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[info]Este tópico é para troca de informações. As informações inéditas serão aproveitadas e colocadas no tópico

Amazonas - Guia de informações

As perguntas e Repostas na medida que ficarem desatualizadas e duplas, as mais antigas serão substituidas pelas mais novas[/info]

 

 

 

Ola, peguei muitas dicas importantes neste fórum, portanto acho muito importante contribuir um pouco com informações q podem ajudar colegas q querem curtir a região Norte de nosso imenso pais.

 

Vou relatar algumas experiências na visão de um paulista, portanto me desculpem se alguém não entender algumas colocações. Faltando apenas 1 semana p/ acabar as minhas férias encontrei uma oferta da TAM (ida e volta 06/07/08 a 14/07/08) SP – Manaus, por R$999,00 (primeira dica, comprem pela net, pois assim vcs não pagam uma taxa caso comprem pelo telefone 10% ou agencia).

 

Cheguei em Manaus 3h da manha de domingo (1h a menos do fuso horário de SP) e fui p/ o ponto de ônibus q fica a poucos metros da saída do aeroporto, não estava disposto a pagar de R$40 a R$50 por um táxi ate o centro; tive sorte, pois o ônibus estava saindo do ponto aquele horário e aos domingos a passagem custa apenas R$1,00. Os relatos anteriores estavam certos, não é aconselhável andar pelo centro (próximo ao porto) entre as 22h e 6h da manhã, juro q pensei q seria assaltado, portanto caso cheguem de madruga é legal ir de táxi já num hotel reservado, q não foi o meu caso q fiquei perdido no centro até encontrar um hotel razoável. Fiquei no Hotel Kyoto na Rua Dr. Moreira, Centro, R$ 43,00 (café da manha, ar condicionado, frigobar).

 

Como tinha pouco tempo, de manhã já fui procurar fazer o passeio do encontro das águas, como alguns sugeriram fui até o hotel 10 de julho, procurar o passeio mas o cara tava cobrando R$120,00, disse q era por causa do transporte até o porto, fui a pé e negociei com um rapaz q se chama Laércio (9976-7209 ou 9135-2988 pode ligar a cobrar-rsrsr) por R$ 90,00 (encontro das águas, nível do rio, almoço, vitória-régia, passeio por igapós e pesca de piranhas de rio – das 9h30 até as 19h). Devia ter fechado o pacote de vários dias no hotel da selva neste dia, mas como estava meio perdido e havia deixado as minhas coisas no hotel voltei no mesmo dia.

 

Na segunda de manha fui conhecer o teatro Amazonas R$10,00, Mercado Municipal (continua fechado), Centro Cultural Palácio Rio Negro (gratuito), Museu do Índio R$5,00 e peguei um táxi (R$20,00 com uma amiga) para conhecer o Bosque da Ciência (longe do centro), mas infelizmente de segunda-feira eles fecham, então fomos para o Museu de Ciências Naturais R$12,00 onde existe um aquário bastante interessante com diversos peixes, inclusive pirarucus.

 

Na terça-feira peguei um ônibus até a rodoviária para conhecer a cidade de Presidente Figueiredo R$14,45, cerca de 2h de viagem e por indicação de colegas deste fórum fui a Pousada da Jibóia (Rua Copaíba, 69, (92)3324-1228) pelo preço, as instalações estavam ótimas R$35,00 recomendo.

 

Em Presidente Figueiredo as maiorias das cachoeiras estão em áreas particulares, portanto cobram para entrar e ficam perto das rodovias, na entrada da cidade existe o Centro de Atendimento ao Turista, provavelmente eles vão tentar empurrar um guia, mas peça um mapa das atrações turísticas, caso não forneçam olhem o que esta afixado na parede e vcs verão q é muito fácil chegar às cachoeiras, inclusive todas estão bem sinalizadas, inclusive a atração mais legal da cidade (para mim) que é a caverna Maruaga; na estrada existe um placa enorme e fica uma pessoa responsável para autorizar sua entrada. Infelizmente a maioria das cachoeiras está longe da cidade, portanto se vc for apenas com a mochila nas costas, terá q negociar com os moto-taxis, que tem de monte na cidade (peguei um por R$70,00 q me levou para 3 cachoeiras e para a caverna, mas não vou colocar o numero dele, pois não achei ele legal). De a pé da para visitar o Parque do Urubui, Parque Galo da Serra e Cachoeira das Orquídeas.

 

Na quinta-feira voltei para Manaus, para fechar um passeio de 3 dias no hotel na selva (Green Lodge – Hotel flutuante no meio do Rio Negro, sem luz elétrica), novamente procurei o Laércio e negociei 3 dias (vários passeios) e 2 noites (um acampando na selva e outro no quarto do hotel) com tudo incluso por R$250,00. Foi tudo maravilhosamente bem, creio q para mim q gosta do contato com a natureza, devia ter ficado a semana toda neste hotel, mas enfim, valeu a pena conhecer a Caverna Maruaga (Pres. Prudente) e o teatro Amazonas. Não quis ir a praia ou ao shopping, mas garanto para vcs q o centro é um CAOS, uma mistura de 25 de março, com calor, cheio de gente e barracas de produtos piratas, enquanto passeava um pouco pelo centro só pensava em sair correndo de lá para a Selva Amazônica.

 

Voltando da floresta negociei num hotel no centro R$10,00 caindo aos pedaços apenas um banho e para arrumar a minha mochila, fui ao ponto de ônibus e peguei a lotação n. 306 q t deixa na porta do aeroporto.

 

Um site bem legal q mostra todas as atrações de Manaus, inclusive com mapas e endereço é: http://www.rumomanaus.com.br/360/index.html

 

Vale a pena conhecer a nossa Amazônia, infelizmente, assim como o passeio q fiz no Pantanal (MT) a maior parte dos turistas são estrangeiros do mundo inteiro, temos q valorizar nossas riquezas e viajar mais pelo nosso pais.

 

Abraços

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rayovac,

 

Você poderia colocar mais detalhes sobre o Hotel da Selva incluindo os passeios, os contatos e como é o acampamento na Selva. Tem que levar barraca?

 

Abs.

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Entaun, existem varios passeios q podem ser feitos, de acordo com o numero de dias q vc ficar no hotel. Exemplos: focagem de jacare, caminhada pela floresta, visita a uma tribo indigena, visita a moradores locais, pesca de piranha, passeio de canoa pelos igapos, etc.

 

O hotel eh simples, flutuante e sem energia eletrica, pode optar entre dormir em redes (+barato) ou quartos e o unico contato q tenho eh do Laercio. Em relacao ao camping, eles providenciaram a rede e mosquiteira, alem de plasticos p/ cobertura caso chovesse, alem da janta q foi feito na hora, portanto naun precisa levar a barraca.

