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Londres - Amsterdam - Paris - Dezembro


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Até que em fim tirei um tempo para fazer o relato da minha última viagem para Londres, Amsterdam e Paris que realizei no começo de Dezembro de 2012.

 

[t1]Voo São Paulo x Londres - Paris - São Paulo[/t1]

 

Consegui comprar uma passagem promocional da Lufthansa por R$ 1.500,00 ida e volta, ótimo preço! O único inconveniente é que Amsterdam não estava incluída nas cidades válidas para a promoção, o que gerou um certo transtorno na hora de montar o roteiro, mas no final das contas deu tudo certo.

 

O voo saiu de SP com destino a Munique exatamente na hora marcada. Já o serviço de bordo é outro nível, sem comparação com todas as outras companhias que já viajei. Inicialmente serviram alguns aperitivos, acompanhados por vinho branco, vinho tinto, wisky, martini, vodca, bacardi, cerveja alemã, espumante, alem dos tradicionais sucos e refrigerantes, acho que era isso, ao menos eu são as que eu lembro...

 

Em seguida o jantar, a culinária alemã não é famosa por sua qualidade, mas até que estava bom, as opções eram peixe ou carne, eu pedi um peixe acompanhado por um vinho branco alemão muito bom. Depois do jantar, o tradicional café ou chá, ainda deixaram a disposição café, suco, refrigerante e chocolates a vontade a noite toda, aproveitei e peguei umas três barras de chocolate Milka para passar a noite...

 

O voo em si não foi dos melhores, pegamos muita turbulência em praticamente todo o trajeto, então não dormi quase nada, ao menos assisti 3 filmes para passar o tempo. A conexão para Londres foi em Munique, a vista dos Alpes e da cidade toda coberta de neve ao amanhecer é simplesmente espetacular.

 

Nunca vi aeroporto mais organizado e prático quanto o de Munique, tudo perfeito, salas amplas e práticas, internet gratuita, tinha até um lugar com poltronas estilo divã onde dava para tirar um cochilo gratuitamente. Na seqüência do voo para Londres, a mesma qualidade no serviço de bordo, como era um voo curto, sanduíches a vontade, bebida a vontade com as mesmas opções de antes, até repeti o sanduíche, pois estava com muita fome. Me acostumei mal... ::lol4::

 

A volta foi a partir de Paris, com conexão novamente em Munique, dessa vez o voo saiu com uma hora de atraso de Paris, era um voo Lisboa – Madri - Paris – Munique, segundo o comunicado do piloto, o atraso foi devido a problemas burocráticos em Lisboa e Madri. Já estava preocupado em perder a conexão em Munique, mas deu tudo certo, chegamos faltando 30 minutos para o inicio do embarque, deu tempo suficiente para chegar ao portão de embargue e ainda sobrou tempo para dar uma passada no Duty free que ficava do lado

 

No voo de volta, a mesma qualidade de serviço da ida, e de novo não consegui dormir nada, mas dessa vez culpa de um moleque de 3 anos de idade que não ficou quieto a viagem toda, tinha hora que dava vontade de ::toma:: , mas fazer o que...

 

Já a chegada em Guarulhos, triste volta à realidade brasileira, aeroporto, lotado, sujo, atrasos, filas imensas, calor insuportável, sem bancos para sentar, sem wi-fi, em fim toda a triste realidade a que estamos acostumados.

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[t1]Londres[/t1]   A chegada em Londres não podia ser melhor, chegamos ao meio-dia num dia ensolarado, na aproximação para o pouso fizemos várias voltas a baixa altitude sobre o Tamisa no centro de

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[t1]Londres[/t1]

 

A chegada em Londres não podia ser melhor, chegamos ao meio-dia num dia ensolarado, na aproximação para o pouso fizemos várias voltas a baixa altitude sobre o Tamisa no centro de Londres, ver a Tower Bride, London Eye, Big Ben de “pertinho” do alto já valeu a viagem, até podiam me mandar de volta...

 

A fila da imigração estava grande, mas andou bem rápido, fui atendido em menos de 10 minutos. Na hora da entrevista bateu aquele frio na barriga, pois várias pessoas na minha frente foram para a temida salinha reservada. Mas quando chegou a minha vez, a atende só perguntou se eu estava vindo a turismo, quantos dias ficaria em Londres onde iria após Londres, não pediu para ver nada alem do passaporte. A entrevista toda levou uns 3 minutos, e ainda me deu dicas sobre o metro que estava em manutenção nesse dia, por fim ainda elogiou meu inglês, falou que eu falava muito bem, sem sotaque. :D

 

[t3]Dia 02 Dezembro[/t3]

 

Como a imigração foi muito rápida, comprei um Oyster Card no aeroporto e peguei o metro para o hotel. Aqui vale uma observação, compre sempre o Oyster Card no aeroporto assim que chegar, com o Oyster a passagem custou somente £1,60, se fosse pagar em dinheiro, custaria £ 4,00.

 

As 14:00 já estava no hotel (easyHotel Earl´s Court). Mas como o check-in só iria liberar as 15:00, aproveitei esse tempo para tomar um café e espantar um pouco o frio de 1ºC que estava fazendo na hora. Há vários pubs e restaurantes na rua Earl´s Court, bem pertinho do hotel.

 

Quando deu 15:00 fui para hotel fazer o check-in e em seguida fui dar uma volta pelas redondezas para me localizar, aproveitei e fui até Hyde Park que fica pxoximo do Hotel e fazer umas comprinhas no supermercado 24 horas que há ao lado do hotel.

 

Como estava muito cansado devido ao fato de não ter dormido quase nada na noite anterior ficou por isso mesmo, jantei um sanduíche que comprei no supermercado e fui dormir cedo.

 

[t3]Dia 03 Dezembro[/t3]

 

Albert Memorial e Royal Albert Hall

 

Como ainda era cedo, e o Natural History Museum só abriria as 10:00 resolvi dar uma volta rápida até o Albert Memorial e Royal Albert Hall que ficam a duas quadras do museu.

 

 

Natural History Museum

 

Quando deu 10:00 horas fui para o Natural History Museum, como todos os museus em Londres, a entrada é gratuita, então mesmo que tenha pouco tempo disponível, vale a pena ao menos dar uma passada rápida pelo museu. O museu é muito grande, para ver tudo detalhadamente e com calma você gasta facilmente um dia inteiro. Resolvi me concentrar e ver mais detalhadamente as partes que interessavam. No restante só dei uma passada rápida.

 

A exposição fósseis e reproduções de dinossauros, na minha opinião, é de longe a melhor parte do museu.

 

Natural History Museum

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Harrods

 

Saindo do Natural History Museum, a próxima parada foi na Harrods. Tudo é absurdamente caro, quase não dava para andar de tão lotado de chineses torrando dinheiro, como não estava mesmo querendo comprar nada, e pelo preço das coisas não ia dar para comprar muita coisa mesmo, 20 minutos depois já estava seguindo para o Buckingham Palace.

 

Buckingham Palace

 

Desci do ônibus em Hyde Park Corner, e fui caminhando pelo Green Park até o palácio, como não era dia de troca da guarda estava tranqüilo. Tirando a importância política pelo fato de ser a residência da rainha, por fora o palácio não é nada demais, passaria facilmente despercebido no meio de tantos outros semelhantes que há em Londres. Como nessa época do ano o palácio está fechado para visitação, somente uma pausa rápida para algumas fotos e seguir em frente

 

Já era tarde e a fome estava começando a apertar, fui procurar um lugar para almoçar no caminho para a Abadia de Westminster, me desviei um pouco do caminho, e como era minha primeira vez em Londres, não pude fugir do clichê, acabei almoçando no The Laughing Halibut da Rua Strutton Ground, é um dos últimos restaurantes remanescentes em Londres que servem o autentico “Old school Fish & Chips”. É um restaurante típico londrino, frequentado por quem trabalha nas redondezas, o preço é muito bom, £7,00 por um Fish & Chips grande com refrigerante, confesso que quase não consegui comer tudo de tão grande que era a porção.

