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Austrália (Sydney, Outback, Cairns) – 2 semanas

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Acordamos às 5 da matina de novo, mesmo esquema da manhã anterior. Saímos cedo para ver o sol nascer em Kings Canyon, no Watarrka National Park.

 

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Sol nascendo no Kings Canyon

 

A caminhada pelo Kings Canyon foi a mais bonita do tour. Belas formações rochosas e um lago estupendo lá no fundo (waterhole). Ninguém entrou no lago -- a água estava bem fria naquele dia --, mas nem precisa.

 

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Diversas do Kings Canyon

 

No fim, retornamos ao camping para almoçarmos cedo – hamburguer de camelo! E de boi também. O de camelo é saboroso, mas o de boi é melhor. Almoço encerrado e tudo limpo, era hora do (longo) retorno a Alice Springs, que levaria toda a tarde, com algumas poucas paradas. Uma das paradas foi numa fazenda de camelos, onde havia também alguns emus e cangurus.

 

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Chegamos em Alice Springs por volta das 17hs. Fim do tour.

 

O guia marcou de a galera se encontrar no Annie’s Place às 19:30 e lá fomos nós, depois de passear um pouco pela cidade. Só fomos nós dois e 3 dos australianos! O guia falou que “asiáticos nunca vão” a esses encontros. Outros australianos estavam fazendo alguma coisa que não entendi e os demais eram adolescentes -- não poderiam ir mesmo. O encontro foi bem legal, descontraído, cerveja litro a bom preço (para o padrão Austrália, claro). Último momento com parte da galera com que convivemos por 3 dias. Fomos andando para lá, mas voltamos de taxi (12 AUD). Ninguém recomendava voltar andando dali àquela hora.

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Foi dia de acordar mais tarde (8hs!). Tiramos o dia para passear pelo centro de Alice Springs e ir no Araluen Cultural Precinct, um complexo cultural com museus e galerias de arte. A ideia original era pegar um tour de meio dia para o West MacDonnell Ranges, mas acabamos não reservando e optamos por ativar esse plano B de meio dia em Alice Springs.

 

O Araluen tem espaço de arte aborígene, arte contemporânea, museu de aviação (vale pelo Kokaburra!) e um museu de história natural (que eu adoro). Saiu por 10 AUD cada, foi legal.

 

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Araluen Cultural Precinct

 

Pegamos o transfer de volta para o aeroporto com a Alice Wanderer (rola desconto de 20% para o retorno, saiu por 12 AUD cada).

 

Chegamos em Cairns de noite, pegamos o shuttle para o hotel (10 AUD cada). Saímos para passear pelo centrinho. Cairns é beeeeem mais quente que todos os outros lugares em que estivemos. Pessoas de bermuda e chinelos nas ruas. Passeamos um pouco e paramos num bar para cervas.

 

Em Cairns nós vimos uma coisa interessante, o auto-intitulado transporte ecológico. É uma caçamba/carroça acoplada numa bicicleta. A galera te leva para as redondezas. Não pegamos, mas perguntei a uma menina que prestava o serviço sobre como era a relação deles com os taxistas. Ela disse que os taxistas odiavam os “transportadores ecológicos”, mas ela ressalvou que eles não competiam entre si, já que o foco dela eram destinos nos arredores do centrinho; corridas curtas demais para os taxistas.

 

Outra coisa interessante foi a quantidade assustadora de pássaros (periquitos, sei lã) berrando no centrinho de Cairns. Maior barulheira. Além de muitos morcegos também.

 

Bebemos pouco e fomos dormir pq o dia seguinte era de mergulho.

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Era dia do liveaboard. Reservei com a Rum Runner ainda no Brasil. Pesquisei barcos com 2 dias/1 noite e a Rum Runner foi a mais em conta que achei. Eles são declaradamente uma opção econômica, sem frescuras, instalações básicas, 2 banheiros, feita para você aproveitar o mar –- e não o barco. É exatamente assim. Saiu por 330 AUD cada (mergulho ou snorkel) e só paguei no local.

 

Acordamos bem cedo e fomos andando para lá. Deixamos as mochilas guardadas no hotel, voltaríamos para lá no dia seguinte. Aliás, vale dizer que achei o Ibis Styles Cairns o melhor hotel da viagem. Muito acima do nosso padrão, eheheheh!

 

Aproveitamos para andar pela orla de Cairns enquanto amanhecia. Belo espetáculo.

 

Chegando lá e cumpridas as etapas iniciais, partimos. Eram 11 pax, sendo 6 mergulhadores e 5 de snorkel. Galera internacional, tripulação internacional, somente o capitão era australiano. Quase todos da Europa, mas tinha Canadá, Malásia e Hong Kong também.

