Ir para conteúdo
  • Cadastre-se
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Peça ajuda, compartilhe informações, ajude outros viajantes e encontre companheiros de viagem!
    Faça parte da nossa comunidade! 

Entre para seguir isso  
sheiter

CIDADE DE PEDRA É AQUI NO BRASIL - GOIAS

Posts Recomendados

Si vc pense que a “CIDADE DE PEDRA “ é na Jordânia ....vc não esta completamente enganado , mas o que vc talvez não saiba , é que nós temos Aqui no Brasil a nossa própria “ CIDADE DE PEDRA “ ..

Aqui começa o meu relato , da minha viagem para conhecer a CIDADE DE PEDRA .

 

No meio do ano passado eu comecei a planejar esta viagem e pesquisando aqui no site , vi um relato de um mochileiro que pretendia conhecer " A TAL CIDADE " , mas que acabou não indo , então resolvi pesquisar mais ...foi ai que vi algumas fotos do lugar

DSC09570.JPG.bd5ac1a4a25a38740b64cf48f346d4b6.JPG

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Cheguei no aeroporto de Brasilia por volta de 17:30 e descobri na informação turística que não tinha mais ônibus para Pirenopolis , então o jeito foi procurar um hotel , outra informação que consegui na informação turística ... como era só para dormir , peguei um dos mais baratos 80 reais , no núcleo bandeirantes ...

Não adiante me perguntar o nome , pois eu não falo nem que me torturem.... o hotel era péssimo ::ahhhh:: ....mas eu sobrevivi....

O serviço de informações turisticas do aeroporto de brasilia foi muito competente ::cool:::'> , ao contratrario de um outro que deixou muito a desejar no norte do brasil.

 

Peguei o ônibus de 10h da viação goianesia e cheguei as 13h ,a paisagem do caminho é típica do cerrado e o momento top é a vista do Salto Corumba .

Chegando lá fui buscar um lugar para ficar , foi então que percebi que os preços não eram para mochileiros ...

então começou a saga , onde dormir por um bom preço e limpo ....depois de rodar a cidade por quase 1 h vi uma placa "alugamos suites " e enfim encontrei um lugar para mochileiros , 60 reais para duas pessoas .

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Larguei as coisas no quarto e fui almoçar , bem perto tinha um restaurante vegetariano , então resolvi comer lá para acompanhar meu amigo, lugar pequeno e acolhedor , com alguns livros e atendimento muito bom... a comida é bem servida ....

Que me desculpem os vegetarianos , mas que coisa ruim é a tal da carne de soja ...eu sou mesmo um mochileiro carnívoro ::lol4:: ...gosto de um bom bife , é melhor comer só salada do que comer a carne de soja .

 

De barriga cheia, parti para as agencias para procurar o passeio à Cidade de Pedra , a cidade é pequena e tem poucas agências , na primeira me informarm o preço por pessoa , mas só era possível fazer o passeio com um número mínimo de pessoas . E assim se repetiu a mesma historia com as outras agencias , algumas ainda pior, pois necessitariam procurar um guia que conhecesse o local e o transporte . Deixe o contato com as pessoas das agencias e fiquei aguardando o retorno ...Que não aconteceu nos 4 dias em que fiquei por lá ::toma:: , somente uma agencia entrou em contato comigo , mas para me oferecer um outro passeio , para uma das cachoeira da região .

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Para piorar, o tempo não estava ajudando muito , passei três dias na cidade na esperança de arrumar um grupo .

O centro historico de pirenopolis é pequeno , mas tem muitos restaurantes , a noite a Rua principal fica cheia de turistas nos restaurantes , na maioria de Brasilia e Goiania que vão para lá para descansar , comer e ir para as cachoeiras ...

E conversando com um guia local eu descobri que esses turistas são chamados entre eles de “ TURISTA MAMÃO” ...

Eu fiquei pensando o que seria o tal TURISTA MAMÃO ...

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Então veio a resposta ... são os turistas moles ::lol4:: , não estão lá para fazer trilhas , só querem sombra e água fresca ..vão para lá pra descansar .

Por isso eu tive tanta dificuldade para encontrar pessoas que estivessem dispostas a fazer a Cidade de Pedra e até mesmo o Parque dos Pirineus e olha que não foi por falta de tentativas .

No penúltimo dia na cidade , eu enviei uma mensagem para uma das agencias e aguardei uma resposta ate a manhã do dia seguinte , não obtendo uma resposta resolvi ir ate lá . Para minha surpresa , tinha um grupo pronto para fazer o passeio . Eu não entendi porque a agencia não entrou em contato comigo.

Vamos ao que importa , no ultimo dia eu consegui realizar a minha meta .