 

abracos

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Em março eu saí do Rio direto pra Manaus. fiquei na cidade por uns 3 dias e acho que nao há nada o que se fazer por lá. A viagem começou a ficar interessante quando fui conhecer as redondezas. Primeiro fui pra Presidente Figueiredo, uma pequena cidade a uma hora de Manaus. lá vc encontrará inúmeras pousadas (recomendo a Pousada das Pedras - 9233241296 ou http://www.pousadadaspedras-am.com.br) e principalmente dezenas de cachoeiras dos mais diversos tipos, com águas maravilhhosas. o povo é gentil e hospitaleiro. saindo de Presidente Figueiredo fui direto para a grande experiencia que tive por lá: a selva. Partindo de um contato com uns gringos descobri que é possivel contratar seu próprio guia e fazer o tao famoso passeio na selva por um preço muuuuiiiiiitooooooo menor do que o cobrado nas agencias de turismo. o contato é o seguinte: ligara para o Paulo (92)91333625, ele é dono de uma pequena mercearia às margens do rio Mamori, e é primo do Rosinaldo que é o guia. todas essas pessoas sao excelentes. gente muito simples, honesta, e extremamente dedicadas. contratando o guia, vc deverá alugar um barco e comprar os mantimentos. olhando assim parece coisa de outro mundo mas acredite, isso tudo é muito barato mesmo. se vc for viajar com mais pessoas fica ainda mais em conta porque o preço cobrado pelo guia é o mesmo seja pra uma ou pra 4 pessoas. para se ter uma idéia, eu gastei em média uns 110,00 reais por dia (incluindo contrataçao do guia, aluguel do barco, combustível, e tudo mais) se fosse fazer essa viagem por uma agencia eu teria o MESMO passeio por no mínimo 180,00/dia. O cronograma foi maravilhoso. nos dois primeiros dias dormi na casa dos caboclos. lá vc vive como eles (esse mesmo passeio está nos pacotes das agencias) pode ir caçar, pescar, tomar banho em igarapés, tudo o que vc quiser pois o guia fica a tua inteira disposiçao. depios passei dois dias na mata. o guia já tem um local preparado para armar a barraca - que nada mais é do que uma lona sobre uma estrutura de madeira já armada - e dali vc faz caminhadas na mata (INCRÍVEL), focagem de jacaré, toma banho de rio, pesca piranha...Enfim, o passeio na selva foi um sonho de verdade - se quiser tenho fotos! saidno da mata fui descer o rio de Manaus até Santarem. é legal, acho immportante fazer a viagem, mas eu fiquei de saco cheio uma hora. bom acho que já há muitas dicas, qq outra coisa me coloco à disposiçao. abraços e boa viagem.

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Olá! Td bem?

Meus planos incluem chegar a Manaus (minha familia eh de lah), estou em SP atualmente...

E tbm consta nos meus planos pegar um barco de Manaus a Belem (Sempre quis fazer isso e nunca tive oportunidade)

 

Quanto ao que fazer em Manaus, vai depender muito de quando vcs vao chegar por lah....se tiver tempo de sobra...tem muita coisa para se fazer e se conhecer em Manaus e arredores (pres. figuereido , novo airão, etc)...

se tiver uma grana extra pode fazer uns desses pernoites na selva...se tiver barraca vale a pena acampar na praia da lua, praia dourada, pres. figuereido, Paricatuba e onde tiver praia...

 

Lembrando que nao tem barco que saia todo dia de Manaus com destino a Belem...se nao me engano eh dia de quarta e sexta..e leva ateh 4 dias ate chegar em Belem...o barco geralmente para em santarem onde fica ancorado por umas 6 ou 8 horas...para descarregar e carregar cargas...nisso rola de ir para a praia de Alter do Chao e voltar .

 

Quanto aos preços....começa a partir de R$ 250,00 (dependendo se o barco for lotado, aumenta esse preço)

que seria o que chamamos de 3 classe....um pavimento do barco, sem ar condicionado, as vezes perto do barulho do motor e todo mundo amontoado dormindo em rede....

o de 2 classe e um pavimento superior , as vezes com um ar condicionado central e longe do barulho do motor...nao sei o preco...mas que começa por volta de R$ 500,00....

logico q nao preciso mencionar q o banheiro eh coletivo e a comida eh servida no refeitorio...

geralmente algo denominado Frango Explodido....Alguns amigos meus passaram mau com a comida...recomendo levar frutas e agua mineral..

e a primeira classe eh camarote individual, com cama, ar condicionado, banheiro privativo e comida servida no quarto. Prco a partir dos R$ 750,00 ...dependendo da classe vai até mais...

 

A viagem eh tranquila, mas como todo e qualquer lugar, tome conta das suas coisas...geralmente o pessoal embarcado nao mexe...mas nos portos eh outra estoria...

 

Lembrando que em alguns ou na maioria dos barcos que fazem essa travessia...eh musica alta...brega e forro o dia inteiro...durante a viagem toda..

 

Reserva? eu sei que vc tem que tah no porto de Manaus e comprar a passagem antecipada...

Um dica, se vc comprar a passagem, eles jah deixam que vc fique embarcado....alguns barcos ja chegam 2 dias antes...dae em vez de vc pagar albergue ou hotel, ja fica no barco e pode sair para conhecer a cidade....

 

mesmo assim eu tow louco pra ir de 3 ou 2 classe e curtir a descida do rio amazonas...

 

espero ter ajudado!

Namastê

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Olá para todos,

 

Meu nome é Adriano Mourão e, apesar de ser carioca, eu moro em Manaus a mais de 10 anos. Fasso faculdade de Turismo (Universidade do Estado do Amaznoas) e trabalho em uma empresa de turismo. Sou um mochileiro iniciante, ainda, mas tenho um grande conhecimento histórico da ciadade, por morar aqui e estudar turismo, e prático, por trabalhar com turismo. Portanto, gostaria de dividri algumas informações sobre a cidade para os mochileiros que virão para o FSM. Há muitos locais interessantes para se visitar em Manaus, não só naturais, como selva ou rios, mas também centros históricos, como o Teatro Amazonas, o Porto Flutuante (único do Brasil), o Museu do Índio, a Catedral de Manaus, o Palácio Rio Negro.... o centro histórico da cidade, como um todo, é muito rico, com uma arquitetura européia que surgiu no períudo aureo da borracha. No que tange a turismo ecológico, o Amazonas, acredito eu, é inigualável. Sem gastar muito é possivel visitar as famosas e maravilhosas cachoeiras de Presidente Figueredo (à 107 km de Manaus, Aproximadamente 1 h e 30 min de carro), um dos lugares mais lindos do estado e ótimo para quem busca relaxamento e paz interior (aconselho que visitem as cachoeiras nos dias da semana, pois nos fins de semana, principalmente domingo, elas ficam cheias e esse relaxamento é comprometido). Os parques e zoológicos da cidade de Manaus também são baratos e ótimos para quem quer conter dispesas mas manter o contato com a natureza. O passeio ao encontro das águas (rio Negro encontra o Solimões, mas eles não se misturam devido a suas diferenças de velocidade, densidade e temperatura) também não é muito caro, cerca de 60,00 R$ por pessoa, e vale muito á pena. É um local lindo e inesquecível. Próximo ao "encontro" também é muito fácil se visualizar botos cinza e o famoso cor de rosa. Há tembém passeios de caminhadas na selva, pescaria, focagem de animais noturnos, observação de pássaros.... Ou seja, as possibildades de turismo são inúmeras e, muitas são bem acessiveis e baratas, próprias principalmente para michileiros como nós. A respeito dos barcos para Belém, para os mochileiros que pretendem vir para Manaus e descer o rio até a capital do Pará, não se preocupem, eles são seguros e a viagem é bem bonita. Há realmente uma separação de classes. Isto varia muito de barco para barco, mas a maioria possui pelo menos duas área: em baixo fica o espaço destinado aos viajantes de redes (bom para quem quer algo barato, mas não é muito confortável. As redes ficam muito próximas umas das outras e o banheiro é comunitário, de manhã é uma filha não muito confortável para tomar banho, escovar os dentes ou qualquer outra higiene matinal); em cima, normalmente, ficam os camarotes, o bar e uma área de convivência, com mesas e um chuveiro (os camarotes são confortáveis, possuem normalmente duas camas e ar-condicionado. O banheiro normalmente ou é exclusivo ou no máximo dividido com mais um camarote), é bem mais confortável e aprasível. No que tange ao preço, eu ainda naum tenho certeza dos valores, porisso prefiro não citar nenhum para nuam prejudicar-los depois, mas é fácil decobrir-los, talvez pela internet ou ligando para uma das empresas seja fácil descobrir. Um ultimo conselho que eu daria seria para quem vai vir que tente comprar suas passagens de barco com antecedência, pois essa época do ano há muita demanda é nem sempre se consegue vaga (principalmente nos camarotes) em cima da hora.