 

Enjoei um pouco na ida, mas logo resolvi a história tomando um dramin rosa que eu tinha levado e ficando bem na proa do barco olhando ao longe. Quando o barco chega na Grande Barreira de Corais, e depois dos briefings gerais, engatamos na maravilhosa rotina que perduraria nos dois dias: prepara, mergulha, descansa/conversa, come, prepara, mergulha... etc. Quatro mergulhos no primeiro dia, um deles noturno. Aliás, o noturno foi ao som da trilha sonora de Tubarão, ahahahah. No fim das contas só vimos um tubarão(zinho) no dia seguinte, e ele foi embora.

 

De noite, galera conversando na proa, estrelas no céu, acabei dormindo lá. Acordei no começo da madrugada (agora o céu estava encoberto), vi que não tinha ninguém, fui dormir na minha cama. Dormi muito bem.

 

Como nesses dias a maior parte da atividade (e da baleza!) estava no fundo do mar -- e não temos câmera à prova d'água -- temos poucas fotos de lá.

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A rotina começa logo cedo. Mal acorda e engole um café, e já saímos pra mergulhar. Nesse dia eu fiz snorkel em vez de descansar depois dos mergulhos, queira aproveitar ao máximo o tempo restante. Foi quando vi o tubarãozinho. Foram 2 mergulhos pela manhã. Depois do almoço, o barco volta para Cairns.

 

Só posso dizer que valeu muito a pena ter feito o liveaboard, ter aprendido a mergulhar, e ter conhecido a Grande Barreira de Corais! MUITO.

 

Se você não mergulha, não se preocupe: achei o snorkel MUITO maneiro. Pode não ver o que tem láááá no fundo, mas a visão de cima já é linda. A Rum Runner faz um mergulho de batismo com você (está incluso) -– a Katia, mesmo já tendo feito um batismo-turistão em Porto de galinhas, amarelou dessa vez, ahahhaha. Mas ela curtiu bastante o snorkel.

 

E, São Pedro, amigão, meu muito obrigado mais uma vez! Uma das meninas da tripulação falou que não fazia aquele par de bons dias há cerca de 6 semanas.

 

Voltamos para Cairns no meio da tarde. Depois de um banho no hotel, saímos para passear pela cidade. Conhecemos o Lagoon, o piscinão público local. Parece piscina de resort! E TUDO é grátis: o piscinão, os banheiros, as churrasqueiras elétricas, as mesas, etc. Impressionante (para padrões brasileiros). Tudo muito regrado: tem horário, tem salva-vidas, tem segurança, não pode álcool, pede-se a gentileza de limpar as churrasqueiras após uso (estavam todas limpas, as que vimos), etc. Presenciamos uma fiscal apreendendo uma caixa de vinho de uma galera que estava numa das mesas.

 

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Galera curtindo o piscinão de noite

 

Depois de curtirmos a área, fizemos uma massagem-express num mercadinho (!!), compramos cervejas e comidinhas no mercado e fomos desfrutar no nosso quarto.

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É recomendável não viajar nas 24hs seguintes a um mergulho, então planejamos de passar mais um dia na cidade.

 

Tiramos o dia para conhecer Kuranda. Como a ideia era subir de trem e descer de teleférico, optamos por contratar um pacote (130 AUD) que incluía o retorno da estação de teleférico até o hotel. No fim das contas, acho que dei mole, poderia ter pego um transporte de volta mais guerreiro (público?) e teria economizado. Mas, enfim, fomos no esquema.

 

Pegamos o primeiro trem, às 8:30. Achei o trem da Kuranda Scenic Railway no estilo de Curitiba-Morretes, antigo, bem turístico. Como o vagão estava vazio (só nós 2 e mais um casal), fiz a viagem praticamente toda na varanda do vagão, ehehehe. Passamos por umas duas dezenas de túneis, e tem uma gravação (não parei pra ouvir) que vai contando a história da ferrovia. Simpáticas ferromoças nos orientam sobre o trem, a ferrovia e as atrações.

 

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Vista do trem

 

Chegando em Kuranda, a cidade é conforme esperado. Lojinhas e mais lojinhas.

 

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Fomos andando e apreciando até o Koala Gardens, o parque que a Katia queria ir para segurar um coala no colo. 17 AUD pra entra, 18 AUD pra tirar foto. Os 18 AUD são tipo uma permissão: valem uma foto profissional e tantas outras que você quiser tirar com o coala. Até eu, que não comprei permissão, tirei foto, ahahaha. É bem legal, o bichinho tava sonolento (ele passa o dia dormindo), todo bonzinho.