 

Buckingham Palace

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Westminster Abbey / Big Ben

 

Os detalhes da fachada da Abadia de Westminster são impressionantes, mas como a ansiedade de ver o Big Ben era muito grande, acabei não entrando na abadia, que dizem ser muito bonita também.

 

Westminster Abbey

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A primeira vista do mítico Big Ben, faz todo o cansaço da viagem valer a pena!! O melhor local para fotos, é atravessando a Westminster Bridge. Já que você está por lá, sente num dos banquinhos a beira do Tamisa e relaxe e descanse um pouco enquanto espera o Big Ben tocar, de preferência espere ele tocar quando for uma hora cheia, vai ser um som que você vai lembrar por muito tempo.

 

Palace os Westminster/Houses of Parliament

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Oxford Street

 

Para encerrar o dia, uma passadinha na Oxford Street para umas comprinhas na Primark. Segui a recomendação de não levar muita roupa pesada daqui, e comprar tudo lá, e foi uma boa escolha. Comprei um casacão muito bom lá por £15,00, não é muito bonito, mas não passei frio com ele. Trata-se de uma grande loja de departamentos no estilo das brasileiras C&A e Renner, ou seja, vende artigos baratos da china e índia. Não espere encontrar os últimos lançamentos da moda, mas em compensação os preços são ótimos.

 

Para fechar a noite, jantar no restaurante Nando´s, tem vários espalhados por toda cidade. Se você for em um deles, esteja ciente que a comida é bem apimentada, comida baiana passa vergonha perto da comida deles, mas como eu gosto, adorei a comida deles.

 

Oxford Street com decoração natalina

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[t3]Dia 04 de Dezembro[/t3]

 

Tower of London

 

A Torre de Londres que no decorrer dos séculos já serviu de palácio real e prisão é um passeio bem interessante, se você tiver tempo, vale muito a pena fazer o tour pelo palácio e muralhas da torre. Pena que o preço de £20,90 é um pouco salgado. São necessárias umas 3 horas para ver tudo com calma, mas vale a pena o tempo investido.

 

A parte das jóias da coroa também é bem interessante, pena que não se pode tirar fotos dela. Enquanto estiver passeando pelo pátio do palácio, fique atento para ver se consegue ver os famosos corvos. Segundo a lenda, o dia em que o último corvo morrer, será o fim do império britânico.

 

Tower of London

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Tower Bridge

 

Nem tem muito o que falar a respeito deste ícone de Londres. O melhor lugar para fotos é o lado sul do Tamisa em frente ao City Hall, aquele prédio redondo esquisito que parece um ovo.

 

Após uma seção interminável de fotos, já tinha passado da hora do almoço, como ainda tinha bastante coisa para ver, fiz uma parada para um lanche na Shad Thames Street, fica no lado sul do Tamisa bem próximo da Tower Bridge. Há vários restaurantes de todos os níveis e gostos, desde Mac Donalds até restaurantes requintados. Eu fiquei no sanduíche mesmo...

 

Tower Bridge

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Thames River Tour / London Eye

 

Na volta até a London Eye, resolvi fazer algo diferente e voltei de barco, você consegue ver Londres sob outro angulo. Os barcos da Thames Clippers fazem o trajeto a cada 30 minutos e custa só £5,40. O tempo de viagem do Tower Millennium Píer até a London Eye leva uns 20 minutos.

 

Chegando na London Eye, havia meia dúzia de pessoas na fila na minha frente para comprar os tickets, foi só comprar os tickets e embarcar imediatamente nas cápsulas. Mas no verão não costuma ser assim, as filas para andar na London Eye podem passar de 2 horas.

 

Se você tiver sorte e o dia estiver ensolarado, como no dia que fui, dá para ver muitos pontos de Londres.

 

Thames River Tour

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London Eye

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Imperial War Museum

 

Como tudo estava dando muito certo, nenhum imprevisto, nenhuma fila e como ainda era bem cedo, resolvi aproveitar o resto do dia e ir até o Imperial War Museum que fica próximo da London Eye.

 

Haveria um evento especial no museu 2 dias depois, então muitas atrações estavam fechadas, ou tinha sido removidas para a área do evento, que estava fechada para visitação. Mas apesar disto, a visita foi bem interessante, principalmente a exposição sobre o holocausto. Acredito que quando o museu esteja funcionando normalmente deve ser uma experiência muito interessante.

 

Imperial War Museum

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Para encerrar o dia, no caminho de volta para o hotel, uma paradinha em Westminster para um lanche e algumas fotos noturnas do Big Bem e London Eye.

 

Palace os Westminster/Houses of Parliament vista a noite

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[t3]Dia 05 de Dezembro[/t3]

 

Camden

 

Para começar bem o dia e ajudar a aguentar o frio londrino, nada como um Full English Breakfast no pub Oxford Arms em Camden, custou umas £8,00. Depois do café da manhã reforçado, nada como gastar as energias batendo pernas pelas feirinhas. Camden definitivamente o melhor lugar para comprar lembrançinhas, presentes e afins, tem muito coisa original e barata, voltei com a mochila cheia.

 

Galeria de lojas em Camden

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St. Paul's Cathedral + Millenium Bridge

 

A catedral é imensa e muito bonita, mas não cheguei a entrar nela. Bem em frente fica a Millenium Bridge, uma ponte de pedestres construída para as comemorações do ano 2000, mas que acabou caindo no gosto dos turistas e virou atração turística. Além disso, ela liga diretamente a St. Paul´s Cathedral e o Tate Modern que fica na margem oposta do Tamisa, é um atalho e tanto.

 

St. Paul's Cathedral

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Tate Modern

 

A galeria de arte modernista fica em um imenso prédio de uma antiga central elétrica. Tem algumas obras interessantes, e outras, que sinceramente... Não sei como alguém vê algo artístico em alguns tijolos jogados aleatoriamente, ou então um monte rabiscos numa tela.

 

Para quem gosta do gênero, é bem interessante, mas para mim que já não era muito ligado em arte moderna, a visita ao Tate ainda não me convenceu do contrario, mas em fim, tem gosto para tudo, e como a entrada é grátis, não vou reclamar... ::lol4:: O objetivo mesmo era pegar o pôr do sol visto do restaurante do 6º andar do tate Modern, que haviam me falando que era muito bonito, e posso falar que valeu a pena

 

St. Paul's Cathedral vista a partir do 6º andar do Tate Modern ao por do sol

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Tower Bridge + Pub Black Bird assistir o jogo do Chelsea

 

Na volta para o hotel, uma passada rápida na Tower Bridge para algumas fotos a noite. E pessoalmente eu acho que a ponte fica ainda mais bonita a noite.

