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Alisson&Ione

Península de Yucatán - Cancún, Ruínas Maias e Festas - 2013

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Fala galera, ai vai mais um relato meu e de minha esposa pela península de Yucatán, México, por 8 dias com a ajuda de todos vocês, claro.

 

Dias 0 e 1: Bom, como toda viagem sem perrengue não é viagem, essa começou logo no início, ainda no aeroporto de Fortaleza, quando o funcionário da TAM viu que o SAE (visto eletrônico para o México) da minha esposa estava escrito LACEARDA e não LACERDA ::putz:: . Ele disse que corríamos o risco de voltar. Então minha esposa foi procurar uma Lan House as 01:30h da madrugada no aeroporto (que estava fechada). Ao olhar todas as lojas, viu que em uma locadora de carros tinha impressora e o jeito foi pedir “pelo amor de Deus” para acessar a internet e imprimir o documento heheheheh ::sos:: . Tudo certo, embarcamos.

 

DICA 1: confirme o documento letra por letra. ::prestessao::

 

Iríamos pousar em GRU por volta de 4h da manhã mas o aeroporto fechou devido a névoa ::ahhhh:: . O piloto ainda aguardou mas não teve jeito, tivemos que ir pra Viracopos (Campinas). Imaginem Viracopos recebendo todos os vôos de GRU. Filas enormes de aeronaves esperando “vaga” para estacionar. Filas para retirar as bagagens. Filas de espera pelos ônibus das companhias para levar todos para GRU. Depois de tudo isso chegamos lá por volta de 8:40h e o nosso vôo era as 8:20h, mesmo com o check-in já feito e a TAM sabendo que tivemos que pousar em Campinas o vôo partiu sem a gente, ou seja, a empresa não tem planejamento para fatos como esse e deixa o cliente na mão (não só a gente, tinham vários passageiros que iriam a Santiago e perderam o vôo também) ::grr::::grr::::grr:: . Pra piorar ainda mais, isso ocorreu dia 30/04 e o funcionário informou que, para o México, só teria vaga dia 02/05. ::vapapu::::vapapu::::vapapu:: . Poderíamos ficar em São Paulo tudo pago pela Tam ou fazer uma “volta ao mundo” pela LAN pra chegar em Cancun; optamos pela volta ao mundo. O roteiro original seria: FOR-GRU-Cidade do México-Cancun, depois de tudo isso o roteiro ficou: FOR-Campinas-GRU-Buens Aires-Lima-Cancun, 38h ao total, rodar toda a America do Sul, partindo de Fortaleza para chegar em Cancun, ninguém merece!!! Pra “compensar”, a companhia remarcou a volta um dia depois.

 

DICA 2: já pensou se eu estivesse vindo de outro país pra ver um jogo do meu país? Tinha perdido tudo. E só conseguimos essas mudanças porque pagamos pelas passagens, se tivéssemos tirado as passagens com os pontos, esqueça... não tinha outra opção a não ser esperar. :shock:

Ezeiza esta com a parte nova muito bonita e com internet. Lima estava frio, tivemos que comprar casacos. ::Cold::

 

Dia 2: Chegamos em Cancun as 14h mas só conseguimos sair da imigração as 16h. Tinha reservado com a agência do Alvaro um transfer (U$ 30 pelo site dele), mas já dava como perdido devido a mudança dos horários (que comuniquei por e-mail, mas não recebi retorno) mas eles estavam lá e tinham respondido a esse e-mail.

Ficamos no hotel Xbalamqué, no centro de Cancun (e não na zona hoteleira, R$ 100 a diária pelo Decolar, parcelando em 5 vezes). Chegamos mortos de cansados e logo de pronto recebemos o contato com o colega mochileiro aqui do site, Mauro Brandão e seu amigo Ailton, do qual combinamos de dividir um carro, o mesmo ficou pelo setor hoteleiro (o aluguel do carro foi pela Hertz, um Chevy, Classic aqui no Brasil, por uma semana com seguro que ficou por volta de U$ 380). Fomos tentar trocar uns dólares (a cotação variava entre 11,40MXN a 11,60MXN por dólar). Saquei moeda local no Santander (que tem muitos por lá) e fomos ao Shopping La Isla. Não vimos nada “mais barato” que aqui, algumas coisas até mais caras. Tomamos umas cervejas Corona na Hooters ::otemo:: e planejamos Chichen Itzá para o dia seguinte. Jantamos em um restaurante próximo ao hotel e provamos das pimentas “muito fortes”, típicas dos mexicanos. ::tchann::

