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Mochilão rumo a São Pedro do Atacama, Chile! 6 dias corridos!


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Olá, nação mochileira! Venho aqui dividir as sensações, o divertimento e a oportunidade de ter tido mais uma viagem graças aos diversos e bons relatos de todos.

 

INFELIZMENTE foram apenas 6 dias corridos, fora um dia realmente para chegar e outro para chegar em casa. Eu tinha programado gastos realmente fechados com hospedagem, passeio, comida e cerveja. Mas, infelizmente, a cidade é bem cara. Alimentação você tem que pesquisar um pouco e entender os lugares certos para entrar e comer. Com mais detalhes, irei relacionar bem onde se pode ir e se vale a pena ou não pagar um pouco mais um dia ou outro. Questão da agência que faz o tour também irei comentar, apesar de adiantar que a empresa que fiz todos os tours foi a Grado 10, que prestou um serviço muito bom e sem atrasos!

 

Itinerário:

1º DIA, 09/03: Voo Brasília- Guarulhos – Santiago - Calama – São Pedro do Atacama.

2º DIA, 10/03: São Pedro do Atacama.

3º DIA, 11/03: São Pedro do Atacama.

4º DIA, 12/03: São Pedro do Atacama.

5º DIA, 13/03: São Pedro do Atacama.

6º DIA, 14/03: Saída São Pedro – Calama – Santiago – Guarulhos – Brasília.

 

Custos:

Hospedagem: CLP 65000 (13000 a diária para quarto compartilhado)

Alimentação: Em torno de CLP 35000

Cervejas: Em torno de CLP 38000

Tours: CLP 95000 (três tours apenas)

Transfer: CLP 22000

TOTAL: CLP 245000

 

1 º DIA, Saída de Brasília e chegada em São Pedro do Atacama

 

 

Tinha deixado tudo pronto na noite anterior tudo pronto e conferido umas 10 vezes para não ter erro de ter esquecido nada. Fui dormir quase meia noite e devo ter cochilado apenas, pois acordei às 03:15 para tomar banho, comer algo e, pela 11ª vez, novamente a falta de algo (dinheiro chileno, roupas de frio, calçados etc). No caminho do aeroporto, já tinha em mãos uma latinha de cerveja para bebemorar mais uma conquista que tanto queria fazer: conhecer o deserto do Atacama. Cheguei no aeroporto às 03:50 +- e fiz o check in, sempre perguntando sobre onde seria a retirada da bagagem, se teria que refazer um outro check em Sampa ou em Santiago; pois já seria outra agência. A operadora (TAM) confirmou e deu garantia de recebimento da bagagem no destino final: Calama. Beleza, parti já pra frente da porta de embarque. Comprei mais uma latinha (R$ 5 mangos!) e esperei a hora do embarque: 5h. Cheguei em Guarulhos – SP às 06:45h num pique monstro para querer chegar logo. Fui no balcão da LAN Chile pois fiquei sabendo com a aeromoça (linda por sinal) que eu deveria trocar as passagens pelo bilhete deles. Embarquei novamente rumo a Santiago às 09:10 e foi uma viagem boa, cheio de chilenos e brasileños. O esquema do avião é bacana, as poltronas das janelas são apenas duas e tem três poltronas na região central. Rango bom pelo trajeto realizado e coisa e tal. Chegada em Santiago às 13:20h com uma visão massa! Deu vontade de voltar o mais breve possível para conhecer a cidade que fica entre a cordilheira, mas tudo a seu tempo! Já dizia o mestre Jedi. Como o próximo voo seria apenas às 15h, fui comer algo e tomar uma cerveja local para já terminar de cair no clima. Rapah, pedi uma “cerveza bien helada”, a resposta foi: “todos están frias”. Kkkkkkk Realmente parecia um chá a cerveja, mas tomei rindo a toa! Parti para o portão de embarque e, já dentro do avião, já senti aquele calor bacana que me esperava nos próximos dias. Voo tranquilo, visual também bacana; mas infelizmente fiquei do lado contrário do avião, pois a vista para a real cordilheira estava do outro lado. Pensei: “dá nada, pai”. Do meu lado estavam duas senhoras também brasileiras, conversando as aventuras pelo sul do país, contando até os casos das paqueras; e eu só calado até quando chegou o serviço de bordo oferecendo fones de ouvido e foi-me entregue e falei para a aeromoça: obrigado! As senhoras viraram logo os respectivos rostos para mim e perguntaram: Brasileiro¿¿¿ , respondi: Sim!. Elas, meio sem graça, fizeram muitas perguntas como e onde eu ficaria em São Pedro, como eu chegaria lá... As gracinhas das senhoras já viajavam há um pouco mais de um mês e eu tinha apenas 6 dias! Kkkk

