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Manaus


rayovac

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Bom Gente,

 

Quanto aos passeios, geralmente quando levo algum amigo meu, prefiro ir ao porto no centro da cidade, lá você consegue pechinchar bastante pela quantidade de ofertas...

Quanto a saida do aeroporto, existe uma linha de microonibus que liga o aeroporto ao centro da cidade...

Não que o centro seja a melhor das localizações, mas de la é mais facil se locomover para outras partes da cidade..

Dicas:

- Experimente a Famosa Tapioca X-Caboquinho (Tucumã,Queijo..Banana)

-Conhecer Presidente Figueiredo(A cidade conta com vários campings..Média de Preços R$20,00 A R$25 por pessoa)Existem cachoeiras Lindas..

-Teatro Amazonas é programa básico..ahha

-Comer o peixe da Região...

-Passeio ao encontro das aguas

-Nadar com os Botinhos em Novo Airão.

-Conhecer as Ruínas de Paricatuba(Lugar beeem peculiar)

 

Enfim, como em todo lugar, pesquisando e pechinchando..Você consegue ter boas experiências :*

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Dica do passeio que eu fiz em Julho de 2009. (Obs.; Não adianta ir sómente com roteiro, mas saber os horários de cada ponto turístico, bem como saber a logística dos meios de transportes é importante

este link sobre os horáios dos barcos no amazonas (http://www.viagensenegocios.com.br) é fundamental pq eu acho que o melhor jeito de conhecer a região é pegar um barco recreio dormindo na rede pra u

  • Membros de Honra

Blz galera.

 

Com um pouco de atraso, mas olhando as últimas postagens, o que vou colocar aqui pode ser útil p/ quem pretende contratar um passeio pelo Rio Negro, visitando vários pontos turisticos, inclusive o Encontro das Aguas.

 

Qdo fizemos várias trips na Venezuela em Janeiro de 2015, no retorno ao país, ficamos por 3 dias em Manaus e deu p/ ver muita coisa.

No Porto de Manaus contratamos um passeio com o Barqueiro José, que reunia:

- Encontro das águas (Rio Negro com Solimões);

- Visita a uma comunidade de casas flutuantes;

- Pesca do Pirarucu (maior peixe do Amazonas);

- Vitórias-régias;

- Interação com Botos cor de rosa;

- E finalizando na aldeia indígena Dessana, junto do Rio Negro.

E tudo isso com almoço incluso.

 

O valor era de $160 reais, mas como o grupo era de 6 pessoas, pechinchamos um pouco e no final cobrou $100 reais/pessoa.

No dia combinado do passeio encontramos o Barqueiro José no Porto e depois ficamos esperando no pequeno pier flutuante, chamado Terminal a Jato, onde uma lancha chamada Expresso Jiboia nos levou para o passeio.

Segue abaixo uma foto com o cartão do José e o contato do Barco Expresso Jibóia.

Espero que ajude.

 

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Abcs

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  • Membros
Oi Ana.Paula2....Então...eu fiquei no Hostel Dez de Julho....Não recomendo...precário as instalações. Porém, eu fiz o passeio com uma agencia que atende lá com eles....no primeiro momento o cara me cobrou 250,00...eu falei que estava pesquisando preços menores. Quando eu voltei no final da noite o cara me procurou e faria para mim por 160,00. Ai eu aceitei.....Acredito que todos devam fazer essa jogada, então o negócio é dar uma chorada e falar que está pesquisando preços melhores.

 

 

Oi, Ana Paula. Vc lembra o nome da agência e qual o passeio?

 

abçs

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  • 2 semanas depois...
  • 4 semanas depois...
  • 6 meses depois...
  • 1 mês depois...
  • Membros

Pessoal, acabei de passar o feriado em Um hotel de selva em Manaus (Jungle palace), para baratear a experiência eu fiz todos os passeios com um barqueiro, Sr. Bigode e o irmão dele, capitão Té. Ficou bem mais barato e conheci mais coisas que pelo hotel. Segue os contatos: 92-993130952 e 99506-7042.

Outra coisa interessante foi contratar os serviços de transporte do Dilson (‪+55 92 8100‑5998‬), já que ele passou o dia interior rodando Manaus conosco e nos custou o mesmo que o taxi ida e volta para o aeroporto.

Valeu muito a experiência. Não pensei que fosse gostar tanto daquela região, ótimos passeios e gastronomia excelente, pena que os precinhos são salgados.

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  • 3 meses depois...
  • Membros

Olá Pessoal,

 

fiz uma viagem com mais duas pessoas para Manaus em Abril desse ano e fiz um blog com os lugares que fomos, hotel, valores, e dicas.

