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Relato de viagem: MOCHILÃO DE 3 MESES POR 10 PAÍSES - O ROTEIRO FINAL


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Entre agosto e outubro de 2012, passei 93 dias viajando por 9 países europeus e Israel. Foi uma viagem totalmente independente e uma boa parte do trajeto eu fiz sozinha, sem companhia. Sai daqui com alguns trechos planejados, passagens compradas etc, mas mantive duas lacunas de cerca de 15 dias cada uma para poder ter flexibilidade e liberdade.

A primeira parte da viagem estava toda fechada antes de sair do Brasil. Por um lado isso representou um certo conforto e no caso das passagens aéreas, economia. Por outro lado, comprometeu o melhor aproveitamento de alguns destinos e confesso que foi um alívio encarar a Croácia com tempo, disposição e liberdade para compor o roteiro na medida em que a viagem acontecia. Na Croácia eu pude experimentar o que apelidei de modo de viagem AA. Nos grupos tipo Alcoólicos Anônimos (AA) uma das frases mais famosas é justamente: “um dia de cada vez”. E foi assim que eu definia meu destino a cada dois dias, resolvendo passar mais tempo em alguns lugares quando queria ou reservando ela internet o próximo destino, escolhendo passeios conforme podia e dava vontade. Confesso que deu vontade de passar a viajar sempre assim!

 

Se assim fosse teria ficado mais tempo em Zakopane e possivelmente não teria deixado Praga fervendo para ir até Cesky Krumlov.

 

No final das contas o roteiro ficou assim:

Cidade-base 1: Amsterdam, Holanda (5 dias e meio no total), voo da KLM saindo de São Paulo sem escalas.

Bate-volta: Haarlem e Bloemendaal (1 dia de trem e ônibus com passagens compradas na hora)

Bate-volta: Bruges (1 dia de trem com passagens compradas dois dias antes na Estação)

Em Amsterdam: 3 dias e meio

Cidade-base 2: Paris, França (6 dias), aéreo incluído na passagem transoceânica pela Air France

Bate-volta: Rennes e Monte St-Michel (1 dia de trem previamente comprado pela internet e ônibus com passagem comprada na hora)

Em Paris: 5 dias

Cidade-base 3: Cracóvia, Polônia (4 dias e meio), aéreo da Ryanair comprado antes de sair do Brasil pelo site da empresa

Excursão: Auschwitz (1 dia com excursão previamente agendada e comprada pela internet)

Pernoite e retorno: Zakopane (1 dia de ônibus comprado na hora, com retorno à Cracóvia)

Em Cracóvia: 2 dias e meio, não consecutivos

Cidade-base 4: Budapeste, Hungria (4 dias), de ônibus comprado com antecedência pelo site da Eurolines Polonesa

Cidade-base 5: Praga, República Tcheca (5 dias e meio), de ônibus comprado com antecedência pelo site da Eurolines Húngara

Pernoite e retorno: Cesky Krumlov (1 dia de ônibus comprado com antecedência pelo site da Student Agency, com retorno à Praga)

Em Praga: 4 dias e meio, não consecutivos

Cidade-base 5: Split, Croácia (1 dia e meio) , aéreo pela Smart Wings comprado com antecedência no site Decolar.com

Cidade-base 6: Hvar Town, Croácia (3 dias), de catamarã comprado um dia antes no quiosque do porto

Bate-volta: Jelsa e Stari Grad (1 dia de ônibus comprado a hora)

Excursão: Pakleni Islands e Mlini Beach (6 horas de barco comprado na hora)

Em Hvar Town: 1 dia e meio

Cidade-base 7: Split, Croácia (2 dias), de catamarã comprado na manhã de partida no porto

Bate-volta: Ilha de Brac: Supetar e Bol (1 dia de ferry boat e ônibus comprados no mesmo dia)

Em Split: 1 dia

Cidade-base 8: Zadar, Croácia (4 dias), de ônibus comprado com um dia de antecedência na rodoviária

Bate-volta: Plitvice Lakes e National Park(1 dia de ônibus comprado na estação rodoviária um dia antes)

Excursão: Kornati Islands National Park ( 1 dia de barco comprado no dia anterior)

Em Zadar: 2 dias

Cidade-base 9: Dubrovnik, Croácia (7 dias), de ônibus comprado com um dia de antecedência na rodoviária

