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Queridos leitores e viajantes, gostaria de deixar a minha contribuição sobre Buenos Aires. Estive durante 6 dias nessa cidade maravilhosa, que acolheu a mim e minha namorada de forma especial e surpreendente, e agora estarei narrando toda a minha experiência para vocês, desde nossos passeios, restaurantes, compras e opinião sobre a cidade, espero que ajude outros novos viajantes, que assim como eu, passarão os próximos meses planejando essa viagem.

Bom, antes de destrinchar o nosso roteiro de seis dias, gostaria de fazer algumas observações sobre alguns temas em Buenos Aires que achamos pertinentes à quem vai pela primeira vez a BsAs. Quando estamos planejando uma viagem à um local em que nunca estivemos, a curiosidade é grande acerca dos vários aspectos, não sabemos o que está nos esperando e essas pesquisas são de grande valia, devo admitir que estou surpreso com quase tudo que encontrei nessa cidade e tudo aconteceu na mais perfeita ordem.

 

Translado – Não foi fácil decidir qual meio de transporte usar do aeroporto de Ezeiza até o nosso hotel (Falarei dele em seguida), que ficava no Bairro da Recoleta. Pesquisei sobre Taxis, Remis, ônibus e decidi contratar os serviços de um taxista chamado [Conteúdo Editado por violar a Regra 2 do TDSDCM]. As indicações sobre Marcelo são inúmeras dentro dos blogs, no início fiquei com um pé atrás, mas ganhei confiança e não me arrependi, eles são uma equipe de 8 taxistas que entendem muito bem o portunhol e tratam os brasileiros de forma ímpar. Na chegada a Buenos Aires fomos recebidos sem atrasos por um rapaz chamado “Kike”, que nós ajudou bastante e nos deu várias dicas sobre a cidade nos quase 50 minutos de trajeto ao hotel. Gostamos tanto que fechamos ali mesmo um pacote para o Zoológico de Lujan (Falarei em seguida) e o translado de volta. Não irei postar os preços, pois a economia da Argentina faz com que mude constantemente, mas quem tiver interesse basta contatá-los pelo e-mail ([email protected]).

 

Bairro e Hotel – Outra difícil decisão: Em que bairro ficar¿ Após muita pesquisa optamos pela Recoleta, queríamos tranquilidade, nosso objetivo era caminhar com calma por Buenos aires, provando o gostinho de cada rua, sem pressa. A escolha não poderia ter sido melhor, a Recoleta nos acolheu muito bem, a cada manhã e noite que caminhávamos pelas ruas e admirávamos seus edifícios centenários, sentimos que fizemos a escolha certa, de todos nosso bairro preferido. O Hotel chama-se Dazzler Tower Recoleta, novíssimo, atendimento muito bom, quartos limpos, café da manhã padrão e localização perfeita, fica a umas 5 quadras do metrô, um pouco cansativo, mas adoramos, pois queríamos aproveitar essas caminhadas.

 

Taxis: Todos que estão pesquisando e planejando essa viagem se assusta com os inúmeros relatos sobre golpes nos taxis, por sorte saímos sem nenhum prejuízo, mas tomamos todas as precauções possíveis. Primeiro, sempre pegávamos taxis em locais seguros, claros e movimentados (Radio Taxis), quando entravamos no carro, cumprimentávamos o motorista e gravávamos o nome dele, que fica numa placa atrás do banco, Dizíamos nosso destino detalhadamente (Sempre tenha um mapa em mãos) e acompanhávamos o trajeto. Na hora do pagamento sempre tínhamos trocados e aproximávamos o valor para cima (Por exemplo: de 22,50 para 25,00; de 38 para 40), tivemos apenas uma experiência ruim no primeiro dia, quando tentamos dialogar com o motorista e ele disse que não tinha necessidade de estarmos falando com ele, após isso entravamos mudos e saímos calados, apenas o necessário.

 

Telefone: Muitas e muitas cabines, o preço não é caro, mas também não é tão barato, dá para ligar todos os dias para casa e dar notícia de vida. Sempre usem os Kioscos.