 

Segue alguns lugar que fomos:

1 Dia: http://www.rabiscandoomapa.com.br/brasil/amazonas/manaus/manaus-amazonas-abril-2016-1-dia/

- Teatro Amazonas

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2 Dia: http://www.rabiscandoomapa.com.br/brasil/amazonas/manaus/manaus-amazonas-abril-2016-2-dia/

- Feira Eduardo Ribeiro

- Shopping Amazonas

- Praia da Ponta Negra

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3: Dia: http://www.rabiscandoomapa.com.br/brasil/amazonas/manaus/manaus-amazonas-abril-2016-3-dia/

- Encontro das Águas

- Pesca de Piranhas

- Hotel na Floresta

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4 Dia: http://www.rabiscandoomapa.com.br/brasil/amazonas/manaus/manaus-amazonas-abril-2016-4o-dia/

- Passeio na Floresta

- Shopping Manauara

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5 Dia: http://www.rabiscandoomapa.com.br/brasil/amazonas/manaus/manaus-amazonas-abril-2016-5o-dia/

- Mercado Municipal Adolfo Lisboa

- Tambaqui de Banda

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  • 3 meses depois...
  • Membros

Vou dar uma contribuição ao fórum sobre minha recente ida a Manaus final de Agosto de 2016.

Vou me ater a minhas impressões pessoais, e citar alguns programas em algo que possa complementar os relatos anteriores que constam aqui.

Hotel- Não tenho convênio com nenhum hotel, reservei pelo booking, com cancelamento grátis até a véspera da viagem, a ser pago no local. Ficamos no Hotel Go Inn, superbem localizado. Custo benefício excelente, claro que pegamos com muita antecedência ( quase 60 dias antes), mas ficou no preço médio de R$ 135,00 a diária. O hotel fica em frente à Praça do Congresso, entre o Teatro Amazônas e a Praça da Saudade, a cerca de 100 m de cada um.Aliás, praticamente na rua atrás/ao lado do Teatro . Nos dois espetáculos que fomos, em um saimos do Hotel as 19:00h, e chegamos antes das 19:10 h.No outro saímos 19:15 h e chegamos 19:20 h.Facilitou muito nossa saída a noite. Descansávamos ao chegar da rua, para sair mais próximo do horário. Possui academia, e uns 3 a 4 táxis em frente ao Hotel, me parece que lá é ponto. O retorno pro Aeroporto de madrugada custava R$ 75,00 na tabela,mas como tinha traslados a R$ 60,00, falei com os taxistas na porta, e eles disseram que qualquer um que estivesse na fila levaria por esse valor. O vôo era as 4:40 h, saímos do hotel as 3:15 h, e cantei 60 reais, o taxista pediu 65,00 e eu não quis pechinchar mais. Nesse horário deu menos de 15 minutos pro aeroporto. Na chegada, pegamos um bus na pista depois da dos taxis no Desembarque, pendendo para direita, não lembro o número de bus, mas qualquer um informa. Descemos no Colégio Militar e pegamos um táxi a 5 reais pro hotel.

 

Primeiro dia

 

Pela manhã, uma quinta-feira, fomos visitar o Teatro, e compramos dois espetáculos. Um Orquestra pro mesmo dia, e uma dança pro dia seguinte. Preços bem acessíveis e aceita carteira de estudante,professor,militar,etc- meia entrada. O do mesmo dia resolvemos pegar um camarote lá em cima (que por ser mais distante é mais barato), e tb pelo fato das melhores opções da platéia ja estarem ocupadas, calculei que para assistir no fundo da platéia, melhor seria pegar um camarote mais a frente, acho que saiu uns 15 reais cada. Os camarotes tem umas 5 a 6 cadeiras. Chegamos no camarote 10( não há lugar marcado dentro do camarote compartilhado ) e sentamos na frente, o casal que chegou depois, teve que sentar na cadeira atrás de nós, a visão deles era péssima.Resmungaram, tentaram mudar pro camarote vizinho, os donos chegaram, reclamaram,e uma atendente foi educadamente tirá-los dali. Se forem pegar camarote, cheguem cedo. O show foi uma Orquesta com Tributo a David Bowie- som superdiferente, fantástico. Dia seguinte havíamos comprado platéia(térreo) na fila D, a quarta fila, cadeira marcada. Pagamos 25 reais cada pagando duas meias. Valeu a pena, foi um belo espetáculo de dança:O corvo. Vale muito a pena!! Pela manhã tínhamos feito a visita guiada, mas como disseram aquí, você pode apenas assistir ao espetáculo, pois a parte principal, estará disponível para você ver a noite toda.