 

Desde já me ponho a disposição para ajudar-los ou esclarecer qualquer outra dúvida. Sei como é a vida e as viagens de mochileiros e sei que qualquer ajuda é bem vinda. Deixarei meu e-mail para possiveis futuros contatos.

 

Obrigado pela atenção e espero que tenham uma boa estada e gostem de Manaus.

 

Ass: Adrinao Mourão

E-mail: [email protected]

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Olá! Tudo bem?

 

Foram ótimas dicas e informações!!

 

Estou para fazer uma viagem pelo Brasil. Vou pela empresa em que trabalho, para o FSM e, de Belém, vou seguir viagem. Pretendo passar em cidades do Pará, Amazonas, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Maceió, Bahia e Espírito Santo. Por isso, quem tiver dicas de lugares, como chegar, onde ficar, me fala!

 

Será uma grande viagem, por isso tenho que cortar todos os custos possíveis. Esta viagem de barco de Belém para Manaus, parece ser incrível, mas 250 reais? Bem carinho... Gostaria de saber mais. Eles servem refeição? O tão frango-passa-mal, isso? Quantas vezes por dia? Todas as bagagens ficam junto com as pessoas? Tem chuveiro? É coberto pro caso de chuva? Tudo isso, quanto à ala mais barata. E 250 só ida ou ida e volta?

 

Muito obrigada!!

 

Beijocas

:roll:

 

Olá!

Então geralmente esse preço varia muito, mas o mais barato é a partir disso...passagem só de ida.

Dependendo da época, pode ser mais cara ou não...

Lembrando que são 4 dias de Manaus a Belem de barco.

Bagagens podem ficar sim, geralmente ficam.....Chuveiro tbm tem...O barco eh coberto sim...Imagina uma barco de 3 andares....andar de baixo(classe economica), do meio (2 classe) e de cima (camarotes).

 

Deixa eu ver se consigo colocar algumas fotos aqui...

 

IMG_9823.jpg

amazon_star.jpg

cimg5318.jpg

manaus.gif

 

segue alguns links:

http://www.navegaramazonia.org.br/

http://www.blumar.com.br/novo_site/eco_brasil_outras_regioes_new.cfm?mneu_for=NMSA&lang=1&emp=1

 

Namastê

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Salve turma da mochila!!

 

Não sei se faço bem, mas abri esse tópico novo pra concentrar as dicas pra quem marca ida e volta para passar uns dias em Manaus, que é um ótimo programa pra quem tem poucos dias para uma viagem (especialmente se quer fazer render bem suas milhas indo pra um destino bem distante hehe...)

 

Na verdade me surpreendi muito com essa ida a Manaus. Tinha o receio que 6 noites seria muito para essa viagem, mas voltei com vontade de mais 6 dias ::otemo::

 

Viagem maravilhosa, que todo brasileiro deveria fazer.... pena que a alta temporada lá não é Janeiro (férias brasileiras) e sim Julho (férias nos Estados Unidos e Europa).

 

A verdade é que os gringos já tomaram a Amazônia...eles são bem mais apaixonados pela nossa Amazônia do que nós mesmos... O dono da agência que vou citar abaixo era peruano. O guia, funcionério dele era italiano e as "ONGs" infiltram trocentos desses todos dias na amazônia. Ainda não perdermos o hábito de entregar o que é nosso em troca de espelhinho e apito.....

 

Mas enfim.....deixo isso pra outro tópico...

 

Cheguei em Manaus dia 1 de Maio às 14:15h e no caminho até o ponto de ônibus (que fica pertinho) as ofertas por uma corrida de táxi até o centro foram caindo de R$ 45 até R$ 20...ainda assim esperei 5 minutos e peguei o ônibus executivo pagando R$ 2,50. O ônibus me deixou na porta do "Amazon Suites" o qual tinha feito reserva previamente (sem adiantar pagamento) por R$ 50 a diária para um casal conforme recomendação deste site....

 

Na descida do ônibus, tudo fechado no centro devido ao feriado, só uma galera mal encarada na praça e o motorista já avisou a minha namorada: cuidado com esta correntinha aí!!!

 

Ao chegar no local uma péssima surpresa: o antigo "Hotel Amazônia" que faliu alguns anos atrás e agora é locado com o nome de "Amazon Suites" virou um baita cortiço!!! Não se trata de um hotel mais. Os apartamentos foram vendidos e alguns que compraram vários apartamentos alugam desta forma. A chave do quarto estava com o porteiro! Encontramos um quarto com uma sacada com uma vista linda para o Rio Negro, porém com a mobília muito velha, quarto fedendo e o banheiro então nem conto....uma nojeira de fedido.... fora a péssima aparência do prédio, cheio de grades na frente das portas dos apartamentos, elevador caindo aos pedaços.....quase apanhei da namorada ::lol4::

 

Trocamos as roupas do vôo por uns trapos, trancamos a bagagem no quarto e saímos na pernada em direção ao teatro (o qual eu avistava da sacada) onde imaginei que encontraria boas opções de estadia ao redor.

 

Olhamos o Hotel 10 de Julho, bem próximo do teatro, R$ 85 por um quartinho bem ruim! Continuamos descendo a rua até que chegamos na Avenida Getulio Vargas onde olhamos o Hotel Brasil R$ 110 (ou R$90 se pagos adiantados) por um quartinho ruim também.......Seguimos pela avenida até o hotel Plaza que tinha uma carinha um pouco melhor mas nos pediram R$ 150 após muito choro.....até então era a melhor opção..... seguimos mais uma quadra até a sorveteria Glacial onde havia lido neste site que tinha por perto um albergue legal. Encontramos o albergue onde nos pediram R$ 65 na diária em quarto privativo com banheiro, mas a aparência não animou e estávamos decididos a ficar no Plaza após aquela via sacra.

 

Pagamos R$ 15 a um táxi para ir até o Amazon Suites, esperar que pegássemos as malas e nos trazer de volta ao Plaza. No caminho cantei uma sugestão ao motorista que por mais R$ 5 me levou para conhecer o hotel Sombra que era logo ali. O hotel Sombra é ótimo, bem localizado e custava R$ 70 a diária com café!! Bingo!!!

