado. Em Genebra, tinha perguntado ao guia do museu de o porquê eram homens suíços que faziam a proteção papal. Ele explicou que, na Europa, os homens da guarda suíça eram tidos como os mais confiáveis – o que permanece até hoje.
       
      Evidentemente, há diversas atrações que podem ser feitas na basílica além da visita da própria e assistir a uma missa, como subir até a cúpula, visitar os tesouros do Vaticano ou ir ao túmulo de São Pedro. Mas o fato de existir não quer dizer que tenha de ir...
       
      Na Piazza San Pietro, fomos encontrar a escultura mostrada por Langdon na busca pelo segundo cardeal – a rosa dos ventos representada no chão da praça (claro, isso é mais uma diversão para turista detetive que adora procurar marcos que foram vistos em livros e filmes).
       
      Seguindo pela Via della Conciliazione, cruzamos o centro de Roma para curtir um pouco mais da cidade, agora com a iluminação solar. Dessa vez, seriam o destino as Igreja de Santa Maria della Vittoria e Basílica de Santa Maria Maggiore. Talvez fosse o caso de pegar o metrô para visitar essas igrejas, no entanto isso tem de ser contrabalanceado com o fato de que existem outras atrações ou lugares no meio do caminho que merecem ser vistos (reitero: o melhor do Europa é andar por suas áreas milenares). Caso fique na dúvida, use os dois meios: faça um dos caminhos a pé e use o outro (ida ou volta) de transporte público.
       
      A Basílica de Santa Maria Maggiore é uma das igrejas que, apesar de não estar no território representado pelo Vaticano, pertence ao Estado Papal (com privilégios semelhantes a uma embaixada). É a única igreja romana que celebra missa todos os dias sem interrupção desde o fim do Império Romano do Ocidente e uma das mais belas igrejas de toda a Roma, com mosaicos do século V. Já ficara encantado com a Basílica de São Pedro e aparece outra, enorme e tão bela quanto. Apesar de ser bem perto da principal estação de trem de Roma (Termini), ela estava vazia (ideal para quem gosta de evitar aglomerações). É nela que está enterrado Bernini (mas, convenhamos, por tudo o que ele criou – inclusive para a Igreja Católica, seria desaforo ele ser sepultado em local diverso).
       
      A Igreja de Santa Maria dela Vittoria é mais um local para onde Langdon se desloca na busca dos cardeais. E assim como ocorre com o personagem, tivemos nossa surpresa: a igreja estava fechada, reservada para um CASAMENTO! – um claro exemplo de que, por mais que planeje, sempre pode ocorrer contratempos; o mais importante é sempre ter uma carta na manga para substituir o passeio. Com isso, não poderia apreciar a 100ª obra de Bernini, o Êxtase de Santa Tereza (mas tudo bem – fico satisfeito com as outras 99...).
       
      Na prática, o passeio pela cidade eterna estava chegando ao fim. Mas não é possível despedir dela sem tomar um tiramisù (por € 2,50). De volta ao hotel para pegar às malas, pegamos o metrô até à estação Termini embarcar no trem de alta velocidade rumo a Florença. Apesar de termos chegado a tempo, creio que o ideal seja chegar pelo menos meia hora antes – afinal, e se o metrô quebra ou tenha algum atraso?
       
      Diferente da primeira viagem de trem a partir de Nápoles, essa foi mais tranquila – já tinha entendido [quase] tudo com o primeiro embarque e, como era de noite, não tinha como ver nada pela janela. Mas aprendi um novo detalhe: a mesma plataforma pode atender vários trens de alta velocidade – então sempre confira o número do bilhete com o indicado nas portas do trem, senão vai embarcar no trem errado...
       
      RESUMO
       
      VOLTE a Basílica de São Pedro – vale a pena – e, se quiser, participe de uma missa.
       
      PASSEIE pelo Centro de Roma.
       
      CONHEÇA as outras basílicas papais em Roma, como a Basílica de Santa Maria Maggiore.
       
      Se tiver um pouco mais de sorte, ENTRE na Igreja de Santa Maria dela Vittoria.
       
      EXPERIMENTE o doce tiramisù.
       
      Dia 22/12 (9)
       
      Era o dia de conhecer a capital da Toscana: a cidade de Florença, que por um breve período foi capital do Reino da Itália e centro da arte renascentista, em virtude do patrocínio decorrente da poderosa família Médici.
       
      Infelizmente nesse dia a chuva voltara e, diferente da possibilidade em Roma de ir a um ambiente fechado – o Musei Vaticani, não tinha como não enfrentar um pouco da chuva. Mas não é por isso que a viagem seria arruinada: lembre-se de trazer capas de chuva (aquelas descartáveis, de 1 real) e será possível realizar ótimos passeios (lógico, não dá para olhar para cima para ver o alto de uma torre senão vai se molhar todo).
       
      Como o tempo de planejamento da viagem foi meio curto, não tive tempo de discriminar as atrações em Florença e fomos na secretaria de recepção de turistas pedir algumas informações e obter um mapa da cidade – mas isso só para quem não pesquisou antes de ir para a cidade; o ideal é sempre estudar as atrações do destino antes de viajar (se bem que, para nós, também serviu para escapar um pouco da chuva que aumentara). No local vendem o Firenze Card, mas como já discutido na seção dos Citycards, não me interessou (fora que o tempo na cidade foi curto).
       
      Perguntei qual era a atração recomendada para quem tem só um dia de visita à cidade. A atendente foi pragmática: a Galleria Degli Uffizi. A principal atração da cidade também serviria para escapar da chuva – perfeito.
       