Visitamos o INPA, pegamos o ônibus nas mediações do Colégio Militar, as pessoas lhe informarão facilmente os ônibus que passam lá. Fomos após o teatro,sem almoçar para ganhar tempo, e dar tempo de fazer tudo num só dia, resolvemos almoçar no bairro do INPA, pedimos informação ao descer na avenida , e disseram que o restaurante ficava longe, então fizemos um lanche na loja de conveniência do Posto de Combustíveis quase na esquina do Instituto – coxinha com refrigerante, foi o jeito... O INPA me pareceu bonzinho...mas nada excepcional. Vimos os peixes boi, os jacarés ( poucos, num gradeado, não mais interessante que um zoo), o peixe paroquê e, a ariranha, que tinha grande curiosidade de ver, a jaula estava em reforma, pedi informação, a uma funcionária e ela me levou pra parte de trás da jaula, onde enfim pude ver o animal.A jaula tava meio suja e jogada.Enfim, me pareceu um passeio interessante, mas nada muito espetacular. A flora é uma amostragem muito pequena e inibida da selva,e o local não é próximo.É mais a curiosidade de ver o peixe boi e alguns poucos animais diferentes. Tem uma pequena aldeia de artesanatos com uma oca, se você não for a outros passeios com índios, seria interessante. Um pequeno museu bem conservado. Como eu disse, nada demais. Retornamos umas 16:30 h para pegar o bus antes do horário do rush, pois assim nos foi recomendado. No retorno, descemos na próximo à organizada Praça da Saudade, onde ocorria uma Ferinha de plantas, e algumas barracas de alimentação foram montadas. Na esquina da praça experimentamos o Tacacá. Uma tigela enorme, com caldo de aimpim/macaxeira/mandioca (dependendo de sua região), camarão, e uma planta que esqueci o nome, que dá um ar de picante e deixa os lábios um tanto dormentes. Minha esposa não gostou muito, eu gostei, mas parece ser melhor tomá-lo próximo à janta, vez que se assemelha muito a uma sopa. 10 reais a cuia. A praça fica a 100 m do hotel, como expliquei acima.

Retornamos ao hotel próximo das 19 h, onde fomos a Orquestra no Teatro, também bem próximo.

 

SEGUNDO DIA

 

Passamos novamente na Praça do Teatro, e de lá descemos caminhando pela Avenida Getulio Vargas, até localizarmos visualmente o Paço , de lá viramos esquerda e andamos até o belíssimo Palácio rio Negro, fizemos a visita guiada, um local muito bonito e aconchegante. Cerca de 1,5 h. Anexo ao Palácio, ao lado e em frente fica o Parque Jeferson Peres. De lá caminhamos até o Museu do Índio, uma pequena caminhada.Almoçamos nas cercanias. O Museu do indio são 06 salas, com exposição de artefatos e etc.È meio distante. O acervo não é grande.Sob o sol escaldante de Manaus, não sei se vale tanto a pena, exceto se você tiver dias sobrando. Em frente ao Museu, chamamos um táxi pelo 99 taxi( pra evitar sermos enrolados, pois pelo aplicativo você dá nota ao motorista no final), e fomos até o Mercado Municipal ( 10 reais o táxi), o táxi nos explicou no trajeto sobre a reforma do Porto e etc. Visitamos o Mercado. Tem muitos pequenos apetrechos.Compramos algumas cuias, pulseiras,etc. Bacana, achei meio parecido com o Mercado Municipal de SP. Com lojas mais simples, pequenos quiosques. De lá subimos caminhando pela Avenida Eduardo Ribeiro até o hotel já um pouco cansados, devido ao clima quente e abafado, tomamos açaí, visitamos umas lojas, e chegamos em tempo de um breve cochilo e ida ao Teatro para espetáculo de dança. Saímos do Hotel em cima da bucha, tipo 15 minutos antes do show.

 

TERCEIRO DIA

 

No segundo dia a noite, contactei o guia Sidney (guia da Associação Local), também contactei outros proprietários de empresas de turismo, e já havia enviado e-mail. Todos me trataram muito bem, muito solícitos. Na véspera, fechamos o passeio que faríamos nesse dia, pois eu queria barganhar preço. A crise tá braba amigo!

Sobre os passeios- Olha, acredito que há espaço para todos, dos passeios mais simples aos mais rebuscados, faça de acordo com sua vontade e seu bolso. Não acho caro os valores cobrados pelas empresas de turismo, nunca reclamo de preço, pois cada um tem seu custo. Pra quem paga imposto, carteira assinada, tem estrutura diferenciada, vale cobrar um pouco a mais , obviamente, do que quem vende os programas na praça do teatro, ou guias independentes. Acho que sempre existirá o público que pega um ônibus, e o que prefere pegar um táxi mais confortável. Resta ao poder público regulamentar, e disponibilizar as diferentes opções, o que nem sempre me pareceu que ocorre em Manaus, pois quase tudo passa por meia dúzia de empresas de turismo. Exemplo- No RJ, se você quer pagar 300 reais por pessoa para fazer um city tour tipo Maracanã, Escolas de Samba, Orla, etc, você paga, mas se quiser ir de metrô ou ônibus, terá essas opções também. Já em Manaus, como quase tudo é fluvial, com poucos pontos de acesso a informação, parece que tem que ser tudo através de empresas , não podendo o turista pegar diretamente uma barca para visitar os pontos mais conhecidos. Nesse sentido, em relação a outras cidades do Brasil e do exterior que visitei, achei muito falho. Em Roma (que eu já tive oportunidade de ir, você pode ir ao Coliseu de bus turístico, ou pode descer de metrô, parar na porta e comprar sua entrada. No Rio Sena em Paris você pode proceder da mesma forma através de empresas de turismo, ou pegar o Bateau Mouche direto no rio. Creio que por isso o turismo interno não é tão difundido naquela região. O estrangeiro, que tem a dificuldade do idioma, sempre vai utilizar as operadoras, mas o turista nacional, na maior parte, com condição econômica um tanto inferior aos gringos, tende a fazer os passeios por sí só. Os que vão até a região, reclamam desse tipo de dificuldade. e sobretudo dos custos dos passeios, inibindo de certa forma, o turismo nacional.