 

Mapa: Esse é um dos pontos que considerei mais importantes da nossa viagem, não deixem de pegar alguns mapinhas no aeroporto, eles serão de extrema utilidade a vocês nessa viagem. Buenos Aires é uma cidade fácil e agradável de caminhar, com um mapa vocês conseguem ir à qualquer lugar sem o menor problema. Pela manhã anotávamos o endereço de todos os locais que iriamos visitar, por exemplo, Restaurante Gran Parrila Del Plata (Calle Defensa 594, esquina c/ Calle Chile) não tem erro, anotem o nome da rua e número.

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Metro: Não tem mistérios, evitem horários de pico e não deem pinta de turista, são poucos linhas e a principal liga desde Belgrano ao Centro, passando por Palermo e Recoleta, assim gastamos menos de taxis.

 

Segurança: Não tivemos nenhum problema, tomamos todas as precauções necessárias, andávamos atentos, como se estivéssemos em qualquer cidade grande. Evitem locais escuros e desertos.

 

Garçons e Restaurantes: Alguns Familiares e amigos me relataram experiências ruins com os garçons de Buenos Aires, mas nós tivemos tratamentos especiais em todos os restaurantes que passamos, aliás todos os brasileiros estão sendo bem tratados, não é novidade para ninguém a força que nosso país exerce sobre o turismo da Argentina. Fiz questão de pagar a “propina” de todos os garçons, que não vem incluída. O único problema dos restaurantes de Buenos Aires é um tal de “Cubiertos”, uma cestinha de pão dormido com patê que eles colocam na mesa e comendo ou não é cobrado cerca de 15~25 pesos por pessoa.

 

Preço: Não achei nada tão barato, algumas coisas sim, outras não e a maioria no padrão do Brasil. Em Buenos Aires você come BEM e paga o justo, vale a pena gastar cada peso com os passeios pela cidade e conhecer os locais históricos e culturais, como nossa viagem foi exclusivamente turística, não perdemos tempo nem dinheiro com outlets e shoppings, queríamos mesmo era aproveitar cada rua que BsAs nos ofereceu.

 

Clima: Não levem em consideração esse tópico, maaaaas quase morremos de frio. Dois baianos perdidos nos 10 graus de Buenos Aires não poderia ser diferente, nada que muita roupa e restaurantes quentes não resolva, todos os bares e restaurantes tem climatizador.

 

Tratamento: O Argentino é acolhedor, faziam questão de nos ajudar a encontrar nossos destinos com muita simpatia, claro que nem todos são assim, alguns realmente não tem paciência, mas no geral não tivemos problemas e saímos de lá com impressão positiva.

 

Zoo de Lujan: Não deixem de fazer esse passeio, foi uma das melhores experiências de nossa vida. Gostaria de agradecer ao Daniel (Motorista da empresa de Marcelo), que nos acompanhou e fez questão de nos guiar em todos os momentos, nos divertimos bastante.

 

ROTEIRO:

 

Finalmente o nosso roteiro, foram meses de pesquisa para decidir tudo que iriamos fazer nos 6 dias em Buenos Aires e conseguimos fazer tudo que planejamos, ou quase tudo. Como já relatei anteriormente, nossa viagem foi turística, com o objetivo de conhecer melhor a história e cultura desse povo que sempre nos atraiu. Deixamos toda rivalidade do Futebol (E só existe no futebol), para levar a vida de um casal de portenhos por alguns dias, corremos de lojas e shoppings, gastamos nossos precisos pesos nos melhores restaurantes, nos simples, nas lembranças, nas fotos, nos passeios, ajudamos artistas de rua, pegamos metrô, enfim… Vamos ao roteiro.