 

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Fora isso o parque tem um monte de cangurus e wallabies que você pode ficar alimentando. Eles comem literalmente na sua mão e não parecem se incomodar nem um pouco com a sua presença. Isso rende dezenas de fotos, claro.

 

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O parque tem também wombats, pássaros, crocodilos e uma parte muito maneira de cobras. Maneira porque as cobras não ficam dentro de gaiolas: você passa por uma passarela no meio do habitat delas. Claro, tem vários avisos para você não meter a mão fora do caminho, porque as cobras são venenosas. Muito bacana! O parque é pequeno, mas curtimos bastante.

 

Depois fui fazer uma trilha de 3km pela floresta, enquanto a Katia ficou na cidade. A trilha é bacaninha, toda urbanizada. Floresta bem tropical, a que estamos acostumados no Brasil. Dei uma acelerada porque o tempo era meio curto, tínhamos de descer de teleférico cerca de 13 hs, pra casar com o transporte que nos esperaria lá embaixo.

 

Compramos uma balinhas artesanais muito bonitas e saborosas por lá e ainda demos a sorte de ver a galera fazendo. Muito interessante.

 

O Skyrail é um dos teleféricos mais longos do mundo, levando cerca de 90 minutos o trajeto todo. Tem ainda duas paradas pelo caminho, uma em Gordon Falls (tinha também no trem de subida, mas do outro lado) e outra em Redwood. Ambas são curtas e bem interessantes.

 

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De volta a Cairns, o tempo foi fechando cada vez mais, enquanto batíamos perna pela cidade. Quando começou a chover estávamos na grama e rapidamente fomos nos abrigar. Foi a primeira chuva da viagem. Aproveitamos para fazer massagem (15 AUD!) novamente. Jantamos muito bem num indiano (Marinades) recomendado pelo Lonely Planet. Ainda compramos mais cervejas no mercado para a saideira no quarto mesmo.

 

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Esse foi um dia de viagem, praticamente. Acordamos cedo para passear pela Esplanade para o lado que ainda não havíamos ido. Muito maneira a urbanização da área de lazer da cidade. Fizemos check-out, passamos pelo mercado Ruddy’s, passeamos ainda mais pela cidade (passeio de despedida!) e pegamos o taxi para o aeroporto. O taxi saiu o mesmo que o shuttle pra duas pessoas (20 AUD).

 

No aeroporto, problemas: A Air New Zealand pesa as bagagens! Pra piorar, o limite era de 7kg. Danou-se!! Eu enchi meu casaco de coisas, sobretudo os livros, então minha mochila chegou aos 7kg, hehehehe. Mas a Katia não teve jeito, tivemos de pagar excesso (a passagem comprada era sem bagagem para despachar). Ainda com toda a encheção de saco (levou quase uma hora o processo todo!), *todos* os que nos atenderam foram extremamente afáveis e prestativos, inclusive pedindo reiteradamente mil desculpas pelo transtorno. Impressionante.

 

Aliás, o vídeo de segurança da Air New Zealand é ótimo! Nada a ver com aquela pasmaceira enfadonha padrão das cias aéreas, de longe o melhor que já vi.

 

Veja aqui:

http://youtu.be/xJheoLUtX_Q

 

Outro ponto a se ressaltar é o visual ESPETACULAR de quem fica na janela: a grande barreira de corais vista do alto é absolutamente sublime. Dá vontade de voltar.

 

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Siga o relato pela Nova Zelândia aqui: nova-zelandia-auckland-waitomo-rotorua-1-semana-t84234.html

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Acordamos ainda de madrugada em Auckland para pegar o busum das 5 da matina que nos deixaria no aeroporto. Chegamos em Sydney no meio da manhã.

 

Em Sydney, fomos de trem para o hotel, que ficava numa área mais central, ao lado do Hyde Park. Nossos planos para o dia eram apenas passear na região do Darling Harbour (agora de dia) e curtir nosso último dia de viagem. Até pensamos em ir para Manly ou fazer o caminho de Bondi a Coggee, mas optamos por desfrutar mais da região mais central cidade mesmo. Estava um belíssimo dia de sol.

 

Fomos andando para lá e aproveitamos para entrar no Chinese Gardens (6 AUD), que já estava fechado da outra vez que passamos lá. Muito bonito.

 

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Chinese Gardens

 

Fizemos uma pausa para cerva num bar no Darling Harbour (Waterfront).

 

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Darling Harbour

 

De lá, seguimos andando pelo Kings Wharf até o bairro The Rocks, por uma região que ainda estão construindo e desenvolvendo para ser nova área de lazer na cidade. Isso é que é! Passamos por belas e relativamente escondidas áreas nos wharfs (cais) da cidade. Batemos perna por The Rocks até o fim da tarde, depois retornamos em direção a Darling Harbour.