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Dia 3: Saímos cedo, por volta das 7:30h rumo a Chichen Itzá. GPS estava atualizado. Estrada ótima, mas com pedágios, pelo menos 2 de ida e 2 de volta, um de 251MXN(um pra ida e um pra volta) e outro de 60MXN (um pra ida e um pra volta), reserve logo uns 622MXN só pra isso. Logo após o último pedágio, a direita, tem um ponto de informações e compra de bilhetes. Dentre as opções, U$34,00 com almoço em um ponto mais afastado ou U$38,00 com almoço em um ponto mais central. Fechamos no de U$38. O guia saiu por volta de 650MXN em espanhol outras línguas fica por 750MXN. Chichen é lindíssima e merece um dia inteiro ::otemo:: . Não há motivo para se ter pressa. Se for comprar lembrancinhas compre na volta (os preços despencam heheheheh ::lol4:: ). A pirâmide de Kukulcán é linda. Bata palma bem forte em frente da entrada principal da pirâmide e escute o som do Quetzal (pássaro típico de lá). A foto em que eu apareço abaixo é do túmulo do sumo sacerdote; acreditam que teve um americano que comprou todo o local por U$75 e dinamitou este monumento ::vapapu:: . Procurando o tesouro do sacerdote ::grr:: , que burro, o tesouro era o conhecimento e não ouro. Não deixem de ver o Observatório Caracol e o Templo dos Guerreiros (o Chacmool, mensageiro intermediário entre os homens e os deuses, só pode ser visto a distância então abuse do zoom da sua máquina). O campo para o jogo de bola aqui é simplesmente imenso e o arco é muito alto com paredes retas (o jogo aqui durava dias). O Templo dos Jaguares e o Tzompantli (mural com caveiras) devem ser vistos também. Sinceramente teria ficado o dia inteiro ali :P . Como de costume, saquei minha bandeira do Brasil e batemos uma foto, quando de repente um guarda turístico me solicitou que apagasse a foto pois estas com bandeiras e símbolos estavam proibidas :shock: . O Álvaro nos confirmou que realmente os turistas passaram do limite e isso foi proibido, até por respeito a cultura Maia. Nós respeitamos muito a cultura indígena, visto que só viajamos a estes pontos (Machu Picchu, Ilha de páscoa, etc). Batemos mais um foto (no jeitinho brasileiro ::hãã2:: ) mas tomem cuidado e respeitem a cultura local. Depois almoçamos (muito boa comida mexicana por sinal) e saímos. Nosso carro já estava com um barulho estranho desde o dia anterior e a coisa piorou quando acenderam várias luzes no painel ::sos:: . Abastecemos o tanque no posto antes de Chichen (372MXN) e tiramos direto para a Hertz do aeroporto (o plano era Cobá, ainda bem que não fomos). Caiu uma senhora tempestade tropical, derrubando árvores, visibilidade zero, loucura. O carro conseguiu chegar até a entrada do aeroporto e morreu ::dãã2::ãã2::'> . Pra compensar, a Hertz nos deu um Hyundai. Dia maravilhoso. Planejamos para o dia seguinte os seguintes passeios: Cobá, Tulum, Cenote Dos Ojos e Akumal. Pra fechar o dia fomos na agência do Álvaro conhecê-lo (bem famoso aqui nos Mochileiros nos relatos de Cancun) e fechamos os seguintes passeios com ele: Xcaret Plus (U$105 sem trasfer), Capitão Hook terra e mar (carne e lagosta; U$83), Coco Bongo barra livre (bebidas a vontade, U$ 60) e Isla Mujeres com nado com golfinho adventure + Parque Garrafon (U$139). Agora era descansar que o dia seguinte seria longo.

 

DICA 3: Álvaro trabalha praticamente só com turista brasileiros, então com ele a garantia da qualidade para o que nos agrada é melhor, além de várias dicas que ele fornece.

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Dia 4: Começando novamente o dia bem cedo saímos para Cobá (entrada de 57MXN, existem guias locais mas não fechamos), uma das descobertas mais novas e onde só se ver 5% do sítio (o restante está encoberto e sem acesso). Aqui são basicamente 3 grupos arqueológicos para visitar: Grupo Cobá (logo na entrada, com um campo de jogo de bola e a pirâmide La Iglesia, que não se pode subir); Grupo Macanxoc e o Grupo Nohoch Mul (nesse se sobe na pirâmide com 42m de altura). No caminho desse grupo você passará por um observatório dos caminhos e um possível palácio.

 

DICA 4: dica do Álvaro, logo na entrada existem taxis-bicicletas (tour por 1h por 100MXN, onde cabem 2 pessoas). Vale muito a pena, pois você não chega cansado na pirâmide e os “taxistas” vão contando um pouco da história e parando para fotos em alguns pontos. ::otemo::

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Saímos de Cobá e seguimos para Tulum (entrada de 57MXN, existem guias mas não fechamos.) Simplesmente lindo!!!!, por mim as melhores fotos ::otemo:: . Aqui o Brandão fez o favor de trancar o carro com a chave na ignição kkkkkkk ::lol3::::prestessao:: (ia ser 500MXN o cara fez por 400MXN). Quem já estudou espanhol deve ter escutado sobre o Palo Volador, lá há um.