Cheguei a Calama às 17h15min e fui até o transfer (transfer licancabur) já fechar com eles para pegar logo o próximo carro para ir a São Pedro, isso enquanto a mochila não vinha. Já peguei a ida e a volta para não ficar na mão lá na city. A minha mochila foi quase uma das últimas para eu conseguir resgatar. Eu já pensando: velho, fudeu! Vou virar bicho grilo lá! Hahahaa mas graças ao divino protetor dos andarilhos a mochila chegou rindo para mim - “Danada! Pregando-me uma peça¿!” O transfer Licancabur tem um serviço muito bom e chegamos na city com mais ou menos uma hora e 10 de estrada. São Pedro ainda estava com um solzinho de final de tarde e junto já uma brisa meio fria, mas já me encontrava anestesiado com o lugar! Beleza, fui deixado na calle principal (Caracoles) e fui procurando os hostels que eu tinha separado, fui em praticamente em todos que eu tinha listado e que poderia ter vaga. MAS ou não tinha mais cama ou já só tinha dias mistos, aí fui até um Hostal que esqueci o nome e a senhora que atendia lá super simpática me ajudou ligando para hostal´s que ela conhecia e perguntava se tinha vaga. Ela ligou para um segundo e me informou que havia apenas uma cama lá! Como já eram quase 21h, vou para lá voando! Beleza, cheguei no Hostal La Ruca (calle Toconao) e a chica já me esperava. Muito simpática atendente lá. Perguntei o preço e ela falou: CLP 13000 noche. Arribaaaa! 65000 pesos numa lapada! Eu tinha feito planos para pagar a metade total desse valor final! Mas como tava incluído desayuno, decidi ficar. O quarto estava um casal da Noruega, uma garota do Rio (a Andressa) que também faz uso do fórum e outra pessoa que nem cheguei a ver e que foi embora no dia seguinte. Devidamente alojado, fui tomar banho e depois um rolê pela city atrás de algo barato e só achava algo sempre em torno de 3500 pra mais. Fiquei numa birosca bacana e paguei na primeira noite 4800 pesos por um lombo de cerdo e duas cervejas escudo (“frias”, não geladas)! Depois sai e fui num bar na principal onde tem as camisas de vários times do mundo. Bacana o lugar para tomar umas e só. Voltei ao Hostal já meio alto e com um pouco de frio, pois saí sem levar blusa de frio. Fui dormir por volta de 01:30 da matina. Relógio programado para começar despertar às 7h.

 

 

2 º DIA, Atacama by bike e + um tour vespertino!

 

