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Alisson&Ione

Península de Yucatán - Cancún, Ruínas Maias e Festas - 2013

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Fala galera, ai vai mais um relato meu e de minha esposa pela península de Yucatán, México, por 8 dias com a ajuda de todos vocês, claro.

 

Dias 0 e 1: Bom, como toda viagem sem perrengue não é viagem, essa começou logo no início, ainda no aeroporto de Fortaleza, quando o funcionário da TAM viu que o SAE (visto eletrônico para o México) da minha esposa estava escrito LACEARDA e não LACERDA ::putz:: . Ele disse que corríamos o risco de voltar. Então minha esposa foi procurar uma Lan House as 01:30h da madrugada no aeroporto (que estava fechada). Ao olhar todas as lojas, viu que em uma locadora de carros tinha impressora e o jeito foi pedir “pelo amor de Deus” para acessar a internet e imprimir o documento heheheheh ::sos:: . Tudo certo, embarcamos.

 

DICA 1: confirme o documento letra por letra. ::prestessao::

 

Iríamos pousar em GRU por volta de 4h da manhã mas o aeroporto fechou devido a névoa ::ahhhh:: . O piloto ainda aguardou mas não teve jeito, tivemos que ir pra Viracopos (Campinas). Imaginem Viracopos recebendo todos os vôos de GRU. Filas enormes de aeronaves esperando “vaga” para estacionar. Filas para retirar as bagagens. Filas de espera pelos ônibus das companhias para levar todos para GRU. Depois de tudo isso chegamos lá por volta de 8:40h e o nosso vôo era as 8:20h, mesmo com o check-in já feito e a TAM sabendo que tivemos que pousar em Campinas o vôo partiu sem a gente, ou seja, a empresa não tem planejamento para fatos como esse e deixa o cliente na mão (não só a gente, tinham vários passageiros que iriam a Santiago e perderam o vôo também) ::grr::::grr::::grr:: . Pra piorar ainda mais, isso ocorreu dia 30/04 e o funcionário informou que, para o México, só teria vaga dia 02/05. ::vapapu::::vapapu::::vapapu:: . Poderíamos ficar em São Paulo tudo pago pela Tam ou fazer uma “volta ao mundo” pela LAN pra chegar em Cancun; optamos pela volta ao mundo. O roteiro original seria: FOR-GRU-Cidade do México-Cancun, depois de tudo isso o roteiro ficou: FOR-Campinas-GRU-Buens Aires-Lima-Cancun, 38h ao total, rodar toda a America do Sul, partindo de Fortaleza para chegar em Cancun, ninguém merece!!! Pra “compensar”, a companhia remarcou a volta um dia depois.

 

DICA 2: já pensou se eu estivesse vindo de outro país pra ver um jogo do meu país? Tinha perdido tudo. E só conseguimos essas mudanças porque pagamos pelas passagens, se tivéssemos tirado as passagens com os pontos, esqueça... não tinha outra opção a não ser esperar. :shock:

Ezeiza esta com a parte nova muito bonita e com internet. Lima estava frio, tivemos que comprar casacos. ::Cold::

 

Dia 2: Chegamos em Cancun as 14h mas só conseguimos sair da imigração as 16h. Tinha reservado com a agência do Alvaro um transfer (U$ 30 pelo site dele), mas já dava como perdido devido a mudança dos horários (que comuniquei por e-mail, mas não recebi retorno) mas eles estavam lá e tinham respondido a esse e-mail.

Ficamos no hotel Xbalamqué, no centro de Cancun (e não na zona hoteleira, R$ 100 a diária pelo Decolar, parcelando em 5 vezes). Chegamos mortos de cansados e logo de pronto recebemos o contato com o colega mochileiro aqui do site, Mauro Brandão e seu amigo Ailton, do qual combinamos de dividir um carro, o mesmo ficou pelo setor hoteleiro (o aluguel do carro foi pela Hertz, um Chevy, Classic aqui no Brasil, por uma semana com seguro que ficou por volta de U$ 380). Fomos tentar trocar uns dólares (a cotação variava entre 11,40MXN a 11,60MXN por dólar). Saquei moeda local no Santander (que tem muitos por lá) e fomos ao Shopping La Isla. Não vimos nada “mais barato” que aqui, algumas coisas até mais caras. Tomamos umas cervejas Corona na Hooters ::otemo:: e planejamos Chichen Itzá para o dia seguinte. Jantamos em um restaurante próximo ao hotel e provamos das pimentas “muito fortes”, típicas dos mexicanos. ::tchann::