Voltando ao passeio, foi muito bacana, melhor parte da viagem. Foi o passeio de um dia. Manhã encontro das águas, Parque Janauary para ver as vitórias régias, almoço no flutuante, Tarde- passagem sob a ponte do rio negro, mergulho com os botos e tribo indígena. Esse deslocamento desde o ponto de almoço durou mais de uma hora de barco. Retorno por volta das 17 h e descemos na praia de Ponta Negra .Lá ocorreria um show de Ivete Sangalo, mas descemos mais interessados em conhecer a praia realmente. Nos pareceu muita bonita e organizada, com muitas opções de lazer. Lanchamos, rodamos um pouco, vimos um pedaço do show de longe.. no retorno, por volta das 22 h, tentamos pegar um ônibus pro hotel.Como o trânsito na orla estava modificado( tivemos que caminhar até o final da orla para encontrar o ponto)e muitas pessoas saíam do show, demorou bastante, e resolvemos pegar um taxi. Custou R$ 50,00 até o Hotel.

 

TERCEIRO DIA

 

Domingo- Acordamos mais tarde e resolvemos ir na Feira da Eduardo Ribeiro. Fomos de forma despretensiosa, achando que seria desinteressante, mas nos surpreendemos com o tempo que passamos por lá.Na verdade a Feira é na rua paralela a citada acima,e desce até próximo do Porto-Igreja Matriz, de onde retornamos pela própria Eduardo Ribeiro, pois o comércio estava todo aberto, mesmo sendo domingo. Olhamos diversas barracas com produtos bem diferentes, artesanais – lembrancinhas, sabonetes, óleos, enfim. Resolvemos almoçar pela feirinha lá pelas 14 h, onde existem diversas barracas que servem almoço e café da manhã. No retorno paramos em algumas lojinhas e tomamos um suco local. Chegamos ao hotel por volta das 16 h, e resolvemos dar uma descansada, pois no retorno o calor estava aquele abafado manauara que quebra qualquer um.

A noite resolvemos ir ao Shopping Manauara. Pegamos um ônibus na ida. Grata surpresa!!O shopping é bem bacana,e tem um lindo espaço de Floresta lá dentro, com mesas ao redor. Jantamos pro lá.Demos um rasante em algumas lojas. Fomos também dar uma olhada na Cachaçaria do Davi, muito bonita por sinal, mas não paramos por lá. No retorno o bus demorou bastante por ser domingo.

 

QUARTO DIA – Segunda-feira

 

Estávamos ainda na esperança de ir a Presidente Figueiredo. O Hotel só tinha cartão de duas locadoras locais com whatsapp, pareceram pequenas e não tinham carros disponíveis, um inclusive nos tratou com muita indiferença, não demonstrou nenhum interesse no aluguel do carro. Por isso não recomendo esse tipo de serviço.Vínhamos tentando contato desde o sábado, e por conta disso acabamos desistindo. Peço as locadores de Manaus que disponibilizem números de whatsapp, pois é o meio mais fácil de contato por parte do turista, e universal, serve para estrangeiros e etc. O telefone fixo é muito limitado para quem está fora de roam. Mesmo o hotel disponibilizando, temos que concorrer com diversas outras pessoas para fazer uso do fone. Por esse motivo, e também devido a indisposição de fazer um bate-volta ( achamos que seria melhor ir em um dia e retornar no outro), desistimos de ir a Pres.Figueiredo.

Assim sendo, achei que a segunda não nos reservaria nada de diferente, mas conseguimos fazer uma programação bacana.

Resolvemos não ir ao Zoo Cigs por ser distante e já termos ido ao Inpa e ao Zoo do Hotel, onde vimos macacos e duas onças, entre outros, com boa amostra da fauna local.Achamos que não compensaria o deslocamento para longe.

