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Novo por aqui e planejando ir na segunda quinzena de junho para Medellin e San Andres. Alguém aqui sabe as melhores boates e bares de Medellin?

 

Todas as dicas q vi por aqui já foram mto úteis ::otemo::

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Os melhores bares estao no Parque Lleras e na carrera 43 proximo a 80. As melhores baladas no barrio Colombia. Tem umas legais tambem no las Palmas e uns barzinhos bacanas tambem no barrio laureles proximo ao Exito e ao Mall Laureles

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Gente, o post tá devagar, mas tem alguém que esteve lá recentemente? As dicas de balada, Leo, são recentes?

E alguém tem dica de um hotel simples mas confortável em Medelim? (vale tb p Cartagena e Bogotá, rs)

Vejo muitas dicas de hostels, mas quero é um hotelzinho mesmo.... ando cansada de hostel e como não estarei sozinha acho que não encarece tanto a trip.

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Amigos, queria uma informação de quem já foi e talvez tenha passado pela mesma situação.

 

Meu vôo para Medellin chega às 23:00 no Aeroporto Jose Maria Cordova, aquele lonjão da cidade.

 

Eu literalmente estou perdido em como chegar a Medellin nesse horário, já tenho a noite reservada no hostel.

 

Li que existe um microonibus que sái de hora em hora, mas caso não tenha, qual é a melhor opção pra fazer sem ter que pegar um taxi, que custa os olhos da cara??

 

agradeço desde já!

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Cara fora esse ônibus que sai de hora em hora acho que a única saída seria táxi mesmo. A corrida em Novembro/2014 custava aproximadamente U$30,00.

 

Pra quem quem perguntou sobre os barzinhos, na Calle 70 também há muitos...

 

Abz

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Então, chegarei em Medellín final da tarde de um dia e meu vôo já parte por volta das 12h do dia seguinte. É uma conexão de volta pro Brasil. O que sera que consigo fazer além de dormir neste tempo?

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Se for de quinta a domingo que vc chega, da pra curtir os bares e baladinhas do Parque lleras, dormir em algum hostel por ali mesmo e no outro dia subir de volta pro aeroporto (1h de taxi).

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Betinha,

 

Fiquei num hostel chamado International House Medellín (http://www.ihmedellin.com/). Foram 5 semanas num quarto individual com banheiro compartilhado. Alguns comentários:

- Eu tinha feito a reserva com alguns meses de antecedência. Faltando 40 dias o dono me escreveu dizendo que ia reformar o hostel e estava me devolvendo o depósito. Mas ele se ofereceu para me ajudar a encontrar outro lugar. No fim a solução foi que fiquei no hostel mesmo, num andar que terminou sendo reformado antes. Talvez pelo tempo que eu ia ficar e/ou pelo fato de estar em reforma, consegui um bom desconto.

- Não existe propriamente uma recepção. Você cadastra a impressão digital e passa a ter acesso ao prédio. As outras portas são controladas por senhas numéricas. Vi alguns usuários no TripAdvisor reclamando da falta de uma recepção, mas não tive nenhum problema com o sistema deles.

- Logo que cheguei, o dono fez questão de explicar essa parte das senhas e acessos e também mostrar a cobertura com cozinha e área de socialização.

- Achei o pessoal muito fácil de lidar, com boa vontade e disposição se for necessário resolver algum problema.

- O hostel fica num bairro residencial (amei!) chamado Belén Rosales. Para quem vai fazer curso na UPB, como foi meu caso, a localização é perfeita! Basta uma curta caminhada. Já para quem quer balada, os bairros onde as coisas acontecem são El Poblado e Laureles. Nesses está concentrada a maior parte dos hostels. Poblado é um bairro com algumas ladeiras e é cheio de prédios e shoppings luxuosos. Laureles é mais classe média, mais central e tem uma topografia mais plana.

 

O que não foi tão legal:

- no Tripadvisor você vai encontrar algumas críticas quanto à limpeza. Não tenho muito como comentar essa parte. É que praticamente não havia outros hóspedes (no final da minha estadia chegou um grupo grande) e o pessoal estava mais concentrado na reforma. Realmente achei que poderia ser melhor, mas enfim... como disse, talvez com mais hóspedes eles mantenham uma pessoa só para isso durante mais tempo. Mas aí também vai ter mais gente para fazer sujeira.

 

Coloquei os prós e contras para você ter um pouco mais de informação na hora de decidir. Não sei como é a qualidade da hospedagem no hostel com a lotação completa (se o número de banheiros é suficiente, coisas assim), já que fiquei lá durante uma situação totalmente excepcional. Mas para o meu objetivo de viagem (fazer curso nas redondezas) e considerando o custo-benefício, no meu caso valeu a pena.

 

Boa viagem e aproveite bastante!