 

Dia 03/07 (Quarta-Feira)

Chegamos em Ezeiza por volta de 13:00 e partimos para a Recoleta, apenas de estarmos exaustos pela viagem desgastante de Salvador Até Buenos Aires, não perdemos tempo e fomos logo bater perna e conhecer nossa futura casa nos pelos próximos dias. Primeiro partimos rumo ao Cemitério da Recoleta, confesso que no início estávamos um pouco cismados, mas desencanamos e adoramos, os túmulos são impressionantes, uma riqueza inarrável e muito detalhista. Saindo do cemitério fomos conhecer a faculdade de Direito (Cursamos Direito aqui no Brasil) que é uma coisa linda e fica ao lado da famosa Floralis Genérica, que é um passeio de praxe, depois continuamos andando pelo bairro, encontramos a famosa Freddo e claro, experimentamos o famoso Sundae de Dulce de Leche, melhor impossível. Nosso último destino da tarde foi a livraria El Ateneo, uma verdadeira preciosidade, uma maravilha aos amantes do livro e do silencio.

Voltamos ao hotel andando e quase mortos fomos descansar as pernas para sair à noite. Nosso local escolhido foi o restaurante “Sottovoce”, que serve de tudo, desde carnes à massas, é um lugar muito agradável e cheio, os preços são um pouco salgados, mas vale a pena. Se forem ao Sottovoce, não deixem de experimentar a Lasanha do dia.

Dia 04/07 (Quinta-Feira)

Acordamos bem cedo, tomamos café e partimos de Taxi rumo a Belgrano (50 pesos), lá conhecemos o lindíssimo Monumental de Nunez e o Museu do River Plate, fomos andando até a praça Manoel Belgrano e pegamos outro Taxi para o Bairro Chinês (Barrio Chino), que não me surpreendeu, esperava mais. Fomos andando até o restaurante Miranda (Palermo Hollywood), muito agradável, ambiente aconchegante e que serve um queijo provolone de entrada que é divino.

Após o almoço, andamos bastante por Palermo até chegar aos famosos Bosques, conhecemos o zoológico e o Jardim Japonês, como estávamos muito cansados, deixamos para conhecer o restante nos próximos dias. Quer meditar e aliviar a alma¿ Não deixe de caminhar pelo Jardim Japonês, é um verdadeiro Remédio espiritual.

Pegamos um metro até a recoleta e fomos conhecer o famoso Café La Biela, que nós assustou pelo Preço e por não ter nada que nos despertasse interesse, acabamos matando mais um Cucurucho de Dulce de Leche na Freddo perto do Hotel.

A noite fomos ao tão esperado e comentado Sr. Tango, realmente um espetáculo à parte, não nos arrependemos o alto preço pago, claro que existem outras opções mais baratas e tão boas quanto, mas meus pais que já tinham ido ao Sr Tango, nos fez decidir por essa casa. A janta não é nada demais, nem boa nem ruim, mas no final valeu a pena.

 

05/07 (Sexta-Feira)

Reservamos para sexta o esperado Passeio para o Zoo de Lujan, que já comentei a cima, não deixem de conhecer. Chegamos de volta ao hotel às 13:00 e pegamos um metro para o Centro, lá almoçamos no restaurante “El Palácio de Las Papas de Fritas”, que saí realmente uma batata frita de outro mundo, não é tão caro, mas não é barato. Conhecemos a Rua Florida, que não achei lá essas coisa toda e o obelisco, quando começou a escurecer, por volta das 18:00 chegamos na Casa Rosada, tive a incrível sorte de ver o exato momento do acender das luzes rosas, realmente muito bonita. Da casa Rosada fomos andando para Puerto Madero, que estava totalmente deserta, conhecemos a Puente de la Mujer e andamos quase ponta a ponta, uns 3 Km, até chegar ao Cassino de Puerto Madero, que vale a pena a visita e é claro, deixar alguns pesos por lá. Na saída do Cassino, Puerto Madero ainda estava vazio, como não estávamos com paciência para andar mais, e o frio estava nos castigando, resolvemos pegar um taxi de volta para recoleta e Jantar no restaurante El San Juanino, onde sai as famosas empanadas argentinas, não deixem de visitar esse restaurante, o ambiente é bem agradável, parece uma taberna e bem quente. Saindo do San Juanino, fomos andando ao Hard Rock Café para curtir a noite, mas estava completamente lotada, então resolvemos deixar para outro dia.