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Saindo de Tulum a meta agora era o Cenote Dos Ojos (150MXN entrada simples, se você quiser mergulhar com guia obrigatório a entrada é mais cara). Lugar bacana, dá pra nadar em dois pontos (Um Ojo e Dos Ojos); água muito fria, 5 graus ::Cold:: . Como cenote só existe no México não resistimos a um mergulho, por sinal, bem gostoso. ::otemo::

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Saindo daqui a meta agora era almoçar em Akumal e ficar por lá “caçando” tartarugas. A praia de Akumal é belíssima e bem movimentada. Almoçamos e fomos alugar material de snorkel. Como já era 16h e a loja fechava as 17h ele fez cada peça a 50MXN (150 no total, pegamos 2 coletes e um snorkel). Nadamos muito, nas nada de tartarugas, só peixes. Perdemos a hora e devolvemos o material só perto de 18h kkkkkkkk ::lol4:: , sem problemas.

 

DICA 5: mas uma do Álvaro, ao chegar no arco de entrada de Akumal diga que foi indicado a almoçar lá e eles deixam você guardar o carro do lado de dentro do arco, e não fora e mais distante (mas seguro e conveniente). ::cool:::'>

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Como ainda estava claro e Playa Del Carmen era caminho resolvemos conhecê-la. Lugar bem bacana que cresceu muito. A 5th Avenida é bem charmosa e deve ser muito bom a noite, repleta de barzinhos. A praia também é linda como as outras (mar azul transparente e areia branca). Eu recomendaria uma noite lá e/ou uns dias dormindo por lá e não Cancun.

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Dia 05: XCARET. Antes de viajarmos lemos vários relatos aqui e a dúvida continuava: Xcaret ou Xel-Há ::hein: . Dentre tudo que lemos já saímos do Brasil com a decisão: Xcaret. Notamos que o Mauro tinha uma “tendência” ao Xel-Há. Na nossa humilde opinião e sem conhecer Xel-Há as diferenças são: Xel-Há é o maior aquário natural do mundo, a comida e a bebida (inclusive alcoólica) são liberadas, tem tirolesa e o parque fecha mais cedo (às 17h ou 18h salve engano); Xcaret foi “feito” contudo não se perde nada. O parque é simplesmente imenso (são 43 atrações, a maioria grátis, 11 a mais que o Xel-Há). Tem 3 rios subterrâneos, animais, aquário, 01 almoço a vontade com bebidas não alcoólicas liberadas durante o almoço (direito a 01 cerveja grátis) e o principal que nos fez decidir desde o Brasil: o Show México Espetacular à noite ::otemo:: . Só esse espetáculo já valeu a entrada ::otemo:: . Riquíssimo nos detalhes. Amamos a parte Maia, vimos como se jogavam o Jogo de Bola, um outro com a bola em chamas, os rituais e praticamente chorávamos com a chegada dos espanhóis e a destruição de tudo (eu segurei as lágrimas, a Ione não). Nossa!!!! Que show maravilhoso ::hahaha:: . Depois ainda tem todas as danças típicas de cada região. Tudo acaba por volta das 22h então Xcaret é um dia inteiro de diversão. Até casamentos tem lá, teve um no dia em que estávamos e o altar nas ruínas deve ter rendido muitas fotos lindas. Dos passeios pagos fizemos o Sea-Trek com arraias, super legal (U$53 cada). ::hahaha::

 

DICA 6: só vá ao restaurante quando estiver com muita fome ::lol4:: , então coma muito e a vontade, se hidrate com os sucos e sobremesas. Uma vez que você sai não pode mais voltar ou terá que pagar por tudo que for consumido. Eles marcam a sua pulseira. A comida é maravilhosa. Como em todo parque, eles irão bater fotos suas “sem compromisso” e depois vendem ao final da tarde. Cada foto já revelada custa U$14 mas, ao perguntar por promoção no caixa, ele te oferece um pen-drive de 4GB personalizado de Xcaret com todas as suas fotos e mais fotos do parque e do espetáculo por U$54, então bata foto a vontade e compre pen-drive que é bem melhor ::otemo:: . O tubo respirador do snorkel é seu de lembrança, é só pedir pra ficar na hora de entregar o material (colete, e pé-de-pato) ::cool:::'>

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989849.JPG.35dced179d3f469d0b759d7d073bddbe.JPG ::otemo::::otemo::::otemo::

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Dia 06: A programação para hoje é o Capitão Hook, devendo estar no cais por volta de 18h (a taxa do cais se paga na hora, algo em torno de 100MXN por pessoa). Dia livre então para acordar mais tarde, curtir um pouco a piscina, andar pelos quarteirões próximos, etc. Indo ao Capitão Hook, ao todo são 03 barcos (mas um é “fantasma”, ninguém vai nele, restando o Pérola Negra e o Galeon). Fomos no Galeon que é o vitorioso (hehehe ::lol4:: ). Muito divertimento a bordo com competições, bebida livre, piadinhas, etc. O jantar estava simplesmente delicioso. Depois ocorre a guerra entre os barcos. Tudo vira festa, boite em pleno mar caribenho que acaba por volta das 22h.

