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Viagem à Bruxelas - Amsterdam - Paris - Londres - Bruges - 2013


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Pretendo relatar aqui um pouco das histórias minhas e da minha namorada, da viagem ocorrida entre os dias 12/02/2013 à 27/02/2013.

 

Esse foi o nosso itinerário:

 

12/02/2013 - Ponta Grossa/PR - Curitiba/PR - Belo Horizonte/MG.

13/02/2013 - Lisboa/Portugal - Bruxelas/Bélgica.

14/02/2013 - Amsterdam/Holanda.

15/02/2013 - Amsterdam/Holanda.

16/02/2013 - Paris/França.

17/02/2013 - Paris/França.

18/02/2013 - Paris/França.

19/02/2013 - Paris/França.

20/02/2013 - Londres/Inglaterra.

21/02/2013 - Londres/Inglaterra.

22/02/2013 - Londres/Inglaterra.

23/02/2013 - Bruxelas/Bélgica.

24/02/2013 - Bruges/Bélgica.

25/02/2013 - Bruxelas/Bélgica.

26/02/2013 - Bruxelas/Bélgica - Lisboa/Portugal.

27/02/2013 - Brasília/DF - Curitiba/PR - Ponta Grossa/PR.

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Quanto ao site escolhido para à compra das passagens aéreas, indiscutivelmente, o melhor foi o Decolar.com

 

Os preços muito abaixo do mercado e as companhias aéreas escolhidas atenderam muito bem as expectativas.

 

Dentro do Brasil usamos a Gol, e para o vôo internacional Brasil - Portugal e vice e versa usamos a Tap Portugal, de Portugal até Bruxelas usamos a Tap também.

 

De Bruxelas até Amsterdam, Amsterdam até Paris e Paris para Londres, fomos de Trem, qual foi uma opção relativamente barata, rápida e confortável, sem maiores problemas, exceto a perda de um dos trens, qual foi resolvido por um funcionário gente boa que apenas nos remanejou para um trem que sairia depois sem custo algum.

 

De Londres para Bruxelas optamos pela Brussels Airlines, que era um tanto quanto cara as passagens, mas era a única opção do dia, e pra melhorar ainda perdemos o vôo e tivemos que comprar novamente, mas encontramos o Brian May, guitarrista do Queen no aeroporto pós perda do vôo, o que eu não diria necessariamente que valeu a pena ter perdido o vôo, mas abonou um tanto quanto o gasto excessivo de mais uma passagem para cada.

 

À princípio nos hospedaríamos em Hostels (Albergues), mas visto as condições de vivência no primeiro dia das hospedagens, optei por cancelar as reservas e reservar Hotéis mesmo, tudo pelo site hostelworld.com com preços acessíveis.

 

Quanto a Bruges, fomos de Bruxelas e voltamos no mesmo dia, estava nevando muito na cidade portanto não tinha tantas pessoas assim nos trens e nem na cidade.

 

Nas refeições optamos por McDonald's e Quick (O fast food local belga/francês), além de Subway/Kebab's limpinhos e alguns restaurantes baratos em londres.

 

Os pub's foram uma ótima opção para tomar uma boa cerveja e ver um bom futebol. Lembro-me bem de ver em Londres o Arsenal levar em casa um 3x1 do Bayern de Munique. E em um pub em Camden Town ver o Milan ganhar do Barcelona em casa de 2x0 para alegria do povo do pub. Fora é claro a fábrica da Heineken em Amsterdam e o Delirium em Bruxelas, bar certificado pelo guinness book como sendo o bar em todo o mundo com a maior variedade de cervejas (o cardápio parece um livro, são mais de 2000 marcas o.O)

 

Ter dinheiro trocado para o Taxi ajuda muito, ainda mais quando se tem apenas o inglês na ponta da língua e se pega algum taxista com o holandês/francês como língua mãe. Apenas os taxistas dos aeroportos aceitam cartões de crédito ou valores altos em moeda. Fica a dica.

 

Pode-se conseguir dinheiro em qualquer caixa eletrônico de qualquer banco pelas ruas, as taxas são pequenas e pode-se sacar até do cartão de crédito.

 

Recomendo cartões de Euro/Libra pré pagos que podem ser conseguidos nas casas de câmbio aqui no Brasil, usei o da Confidence, muito bom, sem problemas algum, bom sempre ter um cartão reserva para caso de perda/roubo.