      A Galleria Degli Uffizi é um dos principais centros de coleção de arte do mundo (e uma fila para entrar em alta temporada que pode ser insana) – e entendi o porquê. A quantidade de quadros, esculturas e outras obras é absurda. E contém, evidentemente, obras superfamosas, como O Nascimento de Vênus, de Botticelli. Entretanto, umas das pinturas que mais me impressionou foi a perfeição do desenho do pé de um homem na água com as consequentes ondas causada pelo movimento corporal – tratava-se da pintura do então jovem Leonardo da Vinci, O Batismo de Cristo. Reza a lenda que o mestre de Leonardo, ao ver a pintura de seu discípulo, desistiu de pintar ao perceber que seu aprendiz superou (e muito) seu mestre (se, para uma pessoa leiga para as artes como eu se impressiona com a pintura, imagina para um especialista – é de ficar doido). Mas a galeria é tão ampla que até Keanu Reeves está representado (pelo jeito, a Matrix também servia para viajar no tempo, à Itália renascentista) e a Medusa.
       
      Além dos citados Botticelli e Leonardo da Vinci, ainda marcam presença Caravaggio, Ticiano, Rafael, Michelangelo entre outros, além de inúmeros bustos romanos e outras estátuas. Com isso, é evidente que longas horas se passam no museu.
       
      Finda a visita pela galeria, a chuva já tinha passado e era o momento para passear pela cidade. Para variar, Florença é mais uma cidade onde o professor Robert Langdon visitou em uma de suas aventuras: cheia de marcos interessantes para conhecer.
       
      Infelizmente, o passeio pela Galleria Degli Uffizi nos tomou várias horas e não seria possível visitar muitos outros lugares internamente. Próxima à galeria fica o Palazzo Vecchio na Piazza dela Signoria. Nessa praça, para quem não pode ir à Galeria da Academia de Belas Artes, o turista tem a possibilidade de ver uma cópia do Davi, de Michelangelo. Ainda na praça existem muitas outras esculturas e, para quem tiver curiosidade, é possível ver que um dos leões nas escadas da Loggia del Lanzi “come” a cabeça do grande Davi.
       
      Claro, é impossível falar de Florença sem citar a Ponte Vecchio, a mais famosa ponte italiana sobre o Rio Arno (não, não é por causa dos ventiladores da fábrica brasileira), na qual existem inúmeras joalherias. Por cima ponte fica o Corredor Vasari – um caminho exclusivo entre a Palazzo Vecchio e Palazzo Pitti, encomendado pela família Médici e pelo qual Langdon usou em Inferno.
       
      Um dos maiores ícones da cidade são a Cattedrale di Santa Maria del Fiore e o Battistero di San Giovanni. A catedral, conhecida como “Doumo” de Florença, começou a ser construída no fim do século XIII e os trabalhos avançaram até o século XIX. Um de seus destaques externos é a composição da fachada por mármores branco, verde e vermelho. A entrada da catedral é gratuita, diferente do batistério, que é pago.
       
      Durante a noite, a cidade ainda reservara uma surpresa: próximo da Piazza della República, uma soprano italiana mostrava seus dons para a multidão de turistas que a admiravam (pelo jeito, a Itália é uma fábrica de tenores).
       
      RESUMO
       
      VISITE a Galleria Degli Uffizi e se impressione com as obras dos mestres renascentistas.
       
      ADMIRE o Palazzo Vecchio na Piazza dela Signoria e veja um dos leões comendo a cabeça de Davi.
       
      CAMINHE pela Ponte Vecchio, onde, por cima, fica o Corredor Vasari.
       
      CONTEMPLE a Cattedrale di Santa Maria del Fiore e o Battistero di San Giovanni.
       
      Dia 23/12 (10)
       
      Esse dia foi dividido em dois: a primeira metade seria em Florença; a segunda, em Bolonha. Tendo em vista que seria inviável voltar à hospedagem somente para buscar as malas, levamo-las conosco no check-out do hotel de manhã. Seria o caso de encontrar um local para deixar as malas ou, como estávamos em quatro pessoas e tínhamos conhecido os principais pontos internos, andar com as malas conosco – no fim, ficamos com a segunda opção (repare que ter malas de mão com rodinhas faz TODA a diferença).
       
      Um dos primeiros pontos foi a Basilica di Santa Maria Novella, em frente à estação de trem de Florença. No entanto, diferente do Duomo, seu acesso era pago e desistimos. Todavia, encontramos a Chiesa di Santa Maria Maggiore. Muito menor do que a versão que conhecemos em Roma, é ainda um prédio histórico – e gratuito. Também existe a Basilica di San Lorenzo, igreja relacionada aos Médici.
       
      Durante a estadia noturna no hotel, pesquisei sobre outros pontos curiosos da cidade, como o leão que “come” a cabeça de Davi. E existem vários perto da Cattedrale di Santa Maria del Fiore. Nas paredes externas da catedral existem esculturas de anjos, santos, figuras humanas... e da cabeça de um touro (vai saber porquê...). Ainda na praça do Duomo, fica a estátua do arquiteto renascentista Filippo Brunelleschi, que projetou a cúpula da catedral. Mas, ao olhar a estátua, perceba que esta olha para sua obra-prima, a cúpula.
       
      Na própria Chiesa di Santa Maria Maggiore existe outra curiosidade: a escultura de uma cabeça de uma mulher no alto de sua parede, que os nativos florentinos carinhosamente chamam de “Berta”.
       
      Próximo ao Duomo (na verdade, tudo é meio “próximo” um do outro – a cidade é pequena; “densamente ocupada” por arte, mas pequena) fica a casa de Dante Alighieri, poeta e autor de A Divina Comédia. Esse poema é dividido em 3 partes, sendo a seção denominada Inferno que dá o nome à aventura de Robert Langdon na cidade.
       