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Dia 07: Acordando um pouco mais tarde também, hoje era dia de ir no Mercado 28 pela manhã, pois tinha Coco Bongo a noite. O Mercado 28 é ótimo para as “lembrancinhas” (chato mesmo só os vendendores chamando “brasileños!!! brasileños!!! ::lol4:: ). Os outros turistas só olham, brasileiros compram, então eles fazem de tudo pra você entrar nas lojas deles (muita aceitam cartão de crédito). Almoçamos lá mesmo no mercado (comida simples, de mexicanos para mexicanos, eu adorei). Van do Álvaro nos pega no começo da noite até a Coco Bongo onde sua esposa, Flor, fica conosco dando as dicas sobre a festa, e que festa!!!! Nunca vi nada parecido. Inúmeras performances. Festa muito louca ::otemo:: (um dos momento foi para o Brasil, a respeito da Copa e carnaval mas teve ainda Moulin Rouge, o Fantasma da Ópera, Madonna, Beyoncé, Queen, Capitão América, Tron, Lady Gaga entre outros). Saímos lá pela 3h da manhã pois teríamos que acordar cedo (no mesmo dia) pra ir a Isla Mujeres. Voltamos de ônibus, super tranqüilo e barato.

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Dia 08: Ainda mortos de sono ::hein: acordamos para irmos a Isla Mujeres. No barco tinha lanche e café a vontade. A visão tanto de se afastar da península como de se aproximar da ilha, com aquele marzão azul transparente, tartarugas passando ao lado é sensacional. Chegando na ilha era se preparar para o mergulho com golfinhos no Dolphin Discovery iuruuuuuuu. Existem três pacotes: Royal Swim (1h com 2 golfinhos), Swim Adventure (foi o que fizemos, 45min com 1 golfinho) e Encounter (30min com 1 golfinho, só que neste vc não nada, apenas bate algumas fotos com ele). Morelos era o nome do golfinho que ficou conosco, tinha 3 anos e era super brincalhão ::lol4:: . Nadar com golfinhos é algo inesquecível. Turma só de brasileiros e a diversão foi inesquecível. Acabamos, pagamos pelo CD (caro, U$ 40 por pessoa já com o desconto que eles dão). Daqui direto para o Royal Garrafon ao sul da ilha.

 

DICA 7: Uma brasileira lá nos disse que fechou com uma semana de antecedência e ganhou a do namorado! Isso mesmo, dois pelo preço de um, vale muuuuito a pena, é uma baita economia. Ela fechou diretamente pelo site: http://www.dolphindiscovery.com

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O Parque Garrafão é outro paraíso da natureza. Comida, bebidas e lanches tudo incluso (aqui você só paga pela tirolesa). Fizemos muito snorkel (novamente o tubo é de lembrança), conhecemos a história da ilha, a ruína de Ixchel, a Cueva Del Ojo Azul e El Acantilado (geograficamente o início do México, local onde o sol atinge primeiro o território mexicano). Tudo muito lindo, por U$ 20 é imperdível. Finalzinho da tarde é hora de voltar e descansar pro último dia.

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Dia 08: Dia livre, então andamos pelas ruas e fomos ao Shopping Las Americanas (Plaza Las Américas, shopping pra eles é o ato de ir pra comprar, o local é “Plaza”). Roupas boas, bonitas e baratas para mulheres (minha esposa não perdeu a deixa ::lol4:: ). Pra homem não via nada diferente em preço do que aqui no Brasil. Tarde e noite livres para arrumar as malas e no dia seguinte seguir viagem rumo a Fortaleza.

 

Dicas para quando for viajar com mochileiros que você não conhece pessoalmente:

- Definam bem detalhadamente o que irão fazer e o tempo que irão dedicar a cada passeio. Gosto é coisa que cada um tem o seu, então para que todos saiam satisfeitos é importante conversar sobre roteiro;

 

A Península de Yucatán é linda em tudo e há muito opção para divertimento: ruínas, história, cultura, praias, animais, festas, etc. Passeio ótimo tanto em família como sozinho. Se lembrem que os preços nunca vem com a propina (comissão) e eles sempre pedem (10% a 20% já está ótimo). Essa região vive do turismo. Não existe final de semana aqui, de domingo a domingo tem todos os passeios e festas. Viva México!!!

 

Próxima trip: retorno ao amado Peru, desta vez pela região do lago Titicaca, pegando um pouco da Bolívia, em agosto, vamos?!

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Muito boum seu relato, está me ajudando muito... 3 amigos aqui do mochileiros e eu partiremos semana que vem... inicio na cidade do mexico e fim em cancun.... algo mais a recomendar???

 

Grande abraço ::otemo::

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Massa essa viagem Alisson, onde é que você mora em Fortaleza?

 

E o Mauro? do nada o cara apareceu na sua viagem!

kkkkkkkkkkkkk

 

Mauro, quando é que você volta a Fortaleza?

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Marcos, depende do que vocês querem hehehehehhe. Se for ruínas: Chichén, Cobá, Tulum e Ek Balam (que infelizmente não deu tempo). Se for festas solteiros: Coco Bongo, Daddy e/ou Mandala. Se for parque: Xcaret.

 

Fala Paulera; moro perto do Castelão.

 

Abs

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Meu amigo que viagem TOP heim??