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    • Por RoxaneOliveira
      Colômbia Parte 1 – Bogotá
      Cheguei em Bogotá as 5 horas da manhã, morta com a longa conexão em São Paulo, muito bem aproveitada com minhas amigas de lá. O problema é que tive um choque climático e a gripe voltou com tudo. Cheguei na imigração, onde a agente perguntou quantos dias ficaria no país e eu disse que ficaria os 90 dias mesmo. E ela: “O quê? Como? Onde?” E eu disse prontamente: “Bogotá, Bucaramanga, Santa Marta, Cartagena, Medellín, Cali e onde mais der”, em seguida perguntou onde me hospedaria e dei o endereço de um hostel, que realmente pretendia me hospedar, porém, ao conseguir uma hospedagem com o couchsurfing cancelei a reserva, pois em uma viagem de 3 meses é preciso economizar cada centavo. O primeiro dia apenas dormi e fui a Candelária tomar água panela (água quente com rapadura e limão), dizem que cura a gripe e logo depois fomos comer um prato do tipo Executivo. Fiquei chocada por ter custado 6.500 cop (+/- R$ 7,00), prato de sopa de legumes, depois outro prato principal com arroz, abacate, patacones, lentilha e carne de porco. Ainda veio uma limonada. Adorei.
      No segundo dia, já um pouco melhor da gripe tirei o dia para conhecer os Museus Botero, Museu do ouro (vale visitar mais de uma vez) e o cerro Monserrate. Por sorte, o final do dia estava lindo. Comprei o chip para o telefone e fiquei procurando as atrações com o Google maps mesmo. Nada guiado.
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    • Por Hélio José
      Essa viagem começou em setembro do ano passado, quando estava pesquisando destinos para viajar assim que eu terminasse a minha formatura. Bem, ate então não havia o voo direto de Recife a Bogotá, que foi inaugurado no mês de novembro, dois meses depois, seja como for, acredito que peguei uma boa promoção, afinal paguei 1200 reais saindo de recife, com conexão em são paulo para ir a Bogotá, e na volta, sai de Bogotá para o Rio onde tive conexão  para voltar ao Recife, tudo pela Avianca.
      As passagens a Medellín, também comprei pelo site da Avianca internacional, no mês de novembro e custou 400 reais a ida e volta, tratei de comprar um voo as 8 da manha, já que eu chegava em Bogotá as 5 e meia da manhã e tem todo aquele processo de achar o terminal nacional, retirar as bagagens, imigração e tal. Então vamos ao que interessa.
      Para começo de conversa a Avianca Brasil me trolou duas vezes, a primeira foi um mês antes da viagem, quando recebi um e-mail de alteração no trecho REC-GRU, antes eu sairia daqui as 20 hs e com três horas de voo, significava ficar pouto tempo lá em São Paulo, uma vez que meu voo saia as 1 da madrugada. A Avianca Brasil pôs meu voo REC-GRU para as 8 da manha do dia 28, ou seja, logo após o trecho São Paulo - Bogotá , eu teria um voo as 8 da manha Recife - São Paulo (What?) Bem, Uma coisa tem de ser dita, os atendentes da Avianca internacional são muito simpáticos no seu português cheio de sotaque espanhol (Valeu Davi). A segunda trolagem, vou deixar para falar sobre ela no trecho da volta.
      Despache de mala ok aqui em Recife, só iria pegar a mala la em Bogotá. Segue o Fluxo. Deixei meus fones de ouvido em casa, e já sabia que os fones que a Avianca Brasil dão, são meio capenga e só funciona bem nas mídias deles, e que eles recolhem no final do voo. Porem tudo mudou no voo da Avianca internacional , que mesmo indo em assento da classe econômica, valeu Avianca, me deram fones que me salvou ate Medellín. Uma coisa deve ser dita, entrar no voo em São paulo, significa, já era português, e eu tinha experiência sim com espanhol na Argentina e Uruguai, porem dessa vez era Eu e Deus, então todo o atendimento das aeromoças, foram em espanhol, um sofrimento para entender, embora que la pelas tantas da manha quando elas passaram dando agua, e acho que a cara feia que ela me fez significa que eu errei, em esperar ela me dar o copo, em vez de pegar o copo para ela por a agua (perdão, na volta eu aprendi). La pelas 4 e pouca da manha, depois de descobrir a técnica infalível de deitar numa cadeira de dois assentos, estavam servindo o café da manhã. Café da manhã bom, mas se me perguntar so me lembro dos "huevos" e gasosa de manzana ( Ta na hora de o Brasil exportar aquilo, porem acho que o guaraná Jesus é parente daquele refri, tenho certeza disso). Junto me deram um papel para preencher, era familiar aquilo, já peguei o mesmo quando a TAM me deu na entrada ao Uruguai, mas  e cade a caneta para preencher? Fato que teria bronca com isso mais na frente.
       
      Segue o fluxo para a imigração, a Imigração da Colômbia é bem de boa, mas uma dica, quase não entro na Colômbia, Culpa do Andrés, meu super amigo colombiano que sabe muito português, acho que sabe até demais. O Andrés não me disse sua Calle, nem o numero da sua casa onde eu iria ficar. E a moça da imigração foi bem clara, você não entra na Colombia se não disser onde vai ficar. Bem, ainda liguei pro danado, mas eram 6 da manha, e ate eu estaria dormindo ( exceto se fosse receber um amigo hahahahha) Mas... Deu tudo certo, ela pegou o numero dele, e carimbado, vamos a segunda bronca da manhã. A falta de Caneta. Bem, não existe nenhuma instrução de como preencher o papel de declaração que vc recebe la no avião, esta em inglês e espanhol, então se vire, o pessoal não empresta caneta ( obrigado ao americano que me emprestou e fiquei com ela), Entregue ao moço la, mais um raio X e sai do aeroporto internacional.
       
      Bogota é muito fria de Manhã, muito mesmo, e eu precisava agora achar o balcão da Avianca para despachar minha mala para MED, o aero não é tao gigante quanto o de São Paulo, pelo menos não achei. Mas eu tinha um amigo la me esperando (Henrique) que me ajudou no café da manha, porque estava sem nenhum peso colombiano. Comi huevos de novo. Despachei a mala e foi tudo muito tranquilo. Em setembro eu não sabia que iria viajar na semana santa, então estava tendo uma amostra das igrejas da cidade no aeroporto, deu tempo de treinar o espanhol. Muito lindo. Você tem duas horas de Wi-fi la, então da para se cadastrar e aproveitar.
       