      Depois de encontrar mais algumas curiosidades florentinas (como a torre de onde se jogou o antagonista de Inferno) e revisitado alguns marcos da cidade, era o momento de despedida da capital da Toscana (repare que, mesmo com malas, é possível realizar bons passeios). Fomos à estação Firenze Santa Maria Novella pegar o trem de alta velocidade até Bologna Centrale. Dessa vez, quem diria, o trem atrasou 15 minutos (sim, atrasos podem acontecer – mas são meio raros, já que estes têm total prioridade da malha ferroviária). Além da saída de Nápoles, seria o único trecho ferroviário diurno, última oportunidade para poder ver a paisagem – ledo engano! O trecho em alta velocidade foi praticamente por dentro de túneis (fico imaginando o tempo que demoraria para fazer aqui tais túneis, pela média de obras no Brasil...). Aproveite também para ir ao banheiro (sua passagem inclui o uso, ao passo que na estação ferroviária chega a custar € 1,50).
       
      Agora em Bolonha (e novamente tendo de levar as malas, já que as hospedagens no centro eram bem mais caras), fomos em direção ao centro histórico. A estação de Bologna Centrale é mais afastada do centro em comparação Firenze Santa Maria Novella (nesta você praticamente tropeça e já está no centro), mas ainda assim acessível com as malas.
       
      No caminho até o centro, percebe-se que as calçadas são todas cobertas pelos pórticos (ou arcos), símbolos da cidade (é uma ideia genial: as calçadas são todas protegidas, assim é possível andar pelas ruas se protegendo do sol forte ou da chuva – faria sucesso essa concepção em São Paulo).
       
      Na Piazza Maggiore fica a Basilica di San Petronio, uma enorme basílica gótica de mármores e tijolos. Sua construção foi parada por ordem do papa após este descobrir que ela seria maior que a Basílica de São Pedro, à época (isso explica sua estranha fachada de mármore e tijolos, sem muita harmonia). Porém, mesmo “incompleta”, é muito bonita e seu acesso, gratuito. Dentro da igreja, um pequeno buraco permite a entrada da luz solar, na mesma direção que a linha do meridiano, além do famoso pêndulo de Foucault. Ainda na piazza está a Fontana di Nettuno, uma obra em bronze do século XVI.
       
      Assim como Florença, Bolonha é pequena e tudo é meio “próximo”. Então, próximo da basílica ficam as Torri Pendenti, as duas torres medievais mais famosas da cidade.
       
      No nosso caso, como já tínhamos recebido uma enxurrada de cultura nas 3 cidades anteriores, escolhemos almoçar em um dos restaurantes (vendo o preço antes, evidentemente). Fica a ressalva de tomar cuidado com a taxa italiana de cobrar por sentar, denominada coperto (seria um equivalente nosso ao 10% da fatura). Só que, como é um valor fixo, existem muitos lugares que podem cobrar um absurdo por um consumo baixo (por exemplo, de um café que triplica de preço por causa dessa taxa).
       
      RESUMO
       
      O que fazer com as MALAS? Se não estiver sozinho e não quiser pagar depósito de bagagem, pode levá-las consigo.
       
      CONHEÇA as igrejas de Florença, como a Basilica di Santa Maria Novella, a Chiesa di Santa Maria Maggiore entre outras.
       
      DESCUBRA alguns pontos curiosos da cidade, como a cabeça de um touro no Duomo.
       
      Em BOLONHA, os pórticos auxiliam os pedestres a se proteger do sol e da chuva.
       
      VISITE a Basilica di San Petronio, a basílica que o papa mandou parar a expansão.
       
      ADMIRE as Torri Pendenti, símbolo da cidade.
       
      SAIBA da existência do coperto, taxa para quem sentar nas mesas quando for consumir algum alimento ou bebida. Para se esquivar dela, basta consumir no balcão.
       
      Dia 24/12 (11)
       
      Esse dia tinha um imbróglio: o trem rumo à Veneza-Mestre partiria à noite, mas a hospedagem não era perto da estação de trem. Como fazer?
       
      As alternativas na mesa eram: deixar as malas num depósito de bagagem. Como discutido na seção competente, é a opção mais cara; ou deixar as malas na hospedagem (se possível) e buscá-las, com a antecedência adequada, para então embarcar no trem, sendo a opção mais trabalhosa; ou levá-las conosco no passeio pela cidade.
       
      Escolhemos a opção do dia anterior: passear pelas ruas planas de Bolonha com as malas. Mas não atrapalha? É claro que andar com as malas é pior do que se estivesse livre. Todavia, tendo em vista que não iríamos em museu como foi em Florença (Galleria Degli Uffizi) e as outras atrações da cidade não demandavam muito tempo, essa opção foi factível. Inclusive, vale a pena verificar se os lugares que deseje visitar possuem armários – como o Velho Continente é extremamente turístico, vários lugares disponibilizam armários, alguns gratuitamente, com a ressalva do tamanho.
       
      De volta ao centro da cidade, além da basílica “rival” da de São Pedro, existem as Cattedrale Metropolitana di San Pietro e Chiesa dei Santi Bartolomeo e Gaetano. Mas a igreja mais interessante que conhecemos foi a Basilica Santo Stefano, na Piazza de mesmo nome (e que merece uma parada para admirá-la). Mesmo tendo que esperar para a conhecer, já que o horário de acesso é um pouco restrito, vale a visita. A nave da igreja em si não é especial – a melhor parte é do restante da basílica, com obras e estruturas medievais que (imagino) deviam ser usados pelos monges que lá residiam.
       
      Como sabido, em Bolonha foi fundada a primeira universidade ainda em funcionamento, em 1088. Seu antigo edifício é denominado como Archiginnasio e, hoje, abriga a Biblioteca Municipal. Apesar de ser preciso pagar pelo acesso (€ 3,00), é possível contemplar as pinturas, arquiteturas e alguns livros [bem] antigos antes da área paga.
       
      Outra atração da cidade é Compianto del Cristo Morto, um conjunto de sete esculturas em terracota que representam a cena de A Lamentação de Cristo, na igreja de Santa Maria dela Vita. Infelizmente, por causa do dia – véspera de Natal – estava fechada.
       