Excursão: Elaphite Islands (1 dia de barco comprado no dia anterior próximo à praia)

Em Dubrovnik: 6 dias com troca de albergue

Cidade-base 10: Bari, Itália (1 dia e meio), de ferry-boat comprado com dois dias de antecedência no porto

Cidade-base 11: Roma, Itália (5 dias e 1 noite), de trem comprado com 5 dias de antecedência pelo site da Trenitalia

Bate-volta: Vaticano (7 horas, a pé) e Nápoles+Pompéia (1 dia de trem comprado com antecedência pelo site da Trenitalia e trem local comprado na hora na própria Estação em Nápoles)

Cidade-base 12: Montepulciano, Itália (3 dias) de carro alugado pelo site ainda no Brasil

Bate-volta: Viterbo, Civitá de Bagnoregio (1 dia de carro), Orvieto, Montepulciano (1 dia de carro), Pienza e Siena (1 dia de carro)

Em Montepulciano: meio dia

Cidade-base 13: Florença, Itália (3 dias e 1 noite), de trem comprado na hora na Estação de Siena

Bate-volta: Pisa (meio dia de trem comprado um dia antes na estação de trem), Fiesole (meio dia de ônibus local)

Em Florença: 2 dias e 1 noite

Cidade-base 14: Veneza, Itália (2 dias), de trem comprado com antecedência no site da Trenitalia

Cidade-base 15: Sirmione, Itália (2 dias), de trem comprado com antecedência no site da Trenitalia

Bate-volta: Verona (6 horas de ônibus comprado no dia)

Em Sirmione: 1 dia e meio

Cidade-base 16: Milão, Itália (12 horas), de trem comprado com antecedência no site da Trenitalia

Cidade-base 17: Chania, Ilha de Creta, Grécia (4 dias), aéreo comprado com 25 dias de antecedência pelo site da Ryanair

Bate-volta: Falasarna, Georgioupoli (1 dia cada destino de ônibus comprado na hora do embarque na estação rodoviária), Kissamos (meio dia de ônibus comprado na hora).

Em Chania: 1 dia e meio

Cidade-base 18: Heraklion, Ilha de Creta, Grécia (1 dia), de ônibus comprado com um dia de antecedência na Estação Rodoviária

Bate-volta: Cnossos (meio dia de ônibus local saindo da estação rodoviária)

Em Heraklion: meio dia

Cidade-base 19: Karterados, Ilha de Santorini, Grécia (1 dia e meio), de ferry boat comprado com 20 dias de antecedência pelo site paleologos booking system

Bate-volta: Fira Town e Oia (1 dia de ônibus local) e Akrotiri (meio dia de ônibus local)

Cidade-base 20: Atenas, Grécia (3 dias), de ferry-boat comprado com 1 mês de antecedência pelo site Paleologos

Cidade-base 21: Jerusalém, Israel (4 dias), aéreo comprado ainda no Brasil no site da El Al

Excursão: Massada ao nascer do sol, Ein Gedi e Mar Morto (1 dia, contratada no albergue com dois dias de antecedência)

Em Jerusalém: 3 dias

Cidade-base 22: Eilat, Israel (4 dias), aéreo comprado com 2 meses de antecedência pelo site da El Al

Cidade-base 23: Jerusalém, Israel (1 dia), aéreo comprado com 2 meses de antecedência pelo site da El Al

Cidade-base 24: Nazaré, Israel (5 dias), de ônibus e nesher/táxi compartilhado comprado a hora

Bate-volta: Tzfat (1 dia de ônibus e carona)

Em Nazaré: 4 dias

Cidade-base 25: Tel Aviv, Israel (2 dias e meio), de ônibus local

 

Retorno ao Brasil com voo da air france, Tel Aviv-Paris-São Paulo

 

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Oi, obrigada!   então, tive problemas para colocar as fotos agora.. vou aperfeiçoando o relato.   1-dubrovnik, Croácia. 2-Budapeste, Hungria. 3-Oia, Santorini, Grécia. 4 e 5-Monte St Michel, Fran

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algumas duvidas

 

Qual câmera vc usou ?!??!

 

como fez para contratar o bate volta st michel e qt custou !?!!?