 

Descansamos um pouco e depois fomos caminhando jantar no Restaurante Kitempero que fica na Getulio Vargas, ao lado do Hotel Brasil. Gastamos uns R$ 40 por uma caldeirada de Tambaqui, peixe que não achamos muito bom, meio sem gosto, talvez pela forma de preparo....

 

Na volta demos uma olhada na praça perto do hotel que tava movimentada, onde rola um show de águas dançantes. Perguntamos como chegar ao Teatro e nos indicaram um caminho um pouco mais longo, porém mais seguro para aquela hora da noite....

 

Dia 2 de Maio tomamos um excelente café da manhã no hotel onde provei o "pé de moleque" manauara. Parece uma polenta feita de mandioca com erva doce, muito bom! Em seguida fomos conversar com um cara que o pessoal da recepção do hotel nos indicou para fechar uns passeios. Segundo eles o cara chegava às 9h para pegar um pessoal para levar a um passeio.

 

O cara se chamava Cristóvão, um velhinho com um baita de um 171, meio desesperado para por a mão na grana, até ai beleza, vida de quem vende pacote de turismo não deve ser fácil, especialmente em baixa temporada.

 

Informamos-nos sobre algum hotel Selva com o Cristóvão e ele me ofereceu uma pacote de 2 dias e uma noite por R$ 250/pessoa. Falei que dava uma resposta mais tarde e ele nos ofereceu pagar mais R$ 100 para uma noite adicional em que poderíamos escolher por dormir no hotel selva ou na casa de um caboclo ou na selva mesmo.... Disse que se interessássemos ele nos acompanharia ao centro naquele instante para comprar lanternas, mosqueteira e capa de chuva nos lugares mais em conta antes que fechasse o comércio ao meio dia (era sábado). Como me agradava a idéia de dormir na selva, aproveitei o embalo.... Compramos também camisetas de manga comprida para nos proteger na mata e uma calça jeans pra patroa que não tinha trazido nada pra andar no mato.

 

Antes de fechar com o Cristóvão tentei uma segunda cotação com um barqueiro chamado Laércio cuja indicação e fone havia aqui no site.O cara pediu valores parecidos e resolvi fechar com o Cristóvão mesmo. Ao me encontrar com o Cristóvão ao meio dia para fechar tudo ele me disse que o Laércio tinha ligado para ele pedindo para que intermediasse com o hotel para um casal. Queria saber se o casal éramos nós... Fiz de morto, me propus a fechar o pacote de uma noite e deixar em aberto a noite adicional para decidirmos lá. Depois de muita encheção de saco para fecharmos as 2 noites (baixou a noite adicional para R$ 75) e da proposta de até nos devolver o dinheiro caso desistíssemos da 2a noite (aff), fechamos por apenas uma noite meio cabreiros com aquele cara...Não recomendo ele, feche diretamente na agência.

 

O Cristóvão nos indicou ir almoçar no "canto da peixada" Pagamos R$ 10 por um táxi que nos levou até lá (estávamos famintos) e gastamos uns R$ 40 para comer filé de Pirarucu grelhado. Ótima pedida!! Passamos o resto da tarde batendo perna pelo horroroso centro de Manaus que mais parece com a 25 de Março em Sp....nunca vi tanta barraca montada na minha vida.... muito lixo pelo chão, cheiro de mijo em tudo que é canto...Na volta para o hotel visitamos o museu do “Palacete Provincial” que fica na praça perto do hotel, um prédio recém restaurado, visita gratuita, valeu a pena.

 

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Palacete Provincial

 

À noite assistimos um recital de musica francesa no teatro. Minha namorada é meio cegueta e quis ficar perto do palco, por onde pagamos R$ 40 cada, mas tinham lugares até por R$ 5 e estudante paga meia. Foi terrível, quase dormimos. Dia seguinte teria uma ópera lá que talvez seria mais interessante. Durante o dia as visitas ao teatro tem que ser guiadas e cobram R$ 10 por isso. Lugar bonito sim, com muita história, mas o teatro municipal de SP por exemplo dá de 10!!

 

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Teatro por fora

 

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Teatro por dentro

 

Antes de entrar no teatro provamos o "tacacá com tacupi"... uma sopa picante que se toma em uma cuia... muito bom pra se conhecer o prato mais tradicional da culinária local, mas não vou comer novamente não hehe.

 

Dia 3 saímos com um guia que veio nos pegar no hotel às 9h em direção ao escritório da Planet Tours, que fica ali pertinho, na rua da sorveteria Glacial. De lá saímos de carro com mais um casal em direção ao barco. A Planet Tours é dona de um flutuante que fica a 1,5h de barquinho de Manaus e que usam como "Hotel Selva" chamado "Green Lodge" vulgo "verdinho". É um lugar simples, não tem energia elétrica, mas pareceu limpinho e com uma boa cama. Além deste, por tudo que me informei existem mais 3 hotéis selva nos arredores: Ariaú e Jungle Palace (alto padrão) e um que não souberam dizer o nome mas que no passado chamava Anaconda e é no mesmo estilo do verdinho.

 

O barco passou primeiro no encontro das águas onde apreciamos a união dos rios Negro e Solimões e averiguamos que as águas deles não se misturam por quilômetros. Há diferença na temperatura das águas inclusive. É só por a mão na água que quando troca de cor a água você percebe, porém, fora isso, não tem nada demais. Passeio tradicional por lá, daqueles que só vale a pena ir pra dizer que foi. Visto do avião o encontro das águas é bem mais bonito!

 

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Encontro das águas vsto do avião

 

Do encontro das águas seguimos para o Hotel Selva parando no caminho para ver as vitórias régias gigantes num lugar onde uns índios vendem artesanatos a preços para turistas gringos....encheção de lingüiça.

 

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Vitória Régia

 

Antes de chegar neste lugar uns índios abordam o barco com animais para bater fotos. Eles jogam umas preguiças maltratadas no seu colo e depois ficam te cutucando e estendendo as mãos pedindo dinheiro. Querem que cada pessoa pague por cada um dos animais que segurou. Alguns se empolgam e batem fotos com jacaré e cobra que eles carregam junto. Depois dá aquele peso na consciência de estar financiando seres que maltratam animais, mas que, se parar pra filosofar, não são mais mediocres que nós com a nossa queimação de petróleo, uso de agrotóxicos, geração de lixo e busca desenfreada pelo progre$$o....

 

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Pobre Jacaré....

 

Chegando no Green Lodge nos serviram um bom almoço e depois nos levaram para pescar piranhas....até que é legalzinho.

 

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Uma legítima piranha

 

Depois nos levaram para conhecer os "caboclos" que nada mais é que algo parecido com o que se vê em qualquer cidade do interior do Brasil. Os caboclos têm carros, celular, ar condicionado e vivem da agricultura...