      Por causa da data, tinha um detalhe que não pode passar despercebido: o dia seguinte seria o Natal, quando praticamente tudo fecha. E onde iria comer? Para quem vai passar o Natal no exterior, lembre-se de sempre comprar comida no supermercado até a véspera, para não passar fome durante o dia festivo (claro, a hospedagem pode oferecer, mas quanto custaria?).
       
      Fim do dia, era o momento de voltar à estação Bologna Centrale embarcar no trem rumo à Veneza-Mestre. Depois da experiência dos 3 trens anteriores, já estava “esperto” quanto aos detalhes para embarcar no trem de alta velocidade.
       
      A estação é muito bem estruturada: no nível da rua, ficam os trilhos para os trens regionais; no 4º subsolo, os trilhos dos trens de alta velocidade. Os níveis intermediários correspondem aos acessos aos trilhos, estacionamento e área de espera. Só fica o detalhe que, enquanto estávamos na área de espera, um pedinte nos pediu comida (ou dinheiro) em italiano. Respondemos que não entendemos, só em inglês – não era problema: ele começou a pedir em inglês (imagina se isso vira moda no Brasil...).
       
      RESUMO
       
      VISITE a Basilica Santo Stefano, na piazza homônima.
       
      CONHEÇA o edifício da primeira universidade do mundo, a Archiginnasio.
       
      Se não estiver fechada, ENTRE na Compianto del Cristo Morto e a aprecie a obra da Lamentação de Cristo.
       
      Se viajar no NATAL, lembre-se de que quase tudo pode estar fechado – se previna e compre o que for necessário.
       
      Dia 25/12 (12), 26/12 (13) e 27/12 (14)
       
      Para escrever cada dia das viagens neste blog, um longo processo de relembrar é necessário, como de cada caminho por onde passei, cada segundo que vivi, cada imagem que admirei. E estava com um bocado de dificuldade de escrever sobre Veneza, em mostrar o melhor da Sereníssima. Por quê? A Piazza San Marco, a Ponte di Rialto, o Canal Grande, a Ponte della Libertà, o Palazzo Ducale, a Basilica de San Marco, a Ponte e a Gallerie dell´Accademia, a Basilica di Santa Maria della Salute são somente alguns das inúmeras atrações de Veneza. Mas o melhor da cidade de Veneza é... Veneza! O passeio ideal, creio, é passear por suas inúmeras (e algumas estreitas) ruas, vielas e pontes, o que torna a cidade única em todo o mundo. Sempre haverá algum cantinho novo para admirar. Deste modo, o melhor roteiro por Veneza é estar livre para “se perder”, sem necessariamente focar nos seus pontos mais famosos.
       
      Conseguinte, não é o caso de descrever aqui os caminhos pelos quais percorri, mas elencar alguns detalhes que podem fazer a diferença.
       
      Apesar do destino da viagem ser a Veneza insular, foi muito mais conveniente hospedarmo-nos na Veneza continental, conhecida como Veneza-Mestre. Por óbvio, isso não permite dormir nas antigas construções típicas de Veneza. Mas tudo na vida tem o lado negativo... e positivo. As hospedagens em Mestre são mais baratas (algumas, bem mais), os edifícios são mais novos e confortáveis, a taxa de pernoite italiana é mais baixa (em 2019, € 1,35 por pessoa), existem grandes supermercados próximos da estação de trem com bons preços. Claro, tem de ser somado o custo do transporte até as ilhas (de trem, € 2,70 pela ida e volta) – mesmo assim, o valor final fica menor do que se hospedar nas ilhas; e o deslocamento permite observar a Lagoa de Veneza.
       
      A primeira vez nas ilhas, como indicado, foi em pleno Natal. Todavia, sendo um local extremamente turístico, um número considerável de lojas permanecia aberta, com a vantagem de ter sido o dia do Natal com menor fluxo de turistas dentre os três dias de passeio.
       
      Durante a estadia em Bolonha, li notícia de que Veneza foi atingida novamente pela acqua alta, quando as águas do Mar Adriático sobem e vão ocupando, progressivamente, as áreas mais baixas das ilhas. Contudo, não fomos atingidos pelo fenômeno durante nossa estadia, apesar da existência nas vias das passarelas que são usadas para auxiliar os turistas e moradores a percorrer as áreas mais baixas de Veneza – e com a vantagem de que estas servem para sentar aos visitantes cansados.
       
      Proporcional ao número de turistas que visitam Veneza é o número de filmes gravados tendo como cenário a cidade. Como já pode imaginar, Robert Langdon esteve lá, na Piazza San Marco, discorrendo sobre os Cavalos de São Marcos: as quatro estátuas que ornamentam a fachada da basílica são réplicas dos originais gregos de bronze do século IV a.C. que foram tomadas pelo doge de Veneza durante o saque à Constantinopla durante a Quarta Cruzada. Inclusive, tendo Veneza sido rota para o Oriente, é possível perceber a forte influência bizantina na arquitetura da basílica, bem diferente da concepção das outras igrejas do mundo ocidental, incluindo na própria Itália.
       
      Outro personagem que marcou presença na Sereníssima foi James Bond, em 007 – Casino Royale. Além do agente secreto de ir à agência bancária na Piazza San Marco (que não existe, por sinal), Bond inicia uma perseguição pelas ruas de Veneza (dica: decore BEM as imagens do filme – e de qualquer filme – caso queira repetir o feito; é extremamente difícil reconhecer os pontos em Veneza).
       
      Como dito, não há necessidade de marcar o melhor caminho para conhecer Veneza, já que todos os lugares são válidos. E não existe problema quanto a “se perder”, já que, tal qual o ditado Todos os Caminhos Levam a Roma, em Veneza todos os caminhos levam à Piazza San Marco (e vice-versa, para a Venezia Santa Lucia).
       