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Dia 3: Saímos cedo, por volta das 7:30h rumo a Chichen Itzá. GPS estava atualizado. Estrada ótima, mas com pedágios, pelo menos 2 de ida e 2 de volta, um de 251MXN(um pra ida e um pra volta) e outro de 60MXN (um pra ida e um pra volta), reserve logo uns 622MXN só pra isso. Logo após o último pedágio, a direita, tem um ponto de informações e compra de bilhetes. Dentre as opções, U$34,00 com almoço em um ponto mais afastado ou U$38,00 com almoço em um ponto mais central. Fechamos no de U$38. O guia saiu por volta de 650MXN em espanhol outras línguas fica por 750MXN. Chichen é lindíssima e merece um dia inteiro ::otemo:: . Não há motivo para se ter pressa. Se for comprar lembrancinhas compre na volta (os preços despencam heheheheh ::lol4:: ). A pirâmide de Kukulcán é linda. Bata palma bem forte em frente da entrada principal da pirâmide e escute o som do Quetzal (pássaro típico de lá). A foto em que eu apareço abaixo é do túmulo do sumo sacerdote; acreditam que teve um americano que comprou todo o local por U$75 e dinamitou este monumento ::vapapu:: . Procurando o tesouro do sacerdote ::grr:: , que burro, o tesouro era o conhecimento e não ouro. Não deixem de ver o Observatório Caracol e o Templo dos Guerreiros (o Chacmool, mensageiro intermediário entre os homens e os deuses, só pode ser visto a distância então abuse do zoom da sua máquina). O campo para o jogo de bola aqui é simplesmente imenso e o arco é muito alto com paredes retas (o jogo aqui durava dias). O Templo dos Jaguares e o Tzompantli (mural com caveiras) devem ser vistos também. Sinceramente teria ficado o dia inteiro ali :P . Como de costume, saquei minha bandeira do Brasil e batemos uma foto, quando de repente um guarda turístico me solicitou que apagasse a foto pois estas com bandeiras e símbolos estavam proibidas :shock: . O Álvaro nos confirmou que realmente os turistas passaram do limite e isso foi proibido, até por respeito a cultura Maia. Nós respeitamos muito a cultura indígena, visto que só viajamos a estes pontos (Machu Picchu, Ilha de páscoa, etc). Batemos mais um foto (no jeitinho brasileiro ::hãã2:: ) mas tomem cuidado e respeitem a cultura local. Depois almoçamos (muito boa comida mexicana por sinal) e saímos. Nosso carro já estava com um barulho estranho desde o dia anterior e a coisa piorou quando acenderam várias luzes no painel ::sos:: . Abastecemos o tanque no posto antes de Chichen (372MXN) e tiramos direto para a Hertz do aeroporto (o plano era Cobá, ainda bem que não fomos). Caiu uma senhora tempestade tropical, derrubando árvores, visibilidade zero, loucura. O carro conseguiu chegar até a entrada do aeroporto e morreu ::dãã2::ãã2::'> . Pra compensar, a Hertz nos deu um Hyundai. Dia maravilhoso. Planejamos para o dia seguinte os seguintes passeios: Cobá, Tulum, Cenote Dos Ojos e Akumal. Pra fechar o dia fomos na agência do Álvaro conhecê-lo (bem famoso aqui nos Mochileiros nos relatos de Cancun) e fechamos os seguintes passeios com ele: Xcaret Plus (U$105 sem trasfer), Capitão Hook terra e mar (carne e lagosta; U$83), Coco Bongo barra livre (bebidas a vontade, U$ 60) e Isla Mujeres com nado com golfinho adventure + Parque Garrafon (U$139). Agora era descansar que o dia seguinte seria longo.

 

DICA 3: Álvaro trabalha praticamente só com turista brasileiros, então com ele a garantia da qualidade para o que nos agrada é melhor, além de várias dicas que ele fornece.