Show mesmo... Li e quero reler de novo... passasse muitas dicas preciosas... e que foda esse rolo no início da trip heim? É claro que toda esse rolo. são histórias que no final nos divertimos em rir de contar, mas ainda bem que vcs não tinham compromissos agendados e pagos, são a coisa fica ruim mesmo heim?

No demais está tudo muito bem escrito, muito legal cara...

Sucesso e aguardo pela próxima trip então no Perú, lugar que eu iria mil vezes de tanto que eu gosto..!!

 

Abração!!

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    • Por fmoreira
      MÉXICO, DE NOVO!!!! E DE NOVO SEM CANCUN!!!! 
      Por que o México de novo? Porque dessa vez não escolhi o destino, ele me escolheu. Na verdade, foi a companhia aérea que escolheu pelo valor irrecusável da passagem. 
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      Na manhã seguinte, pegamos o metrô na Plaza e pela Linha 5 – Amarela para ir à Estação Autobuses del Norte, de onde no Guichê 8 saem ônibus a cada meia hora Teotihuacam. Tem que se ligar e pedir ao motorista para te deixar na entrada do sítio. Nós vacilamos e fomos parar na cidadezinha, de onde pegamos uma van de lotação. Na volta, é a mesma coisa, pegamos o ônibus no portão de entrada do sítio. Na minha primeira vez eu fui de tour, o que me deixou revoltada, porque é muito fácil ir por conta própria, dez vezes mais barato (gastamos uns 30 reais ida x volta) e muito mais legal, porque no tour se gasta um tempo danado parado em lojas macomunadas com as empresas de turismo. Da estação de ônibus, pegamos o metrô direto para o aeroporto.  Tudo isso com muita facilidade, pois ao chegar, tínhamos deixado nossas malas em um locker e ficamos só com uma muda de roupa na mochila de mão. Ali nos separamos, eu peguei um voo para Mérida e os demais quatro seguiram para Cancun. Três dias depois, nos encontramos na porta de entrada de Chichen Itza. 
      Mérida é considerada a cidade mais segura do México e, provavelmente, a mais quente. Da Cidade do México para lá, fiz em voo interno pela Interjet, uma lowcoast mexicana super boa. E me presentei nutellando na hospedagem, ficando no Gran Hotel Merida, fundado em 1901 em um tradicional prédio colonial no coração da cidade. Era um domingo à noite e a região estava fechada para o trânsito, famílias nas ruas, feirinhas de artesanato e muita música.  
      Já havia contratado o tour pela Mayan Ecotours (http://mayanecotours.com/) para fazer os sítios de Uxmal e Kabah. E que me desculpem aqueles que acham que Chichen Itza é “O” lugar, eu achei Uxmal muito mais fantástico. Um lugar cheio de lendas que começa pelo imperador do lugar que era um anão e por isso a Grande Pirâmide tem degraus tão estreitos. Dizem que a cidade foi fundada por uma tribo chamada Los Xiues e que teve seu ápice entre os anos de 600 e 900 d.C, com uma população de 20 mil habitantes. Hoje, a cidade tem 15 edifícios em uma extensão de dois quilômetros. A primeira construção vista ao se entrar no parque é a Pirâmide do Adivinho, com quase quarenta metros de altura e laterais arredondadas e atrás dela o Quadrilátero das Freiras, subindo um pouco mais pelo terreno passamos pelo Jogo das Pelotas e em seguida o Palacio del Governador. O guia nos contou que o primeiro projeto de restauração do governo mexicano começou em 1927 e que em 1975 a rainha Isabel II esteve na festa de inauguração do espetáculo de luz e som, quando começou a tocar a oração maia ao Deus Chaac (da chuva), caiu uma chuva absurdamente forte fora da estação. 
      Durante o percurso entre Uxmal e Kabah, perguntei ao Raul como conseguiram manter os sítios sem que os espanhóis os destruíssem e ele respondeu: “fueron las malezas” e eu na minha mente superticiosa pensei em proteção divina, até que ele me explicou que maleza é o mesmo que erva daninha, ou seja, por muitos anos os sítios ficaram escondidos no meio da mata. 
      Kabah fica 18 Km distante de Uxmal, que quer dizer “mão forte”. A área foi habitada desde meados do século III aC. A maior parte da arquitetura agora visível foi construída entre o século VII e o século XI.  A contrução mais interessassante é o Palácio Codz Poop, chamado também de Palácio das Máscaras, pois sua fachada é decorada com máscaras de pedra com o rosto de Chaac, o deus da chuva. 
      Entre os dois sítios há um povoado chamado Santa Elena, cuja igreja se vê ao fundo e foi construída pelos espanhóis na parte mais alta da cidade com o objetivo de demonstrar que o cristianismo estava acima de tudo.  
      O tour incluía o almoço (sem bebidas) em um restaurante típico yucateco. Estávamos em cinco: eu e mais dois casais mexicanos de Monterrey. É claro que mesmo com meu portuñol horroroso, conversamos pacas e uma delas me deu várias dicas de como não passar fome no México, já que eu não como milho.  Minha vida no México mudou com a palavra “harina”, que é a farinha de trigo. 
      Merida entrou nos meus planos por causa de uma foto que vi no instagram do Monumento a la patria (to the Fatherland). Então passei no hotel para uma ducha e uma horinha de descanso e fui e voltei à pé, batendo perna pela cidade até achar o monumento que fica no fim do Paseo de Montejo, uma avenida enorme, como uma Champs Elyses de Mérida, com casarões históricos, cafés, bares, bancos para sentar e ver a vida passar (e aproveitar o  wifi free).  
