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victorsanb

Eurotrip (Amsterdam, Paris, Veneza, Florença, Roma) 14 dias.

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Excelente relato, com ótimas informações. Eu como sou alucinado por foto, estou me esbaldando com as imagens, continue postando mais. no incio qdo vi o itinerário e o tempo de viagem achei que ia ser muito corrido, mas por enquanto a viagem está muito legal!

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Show de bola Victor,

 

Estou montando um roteiro de lua de mel para final de janeiro do ano que vem, e assim como os posts dos nossos experts, o seu tem me ajudado bastante.

 

Parabéns.

 

Fala, John!

 

Obrigado pelas palavras! Em relação ao seu roteiro, se eu puder ajudar em alguma coisa, é só chamar. Estamos aí pra isso!

 

Abração!

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Excelente relato, com ótimas informações. Eu como sou alucinado por foto, estou me esbaldando com as imagens, continue postando mais. no incio qdo vi o itinerário e o tempo de viagem achei que ia ser muito corrido, mas por enquanto a viagem está muito legal!

 

Opa, rkoerich, tudo bom?

 

Muito obrigado pelas palavras! Pode deixar que vou continuar sim! Só não vou postar mais hj pq é aniversário da minha filhota e não estou com tempo. Mas amanhã sem falta eu continuo.

 

Já acompanhei outros relatos seus e eles são sensacionais! As fotos então, sem comentários! Também sou apaixonado por fotografia! Nada profissional, amador mesmo, mas aprecio um relato cheio delas, acho que enriquece demais! ::otemo::

 

Abração!

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19/04/13 - Paris (visita ao Palácio de Versalhes)

 

Caramba...por onde começar? Foi uma lambança daquelas pra chegar até Versalhes. Esse é o preço que pagamos por não prestar atenção corretamente nas instruções (e não foram poucas) que lemos tanto aqui como em outros sites... ::grr::

 

Vou colar um passo a passo CORRETO que extraí do site Conexão Paris:

 

"Você tem três opções para ir a Versailles de trem.

 

. De trem à partir da estação ferroviária Paris Montparnasse até a estação Versailles Chantiers.

 

. De trem à partir da estação Paris Saint Lazare até a estação Versailles Rive Droite.

 

. De RER C que para em duas estações de Versailles, Versailles Chantiers e Versailles Rive Gauche.

 

Qual escolher? Tudo depende da região onde você se encontra em Paris. Como moro perto da Gare Saint Lazare, escolho esta opção mesmo sabendo que uma vez em Versailles caminho 15 minutos até o castelo.

 

A estação de Versailles mais próxima do castelo é Versailles Rive Gauche."

 

Fonte: http://www.conexaoparis.com.br/2008/12/05/paris-a-versailles-de-trem-ou-rer/

 

Resumo do pagode: no papel em que eu anotei nosso plano de roteiro, coloquei assim:

 

"Versalhes: ESTAÇÃO PARIS MONTPARNASSE - RER C - ESTAÇÃO VERSAILLE RIVE GAUCHE."

 

Mas eu sou um gênio, não? ::prestessao::

 

Acabamos confundindo duas opções...e o aplicativo era inútil para Versalhes, uma vez que ele era um city guide para Paris e o palácio não se encontrava nela. Não me recordo muito dos detalhes pq o estresse foi tão grande na hora que não prestei atenção, só queria saber de chegar. A única coisa que fiz corretamente foi chegar no guichê e dizer: “Chateau de Versailles” na entrada da nossa estação de metrô. Nem precisei pedir ida e volta (Aller-Retour), a moça já me vendeu automaticamente, provavelmente devido ao meu péssimo francês... ::lol4::

 

Dali nos dirigimos à tal Montparnasse. Enfim, chegamos, saímos do metrô e tivemos que entrar em outra estação. Acho que foi isso, uma confusão só. Chegamos na plataforma e nada de achar no mapa a estação Versailles Rive Gauche ::lol4::

 

Ainda veio um carinha e "tentou" nos ajudar mas ele parecia mais perdido que a gente. Decidimos ir para a estação mais próxima da conexão com a RER C. Era a estação da torre Eiffel, eu acho. Voltamos, desembarcamos e fomos procurar a plataforma da RER C. Ainda fomos pro lado errado mas pedimos informações e uma menina nos ajudou. Chegamos no lado indicado e percebemos que estávamos na plataforma correta pois o número de turistas era imenso. Ali pelo menos fizemos o certo: prestamos atenção no monitor que indicava quais eram os próximos trens, tínhamos que ficar atentos para pegar o com direção Versailles Rive Gauche. Vimos alguns turistas entrando no primeiro que parou, dá até aquela dúvida na hora: "será que estamos fazendo m... de novo?" mas resolvemos esperar e confiar no monitor que indicava o próximo como o nosso. Assim que ele parou, embarcamos e para nosso alívio chegamos sem problemas. Quando você desembarca, é super tranquilo, tudo muito bem sinalizado e mesmo que não fosse, bastava seguir a horda de turistas. Não tem erro (pelo menos quando chega né... ::lol4:: )

 

Por favor, desconsiderem essa lambança hein!!! Nem sei se relatei nosso erro corretamente. Sigam as instruções de outros relatos e tópicos aqui do mochileiros. Ou então busquem páginas alternativas, como o Conexão Paris. Se não, vcs vão sofrer o mesmo estresse que nós. Ainda pegamos um frio danado nesse dia, infelizmente. Quando é pra dar m... vem é tudo junto...kkkkk.

 

Chegamos a Versalhes e o tempo estava super feio. O único dia que pegamos frio de verdade e tempo chuvoso na França...e logo no palácio... :cry:

 

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Nos dirigimos até um guarda que se encontrava ao lado de uma imensa fila. Estava com o Paris Museum Pass em mãos e antes que eu perguntasse ele já apontou pra tal fila e disse: "Line". Ali não tinha jeito: era enfrentar a maldita. Depois que entrei nela, percebi que existia uma outra fila para comprar ingressos, igualmente gigantesca.

 

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Apesar de imensa, não demoramos muito. Cerca de 15 minutos depois já estávamos dentro. Você passa pela segurança, apresenta seu ticket/PMP e depois já sai no pátio que dá acesso ao palácio.

