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Os perrengues de quem faz Bolívia e Peru em 17 dias sozinha!


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[align=justify][t3]16/06/2013 – Rafting[/t3]

 

Acordei cedo porque geral parava na frente do meu quarto pra conversar. Ouvi francês, espanhol, alemão... Ave! Depois do café, descobri que a vovozinha danada esqueceu de marcar meu rafting... E veio com a conversa de que não tinha disponibilidade pras 11h. Que ódio!!! Quase pedi meu dinheiro de volta, pensei em fazer em Cusco, mas ah, vai, só iam alterar 3 horas. Eles me buscariam às 14h, em vez de 11h. Então fui dar mais um passeio, comer algo... No Peru até meu apetite voltou! Mandei ver um chicharrón de calamar por 16 soles.

Eu sempre comia longe da Plaza de Armas. É mais barato! E olha que eu ainda paguei caro por muitas coisas porque entrava em restaurantes locais, mas só entrei em um pézão de porco, daqueles hardcore. O restante eram restaurantes mais baratos q na Plaza de Armas, mas mais caros que os mais simples ainda... Meio-termo.

 

Nessa espera pro rafting, também aproveitei pra ir ao mirador Yanahuara, bem bonito. Eu queria ter ido ao Mirador Sachaca, e nenhum city tour fazia. Acabei não indo, infelizmente. Podia ter pego um táxi, mas bateu uma preguiiiiiiça... A desvantagem do city tour é que um dos poucos lugares que eles param pra você descer é pra comprar coisas num “outlet de alpaca”. O resto dos pontos ou você não desce, ou desce rapidamente, como vi um monte de grupo fazer enquanto estava no Yanahuara. Pude ficar o tempo que eu quis, sem pressa... E até vi um peruano pedindo pra tirar foto com uma alemã bonita que visitava o lugar. Safado... Depois vai dizer que pegou ela, aposto! Kkkkk!!! O tour custa 45 soles em média, se alguém quiser fazer. Eu peguei uma van que me custou 80 centavos de sol, parei numa avenida e subi a pé até o mirador. De qualquer ponto de Arequipa os 3 vulcões estão te vigiando. É sensacional!!!

(Ah, não me perguntem o que quer dizer Yanahuara, Sachaca, essas coisas. Mal sei falar os nomes, que dirá os significados, rs!)

 

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Voltei pro hostel, e esperei os rapazes me buscarem pro rafting. Tava demorando pra alguém cantar “Ai se eu te pego”, e um dos rapazes conseguiu essa proeza. Te amo, Brasil! O rafting foi super tranquilo... Eles nos levam a um lugar para colocarmos as roupas de neoprene, porque a água é gelada e precisamos disso, depois vamos pro rio e recebemos instruções detalhadas antes de começarmos. Ele nos orienta sobre posição no bote, como abaixar, como manter a uniformidade pro bote não virar, e até se o bote virar como a gente deve proceder. Além disso um dos rapazes desce num caiaque, como segurança. É tudo muito bem planejado. Bem legal.

 

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A descida é mega light!! Esperava mais correnteza, mais bagunça, mas nossa, foi super tranquilo!! A correnteza é forte, sim, só que não tiveram muitas quedas d’água, e foi ótimo pra controlar o bote. Fiz com um casal de holandeses muito gente boa. O ponto alto do rafting foi uma pedra, de onde saltamos. O casal não parou pra pensar: se jogou! Um de cada vez, claro. A covardona, quando tava lá em cima, viu que as pedras eram meio barrigudinhas, e se eu não pulasse afastada, me arrebentaria nelas. Travei. O guia falava pra eu não pular se não me sentisse segura, mas que se pulasse longe não teria o menor problema. Eu ameaçava, mas não ia. Con-ge-lei! Daí me deu uns 5 minutos e gritei “LEJOOOOOOOOooooo!!!!” e TCHIBUM!!! Saí da água tremendo a ponto de as pernas não se controlarem. É muita adrenalina!! Foi demaaaaaais!!!

 

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Na volta, fui acessar a internet no hostel, e comecei a conversar com uma menina em inglês, negociando o acesso. Daí o namorado dela chegou e eles falaram... Em português!! KKKKKKKK!!! Brasileiro é uma raça mesmo!! Kkkkkkk!!! Rachamos de rir com esse acaso! Pelo menos continuamos praticando o inglês, né?