 

Se possível coloca o nome dos lugares após as fotos para nos podermos nos identificar melhor

 

no mais, grande passeio e bons roteiros

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Oi, obrigada!

 

então, tive problemas para colocar as fotos agora.. vou aperfeiçoando o relato.

 

1-dubrovnik, Croácia. 2-Budapeste, Hungria. 3-Oia, Santorini, Grécia. 4 e 5-Monte St Michel, França. 6-Haarlem, Holanda. 7- civitá di Bagnoregio, Itália. 8-Veneza, Itália. 9 e 10- foi repetida, Praga, República Tcheca. 11- Jerusalém, Israel e 12- Coral Reef, Eilat, Israel

 

Usei 3 câmeras, nada profissional, tiro 500 mil fotos e vou arrumando ângulo etc até ficar com uma boa. A maior parte das fotos foi tirada com uma Kodak Easyshare Z981 e com a máquina do meu tablet (tenho um samsung galaxy que usei muito! rs). Em alguns momentos usava uma samsung dessas automáticas, bem básica.

Eu não contratei o bate-volta para Monte St michel. Fiz assim: comprei com antecedência passagens de ida e volta de trem saindo de Paris até Rennes. Sai da Estação de Monteparnasse em Paris. Com antecedência no site da TGV, gastei 20 euros por trecho. Chegando na estação de trem de Rennes é só sair e seguir a direita onde você encontrará atendentes vendendo as passagens de ônibus, já dá para comprar ida e volta. 12 euros ida e volta. Os caminhos são muito bonitos, a viagem é longa mas agradável. A entrada na Abadia custou 9 euros. É um lugar impactante mesmo com a quantidade absurda de turistas por perto!

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Eu sou apaixonada por Amsterdam e o início do meu mochilão foi novamente pela cidade dos canais e das bikes por toda parte.

hospedagem: Nessa segunda vez por lá me hospedei em um albergue da rede cristã (não precisa ser cristão para ficar lá.. rs) Shelter. Escolhi o Shelter Jordaan devido à localização pois gosto daquele bairro, próximo à casa de Anne Frank. Como tinha muita vontade de ficar em uma casa-barco, mas meu orçamento era limitado, pesquisei muito até encontrar o MPS Noorderzon, um hotel-barco onde me hospedei pelos dois últimos dias na cidade. Adorei a experiência e repetiria com certeza. Muito bem localizado, ao lado do NEMO, limpo e confortável pelo menos para alguém com o meu porte físico. A cabine dupla saiu 60 euros a diária, 30 para cada pessoa. Os inconvenientes: sem café da manhã e internet, para pessoas muito altas o espaço do banheiro pode ser meio limitado. Ambos podem ser reservados no hostelworld.

 

Roteiro:

Dia 1

[O voo da KLM saindo de São Paulo no dia anterior às 19h15, chega como de costume sem atrasos perto das 11h. Imigração sem crises e transfer do aeroporto de trem que te deixa de maneira rápida (menos de 30 minutos), fácil (só comprar no hall do aeroporto, em maquininhas que tem versão em inglês, e descer sem precisar validar nada para estação subterrânea) e barata (entre 3,8 e 6,00 euros) na Estação Central.]

- check in, almoço, ambientação

- como estava com uma amiga que não conhecia a cidade, andamos pelos canais do Jordaan, compramos o ingresso com horário para subir na torre da Westerkerk (aquela com os sinos melodiosos e que tem a torre mais alta da cidade), passeamos pela Dam Square e pela Damrak até a Estação Central, voltamos para a torre e ainda andamos de barco e demos uma voltinha no Red Light District.

- dessa forma, repassei os principais pontos turísticos da cidade, em uma única caminhada e ainda fiz um programa novo pois não havia subido na igreja na primeira vez.

Site da Westerkerk: http://www.westerkerk.nl.

 

COMENTÁRIO: Recomendo muito todos os detalhes desse primeiro dia: para brasileiros, esse voo da klm é ótimo e geralmente as passagens não saem mais caras do que as das outras companhias aéreas com a devida antecedência. O passeio de barco funciona bem para uma primeira impressão da cidade. A vista da torre da igreja é ótima, mas vá preparado para a aventura que é subir. Ah! E os holandeses continuam lindos e simpáticos!