 

Na volta dos caboclos paramos em um lugar que nessa época do ano ocorre uma revoada de andorinhas que chegam ali para dormir. Este foi o ponto alto do dia! Muito lindo!! Milhares de andorinhas dando rasante na sua cabeça. Tirando umas cagadas, é de ficar de boca aberta (mas não abra a boca que é muito perigoso hehe)

 

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Revoada de andorinhas

 

Voltamos para o hotel crente que iríamos comer as piranhas pescadas conforme disseram, mas naquela noite estávamos só nós 2 no hotel e serviram uma macarronada mesmo. Em seguida saímos para fazer a "focagem de jacarés" O guia parou o barco e uns minutos depois voltou com um jacarezinho e nos deu uma aulinha com o bicho nas mãos mostrando as lentes que eles têm nos olhos para enxergar na água, etc... legalzinho também

 

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focagem de jacarés

 

Dia 4 de Maio, após o café da manhã, saímos para uma caminhada na selva. No caminho o guia avistou uma preguiça em uma árvore e pegou pra gente brincar com ela e bater umas fotos.... bichinho interessante, nunca vi mais sossegado.... Essas horas a gente vê como ter um bom guia faz a diferença pro passeio. O Michael, nosso guia, é um indio nascido na Venezuela, que se mudou criança para a Guiana Inglesa e que fala o inglês melhor que o portugês, mas, acima de tudo, gosta do trabalho que faz.... (92) 8121-4105 / 9129-7041

 

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Preguiçacom preguiça

 

No caminho para a trilha andando de barco pelos Igapós (região de floresta alagada durante a cheia do rio) se passa entre as copas das árvores. Interessante, mas ao desviar de uns galhos bati num cacho de vespas e ganhei umas 10 picadas...mais uma experiência selvagem pra contar no fim da viagem hehe.

 

No começo da trilha o guia nos dá uma folha para mastigar que tem vários efeitos medicinais. Após a primeira engolida bate um amargo na boca terrível, que não sai de jeito nenhum, nem com muita água. Saquei um pacote de bolacha da mochila e dei pra ele provar, dizendo ser um antídoto usado no Sul para gosto amargo na boca e demos boas risadas. Ele nos mostrou plantas com cheiros conhecidos usados em medicamentos como Gelol, anestésicos de dentistas e cosméticos. Penduramos-nos em cipós como um tarzan, batemos fotos de um sapo que se camufla igualzinho à folhas secas e no ponto alto da trilha peguei uma aranha tarântula com as mãos enquanto cutucava as presas dela com um galho para ver o veneno pingar...

 

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Tarantula com seu veneno nas presas

 

Depois da trilha almoçamos no hotel, junto com um pessoal que retornava de uma noite no meio da selva. Conversando com eles, descobrimos que a tal noite na selva se resumia em chegar em um acampamento com um guia que ia montar as barracas, fazer uma fogueira, assar um franguinho na fogueira, fazer uns talheres de madeira e dormir em uma rede coberta por uma mosqueteira após levar muitas picadas de mosquitos que não se intimidam como seu repelente e decidimos desistir da noite adicional.

 

Segundo o guia, experiência na selva mesmo tem os gringos, que não raramente vem pra passar 7 dias no meio do mato comendo o que conseguem caçar e ainda ficam bravos do guia levar arroz hehe.

 

Acho que uma noite no hotel de selva para quem tem 7 dias em Manaus é suficiente para extrair o sumo do passeio. Mais que isso vão ficar caçando coisa pra matar seu tempo lá.

 

Na volta do hotel de selva fui papeando com o barqueiro sobre um tal passeio em uma aldeia indígena, que era uma das atrações que nos ofereciam para passar mais uma noite lá. A aldeia era meio no caminho pra Manaus e dividimos R$80 entre os que estavam no barco para pagar ao barqueiro para passar por lá. Fomos recepcionados pelo pagé com um porco espinho morto em um balde que fazia parte do show para impressionar os turistas.

 

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Ele cobrou R$ 40 de cada grupo (tinha mais um grupo que chegou junto com a gente. As agências cobram R$100 por pessoa pra te levar ali) para fazer uma apresentação na maloca. Contam a história da aldeia deles e fazem umas danças....legalzinho também. No final peguei o e-mail e o celular do pagé Raimundo (uhun, isso mesmo!! 92 9612-8952 / 9944-5525 / [email protected]) Ele nos ofereceu redes pra dormir na maloca por R$ 100 se quiséssemos. Apesar de ser uns indios modernos, acho que deve ser uma experiência mais interessante do que ficar varios dias no hotel selva por exemplo)Disse que podíamos trazer nossa comida ou comer com eles (vai ver eles fazem uma pipoquinha de microondas pra gente hehe) e dei tanta trela pra ele que no final promoveu seus serviços de curandeiro dizendo que ele curava câncer e aids.....só não perguntamos como andava o desenvolvimento da cura da gripe suína por medo de pararmos no caldeirão ::lol4::

 

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Ainda papeando com o barqueiro o mesmo me entregou que recebia R$ 220 das agências de turismo para levar e trazer até 4 pessoas (capacidade do barco dele) nesse trajeto que fizemos. Lanchas para até 12 pessoas cobram R$ 350.Claro que ele não vai fazer preço proporcional a esse para um avulso, mas dá pra tentar um encaixe com algum barqueiro em um barco que já esteja saindo com vagas disponíveis ou até juntar uma galera e aí sim, fretar um barco desses pro passeio. Nas agências consegue-se este tradicional passeio (encontro das águas, vitória régia e pesca de piranhas), sem pernoitar no hotel, por R$ 90 se bem chorado. Rachando um barquinho destes de 4 pessoas sairia uns R$ 60. Seguem contatos do barqueiro: Sr. Nonato (92) 9999-2435

 

O Nonato nos recomendou jantar um Jaraqui com baião de dois no restaurante Galo Carijó. Lugar super tradicional, muito gostoso o tal do Jaraqui. Gastamos R$ 26 com 2 Jaraquis fritos, 1 baião de 2 e uma deliciosa garrafa de Guaraná Real. O restaurante fica localizado na rua dos Andradas que corta a Rua Joaquim Nabuco (paralela da Getulio Vargas) 5 quadras distante da esquina dela com a Rua Sete de Setembro (o hotel sombra fica na esquina da Joaquim Nabuco com a Sete).

 

Ao caminhar pela Joaquim Nabuco em direção à Rua Andradas percebemos que este trecho da Joaquim Nabuco é bem barra pesada, lotado de hotéis de 5ª categoria que cobram R$ 30 na diária ou R$ 10 por 3 horas (entenda-se por isso, lugar de drogas e prostituição). Voltamos de táxi do restaurante apesar de pertinho. Passam 2 taxis por minuto por ali.... Curiosamente a Rua Joaquim Nabuco a partir do cruzamento com a Rua Sete de Setembro para a outra direção é uma ótima localização. Por ali tem várias Universidades e colégios que atraem bons barzinhos e lanchonetes além do comércio ambulante que reina em Manaus.

 

Aqui uma triste notícia: papeando com a dona do Galo Carijó (que dizia que eu poderia pagar com o cartão de crédito se eu soubesse como passar na maquina hehe) ela me disse que depois de mais de 30 anos ali resolveu vender o ponto....disse que tava cansada, que passou a vida toda ali com o falecido marido e que agora quer mudar de ares..... Tomara que arrume um comprador que mantenha a tradição....

 

Dia 5 decidimos alugar um carro pra passar o restante dos dias em Presidente Figueiredo que parecia que seria o melhor da viagem por tudo que li. Consegui um Ford Ka com ar por R$ 60 a diária com Km livre. Era de um cara que tem 5 carros alugados e que leva o carro pra você e depois pega onde combinarem. O cara é todo cabreiro para alugar o carro pra pessoal que não é de Manaus e nos alugou pedindo somente uma cópia da habilitação.....não pediu cartão de crédito nem nenhuma outra garantia. Porém se enrolou todo pra entregar o carro de forma que cansados de esperar a manhã toda saímos para um passeio de ônibus à tarde.