Passamos pela Praça do Teatro para sondar uns passeios, eu queria fazer a focagem de jacaré. Cotamos preços em empresas e guias locais avulsos. Como não havia grupo formado, ficaria caro, pois os barqueiros e empresas queriam cobrar valor cheio, tipo R$ 300/250,00 só para mim. Se fossem quatro pessoas daria para sair o mesmo valor,só que rateado. Deixamos alguns telefones, e seguimos caminhando, retornamos pro Museu do Homem Amazônico. Fica a cerca de 500 m do Hotel (próximo à Praça do Congresso), e duas ruas paralelas ao Teatro Amazonas. Você pode “subir” pela rua Tapajós, que é a que passa em frente ao Teatro, lateral a Igreja de São Sebastião, na mesma praça. O museu é uma pequena casa, com alguns artefatos e objetos indígenas, por ser free, e nas proximidades, vale a pena dar uma olhada, se tiver com tempo livre. Caminhamos despretensiosamente até a Getúlio Vargas, onde seguimos, tornando a voltar em direção a Eduardo Ribeiro ( a rua atrás do Teatro, que vai até o Porto-Mercado Municipal, lembra ?), almoçamos por ali, e após o almoço localizamos a Biblioteca Municipal, fica na esquina da Eduardo Ribeiro com a “quina” da Catedral. Entramos para uma visita, muito bonita e bem cuidada por sinal.Vale uma visita. Logo ali ao lado fica a Praça Heliodoro Balbi, em frente ao Colégio Dom Pedro II.

De lá íamos retornando ao hotel, quando recebi ligação do guia,informando que o barqueiro resolvera fazer o passeio, por R$ 150,00. Passou a ser viável para mim.Combinei com ele cortar o pôr do sol,e a pesca de piranhas,partindo para focagem de jacaré.Combinamos de sair do porto as 18:30 h. Foi uma experiência muito legal.Logo de início, o barqueiro saiu sentido transversal ao porto, quase em direção à ponte.Pouco tempo depois, parou em frente a um bar flutuante onde rolava um som estilo brega, me explicou que ali ocorre festa toda as segundas-feiras, com saída de barcos do porto a R$ 5,00. Perguntou se eu queria descer... não tive interesse em descer para olhar. Nesse momento, uma fantástica surpresa...quando íamos saindo, ali mesmo, a alguns metros do barco, saltou um BOTO!!! Foi rápido, mas o suficiente para vê-lo bem,e achar tudo aquilo muito exótico, até porque, pensei que eles só apareciam muito longe da cidade.O barqueiro confirmou que visualizava-os as vezes.

Dali seguimos por alguns Igapós no que mais parecia uma cena de National Geographic. Eu , o barqueiro, e aquele barquinho metálico, passando bem próximo a mata. Dali há pouco visualizávamos algumas casas flutuantes, no meio do nada, pois já estávamos distantes das luzes da cidade. Também passamos a ver algumas pequenas luzes dos olhos dos jacarés, quando o barqueiro se colocou o foco de luz lá, se aproximou com o barco e plash: meteu a mão na água, para subir com um filhote que agarrara pelo pescoço. Deu-me instruções sobre o animal,e o soltamos na água. Ele voltou a repetir o gesto mais duas vezes, com captura do animal,e fotos. Durante todo o percurso conversamos bastante, de nativo, para turista. Fiz muitas perguntas sobre o trabalho dele, e a cultura local. Achei a experiência bem bacana.

Finalizado o processo, ele deixou-me de volta no porto, de onde subi pro Hotel.

 

QUINTO DIA- Terça-feira

 

Na terça nosso vôo partia as 4:40 h, com escala em Brasília. Em frente ao hotel existiam uns taxistas.O preço médio da corrido ao Aeroporto é de R$ 80,00, mas algumas empresas oferecem a R$ 60,00 (agosto 2016). dito isso, questionei com os taxistas se eles fariam o mesmo valor.Eles disseram que fariam tranquilamente, e que eu poderia negociar com o primeiro,segundo,terceiro da fila e certamente alguém faria. Levantamos por volta das 3 h, descemos, pegamos o taxi a 65 reais.A ida ao aeroporto nesse horário foi direta e sem interrupções.

Só um adendo.Em Brasília, quase perdemos o vôo de conexão, pois há um fuso horário...devido ao fato de Manaus ter 1 hora a menos, quando vc chega em Brasília as 9 h, na verdade há são 10 h, e seu vôo das 11 h, tem intervalo de apenas 1 h,e nao de 2h ( 9 as 11 h), como aparentaria ter. Quase perdemos o vôo, atente para isso, pois o celular reajusta automaticament e a hora, mas o relógio de pulso não. Como nosso vôo não apareceu na tabela logo que chegamos,demos uma relaxada, fomos ao banheiro, lanche, etc, e quase nos enrolamos. Fuso horário no Brasil... por essa eu não esperava...

Enfim, procurei ser o mais fiel em meus relatos.Espero que possa ajudar alguém a montar seu roteiro como tantas vezes esse fórum me ajudou.

Abraços!