 

Tower Bridge a noite

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Para fechar o dia em grande estilo, fui ao pub The Black Bird tomar algumas cervejas e assistir o jogo do Chelsea pela Copa da UEFA, esse era o único jogo de times londrinos no periodo em que estive em Londres. O pub fica em Earl´s Court, perto do hotel onde estava hospedado, e como o estádio do Chelsea fica próximo de lá, o pub estava lotado pela torcida dos “Blues”. Foi uma experiência bem interessante! Me senti um autentico londrino torcedor dos Blues. ::hahaha::

 

[t3]Dia 06 de Dezembro[/t3]

 

British Museum

 

Último dia em Londres. O museu é enorme, o mapa do museu que eu havia feito em casa com um roteiro prévio do museu me ajudou muito a não perder muito tempo, assim deu para ir direto as salas mais interessantes, as outras salas dá para ir vendo no caminho até as que realmente interessam. E mesmo assim gastei 3 horas no museu.

 

Mumia no British Museum

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National Galery

 

Na minha opinião essa é a melhor galeria dedicada a pintura clássicas da Europa, o acervo de pinturas clássicas é imenso, é o maior do mundo. Algumas das pinturas mais famosas de Leonardo da Vinci, Botticelli, Caravaggio, Rembrandt, Monet, Van Gogh, Degas e Picasso estão expostos ali. Você gasta facilmente umas 3 horas visitando o museu. Pena que não se pode tirar fotos do local.

 

Leicester Square / Picadilly Circus / Trafalgar Square

 

Após sair da National Galery, ainda tinha algum tempo disponível até a hora de pegar o trem, aproveitei para passear pela região de Convent Garden, ver os famosos letreiros dos espetáculos, não assisti nenhum, pois não ia dar tempo devido ao horário do trem.

 

Trafalgar Square

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ChinnaTown

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Les Miserables em cartaz, pena que não deu tempo de ver

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A loja da M&M's World é imperdível, todo mundo vira criança quando entra nesse paraíso dos doces, aproveitei para comprar um estoque de M&M´s para uns 2 meses. ::lol4::

 

The Beatles on M&M's World

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A loja da Hamleys também é bem legal, só não dá para levar as crianças junto quando for visitar!!

 

Trem até Harwich - Ferry até a Holanda

 

Como comentado anteriormente, devido a restrições na passagem promocional que comprei, não consegui começar ou terminar a viagem por Amsterdam, que seria muito mais prático, então tive que ir a Holanda e depois voltar para Paris. Acabei optando por pegar o ferry-boat noturno, como o ferry sai de Harwich, tem que pegar um trem as 19:30 até o porto. A viagem foi muito tranquila e confortável, mais pra frente eu conto com mais detalhes como foi a experiência.

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[t3]Amsterdam[/t3]

 

[t1]Dia 07 Dezembro[/t1]

 

A chegada na estação de Amsterdam Centraal foi sob uma forte nevasca, mas como o tempo em Amsterdam era curto, resolvi encarar o tempo ruim e ir deixar as malas no hotel. Fiquei hospedado no The Concert Hotel, fica próximo a Museumplein. A princípio pode parecer longe, mas como Amsterdam é relativamente pequena dá para ir a pé a muitos lugares e para os mais distantes sempre tem os Trams.

 

Enquanto estava deixando as malas no hotel o tempo deu uma melhorada e felizmente consegui aproveitar o dia. A alegria de ver neve pela primeira vez durou só um minuto, pois alem de você ficar todo molhado, quando aquela porcaria começa a derreter, as ruas e calçadas viram um lamaçal só, e o gelo que se forma quando a neve está derretendo, é pior do que andar sobre sabão molhado, você tem que andar o tempo todo com muito cuidado para não escorregar e acabar mergulhando num dos canais, o que com o frio que estava fazendo, com certeza não seria uma boa coisa.

 

Museumplein / Iamsterdam

 

Como o hotel ficava ao lado da Museumplein, a primeira parada foi lá mesmo, para tirar a obrigatória foto no letreiro Iamsterdam. Como havia nevado muito na noite anterior e manhã, a praça estava toda coberta com uma camada de quase 10 cm de neve, deu até para fazer boneco de neve.

 

Museumplein

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Rijksmuseum

 

O museu tem algumas obras famosas como o famoso A ronda noturna de Rembrandt e a leiteira de Vermeer. Talvez seja pelo fato de eu ter visitado no dia anterior a National Galeery em Londres que é imensa e gratuita, mas eu achei que os 14,00 Euros pelo ticket muito alto. Em 45 minutos havia passado por todas as salas, até achei que tinha pulado alguma sala, mas o museu é bem pequeno mesmo, então voltei para mais uma olhada nas obras mais interessantes para aproveitar bem os 14,00 Euros.

 

Agora minha opinião muito pessoal, se o seu roteiro também passar por Londres ou Paris e o tempo em Amsterdam estiver apertado, a não ser que você tenha muito interesse nas obras expostas, eu não entraria no Rijksmuseum. O Louvre e a National Galery em Londres são muito mais interessantes. Esse tempo do Rijksmuseu seria muito melhor gasto em um Canal Tour. Por sinal tem um atrás do Rijks e custa 14,00 euros.

 

EDITADO: Só depois de alguns meses que voltei de Amsterdam é que eu descobri que o Rijksmuseum estava em reforma durante os últimos 10 anos, só voltou a abrir todas as alas em Abril de 2013. Talvez seja por isso que eu tenha achado ele meio básico, pois na época, sinceramente tinha muita pouca em exposição para cobrarem 14 Euros pela entrada. Poderiam ao menos ter deixado claro que ele estava em reforma, ou cobrado um valor menor durante este período... Mas fazer o que, agora já é passado, não adianta ficar me lamentando. Quem sabe em alguma próxima oportunidade eu volte a Amsterdam e veja o Rijksmuseum em todo o seu esplendor.

 

Rijksmuseum

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Leidseplein / Wondelpark

 

Após sair do Rijks já era meio dia, aproveitei a oportunidade para dar uma volta na Leideseplein e almoçar. Há dezenas de restaurantes e cafés nos arredores da Leiseplein, há opções para todos os gostos e bolsos, você encontra desde restaurantes vendendo uma fatia grande de pizza por 3 Euros até restaurantes mais refinados. Mas eu sugiro uma parada no The Pancake Corner, eles servem ótimas panquecas. É uma ótima parada para almoçar ou mesmo para um lanchinho depois de um dia de intensas atividades.

 

Como o canal tour que eu havia comprado ao sair do Rijks sairia somente as 15:00 resolvi aproveitar este tempo livre para uma volta no Wondelpark. No inverno o parque perder um pouco do charme que tem na primavera ou verão, mas mesmo assim é um bom passeio para relaxar e descansar um pouco. Como havia nevado muito durante o dia, o parque estava todo coberto de neve, o que de certa forma também deixa ele bem interessante. Pena que não dava para sentar lá e descansar apreciando a paisagem. E apesar do frio e da neve o parque estava cheio de pessoas andando de bicicleta, correndo ou simplesmente passeando.

 

Wondelpark coberto pela neve

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Canal Tour

 

Existem várias empresas oferecendo tours pelos canais de Amsterdam, com diferentes tipos de barcos, os tours mais comuns são em barcos um pouco maiores, com capacidade para umas 40 ou 50 pessoas. Estes barcos maiores possuem uma cobertura de vidro, o que os torna adequados para passeios em qualquer condição de tempo. Existem também outros barcos menores com deck aberto, nestes barcos menores você consegue ter uma visão melhor da cidade e dos canais, pois eles podem passar em canais menores onde os barcos maiores não conseguem passar. Mas estes barcos menores não costumam funcionar no inverno.