 

Começava a esfriar mais. Acho que uns 10, 12 graus. Fomos para a entrada principal, nova fila, também rápida.

 

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Assim que entramos, recebemos um áudio guia. É só se dirigir ao balcão, eles perguntam a língua e te dão. E, diferente de outros lugares, é GRATUITO. Show! O português é o de Portugal mas tava valendo! ::otemo:: E o mais interessante: ele inicia automaticamente em alguns ambientes. Nós entrávamos e ele começava. Geralmente isso acontecia nos cômodos onde rolava um vídeo. Nos outros, era só procurar o número, digitá-lo e pronto: toda a explicação. Perfeito!

 

O palácio é enorme e demanda certo tempo. Mas vale. Até hoje, foi o maior e mais belo palácio que tive o privilégio de conhecer. A cada nova sala, uma aula de história, desde sua construção, sucessão monárquica até a revolução francesa.

 

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Após alguns salões, chegamos à maravilhosa Galeria dos Espelhos, símbolo de poder e riqueza da monarquia francesa. O lugar realmente é espetacular...

 

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Outro lugar bem interessante no Palácio de Versalhes é a Chambre De La Reine. Foi neste cômodo, através de uma pequena passagem, que Maria Antonieta fugiu do povo enfurecido, em 1789. Para quem gosta de história, um prato cheio.

 

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Passeamos mais um pouco, terminamos o tour e saímos do palácio, em direção aos famosos jardins. Ainda conseguimos pegar um tempo regular, sem chuva. Mas foi por pouco tempo. Encontramos muitos brasileiros, era até engraçado, eu falava com minha esposa alguma coisa e logo algum casal chegava e pedia para tirarmos fotos. Como tem brazuca na europa! ::lol4::

 

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A temperatura baixou novamente quando começou a chover. Pegamos uma braba ali, deveria estar por volta dos 7,8 graus. ::Cold:: Pra carioca isso é nevasca... ::lol4::

 

Tiramos algumas fotos mas quando a chuva veio esperamos um pouco. Ela durou cerca de meia hora e depois parou. Vimos alguns casais com uns carrinhos, tipo de golfe. Cheguei a perguntar pra um casal de brasileiros quanto eles pagaram e pelo que me lembro foi algo em torno de € 30. Achamos que, pelo tempo, não valia a pena. Mas com certeza teríamos alugado se estivesse sol. Deixamos de ver a maioria do jardim devido ao mau tempo. Ficamos ainda por ali mas logo voltou a chover e estava um frio de matar. Decidimos partir e almoçar por Versalhes mesmo.

 

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Saímos do palácio e paramos em um restaurante chamado BUFFALO GRILL. Esse restaurante me lembrou o Outback. Pedimos uma entrada, um prato principal + sobremesa. Comemos bem, batemos um papo, esperamos a chuva passar. Depois, voltamos para o metrô.

 

Restaurante Buffalo Grill: 7 Avenue de Sceaux 78000 Versailles

 

Total: € 40.

 

site: http://www.buffalo-grill.fr/

 

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O retorno foi tranquilo, sem erros. Saltamos perto da torre Eiffel e fizemos baldeação até a estação Chaussée d'Antin (linha 7 ou 9). Nosso destino eram as Galeries Lafayette, última parada em Paris. O metrô nos deixou bem em frente. Entramos, passeamos e só. Tudo caríssimo.

 

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Depois que saímos de lá, resolvemos voltar andando até o hotel. Eram 20 minutos a pé mas mesmo assim o fizemos. Acho que mais pela vontade de aproveitar os últimos momentos em Paris do que tudo. Chegamos ao nosso destino, fizemos as malas, descansamos um pouco e mais tarde descemos e repetimos nossa janta no Restaurant Paris Istanbul, gastando os mesmos € 12 da noite anterior.

 

Era o final de nossa passagem pela Cidade Luz. Saímos satisfeitos mas querendo voltar e explorar o que faltou. No dia seguinte voaríamos rumo a Veneza.

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ótimo relato, esperando a continuação...

 

Se Deus quiser ano que vem vou fazer essa viagem com minha esposa

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20/04/13 - Veneza

 

Acordamos bem cedo, por volta das 5h. Nosso vôo estava marcado para às 7:30h. Na noite anterior havíamos pedido um táxi na recepção e pontualmente às 5:30h ele estava nos esperando. Também já fizemos o check-out na noite anterior, inclusive deixando tudo pago. Só precisávamos descer e deixar as chaves do quarto no balcão da recepção (que naquele momento estava vazia). O aeroporto Charles de Gaulle é um pouco longe, chegamos após meia hora. Gastamos € 53, salgado! :shock:

 

Procuramos o balcão para realizarmos o check in mas estávamos preocupados com o peso das malas. Viajamos pela EasyJet e havíamos comprado "bagagem de porão" de 20kg/ pessoa. Como havia uma fila bem pequena, fomos até uma daquelas esteiras onde a gente faz o despacho e utilizamos a balança para verificar se estava tudo ok. Não estava. Uma das malas estourou 3kg. Abrimos rapidamente e começamos a fazer a redistribuição, inclusive pelas mochilas. Minha esposa colocou um casaco extra e eu mais umas 2 camisas... :lol:

 

Nova pesagem e tudo certo. Despachamos as benditas malas e passamos pela revista do aeroporto. E mais dor de cabeça, tira jaqueta, tira bota (minha esposa), abre a mochila, tira o laptop, mas tudo dentro da normalidade, nada que fuja ao controle dos demais aeroportos. Liberados, fomos aguardar na área de embarque. Entramos no avião sem mais problemas. O vôo foi bem tranquilo, durou cerca de 1 hora e 40 minutos. Não tenho reclamações, a Easyjet é como uma Gol, nem muito boa e nem muito ruim. Ressalto que foi uma viagem curta, se fosse mais longa acho que seria desconfortável. Compramos a passagem online, 2 meses antes da viagem, sem problemas extras. Decidimos voar principalmente pq de trem a viagem Paris-Veneza seria longa, coisa de 13h. Estávamos indo para passar apenas um dia, realizar um sonho, fazer um agrado para minha linda esposa ::love:: , logo não poderíamos nos dar ao luxo de demorar tanto em um deslocamento. Mas após chegarmos na cidade, percebi que o melhor jeito de ir para Veneza é de trem.