 

O transporte público é muito eficiente, só não pode confiar muito em informações dos guichês caso não se fale Francês na região de Paris/Bruxelas. É bem complicado. Apesar de que o metrô de Paris/Londres são facílimos de serem usados, é muito claro e basta decorar a estação perto do seu hotel/hostel, o resto é resto, pode-se ficar a vontade e traçar as próprias rotas. Além de que o metrô de Paris, possui os pontos turísticos desenhado nos mapas e indica dentro dos vagões onde é cada ponto turístico conforme se passa por eles. Pelo fato de não ficar mais do que 4 dias no máximo em cada cidade, optamos por comprar bilhetes válidos por 24 horas ou 48 horas dependendo da cidade. Havia estações sem catraca em Bruxelas por exemplo, algo que negligenciamos sem nenhuma intenção e apesar de possuir o bilhete, só percebemos não termos usado os mesmos apenas dentro dos trens já. É muita cultura do povo para se ter tamanha abertura e confiança.

 

Caso alguém tenha alguma pergunta ou dúvida, sintam-se a vontade de perguntar. Vou postando os relatos aqui conforme eu me lembre deles.

 

(Em Londres compramos uma câmera profissional e de repente no meio da viagem as fotos ficaram profissionais, como em um passe de mágica, a foto em Anexo, na cidade de Bruges, com o meu melhor amigo que está morando em Bruxelas e a minha fiel escudeira, minha namorada qual foi comigo, respectivamente: ela com sua toca de Amsterdam, Eu e ele com as nossas de Brugge ou Bruges para o Português, já é com essa nova câmera)

 

Boas viagens ;D

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Quanto aos vistos de entrada e necessidade deles, todo mundo fica todo tenebroso em ser barrado nas aduanas tanto na entrada da União Européia ou Inglaterra, o importante evidentemente é ter tudo em mãos, seguro saúde, comprovação de dinheiro, passaporte em boas condições, passagens de volta. Agora, ocorre que em todos os lugares que transitamos, apenas perguntavam quais eram os fins da viagem, (lembrando que não é obrigatório o visto para a união européia para permanência inferior a três meses e com fins turísticos) satisfeitos com as respostas de turismo e em saber que tínhamos passagens de volta para o Brasil já compradas, fomos muito bem tratados em todos os lugares e não tivemos problema algum, até o policial federal de Bruxelas perguntou: Estão em Lua de Mel? Parecem com a empolgação de recém casados, lembro-me bem quando casei, ERA (enfatizando o passado) tão bom aquele tempo e caiu na gargalhada.

 

Destaques, por cidade: Bruxelas: Grand Place, Delirium, Atomium e a aristocracia de todas as pessoas na capital política da União Européia.

Paris: Torre Eiffel, Arco do Triunfo, Museu do Louvre, Basilique du Sacré-Cœur, Cathedral de Notre Dame, Avenue Champs Elysees, a moda e o bom gosto de todas as pessoas (A melhor cidade visitada na minha opinião).

Londres: Camden Town, Palácio de Buckingham, Pub's, St Paul Cathedral, Tower's Bridge, London Eye, Big Ben/Parlament, coisas caríssimas.

Amsterdam: Anne Frank House, Red Light District, Heineken Experience e o charme das ruas e seus canais, bicicletas por todos os lados.

Bruges: Canais e Igrejinhas do século 17, souvenires absurdamente caros.

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Ei Aldo! Obrigado por ler! Vou começar agora na hora do almoço a fazer um relato mais completo, um relato dia a dia do que fiz, quanto tempo gastei, quanto dinheiro gastei e literalmente relatar passo a passo. Peguei um extrato do cartão internacional e farei os passos conforme os gastos, isso facilitou muito na hora de lembrar de tudo. Pode acompanhar aqui que durante a semana irei postar a viagem inteira, as histórias, gafes, enrascadas (causadas por nós mesmos, nada de grave) e enfim...obrigado a quem ler e comentar, fico muito grato por ter a oportunidade de dividir a experiência com todos.

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Bom, como toda história, há um começo, meio e fim, certo? Não sei, talvez. Penso que pode haver uma história apenas com o começo, sem meio e sem fim, uma história digna de carregar o adjetivo de infinita. É o que eu espero das minhas histórias, minhas histórias das minhas viagens.