      Medellin
       
      O voo pra Medellin é rapido, só da tempo de tomar um suco, literalmente. E quando voce chega la, o aeroporto é lindao. Vamos as dicas, tem casas de cambio boas no aeroporto ( na parte do embarque), entao chegou, sobe as escadas, e tem uma casa em especifica que fica por tras de uma escadas, é com a melhor cotação, percebi tanto na chegada quanto na volta. Troquei 20 dólares la, 53 mil pesos colombianos, o suficiente para pegar o busao que sai do aeroporto para o centro da cidade. O onibus fica na saída do desembarque nacional, saiu, segue em frente tem dois onibus, vc pega o primeiro que segue para o centro comercial San Diego, há dois onibus la, se ligue (Centro comecial San diego). 9500 pesos colombianos.
      Aproveita a viagem, e se quer curtir, senta no lado do motorista, que quando voce passar o pedagio, vai ter uma visão da chegada a  cidade que PQP, que cidade... Medellin me deixou enamorado desde a chegada. São 40 - 1 hora, não lembro quanto tempo durou, mas o suficiente pra curtir bem a paisagem. Muita gente desce no centro comercial, e o ponto é embaixo de um viaduto ( A Daniela estava la me esperando, a irmã do Andres). E quando voce chega, tem muuuuito taxis. Minha dica, se acalma e vai trocar tua grana. Precisa entender que o centro comercial é dividido em duas partes e separado por uma avenida, as casas de cambio ficam na segunda parte, entao voce vai atravessar a avenida, cruzar o centro por dentro e chegar na outra avenida, subir uma passarela e acho que no 2 andar tem duas casas de cambio, perto de uma lanchonete. Troquei la, 100 dolares, o que deu para os 4 dias em MED. Comi uma empanada com suco de maracuja e vamos pra casa, pra casa do Andres.

      Saindo de la pegamos um taxi,e os taxis são amarelinhos e pequenininhos, achei fofo, um monte de irmão do UP amarelinhos.
      Fiquei no Bairro de Buenos aires, não me pergunte melhor local de estadia, era a casa do meu amigo e foi maravilhoso.
      Almocei, e quando foi umas 16hs o Andres Chegou, fomos conhecer o centro.
      Basicamente MED faz voce ter certeza que a educação é a chave para fazer o sistema funcionar, eles tem um sistema de transporte de dar inveja a qualquer cidade, duas linhas de metro, o Transvia ( primo do VLT do Rio) e o metrocable ( a melhor aventura), alem dos onibus, e BRT que la tambem tem. MED tem muito a ensinar a Bogota.
      Fui conhecer o centro naquela tarde, pegamos o metrocable, por cima das comunas, e retornamos, e fomos andar de transvia ate certo ponto, descemos e fomos caminhando.

      Para construir o Transvia foram desocupados algumas casas pelo que entendi, e onde foi desocupado, puseram grafites, quadras poliesportivas, e foi toda repaginada a via, claro que com aquele VLT passando pra cima e pra baixo e vc não se pergunta como não mata um, porque ele passa pertinho de voce. E a galera tipo, nem ai...

      Tomei um sorvete muito gostoso, com raspa de gelo, leite condensado, não lembro o nome, e foi quando descobri que eles comem Manga verde com tudo cara, Muito foda o sabor. Delicioso. Mas isso é historia pra a pedra do Peñol.
      No centro perto das esculturas de Botero, tem umas loginhas pra comprar lembrancinhas barato, e aceita cartao de credito.
       Fomos ao pueblito paisa, pegamos metro e uber, subimos ao pueblito, com uma visão linda de Medellin a noite, lá tem uma maquete da cidade que voce entende bem como funciona a cidade, assim como entende como era o povo que fundou a cidade. Depois seguimos para encontrar umas amigas ( Ana e Carolina). Incrível como tem pessoas que estudam tao bem o português. Fomos comer num local (mercados del Rio), meio carinho la, aceita cartao de crédito, e tem culinária, penso eu, do mundo inteiro. Ficamos ao som do Regeanton, curtindo e tomando sangria, uma especie de esquenta para irmos ao parque Lleras (Cara, se voce curte balada, vai gostar desse parque). São muitas casas de shows e baladas, como eu estava sendo levado, não lembro a que fiquei e como fiquei sobre efeito de tequila, tambem muitas informações ficaram perdidas, tudo esta sendo dito olhando o historico do maps ( ). Mas em resumo, algumas informações importantes : 1 - Eles tomam cerveja com sal e limao ( não me pergunte porque), 2 - Tequila me fez falar muito bem espanhol, vale a pena voce tentar mesmo que não se lembre muita coisa no dia seguinte. E 3 - Eles escutam funk brasileiro mas como não sabe o que significam , dançam meio estranho, hahahahha. Eu acho que ensinei algo. Não lembro.

       
      Quinta feira 29/03 - Dia de ir a Guatapé. Para ir voce precisa ir ao terminal norte, existe muitas dicas de como chegar la aqui no site, procure e saberá. Mas fui de uber, de onde estava e pareceu barato ( na verdade achei o uber tanto em MED como em Bogota, muito barato). Chegando la me deparei com uma rodoviaria super abarrotada, era vespera de feriado da sexta santa, entao me ferrei. Só que o super Andres achou uma alternativa, que não me lembro bem... Mas que chegamos de 11 e pouco na pedra do peñol. Se estivessemos esperando o busão la , só iria ter horário depois de meio dia, e chegamos la as 9 da manha. Não sei como se comporta em dias normais, porém o que precisa saber é que vai se deparar com maior filão.
      Em resumo, pegamos um onibus ate Marinilla, de la um taxi  ate El peñol, e depois  ( olhe não sei como se chama aquilo la, mas fomos numa especie de toyota ate a base da pedra) e chegamos umas 11 e meia na pedra. Dicas mestre: independente de sua capacidade física e sabendo que vai enfrentar 700 degraus assim que chegar na base da pedra. VA ANDANDO. Vai ter uma porrada de gente oferecendo serviços pagos de uma espécie de moto estranha que tem la, cavalo, seja o que for, va andando, porque o transito que se forma subindo de onibus e carros é enorme e voce perde um tempo enorme. Ir andando alem de te preparar para a morte da subida, te dar uma visao linda da represa.