 

Dia 2:

- dia intenso como só o meu segundo dia em qualquer cidade do mundo consegue ser... sempre exagero na dose! inconsequentemente e sem querer... mas exagero!

- começamos comprando no albergue (Shelter Jordan, falo dele depois) as entradas para minha amiga ir aos Museus, os dois principais, Rijks e Van Gogh. E partimos em direção à atração da manhã: Museu de Cera da Madame Tussaud. O museu fica ali na praça central, a Dam Square. Ele tem algumas opções de bilhetes combinados com outras atrações. Como em todos os lugares do mundo, é uma atração beeeeem cara (22 euros). Na viagem do ano passado eu tinha deixado os Museus de Cera (Paris também tem um, se chama Museu Grévin) pois estava sozinha e para mim esse é o tipo de atração para diversão, mais do que apreciação.

- A segunda etapa do dia foi comer as famosas batatas-fritas que disputam com as batatas belgas o título de melhores do mundo e aproveitar para dar uma passada na Estação Central para comprar as passagens de trem para Bruges.

- A ideia era comprar as passagens, enganar o estômago com as batatas e ir em direção à Museumplein onde minha amiga visitaria os dois museus e eu aproveitaria para... flanar pela região. Até aí tudo bem, se eu não tivesse decidido entrar pelo Red Light District e experimentar um caminho diferente. Claro que me perdi e continuei me perdendo repetidamente! Nossa sorte foi que nas sextas-feiras o Museu Van Gogh faz “hora extra” e fica aberto até mais tarde. ::mmm: Por outro lado, foi ótimo conhecer outras ruas e canais da região central da cidade com feirinhas, lojas e mais lojas de diamantes, praças, pontes e flores. Eu conhecia apenas ‘pedacinhos’ dos lugares percorridos e acho que atrasamos mais porque era simplesmente irresistível parar a cada quadra para tirar fotos e apreciar (além de tentar me encontrar no mapa!). Para quem quiser se perder como a gente, reserve tempo e siga pelo Red Light District até a Rorkin (que obriguei minha amiga a andar umas três ou quatro vezes... rsrs), passe pela Spui, encontre a Rembrandtplein, dê algumas voltas até ir parar na Waterlooplein, passe próximo ao Vondelpark até encontrar os fundos do Museu Rijks e dê a volta parando no famoso letreiro I ::love:: Amsterdam. Se você não tiver limites de tempo, como ingressos comprados para dois museus válidos apenas para o dia, a experiência é ótima! hehe

- Terminamos no Vondelpark onde haveria apresentações no Openlucht Theater, onde ocorrem festivais no verão, mas a chuva nos espantou (assim como a todos os outros). Ainda batemos uma boa pernada pelo Prinsengracht procurando a direção certa do albergue e comida.

 

COMENTÁRIOS: Cuidado com horários marcados em Amsterdam, a cidade é linda e é muito fácil se perder. Mapas não ajudam muito! Acredito que o Rijks e o Van Gogh sejam OS museus a serem vistos em Amsterdam e eu não deixaria nenhum dos dois de fora em uma primeira visita. No verão, nas sextas-feiras, há apresentações e lounge no museu Van Gogh no período da noite. O clima é delicioso! O letreiro de I S2 Amsterdam está sempre cheio mesmo! Se for passar por Londres, deixe para ir no Museu de Cera de lá pois é reconhecidamente o melhor.

 

Site do Openlucht Theater: http://www.openluchttheater.nl.

Site do Museu Van Gogh: http://www.vangoghmuseum.nl/vgm/index.jsp.

Site do Rijks: https://www.rijksmuseum.nl/.

 

Dia 3:

- O terceiro dia foi um sábado e haveria a Parada Gay em Amsterdam. Esse era o dia sem programação, um dia para experimentar um pouco de liberdade criativa e fugir de roteiros prontos. Traduzindo: acordar, sentir o clima e ir até a Estação Central sem compromisso para fazer um bate e volta para alguma cidade próxima.

- Aproveitando a liberdade, escolhemos fazer um caminho completamente diferente até a Estação Central e foi ótimo! As ruas estavam vazias e a cidade acordando aos poucos (depois coloco um post sobre os diferentes caminhos entre o Jordaan e a Estação Central).