 

Mas se você deseja fazer algo realmente diferente, o passeio de barco mais original é um passeio em um barco-jacuzzi pelos canais de Red Ligth District, com direito a jacuzzi com água quente e champanhe. Durante o passeio por Red Light, vi um destes barcos, o pessoal até parou de olhar as vitrines e todo mundo foi tirar foto do barco!

 

Mas eu fiz um tour mais tradicional, peguei um tour de 75 minutos da Blue Boat Company, o ponto de partida e chegada do tour fica próximo da Leidseplein ao lado do Hard Rock Café. O passeio vale muito à pena, em minha opinião é um item obrigatório em Amsterdam.

 

Barco que realiza o Canal Tour

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Vista dos canais

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Heineken Experience

 

Apesar de ser uma atração bem recente, a Heineken Experience já se tornou um dos locais mais visitados de Amsterdam, costuma ficar lotado de turistas, principalmente no final da tarde. Durante o passeio, você acompanha um breve resumo sobre a história da Heineken desde a sua fundação até os dias atuais. Você pode ver como é o processo de produção da cerveja com todos os passos envolvidos na produção. Há também um rápido curso de degustação de cerveja, você também pode desenhar a sua própria garrafa de cerveja personalizada, há vários jogos, etc... A Heineken é conhecida por seus comerciais originais e bem produzidos, então os principais podem ser vistos numa sala no final do passeio.

 

Chega de tanta enrolação, em fim chegou a melhor parte, tomar as cervejas! Você pode tomar 2 cervejas que são inclusas no preço da entrada. Se você gosta de cerveja, é um passeio interessante para se fazer, pois alem do passeio, você ainda ganha uns chaveirinhos de brinde e pode tomar umas cervejas. Talvez seja pelas 3 cervejas que eu tomei lá, mas eu gostei do passeio ::lol4::

 

Heineken Experience

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Para fechar o dia, mais uma volta pela Leiseplein, que agora estava lotada de turistas estrangeiros. Aproveitei para jantar por lá mesmo e voltar ao hotel para dormir.

 

[t1]Dia 08 Dezembro[/t1]

 

Após um dia de tempestade, sempre vem a bonança. O dia amanheceu lindo, com sol e nenhuma nuvem no céu, mas em compensação estava fazendo um frio de gelar até os holandeses que estão acostumados. As 8 horas da manhã a temperatura era -6ºC. Durante o dia a temperatura subiu um pouco, chegou até 0ºC. Mas nada que o casacão e as luvas que comprei em Londres não dessem conta.

 

Como seguiríamos no final do dia para Paris, fiz check-out cedo do hotel e deixamos as nossas malas no locker da estação Centraal. Os locker ficam no lado direito quando você está entrando na estação. Alugamos um compartimento médio ao custo de 8,00 euros, que foi suficiente para duas malas. O pagamento é somente com cartão, então leve o seu cartão quando for deixar as malas. Lembre de pegar todas as coisas que precisa antes de fechar o locker, pois se esqueceu algo, terá que abrir o locker e pagar novamente.

 

Brouwerij 't IJ

 

É o único moinho de vento existente dentro dos limites da cidade de Amsterdam. O moinho atualmente está desativado e o local virou uma cervejaria. Mas é um bom local para tirar fotos, e esse vai ser o único moinho de vento que você verá em Amsterdam. Existem outros moinhos de vento, mas todos ficam fora da cidade, o que torna impossível visita-los se o seu tempo na Holanda for curto.

 

Ao lado do moinho há um bar/café que serve as cervejas produzidas no local. Se você tiver tempo, um bom programa é pedir um “sample” e degustar os diferentes tipos e cervejas. Como nosso tempo era curto, deixamos para tomar o sample na próxima vez que formos a Amsterdam.

 

Brouwerij 't IJ

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Casas flutuantes ao lado do Brouwerij 't IJ

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Anne Frank House / Jordaan / Westerkerk

 

Anne Frank foi uma menina judia que escreveu um diário durante a 2ª Guerra Mundial enquanto se escondia dos nazistas em um cubículo minúsculo. O diário acabou virando um livro de muito sucesso e hoje a casa onde ela viveu virou um museu.

 

A história é comovente e interessante, mas visitar a casa não estava nas minhas prioridades. Mas como a casa fica no bairro de Jordaan, ao lado da Westerkerk e como eu estava passando por lá, resolvi ver como era... Mas chegando a casa, acabei desistindo devido a fila que estava enorme, quase contornando a Westerkerk. Mas é um passeio obrigatório na maioria dos roteiros, se eu tivesse mais tempo disponível em Amsterdam, talvez eu fosse encarar a fila.

 

Canal no bairro Jordaan

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Rembrandtplein / Bloemenmarkt

 

Próxima ao Bloemenmarkt fica a Rembrandtplein, uma pracinha bem interessante. Nela há uma reprodução em tamanho natural do famoso quadro “A ronda noturna” de Rembrandt

 

O Bloemenmarkt é o famoso mercado de flores flutuante de Amsterdam. Na primavera, quando as tulipas estão florescendo deve ser muito bonito, mas no inverno não há muito o que ver no mercado de flores. Mas em compensação há várias lojas de souvenires e é um ótimo local para comprar algumas lembrancinhas que não sejam ligadas a sexo e maconha.

 

No Bloemenmarkt há também algumas lojinhas que vendem o famoso queijo Gouda, essas lojas oferecem degustação dos vários tipos de queijo. Como nessa hora eu já estava com fome, passei em todas as lojas provando todos os tipos de queijos.

 

Rembrandtplein

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Bloemenmarkt

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Dam Square

 

Na Dam Square fica o Koninklijk Paleis antiga câmara de Amsterdam e que serviu também de residência para a família real holandesa. Logo atrás do Koninklijk Paleis fica o Magna Plaza, que é um shopping Center com uma arquitetura muito interessante.

 

A Dam Square é cercada por muitas atrações, cafés e coffee-shops, dá para ficar simplesmente andando por lá por um bom tempo só apreciando o movimento e os locais interessantes.

 

Após explorar os arredores da Dam, sentamos em um dos vários cafés que existem por lá para descansar um pouco, fazer um lanche e apreciar o movimento, em qual foi não lembro, pois havia vários um ao lado do outro e não anotei o nome do que ficamos.

 

Koninklijk Palei

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Red Ligth District

 

Como todo mundo deve conhecer, é o bairro onde ficam as famosas vitrines. Não fossem as vitrines, o local passaria por um bairro comum de Amsterdam. O melhor horário para visitar o local é no começo da noite, durante a manhã e a tarde as vitrines ainda estarão fechadas, e como em qualquer outra cidade grande, não é muito recomendável andar em certos locais tarde da noite, então vá no começo da noite. Uma coisa que você deve evitar é tirar fotos das vitrines, se você for pego tirando fotos, corre grande risco de um segurança aparecer e mandar você apagar as fotos, ou em alguns casos até corre o risco de perder a câmera.

 

Ficamos andando por lá por mais ou menos uma hora no final da tarde antes de pegar o trem para Paris e não achei que o local fosse inseguro, basta só tomar os mesmos cuidados que teria ao andar pelo centro de São Paulo, Curitiba ou qualquer outra cidade brasileira. O local estava cheio de turistas passeando, a maioria era de casais ou grupos de jovens, e até mesmo grupos de senhoras idosas.

 

Quanto às vitrines, há opções literalmente para todos os gostos, desde muito bonitas até algumas que sinceramente não sei como alguém tem coragem de pagar.

 

As 17:30 seguimos para a estação de trem pegar as malas no locker e pegar o trem para Paris que sairia as 18:15. A estação toda iluminada a noite é mais uma atração interessante para se ver.