      Ok, ai voce não morreu, e chegou la em cima, depois de comprar o ingresso para subir e sofrer. Vai com Deus,. Os degraus vem numerados de 25 em 25, e acho que la pelos 400, tem um anexo onde vc vai ate uma imagem de nossa senhora, e aqueles degraus la não entrou na contagem, mas vale dar uma pausa pra respirar. Tirou a foto e sobe novamente. Quando chega la em cima, não se assuste com a fila pra descer e por favor, respeite-a. O mirante estava em reforma ( ou seja, la em cima vc sobe mais alguns degraus). Tem lojinha e picolé de manga verde la em cima. Com sal. Esse gelado que eles vendem ajuda bastante a refrescar, mas pra quem curte coisas exóticas, tem la em cima a cerveja com sal e limão e manga verde também pra quem curte.

      Acho que a pedra é um paradoxo, porque ela não respeita a lei universal do "pra descer todo santo ajuda", porque descer é pior, e mais estreito do que subir.
      Feito todo o percurso, e chegando la na base da ladeira. Pra comer, va a guatapé, que alem de ter um povoado lindo para otimas fotos. La a comida é barata. Mas pegue o onibus que passa na ladeira para a cidade, porque é barata a passagem, que voce acaba pagando caro se for por outro transporte, e tenha saco para aguentar o transito tambem.
      Chegando em guatape, pode ir explorar a vila, e almoçar nos milhares de restaurantes que tem por la, com almoços completos por cerca de 14500 pesos. Lembre tambem de ir comprar a passagem de volta a Medellin, no terminal e se ligar de estar la ate 10  minutos antes. O onibus é anunciado aos gritos, entao voce só perde se for surdo. Aproveita pra descansar nas 3 horas de volta.

      Na sexta do feriado, fomos ao parque Arvi. O parque Arvi é enorme, e não pense que tirar um dia voce vai conhecer ele todo, pelo que entendi, são varios parques e chegar ate ele em si já é uma aventura. Voce pega metro ate a estação Acevedo, e la faz transferencia pra o Metrocable e depois faz trasferencia para outro metrocable ( esse não é integrado, voce vai ter de pagar de novo), que tem estação terminal la no parque Arvi. Pra quem tem problema com altura , segura o coração, porque cara, voce sobe muito, e passa sobre os topos das arvores. E a cidade vai ficando para tras.
       No Arvi fomos fazer arborismo, Bem, o Andres sabe explicar melhor porque naquele dia tinha muita gente e ele é muito bom de conversa, é engenheiro quimico como eu, mas eu tenho a impressão de que ele é capaz de vender qualquer coisa com a conversa dele, em resumo, a gente não ia conseguir fazer o arborismo porque tinha chovido muito no dia anterior e la cai muito raios, mas ele conseguiu que a gente fizesse, sendo a ultima equipe do dia. Quando eles começam a falar rapido, a minha dica é entregar a Deus porque voce não entende nada, não importa o quanto peça para falar despacio (devagar). pressuponho que se voces quiserem procurar ele, ele ate faz esse trabalho de guia, agende e pergunte quando ele cobra. Alem de oferecer serviços fotograficos. Certamente ele ira comentar esse texto.
      No arvi há varias opções de lazer, assim que voce desse do metrocable tem uma feirinha la, e da pra comer muita coisa tipica, alem das frutas, sou apaixonado por frutas, mas as moras, fresas e a frutinha amarelinha que não sei o nome mas que com leite condensado fica muito bom, é inesquecível. De la voce pega um onibus que levam aos outros parques mas sem pagar nada mais. Só encarar a fila e aproveitar pra comer um doce feito da pata da vaca. É , eu tenho a impressão que eles se superam nas comidas exóticas. Mas a justificativa de que a jujuba seja feita da mesma patinha da vaca, não me fez achar uma coisa maravilhosa comer o doce, porem o se voce andar com o Andres esteja apto a comer todas as paradas.
       
      As atividades feitas no arborismo é incrivel e tem pra todo gosto, fiz uma com 18 atividades e consegui concluir antes de encerrar as atividades, porque tem de voltar para o metrocable antes das 17 que é quando eles fecham. Entao as 15-16 as atividades já estao sendo encerradas. Uma outra dica é comprar as passagens da volta já na ida, porque voces vao achar incrivel a fila de volta. Nós por exemplo, pegamos o metrocable mas em vez de seguir para o outro, pegamos um taxi e descemos na maior radicalidade da vida ... Medellim é uma cidade que cresceu num vale, entao imagina como é descer as ladeiras quando voce esta la nas montanhas. O taxista era um doido, mas sobrevivi.
       
      No sabado foi a despedida da familia que me acolheu, deixo um grande beijo em todos, em especial a tia do Andres que estava voltando a Bogota de busao ( e pra quem vai fazer esse percurso, segundo ela é muito confortavel), assim como a toda familia que me recebeu tao bem. O Andres me levou de uber de volta ao centro comercial San Diego, e dessa vez voce pega o busao pro aeroporto do outro lado da avenida. Não demorou e logo chegou, deixando para trás, um amor que levei da cidade. Cheguei no aeroporto, cheking, e voo para Bogota, para onde eu seguiria para a minha segunda cidade. Villavicencio.
       