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  • Conteúdo Similar

    • Por Duda Klaus
      Ano passado fui para Manaus, passei 3 dias na selva amazônica e depois aluguei um carro e fui até Presidente Figueiredo. Foi uma das melhores viagens que fiz na vida!
      Foi no início de julho, ou seja, período de cheia.
      Fiquei hospedada no Local Hostel e gostei bastante. A localização é excelente e eu acho que aquela área do largo de São Sebastião (onde fica o Teatro Amazonas) é a melhor para se hospedar. No primeiro dia em Manaus fui conhecer o famoso Tambaqui de Banda, no restaurante de mesmo nome, que fica no Largo de São Sebastião. No dia seguinte fui com a Iguana Tour fazer o passeio na selva, que durou 3 dias e duas noites. Ficamos hospedados no Juma Lake Inn na primeira noite e, na segunda noite, montamos um acampamento no meio da mata. Os passeios durante esses 3 dias incluiam: focagem de jacarés, acordar cedo para ver o nascer do sol, passeio pela mata, visita à casa de caboclos...tudo isso acompanhados de um guia que explicava tudo. Foi perfeito! Ah, e detalhe: lá não pega internet. Ótima opção para se desligar do mundo. Fiquei em um quarto compartilhado, mas há a opção de ficar em quartos privativos com banheiro. O passeio todo com todas as refeições ficou por R$600.
      Chegando em Manaus, dei uma volta pelo centro e conheci o Mercado Adolpho Lisboa e o porto. Fui até o MUSA e achei bem legal, o interessante é que muita coisa do que eu vi ali, vi enquanto estava na mata, mas valeu a pena.
      Fiz essa viagem com uma amiga e conhecemos mais duas mulheres massa e nós 4 alugamos um carro para irmos à Presidente Figueiredo. Ficamos no Local Hostel Figueiredo. Nos programamos para ficar uma noite e dis dias completos, mas se arrependimento matasse...era para termos ficado pelo menos uns 4 dias! Fomos na Gruta da Judeia e Caverna Refúgio do Maroaga (obrigatório contratar um guia, na entrada do local, pelo valor de R$100 para até 4 pessoas)- imperdível!. Na Lagoa Azul (foi legal), cachoeira Asframa (muito cheia de gente por ser de fácil acesso, então há uma grande concentração de famílias com crianças, então passamos pouco tempo). Fomos na cachoeira de Iracema (muito legal e com áreas profundas para mergulho) e seguimos por uma trilha até a cachoeira das Araras (linda também!). Fomos também no que chegou a ser a minha cachoeira preferida...a do Santuário (surreal a energia do lugar!). Adicionaria mais um dia para a Cachoeira da Neblina (que fiquei triste por não ter dado tempo de ir. São horas de trilhas e, segundo os locais, é a mais bonita da região. Fica para a próxima!) e mais outro para conhecer outras 2. Opções não faltam!

      Voltando para Manaus, fiz a visita guiada no Teatro Amazonas e achei muito interessante. Na primeira noite já tinha entrado nele, pois fui assistir à uma peça (a maioria das atrações são gratuitas. Consulte a programação antes!) .
      Fui até o porto de Manaus e consegui um Day Tour, só eu e minha amiga, por R$150 cada (R$300 total). As agências de turismo cobram R$200-R$250 por pessoa. O barqueiro recebeu R$150 e o cara que fechamos ficou com a outra metade. Ou seja, dá pra entrar no porto, pagar a taxa de entrada, de R$5, e negociar diretamente com o barqueiro lá. Obviamente, você não vai ter uma agência de turismo por trás, então é por sua conta e risco. Tivemos a vantagem de irmos para onde queríamos ir. Achei a ida à tribo indígena uma coisa meio que "feita para turista". Achei interessante o fato de muitos indígenas não falarem português e utilizarem idiomas próprios. Nadei com os botos, mas atenção: existem dois lugares que fazem esse mergulho com os botos. Um fica mais distante do porto  e é certo que os botos aparecerão. O outro lugar fica perto do porto e nem sempre aparecem. Fomos para esse segundo e demos sorte! Fomos também em uma casa de uma família que tem um bicho preguiça e sempre foi meu sonho segurar um. Achei estranho quando perguntei onde ele ficava e a mulher disse que ele ficava solto, aí quando eu perguntei mais informações ela mudou de assunto e fez como se não entendesse...fiquei pensando depois que ele deve ficar preso. Triste demais isso e fiquei com peso na consciência de ter, de certa forma, colaborado com isso. 
      No último dia em Manaus fui com a galera do Hostel para Ponta Negra. Fomos até a Marina do Davi e pegamos um barco para um flutuante muito legal. Foi uma bela de uma despedida ver o por do sol no rio, tomando umas cervejas com uma galera massa!