 

Site: http://www.easyjet.com/pt

 

Total: € 175 ( passagem + taxa por 2 bagagens de porão, 20kg cada).

 

Chegamos por volta das 9h no aeroporto Marco Polo. A animação era grande. Nós adoramos a Itália, achamos um dos países mais belos (se não o mais) da Europa. Apesar de já ter lido alguns relatos sobre grosserias e o modo estúpido dos italianos, essa não é a nossa experiência. Sempre fomos muito bem tratados, principalmente quando descobriam nossa nacionalidade. "Brasiliano" ? Eles logo perguntam, antes de abrir um sorrisão e rasgar elogios a nossa terra. O único lugar da Itália onde sentimos esse tom rude que tanto lemos foi em Roma, mas isso é coisa que irei relatar no devido momento.

 

Perto do início de nossa viagem, enviei um email para o hotel onde ficaríamos, pedindo instruções sobre a melhor forma de chegarmos a Veneza. Eles responderam prontamente, dando-nos três opções. Vou colar aqui a resposta que me enviaram:

 

"Dear Mr, Victor Silva

From the airport you can take the waterbus of the line "Alilaguna", that costs € 15,00 per person and reach San Marco Square in about 1 hour and 15 minutes.

Otherwise you can take a watertaxi, that's more comfortable but it costs aprox € 120,00 per ride.

Third solution: regular bus or regular taxi until the beginning of Venice, the square called Piazzale Roma, and from there the waterbus n1 until the waterbus station called Santa Maria del Giglio, not far from our hotel.

 

Best regards,

Augusto"

 

Bom, não havia muita dúvida de que a primeira opção era a mais indicada. Watertaxi pagando € 120,00? WTF??? Nem a pau! A terceira solução também não nos agradava. Jogamos a localização da Piazzale Roma no maps e vimos que ficava longe do nosso hotel, fora isso teríamos que pegar um ônibus ou táxi, com 2 malas pesadas e mais um waterbus e ficamos com medo de nos enrolarmos para chegar. A linha Alilaguna nos deixaria na Piazza San Marco, a 5 minutos de nosso destino.

 

No saguão onde pegamos nossas bagagens, avistamos uma máquina que vendia diversos tipos de bilhetes, inclusive o da Alilaguna. Até cheguei a dar uma olhada, mas achei melhor comprar direto no balcão, visto que ainda era cedo e não acreditava que pudessem haver filas. Saímos do setor de desembarque e nos dirigimos até o local, que realmente estava pouco concorrido. Fui até o caixa, pedi 2 tickets da Alilaguna, paguei € 30. Perguntei aonde deveria pegar o barco e ele me indicou a saída e disse que deveria virar à esquerda. Ok, saímos e, ao olhar para esquerda, não vi placa nenhuma, apenas um longo corredor. Ficamos em dúvida na hora, do lado de fora era como se fosse a saída de qualquer aeroporto, cheio de taxistas te chamado, carros passando, etc. Alguns turistas estavam perdidos, como nós, mas decidimos seguir as instruções do cara e pegamos à esquerda. Andamos por volta de uns 10 minutos, sem nenhuma placa indicativa de nada, já estava achando que tinha ido pro lugar errado mas era isso mesmo: chegamos até uma espécie de mini porto, com algumas embarcações atracadas. Achamos a nossa, apresentamos o ticket, o rapaz nos perguntou aonde desembarcaríamos, eu disse: "Piazza San Marco", ele acenou positivamente, ajeitou nossas malas em um canto e nós descemos e ficamos na parte coberta. O tempo não estava bonito, já imaginei que em breve começaria a chover. O trajeto realmente demora por volta de 1 hora. O barco vai beeeeem devagar, chega a ser irritante.

 

Como era nossa primeira viagem para Veneza, cometemos alguns erros. Pelo menos foi essa a minha conclusão. A primeira delas foi ter chegado de avião. O ideal é chegar na Itália de avião e depois se locomover de trem até lá. É muito menos dor de cabeça, a estação é dentro de Veneza, existe uma linha de waterbus que custa € 7, passa por ela e te deixa em qualquer lugar da cidade. Em uma futura viagem, com certeza irei voar para qualquer outra cidade que eu queira conhecer, como Milão, por exemplo, chego, visito e depois vou de trem até Veneza. É mais barato, menos trabalhoso e muito menos estressante.

 

Nosso segundo erro foi termos nos hospedado EM Veneza. Amigos que fizeram o mesmo cruzeiro que a gente nos contaram que ficaram em MESTRE e saiu muito mais em conta. Não estou reclamando de nosso hotel. Para um 3 estrelas, ele ultrapassou as expectativas. Mas o preço foi alto. Na verdade, sem dúvida nenhuma Veneza foi o dia mais caro de nossa viagem, desde o almoço até a hospedagem. Em Amsterdam pagamos um preço similar no hotel mas era um estabelecimento 4 estrelas, um hotel bem maior e mais confortável. Não me arrependo de ter ido, muito pelo contrário, mas acho que erramos em ficar hospedados perto do lugar mais caro.