Meu calcanhar direito a essa altura tava em carne viva porque não parei de andar desde a Isla del Sol. Ia trocando o band-aid, passando antisséptico, mas nada de cicatrizar porque eu não parava... E não ia parar mesmo! Voltei do rafting, e continuei andando em Arequipa.[/align]

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[align=justify][t3]17/06/2013 – O Canion del Colca![/t3]

 

E começo meu dia com mais uma bola fora da vovó do hostel... Ela me disse que a agência passaria pra me buscar às 8 da manhã, então levantei, tomei meu banho sossegada, e às 7:20, hora em que subiria pra tomar café... Ela bate na minha porta dizendo que eles estão na porta!! Fiadamain!! Saí sem café, e ainda fiquei no ônibus esperando eles recolherem os gringos dos outros hotéis. Se eu soubesse, tinha me lixado e ficado sossegada tomando meu café, né?

 

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Mais um tour sem outro brasileiro além de mim. Nesse grupo tinham uns indianos falando em inglês, posando de americanos. Digo isso porque eles falaram pra todo mundo que eram americanos, mesmo com aquelas olheiras e aquela cara típica! O guia depois me contou que pra ele o senhor disse que eram imigrantes... Que bobagem!! Que diferença faria pra qualquer um de nós se eles eram de um lugar ou de outro?! Aiai... Nessas horas eu via que não é só brasileiro que gosta de arrotar caviar, rs...

 

O primeiro dia do tour é meio que um blablabla sem fim. Eles param o ônibus no meio da estrada um monte de vezes pro povo tirar foto das vicunhas (pelo menos eu aprendi a diferença entre lhama, alpaca e vicunha, rsrsrs), depois eles param num lugar pra gente pagar 3 soles pra tomar um chá de coca e comprar maaaais artesanato, se quisermos, e por fim paramos no portal de Chivay pra pagar a taxa de entrada. Maldita vovó do hostel!! Ela não me disse que esse pagamento era por fora do pacote, e eu não lembrava de ter lido isso aqui no Mochileiros!! Mais uma vez eu tava com o dinheirinho contado, e paguei 40 soles porque soy de latinoamerica. Os outros pagaram 70, e locais pagam 20. Por que no Brasil a gente tem que pagar o mesmo valor que os gringos nos pontos turísticos, se em outros países todo cidadão tem um descontinho?

Daí fomos almoçar num buffet, 25 soles por pessoa, e eu tinha a opção de pagar 10 por uma sopa. Fui zoiuda e não quis, fui de buffet mesmo. Joguei dinheiro fora, porque voltei a sentir a altitude, e aquela comida não me apeteceu. Tomei dois pratos de sopa... Bem feito!

 

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Depois nos acomodaram num hotel em Chivay, e quase todos foram pras águas termais (15 soles o acesso). A monga aqui esqueceu o biquíni no hostel, então fui caminhar com duas peruanas e duas inglesas que não quiseram ir no termas. Pensava que ainda poderia ir em Águas Calientes. Meu pé direito me lembrava toda hora de que eu precisava descansar, mas ah, eu já tava tão lascada que preferia continuar caminhando! Fizemos uma trilha curta, passamos por uma espécie de arena onde eles colocam (ou colocavam, meu portunhol não entendeu direito) os bois pra brigar, e num forte militar “da época inca”.

 

À noite jantamos num restaurante muito maneiro. Menu por 20 soles me permitiu comer uma truta ótima. O mais maneiro foram as danças típicas. Cantaram, dançaram, tudo com muita alegria e humor. Legal mesmo. De repente o líder apresentador nos deu tchau, apagaram as luzes, e nos mandaram embora assim, ahahhaha!! Tudo bem, tínhamos que dormir cedo pra acordar às 5 da manhã...

 

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[align=justify][t3]18/06/2013 – O Cânion do Colca (finalmente!)[/t3]

 

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Friiiiiiiio de novo, meu Deus!! Acordamos às 5 da madrugada, e bora todo mundo pra estrada. Eu estava de mau humor de novo por causa da altitude. Ali em Chivay não é tão alto, pelo contrário, a gente desceu bastante. Mas pra descer, tivemos antes que subir, e essa subida me fez um mal danado. Estou falando isso pra explicar por que não vi graça nenhuma em ficar parando a todo momento pra tirar foto em vez de ir direto pra Cruz del Condor. O nosso guia, o Ale, foi muito bom, um rapaz muito gente boa, bem-humorado, e manja das coisas, como todos os outros que encontrei nessa viagem. Mas eu acho que faria o tour em um dia apenas, mesmo sendo cansativo, como falaram. Melhor do que ficar perdendo tempo com um monte de parada que considerei inútil. E foi tão cansativo quanto se fizesse em um dia. A vista era liiiiinda, mas não tinha necessidade de parar a cada 10 minutos! Se parássemos menos, acho que aproveitaríamos mais! Sem contar que umas 3 paradas eram pra... Compras! Haja dinheiro! Saímos 5:30, e chegamos umas 8:00 na Cruz del Condor. Façam as contas.