      No final, ficou assim:
      dia 01 - chegada em Manaus
      dia 02 - Passeio na Selva 
      dia 03 - Passeio na Selva 
      dia 04 - Passeio na Selva  e retorno à Manaus 
      dia 05 - Dia em Manaus 
      dia 06 - Presidente Figueiredo 
      dia 07 - Presidente Figueiredo e volta para Manaus 
      dia 08 - Manaus 
      dia 09 - Manaus 
      dia 10 - volta pra casa
       
      Bom, é isso! A viagem foi feita em Julho de 2019 e gastei algo em torno de R$1500, para passar 10 dias, com hospedagem, alimentação, transporte e passeios. 
      Se quiserem ver fotos e vídeos, mostrando detalhadamente cada coisa, vejam lá o destaque "Amazonas" no meu instagram: @dudaklaus
    • Por João Paulo Reis
      Olá! faço parte de uma STARTUP da cidade de Manaus. Estamos desenvolvendo um projeto que tem como objetivo auxiliar turistas na chegada à nossa cidade, trazendo a eles uma experiência melhor em relação ao turismo local. Essa pesquisa nos ajudará a entender as problemáticas encontradas nas visitações e trabalhar em cima delas . vocês que passaram pela cidade de manaus poderia responder um pequeno questionário para nos ajudar?
      https://forms.gle/CFffNZWe6FD3Vcrz7
       