- Na estação, escolhemos seguir de trem até Haarlem. Fui pesquisando no guia de viagem virtual que instalei no Galaxy sobre os pontos turísticos de lá. Foi um dia delicioso e descontraído! A cidade é uma graça (provavelmente como todas as outras da Holanda!), muito tranquila e fácil de conhecer a pé. Havia um mercado de rua emocionante de tão lindo! Cheio de queijos e flores!

- De lá, resolvemos pegar um ônibus em frente à Estação de trem para conhecer o que é uma praia na Holanda e fomos até Bloemendaal. Outro acerto! Mesmo com a chuva e o clima “anti-mergulho-nesse-mar-gelado”, nos divertimos muito e o caminho até lá é encantador.

 

COMENTÁRIOS: Se tiver um dia sobrando em Amsterdam, esse passeio pode ser uma boa opção. São apenas 15 minutos de trem até Haarlem e de lá mais uns 20 minutos de ônibus até Bloemendaal. Mas se estiver por lá, com dia sobrando, entre o final de março e começo de maio tente conferir o Keukenhof e os campos de tulipas de Lisse. É maravilhoso! Mas só rola na alta primavera...

 

Dia 4

- Dia para madrugar: passagens compradas para Bruges (cidade com arquitetura medieval e chocolates na Bélgica), a day trip deveria começar cedo pois não é tão perto assim.

- Bruges é outra cidade que é facilmente conhecida a pé e amplamente “fotografável”. E os chocolates... Ah, os chocolates!!

 

COMENTÁRIOS: Como day trip a partir e voltando para Amsterdam torna-se uma viagem muito cansativa. Tem que trocar de trem e a estação perto de Bruxelas em que isto acontece é trash! Trens atrasam por lá também! A melhor sugestão é dormir uma noite na cidade e de lá seguir viagem em direção à Londres ou Paris, conforme seu roteiro. De qualquer maneira, muito cuidado ao sair da cidade no trem do final da tarde pois TODO MUNDO tem a mesma ideia e você corre o sério risco de voltar de pé em um trajeto que dura mais de 3 horas! De qualquer forma, como estávamos em férias, foi divertido.

 

Dia 5:

- Dia de acordar levemente mais tarde, fazer check out e mudar de endereço: fomos para a casa-barco!

- Após a mudança, resolvemos andar pela vizinhança, ir ao mercado,localizar os museus do dia seguinte e aproveitar o por-do-sol no convés. É uma outra Amsterdam e vale muito a pena reservar um tempo para este lado da cidade.

 

COMENTÁRIO: A life time experience! Tem que se hospedar numa casa-barco uma vez na vida: o humor muda, a relação com a água ali tão perto, o movimento bem de leve do barco... tudo!

 

Dia 6

- Iniciamos juntas a programação do dia e divergimos no período da tarde.

- Visitamos a casa do Rembrandt. Emocionante! Amei! E a lojinha é de enlouquecer! Rsrs

- Andamos pela região.

- Depois eu fui explorar o quarteirão judaico e visitei a Sinagoga Portuguesa, o Museu Judaico, alguns Memoriais e o Museu da Ocupação. Recomendo muito esse último para os visitantes em geral e o Museu Judaico que fica em um complexo de várias antigas Sinagogas para os interessados em entender sobre a cultura judaica.

- Enquanto isso, minha amiga aproveitou e fez sua incursão pelo Horto Botânico.

- Nos reunimos no final da tarde e fomos até a Biblioteca Pública (em frente à casa-barco) que tem café, restaurante e uma vista maravilhosa do último andar. O prédio e a estrutura são um deslumbre. Quero uma assim na minha cidade!

- Hora de se despedir, com uma pontada no coração, e seguir caminho... novamente rumo à Paris!

 

COMENTÁRIOS: Toda essa região da cidade é bem interessante. Há também o jardim zoológico, o museu Hermitage (que tem um prédio muito bonito) e várias pontes e construções bonitas. Recomendo muito a Casa do Rembrandt e ainda volto para visitar o Horto. :wink:

 

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130107124344.JPG 500 375 Legenda da Foto]Amsterdam.[/picturethis]

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130107124536.JPG 375 500 Legenda da Foto]Museu de Cera em Amsterdam.[/picturethis]

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130107124804.JPG 500 375 Legenda da Foto]Ficamos hospedadas neste barco à direita.[/picturethis]

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130107124930.JPG 375 500 Legenda da Foto]Arredores do hotel-casa-barco.[/picturethis]

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130107125201.JPG 375 500 Legenda da Foto]Haarlem.[/picturethis]

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130107125352.JPG 500 375 Legenda da Foto]Bloemendaal.[/picturethis]

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Já estou adorando esse relato! Certamente vou acompanhar!