 

Essa minha história contínua relatada nesse post, começou em meados de Setembro do ano passado, quando havia já 2 meses que o meu melhor amigo, de infância, havia deixado a minha turma do curso de Direito na Universidade Estadual de Ponta Grossa, para ir morar em Bruxelas por 1 ano, realizando um sonho antigo e tendo suporte do Rotary Club International. Conversávamos todas as semanas e ele me retratava com paixão todos os fatos europeus da jornada dele. O que me foi despertando interesse pela região.

 

Lá pelo dia 20-25 de Setembro, resolvi, eu iria usar as minhas férias laborais para ir para Europa, lugar qual até o momento não conhecia (Já havia dado alguns passos pela América do Sul e América do Norte), estas quais gozaria juntamente com as férias acadêmicas, em meados de Janeiro/Fevereiro. Conversei com a minha namorada Vanessa e ela à princípio foi resistente a ideia, visto que o período era pequeno para juntar grana e afins. Mas eu puxei a responsa pra mim e ela colaborou um tanto quanto fora do comum financeiramente, em setembro, novembro, dezembro (13 salário quebrando o galho também) e janeiro, juntamos de nossos salários o equivalente a R$ 20.000,00. O que era uma quantia significativa, mas talvez nem tanto para passar os referidos 15 dias na Europa. Visto que Apenas Bruxelas não era necessariamente um destino para 15 dias, começamos a pensar quais outras cidades visitaríamos, pensamos em Milão, Zurique, Viena, Berlin. Mas dada a nossa situação financeira um tanto quanto limitada, optamos por fazer aquele nicho de Bruxelas - Londres - Paris - Amsterdam, pareceu mais sensato.

 

Mensalmente optamos por depositar o nosso dinheiro na conta adquirida junto a casa de câmbio Confidence - http://www.confidencecambio.com.br e possuíamos o equivalente a € 7.000,00. (Calma, ainda chegarei a parte de que esquecemos das Libras Esterlinas =X)

 

Compramos em meados de Janeiro de 2013 às passagens aéreas com destino final Bruxelas, pela empresa Decolar - http://www.decolar.com.br pagamos o equivalente a R$ 2350,00 por pessoa nas passagens, o que me pareceu um negócio muito vantajoso, visto que os vôos com todas as conexões estavam dentro de uma faixa de 20 - 30 horas no total, o nosso itinerário foi de 19 horas apenas. Saindo de Curitiba no Paraná, chegando em Belo Horizonte em Minas Gerais - Lisboa em Portugal - Bruxelas na Bélgica, retornando de Bruxelas à Lisboa - Brasília - Curitiba.

 

Efetuamos antecipadamente as reservas nos hostels e hotéis programados à princípio com esse cartão fornecido pela Confidence. Ele funcionava como um cartão de crédito, mas que já estava pago, simplesmente um cartão de crédito pré pago, como se fosse um cartão de débito, mas sem conta corrente.

 

Comprei antecipadamente também entradas para o Louvre / Tour Eiffel nesse site: http://www.ticketnet.fr/ , além de entradas para a London Eye no site da própria, http://www.londoneye.com/ levando tudo impresso em folhas A4. Fiz um seguro saúde junto a uma agência de viagens da minha cidade e optamos pelo seguro Global Travel Assistance, qual era pelo menos a metade do valor do segundo seguro que tínhamos opção, atendia todas as necessidades e evidentemente, não utilizamos.

 

Visto isso, preparei as mochilas, optamos por levar duas mochilas de 50 Litros da marca Trilhas e Rumos para caminhada e duas mochilas pequenas da marca Swissgear de 15 litros cada, estas compradas em Miami por uma pechincha, são caras no Brasil, mas muito baratas nos Estados Unidos, além de serem ultra confortáveis e resistentes, sim, levamos estas como bagagem de mão. Levamos também uma mala de mão com coisas para o meu amigo, enviada pelos pais dele, umas cachaças para caipirinhas e afins.

 

Desmitificando uma coisa: Cada passageiro de vôo internacional tem direito a 2 malas até 32 KG e a mala de mão ao contrário do que dizem, não é de limite 6 kg e sim 12 kg, pelo fato de ser internacional, um funcionário da Gol me falou isso no Brasil ainda, quando eu estava preocupado com o peso da minha bagagem de mão, que dava uns 8 kg, pois levei laptop, ipad câmera e afins. Além de que ele me disse, que não há de se preocupar, por que o importante é caber no bagageiro acima ou em baixo da poltrona na sua frente.