      Villavicencio
       
      Quando eu estava no Brasil descobri que villavicencio tem aeroporto, mas ai já tinha comprado as passagens de MED para bogota, e iria fazer o trecho Bogota-Villavicencio de ônibus. Eu descobri que eles tem um voo a tarde, e talvez se eu estivesse descoberto antes teria optado para fazer esse trecho de voo. Era apenas 200 reais a mais e economia de horas. No fim, comprei as passagens de ônibus em Medellín mesmo, pela empresa Expresso bolivariano. Era semana santa e vai que não tivesse mais passagens, comprei para as 15 hs, porem cheguei em em bogota de meio dia. Peguei um taxi amarelinho na saida do aeroporto e fui para o terminal Salitre, a rodoviária deles. Talvez o preço mais caro que paguei, para algo tão próximo, 25 mil pesos. Pelo que andei lendo, taxi é a melhor forma de sair do aeroporto para ir a rodoviária.
      Chegando la, depois de comer um Subway e exercitar meu espanhol ótimo de viagem (rs), resolvi adiantar as passagens, e a menina queria apenas minhas passagens e uma fotocopia, que significa xerox, mas que para meu espanhol de viagem era apenas uma foto minha (rs). Bem, troquei e adiantei a passagem, para as 14 hs. E cai na estrada.
      O caminho ate Villavicencio faz voce repensar em sua vida, não me refiro as paisagens lindas, e aos rios que parecem sair de filmes com aquelas paisagens de montanhas. Mas por ter uma serie de viadutos que voce não enxerga o que esta embaixo de tao alto que são. Fui ate la me perguntando quantas pessoas já morreram fazendo aquele caminho. E quando não é viaduto, são tuneis, milhares de tuneis.
      A estrada esta sendo duplicada, entao há varios desvios e transito na ida, e meu ônibus sofreu um desvio pelo caminho antigo para chegar a cidade, o que me rendeu excelentes paisagens e quase enfartes.
      O povo de Medellin é chamado Paisa, o povo de Villavicencio Llanero, e se pronuncia em bom portugues (janero), tipo o primeiro mês do ano sem o i.
      Achei incrível a cidade, com sua simplicidade e com um povo tão receptivo e festeiro. Com uma rica historia e as comidas ( essa parte vai para toda a Colômbia e sua imensa variedade gastronômica).
      Quem me recebeu la foi o Alexander, debaixo de muita chuva e no português com sotaque de Carioca, ao som de Alcione.  Quero ressaltar que no quesito sonoridade o cara tem bom gosto. Depois de um pequeno city tour. E depois uma balada, a melhor e mais inesquecível que fui, "Los capachos" com tres ambientes enormes, e muito regeaton, funk também, quero ressaltar.
      Um resumo.
      A cidade esta crescendo muito, e tem um enorme parque, o parque malocas, que conta a historia da cidade e dos mitos que rondam por la. Foi inclusive onde o Papa Francisco foi recebido ao visitar a cidade. Eles tem uma especie de vaquejada nesse parque. E vale muito a visita, inclusive la voce pode ate ver apresentações da dança e musica tipica do povo, que é um som muito massa feitos por uma viola de 4 cordas, maracas e arpa. De la fomos a um parque que lembra muito o jardim botânico do Rio, que inclusive quero ressaltar a quantidade de verde que tem na cidade. Inclusive fomos a um shopping, centro comercial na língua deles, que tem cachoeira dentro. Pra mim aquilo foi impressionante.

      A noite seguimos a um mirante onde podemos tomar agua panela ( cara a primeira vez que escutei isso na casa do Andres achei que era agua de panela, ai já era demais, mas resumindo, agua de rapadura) com queijo para apreciar a vista. Um mirante que Só a misericórdia e uma tração muito boa pra subir, estava chovendo mas tiramos ótimas fotos da cidade; Aqui fica os meus agradecimentos ao Alexander assim como a seu irmão e cunhada que conheci nessa viagem. Adorei Villavicencio, e de boa, não conseguia pensar em mais nada na segunda feira a não ser sobreviver a volta. E não morrer.
       
      Na segunda, munido de uma fotocopia, adiantei novamente a passagem, e peguei meu ônibus de volta, pelo caminho original da coisa. E que aterrorizou tanto quanto o outro. Deu tempo de dormir e chegar a Bogota. Chegar a Bogotá era sinal que a viagem estava acabando () .
       
      Bogotá
       
      Cheguei em Bogotá, e com perdão dos Hermanos, tinha ido para escutar sim regeaton, mas não aguentava mais, e o taxista que me levou ate meu hostel, escutava nada mais nada menos que heavy metal. Pense! Hahahahhahaha
      Fiquei hospedado no Republica Hostel, no chapinero. De taxi da rodoviaria deu em torno de 12500. Não entendi mesmo como funcionava aquele taxímetro. Eles funcionam na base de números, por haver tantos zeros no dinheiro dos Hermanos, so que na tabelinha que fica atras do banco, só expressa valores ate o numero 185. E eu estava curioso e ao mesmo tempo com medo do que aconteceria depois do numero 185; bem, Graças a Deus que os números eram sempre ab aixo do 185.
      O hostel foi incrivel, no meu quarto alemao, ingles e belgos, ninguem sabia espanhol, estava ali pra aprender. Entao em terra de gente que não sabe espanhol. Yo fue Rei. Hahahahaaha
      De fato acabei ensinando portugues mesmo. Eles estavam seguindo para Medellin, dei dicas e sai pra explorar o bairro naquela segunda mesmo.
      Basicamente o que deve saber, o bairro é muito bom, farmacia, centro comercial e padaria perto do hostel, e o famoso transmilenio. Tinha tudo o que precisava e uma boa dose de frio. Bogota sofre de TPM, entao após meio dia ela mudava toda, e chovia muito, nem parecia que acordava com um sol lindo.
      Na terça, eu e meu colega de quarto, Sebastiam, saímos para o museu del oro. Lindo. Incrível a historia e a sacanagem do povo que levou a maior parte do ouro da Colombia.
      Abre as 9. Fecha na segunda. 4 mil pesos a entrada e mais 8 mil se quiser o sistema de audio.

       Mas como sou vida loca, vou tentando sem audio mesmo. O museu é basicamente, siga as setas e conheça a história. As 10 tem o free walking que sai da porta do museu, entao s evc chega as 9, da pra conhecer e ainda juntar ao free walking. De manha tem espanhol e ingles, e a tarde saindo do mesmo lugar, tem apenas em ingles. Fui para o de Espanhol, e o sebastiam que estava ali para aprender espanhol, foi para o de ingles. Vai saber né.
      Voce conhece muita coisa com o free walking e num determinado momento toma agua panela num bar que ela leva vc pra experimentar ( hahaha mas eu já sabia o que era a panela, não mais tenho susto raraaaa), e bem, como Bogota estava inconstante de meio dia caio um baita toró. Resultado, passamos pela plaza da independência no maior chuvão. E encerrou o free walking de 3 horas por ali mesmo. Foi onde conheci os uruguaios Guillerme e Julieta e a Mexicana Arantza. Inesqueciveis e muito simpaticos, e conhecem a musica  do Gustavo lima. Hahahahahah.