Pronto! Segundo dia e bilhões de coisas a querer fazer. Levantei e só eu para tomar café. Kkk Forever alone parece uma série de TV para os que madrugam. Aí fiz tudo bemm na calma para alguém aparecer para tentar conhecer, trocar uma ideia, pegar dicas simples; até que a mina que estava no mesmo quarto que eu chegou lá. Disse: “Hola!”. De donde eres¿ Brasil! Iaaa, massa! Rsrs Aí depois chegou um casal bacana e bem animado de Curitiba e fomos tomando café e conversando sobre os trajetos seguidos por eles. A Andressa, a carioca, também havia chegado no dia anterior, só que mais cedo que eu. O casal de Curitiba já estavam lá há dois dias, mas só no dia mesmo que iriam começar a fazer mais passeios e coisas. Beleza, peguei algumas dicas do pessoal sobre os passeios e o casal e a carioca falaram que a haviam fechado com a Grado 10 e ficaria praticamente o mesmo valor caso se fosse feito por outra empresa, mas com um serviço menos característico; aí já fui para las Calles conhecer um pouco mais da cidade, tirar umas fotos e alugar uma bici para fazer umas trilhas para mais longe. O lance é que as lojas começam a abrir umas 9h. Mas enquanto isso, comprei umas frutas e água para levar no passeio de bike. Aluguei uma bike bacana para até às 15h por 3000 pesos na mesma calle do Hostal. Aí esperei a grado 10 abrir e fechei com eles o passeio do Valle de La Luna para ver como é o esquema da empresa e tals. Aí paguei CLP 15000. Choreiii bastante e consegui um desconto de 2000 mil pesos, pois falei que se gostasse da empresa e do passeio faria com eles os demais. Horário marcado para às 16h, fui para a trilha que vai até o Pukara de Quitor; acesso bem fácil até lá, apenas 3 km para ir e uma caminhada até o topo final de mais ou menos 01:15, dependendo do seu ritmo e pique. Conversando muito com o senhor atacameño que cuida de lá e perguntei coisas da história daquele lugar, sobre o acesso. Ele até falou que se eu ou outra pessoa quisesse voltar lá para conhecer, era só levar o comprovante do qual paguei (CLP 1500 para estudantes e CLP 2500 para quem não era), falei que era estudante mas não estava com a carteira tal para comprovar; ele super gente boa falou: “chico, eres estudiante!” Rendeu boas fotos:

 

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Lá no topo, pude ter a primeira visão geral da cidade lá embaixo, do Vulcão Licancabur e do visual que, com certeza, fiquei arrepiado e bem pensativo de quanto que esperava por estar naquele lugar – praticamente dois anos de espera desde a viagem pela Argentina. Bem, estava lá naquele visual sem igual. Um pouco depois, troquei ideia com um chileno de Santiago que estava no deserto pela primeira e passou que descendo mais um pouco além de onde estávamos tem outras quebradas bacana para ir conhecer by bike e me entregou um mapa que tinha. O que eu tinha pego era bem zuado, sem as calles principais descritas e jogadas as direções dos acessos aos locais para visitar. Pronto, já tinha para onde ir nas manhãs seguintes quando tivesse tour marcado para tal período. Regressei para a cidade por volta das 13:30h para rangar, tomar um banho e cair lá para o Tour do Valle de La Luna. Cheguei faltando 15minutos do horário combinado do passeio e a mina responsável lá já tinha até gravado meu nome e sobrenome kkk , “hola, Luiz! Puedes esperar un rato que ya vamos!” Opaaa! Já vamos¿ Incluindo usted¿ =D Bem, na hora não foi assim, foi um guia lá, o Robson. Massss muito gente boa, tranquilão, entendia português para quem falava só português e coisa e tal. Sempre perguntando se todos tinham gostado, se estavam bem. O caminhão doidera que valeu também o preço um pouco mais caro. Muitas fotos, conversas com a galera que também estava no passeio; detalhe que o casal de Curitiba e um de Santiago que estavam no mesmo Hostal estavam no passeio, gente super bacana. Também fiz amizade com um paulista, o Leandro, que também viajava sozinho e que era a última noite dele lá. Primeiro é o Valle de La Muerte, Pedra do Coyote, Túneo lá marrom menos, Três Marias e depois o por do sol no Valle de La Luna. A entrada do parque custou CLP 2500, se não me engano. Realmente fora de sério o que vi e registrei! Aproveitem:

 