      No último dia, escolhemos embarcar no Vaporetto, linhas de barcos que andam pelos canais maiores que podem valer como city tour. Escolhemos a linha 2, que permite ter uma visão mais panorâmica das ilhas, impossível de ser feita em terra – evidentemente, embarcamos na estação de início da linha, próximo da Piazza San Marco. Como esse transporte é caro (€ 7,50), não recomendo comprar os passes de uso infinito (melhor usar o dinheiro para experimentar os trens de alta velocidade italianos ou mesmo comprar algum cristal de Murano, por exemplo).
       
      Veneza criou uma página na web para auxiliar os turistas sobre as atrações da cidade, normas e regras, que devem ser seguidas para evitar multas: https://www.veneziaunica.it/. Algumas regras são meio óbvias (e até inusitadas, como proibição de nadar nos canais), outras nem tanto: não é permitido comer sentado nas passarelas usadas durante a acqua alta, assim como é proibido alimentar os infinitos pombos de Veneza.
       
      Para quem vai visitar (ou já visitou) Veneza, proponho um momento de reflexão: já imaginou a dificuldade de entregar a geladeira da sua casa em uma das vielas estreitas da cidade? Talvez a cidade não seja cara somente por causa dos turistas...
       
      De volta à linha temporal, findo o passeio por Veneza com a ascensão na Lua no horizonte, embarcamos na estação de trem Venezia Santa Lucia rumo à Mestre para buscar as malas que ficaram na hospedagem e ir em direção à nossa última parada, a estação Milano Centrale.
       
      Apesar da estação de Mestre ser muito menor do que as outras estações de trem que foram utilizadas nesta viagem, o preço da comida (mesmo no fast-food) ainda era maior do que em outros lugares da cidade. Ou seja, tal qual o aeroporto, evite sempre de comprar em estações de trem – qualquer uma.
       
      O detalhe do embarque nessa estação (e de outras estações menores) é de que o tempo que o trem fica na plataforma está mais próximo do que conhecemos do metrô. Diferente das outras estações, não havia muitas pessoas na plataforma – e o sistema sabe disso. É o caso de entrar com suas malas de forma eficiente, já que dificilmente conseguirá ter sentado em seu lugar antes do trem partir.
       
      RESUMO
       
      O MELHOR de Veneza é... Veneza.
       
      Se PERCA por suas vielas, pontes e canais.
       
      Fique HOSPEDADO em Veneza Mestre.
       
      NÃO TEMA a acqua alta. Os venezianos são bem preparados para enfrentar a maré e ainda dura pouco, com raras exceções.
       
      ESCOLHA um dos Vaporetto para usar como city tour.
       
      OBEDEÇA às regras impostas pela cidade disponíveis no site https://www.veneziaunica.it/.
       
      ENCONTRE os pontos de referência vistos nos inúmeros filmes gravados em Veneza.
       
      Dia 28/12 (15)
       
      A estadia nesta cidade europeia seria um pouco diferente das realizadas até então. Afinal, por capricho do destino, estava em Milão de novo, um ano depois. Considerando que no ano anterior o passeio foi meio “fulminante”, de apenas um dia, esta nova chance possibilitava realizar um passeio mais completo, de rever alguns pontos famosos e conhecer os que não foram possíveis.
       
      O primeiro local foi o justamente a de “chegada”: a enorme estação de Milano Centrale, de onde parte a maioria dos trens de alta velocidade de Milão, concebida nos anos 30. A área ao redor dessa estação, como a grande avenida que a conecta ao centro histórico, remete a um local muito conhecido por milhões de brasileiros: São Paulo. Muitos consideram Milão como a “São Paulo” da Itália, já que é o centro financeiro, de comércio de bens de luxo, de inúmeras indústrias da república italiana. Pode se perguntar: Mas porque viajaria para conhecer um lugar cuja “cópia” eu já vivo/conheço? Porque é uma São Paulo “organizada”, um exemplo para o futuro da metrópole brasileira. Apesar de não ter a “concentração” de construções antigas como em Nápoles, Roma, Florença ou Bolonha, a cidade possui suas “marcas registradas” históricas, como o Duomo de Milano, a enorme catedral gótica no centro da cidade. E, tal qual a cidade brasileira, possui uma vida agitada – de dia e de noite.
       
      O centro histórico de Milão é pequeno: seu diâmetro tem 2,5 km. Só que a cidade, como São Paulo, é muito maior do que seu centro histórico. Para acessar algumas áreas, o metrô pode ser inevitável.
       
      A primeira parte do centro histórico a ser (re)visitada é a Via Monte Napoleone, rua comercial de alto luxo e considerada a mais cara da Europa (na prática, é mais para falar que conheceu a rua mais cara, como a rua Oscar Freire, já que os preços são surreais mesmo para suíços e escandinavos).
       
      Saindo da via, assim como um ano atrás, chega ao Duomo de Milano, uma das maiores catedrais em estilo gótico da Europa (existe a possibilidade de subir nos seus telhados para uma visão de sua arquitetura e da cidade).
       
      Adjacentes ao Duomo, na Piazza homônima, ficam a Galleria Vittorio Emanuele II, uma espécie de shopping do século XIX e o Palazzo Reale Milano.
       
      De lá, seguimos para o Castello Sforzesco, antiga fortificação que virou a casa do Duque de Milão. Agora é sede de museus e galerias de arte da cidade, mas parte do castelo tem acesso gratuito. Atrás dele fica um grande (e gelado) jardim, o Parco Sempione e o “arco do triunfo” milanês, o Arco della Pace.
       
      RESUMO
       
      MILÃO é uma cópia de São Paulo mais rica e organizada.
       
      O passeio MANDATÓRIO na cidade é conhecer o enorme Duomo de Milano.
       
      CONTEMPLE a estação Milano Centrale, a rua das grifes Via Monte Napoleone e um dos mais antigos shoppings do mundo, a Galleria Vittorio Emanuele II.
       
      PASSEIE pelo Castello Sforzesco e seu gelado jardim, o Parco Sempione.
       