 

Estação de Trem Amsterdam Centraal

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[t3]Paris[/t3]

 

[t1]Dia 09 Dezembro[/t1]

 

A viagem para Paris a partir de Amsterdam não podia ser mais tranqüila, o trem partiu na hora, mesmo na segunda classe os assentos são bem espaços e confortáveis, deu até para tirar um cochilo durante a viagem. Chegamos a Paris às 21h30min, compramos os tickets do Metro e seguimos direto para o hotel descansar. Ao descer na estação Ségur do metro, ao subir as escadas para sair da estação, você já é brindado com uma visão espetacular da Torre Eiffel toda iluminada a noite. Com uma recepção dessas o restante dos dias prometia muito, e não ficamos decepcionados.

 

O Hotel Baldi, onde ficamos hospedados não nos decepcionou, alem da ótima localização a 15 minutos da Torre Eiffel também é muito espaçoso, e confortável. O café da manhã incluído na diária também estava muito bom, pena que a sala de café é um pouco pequena, então em alguns horários todas as mesas ficam lotadas e você tem que esperar alguem liberar uma mesa. Mas acho que isto não desmereceu em nada a ótima impressão que tive do hotel.

 

Notre Dame

 

Após dormir muito bem no hotel, iniciamos o tour pela cidade. Resistindo à tentação de seguir direto para a Torre Eiffel, iniciamos por Notre Dame. Como era num domingo de manhã e havia programação religiosa neste dia, havia filas gigantescas para entrar na catedral. Então desistimos de entrar na igreja e resolvemos seguir direto para a fila para subir nas torres da catedral e ver as famosas gárgulas bem de perto. Vá preparado para encarar um pouco de fila, pois o número de visitantes autorizados a subir nas torres é limitado, então não tem jeito, se tiver fila o negocio é entrar na fila e esperar a vez para subir. A fila até que andou relativamente rápido, em 20 minutos já estávamos subindo nas torres, mas em dias mais movimentados, acredito que demore bem mais tempo para conseguir subir.

 

A vista de Paris e do Rio Sena que se tem lá do alto é simplesmente espetacular, só mesmo indo lá para conseguir descrever a sensação. Apesar do frio e do vento que estava fazendo, valeu muito a pena cada segundo e centavo gasto para subir.

 

Gárgulas de Notre Dame

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Sainte Chapelle / Conciergerie / Pont dês Arts

 

Sainte Chapelle fica na Ile de la Cité, bem pertinho de Notre Dame, os vitrais da igreja são muito bonitos, mas sinceramente, só vá se tiver tempo disponível, pois tirando os vitrais, não tem nada para se ver e a entrada é meio cara.

 

Conciergerie é um antigo palácio que foi posteriormente convertido em prisão, aqui vale a mesma recomendação de Sainte Chapelle, ou seja, só vale a pena entrar se tiver tempo disponível.

 

No caminho para o Louvre, após uma parada para um lanche numa das brasseries que ficam por ali, nos deparamos com a Pont dês Arts, não estava no roteiro, mas como ficava no caminho, valeu uma parada para algumas fotos. Segundo a lenda, ao prender um cadeado com os nomes do casal na ponte e jogar a chave no Rio Sena, o casal ficará junto e feliz enquanto o cadeado estiver na ponte.

 

Vitrais de Sainte Chapelle

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Louvre

 

Mesmo que não entre no Louvre, ao menos uma passada na frente você tem que dar, pois a pirâmide de vidro rende ótimas fotos. Aproveite quando estiver passando pela Av. Champs Elysées e o Jardim das Tulherias.

 

Na hora que chegamos, praticamente não havia fila, então foi muito rápido para entrar. O museu realmente é muito grande, você tem que se policiar para não passar o dia todo dentro dele, e mesmo assim você não irá conseguir ver tudo, então não adianta tentar ver tudo, foque-se nas obras que lhe interessam e aproveite o tempo que estiver lá.

 

Já tinham me falado que o quadro da Gioconda (ou Mona Lisa como é conhecida no Brasil, alias acho que é o único país onde é conhecida por este nome) é decepcionante. O quadro é minúsculo, desbotado e a sala onde está exposta é sempre lotada de turistas. Se quiser ver ela de perto, se prepare para uma sessão de cotoveladas e empurrões, só assim para chegar perto. Mas em fim, como eu nunca tinha visto ela pessoalmente, resolvi encarar a confusão e ver por que é tão famosa...

 

Pirâmide de vidro do Louvre

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Torre Eiffel

 

Ao sair do Louvre já era final da tarde, então para encerrar em grande estilo o primeiro dia fomos para a Torre Eiffel. A intenção não era subir na torre neste dia, pois o tempo estava fechado e queríamos subir durante um dia ensolarado.

 

O objetivo era ver o show de luzes que ocorre todo dia logo após o anoitecer, onde toda a torre é iluminada por luzes estroboscópicas, resultando num belo espetáculo.

 

Encerramos a noite por aí mesmo, uma vez que começou a cair uma chuva fina e estávamos cansados de tanto andar durante o dia dentro do Louvre ruas de Paris, seguimos a pé mesmo para o hotel que ficava a uns 15 minutos da Torre Eiffel

 

Show de luzes na Torre Eiffel

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Torre Eiffel

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[t1]Dia 10 Dezembro[/t1]

 

Saint Sulpice

 

O segundo dia em Paris começou meio nublado e frio, mas como estávamos em Paris, nada de ficar enrolando, pois há muita coisa para se ver. Iniciamos o dia com uma visita a Saint Sulpice, para quem não lembra, Saint Sulpice apareceu no livro Código Da Vinci do Dan Brown. Confesso que não estava entre os locais prioritários para visitarmos, mas como ficava no caminho para o Jardim Luxembourg resolvemos dar uma parada e entrar, já que a entrada é gratuita.

 

Eu achei a arquitetura e o exterior da igreja mais interessante que o interior, mas vale apena dar uma passada lá, uma vez que fica no caminho para quem vai ao Jardim Luxembourg e não custa nada.

 

Saint Sulpice

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Jardim Luxembourg / Pantheon

 

O Jardim Luxembourg na primavera deve ser espetacular, mas mesmo no inverno, com tudo meio cinza, ainda vale uma visita.

 

Jardim Luxembourg

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Pertinho do Jardim Luxembourg fica o Pantheon, que originalmente foi planejado para ser uma catedral pelo rei Luis XV, mas que após a Revolução Francesa acabou se transformando no Panteão Nacional e lá ficam as tumbas de vários personagens franceses ilustres.

 

O edifício é imponente, mas não chegamos a entrar, pois ainda tínhamos muitas outras coisas planejadas para o dia.

 

Pantheon

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Do Pantheon voltamos a pé, passando pelo prédio da Sorbone e um passeio rápido pelo Boulevard Saint Germain, uma das ruas mais famosas de Paris ao lado da Champs Élysées.

 

Hôtel des Invalides

 

O Hôtel des Invalides, foi inicialmente construído para ser um abrigo para os inválidos das forças armadas da França, mas atualmente ele virou praticamente um monumento militar, com vários museus ligados a guerra e é também onde se encontra sepultado Napoleão Bonaparte.

 

Como já tínhamos visitado muitos museus anteriormente, não pagamos para entrar no museu e na cripta onde fica o tumulo de Napoleão, nos contentamos em passear pelos jardins que são muito bonitos e pela parte do complexo que é aberta gratuitamente ao público.