 

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A vista dos condores é muito bacana mesmo. É lindo vê-los planando sobre a sua cabeça. Os danadinhos demoram a aparecer, e você fica naquela expectativa, e na apreensão de ter viajado tanto pra não vê-los. Parece que eles ficam esperando você implorar por eles, rs... Então começa um. Depois dois. Três. Quando você se dá conta, tem um monte! E o cânion é lindo, lindo. Turista que é um saco. É gente subindo na mureta, apesar do aviso pra não subir porque é perigoso cair, é gente gri-tan-do pra tirar foto (não sei como não afastam os condores)... Enlouquecedor, tanto os condores voando lindamente sobre você, quanto os turistas querendo o melhor ângulo pra foto e esquecendo que ver com os próprios olhos é melhor que pela lente da câmera.

 

(ou isso é desculpa pra não colocar fotos dos condores, rs... minha câmera é daquelas amadoras, não tira fotos com qualidade nem a longa distância, nem de coisas em movimento. então pra evitar que vocês pensem "só isso???" eu prefiro deixar pra vocês procurarem imagens no google, ou melhor ainda: que vocês vão até lá! :) )

 

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Exatamente uma hora depois estávamos tomando o caminho de volta. Ainda passamos em outro restaurante pra almoçar. Mais 25 soles o buffet, e a bobona aqui não aprendeu... Tava lá de novo. Tentei comer cuy, mas mordi a coxinha dele e desisti. Não dá pra comer porquinho da índia!!! Tenho muita pena, meldels!! Nessa hora, se minha cabeça explodisse de vez, eu seria mais feliz. Latejava demais, meu corpo tava mole de novo... Uó!

 

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De volta em Arequipa, peguei minha mala grande no Home Sweet Home e fui comer algo no Mamut (8,70 soles um lanche incrível) antes de ir pro Terrapuerto, rumo a Cusco. Sim, terrapuerto! É um barato eles chamarem rodoviária de terrapuerto só porque segundo eles é um terminal de ônibus mais chique que os normais que eles têm lá. Não vi diferença nenhuma, mas tá bom![/align]

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[align=justify][t3]19/06/2013 - Cusco - Águas Calientes[/t3]

 

O ônibus que me trouxe a Cusco foi da empresa Oltursa. O Cruz del Sur custava 130 soles pra ir de cama, e esse, como disse antes, custou 90. E o serviço é igualzinho, pelo que me contaram. Acho que só não tem TV individual. Comi uma comidinha gostosa, tipo um arroz chinês, tomei coca... Comi naquelas, porque em nenhum momento da viagem eu tive o apetite que tenho no Brasil, rs... Enfim. Valeu muito a pena. É beeeem confortável, e tem calefação, algo bem importante porque faz um frio da gota no caminho!

 

Em Cusco fui direto pro Pariwana (38 soles o quarto com banheiro pra 6 pessoas), mas não fiquei hospedada direto lá. Deixei minha mala no guarda-volumes e esperei o taxista que me levou pro hostel (8 soles a partir da rodoviária) me buscar pra fazer o passeio pelo Vale Sagrado. Ele começou querendo 80 soles, o maluco! Daí fez por 40 e eu achando que tava no lucro. Descobri que todo mundo no ônibus pagou 30... Loser again!

 

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O guia desse tour também manjava bastante e era bem atencioso, mas não senti ele tão próximo quanto os outros dos outros passeios. Cusco e os cusquenhos são mais profissionais, mais objetivos. Durante o tour passamos por Sacsayhuaman. Não descemos, mas pra mim tava de bom tamanho. Não queria pagar mais 70 soles só pra ver essas ruínas. Louca? Pode ser. O pouco que vi me mostrou que seria um programão, algo lindo de se fazer, mas morrer mais uma grana porque só tinha interesse em mais um único atrativo no meio do pacote todo? Deixa pra lá (é, meu mau humor tava no limite...tinha voltado a sentir a altitude. Gente, esse problema só me largou em Arequipa, a cidade-amor!).