      Dia 29/12 (16)
       
      Esse dia, na prática, foi destinado para conhecer as atrações mais afastadas da área central de Milão.
       
      A primeira parada foi na Basilica San Lorenzo Maggiore, a mais antiga igreja de Milão, com mosaicos bizantinos do século IV. Em frente dela, ficam a estátua de Constantino, o célebre imperador romano que tornou o cristianismo religião oficial do império e as Colonne di San Lorenzo, ruínas de 16 colunas do antigo Império Romano.
       
      Depois de algumas quadras, chegamos à região do Naviagli: são canais artificiais de transporte que perfaziam o equivalente atual a avenidas e metrô. Com o avanço desses modais, vários canais foram fechados e somente três sobreviveram (sem o transporte, evidentemente). A região é famosa pela vida noturna e boêmia, equivalente à Vila Madalena – mas como era inverno (e quase ano novo), a região estava bem vazia. Mas isso não impede de admirar a beleza do local, mas é interessante de ir após ter conhecido a maioria das atrações na área central de Milão (ou eventualmente tenha se hospedado próximo do local).
       
      De volta ao centro, uma visita à Basilica di Sant´Ambrogrio, inicialmente construída no século IV e finalizada no século XII. Em suas paredes resguardam algumas escritas romanas e a cripta da basílica resguarda o corpo de Santo Ambrósio, desde o século V. Depois do Duomo, foi a igreja mais bonita que considerei nas visitas à Milão.
       
      Não podia de deixar de falar da igreja Santa Maria delle Grazie, onde Leonardo da Vinci pintou A Última Ceia, na parede do refeitório – mas não a conheci. Pode se perguntar: Por que não fomos ver uma obra-prima de Leonardo? Aparentemente, ele não quis fazer uma obra para posteridade – fez sem muita preocupação, com tinta inadequada (o homem era bom mesmo, como se fosse um “Midas” – tudo o que ele mexia era excepcional) e, por isso, o local exige um controle para preservação severo. Por tudo isso, é exigido uma pré-reserva superdisputada, um pagamento caro e o tempo de admirar a obra, exíguo – muita dor de cabeça; melhor deixar para quem vive na Europa, especialistas em arte ou quem tem muito tempo E dinheiro mesmo.
       
      Outra igreja que merece a visita é Chiesa di San Maurizio al Monastero Maggiore, em que residem afrescos do século XVI (claro, não são como os afrescos da Capela Sistina, no Vaticano – mas são belíssimas) e seu acesso é gratuito. Junto à igreja fica o Civico Museo Archeologico, que mostra a história de Milão, como a fundação da antiga cidade conhecida como Mediolanum, a conquista pelos romanos no século III a.C. e sua ocupação (durante um breve período a cidade foi capital do Império Romano do Ocidente).
       
      RESUMO
       
      VISITE por outras igrejas antigas de Milão: a Basilica San Lorenzo Maggiore, Basilica di Sant´Ambrogrio, Chiesa de Santa Maria delle Grazie e Chiesa di San Maurizio al Monastero Maggiore.
       
      CAMINHE pelo Naviagli, região de canais artificais que serviam para o transporte e, agora, é famosa pela boemia.
       
      Dia 30/12 (17) e 31/12 (18)
       
      Último dia de permanência na Itália, era o momento de preparação para o retorno ao Brasil – a começar pelo transporte até o aeroporto. O trem expresso para o aeroporto (Malpensa Express) é um serviço rápido, mas caro (€ 13), enquanto os ônibus (shuttle) são opções mais baratas. Mas tem uma pegadinha: os ônibus, comprando na hora, são mais caros (€ 10) do que se comprar pela internet (€ 8 mais taxa) e escolher o horário da viagem, mesmo pagando junto o IOF no cartão de crédito.
       
      Ao invés de desbravar (novamente) a área central, decidimos ir a um dos lugares que foram reabilitados em Milão: a área ao redor da estação Milano Porta Garibaldi. Com uma concepção moderna, é um local de convívio e consumo. Inclusive, fica o conhecido Bosco Verticale (Floresta Vertical), par de torres residenciais “verdes” – literalmente – e venceu o prêmio de melhor prédio em 2015.
       
      Tendo em vista que as principais áreas de Milão já tinham sido conhecidas, foi mais conveniente se “perder” pela cidade, desbravando as ruas e descobrindo novos lugares e as sempre constantes igrejas. Na área central da cidade, tal qual em Bolonha, os geniais pórticos protegem os transeuntes que percorrem suas vias.
       
      O relógio era implacável: era o momento de se despedir da Itália (mais uma vez). Depois de pegar as malas na hospedagem, fomos à estação Milano Centrale embarcar no shuttle até o Aeroporto de Milano-Malpensa. Sempre chegue ao aeroporto com antecedência adequada (até mais do que o planejado), para evitar estresse. De modo diverso ao ocorrido em Guarulhos, a atendente pediu para pesar as malas e, diferente do que o informado no bilhete de ida, a franquia é de 8 kg – claro, não foi problema porque já tínhamos pesado e, para essa companhia aérea, não verificaram as dimensões da mala.
       
      Chegamos ao Aeroporto de Porto, e tínhamos um desafio pela frente: uma conexão noturna de quase 12 horas. Já tínhamos ficado no Aeroporto de Madrid-Barajas por período semelhante, mas não como conexão, por conveniência mesmo. Não vou mentir, ficar no aeroporto não é o que poderíamos de definir como estadia “agradável”. Tinha estudado acerca da permanência no Aeroporto de Porto, entretanto todos os outros “bons” lugares já tinham sido escolhidos pelos outros viajantes. Restou-nos os bancos meio duros do aeroporto (o de Madri era mais confortável) e aguardar o horário de abertura para acessar o lounge pelo benefício do cartão de crédito. E que diferença! O lounge é muito mais confortável, mas, como praticamente tudo no aeroporto, é caro seu ingresso avulso (mais caro, inclusive, do que hotel). Para quem não tem a possibilidade de obter o acesso gratuito ao lounge (e não quiser pagar), encare as longas escalas como se fosse mais um dia de trabalho – cansativo, mas pelo qual se ganha o sustento. Ou seja, ao invés de trabalhar no Brasil, você “trabalhou” para não pagar pelo voo direto, mais caro – e, pelo hiato de preços, eu teria de trabalhar vários dias em São Paulo para pagar tal diferença.
       