A CIDADE DE PEDRA é o maior complexo de formações rochosas de quartzito do Brasil , com vegetação rupestre , esta localizada a +/- 60 km de piri , o final do trajeto é por uma estrada de dificil acesso , com cascalhos e muitas pedras . O dia estava nublado e com momentos de chuva fina , o grupo era grande e diversificado , fotografos , músicos , biólogo e outros . tínhamos 2 guias , ambos competentes .

DSC09571.JPG.4c4eda69f4904233914ed61400b2e808.JPG

DSC09572.JPG.661cfbd50b12efa7b108123623a4c4cb.JPG

DSC09558.JPG.910e1c0334201fb1e4fff7cbb1819503.JPG

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Um passeio de um dia completo por uma trilha leve para mim , mas porem eu penso que ela deve estar classificada como moderada , não foi difícil . Paramos muitas vezes para fotos , um dos guias era uma figura muito engraçada , antes de começarmos ele nos deu as instruções necessarias e durante a trilha passou muitas informações interessantes a respeito da fauna , da flora do local e Tb das formações rochosas . A trilha tem +/- 8 km , é necessário levar tudo o que for consumir , inclusive água . A roupa aconselhável é camisa de manga longa e calça .

 

A trilha é SENSACIONAL e com uma beleza exuberante .

DSC09010.JPG.d28c7e077975bb4c3b4500180b499692.JPG

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

É muito interessante e vale apena visitar .

 

Com o tempo bom e sem neblina , vc vai poder desfrutar mais .

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Participe da conversa!

Você pode ajudar esse viajante agora e se cadastrar depois. Se você tem uma conta,clique aqui para fazer o login.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emoticons no total são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.

Entre para seguir isso  

  • Conteúdo Similar

    • Por natan.cruz
      Olá amigos tenho uma viagem de 10 dias programada para fevereiro de 2019 a Brasília e Goiás.
      A princípio faria Brasília e Alto Paraíso de Goiás. 
      Porém um amigo decidiu ir  junto  e ele não está acostumado com trilhas e por isso decidimos Pirenópolis. 
      O que sugerem 05 dias em Brasília e 05 em Pirenópolis? No caso faremos todo nosso deslocamento de ônibus. 
      É possível fazer muita coisa no DF além dos palácios ? Pirenópolis é uma boa opção ? 
      Desde já os agradeço!
    • Por peter tofte
      Bivaque
       
      Minha mulher comprou um saco de bivaque na França, na tradicional Vieux Campeur, encomendado por mim. O Survival Bivy Lite da RAB é levíssimo, 200 gramas.
       
      Depois de 10 anos fazendo trekking resolvi testar o bivaque. A vantagem é que não levamos o peso da tenda. Meu menisco do joelho direito agradece. Assim resolvi desencanar um pouco desta questão de dormir num bivaque. O pessoal diz brincando que bivouac, origem da palavra bivaque, é um termo francês que significa sofrimento.
       
      Psicologicamente sempre achamos que estamos mais protegidos se temos a fina parede plástica de uma tenda entre nós e a natureza, quando dormimos. Proteção do frio, da chuva, dos insetos, dos répteis, dos roedores,...Vamos deixar a lista por aqui.
       
      Isto é relativo. A onça que rasgou a tenda e devorou um pescador no Pantanal não conhecia esta teoria de que a tenda é mais segura (um caso raro porque o pessoal cevava as onças para vender pacotes turísticos). Na travessia do Villarica, Chile, peguei uma ventania na qual talvez estivesse mais seguro em um saco de bivaque.
       
      Assim rumei para Cocalzinho, 130 km de Brasília, para testar o saco na travessia Cidade de Pedra - Cachoeira do Rosário, num trekking solo fácil. Cheguei sábado meio-dia e deixei o carro no sítio de uma senhora conhecida. Rumei para a Cidade de Pedra e visitei algumas formações rochosas que não tinha visto num trekking anterior com o amigo Renato. Alguns paredões são usados pelo pessoal de escalada para treinamento. Tem pedras com 4 ou mais vias. No caminho avistei uma siriema.
       

       
      Formações rochosas ótimas para bouldering.
       

       

       

       
      Encontrei inclusive um lugar perfeito para um bivaque sob as pedras. Mas lá não tinha água e minha reserva estava pouca. Não dava para ficar.
       

       
      Na volta, para tomar o rumo do local onde queria bivacar, me perdi entre o labirinto de rochas. Só quando passei a usar a bússola, encontrei a saída. As vezes confiamos demais na memória visual e acabamos indo em outra direção. Mas foi bom. Apesar do atraso conheci outras formações rochosas.
       

       
      Peguei uma chuva mas o poncho deu conta dela tranquilo. Este poncho, vcs verão adiante, é também a cobertura do bivaque, se ameaçar chover no acampamento.
       