 

E Ana, tenho umas perguntinhas sobre a Westerkerk: com quanto tempo de antecedência você conseguiu reservar a visita à torre? Estou pensando em ir mais no fim da tarde, você acha que é necessário passar lá de manhã pra comprar o ingresso? E no site fala que a igreja é aberta até às 15h, mas as visitas à torre vão até às 18h, você sabe como é isso? Se eu for depois das 15h eu não vou poder visitar o interior da igreja? ::dãã2::ãã2::'>

 

Obrigada desde já!

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Obrigada! Só posso antecipar que foi uma viagem inesquecível!

 

Então, sobre a Westerkerk é isso mesmo. Eles tem um horário para a torre e outro para visitar a igreja. Eu confesso que nem entrei na igreja. Nós compramos os ingressos para a torre no mesmo dia, algumas horas mais cedo. Nem foi por precaução, mas pq passamos para saber como funcionava e estávamos hospedadas ali pertinho. Como um grupo tinha acabado de subir e teríamos que esperar muito para o seguinte, compramos o ingresso para o final da tarde e fomos fazer outras coisas. Eles montam grupos com hora marcada e tem número limitado de pessoas por grupo, as visitas são guiadas e não livres. Nosso grupo (do final da tarde) não tinha muita gente, mas o anterior e o que veio logo depois e seria o último tinha bastante gente. Leve-se em conta que era começo de agosto, alta temporada. Talvez seja interessante comprar antes pq não tem outra forma de ficar sabendo dos horários.

Abraços

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Obrigada! Só posso antecipar que foi uma viagem inesquecível!

 

Então, sobre a Westerkerk é isso mesmo. Eles tem um horário para a torre e outro para visitar a igreja. Eu confesso que nem entrei na igreja. Nós compramos os ingressos para a torre no mesmo dia, algumas horas mais cedo. Nem foi por precaução, mas pq passamos para saber como funcionava e estávamos hospedadas ali pertinho. Como um grupo tinha acabado de subir e teríamos que esperar muito para o seguinte, compramos o ingresso para o final da tarde e fomos fazer outras coisas. Eles montam grupos com hora marcada e tem número limitado de pessoas por grupo, as visitas são guiadas e não livres. Nosso grupo (do final da tarde) não tinha muita gente, mas o anterior e o que veio logo depois e seria o último tinha bastante gente. Leve-se em conta que era começo de agosto, alta temporada. Talvez seja interessante comprar antes pq não tem outra forma de ficar sabendo dos horários.

Abraços

 

Entendi! Eu vou em junho então acho que não vai ter tanto problema com lotação... valeu pelo esclarecimento!

 

E sem querer explorar mas já explorando rsrs! Sobre o passeio de barco, lembra com qual empresa você fez? Sabe se tem alguma melhor recomendada ou é tudo mais ou menos igual? Pesquisando na internet as opções são tantas que a gente fica perdidinho hehehe!

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haha

pode explorar! adoro falar de viagem e a maioria das pessoas com quem convivo curtem viajar mas adota um esquema excursão e agência de viagem, então não tem muita paciência com minhas pesquisas... hehe

 

fiz esse passeio de barco nas duas vezes, escolhendo aleatoriamente as "companhias". fica uma do ladinho da outra ali perto da Estação Central, próximo de uma das entradas para o Red Light District. gostei mais do primeiro passeio que fiz em 2011. não sei, vi um pouco de diferença no trajeto sim. o nome da cia é "rederij plas". pelo menos é isso que está no bilhete que guardei. foi 8,5 euros. um passeio que eu queria ter feito nessa segunda vez é de barco durante a noite. tem disponível em duas agências na cidade, uma delas nos arredores do Jordaan, no canal Prinsengratch (infelizmente não encontro o folder com os detalhes). procure pelos "light cruises".

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