 

Continuando, após essa mais de 1 hora de trajeto, finalmente chegamos. Assim que vc desembarca, existem algumas pessoas te oferecendo um carrinho, um serviço para carregar as malas. Eu declinei, achei desnecessário e por isso não sei dizer quanto era. Jogamos no aplicativo o nosso hotel e decidimos a rota que faríamos. Aqui, dois pontos são interessantes: lemos muitos relatos sobre a dificuldade de se achar em Veneza, são centenas de ruazinhas e é verdade. São muitas. Muitos tópicos dizem que não devemos confiar no gps, etc. Bom, nossa experiência foi bem satisfatória, utilizamos nosso aplicativo com sucesso e não nos perdemos nenhuma vez. Apesar de complicado, andamos bastante e sem pedir nenhuma informação. O outro ponto interessante: também lemos sobre a dificuldade de se locomover com malas. Cara...nada pode ser mais VERDADEIRO!!! Que braba!!! ::lol4:: Me fez até lamentar ter recusado o serviço dos carinhas com os carrinhos. As pontes são todas de escadas, imagina vc com 2 malas de 20 kg, tendo que subir uma de cada vez, depois descer uma de cada vez...pois bem, aconteceu comigo... ::quilpish:: Se vc vai viajar com sua mãe, irmã, namorada, esposa...prepare-se para ferrar a coluna! ::otemo::

 

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A recepção do hotel ficava em uma espécie de vila, bem escondidinha mesmo, mas muito típica. Fomos bem recebidos, fizemos check-in sem problemas. O hotel era pequeno, porém aconchegante. Só o elevador que era claustrofóbico de tão minúsculo. Ressalvada essa última observação, atendeu às nossas expectativas. Ficamos em um quarto excelente, amplo, banheiro limpo, cofre, cama confortável. Também estávamos preocupados pq muitos relatos diziam que os hotéis de Veneza eram mal conservados, com mofo e infiltrações. Não foi o nosso caso, graças a Deus. Outra observação importante é que esse hotel tinha café da manhã incluso. Em Amsterdam e em Paris não tinha. Minha avaliação final é: se vc não tem problemas com o valor das diárias, vale a pena.

 

Hotel do Pozzi: Via XXII Marzo 2373, San Marco, 30124 Veneza

 

Site: http://www.hoteldopozzi.it/

 

Total: € 250 (1 diária)

 

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Após deixarmos as malas e guardarmos alguns pertences no cofre, fomos até a recepção e pedimos informação para o recepcionista de onde comprar os tickets do vaporetto para a estação ferroviária Venezia Santa Lucia. No dia seguinte partiríamos para Florença e queríamos comprar os tickets com antecedência. Ele nos entregou um mapa da cidade, marcou o hotel e marcou o local da biheteria. Não era longe, chegamos em 5 minutos. Compramos os tickets e fomos passear. Vale aqui uma observação: ao fazermos o check-out no dia seguinte, o senhor da recepção reforçou instruções a serem seguidas. Primeiro, deveríamos validar nossos tickets, ele foi bem incisivo nisso, e assim nós o fizemos. Ao chegarmos no deck, existiam máquinas espalhadas, posicionamos nossos tickets e ao ouvirmos o bipe, nossas entradas estavam validadas. A outra instrução era prestarmos atenção à linha do vaporetto. Se não me engano, deveríamos pegar a linha 1. Agradecemos e seguimos a risca suas orientações. Deu tudo certo.

 

Passeamos por algumas ruas e pontes a esmo. A cidade é mágica, tudo tem um charme especial. Muitos artistas tocam ao ar livre, aquelas belas canções italianas, outros aparecem fantasiados para fotos com turistas. Passamos por umas lojinhas com várias coisas de lembranças, máscaras, copinhos, leques. Minha esposa se apaixonou por um guarda-chuva e comprou: € 10. Era muito engraçado entrar em alguma dessas lojinhas, mal abríamos a boca e eles perguntavam se éramos brasileiros. Achava aquilo incrível e me perguntava como eles sabiam. Mais tarde, em Roma, descobri, conversando com uma italiana filha de brasileiros, que é devido ao nosso sotaque. De acordo com ela, temos um sotaque muito específico, seja falando italiano, seja falando inglês. E como dá mto brasileiro na Itália, eles reconhecem de longe. Outra coisa MUITO engraçada (que descobrimos ano passado quando passamos pela Itália) é vc entrar em algum estabelecido e ser recebido com um "CIAO"! Ela é pronunciada como TCHAU mas significa "olá". A gente ria demais com isso. Pô, mal entramos na loja e mandam um tchau? hahahaha. Aí depois vc compra alguma coisa, e diz: "Grazie!" (obrigado) e recebe um: "Prego!" de volta. Putz, prego??? ::lol4:: ...enfim, "prego" eles usam pra um monte de coisas lá, por favor, de nada, etc...

 

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Decidimos ir conhecer a Ponte Rialto e o Grand Canal. Uma chuva fina, chata, começou a incomodar. Ela nos acompanharia o resto do dia... :(

 

O Grand Canal é muito bonito, dá aquela atmosfera marcante de Veneza. Caminhamos por suas margens, e logo avistamos a famosa ponte. LOTADA! É até difícil subir, um empurra empurra danado. Se tivéssemos mais tempo, com certeza voltaria ali pela manhã, cedo. Mas não tinha jeito e encaramos a multidão de turistas em busca de fotos...

 

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Passeamos mais um pouco e bateu fome. Pesquisamos ali perto da Rialto mas achamos caro. Procuramos pelo aplicativo e nada por ali nos agradou. Nos afastamos um pouco, andamos atrás de um restaurante muito bem cotado mas quando o achamos estava fechado. Ele só abria para o jantar. Continuamos nossa busca até que chegamos ao Al Vaporetto. As avaliações eram positivas (sempre procuro opinião de brasileiros) e acabamos nos decidindo por ele. Estava cheio mas conseguimos entrar sem fila. É difícil achar um lugar na Itália em que a comida não seja gostosa. Uns mais outros menos, mas para quem gosta de massa (culpado! :lol: ) aquilo ali é o paraíso!!! E naquele restaurante não era diferente, comemos uma entrada deliciosa, uma Carbonara espetacular e bebemos um vinho. O garçom ainda nos indicou uma sobremesa deliciosa, se não me engano se chamava mousse gelatto. Acabou que comemos tanto que a conta saiu cara e não adiantou bodega nenhuma andar e andar atrás de um bom preço. Mais uma observação importante: pelos restaurantes, na Itália, é comum se cobrar o que eles chamam de Coperto. É uma espécie de taxa que vc paga por sentar e comer no estabelecimento. Pedindo e levando ou pedindo e comendo do lado de fora (???) eles não cobram. Agora, se você entrar e sentar...pode estar certo que eles vão acrescentar na conta. Se eu não me engano no Al Vaporetto a taxa foi de € 2. Mas esse valor pode variar. É bom se informar. Nos poucos estabelecimentos em que o Coperto não é cobrado, existe sempre um aviso.