 

Basicamente levei roupas leves, uma camiseta/cueca/meias para cada dia, um moletom para cada 3 dias, 1 jeans para cada 3 dias também e um casaco da nike que era impermeável e leve porém não deixava passar frio algum, além de que usei aquelas calças legging, isso mesmo, de mulher mesmo, por baixo das jeans, pois fui no inverno bem rigoroso e peguei neve em quase todos os lugares lá, um cachecol, uma bota crocs e um tênis baixinho lacoste. Usava basicamente camiseta, moleton, jaquenta, legging e jeans simultaneamente todos os dias.

 

No próximo post começarei a contar o início até o fim da viagem.

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Dia 12/02/2013 - Chegamos ao Aeroporto Internacional Afonso Pena em São José dos Pinhais por volta das 16:00, visto que nosso vôo para Belo Horizonte era às 19:00, embarcamos nossas malas que à princípio pegaríamos apenas em Bruxelas (Mentira), e fomos para o embarque, confesso que o piloto do vôo Gol era meio bruto demais e fez com que a aeronave fizesse um pouso meio estranho em Belo Horizonte, onde pegaríamos um vôo de 10 horas até Lisboa Portugal, em um avião muito maior e cheio de regalias com o serviço de bordo, visto que o vôo saiu era 00:00 do dia 13/02 e todas as pessoas quase já começaram a dormir, dessa forma, o que pedimos durante a madrugada para os comissários da Tap Air Portugal, fomos atendidos prontamente, acho que tomei quase 1,5L de vinho durante a ida, sem maiores problemas, por que abonei quase todos os que não tomaram do néctar ;D sHAUShAUSHUSHSUAS, um fato engraçado aconteceu na sala de embarque do aeroporto de Belo Horizonte, onde quando eu estava no Duty Free querendo comprar um Whisky mais barato, já na fila do caixa, passaram toda a tripulação do vôo na minha frente, pois eles tinham prioridade no Duty Free, o que me deixou pelo menos uns 10 minutos esperando na fila novamente, todos estavam comprando caixas e mais caixas de cigarro (Os europeus fumam pra valer).

 

Chegamos em Lisboa por volta das 11:00 horário de Lisboa (Não lembro ao certo o horário de Brasília), para quem havia saído de Belo Horizonte, chegar em Lisboa, foi um choque de realidade da temperatura, mas nada que assuste um morador do Sul do Brasil, estava uns 9 ºC com um ventinho leve. Nada que exigisse mais que um moletom. Passamos pela imigração só fomos questionados qual era o motivo da viagem, nada demais, afinal, éramos turistas do bem e nem tínhamos caras de terroristas.

 