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Depois de ver o por do sol, veio um vento bem frio, mas deu para suportar mesmo sem abrigo ou agasalho. Regresso para a cidade às 19:50 +-. Na cidade, marquei com o paulista de tomarmos um trago e trocar uma ideia umas 21:16h, já que com certeza a fila para usar o banho poderia estar grande. Regresso na agência Grado 10 para fechar o passeio do dia seguinte: Lagunas Altiplânicas. O preço cobrado pela agência foi de CLP 30000. Tentei argumentar que estava um pouco caro e se poderia ter um desconto e coisa e tal, mas não foi possível. Acabei pagando, pois queria muito ir na manhã seguinte, seguindo a ordem da programação que tinha feito. Chego no Hostal e encontro a carioca que também havia chegado de outro passeio que fez a pé mesmo. Convidei-a para se juntar a nós sedentos por cerveja para jantar, beber e socializar. Fomos num lugar lá na Caracoles que foi meio carinho (CLP 7000 tudo que comi e bebi), mas deu para comer bem e tomar duas cervejas antes de irmos a outro bar. Saímos desse restaurante umas 23h e fomos procurar algum bar diferente. Caímos num que os nativos e a galera de lá frequentava, um que fica quase no final da Calle Tocopilla, sentido para que vai as agências dos bus que chegam e levam para os destinos dentro do Chile. O lugar estavam bem cheio e para achar lugar foi um pouco complicado, mas conseguimos; até chegar a cerveja, a quantidade de copos certo, a duas cervejas que já tinha tomado foi para o espaço kkkk. Conseguimos tomar dois litrões de escudo e o carinha já veio com a conta, pois já queriam fechar a parada. Voltamos para a principal, o Leandro já cansado e iria acordar cedo no dia seguinte para regressar a sua terra. Despedimos dele e fomos procurar um bar para beber ou comprar mais brejas. Achamos aberto ainda aquele das camisas de time; como o cara falou que ia fechar em pouco tempo, preferir comprar umas long necks e levar para o hostel para tomar lá. A carioca também iria para o passeio das Lagunas Altiplânicas e iríamos acordar por volta das 05:30. A Andressa foi dormir mais ou menos 01:50h e fiquei ali terminando as cervejas que restavam, já que tinha colocado no congelador (Ahhh, finalmente geladass!). Fui dormir umas 02:30 e, conforme combinado com ela, acordei no horário e acordei-a para irmos ao passeio das Lagunas. Foi difícil para acordar a Andressa (se vc ler isso aqui, fica brava não!) kkk

 

Continua....

 

::hahaha::

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3 º DIA, Lagunas Altiplânicas + Salar de Atacama.

 

Beleza, horário combinado, acordei às 05:30 da matina para poder me arrumar e esperar o caminhão /ônibus chegar na frente do Hostal do qual estava hospedado para nos buscar; detalhe que, além da carioca, também iriam para o tour o casal de Curitiba e o casal de Santiago. Ficamos ali na frente do hostal num frio muito bom até que +- 06:10 o transporte chegou para nos buscar. Ida tranquila, todos ainda dormindo dentro do bus, pois o translado até a primeira parada (Laguna Miscanti) levaria quase 2h!