 

06/07 (Sábado)

Sábado pela manhã resolvemos fazer o Bus Turístico, recomendo a todos que estão indo a BsAs pela primeira vez, ele faz uma volta completa a todos os principais pontos da cidade, e você pode descer, conhecer o local e subir de volta no próximo ônibus que passa de 20 em 20 minutos, foi o que fizemos em La Boca. Quando chegamos no La Bombonera, descemos para conhecer esse maravilhoso e histórico estádio de futebol, que para um bom Palmeirense como eu, não traz boas recordações, mas vale a pena a visita. Seguimos para o famoso Caminito, compramos algumas bugigangas, tiramos várias fomos e fomos embora, subimos novamente no Bus e percorremos todo o trajeto por Buenos Aires.

Quando terminamos o Bus, já eram mais de 14:00, o frio castigava e a fome também, não tivemos tempo para pesquisar um bom restaurante e tivemos que comer no primeiro que achamos, fica ao lado do teatro Colón e se chama “Tribunales”, o ambiente é bom, mas a comida nem tanto pelo preço. Depois do Almoço fomos para nossa visita guiada no esplêndido Teatro Colón, uma maravilha, esse vale muito a pena, ainda por cima tivemos a sorte que visitar bem no momento em que estava havendo um ensaio de uma ópera, fantástico. Saindo do teatro, fomos conhecer o famoso Café Tortoni, que estava entupido, ficamos mais de 30 minutos na fila do lado de fora, mas valeu o tempo, nada como comer Churros com chocolate quente no frio de Buenos Aires.

A noite fomos jantar no super indicado “La Cabrera” em Palermo, não cometam o mesmo erro de ir sem fazer reserva, foram quase 1:20h de espera do lado de fora num frio insuportável, mas lá dentro tudo faz valer o esforço, desde o atendimento, até a comida e a surpresa com os preços, que esperava gastar muito mais do que gastamos. Tínhamos programado neste dia conhecer uma Milonga em Palermo chamada ‘La Viruta’, mas o frio estávamos tão cansado e com tanto frio que decidimos voltar para o hotel e recarregar as baterias para o próximo dia. Com certeza nossa próxima viagem a BsAs terá as milongas como prioridade.

 

07/07 (Domingo)

Acordamos com calma e fomos de metrô até a casa Rosada fazer a visita guiada, para quem gosta de história e política é um prato cheio, vale a pena para quem vai a primeira vez. Após a visita, fomos caminhando lentamente até a Feira de San Telmo, que fica bem pertinho da Plaza de Mayo, lá foi onde fizemos nossas compras e lembranças para Família, tem bastante coisa interessante e para quem gosta de antiguidade é um verdadeiro paraíso.

Quando a fome apertou fomos diretamente para o restaurante “Gran Parrila Del Plata”, que fica ali mesmo na Calle Defensa, lugar movimentado e muito bom.

Após o almoço fomos conhecer o palácio Zanjón de Granados, que fica também na Calle Defensa, esse é um local que vocês não podem deixar de conhecer, é nessa visita que consta as melhores informações históricas sobre a cidade, uma maravilha. Zanjón é um casarão antigo de mais de 3 séculos, que começou a ser restaurado em 1985 e ficou pronto em 2004.

Saindo de San Telmo, fomos nos despedir dos maravilhosos bosques de Palermo e conhecer o Jardim Botânico, como era nossa última parte em Buenos Aires, aproveitamos para sentar nos bancos tirar várias fotos e refletir um pouco, isso é o que sinto mais saudade de Buenos Aires.

A noite fomos curtir nossa última noite no Hard Rock, um lugar bem descolado e muito interessante, quem gosta de música não pode deixar de visitar e provar seus deliciosos Hamburgers e tomar umas Quilmes por lá.