      O voo para São Paulo chegou no horário programado, a tempo de passar o Ano Novo com a família. Paralelamente, a OMS declarava o primeiro alerta de Emergência Internacional do até então novo e desconhecido vírus, que fulminaria a Itália no mês seguinte – ao que parece, essa viagem à Itália foi realizada no momento certo.
       
      RESUMO
       
      DESCUBRA a região revitalizada ao redor da estação Milano Porta Garibaldi e aprecie o edifício verde Bosco Verticale.
       
      Os PÓRTICOS de Bolonha também chegaram a Milão.
       
      Os ÔNIBUS que ligam Milão ao aeroporto de Malpensa são a opção mais barata de chegar ao aeródromo.
       
      ENCARE o tempo de conexão como um dia de trabalho – muito provavelmente sai mais barato pegar esses voos do que trabalhar para pagar pelo voo direto.
    • Por Marcelo Manente
      Pessoal vou fazer uma relato das minhas impressões sobre as estradas que eu trafeguei no caminho de ida e volta até Ushuaia e Carretera Austral em dezembro 2019 a Janeiro 2020.

    • Por Felipao86
      Ola a todos,
      Que ano difícil foi esse 2020, heim pessoal?  Tomara que 2021 seja melhor a todos. Um feliz ano novo.
      Aproveitando esse período de quarentena para redigir alguns relatos de viagens entre 2018 e 2020 que havia feito e não tinha tempo para relatar.
      Em marco de 2019 ficamos uma semana agradável em Manaus, e foi uma viagem muito especial porque foi a primeira viagem de avião da nossa filha mais velha, à época com 1 ano de idade. Então tínhamos uma expectativa/preocupação durante o voo, mas foi absolutamente tranquilo.
      Passagens aéreas: compradas na Gol, em torno de 600 reais por pessoa (BH-Manaus)
      Hospedagem: EcoSuites Hotel Manaus: em torno de 100 reais a diária, hotel simples, bem no centro da cidade, ótimo café da manhã.
      Deslocamentos internos: dentro da cidade Uber (funciona bem e preços normais); Algumas atrações é preciso ir de barco.
      Contratempo: infelizmente, devido ao calor excessivo na cidade, todos os lugares tem ar condicionado. Mas por que isso é ruim? A oscilação de temperatura quente/frio fez com que minha filha acabasse contraindo uma sinusite no terceiro dia de viagem. Teve febre, tosse e isso acabou impactando um pouco nosso roteiro. Conseguimos medica-la com sintomáticos até retornamos a BH e leva-la ao pediatra.
      Obs: Como a vigem aconteceu já há quase 2 anos, eu não lembro mais o preço das atrações, rs. Por favor, me perdoem.
      Bem, vamos ao roteiro do dia.
       
      Dia 1 – Centro Histórico
       
      Chegamos em Manaus na noite anterior, já bem a noite, somente a tempo de dormimos no hotel. No dia seguinte após o café da manhã saímos para explorar um pouco o centro histórico. Comecamos pelo cartão portal da cidade, o Teatro Amazonas: tem uma visita guiada super interessante, que conta um pouco sobre a história da construção do lugar e dos simbolismos utilizados na decoração interna. É belíssimo por dentro e por fora. É o principal ponto turístico da cidade, ao redor da praça tem vários restaurantes bacanas. Acabamos voltando lá praticamente todos os dias a noite. O teatro tinha programação de shows a noite, mas acabamos não conseguindo visitar.
      Do teatro fomos ao Museu Casa Eduardo Ribeiro, bem ao lado do teatro. Fala um pouco sobre o prefeito que urbanizou Manaus no final do século XIX e esteve diretamente envolvido na construção do teatro. É uma visita guiada muito bacana que  complementa o passeio ao teatro.
      Seguimps (uber) ao Palácio do Rio Branco, que era sede da Assembléia Legislativa do estado e hoje é um museu muito bacana com belos jardins ao fundo.
      E terminamos no mercado Adolpho Lisboa, que é muito charmoso, porém pequeno. Lá se encontram artesanatos e souvenirs. Aproveitei para garantir o chaveiro da minha coleção. De lá tem-se uma bela vista do Rio Negro.
      A noite voltamos a praça do Teatro para comermos um delicioso tambaqui no “Tambaqui de banda”.


      Dia 2 - Passeio de barco pelo Rio Negro
      Contratamos um passeio pelo rio negro de um dia com a Iguana Turismo, que foram muito atenciosos na contratação mas o guia meio carrancudo, sei lá, mal humorado.
      O embarque é no porto bem atrás do Mercado Adoplho Lisboa.
      Nesse passeio primeiro vamos seguindo de barco até o famoso encontro das águas, que é bonito de se ver, mas precisa subir no topo do barco para melhor visualização. De lá seguimos até o Parque January, onde tem as famosas vitorias regias gigantes e também paramos para almoçar. Depois uma parada numa comunidade ribeirinha onde tem “pesca de pirarucu”, na verdade são alguns tanques onde eles deixam os turistas alimentarem os pirarucus gigantes com peixes. Após, mais 2 horas de barco, chegamos ao local onde há a famosa interação com os botos, que na minha opinião foi a melhor parte do passeio: você olha para todos os lados e só vê arvóres e agua, uma pequena casinha flutuante e os botos ao seu redor. Mais imersão amazônica que isso só mesmo num hotel de selva. Tive uma deliciosa sensação de paz por conhecer esse cantinho do nosso país.
      Esse é um passeio de um dia inteiro, chegamos de volta ao porto já a noite.  Nem saímos pra jantar, pedimos um delivery mesmo, um lanche chamado x-caboquinho, que é um sanduínhe típico de Manaus: pão francês recheado com lascas de tucumã, banana frita, queijo coalho e manteiga.