 

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Pisac é uma graça. Amei demais. Caminhei pra dedéu lá, tanto que me perdi de todo mundo e fiquei com medo de ter perdido o ônibus. Ave Maria!!! Depois de Pisac, paramos pra almoçar num restaurante xexelento. Não vou falar sobre o único brasileiro que tava no grupo. Só digo que não nos misturamos. Ele preferiu os amiguinhos italianos e chilenos dele, que depois o largaram sozinho em Ollanta... rs... Bom, o restaurante era xexelento. Cobrava 25 soles por um buffet medíocre, com opções mais minguadas que os anteriores pelos quais eu havia passado. Não quis ficar lá, óbvio, mas na saída uma mulher me abordou e disse que faria por 12 soles. Como eu tava com preguiça de procurar outro lugar, aceitei. E o refri, que lá dentro custava 5 soles, e eu paguei 1 sol pela mesma bebida na lojinha da mulher na saída do restaurante?! Turismo é mesmo uma tristeza...rs. Nessa hora senti saudade da Coca a 1 boliviano, rsrs...

 

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Ollantaytambo é um charme. Não só a cidadezinha, como aquele parque arqueológico lá. Adorei. É exaustivo subir aquele monte de “degraus”, mas vale cada segundinho de esforço. Lá na base o guia não nos levou a uma parte do parque. Eu descobri essa parte só porque ali me afastaria mesmo do grupo, pra esperar meu trem pra Águas Calientes. E é maravilhosa! Vi também que lá em cima dele deixou de nos levar a um ponto que tinha uma casinha (se vocês continuarem à esquerda de quem estiver olhando a cidade, vocês vão chegar nesse ponto), só que eu preferi não subir de novo porque mal me aguentava... Fiquei lá embaixo relaxando nos banquinhos, caminhando nesse “labirintozinho” que o guia não tinha mostrado, até umas 17:45, depois fui comer algo.

 

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O trem de ida custou US$ 52, e o de volta, US$ 56. Preferi o horário da noite, mesmo sabendo que não veria a linda paisagem do caminho. Fiz isso porque poderia aproveitar melhor as cidades durante o dia.

O Peru Rail saiu quase pontualmente às 19:00. Às 21:00 eu estava em Machu Picchu Pueblo, ou Águas Calientes. O nome da cidade foi alterado, mas todo mundo ainda chama pelo segundo nome. Na saída da estação tem uma galera te chamando pra oferecer hotel, pacote... Você escolhe o que quer. Eu resolvi confiar numa moça que me ofereceu a 25 soles um quarto individual com banheiro, TV e água quente. E não é que dei sorte!! Ô, GLÓRIA!!! No dia seguinte a vida me ensinaria a não comemorar muito efusivamente uma pontinha de sorte que você dá, rs, mas eu ainda não sabia...

 

O hotel é o “Las Bromelias”, e fica aí outra recomendação pra vocês. É um hotel familiar. A família mora lá mesmo, rs! Os quartos são muito bons, a cama é maravilhosaaaaa, os lençóis cheiram limpeza, a TV é a cabo (assisti Fina Estampa!! Ae Brasil!!), e o chuveiro é muito bom! Por 25 soles, poxa, me senti pela primeira vez mal por pagar tão barato por algo tão bom. O cara do hotel inclusive me levou onde vendem os bilhetes pro ônibus de Machu Picchu (US$ 18,50 ida e volta), coisa que nem precisava... Era só me falar como fazia pra ir. Muito gente fina!![/align]

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[align=justify][t3]20/06/2013 – Machu Picchu[/t3]

 

Com os bilhetes comprados na noite anterior, entrei na fila pra pegar o ônibus pra subir Machu Picchu. A fila era minúscula às 5:30 da manhã. Contrariando mais uma vez as opiniões, agora que estive lá entendi que não é necessário madrugar pra visitar a cidade inca. Dá muito bem pra ir mais tarde e dormir um pouquinho mais. Os guias ficam na porta um tempão procurando turistas, e só fecham quase 6 da tarde. Não precisa se afobar. Mesmo se você for ao Wayna Picchu, como foi o meu caso.

 

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Cheguei lá cedão e fiz a visita guiada. Saiu a 25 soles porque meu grupo consistia em 3 argentinas e eu. Não, não é porque elas eram argentinas, é só porque o grupo era pequeno mesmo, rsrsrsrs! Elas eram muito divertidas. Dei muita risada com as trapalhadas delas! O tour também foi bacana... A guia conta sobre a reconstrução da cidade, e elegantemente nos dá a entender que os americanos depenaram os peruanos quando o Hiram Bingham levou pros EUA tudo que “descobriu” lá, com a promessa de que devolveriam depois de terminados os estudos sobre as peças. Até hoje “terminaram” pouquíssimos...