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Dia 4: Começando novamente o dia bem cedo saímos para Cobá (entrada de 57MXN, existem guias locais mas não fechamos), uma das descobertas mais novas e onde só se ver 5% do sítio (o restante está encoberto e sem acesso). Aqui são basicamente 3 grupos arqueológicos para visitar: Grupo Cobá (logo na entrada, com um campo de jogo de bola e a pirâmide La Iglesia, que não se pode subir); Grupo Macanxoc e o Grupo Nohoch Mul (nesse se sobe na pirâmide com 42m de altura). No caminho desse grupo você passará por um observatório dos caminhos e um possível palácio.

 

DICA 4: dica do Álvaro, logo na entrada existem taxis-bicicletas (tour por 1h por 100MXN, onde cabem 2 pessoas). Vale muito a pena, pois você não chega cansado na pirâmide e os “taxistas” vão contando um pouco da história e parando para fotos em alguns pontos. ::otemo::

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Saímos de Cobá e seguimos para Tulum (entrada de 57MXN, existem guias mas não fechamos.) Simplesmente lindo!!!!, por mim as melhores fotos ::otemo:: . Aqui o Brandão fez o favor de trancar o carro com a chave na ignição kkkkkkk ::lol3::::prestessao:: (ia ser 500MXN o cara fez por 400MXN). Quem já estudou espanhol deve ter escutado sobre o Palo Volador, lá há um.

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Saindo de Tulum a meta agora era o Cenote Dos Ojos (150MXN entrada simples, se você quiser mergulhar com guia obrigatório a entrada é mais cara). Lugar bacana, dá pra nadar em dois pontos (Um Ojo e Dos Ojos); água muito fria, 5 graus ::Cold:: . Como cenote só existe no México não resistimos a um mergulho, por sinal, bem gostoso. ::otemo::

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Saindo daqui a meta agora era almoçar em Akumal e ficar por lá “caçando” tartarugas. A praia de Akumal é belíssima e bem movimentada. Almoçamos e fomos alugar material de snorkel. Como já era 16h e a loja fechava as 17h ele fez cada peça a 50MXN (150 no total, pegamos 2 coletes e um snorkel). Nadamos muito, nas nada de tartarugas, só peixes. Perdemos a hora e devolvemos o material só perto de 18h kkkkkkkk ::lol4:: , sem problemas.

 

DICA 5: mas uma do Álvaro, ao chegar no arco de entrada de Akumal diga que foi indicado a almoçar lá e eles deixam você guardar o carro do lado de dentro do arco, e não fora e mais distante (mas seguro e conveniente). ::cool:::'>

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Como ainda estava claro e Playa Del Carmen era caminho resolvemos conhecê-la. Lugar bem bacana que cresceu muito. A 5th Avenida é bem charmosa e deve ser muito bom a noite, repleta de barzinhos. A praia também é linda como as outras (mar azul transparente e areia branca). Eu recomendaria uma noite lá e/ou uns dias dormindo por lá e não Cancun.

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Dia 05: XCARET. Antes de viajarmos lemos vários relatos aqui e a dúvida continuava: Xcaret ou Xel-Há ::hein: . Dentre tudo que lemos já saímos do Brasil com a decisão: Xcaret. Notamos que o Mauro tinha uma “tendência” ao Xel-Há. Na nossa humilde opinião e sem conhecer Xel-Há as diferenças são: Xel-Há é o maior aquário natural do mundo, a comida e a bebida (inclusive alcoólica) são liberadas, tem tirolesa e o parque fecha mais cedo (às 17h ou 18h salve engano); Xcaret foi “feito” contudo não se perde nada. O parque é simplesmente imenso (são 43 atrações, a maioria grátis, 11 a mais que o Xel-Há). Tem 3 rios subterrâneos, animais, aquário, 01 almoço a vontade com bebidas não alcoólicas liberadas durante o almoço (direito a 01 cerveja grátis) e o principal que nos fez decidir desde o Brasil: o Show México Espetacular à noite ::otemo:: . Só esse espetáculo já valeu a entrada ::otemo:: . Riquíssimo nos detalhes. Amamos a parte Maia, vimos como se jogavam o Jogo de Bola, um outro com a bola em chamas, os rituais e praticamente chorávamos com a chegada dos espanhóis e a destruição de tudo (eu segurei as lágrimas, a Ione não). Nossa!!!! Que show maravilhoso ::hahaha:: . Depois ainda tem todas as danças típicas de cada região. Tudo acaba por volta das 22h então Xcaret é um dia inteiro de diversão. Até casamentos tem lá, teve um no dia em que estávamos e o altar nas ruínas deve ter rendido muitas fotos lindas. Dos passeios pagos fizemos o Sea-Trek com arraias, super legal (U$53 cada). ::hahaha::