      Saimos para almoçar por ali mesmo, e por sinal , muito barato comer pelo centro. E aceita tarjeta ( hahahahah bato nessa tecla porque não são todos locais que aceitam cartoes de credito ta?)
      Depois de almoçar fomos caminhando ate o museu nacional, poe no google maps e ele te da a rota, a rota que te dar vai fazer vc passar pelo letreiro de Bogotá, assim como depois por um local que vende artesanato muito barato.
      O museu nacional também é barato a entrada, e conta a historia da colômbia. Depois vale tomar um café na cafeteria que eles tem internamente. Foi onde me despedi dos meus amigos de viagem e voltei de transmilenio no horario de pique para o hostel.
      A minha outra dica é voce baixar o app movit que te ajuda nas estacoes do transmilenio, e depois vai na fé, lendo, voce não entende e nem eles entendem tambem o sistema. Mas sei que peguei busao lotado, me lembrei do Recife. Juro.
      No final voce aprende a andar de boa, por mais que sejam lotados, vale a dica de segurança de manter a mochila e os pertences na frente, em qualquer grande cidade ne.
      A noite fui a uma balada no centro com o Henrique que me recebeu la no primeiro dia, e tive porre de Rum com coca, e prometi nunca mais na minha vida beber essa mistura. Por Deus, acho que não consegui dormir.
      Acordei, ou nem dormi na quarta feira, meu ultimo dia la. E seguindo as dicas dos amigos do dia anterior fui ao Cerro monserrat pela manha por causa do tempo de Bogota. Foi a melhor coisa, porque depois das 11 o tempo fechou.
      Chegar ao cerro do hostel é facinho, mas fomos encontrar mais dois colegas do Sebastian la no museu del oro e de la fomos andando. 20 minutos e voce chega ao local onde compra os tickets.
      20 mil pesos a subida e a descida. Mas os meninos preferiram descer a pé, tem essa opção, mas eu dispenso depois do peñol sabe.
      Subi de funicular e desci de teleferico.
      La em cima a visao é incrivel, mas não tente correr, devido a altura me senti com falta de ar e dar um mal estar enorme.
                                                                   
       
      Depois fomos almoçar perto da universidade de los andes, fica ali perto. Almoço baratinho nos restaurantes proximos.
      Nos despedimos e fomos a estacão universidades, que é a estação pra quem vem do chapinero e vai pra Monserrat. Pegamos o busao e segui de volta ao hostel, onde tomei banho, me arrumei e fui num supermercado comprar Suco de lulo, café e colombiana ( o refri de folha de coca deles). Aqui agradeço ao Esneider que me ajudou ainda com as compras.
      Voltei ao Hostel, me arrumei, chamei o uber e segui pro aeroporto.
      Procedimento de saida engraçado, quando a policia te aborda perguntando de onde veio, o que fez, e pra onde vai.
      Voo pro rio saiu as 22:30, cheguei as 6. e a Avianca Brasil trolou novamente, meu voo que estava la no app saia as 10, foi alterado para as 14 hs por altração de malha e ninguem me avisou ta? Mas já estava no Brasil, e indo pra casa. Enamorado pela colombia e com vontade de voltar.
       
      Uma dica - Compre um chip claro, e tenha internet muito boa, eles oferecem um pacote massa de 1 giga pra um mês que eu acabei em 4 dias por 21 mil pesos. Ai vc recarrega e vai comprando os pacotes la.
    • Por henrique.lammel
      Dizem que “o caminho de Lengerke” é a primeira estrada construída, na Colômbia, com a finalidade de unir as diversas cidades do departamento (para nós Estado) de Santander. Todo feito com pedras, se estendeu depois até Medellin, passando por Bogotá, ao sul. Ao norte, ia até Cartagena e, a oeste, entrava dentro do território da Venezuela.
       
      Mas passar pelos trechos ainda conservados do camiño real e conhecer diversos “pueblitos” santanderianos acabam não sendo a única atração desse trekking. Para mim, o melhor foi descer 1700 metros por uma das paredes do Cânion del Chicamocha até a cidade de Jórdan, ao nível do mar, para depois subir 1300 metros até Los Santos.
       
      Fiz todo o trecho sozinho. Parti de Barichara, passando por Guané, até Vilanueva, de onde voltei a San Gil. Dois dia depois soube que havia deixado de fazer a parte mais bonita, que vai de Vilanueva até Los Santos, e retomei o trekking. Tradicionalmente, dorme-se na cidade de Vilanueva.
       
      O local é muito árido e não há fontes de água potável no caminho. O gasto médio do trekking, dormindo em Vilanueva, sem comida e água, é de COP 41.600 (Passagem San Gil – Barichara = COP 3.600; Hotel Vilanueva = COP 20.000; Passagem Los Santos – Los Curos = 5.000; Passagem Los Curos – San Gil = COP 13.000).
       
      Caso alguém se interessar mesmo por fazer, pode clicar em https://apenomundo.com/2016/08/24/trekking-caminho-real/e ter algumas informações adicionais, como mapa e mais fotos.
       
      1º dia – de Barichara a Vilanueva
       

       
      São doze quilômetros de caminhada. O primeiro trecho, de Barichara a Guane, é percorrido em cerca de uma hora e meia. Tanto Barichara quanto Guane são antigas cidades coloniais, com calçamento e casas preservadas. Vale muito a pena parar algum tempo para caminhar pela cidade e conhecer as igrejas, miradores e provar a Chicha de Maiz ou o Masato de Arroz, que eram fabricados pelos índios da região, os Guanes, praticamente extintos após cinquenta anos de colonização espanhola.
       