 

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Terminada a visita guiada, ainda tirei a foto clássica, que não ficou tão clássica porque pedi a uma senhorinha americana, e ela não sabia tirar fotos direito, rs... É o ônus porque não escolho a pessoa certa pra fotografar! Passeei um monte lá, e a chuva ia e vinha. Gostei, achei super bacana, mas fiquei decepcionada ao saber que 70% daquilo tudo é reconstruído. Paguei uma baba achando que veria uma cidade inca intocada (limpa e restaurada, mas não reconstruída pra turista ver), então me decepcionei um pouco. Não me informei direito, acho, e criei uma ilusão. O que não quer dizer que não gostei, longe disso! Estive lá, aproveitei, achei lindo e me apaixonei pelas lhamitas que vivem naquele pedaço de paraíso "artificial".

 

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É tudo muuuuito caro pra você chegar até lá. E lá, inclusive, vale reforçar a recomendação que vocês já devem estar cansados de saber: levem as coisas pelo menos de Águas Calientes. Uma lata de coca em Machu Picchu custa 10 (sim, DEZ!) soles!! O banheiro também é pago, pra variar. Custa 1 ou 1,50 sol, não lembro.

Os arredores são magníficos. Parem pra olhar em volta quando estiverem lá. Não é à toa que os espanhóis não acharam essa cidade, e que demorou um tempão pra alguém chegar lá. Machu Picchu está cravada no meio de montanhas altas, meio escondidinha... E essas montanhas são liiiiiindas!!!

 

Wayna Picchu foi meu grande desafio da viagem. Quando deu meu horário, comecei a subir. Tinha uma galera descendo com a maior cara de sofrimento, e eu fiquei meio cabreira... mas bora lá! A subida é complicada, bem cansativa. Só não quase morri como na Isla del Sol porque graças a Deus ali não tinha um malão de 10kg nas costas, mas é duro, viu? A vista te faz esquecer as dificuldades. Ou melhor, o pouco que eu tive coragem de ver, pois quando cheguei lá em cima, entrei em pânico. Descobri que tenho medo de altura quando passei aquele vão estreitíssimo que todo mundo comenta, e cheguei na escadinha de madeira pra finalmente alcançar o cume.

 

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Não tinha condições psicológicas de sair da escadinha. Literalmente não cagava, nem saía da moita... Um guia peruano me disse que eu não podia descer de volta por ali, e me ajudou a passar pro outro lado. Então meu anjo salvador apareceu. Efraim, funcionário de Machu Picchu que fica lá no cume monitorando os visitantes, disse que se eu já estava sofrendo ali, a volta por onde o homem tinha falado seria muito pior, pois eu teria que me apoiar nos vãos da montanha e pisar em degraus estreitos... Se olhasse pra baixo, babau. Ele terminou de dizer isso eu comecei a chorar, porque nuuuuuuunca maaaaaaiiissss eu sairia de láááá!!!!!

 

O Efraim sorriu, pegou minhas coisas e me deu a mão. Antes de me ajudar a descer, ele me levou sei lá de que jeito até uma pedra, e me tirou duas fotos, dizendo que se eu tinha chegado até ali, eu tinha que fazer valer! Tentou me acalmar, dizendo que a pedra não se moveria, que dependia de mim a minha segurança, que eu tinha o controle do que devia fazer, e que pachamama estava ali pra nos proteger... E eu choraaaaaaaaaaava... kkkkkkk!!

 

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E por que subi foi uma pergunta que um terceiro guia me fez. Ora, seu tonto, subi porque nesse caso, pra cima todo santo ajuda! Fui em meio à vegetação, sempre tinha onde me apoiar, e só lá em cima é que não tem nada de apoio! Tudo bem, ficou a lição pra nunca mais subir em montanhas, mas não me torra, seu chato!

Depois que o Efraim (um beijo, seu lindo!!) me ajudou a chegar num ponto que eu considerava seguro, retomei minha descida. Quem ainda tava subindo foi generoso. Me esperavam sair do caminho bem devagarzinho, me diziam “take your time!” “you go, girl!” Foi 10. Quando estava chegando lá embaixo, um guia maluco impregnou em mim. Queria me vender o tour guiado, depois queria me vender uma “massagem de reiki”, queria me levar a um lugar “onde só ele conhecia, e que era mágico”... Aham Cláudia, senta lá. O que o cara falou de mais importante foi “Você vai ter um tempão livre aqui, já que o desmoronamento foi grave e não tem trem saindo de Águas Calientes”... QUÊ?!?!??!