 

DICA 6: só vá ao restaurante quando estiver com muita fome ::lol4:: , então coma muito e a vontade, se hidrate com os sucos e sobremesas. Uma vez que você sai não pode mais voltar ou terá que pagar por tudo que for consumido. Eles marcam a sua pulseira. A comida é maravilhosa. Como em todo parque, eles irão bater fotos suas “sem compromisso” e depois vendem ao final da tarde. Cada foto já revelada custa U$14 mas, ao perguntar por promoção no caixa, ele te oferece um pen-drive de 4GB personalizado de Xcaret com todas as suas fotos e mais fotos do parque e do espetáculo por U$54, então bata foto a vontade e compre pen-drive que é bem melhor ::otemo:: . O tubo respirador do snorkel é seu de lembrança, é só pedir pra ficar na hora de entregar o material (colete, e pé-de-pato) ::cool:::'>

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989849.JPG.35dced179d3f469d0b759d7d073bddbe.JPG ::otemo::::otemo::::otemo::

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Dia 06: A programação para hoje é o Capitão Hook, devendo estar no cais por volta de 18h (a taxa do cais se paga na hora, algo em torno de 100MXN por pessoa). Dia livre então para acordar mais tarde, curtir um pouco a piscina, andar pelos quarteirões próximos, etc. Indo ao Capitão Hook, ao todo são 03 barcos (mas um é “fantasma”, ninguém vai nele, restando o Pérola Negra e o Galeon). Fomos no Galeon que é o vitorioso (hehehe ::lol4:: ). Muito divertimento a bordo com competições, bebida livre, piadinhas, etc. O jantar estava simplesmente delicioso. Depois ocorre a guerra entre os barcos. Tudo vira festa, boite em pleno mar caribenho que acaba por volta das 22h.

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Dia 07: Acordando um pouco mais tarde também, hoje era dia de ir no Mercado 28 pela manhã, pois tinha Coco Bongo a noite. O Mercado 28 é ótimo para as “lembrancinhas” (chato mesmo só os vendendores chamando “brasileños!!! brasileños!!! ::lol4:: ). Os outros turistas só olham, brasileiros compram, então eles fazem de tudo pra você entrar nas lojas deles (muita aceitam cartão de crédito). Almoçamos lá mesmo no mercado (comida simples, de mexicanos para mexicanos, eu adorei). Van do Álvaro nos pega no começo da noite até a Coco Bongo onde sua esposa, Flor, fica conosco dando as dicas sobre a festa, e que festa!!!! Nunca vi nada parecido. Inúmeras performances. Festa muito louca ::otemo:: (um dos momento foi para o Brasil, a respeito da Copa e carnaval mas teve ainda Moulin Rouge, o Fantasma da Ópera, Madonna, Beyoncé, Queen, Capitão América, Tron, Lady Gaga entre outros). Saímos lá pela 3h da manhã pois teríamos que acordar cedo (no mesmo dia) pra ir a Isla Mujeres. Voltamos de ônibus, super tranqüilo e barato.

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Dia 08: Ainda mortos de sono ::hein: acordamos para irmos a Isla Mujeres. No barco tinha lanche e café a vontade. A visão tanto de se afastar da península como de se aproximar da ilha, com aquele marzão azul transparente, tartarugas passando ao lado é sensacional. Chegando na ilha era se preparar para o mergulho com golfinhos no Dolphin Discovery iuruuuuuuu. Existem três pacotes: Royal Swim (1h com 2 golfinhos), Swim Adventure (foi o que fizemos, 45min com 1 golfinho) e Encounter (30min com 1 golfinho, só que neste vc não nada, apenas bate algumas fotos com ele). Morelos era o nome do golfinho que ficou conosco, tinha 3 anos e era super brincalhão ::lol4:: . Nadar com golfinhos é algo inesquecível. Turma só de brasileiros e a diversão foi inesquecível. Acabamos, pagamos pelo CD (caro, U$ 40 por pessoa já com o desconto que eles dão). Daqui direto para o Royal Garrafon ao sul da ilha.