 

Al Vaporetto: Calle Della Mandola 3726, 30124 Veneza, Itália (San Marco)

 

Total: € 58.

 

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Após esse almoço delicioso, resolvemos procurar um gondoleiro e realizar o sonho de passear pelos canais venezianos. Antes, passamos por uma nova feirinha e dessa vez fui eu quem parei para comprar. Gosto de camisas e vi uma irresistível. Sou fã de filmes e viciado em O Poderoso Chefão. Achei uma camisa com o Marlon Brando, escrita "Il Padrino" (título em italiano). Gastei € 10 e saí feliz igual criança... ::otemo::

 

Seguindo as dicas aqui do fórum, procuramos um gondoleiro que atuasse pelas canais menores de Veneza, em busca de um passeio mais interessante. Li em algum lugar que eles chegavam a cobrar € 100 e como não sabia se era por pessoa, estávamos preparados para gastar absurdos € 200 em um passeio desses. Vê se pode, o que a gente não faz por Veneza...mas graças a Deus não foi necessário. Achamos um simpático gondoleiro, que nos lançou o preço de € 80 POR GÔNDOLA e não por pessoa. Em nossa expectativa, ficamos bem felizes pq sobraria mais dinheiro né... ::lol4::

 

E vale a pena. Não tem como vc ir a Veneza e não passear por seus canais. Acho que se vc está disposto a ir até lá, que faça então! É a mesma coisa que ir a Paris e não ver a Eiffel, ir a Roma e não ver o Coliseu...

 

O passeio durou mais de 1h mas não sei dizer o tempo correto. Na verdade ele passou por diversos canais e ruelas mas acabou indo também pelo Grand Canal. Achamos o passeio bem romântico e ficamos felizes por estarmos ali, juntos, celebrando mais um ano de casamento e de uma família linda! No caminho, o gondoleiro foi contando fatos curiosos e dizendo nomes dos lugares. Passamos também pela antiga casa de Mozart. Valeu cada minuto.

 

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Depois dos pequenos canais, ele nos levou ao Grand Canal.

 

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Terminado o passeio, resolvemos conhecer a Piazza San Marco. Mais uma vez, como tínhamos apenas um dia, resolvemos não entrar na maioria dos pontos turísticos, apenas passear mesmo. A cidade estava muito movimentada, havia uma grande comemoração, parecia uma formatura, muito jovens gritavam e cantavam. Mais tarde descobrimos que isso é bastante comum pela Itália, os formandos fazem a festa, cantando a mesma música e fantasiando-se de maneira irreverente. A Piazza estava lotada. Achei um vídeo no youtube com a tal canção:

 

 

A letra é a seguinte:

 

Dottore, dottore

Dottore del buco del cul

Vaffancul! Vaffancul!

 

Todo mundo gritando, todo mundo gargalhando e eu não fazia ideia do que eles cantavam...bom, a letra não é das mais lisonjeiras, pesquisando vc descobre o que significa pq aqui é censurado... ::lol4::

 

A Piazza San Marco é muito bonita, seus prédios são espetaculares, especialmente o Palazzo Ducale. Pena que não entramos, pois queria conhecer tudo. Deixa pra uma próxima! ::Ksimno::

 

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Após longa caminhada, cansados, resolvemos voltar para o hotel. Mais tarde, ainda descemos para jantar. Acabamos escolhendo uma pizzaria próxima ao hotel. Peço desculpas aos amigos pois não levei minha máquina e também não me recordo do nome do estabelecimento. Comemos e fomos dormir, encerrando mais um dia excelente em nossa viagem.

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ótimo relato, esperando a continuação...

 

Se Deus quiser ano que vem vou fazer essa viagem com minha esposa

 

Opa, meu amigo. Obrigado pelo feedback!

 

Abraços!

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Olá Victor.

Estou adorando o seu relato, você escreve muito bem.

Iremos, eu e meu marido no próximo dia 08/09 e retornaremos ni dia 03/10 2013.

Voaremos pela Air France para Roma, depois iremos de trem para Florença, Veneza, onde embarcaremos no Legend Of The Seas

para 10 noites nas Ilhas Gregas, no retorno 3 dias em Paris. Ainda não conhecemos nada deste lugares, então o seu relato está

nos ajudando bastante. detalhe: adorei o guarda-chuva e pretendo comprar um igual para mim. Todo dia eu olho se já tem continuação.

Parabéns e obrigada pelo excelente relato. Um abraço. Bernadete

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Olá Victor.

Estou adorando o seu relato, você escreve muito bem.

Iremos, eu e meu marido no próximo dia 08/09 e retornaremos ni dia 03/10 2013.

Voaremos pela Air France para Roma, depois iremos de trem para Florença, Veneza, onde embarcaremos no Legend Of The Seas

para 10 noites nas Ilhas Gregas, no retorno 3 dias em Paris. Ainda não conhecemos nada deste lugares, então o seu relato está

nos ajudando bastante. detalhe: adorei o guarda-chuva e pretendo comprar um igual para mim. Todo dia eu olho se já tem continuação.

Parabéns e obrigada pelo excelente relato. Um abraço. Bernadete

 

Oi, Bernadete! Obrigado pelos elogios! Olha, sua viagem está muito legal, os destinos são ótimos! Minha esposa também é louca pra fazer um cruzeiro pelas Ilhas Gregas! Você vai se apaixonar por Florença, é coisa de louco de tão bonita! Já Roma eu achei interessante do ponto de vista histórico, o Coliseu é sensacional, mas preferi mil vezes Paris. Aproveite o que postei sobre os passes em cada cidade, é importante, principalmente em Paris e em Roma (especificamente no Coliseu, onde a fila é realmente quilométrica). Amanhã continuarei o relato, dessa vez na maravilhosa toscana, sem dúvidas meu lugar preferido de todos que já visitei!

 

Abraços!