 

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É, meus amiguinhos. Na minha viagem ainda teve desmoronamento de barranco, e os trens estavam completamente parados desde as 5:30 da manhã. Umas 13:20 eu tomei o ônibus de volta pra Águas Calientes e fui pensando no que fazer. Passei na estação de trem, e não havia previsão nem de qualquer notícia, que diria de restabelecimento das atividades... Fui almoçar (22 soles porque mais uma vez fui besta e não caminhei, comi do lado do hotel, e eles ainda cobram 10%!! Mas lá pra cima, perto das águas termais, custa 15 soles o Menu). Depois pensei em tomar um banho nas águas termais, e subi lá pra entrada. Sou tão abençoada que as piscinas naturais estava fechadas pra manutenção!!!!!

 

Sem perspectiva de nada, voltei pra estação de trem, e sentei no chão porque havia uma parte com bancos que estava trancada. Geral começou a pegar no pé do guarda, e ele abriu lá pra quem tinha bilhete na mão. Isso eram umas 15:30. Só lá pelas 17:30 disseram que os trens começariam a sair de Ollantaytambo às 18:00, que 19:30 estaria ali o primeiro trem pra levar a galera que tinha que ter saído às 5:30 da manhã. Mas isso também só falaram às 20:00, que foi quando o trem efetivamente chegou. Se não chegou ainda mais tarde, porque já tinha desistido de controlar o horário!

 

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Por Deus eu encontrei uma família brasileira lá. Sou gratíssima a eles por terem me acolhido. Demos muitas risadas, nos distraímos em meio ao caos generalizado que tinha se tornado aquela estação. Àquela altura nós já tínhamos entrado no saguão de embarque, a mesma ideia de todos os outros turistas. Mas podíamos nos mexer. Passamos maus tempos ali... Teve gente se agredindo, gente arrastando outra no chão, gente tentando arrombar as portas de embarque (não entendo por que... Não tinha trem... e mesmo que tivesse, adianta ser selvagem? Foi um desastre natural, ninguém fez isso tudo de propósito).

Só conseguimos embarcar no último trem que veio, às 22:30. Nessa hora ninguém mais cobrou nem ticket, nem passaporte, nem nada. Socaram todos os remanescentes nesse trem. Foi gente em pé, umas inglesas tenebrosas e bêbadas cantando mal, um fedor de peixe podre dentro do trem... O horror, o horror!!! Eu só queria ir embora dali o mais rápido possível.

 

Na confusão do embarque eu perdi a família brasileira. No mesmo vagão embarcaram outros brasileiros que estavam com a gente, mas a família também acabou se dividindo nos vagões, soube depois. E a coisa ainda não acabou...[/align]

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[align=justify][t3]21/06/2013[/t3]

 

Chegamos em Ollanta umas 0:30. Os caras queriam 40, 50 soles pra levar a gente pra Cusco. A passagem normalmente custava 10. Eu achei extorsivo e resolvi ficar em Ollantaytambo. Outro erro! Bati em uns 5 ou 6 hotéis e nenhum abriu a porta!! Tava frio, eu não tinha onde ficar e os carros já tinham ido embora. Mais uma vez achei uma luzinha no fim do túnel. Já estava andando a esmo pelas ruelas bonitas e desertas de Ollanta, quando um último ônibus parou na praça onde eu havia pensado em ficar até o dia seguinte. Por 20 soles fui levada pra Cusco. Depois uma das meninas da família me contou que a Peru Rail tava dando ônibus de graças pra Cusco. Mas esses feladamain avisaram quando a gente tava saindo da estação? NÃO!!!

 

Finalmente às 2:30 da manhã eu estava em Cusco, querendo banho e cama. E como estava em albergue, tive que ficar direto com a cama... Achei que deitaria e desmaiaria de cansaço. NÃÃOOOOO mais uma vez!! Dentre meus colegas de quarto haviam um cara que roncava mais que motor de caminhão de fórmula truck e outro que estava soltando pela retaguarda até o que já não tinha mais no intestino. Passou a noite inteira assim: cada vez que levantava, peidava e acendia a luz. Engraçadíssimo quando não é você que tá com essa diarreia e não é você que tá tendo que aguentar essa situação! O quarto tava podre. E por isso deixo mais uma recomendação: se ficar em albergue, fique em quarto sem banheiro!! Além de ser mais barato, você não corre esses riscos!