 

DICA 7: Uma brasileira lá nos disse que fechou com uma semana de antecedência e ganhou a do namorado! Isso mesmo, dois pelo preço de um, vale muuuuito a pena, é uma baita economia. Ela fechou diretamente pelo site: http://www.dolphindiscovery.com

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O Parque Garrafão é outro paraíso da natureza. Comida, bebidas e lanches tudo incluso (aqui você só paga pela tirolesa). Fizemos muito snorkel (novamente o tubo é de lembrança), conhecemos a história da ilha, a ruína de Ixchel, a Cueva Del Ojo Azul e El Acantilado (geograficamente o início do México, local onde o sol atinge primeiro o território mexicano). Tudo muito lindo, por U$ 20 é imperdível. Finalzinho da tarde é hora de voltar e descansar pro último dia.

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Dia 08: Dia livre, então andamos pelas ruas e fomos ao Shopping Las Americanas (Plaza Las Américas, shopping pra eles é o ato de ir pra comprar, o local é “Plaza”). Roupas boas, bonitas e baratas para mulheres (minha esposa não perdeu a deixa ::lol4:: ). Pra homem não via nada diferente em preço do que aqui no Brasil. Tarde e noite livres para arrumar as malas e no dia seguinte seguir viagem rumo a Fortaleza.

 

Dicas para quando for viajar com mochileiros que você não conhece pessoalmente:

- Definam bem detalhadamente o que irão fazer e o tempo que irão dedicar a cada passeio. Gosto é coisa que cada um tem o seu, então para que todos saiam satisfeitos é importante conversar sobre roteiro;

 

A Península de Yucatán é linda em tudo e há muito opção para divertimento: ruínas, história, cultura, praias, animais, festas, etc. Passeio ótimo tanto em família como sozinho. Se lembrem que os preços nunca vem com a propina (comissão) e eles sempre pedem (10% a 20% já está ótimo). Essa região vive do turismo. Não existe final de semana aqui, de domingo a domingo tem todos os passeios e festas. Viva México!!!

 

Próxima trip: retorno ao amado Peru, desta vez pela região do lago Titicaca, pegando um pouco da Bolívia, em agosto, vamos?!

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Muito boum seu relato, está me ajudando muito... 3 amigos aqui do mochileiros e eu partiremos semana que vem... inicio na cidade do mexico e fim em cancun.... algo mais a recomendar???

 

Grande abraço ::otemo::

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Massa essa viagem Alisson, onde é que você mora em Fortaleza?

 

E o Mauro? do nada o cara apareceu na sua viagem!

kkkkkkkkkkkkk

 

Mauro, quando é que você volta a Fortaleza?

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Marcos, depende do que vocês querem hehehehehhe. Se for ruínas: Chichén, Cobá, Tulum e Ek Balam (que infelizmente não deu tempo). Se for festas solteiros: Coco Bongo, Daddy e/ou Mandala. Se for parque: Xcaret.

 

Fala Paulera; moro perto do Castelão.

 

Abs

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Meu amigo que viagem TOP heim??

Show mesmo... Li e quero reler de novo... passasse muitas dicas preciosas... e que foda esse rolo no início da trip heim? É claro que toda esse rolo. são histórias que no final nos divertimos em rir de contar, mas ainda bem que vcs não tinham compromissos agendados e pagos, são a coisa fica ruim mesmo heim?

No demais está tudo muito bem escrito, muito legal cara...

Sucesso e aguardo pela próxima trip então no Perú, lugar que eu iria mil vezes de tanto que eu gosto..!!

 

Abração!!

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  • Conteúdo Similar

    • Por Paulonishi
      15/03/2020
      Logo após a visita ao sítio arqueológico de Mayapán, fui procurar uns cenotes que constavam no Google Maps e acabei parando no pequeno povoado de Telchaquillo...

      Caminhei pela rodovia até a entrada da cidade, sob um sol escaldante...

      Cheguei no centro do povoado e percebi muita coisa interessante, principalmente na construção dessa igreja.

      As pedras principais foram retiradas de construções maias, e ainda se pode observar várias inscrições nelas. Imagine quanta coisa foi destruída, pois sabemos que os espanhóis aproveitavam as pedras dos templos para construir suas fortalezas, igrejas e casas...

      E a força da conversão religiosa imposta pelos conquistadores, fez com que a população se tornasse majoritariamente católica.
      O calor estava grande e saí perguntando a respeito do Cenote, que, para a minha surpresa, ficava bem na praça central... Porém, subterrâneo!