      No dia seguinte, fui na dica do recepcionista do hotel, que me ensinou a ir à Izamal de busão sem a necessidade de contratação de um tour. As ruas de Mérida são classificadas por números, subindo são ruas pares e as transversais ímpares e assim foi fácil chegar à estação de ônibus (praticamente na esquina da 50 com a 67). De Mérida a Izamal são 70 Km, percorridos em pouco mais de uma hora. Ao retornar voltei de van, quinze mil cabeças e eu a única turista no meio. Provavelmente o povo pensando: “o que essa louca está fazendo sozinha por aqui?” 
      Izamal é uma cidade colonial chamada de “cidade amarela”, pois suas construções são praticamente todas dessa cor, a começar pelo Convento de Santo Antonio, que é o símbolo da cidade. Além da igreja, há um museu que guarda as fotos, roupas e até a cadeira usada pelo Papa João Paulo II durante sua visita à cidade para o Encontro dos Povos Indígenas em 1993. O convento foi construído sobre as ruínas de uma pirâmide. Há outras cinco na cidade, mas só subi até à Kinich Kakmó (ruínas mesmo, só se vê a base). De duas a três horas é o suficiente para rodar toda a cidadezinha a pé. Voltei cedo para Mérida porque queria ficar umas três horas no Gran Museu Maia, mas bati com a cara na porta, porque o museu não funciona às terças e eu não sei onde eu estava com a cabeça para não me programar. Se eu soubesse, poderia ter feito o museu no dia anterior ao retornar de Uxmal.  
      À noite eu fui para a Praça do Relógio para assistir a um espetáculo (free) de Jarana, que é uma dança típica de Yucatan misturada ao sapateado. Os casais que dançam jarana fazem isso usando roupas típicas adornados com esplêndidos bordados de ponto de cruz, de cores e desenhos muito diferentes, mas principalmente de flores estilizadas, já os rapazes usam guayabera e calça branca. Foi o ápice da minha passagem por Yucatan e eu fiz muitas fotos das lindas bailarinas. Uns meses depois ao postar no Instagram,  a amiga de uma das meninas a marcou na minha foto e eu tive a oportunidade de mandar todo o álbum. Olha o mundo se encontrando! 
      E chegou então o dia do reencontro com a galera. Eles alugaram um carro em Cancun e eu peguei um ônibus às 6 da manhã para encontrar com eles em Chichen Itza. Chegamos com a abertura dos portões e conseguimos fazer o tour antes dos ônibus de turismo. Às 11 quando saímos, já estava insuportável. Fugindo das excursões, também chegamos (distante 3Km) ao cenote Ik Kil em um bom horário. Uma hora depois, já parecia o Piscinão de Ramos. Esse cenote é bem legal, ainda que o excesso de turistas tenha seu aspecto negativo. Está a 26 metros abaixo do solo e tem 60 metros de diâmetro (bem grande) com 50 metros de profundidade, o que te dá a segurança de pular sem medo. O lugar tem toda uma estrutura de vestiários, guarda volumes e até restaurantes, mas quando começou a encher nós resolvemos pular fora e seguimos para nossa próxima cidade de parada, onde ficamos duas noites: Valladolid, um dos “pueblos magicos”. 
      Almoçamos em Valladolid no espetacular restaurante La Casona, um buffet com comida yucateca de primeira, onde o barril de Corona está liberado! É ou não um sonho? Além da comida ser ótima, destaque para a sopa de lima, o lugar é lindo e tem um altar de mosaico  dedicado à Virgem de Candelária. A tadinha fomos ao Parque Francisco Canton Rosado e à Catedral de San Gervasio, construída em 1545. 
      Na manhã seguinte, partimos para Ek Ballan, um sitio arqueológico que não entramos porque estava o dobro do preço da entrada do Chichen Itza (que já não é barato). Ficamos com a opção de alugar bicicletas e ir só para o cenote. Ficamos a manhã toda lá, afinal era um “private cenote”. Só nós cinco. Foi aí que me colocaram o apelido de Thanos, por sumir com as pessoas. Esse lugar foi bem legal!!! É cheio de uns pássaros azuis muito lindos.  
      No caminho de volta à cidade paramos em um outro cenote, mas só lembro que traduzido era “umbigo”. Redondinho e fundo. Bem legal também, mas cheguei à conclusão que sempre vou gostar dos mais abertos. Fiz umas fotos turistonas com uns carinhas do lado de fora vestidos como maias (a cara de tristeza do cara mais alto depois que fui olhar as fotos me deixou bem chateada e até me arrependi de ter só colocado 50 pesos na caixinha).  Almoçamos no Pizza Hut para relembrar os dias no Marrocos (hahahhaha). 
      No fim da tarde fomos fazer o último cenote que fica numa Hacienda, o Oxman, é fundo, as escadarias sinistras, aí fomos nutellar na piscina e tomar uma cerveja. Finalizamos a noite andando pelas ruas da bonitinha cidade colonial, passando por toda Calçada dos Frades (de los Frailes) até o Convento de San Bernardino de La Siena. Voltamos pela mesma Calçada e paramos em um dos poucos bares abertos, bem típico de filmes mexicanos. Eu fiquei na Corona e a galera encarou os drinks a base de tequila. 