      Guane fica num ponto mais baixo que Barichara, mas nem por isso a caminhada é fácil. O clima é super árido e o calor chegar aos 40º entre às 10h e às 15h, por isso lembre-se de levar muita água. Basta seguir os muros e ficar dentro da antiga rua de pedra, que por duas vezes vai atravessar uma estrada de asfalto. No meio do caminho, há uma fazenda que às vezes está aberta e pode-se comprar água, cerveja, refrigerante. Vale a pena a parada, atrás a um mirador para o Vale e, com tempo bom, é possível ver Barichara, no topo de uma das montanhas.
       

       
      De Guane a Vilanueva começa a parte “casca”. São sete quilômetros, com mais de 600 metros de aclive. O trecho está sinalizado com marcas amarelas, porém preste atenção, pois buscam marcar o caminho contrário, para quem faz o trekking desde Los Santos. Em média, as pessoas demoram três horas e meia para fazer o trecho, que se eleva para cima das montanhas até onde a estrada termina, levando para dentro de uma trilha em mata. A trilha de mata desemboca em outra estrada que, que leva até Vilanueva. Daqui, o trecho é todo baixando até a cidade.
       
      Tive “sorte” de cair uma bruta chuva na subida. Embarrou um pouco o caminho, mas deu uma amenizada no calor que me fez demorar quase duas horas para completar o trecho Barichara – Guane.
       
      Caso se perder, não exite em perguntar para algum morador local o caminho para onde quer ir. O povo da região é muito amigável. Diferente de Barichara e Guane, Vilanueva é uma cidade maior e não há muita coisa para se fazer. A dica seria dormir para retomar a caminhada muito cedo no outro dia. Caso a decisão seja voltar para San Gil, o ônibus demora cerca de 20 minutos.
       

       
      2º dia – De Vilanueva a Los Santos
       
      Saia cedo de Vilanueva. Os 17 quilômetros desse dia devem ser percorridos até às 15 horas. Lembrando que é preciso baixar dos 1700 metros até o nível do mar, e depois subir 1300. Perdi o primeiro ônibus que saía de San Gil (6 horas) e acabei pegando o segundo, às 6h20. Às 6h45 comecei a caminhar e cheguei a Jórdan às 11h, sempre com um passo muito rápido. A partir das 10h, o sol saiu com intensidade e começou a ficar bem difícil a caminhada.
       

       
      Essa parte não há sinalização, então pergunte aos moradores a direção para pegar o caminho à Jórdan – basta pegar uma estrada a uma quadra da igreja e segui-la sempre. Antes de descer pelo cânion, havia uma fazenda que vedia água, porém estava fechada. Nesse trecho pode-se ver e ouvir muitas cabras pelos desfiladeiros e é, sem dúvida, o ponto mais bonito do caminho. Jórdan é uma pequena cidade com 30 casas. Pode ser uma boa dormir aí: há inclusive um hostel no vilarejo, com habitações a partir de COP 30.000 (pouco mais de R$ 30).
       

       
      Comecei a subida pelas 11h30 e cheguei em Los Santos pelas 14h. Meus dois litros de água não foram o suficiente para fazer toda a subida. Cheguei sem uma gota em Los Santos, suado e morrendo de sede. Se quer voltar a San Gil no mesmo dia, é preciso chegar antes das 15h30 em Los Santos, horário que sai o último ônibus para Los Curos. Peça ao motorista para parar na estrada que leva a San Gil (cerca de duas horas de estrada) para pegar a condução a cidade (mais duas horas e meia).
       

       
      Outra opção é seguir para Bucaramanga, o que deixa a brincadeira uns COP 15.000 mais cara.
       

    • Por rafacarvalho33
      Sou suspeito para falar de Medellín, já que por aqui fiquei cerca de 52 dias, quando resolvi ir para Cuba, acabei ficando com quase 30 dias livres aonde poderia escolher alguma cidade para conhecer melhor, assim eu estava entre Bogotá, Medellín e Cartagena, porém Cartagena faz muuuuuuito calor e é muito turístico também, Bogotá me agradou porém o frio complica, já que eu tenho somente uma blusa e uma calça, já Medellín o clima era perfeito, assim mandei email para muitos hostels em busca de trabalho em troca de hospedagem, aí surgiu o PitStop Guest House, um dos melhores hostels de Medellín, oferecendo o melhor trabalho possível para um mochileiro, trabalhar dia sim e dia não no bar, vendendo cerveja e conhecendo gente do mundo inteiro, sem contar a estrutura do lugar com mesa de bilhar, ping pong, sauna, quadra de basquete, piscina e rede, tive muita sorte em encontrar um lugar desses.
       
      Além disso, Medellín é uma cidade muito bonita e bem organizada, as pessoas são gentis e a cidade é segura, tem uma rede de metro que te ajuda a locomover para os principais lugares da cidade, eu fiquei hospedado no bairro El Poblado, numa região muito tranquila, com bastante arvores e passarinhos, todo dia faz um clima bom, por isso que é conhecido com a cidade da primavera, aos finais de semana as noites são agitadas e bem divertidas, apesar da festa acabar cedo, cerca de 3/4 da manhã, para aqueles que não tem todo esse tempo que eu tive, em 4 dias é o suficiente para conhecer os principais pontos turísticos da cidade.
       
       
      - Como chegar
       
      Bom, eu vim para Medellín duas vezes, uma de Bogotá onde a passagem custou 60 mil pesos colombianos e outra de San Gil que custou 70 mil pesos colombianos, o terminal de Medellín fica grudado a uma estação de metro chamada Caribe, então isso ajuda você a chegar no lugar da sua hospedagem de uma forma bem barata, já que o metro custa apenas 2.300 pesos colombianos.
       