Como gosto de ver tudo o que aparece pela janela, fiquei acordado (tentanto) todo o trajeto, vendo a mudança brusca de cenário, vista, cerros etc. Realmente estava mais frio do que eu pensava, mas estava de calça, uma bermuda por baixo para quando esquentar posteriormente, um casaco simples e um abrigo corta vento. Chegamos na Laguna Miscanti quase 8h, ventava muitoo, frio diferente, mas dando para aguentar. Realmente o lugar por si só já é um cartão postal para onde você olhar; a cada passo dado rende uma fotografia. Não tinha soma de dúvida que até então seria o melhor tour da região! Nesse trecho existe um caminho que leva até uma espécie de mirante, a Sandero Miscanti, para ficar um pouco mais próximo da Laguna. Infelizmente não se pode ultrapassar o caminho marcado lá pelas pedras, pois é proibido para não afetar a área preservada (ainda bem); andando no mesmo trajeto chegamos à Laguna Meñiques, também com visão fora de sério! Ah! Detalhe importante é que estávamos beirando uma altitude por volta dos 4.000 metros. Não senti nenhuma diferença, dor de cabeça ou algo relacionado a isso, mas o frio que foi estranho! Rsrs Mas já beirando às 9h, fui a um banheiro que lá tinha para poder tirar a calça e ficar apenas de bermuda, já que o tempo já tinha melhorado um pouco. Toda região tem uma harmonia incrível: as lagunas ao centro, as montanhas, uma vegetação baixa (chamada de paja brava) do qual serve de alimentação para as vicunhas. Quando chegamos ao mirante principal, paramos para o café da manhã tão esperado! Já me encontrava morrendo de fome, já que tinha saído sem ter comido nada. Acho que foi o melhor café da manhã que tomei na minha vida numa varanda que poucos estiveram. Foto vai, foto vem; comida vem, comida acaba; todos se juntaram para subir em cima do caminhão /ônibus para uma foto que acho que foi um dos melhores clicks do passeio (foto anexada abaixo). Logo terminado a bateria de fotos que foram tiradas das câmeras de cada um, voltamos à entrada principal do parque para pagar a entrada (CLP 2000). Partimos logo depois para o pueblo de Socaire, já bem perto de onde estávamos primeiramente. Cidadezinha bem pequena (localizada a 3500 metros do nível do mar), quase nada ver; mas a história do lugar vale a pena ouvir ou procurar antes na net para conhecer um pouco melhor. O cartão principal da cidade é a Igreja que é do período colonial. Ficamos lá não muito tempo, no máximo meia hora para fotografias. Partimos em direção ao Salar de Atacama. Nesse tempo, eu já nem via o relógio para ver a questão de hora e coisa e tal; estava encantado com o lugar, com o clima e a boa vibração que aquilo estava proporcionando. A caminho do Salar do Atacama já fazia bem calor, já todos estavam sem os casacos, alguns já também de bermuda ou shorts e casacos deixados de lado. Hora de reforçar o protetor solar! Quando chegamos ao Salar de Atacama, mas uma entrada para pagar: CLP 2000! Vou até contar que fiquei um pouco decepcionado com o lugar: poucos ou quase nada de flamingos, cheiro muito forte (lembrava até maresia de beira de praia) e câmera resolveu acabar a bateria! Kkk Mas recebi a ajuda da cia de viagem Andressa que tirou várias fotos da câmera dela (Andressa, não esqueça de me enviar as fotos!!! haha). Esperávamos algum voo dos flamingos para conseguirmos fotos ainda melhores, mas foi difícil. Os flamingos comem quase 14h por dia e ficam com o bico quase o tempo todo dentro d´água atrás dos camarões lá bemm pequenos. Ficamos lá no Salar aproximadamente uns 40 minutos e voltamos à condução para irmos para a última parada: Povoado de Toconao, já bem próximo à São Pedro do Atacama. A também bem pequena cidade de Toconao encontra-se a Igreja de San Lucas, que foi construída por volta de 1774. Tirei algumas fotos pelo celular mesmo e esperei apenas o horário para regressarmos ao transporte rumo à São Pedro. Dentro do bus, metade da galera comentava que iriam fazer o tour para a Laguna de Cejar e que não daria tempo de ir almoçar, tomar banho e coisa e tal. E eu pensando, pow, vou também! Aí perguntei para o guia (Robson) se ainda teria uma vaga para mim no tour de logo mais; mas infelizmente ele disse que não o carro que iria para o tour da Laguna Cejar era um 4x4 e já se encontrava lotado. Beleza, chegamos na cidade e mesmo assim voltei lá no Grado 10 para verificar tal informação. Realmente já não tinha mais vaga e fui a outras agências. Também todas lotadas para o tour daquela tarde = /. Voltei na Grado 10 para fechar o Tour do Salar de Tara (melhor passeio de toda a viagem); também o passeio mais caro: CLP 50000. Como já era mais ou menos 16:40, fui atrás de algum lugar para almoçar e voltei ao Hostel para tomar um banho, relaxar um pouco e achar um bar para abrir os trabalhos! Por volta das 21:40, encontro no meio da calle principal a Andressa caminhando de regresso ao Hostal e me contou como foi o passeio e que valeu a pena ter visto outro por do sol diferente; ainda disse que rolou um pisco sour com vários petiscos a vontade. Ainda cogitei a ida para lá na tarde do dia seguinte. Marquei com ela para irmos para algum bar tomar alguma coisa e ficar trocando ideia. Achamos um bar qualquer e tomamos algumas cervejas “frias” até certa hora, pois ela teria que novamente madrugar para ir até o tour dos Geysers del Tatio. Fim de mais um dia...