    • Por Lu Costa
      Novo Airão é uma cidadezinha há 200 km de Manaus. Vc segue pela Ponte do Iranduba e pega a AM 070, em direção à Manacapuru. 
      A estrada está em obras e em alguns trechos tem que ter paciência mas no geral é tranquila a viagem.
      Nos ficamos na pousada Novo Airão, fuça longe 2 km  da sede do município mas era mais barata. A pousada super vale a pena , estávamos em 4 e nobquarto era limpo, confortável, com bom banheiro, piscina e estacionamento. Se vc está de carro super recomendo. Se não está, melhor ficar na Cidade mesmo (embora os preços sejam mais altos).
      Saímos de Manaus às 10h, fomos sem pressa, almoçamos na estrada, existem bons restaurantes. Fizemos algumas paradas e só chegamos em Novo Airão às 16h. Deixamos as coisas na pousada e fomos para a cidade. O CAT (centro de atendimento ao turista) estava fechando mas quando as atendentes nos viram nos esperaram  (achei mto legal isso).
      Elas nos deram dicas ótimas e um mapa mto bacana com os pontos principais Cidade.
      Fomos até a orla e à cooperativa de barqueiros mas não havia ninguém lá.  um senhor que mora em frente e vende coco nos deu o contato de um barqueiro da cooperativa. Ligamos e acertamos passeio para o outro dia.
      A noite jantamos em restaurante chamado TAPEREBAR , uma delícia de lugar. Avaliei no maps.
      Na manhã seguinte fomos passear pela cidade, existem fantásticas cooperativas de artesanato. Visitamos duas: Fundação Almerinda Malaquias, um lugar lindo com uma proposta social bacana que produz artigos em madeira e a loja de artefatos de cestaria. O pessoal é super bacana, explica bem e tem paciencia com os turistas.
      Almoçamos no restaurante Flor do Luar, um flutuante super bacana com uma comida deliciosa e preços relativamente altos mas que super vale a pena.
      Fomos ao nosso passeio de barco, o barqueiro é super experiente e nos levou para um passeio de 2h que viraram 3h. Custou 300 reais e poderia ir até 8 pessoas mas como só éramos 4, pagamos a lotação completa. Passeamos por Anavilhanas, que é lindo, vimos espelho d'água, mtos pássaros e a natureza exuberante.
      Ele ofereceu irmos à Prainha mas estávamos cansados.
      Fomos jantar no taperebar e dormir.
      Na manhã seguinte acordamos cedo, tomamos café e fomos para a Pousada  Cirandeira Bela. Para entrar vc paga 5 reais e o recepcionista é ótimo. Quase nos convenceu a ficar mas os quartos são meio salgadinhos. um pessoal que tinha pernoitar lá falou super bem.
      Passamos o dia na pousada, lá tem restaurante, igarapé geladinho, atendimento mto bom e mtas belezas naturais.
      Todos os lugares foram avaliados no maps, caso desejem ver.
    • Por Tayná Venturini
      Boa tarde Pessoal!
      Estou indo para Boa vista, mas queria passar uns 5 dias em Manaus, alguém já conseguiu fazer Stopover com as companhias aqui do Brasil?
      Minha ideia era sair de SP, ficar uns 3 dias em manaus, ir para Boa vista, passar 10 dias, na volta passar mais uns 5 dias em manaus e ai vir para SP, 
      Tayná,
    • Por fmoreira
      Em 2019, voltei à Manaus para trabalhar por uma semana e consegui esticar o fim de semana e então me aventurei à fazer as Anavilhanas por minha conta, escapando dos hotéis de selva (como o Anavilhanas Lodge e o Mirante do Gavião). Afinal, quase quatro mil para um pacote individual está longe léguas do meu orçamento. Então minha viagem foi no modelo econômico.
      O Parque Nacional de Anavilhanas foi criado em 2008, antes a área era classificada como unidade de conservação por um decreto de 1981. 70% do parque está localizado em sua maioria em Novo Airão, distante aproximadamente 180 Km  de Manaus, foi criado com o objetivo de preservação do arquipélago fluvial, um dos maiores do mundo, com mais de 400 ilhas e 60 lagos, em uma área de mais de 3.500Km2. No início de novembro, o rio ainda estava na seca, ou baixa, que vai de setembro a fevereiro. Foi minha primeira vez na amazônia nesse período: anteriormente eu havia ido em 2005 em abril e em 2017 em junho, ambas na cheia , que vai de março a agosto. São paisagens distintas e dessa vez as praias tiveram seu charme. Mas, pensando bem, ainda prefiro a cheia, com seus igapós e pode ser impressão, mas a luz é mais interessante, além dos espelhos d'água tornarem a paisagem um tanto mais atraentes que na seca. 
      Então vamos à logística... Para chegar à Novo Airão você tem algumas opções: ônibus que sai do terminal rodoviário de Manaus cujo trajeto leva 6 horas (acho que vai parando em todas as cidadezinhas do caminho), alugar um carro (não viável no meu caso, porque o custo x benefício era alto já que eu estava sozinha), pagar um transfer pela pousada (também não viável pelo preço de 360 pratas cada trecho) ou encarar o taxi lotação, que foi o meu caso, que custou R$60/trecho e eu tive a maior sorte, ao chegar no ponto estava saindo um carro e tinha uma vaga. Nessa modalidade são duas horas e meia. O ponto fica na Avenida Cirilo Neves (acesso à Ponte Rio Negro), do outro lado do Supermercado CO, tem um placa indicando Sindicato de Taxi de Novo Airão (tel.: 92 99428-0595). Os carros vão saindo conforme fecham as quatro vagas. Eu fui com um motorista muito fofucho chamado Roney, que me deixou na porta da pousada. Na volta, marcamos um horário e ele já esquematizou um horário e um outro motorista também foi me buscar.
      Fiquei hospedada na Pousada Bela Vista, que reservei pelo whatsapp (92 99229-6667), que é super bem localizada na beira do rio, em uma área um pouco mais alta, mas com acesso direto ao rio negro (e como estava na baixa, à praia). Os quartos são simples, mas são limpos, tem ar condicionado, frigobar, chuveiro forte e uma café da manhã bem gostoso. A piscina é bem legal também (e eu raramente uso), mas é uma excelente opção para o fim da tarde, acompanhada de uma cervejinha e o bar tem uma opção variada delas. A própria pousada disponibiliza os passeios em parceria com um agência, que são caros caso não consiga dar a sorte de entrar em algum grupo, que normalmente são formados de casais e cada barco tem capacidade para quatro pessoas. Eu dei sorte, porque no dia que cheguei havia um casal na recepção fechando o passeio do dia seguinte com um filho de 12 anos e eu consegui me encaixar como o quarto integrante. Para uma pessoa sozinha pagar R$1.300 pelo passeio inteiro, sai super caro.
      Fizemos o passeio completo, com parada para banho em um praia de areias clarinhas no meio do rio, visitando as Grutas do Madadá com caminhada na mata com um guia local que foi mostrando esconderijos das taturanas, o segredo das plantas medicinais utilizadas pela população, depois seguimos para as ruínas de Airão Velho (e ao sair pegamos um senhor temporal com raios cruzando o céu em uma quantidade de meter medo). Em seguida fomos até o Parque Nacional do Jaú, onde ficamos na base esperando o temporal passar. No caminho de volta paramos em um local que só é possível na baixa, para ver os petróglifos (gravuras rupestres gravadas em rochas). Eu, particularmente, achei o passeio meio cansativo e acho que teria gostado mais de fazer o de meio período, mas não sei se vão aos mesmo lugares. O que mais gostei foi da parada nas ruínas. Fotograficamente foi meio frustrante: aquele lugar merecia um espetacular pôr do sol.
      Eu passei duas noites lá e achei super suficiente. No dia da chegada eu jantei na pousada, cujo restaurante é bem bom. Na noite seguinte eu fui à uma hamburgueria bonitinha perto da pousada, chamada Saloon do Alex, que tinha uma comidinha boa, cerveja gelada e rock rolando no som ambiente. Na manhã seguinte, o dia do meu retorno, eu fui até o flutuante dos botos (aproximadamente uns 500 metro da pousada), mas estava fechado por um problema com a tempestade do dia anterior. Fiquei chateada, porque eu tinha que retornar à Manaus e não pude fotografar os lindos botos cor de rosa. Assim, da próxima vez que eu for à Manaus, vou ser obrigada a dar uma nova esticada à Novo Airão, espero que na cheia.
      Para ver o post completo e as fotos: https://www.flaviamoreirafotografia.com/manaus e no instagram: lugaresfotogenicos

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