      Paguei incríveis $10 pesos para o acesso e desci na caverna, que tinha apenas uma abertura na parte superior que iluminava o restante do lugar.

      Havia somente duas famílias com crianças e, apesar de parecer pequeno, aproveitei bastante mais essa experiência.

      As águas azuis, transparentes e refrescantes deram uma boa revigorada depois de tanto sol nas andanças por Mayapán e a caminhada pela rodovia em busca dos Cenotes. Pode até não ter sido aqueles que eu procurava, mas valeu muito a pena ter conhecido mais este.

      Depois desse momento relaxante, para voltar fiquei sabendo que o ônibus passava pelo povoado. Voltei até uma mercearia para tomar um refrigerante bem gelado e pouco depois veio o ônibus.

      Apesar de feio, até que era confortável e, como foi parando em todos os povoados pelo caminho 🙄, aproveitei para conhecer muitos outros lugares interessantes para uma nova visita na região!
      Ah, o ônibus foi bem mais barato: $27 pesos!
      Quer conhecer os detalhes e a história do local? Dá uma olhada no link de deixei aqui embaixo:
      Mochilão pelo México: o Cenote de Telchaquillo
      Espero que tenha ajudado! 🤠👍
    • Por Paulonishi
      17/03/2020
      Mérida, capital do estado de Yucatán, foi o último destino antes de retornar à Cancún, nesse mochilão espetacular de conhecimentos e descobertas a respeito da civilização Maia. Em seus arredores existem muitos outros sítios arqueológicos importantes, como Mayapán, Dzibilchaltún, Uxmal e Izamal. Cidade grande mas de relevo plano e de gente tranquila e acolhedora, é uma belíssima cidade que merece a atenção dos viajantes para as suas construções seculares e histórias dos povos que por aqui passaram.

      Vindo de Valladolid, a chegada foi no novíssimo terminal da ADO (sempre primera 😖) , com instalações muito boas e climatizadas. Andar pela cidade é muito fácil, pois também está orientada por numerações nas ruas: norte-sul pares / leste-oeste ímpares. Táxis são baratos, mas tem o transporte público e alternativos muito baratos.
      O que me surpreendeu foi a qualidade de vida das pessoas da cidade, com muitas alternativas de lazer gratuitas. Uma delas é o Zoológico Municipal.

       
      Uma grande área verde com entrada gratuita, contando com muita variedade em animais, inclusive raros tigres brancos, leões, gorilas, rinocerontes... Caramba, fiquei muito surpreso mesmo. 

      Muitas opções de lazer para crianças de todas as idades (inclusive eu... 🤭), como por exemplo um passeio de trem no entorno de todo o parque pagando apenas $1 peso!!! Imperdível... e adorei!!!

      Teleférico, barquinho... apenas $10 pesos! Baita passeio, com direito a várias barraquinhas de comidas típica e INTERNET GRATUITA!!!

      A praça principal, ou Zócalo da cidade é outro ponto obrigatório para fotos e muitos passeios legais em museus, igrejas e comércio local.

      Para aproveitar bem, recomendo ficar hospedado em uma região mais central, como na Calle 50. Hospedei-me num hostel por 3 dias (total $535) com piscina, café da manhã e ar condicionado no quarto... Acredite, esse último item faz toda a diferença nessa região quente!

      Essa cidade ainda guarda algumas construções do período colonial, inclusive os únicos arcos ainda existentes no México que compunham o sistema de muralhas da cidade!

      E na Catedral de San Ildefonso está a primeira cúpula construída nas Américas!

      Existem várias opções de passeios pela cidade, desde charretes pelo centro histórico, aos ônibus sem teto que fazem um tour mais distante. Os valores não são altos e sempre dá para pechinchar um desconto!

      Na região da Plaza Grande (Zócalo), a internet funciona razoavelmente bem são várias as possibilidades de tirar fotos muito interessantes.

      Infelizmente, com a chegada da COVID-19, não consegui fazer os dois últimos passeios que tinha programado para Uxmal e Dzibilchaltún. Aproveitei para ficar andando pela cidade, vivendo um pouco do dia a dia...

      A ligação entre Mérida e Cancún pode ser feita por ônibus ou avião. O primeiro, logicamente, é muito mais barato e se você comprar com antecedência no site da ADO, pode conseguir um ótimo desconto. Eu, por exemplo, comprei por $252 pesos, quando o valor normal seriam $600 pesos!!!