      Segui e fui para um córrego com mata ciliar que já conhecia. Depois de um total de 5 horas de caminhada (incluindo Cidade de Pedra) cheguei no ponto. Escolhi um local com uns lajeados de pedra bem retos, ideal para botar o isolante e o saco de bivaque. O porém é que não estava distante da margem do riacho (a água podia subir até lá) e uma chuva forte poderia provocar uma cascata de água descendo pelas lajes até o ponto que escolhi. Mas a previsão não era de muita chuva.
       

       

       
      Armei a barraca primeiro. Eu levei por segurança uma tenda. Como não tenho experiência, caso desse algo errado com o bivaque, eu teria uma opção. Armar o bivaque é brincadeira. Apenas estendi o isolante e a mochila, enchi o isolante inflável Therm-a-rest e joguei por cima o bivy, que já tinha dentro dele o saco de dormir e o liner.
       

       

       
      Deixei preparado um poncho de silnylon, que poderia usar para cobrir o bivaque, se começasse a chover. O Survivor só aguenta 1.000 ml de coluna d'água. Não suporta um pé dágua muito intenso.
       

       
      Tratei de tomar um banho. Uma sopa de missoshiro esquentou depois . Não precisei toalha, não estava frio. Vesti um underwear e fui dormir por volta de 7:30 horas, após botar repelente no rosto e nas mãos. Embora estivesse superconfortável, demorei um bocado para dormir. Aquela espectativa: será que os insetos vão incomodar, etc...
       
      O meu bivy só tem uma abertura por onde se entra nele e é a mesma que deixamos o rosto de fora. Um cordolete ajusta o diámetro. Temos que vestir primeiro o liner, o saco de dormir e depois entrar no bivy.
       
      Após algum tempo deitado tirei o saco de dormir. O bivy retém muito do calor corporal. Dormi a maior parte da noite só com o liner (um Reactor da Sea & Summit). Durante a noite fez algo entre 17 e 19º C. Só perto de amanhecer, quando faz mais frio, é que joguei o saco por cima, sem vestí-lo. Usei o saco durante a noite como almofada para os joelhos, porque durmo de lado e um joelho sobre o outro costuma doer.
       
      Nenhuma pertubação de insetos e outros bichos, noite tranquila. Levei até um chapéu com mosquiteiro para usá-lo durante o sono, mas não foi necessário. Dormi pouco a noite, mais por conta do psicológico.
       
      Mas é bonito olhar o céu e as redondezas da sua cama. Era noite de lua cheia e o clarão permitia divisar as proximidades. É uma coisa muito legal do bivaque.
       
      Só do meio da noite em diante é que precisei me enfiar mais dentro do bivy. A regulação da temperatura é basicamente o quanto do seu corpo é coberto pelo saco de bivaque. Meu modelo, na busca do menor peso, não tem ziper.
       
      De manhã, quando fui desmontar a barraca (uma Zolo da Doiter de um só tecido) me espantei com a quantidade de condensação dentro dela. O ar frio da noite esfriou a umidade dentro da barraca e deixou-a empapada. Talvez se tivesse dormido dentro dela meu calor corporal não deixasse a umidade condensar.
       
      Não tive nenhum problema de condensação no bivaque. O material - Pertex Endurance- dizem que tem muita respirabilidade. Só com mais uso posso afirmar se é bom. Mas passou num primeiro teste.
       
      Foto do saco de dormir + liner enrolado dentro do saco de bivaque. Para comparação de tamanho, ao lado minha bota. Casa e cama juntos. Não é uma economia de peso?
       

       
      Vou levá-lo sempre que for acampar em lugares frios. Ele aumenta bem a temperatura de uso do saco de dormir e pode representar a diferença entre morrer ou sobreviver numa emergência (tenda rasgada numa tempestade, por exemplo).
    • Por khumbu_
      Esta pequena cidade histórica, incrustada aos pés da Serra dos Pireneus, no interior de Goiás, é cercada de morros, com dezenas de cachoeiras. Tombada como Patrimônio Histórico e Cultural Brasileiro, mantém seu aspecto antigo e bucólico - retrato vivo da história goiana, onde um povo hospitaleiro, alegre e festivo, convive com um ambiente de extrema beleza natural.
      SUGESTÕES AOS VIAJANTES