 

Napoleão

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Hôtel des Invalides

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Rue Cler

 

A Rue Cler é um destes tesouros escondidos em pleno centro de Paris que passa despercebido pela maioria dos turistas e você só acha ao ficar andando sem rumo por Paris. Ela fica entre o Hotel dês Invalides e a Torre Eiffel.

 

Achamo-la, pois ao sair de Invalides, já eram quase 2 horas da tarde e estávamos morrendo de fome, resolvemos procurar um lugar que não fosse muito caro para almoçar e acabamos nos deparando com esta rua. É uma rua bem pequena, escondida no meio de Paris, mas lá se concentram dezenas de cafés, restaurantes, floriculturas, lojas de produtos alimentícios típicos da França, etc... Em fim, praticamente uma feirinha, para quem gosta de passear por feiras locais e experimentar a culinária local é um ótimo local.

 

Rue Cler

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Torre Eiffel

 

Para alguns, subir na Torre Eiffel não é tão importante, se contentam em simplesmente tirar algumas fotos dela, mas para mim, era o principal programa em Paris, iria voltar muito decepcionado se não conseguisse subir.

 

Chegamos lá com tempo meio nublado, mas resolvemos subir assim mesmo, pois já tínhamos estado na lá na noite anterior e não subido. Por sorte, não havia fila nenhuma para comprar os ingressos. Mas o maior problema mesmo é a fila para subir na torre, essa você não consegue evitar.

 

Nos 20 minutos que ficamos na fila, o tempo fechou e começou cair uma chuvinha fina. Fiquei indignado, pô começar a chover justo agora! Mas fazer o que, como já tinha comprado o ingresso o jeito era subir mesmo assim. Mas para minha alegria, chegando ao topo da torre o céu “milagrosamente” abriu e fez o maior sol, tudo o que estávamos esperando!

 

A vista lá do alto, não tem como descrever, só mesmo subindo para você entender. Na minha opinião, vale cada centavo e minuto gasto na fila.

 

Trocadero visto do alto

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Rio Sena

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Arc de Triomphe

 

Após descer da Torre Eiffel, fomos dar aquela passada básica em Trocadero para mais algumas fotos da torre e também para pegar o metro até o Arc de Triomphe.

 

Achei o Arc de Triomphe interessante, mas acho que não vale a pena pagar para subir nele na primeira ida a Paris se você já tiver subido em Notre Dame ou na Torre Eiffel, deixe para subir no Arc de Triomphe na próxima vez que voltar a Paris.

 

Arc de Triomphe

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Champs Élysées

 

Champs Élysées realmente me surpreendeu, cheguei lá sem muitas expectativas, esperando ver somente muitas lojas caras e torcendo para achar um lugar para comer algo que não custasse metade do meu orçamento. Mas ao chegar lá, havia uma feira natalina tomando conta praticamente de toda a avenida.

 

Aproveitamos para comprar muitas lembrancinhas para todo mundo, comer macarons, churros, Wafle com Nutela, tomar vinho quente, etc... Em fim fazer tudo o que se tem direito em uma feirinha de natal. E ainda aproveitamos para levar para casa um monte de guloseimas.

 

Decoração natalina Champs Élysées

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Feirinha natalina Champs Élysées

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Como já era 20:00 horas, e o cansaço acumulado de toda viagem já estava começando a pesar, resolver voltar cedo para o hotel e descansar para o dia seguinte que já sabíamos que ia ser cansativo.

 

 

[t1]Dia 11 de Dezembro[/t1]

 

Versailles

 

Apesar de ficar um pouco distante do centro de Paris, é muito fácil chegar a Versailles utilizando transporte público, em 40 minutos chega-se a Versailles. Basta você pegar o trem RER C que cruza o centro de Paris e tem integração com o sistema de metrô.

 

Aqui vai um alerta para os mais distraídos, como o RER C cruza o centro de Paris, você pode andar nele utilizando o ticket normal do metrô, desde que o seu deslocamento seja somente dentro das zonas 1 e 2, que englobam o centro de Paris, mas Versailles fica na zona 6, o que exige que você compre um bilhete especifico para Versailles. Por não haver uma fiscalização muito rígida, algumas pessoas por desconhecimento, descuido ou malandragem mesmo, embarcam no RER C utilizando o ticket das zonas 1 e 2 do metro e vão até Versailles. Mas isto é ilegal, e a policia costuma fazer blitzes várias vezes por dia no trem. Se você for pego sem o bilhete correto, alem do constrangimento, você terá que pagar uma multa de 30 Euros ou se não tiver dinheiro, será levado para uma delegacia. Presenciei uma dessas blitzes no metro de Paris, vi várias pessoas sendo multadas. Então, quando for a Versailles, não tente dar uma de espertinho, ou de distraído, pois a brincadeira pode custar bem cara.

 

Mas vamos ao que interessa, ao chegar a Versailles, resolvi visitar primeiro o palácio e deixar os jardins para o período da tarde. No dia que fui não havia fila nenhuma para comprar os ingressos, então foi muito tranqüilo, mas no verão costumam haver filas imensas. Só vale uma ressalva, nada é muito bem sinalizado, então se você chegar lá e não tiver uma fila gigantesca, você fica meio perdido, sem saber direito onde é a bilheteria, a entrada para o palácio e principalmente, onde é a saída. Mas depois de algumas idas e vindas e depois de pedir algumas informações, consegui me localizar.

 

O interior do Palácio é enorme e facilmente você gastará umas 3 horas para passar por todas as salas. Destaque para a decoração do interior, com muitos afrescos nos tetos e ornamentos folheados a ouro e para os aposentos pessoais de Luis XIV.

 

Interior do Palácio de Versailles

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Sinceramente eu esperava mais da sala dos espelhos pela fama que ela possui, é basicamente uma sala com vários espelhos nas paredes e alguns lustres de cristal. Na época que foi construída deve ter sido impressionante, pois os custos devem ter sido muito altos.

 

Sala dos Espelhos

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O Chateou de Versailles, é um monumento imponente e opulento, com muita ostentação e luxo, opinião pessoal, chegando algumas vezes a beirar o mau gosto de tão exagerado. Depois de visitar Versailles dá para entender claramente os motivos que levaram a Revolução Francesa. Mas é sim uma atração que merece ser visitada em Paris.

 

Já os famosos jardins de Versailles realmente merecem toda a fama que tem, são realmente enormes e muito bonitos. Fui no inverno, por isso os jardins não estavam muito floridos e verdes, mas mesmo assim achei eles muito interessantes. Na primavera deve ser um espetáculo maravilhoso.

 

Jardins de Versailles

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Como eu havia comprado o passaporte, que permite acesso a todo o complexo de Versailles decidi ir descendo a ladeira até o Grand e Petit Trianon, apreciando a paisagem pelo caminho. A paisagem é muito bela, mas é muito longe, dá quase 3 Km caminhando até o Grand Trianon, para quem não está acostumado a andar muito, pode ser bem cansativo.

 

Jardins de Versailles

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Bassin d'Apollo

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Tanto o Grand e Petit Trianon são bem simples do que o palácio, uma vez que foram construídos pelo rei Luis XIV como um refúgio do formalismo e exageros do palácio. Sinceramente, se o seu tempo for curto, ou não gostar de andar muito, a visita ao Grand e Petit Trianon são dispensáveis.