Ficamos na área de embarque para Bruxelas até as 14:00, comemos (fomos assaltados) no McDonald's, onde uma McOferta era o equivalente a R$ 30,00 o.O mas em compensação achamos um óculos RayBan no Duty Free por 100 euros, um modelo que no Brasil custaria o equivalente a R$ 600,00. Pegamos um avião do mesmo porte do vôo da Gol no Brasil para Bruxelas (o que me fez constatar que o piloto brasileiro realmente havia feito cagada no pouso em Belo horizonte, onde quase quebrou tudo), também da Tap Air Portugal para Bruxelas, cheio de pessoas muito bem arrumadas com seus ternos de R$ 2000,00 e cabelos impecáveis (Bruxelas é como a nossa Brasília, cheia de engravatados e capital política da União Européia), detalhe, o avião quando estava pousando, empinou o nariz novamente e falou que havia um avião na pista, e estava ainda meio perto, o que me fez ficar com um pouco de medo, visto que antes de viajar eu havia assistido o filme O Vôo com Denzel Washington e lido um pouco sobre os grandes acidentes aéreos da história o.O (Eu sei que fui burro, ok), depois de mais uns 10 minutos de Vôo aterrissamos suavemente em um Aeroporto muito bonito, que fora a presença de policiais com armas que pareciam estar lá direto dos filmes de guerra, estava tudo dentro do normal, um monte de pessoas correndo, tv's e duty free's por lá (chegamos na semana em que houve o maior roubo de diamantes da história nesse mesmo aeroporto, por isso a presença de tanta gente armada). Depois de quase meia hora esperando as malas chegarem as esteiras e já um tanto quanto cansados da viagem, conseguimos sair do aeroporto e pegar um taxi de lá mesmo, aí sim o frio já era de verdade, fazia uns -5 ºC lá fora e um vento de cortar a alma. Fomos até o Hostel, o que deu em torno de 50 Euros a corrida, uma grande besteira da nossa parte, visto que o Metrô era por ali mesmo =X saushausAUuSUS, enfim, estávamos cansados. Deixamos nossas coisas, tomamos banho e pegamos a direção do hotel onde nosso amigo estava hospedado (estava participando de um programa de jovens dentro do Parlamento Belga, coisa importante), fizemos surpresa para ele, tomamos algumas cervejas belgas e demos uma volta pela cidade, fomos a uma Pub típido irlândes, perto da Grand Place (Que não é tão grande assim, mas é muito linda), chamado Celtica, onde havia uma garçonete brasileira muito simpática e um povo gente boa. A cerveja era um tanto quanto barata, no máximo 2 euros um pit de 500 ml, bem interessante para encher a cara. O único problema era que as pessoas não ligavam muito de vomitar no chão, a toda hora. sAUSHAUSHUAHSSUS, enfim, coisas de lá. Comemos um Kebab em um restaurante bem bonito e barato também. Pegamos um taxi, que deu uns 12 euros e quando fomos pagar com uma nota de 50 euros, o taxista começou a gritar a única frase que ele sabia pelo jeito: IT'S NOT MY FAULT! IT'S NOT MY FAULT! IT'S NOT MY FAULT! IT IS YOUR FAULT! AAAHHHHHHH! Fiquei com um pouco de medo, visto que ele tinha um jeito extremista islâmico e poderia nos matar a qualquer hora com a sua AK-47, visto que realmente estava possuído pela ira. Trocamos o dinheiro com um outro carinha no hostel, que só falava francês, mas entendeu quando eu falei: CHANGE PLEASE! I NEED FOR TAXI! shAUHSUAHSUAHUSs, pagamos e deixamos que ele fosse explodir outro prédio com o seu Taxi bomba. Conhecemos duas brasileiras do Rio de Janeiro no bar do Hostel ainda nessa madrugada e depois fomos dormir, afinal, pela manhã pegaríamos um trem para Amsterdam, passando por Antuérpia.

 

Ah! Me esqueci de uma coisa, fui tentar alugar uma bicicleta naquelas máquinas que elas ficam na rua e além de não conseguir tirá-la do lugar, fui debitado em 150 euros o meu cartão, pois a máquina entendeu que eu havia extraviado a mesma o.O enfim, estava tudo em francês, o que me ferrou e muito.

 

Mais tarde posto da viagem até Amsterdam, a cidade da liberdade, do pecado e o que queriam associar a ela.

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Muito bom seu relato. Vou acompanhando.

Farei quase o mesmo roteiro que você em Julho. Então, já vou buscando dicas :)

mas eu tenho duas dúvidas:

 

* Esse trem que você menciona nessa sua última parte.. é do passe Eurail? Se sim, explica mais como foi.

* Debitaram € 150 do seu VTM? mas e ae? você perdeu o dinheiro? Ficou com a bike, pelo menos? ahahha

beijos!!

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Obrigado Juliana, não sabia que relatar era tão divertido! Parece que estou revivendo a viagem contando as histórias.

 

Pois bem, não comprei o passe. Comprei passagens individuais mesmo pela Talys: www.raileurope.com.br saiu relativamente caro, mas era o que eu tinha, não havia me planejado. Em todo caso deu tudo certo, mas foi caro, é interessante se planejar nessas viagens internas com antecedência também, foi a única coisa que deixei para ver na hora, um grande erro.

 

Debitaram os € 150,00 na hora e fiquei sem a bicicleta, mas quando cheguei no Brasil, enviei um e-mail para a empresa gestora das bicicletas, verifiquei uma semana depois do envio do e-mail e eles devolveram, pois constataram o erro do débito, sorte que eu guardei o comprovante que saiu da maquininha. Depois vendi os euros e tomei umas boas cervejas por aqui mesmo, afinal, era 380 pilas que eu não estava mais contando. Fiquei radiante com a graninha entrando e com a cerveja pintando. É como achar dinheiro em um bolso de uma calça que você usou a algumas semanas e foi para lavar, passar e depois ainda a grana está lá, e você não lembrava mais dela, sabe né? *------*

 

Beijos :D

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