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21/04/13 - Florença

 

Acordamos um pouco mais tarde. O plano inicial era pegarmos o trem das 08:25 h mas o sono estava muito bom e decidimos ir no trem das 10:25 h. Descemos, tomamos café da manhã, subimos novamente , guardamos o que faltava nas malas e fizemos nosso check out. Conforme escrevi no post anterior, saímos do hotel e seguimos as instruções do simpático senhor que estava na recepção. Fomos até o ponto onde o vaporetto passava e aguardamos ali. Existem rotas diferentes, por isso devemos prestar atenção na linha da embarcação e também em sua direção. Esperamos coisa de 10 minutinhos e logo surgiu o vaporetto indicado pelo senhor. Entramos sem nenhum problema, estava cheio e por isso fomos em pé, o que não foi ruim, já que a viagem era curta e o visual muito bonito. Esse vaporetto era bem mais rápido do que o waterbus que nos trouxe a Veneza. Aproveitamos e tiramos mais fotos antes de desembarcar na parada que fica em frente à estação de trem Venezia Santa Lucia.

 

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Entramos na estação e fomos procurar a loja da Trenitalia. Não compramos nossas passagens no Brasil por dois motivos: o primeiro é que não estávamos em alta temporada e, pelos diversos relatos que li, nós conseguiríamos passagens tranquilamente, como em qualquer rodoviária em nosso país. O segundo motivo foi a flexibilidade, caso que aconteceu exatamente em Veneza. Estávamos cansados, decidimos dormir um pouco mais. Se tivéssemos comprado com antecedência, seríamos obrigados a correr. Fato é que essa escolha teve seu ponto negativo. Não conseguimos preços promocionais ao comprar na hora, o que encarecia a passagem. Mas mesmo assim ainda valia muito a pena, visto que cotamos passagens aéreas e elas estavam absurdamente caras dentro da Itália.

 

Quando entramos na loja, nós já sabíamos qual trem que queríamos. Vai aqui uma dica: nós utilizamos o wifi do hotel e acessamos o site da Trenitalia. Lá vc joga a data, o destino e eles te direcionam para outra página onde vc vê os trens e seus horários. Na noite anterior fizemos isso e já sabíamos quais eram as alternativas. Tirei um print da página mencionada e vou postar aqui uma simulação que fiz:

 

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Site: http://www.trenitalia.com/trenitalia.html

 

Nós nos dirigimos ao caixa, não havia fila, e pedi o trem para Firenze (Florença), no horário 10:25 h. Não precisei especificar qual classe, ele já me vendeu a mais barata disponível, que no dia estava saindo a € 45 cada. Pagamos € 90 e nos dirigimos até à plataforma. Lá é como qualquer aeroporto, existe um telão bem grande, informando os trens no binário (plataforma em italiano), os trens que estão chegando e os previstos. Outro ponto importante que devo destacar aqui: li em muitos relatos, não só aqui como em outros sites, a importância de validar os tickets de trem na Itália. Realmente existem diversas máquinas de validação ao longo da estação mas, especificamente nessa viagem, não precisamos validar. No ato da compra, perguntei ao vendedor e ele disse que não era necessário. Desconfiado, procurei algum funcionário da própria Venezia Santa Lucia, ele pediu meu bilhete, olhou e me disse o mesmo: para aquela passagem não era necessária a validação. Não sei explicar o motivo. Nosso trem era um dos 3 de alta velocidade da Trenitalia, no caso era o Frecciargento, que faz itinerários entre Roma e Veneza, Verona/Brescia/Bolzano, Bari/Lecce, Lamezia Terme/ReggioCalabria e entre Nápoles e Veneza (fonte: site da companhia). Existem ainda mais dois, o Frecciarossa e o Frecciabianca, que fazem outros itinerários. Não sei informar se é por ser um desses trens ou se todos da Trenitalia são assim...

 

Viajar de trem pela Itália é tranquilo e confortável. Só preciso fazer uma ressalva: atenção se vc estiver com malas grandes. Não há muito espaço nos trens para elas. Quando embarcamos em Veneza foi até tranquilo, não havia muitas malas entre um vagão e outro e conseguimos ajeitar as nossas. Entramos, procuramos nossos lugares e tudo ok. Talvez por Veneza ser estação final/inicial (?) haja essa tranquilidade, não sei. Estou apenas chutando. Achamos até que o trem chegou mais cedo na plataforma, estava vazio, o que nos deu mais tempo para nos ajeitarmos. Agora de Florença pra Roma foi doideira total. Quando nós embarcamos, o bagageiro estava cheio, os vagões também, as pessoas entravam, deixavam as malas e iam pra outro vagão. Exemplo: nossa carrozza (vagão) era a 10. Nós subimos na primeira entrada que havia, entre os vagões 9 e 10. O bagageiro estava lotado. As pessoas que entraram por ali, colocaram suas malas e foram para o vagão 9. Não entendemos nada. Depois percebemos que todos faziam isso: entravam pelo vão do vagão da frente e deixavam as bagagens, retornando ao seu vagão de origem. E pra saber disso na hora da correria pra embarcar? Assim que anunciaram nosso trem a gente saiu em disparada pq eles não demoram muito e não esperam os atrasados na plataforma. Daí vc vê seu vagão e sobe na primeira entrada. O que os italianos fazem? Passam o vagão inteiro e sobem na outra entrada (entre a carrozza 10 e 11, por exemplo). Daí, guardam suas malas e entram na 10 e procuram o lugar. Dentro do vagão? Esqueça. As malas grandes não cabem no bagageiro em cima das poltronas e nem no espaço entre elas, só mesmo no intervalo entre um e outro. Resultado: tivemos que largar nossas malas no chão do vão entre a 9 e 10, de qualquer jeito pq o trem já estava em movimento. Graças a Deus nada aconteceu com nossa bagagem e nem chamaram nossa atenção.

 

Voltando ao relato, um outro ponto negativo de se comprar na hora são os lugares separados. Apesar de ter pedido lugares juntos, o cara nos vendeu separados. Como o trem estava vazio, sentamos juntos mas na primeira parada uma senhora italiana entrou e eu me levantei, mas ela generosamente se ofereceu para trocar. Agradeci e pude ficar ao lado de minha esposa. A viagem foi calma, o trem é veloz, passa bem dos 200km/h em alguns momentos. Não jogue fora seu bilhete, mantenha-o em mãos, os fiscais passam e pedem. Nós apresentamos, ele não implicou com a troca de lugar e deu tudo certo. A paisagem é bonita, as poltronas são confortáveis e a temperatura agradável. Se não fosse pelas malas, eu diria que a viagem foi perfeita. Numa próxima vez certamente não levarei uma bagagem tão grande assim.