 

Pra minha felicidade, o rei do quarto iria embora hoje. Não preciso dizer que não dormi direito. Às 8 da manhã saí pra caminhar pela cidade. Aquilo pra mim tinha sido a gota d’água. Alterei minha passagem de retorno pro Brasil, e comprei outra pra ir até Santa Cruz de la Sierra. Tomei um senhor prejuízo, mas eu tava disposta a ir embora até imediatamente, se tivesse sido possível.

Depois de garantido o meu retorno, fui ao Qoricancha (10 soles a entrada). Bem bonito, o Templo do Sol. Na porta tem um monte de guia oferecendo os serviços, mas entrei na portaria antes, e vi que não seria necessário. Passeei sozinha lá dentro, depois saí pra bater perna, que é o que me restava...

 

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A cidade estava lotadaça, e completamente na expectativa pro Inti Raymi. A minha intenção era ter ficado lá até o dia 24, quando começariam as festividades oficialmente; porém foi tanta coisa absurda que me aconteceu que eu fui fraca e desisti. Ainda assim pude ver um pouco das festas. São diversos grupos que desfilam em blocos: tem os blocos escolares, os de agricultores, de policiais, etc. Tudo sempre muito bonito, muito colorido e alegre.

 

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E foi isso o resto do dia: passeei, fiz massagem (25 soles), fui na pedra dos 12 ângulos (eu achei sozinha, mas tem gente que não acha e fica te enchendo o saco pra dizer onde tá. Eu devia ter deixado os menininhos peruanos cobrarem os 1, 2 soles que eles cobram pra mostrar, kkkkkk!), e jantei no próprio Pariwana. Olha, que comida boa!! Um lomo saltado incrível por 14 soles. Comer nesse albergue virou meu hobby, porque só tinha coisa gostosa e a um preço bom! Nessa noite eu pude dormir bem...

 

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[align=justify][t3]22/06/2013 a 24/06/2013 – FIM!!![/t3]

 

Meu descanso só durou essa noite, porque o rei cagão tava de volta... NÃÃÃOOOO!! Meu Deus, era demais pra mim!! Ainda bem que seria minha última noite!! Bom, vou resumir o resto, porque não fiz nada de mais, só continuei me lascando, rs... Bati perna o dia todo pela cidade, e única coisa que fiz que foi muito legal nesse dia foi ir ao Centro Qosqo de Arte Nativo, um centro cultural que fica ali na Av. El Sol e vale muito uma visita. Eles têm apresentações todos os dias às 19:00, e mostram as danças típicas de todas as regiões do Peru. É bonito e divertido você ouvir as canções em quéchua!! A entrada custa 25 soles pra estrangeiros. Achei um investimento legal, porque tem muita música, cor e dança. Também fui ao Museu Inca, mas achei razoável. 10 soles a entrada. Tem umas múmias lá, várias cerâmicas, mas na real, eu tava mais era preenchendo tempo pra ir embora.

 

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Não dormi essa noite, como era de se esperar, porque foi uma sinfonia maldita de roncos e idas ao banheiro. Me levantei antes do previsto e fui embora. O pessoal do Pariwana chamou um táxi pra mim, que custou 10 soles até o aeroporto.

O Pariwana é bacana e confortável. Você pode optar por fazer todas as suas refeições lá, e eles têm uma sala pra assistir filmes piratas. Assisti vários com uma francesa e um cubano que ama o Brasil e fala um português melhor que muito brasileiro! O chuveiro é bom, as camas são largas, há um edredom bem fofo, mas o velho mal de não trocar a roupa de cama persiste. Desconfio que seja no Hilton, seja na casa da luz vermelha, ninguém nunca troca as roupas de cama, rs...

 

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Em 23/06 parti pra Santa Cruz, e quando cheguei lá deixei minha mala num guarda equipaje (25 BOB por 24h), e tomei uma van (6 BOB) até a plaza de armas. Pelo menos o motorista disse que ia... Daí ele parou num lugar e disse que não, não ia, mas que dali por 10 bolivianos eu tomava um táxi até lá. Legal, né? Por sorte tinha um casal de peruanos na mesma van, e rachamos o táxi.