 

Caminho para o Grand e Petit Palais

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Mas o verdadeiro tesouro oculto no Petit Trianon é o Marie-Antoinette's hamlet, ou “Aldeia da Rainha”, trata-se da recriação de uma pequena vila da Normandia do século XVI. Nem parece que você está a poucos Km de Paris, se não fossem os turistas, você teria a impressão de estar andando por uma pequena vila da Normandia.

 

Aldeia da Rainha / Marie-Antoinette's hamlet

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Na hora de voltar é que bateu o arrependimento de não ter comprado a passagens no trenzinho que leva e trás até o Grand Trianon. Depois de ter andado uns bons quilômetros dentro de palácio e mais outros tantos quilômetros nos jardins, eu simplesmente estava quebrado. Como já eram quase 14:00 horas e eu ainda não havia almoçado, dei sorte de achar uma barraquinha de lanches perto do Gran Trianon, não pensei duas vezes e pedi uma batata recheada dupla, um refrigerante e fiz um piquenique ali mesmo num dos bancos dos jardins.Essa parada para o lanche serviu para recuperar um pouco as forças e encarar a subida de volta ao palácio.

 

Dica para quem for ir visitar o os Trianon e o Marie-Antoinette's hamlet, não repitam o mesmo erro que eu cometi, não queira economizar os 7 Euros do trenzinho, por que a caminhada é bem longa, e você vai voltar de lá muito cansado, no final do dia, fiz as contas no GPS e acredito que devo ter andado uns 11 km só em Versailles, e como já era final da viagem e com o cansaço dos outros dias já pesando, cheguei totalmente morto de cansado na estação de trem para voltar a Paris, tanto que até cochilei no trem, quase perdendo o ponto de parada.

 

Place de La Concorde / L'église de la Madeleine / Palais Garnier

 

Depois de um cochilo rápido no trem voltando de Versailles, cheguei ao centro de Paris as 16:00 horas um pouco renovado, então resolvi encarar as compras, afinal a lista de pedidos de compra para trazer de Paris estava bem grande.

 

Desci do trem na Place de la Concorde com por do sol incrível, que rendeu ótimas fotos da Torre Eiffel com o por do sol ao fundo.

 

Place de la Concorde ao por do sol

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O meu plano original era tentar entrar na L'église de la Madeleine ou Palais Garnier caso voltasse cedo de Versailles, mas como eu testava muito cansado, resolvi cortar eles do roteiro, me contentando somente em tirar umas fotos da fachada da igreja, que parece um tempo grego. Dizem que o Palais Garnier é muito bonito por dentro, mas não cheguei a entrar.

 

L'église de la Madeleine

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Galeries Lafayette

 

Pensem num shopping center cheio... E agora coloque mais um monte de pessoas lá dentro. Era exatamente assim que as Galeries Lafayette estavam parecendo neste dia, quase desisti de tentar comprar os pedidos do pessoal. Acredito que estava tão lotado devido ao fato de ser Dezembro e estarem faltando umas 2 semanas para o Natal, então todos os turistas estavam lá tentando comprar alguns presentes.

 

Como não sou muito de ficar fazendo compras, na verdade só fui até lá devido aos pedidos para trazer perfumes, a parte que achei mais interessante de lá foi a arquitetura e a decoração natalina, muito bonita e de bom gosto. Mas se você for uma pessoa que gosta de fazer compras e gosta de artigos de luxo, passe longe de lá, pois deve ser irresistível, e você corre o risco de deixar todo o seu orçamento da viagem nas lojas de lá.

 

Galeries Lafayette

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Depois de alguma luta corpo-a-corpo no meio daquele bando de chineses que lotam todas as lojas de artigos caros na Europa, consegui encontrar tudo o que eu tinha que comprar e aproveitei para comprar algumas coisinhas para mim também, afinal, ninguém é de ferro e eu também mereço me dar ao luxo de cometer algumas extravagâncias de vê em quando...

 

Ao terminar as compras já eram 19:00 horas, aproveitei para jantar em um dos vários restaurantes que há nos arredores das Galeries Lafayette. Não me recordo exatamente o nome do lugar que jantei, pois há vários um ao lado do outro, só escolhi o primeiro que achei não ser muito caro e entrei. O jantar foi ao estilo francês, um pernil de cordeiro acompanhado de vinho tinto. Não foi muito barato, mas como eu falei antes, todo mundo merece se tratar bem de vez em quando...

 

Resolvi encerrar por aí mesmo e voltar cedo ao hotel, pois o cansaço já estava começando a pesar e amanhã seria o último dia em Paris e queria aproveitar bem ele.

 

[t1]Dia 12 Dezembro[/t1]

 

Falta completar o relato deste dia...

 

 

 

Voltei ao Brasil neste dia num voo saindo de Paris as 20:00 horas.

 

 

 

 

 

[t3]Continua[/t3]

 

Pessoal, peço desculpas por não terminar o relato, mas meu notebook queimou e perdi o restante do relato, por enquanto estou me virando com o Smartphone e tablet, mas é ruim digitar longo textos com eles.

 

Já estou brigando faz 4 meses com a fabricante do notebook para me darem um novo, pois ele ainda estava na garantia. Mas acho que nas próximas semanas a novela do notebook se resolve, pois me mandaram um e-mail falando que iam trocar ele, aí quando ele chegar eu me animo e termino o relato...

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Continuando...

 

[t3]Ferry Inglaterra - Holanda[/t3]

 

Como comentado anteriormente, tenho uma grande amiga morando em Londres, ela namora um holandês, e freqüentemente eles viajam à Holanda visitar os pais dele. Ela me indicou a opção do Ferry, falou maravilhas a respeito. Fiquei curioso, pesquisei os preços e fazendo as contas ficou um valor muito bom, e como era algo diferente que eu nunca havia feito, resolvi encarar a "aventura'.

 

Quanto aos valores, paguei 74,00 Libras. Neste valor estão incluídas as passagens de trem de Londres até o porto de Harwich na Inglaterra, um pernoite a bordo do ferry em cabine simples e passagem de trem para qualquer cidade da Holanda. Fiz as contas comparando com o custo de um vôo Low-cost. O custo final do low-cost, incluindo o trem até o aeroporto, a passagem e todas as taxas dariam 72,00 libras e eu ainda teria que pagar mais uma diária de hotel em Amsterdam ou Londres, ou seja ir de ferry me faria economizar uma diária de hotel. Comprei a passagem, duas semanas depois chegou à minha casa uma correspondência com os tickets do trem e do ferry, nem cobraram o custo da postagem.

 

O trem até o porto de Harwich sai da Estação de Liverpool Street em Londres às 19h32min, não tem burocracia nenhuma, é só chegar 5 minutos antes da partida e embarcar direto no trem, assim tive todo o último dia livre em Londres.

 

Fiz check-out de manhã cedo do hotel, deixei a minha mala no locker da estação de trem Charing Cross no centro de Londres, pois o meu planejamento para o dia era todo ali por perto. O valor de £8,50 por mala no locker é meio salgado comparado ao hotel que iria cobrar somente £2,00. Mas eu teria que pegar metro para ir e voltar ao hotel, só nessa brincadeira iria gastar toda economia que faria deixando a mala no hotel, e também perderia muito tempo.

 

Cumprida a programação do dia, peguei a minha mala no Locker as 18:30 horas e segui de metro até a estação de Liverpool Street, são 15 minutos de metro. Cheguei lá com 30 minutos de folga, como já estava com fome, aproveitei este tempo para jantar.

 

Faltando 10 minutos para a partida do trem fui para a plataforma de embarque, com o passe você não precisa passar pelas catracas, você usa uma porta lateral, não entendi isso no começo, tentei passar o ticket na catraca e nada de ela abrir, tive que pedir ajuda :oops: . A atendente foi super atenciosa e me mostrou a porta certa.