 

Chegamos ao nosso destino pontualmente. Outra dica: quando vc souber que está se aproximando da sua estação, levante-se e vá buscar suas malas pois deixamos para levantar depois que anunciaram que Florença estava próxima e já tinha um monte de gente, o que deu muito receio de não conseguirmos sair a tempo com elas. Mas, felizmente, conseguimos. Em Roma, a gente se levantou uns 15 minutos antes e fomos os primeiros a descer... ::lol4::

 

Desembarcamos na estação ferroviária de Florença, a Stazione Santa Maria Novella. É uma bela estação, grande, movimentada. Andamos um pouco e fomos em busca de um táxi. Estávamos ansiosos e queríamos largar logo as malas no hotel e andar!

 

Sou suspeito para escrever sobre Florença. Explico. Ano passado também fizemos uma travessia, onde o desembarque ocorreu em Livorno. Decidimos, juntamente com 2 amigos nossos, alugar um carro e fazer uma daytrip entre Pisa e Florença. Conhecemos Pisa, não tem muita coisa pra ver, só a torre mesmo. Mas quando chegamos em Florença...meus amigos, que lugar! Andamos algumas horinhas, mas como estávamos com minha filha, não pudemos explorar muita coisa. Ela era muito pequena (ainda é) e cansava com facilidade. Partimos de lá e no dia seguinte embarcamos para Frankfurt onde visitei minha tia e fiquei hospedado em sua casa. Eu acho Florença a cidade mais bonita da Itália, é surreal andar por suas ruas, uma viagem no tempo. Firmamos um propósito, minha esposa e eu, de retornar àquela cidade maravilhosa por mais tempo. E graças a Deus conseguimos!!! ::otemo::

 

Joguei no aplicativo o endereço de nosso hotel e vimos que, a pé, chegaríamos em 15 minutos. Mas estávamos com duas malas pesadas + mochilas. Sem contar o chão das ruas da cidade, muito irregular, o que geraria um esforço maior ainda. Então pegamos um táxi. Gastamos € 15. O taxista foi muito simpático, falante. Ao nos deixar na porta do hotel ainda entregou seu cartão para quando fôssemos embora.

 

O hotel ficava em uma excelente localização, na parte histórica da cidade. Por consequência, a aparência exterior não era das mais agradáveis. Os prédios são muito antigos, as ruas estreitas. A primeira impressão foi negativa. Tocamos o interfone, uma moça atendeu e nos identificamos como hóspedes. Entramos no condomínio e, para o nosso azar, o elevador não estava funcionando. Tive que subir as malas em duas viagens até o segundo andar ::mmm: , onde se encontrava o hotel. Quando chegamos à recepção, qualquer desconfiança foi quebrada: o hotel é muito bonito, conservado e limpo. A mulher que estava na recepção foi muito atenciosa e educada. Nos pediu mil desculpas pelo elevador. Recebeu nosso check in, nos deu um mapa da cidade, explicou o funcionamento da chave da portaria e da recepção, nos levou até o quarto, sempre sorridente e com máxima atenção. Ali ela já me ganhou pq como já disse antes, prezo um bom atendimento. Esse hotel está muito bem cotado no tripadvisor e escolhemos ele pela localização e pelos reviews positivos sobre o atendimento. Não nos arrependemos. Em questão de estrutura não foi o melhor mas no quisito atendimento foi disparado o líder.

 

La Casa Di Morfeo: Via Ghibellina 51, Firenze

 

Site: http://www.lacasadimorfeo.it/it/

 

Total: € 435 (3 noites).

 

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Entramos em nosso quarto, deixamos as malas e guardamos no cofre alguns itens importantes. Esqueci de mencionar que em Florença encontraríamos minha tia, que mora na Alemanha. Ela soube de nossa vinda e conseguiu tirar um dia para nos ver. Ficou hospedada no mesmo hotel. :lol:

 

Depois do encontro, saímos para começar o nosso roteiro. No Brasil, minha esposa e eu compramos o Firenze Card. Minha tia fez o mesmo, só que da cidade dela. Esse passe segue a mesma lógica do Paris Museum Pass. A grande diferença é que ele tem validade de 72 horas. O cartão é ativado após o primeiro uso. Além de entradas em todos os principais museus e atrações, nós pulamos as filas e tivemos acesso ao transporte público gratuitamente. Também existe um outro benefício que eu não sabia, só descobri quando peguei: wifi free por toda a cidade. Bom, na verdade não é por toda a cidade como a menina do balcão me informou. Você tem acesso ao wifi nos principais museus, que acaba se estendendo para as principais praças. Mas ao se afastar das atrações, a internet é nula. De qualquer forma, é muito válido! ::otemo::

 

Nós compramos online, na página oficial, recebemos um e-voucher, imprimimos e escolhemos o ponto mais próximo de nosso hotel para resgatá-lo. No nosso caso foi na Piazza Della Signoria, Palazzo Vecchio. Mas existe uma lista de lugares onde vc pode pegá-lo, basta saber onde está localizado seu hotel.

 

Outro ponto importante, para que vc possa se programar em sua passagem por Florença, é saber os dias e horários de funcionamento das atrações. A especialidade da cidade são os museus e estes não abrem às segundas-feiras, na maioria dos casos. Nós chegamos na cidade em um domingo, ficaríamos até terça, partindo na quarta pela manhã. Sendo assim, infelizmente pegaríamos uma segunda, o que nos fez perder a oportunidade em alguns lugares, por exemplo. Não foi só por isso, claro. Um bom local para se ter acesso à tabela de funcionamento é o próprio site do Firenze Card. Logo na página inicial, clique em "The Card" (quando vc coloca a página em inglês, é claro). Nessa página ele explica o que é o cartão. Logo abaixo existe um subtítulo chamado: "Activating the Firenze Card". Neste tópico existe um link, sublinhado, escrito: "Click here to see the monthly update timetable of the Firenze Card Museums". Ao clicá-lo, outra página se abre e vc tem acesso aos dias e horários de funcionamento de todas as principais atrações da cidade, no mês corrente. Vou colocar aqui um print da timetable desse mês e pelo que eu vi, algumas coisas estão diferentes de quando eu fui mas é pouca coisa. Sobre o transporte de Florença não posso opinar pois não utilizei, uma vez sequer, ônibus. Nós gostamos é de andar! ::lol4:: Fizemos doideiras, andamos demais nessa cidade linda, de ponta a ponta. A parte histórica da cidade é excelente de se andar, não entra carro. A parte mais puxada é quando saímos dela e vamos até locais mais distantes, como a Piazzale Michelangelo.