 

Pois tinha acabado meu dinheiro, e mais uma vez burra, não tinha sacado nada no aeroporto. Não contava que meu cartão seria bloqueado “por segurança” de novo (odeio as instituições bancárias), e que o outro cartão não estava operando em um monte de caixas. Chovia muito em Santa Cruz, era domingo e muitas, pra não dizer quase todas as lojas estavam fechadas. Não tinha onde comer, e mesmo que tivesse, não tinha dinheiro nem pra voltar pro aeroporto.

Comecei a ficar desesperada. Não tinha casa de câmbio aberta, não tinha nada!! Depois de muito, muito rodar, consegui sacar um tico-tico num caixa, e aí fui mais feliz. Comi, passeei um pouco lá, e quando ficou escuro voltei pro aeroporto. Chega de dar sopa pro azar, né?

 

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Minha história finaliza no aeroporto, no melhor estilo Tom Hanks em “Terminal”. Fiquei horas lá zanzando até chamarem pro embarque. Até dormi nos bancos lá do piso superior, mas acho que mudaram, pq não era confortável como tanto disseram aqui no Mochileiros. São iguais aos do piso inferior, de metal. A vantagem é que, diferente dos bancos brasileiros, eles não têm aquelas divisões de assento, então dá pra gente deitar ::otemo:: . E pra encerrar com chave de outro, o safado pilantra ordinário da imigração boliviana cismou comigo. Me fazia perguntas pra me confundir, ou perguntas idiotas como “O que você veio fazer aqui?” Eu respondia “Viajar”. Ele fazia careta e dizia “Turismo?” E eu “Sim, claro. Se estou lhe dizendo que vim viajar...”. Daí ele me mandou ser re-vis-ta-da por uma oficial deles. Mermão, só não sambei na cara dele porque tava era de saco cheio e seria presa porque ia matar um se botasse a mão. A mulher, que tava acompanhando tudo, viu que ele tava era querendo me tirar do sério apenas, então ela me levou pra salinha, mas só fez aquela revista tipo quando a gente entra na balada, e foi muito bacana e respeitosa, bem diferente do amigo escroto dela. Cara escroto. Eu nunca mais quero pisar na Bolívia.

 

Bom, é isso, gente. Tive muitos momentos bacanas, conheci gente boníssima, ouvi histórias muito boas, dei muita risada, fui muito feliz por diversas vezes, vi coisas incríveis, mas olhem,chega de tanta coisa louca acontecendo com uma pessoa só! Desejo ótima viagem pra quem vai. Os perrengues são naturais de acontecerem, mas desejo também que aconteçam em menor quantidade pra vocês!! Rs[/align]

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Ótimo relato! Confesso que nunca tive muita vontade para fazer uma viagem dessas pela Bolívia e Peru, mas o seu relato está parece tão real que está me deixando inspirando... rs Pelo menos para o Peru, já que os bolivianos parece não terem passado uma boa impressão do país, sobretudo nas cidades e locais mais turísticos... Katiene, se possível, faça uma conversão das moedas para o real ou mesmo para o dólar americano, para termos uma noção do valor dos gastos com hospedagem, alimentação, locomoção... Abração.

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Titi, adoro te ler! <3

 

No começo, fiquei impressionada com a quantidade de perrengues da sua viagem, mas depois comecei a pensar e acho que é um dos problemas de se viajar sozinha. Quando se vai acompanhado, os humores do grupo são diferentes e o que está melhorzinho acaba influenciando o que está pior, o animado convence o desanimado e etc. Sozinha deve ser tenso demaaaaaais.

 

Eu amei a Bolívia. Achei o povo ótimo, sempre foram muito prestativos comigo e, tirando os problemas de taxas não informadas pelo meio do caminho, fui bem atendida. Voltaria. Fiquei chateada por você não ter conseguido curtir tanto o Peru. Aquele lugar é universal e acho que se você não tivesse tido tantos contrapontos, teria se apaixonado.

 

Parabéns mesmo, amiga. O seu relato ficou sensacional!

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Parabéns pelo relato! É importante contar os perrengues pro pessoal se preparar, se é que a preparação é possível. Em viagens, nem tudo são flores e os apertos acontecem mesmo.

Nunca visitei a Bolívia, mas estive no Peru há 2 meses atrás. Meu marido passou um perrengue que quase nos custou a visita a Machu Picchu.

 

Enfim, viajar sozinho é sempre um grande desafio e tenho certeza que você voltou, de alguma forma, mais forte dessa viagem. ::otemo::

 

[]'s,

Camila Guerra

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