 

 

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4 º DIA, Dia livre para conhecer a city e tomar cerveja “fria”.

 

Gostaria de começar a relatar o que ainda ocorreu pouco tempo depois que fui deitar na madrugada. Ainda no meio da noite, pouco depois de cair na cama, o casal de gringos from Noruega, do qual estavam no mesmo quarto antes da minha chegada, chegaram das cachaças e foram dormir. Beleza, a mina do cara estava na cama de cima da minha e o infeliz FEDENDO, parecia um mendigo com um chulé do mal veio falar com a mina dele bem colado na minha cama. Ficou ali sussurrando com ela chamando-a para ir dormir com ele na mesma cama; o meliante ficou ali impreguinando o quarto e, principalmente, a região de onde eu estava dormindo. Eu cobria a cabeça e nada do cheiro ir embora... Até eu falar assim: What fu*** is it¿! Kkkkkkkk o malcheiroso disse sorry e voltou à cama de origem. Mas o funtum ficou um bom tempo circulando no quarto, haja vista que a única janela estava fechada por conta do frio. Mas tranquilo, depois consegui dormir tranquilo.

Acordei um pouco mais tarde nesse quarto dia de viagem, levantei-me por volta das 08:15h para tomar o café do hostel. O frio parecia que estava pesado para quem acordou às 4h para ir ao tour dos Geysers, pois a sensação era que estava um frio de uns 17 graus naquela manhã que levantei. Fiquei fazendo hora até umas 09:20 esperando as lojinhas e lugares de visitação abrirem para poder visitar. Primeiro, fui conhecer a igreja que fica na praça central. Ela estava sendo reformada, mas aberta a visitação. Sentei nessa igreja e fiquei um bom tempo ali viajando e feliz por estar ali. Saí e fui ao museu arqueológico Padre le Paige, que é onde está a Universidad Católica do Norte (CLP $2000); detalhe que lá fica aberto das 9 ao meio dia e das 14 às 18h, se não me engano. Entrei e vi algumas peças esquisitas, mas que contam um pouco da real origem do lugar. Vale a pena separar uma manhã para incluir no roteiro. Na saída, ao lado da entrada do museu, tem o “Solmaforo” que lhe informa a quantidade de raios violetas que se pode estar exposto no dia. Interessante que parecia que sempre estava no azul (o mais violento!). FOTOS:

 

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Saindo do Museo, já morto de fome, fui procurando lugares mais em conta para poder almoçar, fui parar na calle onde tem as agências de bus que te levam para os destinos dentro Chile e outros. Pratos até bons pelo preço de CLP $2000. Valeu a pena, pois ainda pedi duas Escudo (cerveja chilena) que estavam até geladas! Acabei pagando apenas 4400 pesos no total. Nem foi cobrado a propina pelo atendimento. Foto:

 