      De Valladolid fizemos o tiro mais longo da viagem: 260Km até Bacalar, saindo de Yucatan para Quintana Roo. Antes demos uma passadinha no cenote Suytun, só para fotos (hahahhaa). Não me lembro como resolvemos colocar Bacalar no roteiro, só sei que achamos que era muito bom para gastarmos 4 horas de estrada e acho também que era o fogo no rabo de estarmos perto da fronteira com Belize e marcar mais um pin no mapa. Não sei quem decidiu, mas fomos... e foi o melhor lugar dessa viagem!!!! Afinal, é um lugar com as cores do mar do caribe, mas com água doce. Todo mundo que me conhece sabe que eu não sou muito chegada a água salgada.  
      A lagoa tem 50 Km de extensão e 2Km de largura e ficamos hospedados em um hostel com o pé nela. Assim, a tarde foi para boiar, tomar cerveja e conversar até a língua cair.  Nada de balada, a cidade não tem muito para fazer. Fomos ver o pôr do sol em Chetumal (40Km) no final da tarde e comemos por lá e ainda fomos nos aventurar na Zona Livre, entre o Mexico e Belize. Entramos em um Cassino muito tosco e ficamos lá rindo dos entranhos viciados na jogatina.  
      Na manhã seguinte tomamos café no Madre Massa (porque no hostel não havia nada) e fizemos o passeio de barco pela lagoa, voltamos a Chetumal para ir pra Belize, mas a taxa de retorno era muito alta e não atravessamos (para não pagar a taxa, teríamos que ter 8 dias ainda no México),  então fomos a Calderitas e voltamos para nossa hostel, onde a lagoa estava bem boa. Saímos à noite para comer uns tacos na cidade. Foi o máximo da nossa badalação na pacata Bacalar. Sem carro não teríamos feito nada. A locação do carro foi uma excelente opção. 
      E assim, começamos a voltar no dia seguinte, parando para duas noites em Tulum. Tínhamos reservado um hostel na praia, um erro para quem está de carro, pois não tem estacionamento. Pagamos pela reserva e fomos parar em um outro hotel na cidade. Sem arrependimentos. Não curtimos nada de praia em Tulum, as águas estavam dominadas pelo sargaço (algas) e aquele azul lindo dos cartões postais estava avermelhado. Assim, focamos nos cenotes. Na tarde do primeiro dia, depois de conhecer o sítio arqueológico de Cobá (um tanto decepcionante), encontramos o “Car Wash”, um cenote aberto, não frequentado por turistas, super maravilhoso, com um tom de verde que nunca tinha visto antes. Foi eleito o nr 1 da viagem, sem falar que a entrada custou 50 pesos. Fomos também no Cenote Dos Ojos (350 pesos) e no Calavera (100 pesos) esse também muito maneiro, mas que merecia a visita ao meio dia com o sol incidindo diretamente no buraco (fomos cedinho, bom para curtir sem pessoas, mas não muito bom para fotos). Passamos a tarde no sítio arqueológico, o único a beira mar, o que nos faz deduzir que foi um porto maia. O sítio é muito bem preservado e vale demais a visitação. 
      Saímos de Tulum em direção à Playa del Carmen, onde devolvemos o carro. Paramos em Puerto Morelos para dar uma olhada na praia, mas não entramos, o sargaço também tinha dominado tudo.  Encontramos um cenote, aberto, grandão e ficamos por lá. Chegamos em Playa já no fim da tarde, podres de cansados. O Hostel era o exemplo de perfeição, ficava localizado na Quinta Avenida, ou seja, no fervo. Saímos para comprar o ticket para ir para Cozumel no dia seguinte e comemos fora do fervo, no restaurante indicado pela menina da agência de turismo, onde o pessoal local come. ADORAMOS tanto que voltamos lá no último dia de Playa. Só entramos na água em Cozumel, porque Playa del Carmem também estava tomada pelo sargaço. 
      Então fomos a Cozumel sem gastar a fortuna que as pessoas normalmente pagam quando fazem um cruzeiro. Fomos de ferry boat, a partir de Playa. Ao chegar do outro lado, alugamos um carro para rodar a ilha. Dormimos lá e não havia necessidade, mas no final foi sorte, pois em Cozumel não tinha sargaço e então finalmente curtimos praias caribenhas.  
      A questão está na privatização das praias. Assim como em Cancun, Cozumel tem 90% das praias privatizadas, logo para curtir você tem que estar hospedado em hotéis pé na areia, o que não foi nosso caso. Achamos a primeira praia possível, mas era vinculada a um bar, com consumo mínimo para poder utilizar. Era pagável e curtimos bem.  Depois seguimos até Palancar, onde é opcional utilizar a estrutura dos restaurantes. Seguimos de carro até a Ponta Sur, mas o jeep pifou e ficamos um tempão esperando a troca. Finalizamos o dia em um outro bar com acesso à praia. Não lembro o nome, mas também não era bom.  
      A noite é inexistentente em Cozumel, ficamos em hotel bem no centro, bom custo x benefício e piscina no terraço. Mas dormimos cedo, porque cedinho estava tudo fechado. Entregamos o carro cedo, porque o dia tinha sido reservado para o passeio de barco ao El Cielo, que é realmente muito fantástico, muitas arraias e estrelas do mar. No final da tarde, pegamos o ferry de volta para Playa e curtimos a noite na quinta avenida (mas comemos baratinho no El Fogon antes). Pegamos um ônibus da Ado até Cancun e de Cancun pegamos um voo interno para a CDMX, dessa vez ficamos em um hostel no Centro, justamente para dar um rolê pela manhã ao Zócalo, Palácio do Governo e Belas Artes.  
      Na volta ao Brasil, a galera voltou porque só tinha 15 dias de férias e eu ainda tinha mais cinco dias. Então, quando o voo parou na conexão em Lima, eu resolvi descer e ficar o finalzinho das férias por lá, dei uma esticada até Cusco, mas isso é papo para um outro post. 
       