      Dia 3- Museu do Segingal Vila Paraíso
      Nesse dia visitamos o Museu do Seringal Vila Paraíso. O trajeto para chegar lá já é um passeio em si: uber até a Marina do Davi e de lá pega-se uma lancha de passageiros até o museu, mas que no caminho vai parando em varias comunidades e com belíssima paisagem.
      O museu é lindíssimo, na realidade era o cenário de uma minissérie da globo, se não me engano. A visita é guiada e retrata bem como funcionava um seringal no ciclo da borracha. O lugar é muito cenográfico e absolutamente paradisíaco, rodeado por floresta e agua de todos os cantos. A amazonia é um lugar grandioso demais.
      Na volta paramos na praia da ponta negra, que é exatamente uma praia, porém com agua doce. Quando iriamos sentar numa das barracas para passar o restante do dia, caiu uma chuva inacreditável, então tivemos que pegar um uber de volta ao hotel. Até imaginei que fosse uma daquelas chuvas vespertinas, mas na realidade praticamente o restante do dia.

      Dia 4 - Museu da Amazonia
      Dia inteiro reservado a conhecer o Musa, Museu da Amazonia, que é uma reserva florestal dentro da cidade. Dentro tem diversas trilhas, exposições relacionadas a amazonia, orquidário, borboletário, aquário e a principal atração: uma torre de observação  de 42 metros de altura que lhe permite observar a floresta acima da copa das árvores. É um passeio super interessante. Tem muita coisa para se ver. Tem restaurante lá dentro com preços bacanas.

       
      Dia 5 - Mercado novamente e Museu do Indio
      A ideia desse dia a princípio seria alugar um carro e conhecer as cachoeiras de Presidente Figueiredo. Mas já era um dia que minha filha estava com febre/tosse e também ficou um dia muito nublado, então acabamos ficando por Manaus mesmo.
      Voltamos ao Mercado Adolpho Lisboa para almoçar e comprar mais algumas lembrancinhas. De lá pegamos um uber e fomos conhecer o Museu do Índio, que náo é um museu muito falado em relatos de viagens que havia lido sobre Manaus. É um museu simples, porém bem bacana em falar um pouco sobre a vida dos indígenas, seus hábitos e artefatos utilizados. Achei bem completo.
      Finalizamos o dia no Tambaqui de Banda, que foi nosso restaurante preferido de Manaus.

       
       
      Dia 6 - Palacete Provincial e retorno para casa
      Dia de retornar, mas como o voo era somente a tarde, deu tempo de explorar ainda o Palacete Provincial, casarão no centro histórico, próximo ao hotel, que na realidade abriga vários museus em si: um museu de arte contemporânea, com exposições de artistas locais, um museu numismático, de medalhas e moedas e um museu de fotografia. Belo lugar e belas obras de artes.

      Pessoal, espero que perdoem esse relato pouco detalhado. Infelizmente não consegui faze-lo logo após retonar da viagem, então perdi muitas informações uteis. Mais basicamente tudo que pesquisei para montar o roteiro usei como base do guia de Manaus do Viajenaviagem.
       
      Um grande abraço a todos e até a próxima.

    • Por Par de Sorrisos
      TRENES ARGENTINOS 🚆: uma maneira clássica de viajar en la ARGENTINA 🇦🇷 | Vlog viajante 🌎
       
       
      Oi gente! Desta vez, queremos convidá-lo a viajar de trem conosco. Uma jornada de sentidos sensoriais em essência. Uma amostra por nossos olhos do serviço de trens argentinos. Um serviço eficiente no que você pretende, que leva os usuários a diferentes partes da Argentina que, com paciência e disponibilidade de tempo, desejam viajar de maneira clássica, viajam de trem.
      Este episódio de áudio está em nosso podcast | https://bit.ly/3gzGSox
      00:00 Intro
      00:46 Estación Rosario Norte
      02:33 Trem
      08:22 Estación Retiro
      10:33 Despedida
      Eles podem obter as informações necessárias dos trens argentinos em suas viagens de curta e longa distância em seu site.
      Trenes Argentinos | https://www.argentina.gob.ar/transpor...
      Esperamos que você goste da nossa maneira de apresentar nosso passeio basicamente entre a Estação Rosario Norte, passando por todas as outras estações até chegarmos à Estação Retiro em Buenos Aires. Em linhas gerais, fornecemos as informações de infraestrutura e layout dos vagões, estações e destinos, para que eles tenham uma noção se decidirem tomar o serviço dos trens argentinos.
      Como sempre, viva uma vida feliz, beba bastante água para ser saudável e sorrir.
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    • Por Marco_AV
      Fala galera! 
      Faz um tempo que não posto nada aqui, nesse período de pandemia acabou não dando pra fazer muitos dos planos que tinha pra esse ano, mas realizei uma viagem rápida de 10 dias pro sul do Brasil recentemente e gostaria de compartilhar com vocês.
      Gosto sempre de planejar minhas viagens por meio de planilhas, vou compartilhar abaixo o modelo que eu utilizo, fiquem a vontade para utilizar também.
      Floripa - Outubro 2020.xlsx
      Bom, nossa viagem partiu de Jaguariúna, interior de SP com primeiro destino a Curitiba. Posteriormente, Florianópolis, Urubici, Imbituba e retorno. Foram na verdade 9 dias e fizemos a viagem inteira de carro. O roteiro está abaixo:

       
      Eu vou fazer o relato de cada cidade nos comentários para não ficar muito extenso cada post.
      Espero que gostem!
       

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