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Bom, logo depois voltei ao Hostel apenas para escovar os dentes, vê o movimento para tentar conhecer mais alguém; mas quase vazio o lugar, aí decidi cair para um bar tomar umas de leve. Acabei pagando bem caro no único bar que tem cadeiras na calçada, do qual fica na praça central da cidade. Acabei sentando ali para ver o movimento e ter uma sensação diferente. Fiquei tomando apenas a cerveja Corona. Após umas duas horas de cerva, fui atrás do mercadinho alcoólico, isso mesmo, esse era o nome do mercado! Comprei lá a cerveja Escudo de Litrão (3 no total) e voltei ao Hostel. Lá, a galera que tinha ido ao passeio dos Geyser tinham regressado: a carioca Andressa, o casal de Curitiba (Sr. Pimenta e Sra. Letícia) e o casal chileno (Mauricio e esqueci o nome da mulher dele). Aí já chegaram dizendo: ahhh, você leu as nossas mentes! Kkk Aí compartimos as cervejas e depois fomos comprar mais. Ficamos até quase 20h tomando e conversando sobre bastante coisa. Eles tinham marcado às 21h um jantar no restaurante Blanco com o resto da galera que estavam em todos os outros passeios que eu e o resto tinha ido. Fiquei meio sem querer ir, pois sabia que lá seria uma facada a conta final. Mas acabei indo. Pedi uma carne lá e uma cerveja; paguei CLP $ 8000. Valeu bastante a pena, pois conversamos até tarde e todos puderam se conhecer um pouco melhor. Despedida de quem no dia seguinte iria regressar às cidades de origem, voltamos para o Hostel para dormirmos, já que na manhã seguinte (6h) estaria no tour de Salar de Tara. Posso adiantar que foi o melhor tour que fiz. Mais um dia legal chegou ao fim... ::Ksimno::

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Muito bom o relato

 

Quando passei em São Pedro do Atacama, fiquei um dia.

 

E percebi que deveria ter ficado mais, para fazer mais passeios. Quem sabe não volto algum dia pra lá.

 

E as passagens eram de BSB para Calama com escala em São Paulo, ou vc precisou comprar duas passagens?

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Pô, vc achou caro pra comer em San Pedro?

Jantava super bem todos os dias (entrada, prato principal, sobremesa e uma taça de vinho ou pisco sour) por meros 7000 lucas, o equivalente a mais ou menos 28 reais. Com esse preço, eu não comia nem uma coxinha aqui em São Paulo, hahahaha.

 

Muito legal seu relato, o Atacama é coisa linda mesmo.

E quando puder, passe uns dias em Santiago. Vc vai AMAR.

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Muito bom o relato

 

Quando passei em São Pedro do Atacama, fiquei um dia.

 

E percebi que deveria ter ficado mais, para fazer mais passeios. Quem sabe não volto algum dia pra lá.

 

E as passagens eram de BSB para Calama com escala em São Paulo, ou vc precisou comprar duas passagens?

 

 

Dale, brother! Bom, comprei as passagens pela TAM. Aí foi conexão em Guarulhos- SP e em Santiago, aí para depois ir para Calama. O trecho Guarulhos - Santiago e Santiago - Calama foram realizados pela LAN Chile. O que tornou demora para chegar e um pouco cansativo foi realmente ter que pegar essas conexões e esperar pelas mesmas horas e horas.... Mas valeu todo o sacrifício!

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Pô, vc achou caro pra comer em San Pedro?

Jantava super bem todos os dias (entrada, prato principal, sobremesa e uma taça de vinho ou pisco sour) por meros 7000 lucas, o equivalente a mais ou menos 28 reais. Com esse preço, eu não comia nem uma coxinha aqui em São Paulo, hahahaha.

 

Muito legal seu relato, o Atacama é coisa linda mesmo.

E quando puder, passe uns dias em Santiago. Vc vai AMAR.

 

 

Então, Ana, o preço até que pode se pagar uma noite ou outra. Só que pagar isso todos os dias e na hora do almoço e do jantar pode deixar a viagem de custos finais um pouco salgada. O preço que vc falou e pelas opções equivale ao Menu que fica escrito do lado de fora, diferente se for pedir algo da Carta dentro do estabelecimento. Mas a frente, durante o relato, vou informar uns endereços que consegui anotar e memorizar onde tem os Menus mais em conta e que vale a pena ir conferir!

 

E sobre Santiago, estou louco para conhecer! Fica sem sentido ir ao Chile e não ter conhecido Santiago. rsrs

 

Vou até depois pegar dicas gerais com você!! =D

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