      Hospedagem: 
      Cidade do México - Hotel Garibaldi e Mexico City Hostel 
      Merida – Grand Hotel de Merida 
      Valladolid – Hostel Tunick Naj     
      Bacalar – Ecocamping Yaxche 
      Tulum – Siete Deseos 
      Playa del Carmem – Hostal MX 
      Cozumel – Hotel Plaza Cozumel                                                                    
       
      As fotos estão publicadas no site: https://www.flaviamoreirafotografia.com/mexico-yucatan-e-quintana-roo
      Ou pelo instagram em: lugaresfotogenicos
    • Por Bogotá
      Estamos (amigos) com dúvidas sobre a logística das cidades que escolhemos nesta região, qual a melhor sequência logisticamente e financeiramente, desde a chegada em Cancún até a ida para Caye Caulker.
       
       Além disso, qual a melhor programação das atrações por cidade e quais dão para fazer no mesmo dia..
      Obs: não alugaremos carro nesta região 
       Sobre os destinos, Cancún não é um lugar que faz nosso tipo de turismo, queremos usar apenas como base para fazer um bate e volta em Isla Mujeres e como aeroporto para a chegada e partida.
      Pretendemos usar como base as cidades de Tulum, Playa Del Carmen e Valladolid. Estas seriam as localidades para a maioria dos destinos que queremos conhecer..
      Se der de usar um dia inteiro (só se encaixar no roteiro, caso contrário pode ser só uma visita rápida) para os bate e volta em Isla Mujeres e Cozumel, optaremos por fazer isso.
       
      Em Cozumel não dormiríamos, apenas faríamos a visita. Em Isla, só se for mais barato que Cancún (sua base para visita).
       Sabemos que dá para fazer mais de uma atração por dia, mas não temos ideia de como montar o roteiro ideal.
      Aqui estão as atrações que queremos conhecer:
      - Cancún 
      Base para conhecer Isla Mujeres
       
      - Playa Del Carmen 
      Cenote Chaak Tun Natural Park 
      Base para conhecer Cozumel
       
      - Tulum 
      Base para conhecer as Ruínas de Tulum (2km) e Cobá (47km)
      Cenote Sac Actun 
      Cenote dos Ojos
      Grand Cenote 
       
      - Valladolid 
      Base para conhecer Chichén Itzá (45km) e Ek Balam (27km)
      Cenote Ik Kil (pertinho de Chichén Itzá)
      Cenote Zaci 
      Centro histórico
       
      Teremos 10 dias inteiros para fazer todos estes destinos. 
       
      Alguém conseguiria nos ajudar?
      Obrigado!
    • Por Karina Faria
      Quanto custa viajar para Cancún?? Veja quanto eu gastei nessa viagem

       
      Vocês com certeza leram o post Cancún( senão leia aqui) e ficou sonhando em visitar esse paraíso na terra tão perto da gente. Mas você deve ter ficado se perguntando: Mas quanto custa viajar para Cancun?Será que é muito caro?
      Ao contrário do que muitos pensam viajar, em geral não é algo tão caro assim.Nesse post te darei dicas de como fazer uma viagem econômica e acessível e demonstrarei os meus gastos na minha viagem de Maio de 2015
      .Quanto custa viajar para Cancún
    • Por renan41
      Pessoal vou em novembro para Cancún, alguém está acompanhando a situação das algas?
      Estou acompanhando pelo site abaixo:
      https://viagemcaribe.com/boletim_sargaco/
      Alguém tem alguma dica para fugir do Sargaço?
       
      Obrigado
      Alguém 


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