      Como já estava voltando para casa, comprei algumas lembrancinhas por aqui, e as demais em Cancún. Vale a pena pesquisar os artigos em prata, que são bem mais em conta no México.

      No terminal Noroeste tem ônibus para a maioria dos destinos dos arredores, principalmente para a região dos sítios arqueológicos e litoral. Não deixe de verificar as vans também, na rua do entorno, que oferece preços muito bons!
      Quer saber mais detalhes e conhecer a história da cidade, dá uma olhadinha no vídeo aqui embaixo:
      Mochilão pelo México: Mérida
      Espero ter ajudado... Valeu e siga viajando!!! 🤠👍
       
       
    • Por Paulonishi
      13/03/2020
      Aproveitando o passeio ao Sítio Arqueológico de Ek Balam, depois emendei para conhecer o Cenote X-Canche, que fica nas proximidades e logo após a recepção principal.
      Cenotes são grandes reservatórios naturais de água doce e grandes responsáveis por sustentar a civilização Maia e a população atual no meio de lugares extremamente quentes e secos, como na região de Yucatan.
      No final do relato, deixei o link para o vídeo com dicas detalhadas dessa atração!

      A entrada custa $80 pesos e existe a opção de alugar uma bicicleta por $90 ou pagar um bici-táxi para evitar a caminhada de 2 km até o Cenote... 
      E é claro que fui à pé... 😂
      O sol estava terrível e soprava um vento quente, como se estivéssemos em um verdadeiro forno!

      Chegando ao local, encontramos a recepção e nos encaminham ao vestiário para tomar uma ducha. Para preservar as águas do Cenote é recomendável que não se usem protetores solares, salvo aqueles que vendem específicos para os parque aquáticos e que não deixam resíduos. Eu não uso, pois prefiro me proteger com as roupas com filtro solar.
      Feito isso, já em roupas de banho (fui de bermuda térmica mesmo 😜), chegamos ao Cenote... E a visão é impressionante!

      A descida se dá por escadas, mas também tem a opção de fazer um rapel (pago à parte).
      É uma experiência inesquecível... Não vá à região sem conhecer essas dádivas da natureza!

      A água é de um azul-turquesa muito transparente!
      Para aqueles que tem algum receio, haja visto que a profundidade é de mais de 30 metros 😬, tem a disposição coletes para aluguel. Atravessando colocaram uma corda para ajudar a quem fica na água e é muito útil mesmo.

      Passei um bom tempo me refrescando e apreciando o contato com a natureza... Existem até alguns peixinhos parecidos com bagres.
      Em alguns pontos, existem plataformas para quem quiser dar um mergulho... E é uma experiência fantástica!

      Saindo do Cenote tem um restaurante, local para acampamento e banheiro limpos. 
      Foi uma ótima experiência poder conhecer esse lugar!
      O único problema é voltar os 2 Km sob o sol... Mas, depois de me refrescar até que pareceu ter sido mais tranquila a volta.
      Para o retorno à Valladolid, tive que esperar o táxi atingir a sua lotação. Pouco tempo depois apareceram mais duas turistas e ficou faltando uma pessoa. Passou-se mais de 30 minutos e resolvemos rachar a diferença e cada um pagou $70 para voltar logo... Foi um gasto a mais, porém compensou o tempo que economizamos!
      Confira os detalhes no vídeo aqui abaixo...
      Mochilão pelo México: o Cenote X-Canche
       
    • Por Paulonishi
      13/03/2020
      Ek Balam é um importante sítio arqueológico nas proximidades de Valladolid e famoso pelas esculturas em estuque finamente trabalhado.

      Para chegar lá, recomendo hospedar-se em Valladolid e pegar um táxi compartilhado na parte da manhã. O custo é de $50 pesos e a saída é feita quando o táxi atinge 4 passageiros. Vá até o cruzamento das Calles 44 com a 37 e vários taxistas vão oferecer o destino e o preço é meio que tabelado. A viagem é bem rápida, pois são 27 Km em estradadas planas e com boa pavimentação.
      Ek Balam foi um dos sítios arqueológicos mais recentes a serem abertos à visitação, por isso é pouco conhecido. 