 

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A ponte de outro ângulo

 

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A Opera de qualquer ângulo

 

Aproveitamos um happy hour num bar cheio de cervas artesanais no Kings Wharf. Todas por 6 AUD. Cheio de gente também, mas era bem grande. Terminado o horário da happy hour (e da promoção), seguimos para Darling Harbour.

 

Queríamos que nossa última janta tivesse uma vista legal, então escolhemos o Olivo, que fazia um pacote maneiro de 35 AUD por entrada, principal e uma bebida. O problema é que nossa entrada e principal foram esquecidos! Fomos embora para outro, um mexicano (Marguerita Ville) bem cheio e muito bom. Felizmente uma bela janta de despedida!

 

Estava rolando um evento bem legal na cidade, Vivid Sydney. Ali no Darling Harbour rolava um espetáculo de luzes e som, que ficamos um tempo assistindo. Muito bacana. Voltamos para o hotel para dormir nossa última noite de viagem.

 

No dia seguinte pegamos o shuttle cedo pela manhã para o aeroporto. Começava o longo trajeto de volta. Fim de viagem!

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[valem tanto para a Austrália quanto para a Nova Zelândia]

 

As pessoas: A principal lembrança que guardo desta viagem é a incrível e incomum simpatia, amabilidade, prestatividade e etc. dos australianos e neozelandeses. Especialmente dos neozelandeses. Já viajamos para uma razoável quantidade de países e nunca tive contato com um povo tão de bem com a vida, parecendo realmente gostar do que faz e que te trata tão bem.

 

Traçando dois comparativos diversos, cito os escandinavos, que eram extremamente educados e cordiais, mas sem o calor dos aussies e kiwis. Turcos e gregos se parecem muito com os brasileiros, e, de fato, são bem mais calorosos no trato, mas -- tal qual no Brasil -- a coisa tende, com alguma frequência, a desandar para a malandragem. Não tive qualquer exemplo próximo de malandragem com aussies e kiwis.

 

Sinal para pedestres: É muito rápido! Mal abre e você começa a andar e o sinal já começa a piscar no vermelho! A coisa piora quando se tem cruzamentos de mão dupla e mão inglesa! Mas sempre dá pra atravessar na boa, sem correria. E a galera não é tão religiosa assim, muita gente atravessa no vermelho e fora da faixa, quando vê que não tem carros.

 

Banheiros públicos: Há muitos, em todos os cantos. Há sinalização espalhada pela cidade indicando os banheiros públicos. Sempre limpos, sempre com sabão e papel. Dos mais simples aos mais modernos. Já tinha visto coisa semelhante, na Suíça, mas me pareceu que na Austrália e Nova Zelândia há ainda mais fartura.

 

Bares: A regra é você ir no balcão, fazer seu pedido, pagar e levar para sua mesa.

Talvez seja influência britânica – eu realmente não me lembro como era na Inglaterra, tem muito tempo que fui.

 

Álcool: O consumo é bastante restrito. Várias áreas onde é proibido consumir. Via de regra é proibido consumir álcool em público, nas ruas. Não é tão simples encontrar bebidas em mercados, somente alguns têm licença para vender bebidas alcoólicas. Talvez seja inspiração inglesa também, não sei.

 

Kings of Leon: Tenho ouvido bastante nos últimos meses e a discografia deles foi basicamente o que levei para ouvir por lá. Eis que “Sex on fire” toca, duas vezes, no barco onde fizemos o liveaboard. Mais tarde, no último dia, uma dupla cantava essa mesma música num restaurante em Sydney. Para completar, entre as várias opções musicais no avião de volta da Qantas, havia um único disco do KL. Claro, era ele, o que tinha “Sex on fire”. Tornou-se, naturalmente, a música da viagem.

 

Qantas: Entre as opções de filme, havia um com desastre de avião, ahahahaha. “The Flight”. Nunca tinha visto isso! Escolhi na hora pra ver, sobretudo por ter Denzel Washington.

 

Bermudas: Vi muita gente na Austrália trabalhando de bermuda. Na NZ estava frio, então não vi. O Brasil, que é lugar mais quente (e bem mais úmido), ainda segue atrelado à velha importação de costumes e resiste à modernização.

 

Rugby: Provavelmente a popularidade do rugby por lá bate com a do futebol por aqui. Todos os dias que eu vi alguma coisa na TV, passava por algum canal esportivo passando rugby. Ao vivo, VT, análise, qualquer coisa.

 

 

 

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Expandindo horizontes pelo mundo!

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Gostei muito do seu relato e provavelmente vou usr bastante coisa do seu roteiro.

Gostaria apenas de saber mais ou menos quanto você gastou com alimentação nesse período.

 

Obrigada.

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