 

No dia que fui o trem estava vazio, até deu para tirar um cochilo durante a viagem de 01:15 até o porto. O trem para dentro do terminal de embarque do porto é só descer do trem, subir a escada rolante e já está na sala de check-in para o ferry. O check-in do ferry é igualmente rápido, você apresenta o seu passaporte e reserva e lhe entregam um cartão com a chave da sua cabine, a 21:00 já estava instalado na minha cabine.

 

O ferry superou as minhas expectativas, até parece um navio de cruzeiro. Eu escolhi a opção de cabine mais barata, cabine simples sem janelas. Achei que seria apertado, mas me enganei, a cabine era mais espaçosa do que os quartos de hotel onde fiquei em Londres e Amsterdam. Alem disso a cabine também tinha banheiro completo privativo, Wi-Fi gratuita, TV via satélite, sofá, bancada de trabalho, tomadas para recarregar os eletrônicos e 2 camas de solteiro. Há outras opções de cabines com cama de casal, 3, 4 ou até 5 camas.

 

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Cabine simples

 

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Cabine simples

 

A área publica do ferry possui 2 restaurantes e um bar, um serve pratos a la-carte e outro self-service com opções mais em conta. Há também uma sala de cinema que fica passando filmes a viagem toda, uma sala para crianças pequenas brincarem, sala de jogos para os mais grandinhos, um mini-cassino, etc... Até tentei ver se estava com sorte e recuperar o dinheiro da viagem... Mas não foi dessa vez, o caça-níquel ficou com os meus 2 euros...

 

E não para por aí, há ainda uma casa de câmbio, uma revistaria com jornais e revistas do mundo todo, um duty-free, um deck externo onde você pode aproveitar a vista durante o dia e um lounge para sentar e tomar algo e simplesmente apreciar a viagem.

 

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Lounge e restaurante

 

Depois de fazer o reconhecimento do navio, voltei para a cabine e fui dormir pois estava cansado do dia puxado em Londres. A cama era confortável peguei no sono em poucos minutos, nem percebi quando o ferry partiu as 23:15. Acordei somente as 2 da madrugada devido celular que eu havia esquecido de desligar.

 

O ferry é super silencioso, você tem que parar e prestar atenção para ouvir o leve zumbido do motor. Se o mar estiver calmo, nem dá para perceber o balanço do mar. Mas no dia que fui, pegamos uma tempestade no Mar do Norte e o mar estava agitado, então o ferry oscilava um pouco, mas era bem pouco, nada que me fez passar mal. Pode ser que pessoas muito sensíveis possam sofrer enjoos nos dias em que o mar esteja muito agitado.

 

A única parte que não gostei, foi de eles acordarem todo mundo pelo sistema de áudio as 06:30 da manhã para ir tomar café da manhã. As 7:15 fui tomar um banho e arrumar a mala, quando terminei as 7:45 já havíamos chegado em Hoek van Holland na Holanda.

 

A imigração foi super tranquila, fizeram as perguntas de praxe: quantos dias ficaria, quando voltaria ao Brasil, onde ficaria hospedado e quem pagaria as despesas. Aqui foi o único lugar onde pediram para ver algo além do passaporte, o agente pediu para ver a reserva do voo de volta para o Brasil, mas foi só isto, não pediu para ver reserva de hotel, dinheiro, etc...

 

Você desembarca do ferry diretamente dentro da estação de trem. Do porto em Hoek van Holland há um trem direto para Rotterdam a cada 30 minutos. Peguei o trem Sprinter (NS) das 08:26 rumo a Rotterdam.

 

Como meu destino final era Amsterdam teria que trocar de trem na Estação Sheidam Centraal ou Rotterdam Centraal. Devido a forte nevasca que estava caindo neste dia, os trens estavam circulando com velocidade menor, por causa disso acabei perdendo a conexão para Amsterdam em Sheidam Centraal, só tive que esperar 30 minutos e pegar o próximo trem Intercity (NS).

 

A paisagem passando por Den Haag e Leiden e principalmente os campos cobertos de neve são muito bonitas para nós brasileiros que não estamos acostumados a ver neve. Não consegui tirar fotos dos campos nevados, pois esqueci a câmera na mochila, e o trem estava lotado, ia atrapalhar metade do vagão para pegar minha mochila.

 

Chegamos a Amsterdam as 10h35min debaixo de uma forte nevasca, sem os atrasos devido a neve, teríamos chegado antes das 10, mas um atraso de 35 minutos é aceitável devido a circunstâncias do clima.

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Oi AdrianoLB.

 

Que bom ver o seu relato faltando menos de 40 dias para a minha viagem a Europa. Vou acompanhar para pegar dicas fresquinhas e assim melhorar o meu planejamento...rsrsrs.

 

No meu primeiro dia em Londres vou ficar num hostel na mesma região que vc. Eu escolhi o YHA London. A minha hospedagem em casa de familia só inicia no dia seguinte. O que achou da região? É tranquila? Fácil de chegar?

 

No primeiro dia planejei passear no Holland Park que fica nessa região e é perto do hostel também. Li e vi fotos e é bem bonito. Vc visitou esse parque? Qual a sua opinião?

 

Muito legal esse ferry que vc usou para ir a Amsterdam. Parece mesmo um Cruzeiro... rsrsrs.

 

Abs,

Cleide Machado

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Cleide,

 

Eu achei a região tranquila, tirando a rua Earl´s Court Road, onde fica a estação de Metro, o resto é bem sossegado. Há várias opções de restaurantes, cafés e pubs nos arredores da estação de metro.

 

Não dá para ir andando até as principais atrações turísticas, mas de metro, leva só 20 minutos até o Big Ben. A estação de metro é servida por duas linhas de metro, A Piccadilly Line e District Line, cada uma delas com partidas a cada 5 minutos, então depois de aprender a andar de metrô, você consegue ir rapidamente para qualquer parte da cidade.

 

Você vai chegar em Londres por trem ou avião? Se vier de avião por Heathrow, é bem sossegado chegar lá, você pega o metro no aeroporto e desce na estação Earl´s Court a 3 quadras do seu hostel.

 

Não cheguei a ir no Holland Park, mas dei uma passada rápida por Kensington Gardens, que também fica ali perto.

 

Ahhh!! Importante! Quando for pegar a District Line do Metro, preste atenção ao destino final do trem que você está pegando, pois a District Line tem vários pontos finais, e dependendo de qual trem você pegar, ele pode não passar na estação onde você deseja ficar. Não é nada complicado, é só olhar no mapa do metro na própria estação, e ver se a estação que você quer ir está na rota daquele trem especifico.

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Oi AdrianoLB,

 

Eu vou chegar em Londres de avião. Escolhi o hostel dessa região devido a estação do metro ser da mesma linha do aeroporto e da casa de familia que irei ficar na Zona 4 em Arnos Grove. Quanto tempo de metro vc levou do aeroporto até Earl's Court?

 

Eu tenho um arquivo pdf que a agencia do intercambio me enviou com o mapa de Londres. Olho para ele quase todos os dias... rsrsrs. E reparei nessas linhas que tem várias "pernas", aí fiquei na dúvida quando estiver na estação, como saberei que aquela composição que chegou vai para o destino final?

Tipo, estou na Earls Court e quero ir para Wimbledon, como saberei que a composição vai para essa estação ou é a que vai para a Richmond que são todas da District Line

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