      Só achei o ingresso bem caro e isso quase me fez desistir de visitar (mochileiro é muquirana mesmo 😅). Porém, pesquisando a história e a importância vi que o sacrifício valeria a pena... E realmente, valeu mesmo!

      O ingresso custa $423,00 pesos!!!

      Mas pelo menos tem uma estrutura boa na recepção. Aproveite, pois lá no sítio arqueológico não tem banheiros e nem outra facilidade para o visitante. Recomendo levar bastante água, lanche e muita proteção solar!!!! Mosquitos nem senti... Roupas leves e sapatos confortáveis também são essenciais. No meu caso, como já estava com várias bolhas nos pés, fui de chinelo mesmo.

      Logo passando a recepção também tem a possibilidade de conhecer o Cenote X-Canche, uma ótima opção para se refrescar depois de um passeio no sol quente. Falarei da visita mais tarde.
      A lojinha de artesanatos tem várias opções, mas tudo padronizado e de fabricação em série. Os preços não eram muito convidativos e pode-se achar tudo lá em Valladolid mesmo.

      O caminho é muito bem cuidado mas a região é quente demais...

      O melhor de tudo, assim como em Cobá, é poder subir e entrar na maior parte das construções. Recomendo dar uma estudada na história (fiz um vídeo a respeito e deixarei o link ao final) ou, se tiver uma grana sobrando, contratar um guia que fica na recepção (um luxo em se tratando de mochilão...).
      Apenas uma parte da cidade foi explorada e, saindo do caminho principal, ainda podemos achar vários vestígios de grandes prédios a serem restaurados.
      Logo na chegada já podemos ver belas construções...

      Esse é o portal de entrada da cidade. A curiosidade é que ele tem 4 lados, com 2 rampas e 2 escadarias.

      E tem muita coisa para se ver! 
      O bom é que é tudo bem concentrado e não precisamos andar muito. Só folego mesmo para ficar subindo e descendo das construções... Mas isso é só diversão 😜

      A melhor coisa é que não tem muitos turistas e podemos contemplar as construções e ficar imaginando como seria nos dias de esplendor dessa cidade.

      A acrópole é uma estrutura impressionante, sendo uma das mais altas de Yucatan:

      E a atração principal, é a tumba de Ek Balam, o Jaguar Negro...

      Fiz uma pesquisa bem legal, pegando algumas publicações acadêmicas, e compilei no vídeo com a história e os detalhes das principais construções. Aqui, pelo menos, ainda tem algumas placas que ajudam a identificar e entender um pouco o local.

      Terminada a minha exploração, com direito a muitas fotos incríveis, aproveitei e fui ao Cenote que fica nas proximidades.
      Se você quiser maiores detalhes do passeio, desde a saída de Valladolid, a história da cidade, exploração do local e o retorno, pode conferir no vídeo do canal Trips & Flicks que deixarei abaixo.
      Mochilão pelo México: as ruínas de Ek Balam!
       
       
       
    • Por Paulonishi
      11/03/2020
      Fundada em 28 de maio de 1543, Valladolid ainda guarda o ar da arquitetura colonial e é uma cidade fundamental para quem quer explorar a região e o principal sítio arqueológico Maia, Chichén Itzá!
      O terminal de ônibus da empresa ADO (aquela da mulher falando sem parar nos terminais 🥴) fica bem no centro da cidade, facilitando muito o deslocamento. 

      As cidade em si é bem tranquila e pude perceber que é bem policiada. Isso é um aspecto bem legal das cidades da região, pois a sensação de segurança é muito grande e o povo muito amistoso.
      Escolhi um hostel bem próximo ao terminal e também estrategicamente localizado para conhecer as principais atrações da cidade, bem como próximo a supermercados. Nas minhas pesquisas por hospedagem, além desses itens mencionados, vejo as facilidades disponíveis como cozinha compartilhada! Isso dá uma baita ajuda para baratear os custos, pois faço compra nos mercados e cozinho algo mais saudável.

      A cidade tem como atrativo principal as construções da época do período colonial, vários Cenotes nas proximidades e sítios arqueológicos importantes, como Chichén Itzá e Ek Balam.


      Um detalhe importante é que o horário local é 1 hora a menos do que o de Cancún. Assim que cheguei fiquei perdido quanto a isso...

      O post aqui é bem resumido, pois preferi fazer um vídeo mais detalhado:
      Mochilão por Valladolid




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