 

Pegamos a linha 120 que vai para Ponta Negra e descemos no zoológico do exército onde com R$ 3,50 por pessoa fizemos um passeio interessante.

 

Na volta liguei pro cara do carro de novo e ele já tinha alugado o Ka. Ficamos com um Fiesta dele, completo, por R$ 100 a diária. ES RENT A CAR, BECO BOA SORTE IV 27 – (92) 3233-8117

 

Conhecemos no hotel uma dupla de gaúchos com uns quarenta e tantos anos que estavam dando uma mochilada por Manaus. Gente fina os dois..... Um deles era plantador de soja e disse que na entressafra não cultivava nada, aproveitava pra viajar hehe. Combinamos de dividir o carro alugado entre nós 4 e passar o dia seguinte inteiro em Presidente Figueiredo.....

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Pegamos o carro já no final da noite para não corrermos o risco do cara se enrolar de novo e nos comer mais um dia.

 

Dia 6 inauguramos o café da manhã e pé na estrada. Em cerca de 2h de viagem chegamos em Presidente Figueiredo. Fomos direto para o lugar onde atendem os turistas. No dia anterior tinha ligado lá perguntando por rafting e rapel e me disseram que a agência que trabalhava com isso não estava mais lá e que agora rolava só um bóiacross.

 

Cheguei apetitoso pelo bóiacross, mas acabei na vontade. Por incrível que pareça Presidente Figueiredo é um lugar mal explorado. Disseram que é mais o pessoal de Manaus mesmo que vai pra lá e ai tem movimento só no final de semana. Sem gente pra compensar a função me enrolaram com o boiacross...

 

Como teríamos só um dia para conhecer Presidente Figueiredo rachamos um guia para nos acompanhar. Boa gente ele, o Mario ([email protected] / 92 9111-5097). Lá no centro de turismo tentam te empurrar um guia de todo jeito. O ponto alto do passeio foi a caverna “Refúgio do Maruaga” e eles dizem que lá só entra acompanhado de guia e que só pra ir lá cobram R$ 50 e que ai vale a pena pagar os R$ 80 pro cara te acompanhar o dia todo.... blá blá bla´....

 

No centro de turismo você pode ver um mapa das cachoeiras, mas dizem que só tem aquele e não te fornecem o mapa:

 

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Se alguem quiser a foto do mapa em tamanho original, manda uma MP pra mim que eu envio...

 

Na entrada da trilha da caverna não tinha nenhum controle. O guia disse que normalmente tem, não sei, acho que quem quer ir dá um jeito, mas se der pra dividir um guia em mais gente compensa, evita-se perca de tempo com trilhas erradas, ele vai dando umas explicações legais pelo caminho. A caverna mesmo tem 2 lados, 2 caichoeiras. Imagino que muita gente vá sozinha e acabe conhecendo só um lado...

 

Antes da caverna fomos na cachoeira da onça. Fácil acesso, muito boa para um banho. A queda é pequena mas na medida pra ficar curtindo embaixo dela. R$ 5 para entrar:

 

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Em seguida a caverna. Espetacular!! Com certeza foi o cenário mais bonito de toda a viagem!!

 

Primeira cachoeira na entrada da caverna

 

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Foto de dentro da caverna. Segundo o guia, pra quem gosta de morcegos, tem 500m de galerias (mas esquecemos as lanternas)

 

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Segunda cachoeira, tem que contornar o morro pra chegar:

 

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Seguimos para a cachoeira do Santuário. R$5 para entrar. Ótimo banho. Queda só para apreciar. Não dá pé!

 

Esticamos até a última cachoeira da estrada, a da pedra furada. Muito show!! Mais cincão pra entrar:

 

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Na entrada desta cachoeira tem um pedaço de terra que segundo o guia não tem nem 2 anos que desmataram. Ali se vê bem porque a Amazônia corre o risco de se tornar o maior deserto do mundo. Há uma pequena camada de solo fértil, por onde as raizes se distribuem, abaixo disso é tudo areia. Ficou assim ó:

 

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Na volta já tinha escurecido e a estrada é toda sem acostamento, escura e mal sinalizada (apesar do asfalto não estar ruim). Não recomendo pegar esta estrada a noite. Estava tendo uma obra em uma das pistas e botaram sinalização só em cima da obra. Por sorte eu andava a 80 km/h e atropelei só um cone, mas que o pessoal que trabalhava na obra borrou as cuecas, pode ter certeza que sim.

 

Chegando em Manaus, já na avenida, furou um pneu traseiro. Só então constatamos que o outro pneu traseiro estava no arame já. A chave de roda não servia e mais uma vez contamos com a sorte de ter borracheiro a menos de 1km.

 

Dia 7 tinhamos que estar no aeroporto às 16h, mas como eu tenho o péssimo hábito de lutar com os ponteiros, não resisti o carro ali olhando pra mim e toquei pra Novo Airão. O selvagem ao extremo não podia ir sem nadar com os botos né?

 

As 7h estávamos atravessando a balsa. 40 min de travessia. Do outro lado paramos pra por uma câmera no pneu furado que não deu concerto e trocar a chave de roda. Outro pneu furado implicaria na perda do vôo. 9h estava eu pisando fundo pra chegar em Novo Airão às 11h. Passei reto na entrada da estrada pra Novo Airão e perdi quase 30min indo até o centro de Manacapuru.

 

Pouco depois das 11h estava eu lá, nadando com os botos. Como eu sou um ser meio aquático, me confundiram com um peixe e ganhei uma mordida de boto na mão hehe. Eu, fora da água, segurava um peixe com uma mão enquanto abanava a outra e ele pulou foi na mão que eu abanava. Fui premiado segundo o pessoal de lá. Disseram que, final de semana fica lotado de gente nadando lá, e nunca ninguém ganha uma mordida (mas tinha mais um que ganhou uma mordida lá, segundo ele era um boto novinho que tinha aparecido lá, ainda não acostumado).

 

Nada demais.... Continuei nadando com eles, apenas meio receoso a cada fucinhada, com medo que a próxima mordida pudesse pegar um órgão mais vital hehe

 

Fascinante a experiência!!

 

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Alimentando o boto

 

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Nadando com o boto

 

Uma horinha por ali e pé na tábua. Perdi mais 15 minutos pra voltar pra pegar meu tênis que achei que tinha esquecido lá, mas estava debaixo do meu banco. Chegamos na hora que acabava de encher uma balsa e por 2 carros tivemos que esperar a próxima. Sem banho mesmo, sob risco de ter que aturar um xilique da namorada caso perdêssemos o vôo, juntei a bagagem e zarpei com o cara da locadora nos levou até o aeroporto. No caminho um movimento estudantil nos atrasou em uns 20 minuto e advinha??? Perdemos o vôo porque o checkin encerrou às 16:30h e chegamos às 16:34h. Nem sem a bagagem deixaram minha namorada embarcar e aí já sabe né.... fui apedrejado hehe

 

Próximo vôo da Gol era só as 4 da manhã. Consegui um vôo da Azul, de Manaus a Navegantes, com troca de aeronave me Campinas por R$ 300!! Vôo excelente, avião zerado, da Embraer, fomos muito bem atendidos pela Azul......é.....vassoura nova varre bem não é? Saudade da Gol quando estava entrando no mercado e fazia de tudo para conquistar o cliente....