      *Traga calçados confortáveis - Pirenópolis é uma cidade pequena, calçada com pedras e cercada de montanhas. Portanto caminhar aqui, em pedras, subindo e descendo, é praticamente obrigatório.
      *Traga boné ou chapéu e filtro solar - O sol é forte quando aparece.
      *Traga quarda-chuva ou capa - se for tempo de chuva (outubro a março).
      *Venha de roupas apropriadas - cachoeiras tem mosquitos, trilhas tem capins que riscam as pernas e o sol queima os ombros. Lembre, cachoeira não é piscina e nem praia.
      *Venha de carro apropriado - nossos melhores atrativos são rurais e as estradas nem sempre estão boas.
      * Não vacile nos feriadões - apesar da criminalidade aqui ser baixa, em feriadões malandros podem visitar nossa cidade.
      * Venha com tempo - para conhecer bem Pirenópolis são necessários vários dias.
      * Procure contratar um guia - é mais seguro e confortável, você perde menos tempo e conhece bem melhor. Vá ao CAT-Centro de Atendimento ao Turista.
      Abraço a todos,
      Rogério Félix
    • Por thiago gentil
      Pequena cidade no interior de Goiás, tombada como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, que conserva seu aspecto antigo e bucólico, cercada de morros e cachoeiras. Um retrato vivo da história Goiana, onde um povo hospitaleiro, alegre e festivo, convive com um ambiente de extrema beleza natural.
       
      Uma das mais belas cachoeiras, a Cachoeira do Abáde, Situada na fazenda cabaçais, tem uma queda d’água de 21 metros, o acesso é feito pela estrada dos Pirineus, segue fotos.
       
       
      Entrada da cachoeira.

       
      Primeira vista da caxu, vista da trilha.

       
      Natureza perfeita.

       
      Uma das cachoeiras que mais gosto...

       
      Água quentinha...rssss

       
      Irmandade!!

       
      Sem comentários.

       

       
      Há dez anos que vou nessa cidade tão maravilhosa que é Pirenópolis, precisando de informações sobre a cidade fiquem a vontade, msn: [email protected]
       
      valeu!!
    • Por Átila Ximenes
      Andar pelas ruas da cidade é o melhor passeio, pois a cidade foi tombada como conjunto arquitetônico, urbanístico, paisagístico e histórico pelo IPHAN em 1989, Pirenópolis conta com Centro Histórico riquíssimo com casarões e igrejas do século XVIII, e prédios de uma imensa beleza arquitetônica como o Teatro e o Cine Pireneus.
       

       
      Quando cheguei em Piri tive uma surpresa, estava rolando o III Encontro Internacional de Fotografia de Pirenópolis, por isso a grande quantidade de turistas estrangeiros na cidade. Assim que cheguei lá perguntei a uma mulher onde ficava a Praça do Coreto, e ela respondeu: I don´t speak portuguese. Ah tah beleza! Sorry hehe... No domingo fiquei um tempão no Cine Pireneus, onde acontecia o encontro, então não tive tempo de conhecer nenhuma cachoeira.
       
      Auto Viação Goianésia - Como Chegar
       
      Valor: R$ 21,00 (valor já com a taxa de embarque - Saindo de Brasília).
      03 horas de viagem (o ônibus vai parando em cada cidade para pegar passageiros).
      Telefone da loja da Goianésia em Pirenópolis (62) 3331.2765
       
      Saindo da Rodoferroviária. No plano piloto você pode pegar o metrô (R$ 2,00) e descer na estação Shopping (é a 10ª parada) de frente para a estação do metrô é a Rodoferroviária.
       
      Fui no sábado, no ônibus de 10h cheguei em Piri 13h. O ônibus da ida é muito bom, mas o da volta é péssimo. (Nunca volte de Piri para Brasília no ônibus de 15h30 de domingo, é sem ar condicionado e entra muita fumaça).
       
      Hospedagem
      Camping Roots
      Rua dos Pireneus, 95 (Próximo a Praça do Coreto)
      Na rodoviária tem um ponto de moto táxi, custa apenas R$ 3,00 para o camping. Andando fica um pouco longe, acho que mais de 1km.
       
       
      Camping Roots
       
      Valor da diária R$ 20,00 (todos acham o valor alto) gostei de lá, o banheiro era limpo e tinha chuveiro com água quente, porém, não tem segurança alguma. A noite a pessoa que fica na recepção vai dormir. Achei muito inseguro.
       
      Alimentação
       
      Não deixe de comer a coxinha (espetacular) da loja vizinha da loja da Goianésia, uma delícia.
      Na Praça do Coreto a noite a feirinha de artesanato e comidinhas bomba! Muita coisa gostosa, lá eu peguei uma torta de frango com suco de hortelã.
      Tomamos café da manhã em uma mercearia, não lembro o nome, fica próximo a ponte. Pão de queijo com coca-cola.
      Na Rua do Lazer tem dezenas de bares e restaurantes, mas como eu estava no estilo mochilão econômico, não parei por lá!
       
      Todas as fotos estão no: http://picasaweb.google.com.br/atilaximenes


×
×
  • Criar Novo...