      - Hospedagem
       
      Bom, como já disse acima, fiquei hospedado no PitStop Guest House, ele é um dos melhores hostels da cidade, conta com uma estrutura praticamente perfeita, um staff gente boa e a cozinha deles é gigante, da para cozinhar a vontade, ele é um pouco mais caro que os demais, mas tem café da manhã incluído e por toda estrutura, compensa e muito, tem um bar que funciona ate a meia noite todos os dias, sempre são voluntários que estão lá, sempre afim de bater um papo, marcar um rolê a noite, e geralmente o hostel aos sábados proporciona festas com Dj, e nas sextas um churrasco  mas no geral é um lugar bem tranquilo. Ele fica no bairro do El Poblado, próximo à estação de metro e de mercados e perto das baladas da região. Recomendo e muito ficar por aqui.
       
      **** Aos amigos do blog que vão viajar e reservar sua hospedagem, peço para usarem minha caixa de pesquisa na página inicial do site, assim o Booking repassa uma parte da comissão para mim, ajudando eu a seguir com o trabalho aqui no blog, isso não gera nenhum custo adicional para você. Valeu =] ****

      - Alimentação
       
      Aqui encontrei restaurantes de 7.500 a 8.500 pesos colombianos e serviam um belo prato com arroz, feijão, salada e carne, com uma sopa de entrada, a sopa eu sempre recusava, nesse calor tomar algo quente é impossível, a bebida estava inclusa também.
       
      - Segurança
       
      Medellín tem zonas bem seguras e policiadas, mas é sempre bom tomar cuidado, principalmente se não estiver numa zona muito turística, mas em nenhum momento me senti ameaçado.
       
      - Câmbio
       
      Na Calle 10 e no Shopping Center ao lado da estação de metro tem lojas de câmbio.
       
      - Passeios
       
      Medellín foi uma cidade que teve que se reinventar depois dos anos 90, invadida pelo terror e pela violência, hoje a cidade apresenta uma nova versão, renovada, artística e linda.  Bom, vamos ao que interessa.

      Museu de Antioquia:  Antioquia é o nome do Estado colombiano que esta situada Medellín, aqui você conseguira ver a exposição de muitos quadros do Botero, a entrada no museu custa 18 mil pesos e fica situado bem no centro, com isso você poderá caminhar para o entorno e ir conhecendo algumas praças da região e o centro histórico, como a catedral e assim vai.
       
      Museu Casa da Memória: Esse foi um dos museus mais legais que eu fui e achei muito interessante eles terem feito um lugar para retratar como foi Medellín nos anos de terror e violência, lá você saberá mais sobre os problemas não só com o Cartel de Pablo Escobar, como dos grupos guerrilheiros como as Farc ou dos grupos paramilitares, o museu mostra toda a evolução do terror na cidade, ate a sua diminuição. Realmente incrível a evolução da cidade no combate ao crime organizado.
       

      Pueblito Paisa: Fica próximo à estação de metro Industriales, você precisa subir um pequeno morro, lá em cima terá um local muito bonito com restaurantes e casas típicas colombianas, uma igreja e uma visão para parte da cidade, é um lugar bonito e gratuito, vale a pena conhecer.
       
       
      Parque Explora: É um parque, um pouco caro por sinal, porém bem interativo e cientifico, como se fosse o museu do Catavento em São Paulo, onde você terá ilusão de ótica e mais coisas desse tipo, a entrada custa 23 mil pesos colombianos, ele fica ao lado do Jardim Botânico na estação de metro Universidade. Esse eu não fui. rs
       
      Jardim Botânico: Um dos lugares mais bonitos da cidade, esse lugar precisa estar no seu planejamento, ele fica ao lado do metro Universidade, muito fácil de chegar. Recomendo levar alguns lanches e ficar no gramado lendo algum livro e aproveitando o canto dos pássaros.
       
      Comuna 13: As comunas aqui são as nossas favelas, lugares na periferia da cidade, perto dos morros, você precisa ir somente ate a estação San Javier, de lá pode conhecer o teleférico fazendo a transferência do metro de forma gratuita, e depois na volta descer na estação San Javier para conhecer a Comuna 13, que é muito famosa por seus grafites, a Comuna é totalmente pacificada e segura, tem acessos com escada rolante e tudo mais, vale a pena.
       
       
       
      Guatapé: é uma cidade localizada cerca de 2 horas daqui, e você tem a oportunidade de conhecer uma pequena cidade colombiana, além de subir 750 degraus para ter uma visão completa do lugar, que é incrível. Para saber mais sobre o passeio, precisa somente clicar aqui.
       
      Tour Pablo Escobar: Há diversos tours do Escobar na cidade, mas aqui o tema é um pouco sensível para os colombianos, eu pelo menos evitei falar sobre isso com as pessoas, eu fiz uma amizade com uma colombiana por aqui, depois que ela viu que eu fui no tour do Pablo Escobar, nunca mais falou comigo, então o assunto ainda é pesado, para ler mais sobre o passeio, só clicar AQUI.
       
      Vida Noturna: Medellín conta com vários espaços espalhados sobre a cidade onde tem boas festas, a mais famosa fica no Bairro El Poblado, onde esta concentrando todos os hostels, ali tem enorme quantidade de baladas e bares, na praça rola muita garota de programa e muita gente vendendo droga, mas é totalmente seguro, eu fui várias vezes por estar perto do meu hostel, mas depois de 2 vezes já não curtia mais, é um lugar mais caro e com muito gringo, prefiro ir em lugares mais locais, foi aí que eu descobri a Calle 70, que fica perto do Estádio de futebol , alias se você ama futebol precisa ir em um jogo na cidade, ali é uma avenida com muitos bares e concentra muitos locais, achei muito mais divertido por lá, escutei sobre outros lugares como Envigado ou Níquia, mas como eram mais longes, acabei não indo.
       
      É isso ae galera...
       
      Espero que tenham gostado do relato e...
       
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