 

Pelo menos me restou um trecho em aberto que remarquei para conhecer os lençóis maranhenses no próximo fim de semana....há males que vêm pra bem hehe

 

Dúvidas? Estamos aí.... Será um prazer ajudar quem acrescenta!!

 

Abraços!!

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excelente post !!

 

condizente com a nossa realidade =)

 

realmente aquele bando de vendedor ambulante só deixa feio o centro de Manaus =/

 

isso sem contar com a nossa "excelente" administração ... grrrr

 

=)

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    • Por Thalyta Milena
      O que fazer em Manaus?
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      Normalmente o norte sempre é o ultimo ponto onde os viajantes vão. Já viajaram por todo o Brasil e então decidem ir para o norte, mas não é só porque eu moro aqui, mas também porque trabalho com turismo, sei que as pessoas que vem aqui de 10 8 voltam! E isso é muito gratificante, então queria mostrar aqui um pouco das Belezas do Amazonas, que infelizmente é escondida do mundo.
      1-Teatro Amazonas 
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      Encontro das Águas 
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      .
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      Também chamados de Jungle Lodges, esses hotéis são excelentes opções de hospedagens, pois lhe permite estar muito próximo de toda a natureza e exuberância da Amazônia, já que ficam situados em meio à selva, fazendo desta experiência ainda mais especial e única. Outro ponto muito positivo desses hotéis é que eles oferecem passeios diurnos e noturnos, como focagem de jacarés, caminhadas na floresta e visitas às comunidades dos cablocos e nativos da região, entre tantos outros. Uma sugestão de um ótimo hotel de selva é o Juma Amazon Lodge, que possui bangalôs muito confortáveis e seguros para os viajantes que desejam se hospedar em plena Floresta Amazônica.

      4- Ritual Indígena
      Conhecer o Amazonas é uma ótima oportunidade para ver de perto os costumes indígenas. Normalmente, os passeios que envolvem paradas em tribos e são feitos em junção com outro passeio.Vê-se um pouco da cultura indígena, seus costumes, rituais e normalmente se vende artesanatos indígenas nos locais a serem visitados.

      5- Festival de Parintins
      O Festival de Parintins é uma festa popular realizada anualmente no último fim de semana de junho. O festival é uma apresentação a céu aberto de associações folclóricas, a disputa de dois bois Garantido (Vermelho) e o Caprichoso (Azul), ois dois mostram a cultura do Amazonas em 3 dias de festa, mostrando rituais, danças coreografadas, músicas, artes cênicas, alegorias e os itens principais. 

      Bom, mochileiros, é muitas coisas que tem aqui no Amazonas, eu que moro aqui ainda nem visitei tudo, nem metade, ainda estou no começo de minha carreira como turismóloga, mas dese já quero apresentar minha cidade que é como um baú, está escondida, mas é cheia de tesouros! Deem uma pesquisada no Google!
      Beijos e beijos
       



       




    • Por Renato Nery De Souza Santos
      Hostel, pousada, hotéis,amazonas,manaus

    • Por joshilton
      Um breve relato de Como iniciou o Prédio em Ruínas.
      Localiza-se na Vila de Paricatuba, no município de Iranduba, bem próximo a Manaus, com apenas 40 minutos, via terrestre pela AM-070 (Estrada Manoel urbano).
      A construção teve inicio em 1898, a cargo do governo do Estado do Amazonas, para servir como uma grande hospedaria para imigrantes italianos que viriam da Itália para trabalhar no nosso Estado - era um prédio suntuoso e imponente, era um luxo e sofisticação, com janelas em estilo colonial, vasos de louça inglesa e tijolos e vigas portugueses de alta durabilidade.
      Segundo a Dona Rosângela Barbosa, moradora e uma das lideranças do lugar: “Era uma construção que foi feita para durar a vida toda. Todas as paredes internas eram revestidas com azulejos, os assoalhos eram de pinho, as calhas eram de cobre, as descargas de ferro, o material era muito caro e de ótima qualidade, foi tudo jogado fora, um grande desperdício do dinheiro público”.
      No governo do Constantino Nery, em 1900, foi oferecida para a instalação de uma obra educacional. Em 1904/5 Os espiritanos franceses montaram uma escola agrícola e profissionalizante, não vingou.
      O marco histórico foi em 1906, com a criação do Instituto Afonso Pena, contou a presença do Dr. Afonso Pena, presidente do Brasil.
      Por volta de 1924/25 foi criado a Profilaxia Rural do Amazonas, para a instalação de um leprosário, foram transferidos em 1930 e, em 1962 foi desativado e os doentes foram para a Colônia Antonio Aleixo, em Manaus.
      Em 1970 foi instalada a Missão Pistoia, com missionários italianos liderados pelo Padre Humberto Guidotti, eles reconstruíram parte do prédio, depois, ficou abandonado e virou ruínas.
      O Gasoduto Coari-Manaus estava projetado para passar por lá, houve um grande movimento para desviarem o traçado, como forma de compensação a Petrobrás iria recuperar o prédio, nada foi feito, continua em ruínas.
      Os braços dos Apuizeiros é que sustentam as paredes das ruínas, os jovens utilizam o local para jogar futebol de salão – os turistas ficam fascinados pelo que restou.
      Imaginem se o prédio tivesse sido poupado da destruição, seria uma beleza! Infelizmente, esta obra fantástica está mercê da floresta amazônica!
       
      Como Chegar
      1 - De carro, pela estrada, passando pela Ponte Sobre o Rio Negro e seguindo em direção a Iranduba, após passar a entrada de Iranduba, (Não entrar), a 2 kms, vire a direita, siga até a Vila de Paricatuba, contorne sempre pela direita até o final da rua, ali está as Ruínas.
      2 - Ônibus: exstem 2 formas;
      1 - Ônibus saindo da rodoviária com destino a Vila de Paricatuba. 15,00
      2 - Pegando o ônibus na "cabeceira" da Ponte Sobre o Rio Negro. 7,80
      3 - Lancha rápida, saindo da Marina do David, pede-se ao comandante, para ficar na vila da Paricatuba 78,00
       
      Se for em época de vazante, isto é, época de praias, tem a linda praia de Paricatuba bem na frente das Ruínas.
      Conta com alguns simples restaurantes, onde se pode comer um delicioso Tambaqui ou Matrinchã assados, Jaraquis, Sardinhas ou Pacus assados, churrascos de frangos ou carnes de gado, acompanhado de bebidas diversas.
      Caso precise de mais informações, é só perguntar.
      Chegando as Ruínas

      Escada que nos leva as Ruínas
       

      As Ruínas ....
       




      Por dentro das Ruínas, muitos fotógrafos aproveitam a beleza do local, para fazer Books Fotográficos.
       

      Esse local, erá para prender os louco s mais exaltados.
      Essa moça é uma modelo, que fiz o ensaio dela nas ruínas.
      Observe a grossura das grades, segundo os historiadores, esse local era escuro e sem comunicação. 

      As fotos de agora em diante, são do interior das Ruínas, observe que os apuizeiros que "seguram" as ruínas em pé.
       