 

08/07 (Segunda-Feira)

Nossas últimas horas em Buenos Aires foram pela Recoleta, caminhamos com calma, compramos alguns Alfajors, e tiramos algumas fotos de despedida. 12:00 partido para o Aeroporto de Ezeiza com a felicidade de ter conhecido esse lugar maravilhoso e mentalizando a nossa volta.

Hasta Luego, Buenos Aires!

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  • 4 semanas depois...
  • Membros

Boa tarde Victor,

amei o seu relato!

algumas perguntinhas rsrs também sou nordestina e não estamos acostumados com frio... o frio não atrapalhou um pouco a viagem? Qaul foi o câmbio que vocês pegaram? Se puder, pode me dizer quanto gastou por casal, fora passagem e hospedagem?

obrigada

Erika

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  • Membros

Oi Erika, que bom que gostou!! Bom, vamos lá.

 

Em relação ao frio não atrapalhou quase em nada, mas tem que ir preparada, tanto com roupas quanto psicologicamente, dentro dos estabelecimentos sempre tem aquecedores, o frio só mesmo na rua, só quando fomos a Puerto Madero que não conseguimos ficar muito tempo lá por conta da temperatura, mas nada que atrapalhasse a visita. Dica: Levem Cachecol, eu nunca havia usado antes e me surpreendi como ajuda, é bom ter luvas também.

O Câmbio foi feito no paralelo, a política do site não permite a divulgação, mas caso queira maiores informações pode me enviar um e-mail ([email protected]) que lhe explico, posso adiantar que foi feito com um taxista chamado [Conteúdo Editado por violar a Regra 2 do TDSDCM], ele é bem famoso com os brasileiros que vão a Buenos Aires, pode pesquisar no google.

Eu e minha namorada gastamos 2500 reais (7.500 pesos - 900 pesos que sobraram) nos 6 dias que ficamos lá, mas tenho certeza que com bem menos da pra curtir a cidade, como nosso objetivo não foi fazer compras, resolvemos gastar nossos pesos nos melhores passeios e melhores restaurantes, sem contar que levamos Alfachor pra família toda e ainda compramos bastante coisa na feira de San Telmo. Ah, e ainda sobrou 900 pesos. Fizemos uma estrategia que deu super certo, foi o seguinte.

 

- Levamos Porta Dolar para viagem. Dividimos nosso dinheiro por 5 (Noites), 7.500/6 = 1.250 pesos por dia, então separamos 6 bolos de dinheiro para cada dia, saímos no primeiro dia com 1.250 pesos + cartão de credito para eventuais necessidades, quando voltávamos para o hotel, após a janta, conferimos nosso balanço, se sobrasse dinheiro, esse valor seria repartido para os demais dias, e fizemos isso em todos os dias... Quando chegamos nos 5º dia (Domingo), saímos com mais de 3 mil pesos, aí tivemos que gastar mesmo.

 

Qualquer dúvida só falar!

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  • 1 mês depois...
  • Membros

Estive em Buenos Aires pela terceira vez em julho. Levei reais e dólares. Como contratei transfer aqui do brasil através da GG Viagens não fiz cãmbio no Banco de la Nacion. Troquei reais por pesos com a cotação de R$1,00= AR$ 3,20 na Florida. Por indicação de um amigo argentino troquei em uma galeria na Florida em frente a loja Compumundo. Não tem erro. Fica no primeiro andar ultima loja a direita. Usei minha caneta pen test em todas as notas e ainda obtive dicas para reconhecer pesos falsos. Nos restaurantes da lavalle e na recoleta conseguimos cotação de R$ 1,00 = AR$ 4,00 e US$ 1,00 = AR$ 8,00. Por fim, passamos 7 dias em 3 adultos e 3 adolescentes. Gastamos ao todo R$ 4.000,00 e US$ 1.300,00. Incluindo passeios, almoços e jantares, inúmeros lanches, compras, tango, Tigre, taxis, bus turistico......tenho gastos detalhados se quiserem envio in box

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