    • Por joshilton
      Safári Amazônico.
      O passeio chamado Safári Amazônico, um tour de um dia que sai de Manaus e percorre de barco as principais atrações da região do rio Negro: Tribo indígena, Botos cor de rosa (Boto Vermelho para os amazônidas), Lago Janauari (almoço), Ponte Sobre as Árvores e Encontro das Águas.
      Saídas: terça, quinta, sexta, sábado e domingo. Horário: 8:00 às 16:30
      Embarcação: Lancha Rápida (Speed Boat)
      Pagamento: Visa / Master / Amex / Cash: 120 reais, com tudo incluso.
      Incluso: almoço, guia bilíngue, taxa de embarque e de visitação.
      A viagem segue com destino à uma comunidade indígena onde participamos de um ritual de apresentação e conhecemos um pouco sobre sua cultura.
      Logo após descemos o Negro passando pela orla da cidade em direção ao Parque Ecológico Janauary, no local foi servido um almoço regional (cardápio à base de peixes, carne ou frango, saladas e acompanhamentos, buffet self-service), depois fomos uma visita às vitórias-régias caminhando sobre uma passarela palafita na selva, em seguida visitamos a feira de artesanato local. Muitos animais silvestres, entre eles muitos macacos.
      Após isso, vamos ao mais esperado do passeio, o Encontro das águas, Rio Negro e Solimões, que correm juntos 7 kms para se misturarem e formar o Imenso Rio Amazonas, com o segundo encontro, lá no Pará, em frente a Santarém e desaguar no Oceano Atlântico, perto de Belém do Pará, porém isso já é outra história, farei um novo tópico.
      Saindo em direção a Ponte Sobre o Rio Negro.
      As fotos são de 2 modelos, que fui fazer os books para os portfólios delas.

       




      Roteiro:
      Saindo do porto (Roadway), subimos o rio Negro em direção à plataforma flutuante de interação com os botos, onde tivemos a oportunidade de nadar com esses animais incríveis e dóceis e observá-los ao serem alimentados por um nativo.
      Vamos aos detalhes:
      Primeira parada: Tribo indígena - a primeira parada foi na Tribo Indígena Tucanas, onde fomos recebidos com uma pequena demonstração da cultura, costumes e rituais indígenas da tribo. Dançamos, comemos e apreciamos o estilo de vida deles.
      Curiosidade: As formigas fazem parte da alimentação deles, assim como peixes e raízes. As formigas que provei na aldeia, tinham gostinho de amendoim, bem crocantes, como um salgadinho. Além de tudo o que vivenciei e aprendi, fiquei impressionado com o visual da aldeia. A vista do rio Negro, é fantástica. Uma sensação de paz e tranquilidade incrível.
      E os Tapurus, isso nós já estamos acostumados, desde que servimos ao exército e fazemos o "Boina Verde" um tipo de sobrevivência na selva.
      E como não poderia faltar, o peixe assado.
       




      Depois vem o convite para dançarmos como os índios,é sensacional.
       

      Na Tribo Indígena Tucanas, onde fomos recebidos com uma pequena demonstração da cultura, costumes e rituais indígenas da tribo. Dançamos, comemos e apreciamos o estilo de vida deles.
      Curiosidade: As formigas fazem parte da alimentação deles, assim como peixes e raízes. As formigas que provei na aldeia, tinham gostinho de amendoim, bem crocantes, como um salgadinho. Além de tudo o que vivenciei e aprendi, fiquei impressionado com o visual da aldeia. A vista do rio Negro, é fantástica. Uma sensação de paz e tranquilidade incrível. 
      Depois foram as fotos com os índios e dos índios Tucanas.




      Aperta a fome, é hora do lanche, pois teremos muito chão pela frente, opaaa, muita água.

      Segunda parada: Interação com os Botos

      Obs.: Não tem saídas para interação com os botos às quartas-feiras, considerando a necessidade de promover o turismo responsável, estimulando o equilíbrio natural da espécie dentro de seu habitat conforme determinação do Ibama.
      A parada seguinte foi no flutuante do boto. Os animais ficam livres no rio Negro, não ficam em cativeiros e "aparecem" no local pois são alimentados, sendo que não é permitido encostar nos animais.
      Sugestão: Levar dinheiro trocado para o caso de compras de artesanato, toalha e roupa de banho.
      Assim que chegamos, fomos orientados de como nos conduzir na água. Após orientação do pessoal do flutuante, colocamos coletes e entramos na água em pequenos grupos, 6 por vez. Os visitantes são convidados a entrar na água para sentir a movimentação dos animais, mas é estritamente proibido encostar ou alimentá-los. Somente os monitores, podem alimentar os botos. Não é possível avista-los, quando estão submersos, pois a água do Rio Negro é escura, como já diz o nome do rio. Se leva sustos com os botos, passando ao lado das perna e braços da gente.
       

      Terceira parada: Restaurante Flutuante.

      Já era quase meio dia e a fome estava apertando. A próxima parada foi em um restaurante flutuante, onde almoçamos. O restaurante totalmente flutuante. A comida era deliciosa. Comi peixe, muito peixe Tambaqui e Pirarucu, deixei o frango e carme de lado, pedi como bebida, um delicioso suco de cupuaçú.
       

      Apo's o almoço, vamos a "feira de artesanatos dos nativos", ali próximos, é como se fosse passar de uma balsa a outra.
      Não dei muita importância, pois como mora na região, já não me chama a atenção esses produtos, porém os turistas ficam muito tempo vendo esses produtos.
      Então convidei a minha modelo, e fomos para a Ponte Sobre as Árvores, onde poderíamos encontrar alguns animais.
      Quarta Parada: Ponte Sobre as Árvores:

      Alguns animais que  se encontram na mata próximo ao restaurante, tem o bicho preguiça, jacaré e muito, mais muito macaco e pássaros de todos os tipos e cores.
      Aqui é quase certo de encontrarmos muitos macacos, e eu já sabia disso, então sai na frente com a modelo para as fotos, bem antes dos turistas chegarem.
       








      Iniciando as fotos da modelo, vem um dos macacos e se aproxima dela, como dizendo, "Eu também sou modelo", claro, um modelo de macaco. Ficou até engraçado a foto da modelo com ele ao lado.
      Vale lembrar, que esses animais ficam soltos na selva. Observe que tem mães macacas, carregando seus filhotes nas costas.
       

      No final da Ponte sobre as Árvores, você vai encontrar o Lago das Vitórias Régias, é super lindo esse local, e se der sorte, vais ver além das Vitórias Régias e sua belíssimas flores, pássaros e jacarés "dentro" das imensas folhas dessa planta aquática.
       



      Finalmente, o Maravilhoso encontro das Águas.
      Esse encontro se dá, entre os Rios Solimões e Negro, sendo o Solimões de águas barrentas e o Negro, com águas escuras, por isso fica um dos encontros mais lindos do mundo. A noite, esse encontro é mais lindo ainda, como se fosse óleo diesel jogado na água, é fantástico.
      Os dois rios, correm juntos aproximadamente 7 kms, se juntando e formando o imenso Rio Amazonas, e lá no Pará, mais precisamente em frente a Pérola do Tapajós (Santarém), outro belo encontro das águas, om os Rios Amazonas e Tapajós, desaguando no Oceano Atlântico, próximo a Belém.
       

       




























      Chegando no Porto de Manaus, se dirija ao Mercado Municipal e saboreie um delicioso peixe frito, Pacú e Jaraqui. Isso já é por sua conta, não está incluso no pacote.
       
       




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