 

Agora vem o ponto negativo sobre o passe: ele aumentou...e que aumento!! Acabei de ver aqui. Quando compramos ele custava € 50 mas agora está custando € 72... ::vapapu::

 

Antes de adquiri-lo, faça seu roteiro e veja se vale a pena. Vale aqui o mesmo pensamento de Paris: quanto mais vc o usar, mais ele valerá. No nosso caso, além de financeiramente fazer sentido, o principal atrativo era poder pular a desanimadora fila para a Galleria degli Uffizi, um dos maiores museus do mundo.

 

Site: http://www.firenzecard.it/

 

Total: € 100 (2 passes).

 

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Bom, já eram mais de 13h e estávamos com pressa e fome. Nosso roteiro hoje seria:

 

- Pegar o Firenze Card.

- Almoçar.

- Galleria degli Uffizi.

- Ponte Vecchio.

- Experimentar um sorvete na Cantina Del Gelato.

- Retornar e passear pela Piazza Della Signoria.

- Passear pela Piazza Del Duomo.

- Jantar e passear pela cidade.

 

Parece puxado mas tudo é próximo. Do hotel, caminhamos cerca de 10 minutos até chegarmos na Piazza Della Signoria. Nela encontra-se o Palazzo Vecchio. Entramos no prédio e fomos até a recepção do museu, em um balcão chamado Info Point. Retiramos nosso Firenze Card, ativamos nossa wifi e seguimos para almoçar, cheios de fome.

 

Pesquisando pela net, não me lembro se foi aqui ou no tripadvisor, descobrimos uma opção barata e deliciosa em Firenze. É uma lanchonete, na verdade é um balcão ::lol4:: onde se vende sanduíches dos mais variados sabores, todos feitos em um delicioso pão francês e servidos com vinho, super barato (para os padrões europeus). Não estava muito cheio, pedimos dois sanduíches e dois copos. Comi o meu e rapidamente repeti! Muito bom! Ficamos ali, sentados na calçada, comendo e batendo papo, foi muito legal! Peço desculpas aos amigos do fórum pois na hora a fome estava tão grande que nem lembrei de tirar fotos do lugar. Corrijo mais uma vez tirando um print do local. Vale a pena conferir! É colado na Piazza Della Signoria.

 

I Fratellini: Via de Cimatori 38/r, 50122

 

Total: € 11 (3 sanduíches + 2 copos de vinho).

 

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Galleria degli Uffizi

 

Saindo do I Fratellini, chegamos à entrada do museu em menos de 5 minutos. Existia uma fila gigantesca na porta e uma segunda, bem menor. Pedi informações e descobri que nossa fila era essa menor. O grande problema da Uffizi é que se vc quiser entrar sem o FC( Firenze Card), tem que comprar a entrada online e agendar um horário de visita. Se não escolher nenhuma dessas opções, tem que tentar a sorte na imensa fila. Mas como a entrada é controlada (número de pessoas), vc pode ficar horas nela e não conseguir. A fila menor era justamente de pessoas com horário marcado e portadores do FC.

 

Ficamos coisa de 10 minutos aguardando a liberação de nossa fila. Depois, entramos sem problemas. O museu não é gigante, nem se compara com o Louvre ou o d'Orsay. Logo no início, já me irritei. Adivinhem? NO PHOTO! PQP! Isso era o que mais me irritava pelos museus europeus... ::grr::::vapapu::

 

É claro que não saí sem tirar pelo menos uma foto mas nem me arrisquei a tentar nas salas com as principais obras. O museu tem um acervo que inclui obras de Da Vinci, Michelangelo, Rubens, além dos quadros "Primavera" e "O Nascimento de Venus", de Botticelli. Demos uma passeada por ali, tirei uma fotografia da ponte Vecchio (isso podia...), que dali tinha um visual lindo e fomos até o terraço, onde tiramos mais fotografias. Encerramos a visita e decidimos seguir caminho.

 

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Ponte Vecchio

 

A ponte mais famosa de Florença ficava a menos de 5 minutos a pé. Saímos da Uffizi e caminhamos por ela. Existe um comércio intenso, principalmente joalherias. Tiramos fotos, passeamos, olhamos alguns preços e achamos tudo caro. Rodamos mais alguns minutos e partimos em busca da sorveteria.

 

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Cantina Del Gelato

 

Saímos da ponte e em menos de 5 minutos alcançamos a sorveteria. O dono é brasileiro, muito gente boa. O sorvete, uma delícia. Infelizmente, não tirei fotos. Procurei no street view mas as imagens são antigas e a Del Gelato ainda não está lá. O que posso fazer é colocar o link das avaliações do tripadvisor aqui para que vcs possam ler os reviews brazucas. Outro ponto positivo é que o dono nos deu uma dica para fugirmos do "pega-turista" mais famoso da cidade.

 

Um dos pratos mais conhecidos de Florença é a chamada Bistecca alla Fiorentina. Existem muitos restaurantes que oferecem-no. Nosso amigo brasileiro nos alertou, dizendo que a verdadeira bisteca só pode ser de 1kg. Não existe Bistecca alla Fiorentina de 500 gr. E o que mais vimos foi anúncio em restaurantes de 500gr ::ahhhh:: "Se tem menos de 1kg nem bisteca é, fiquem atentos!", disse ele. Acabou que, infelizmente, não comemos a tal bisteca mas pelo que vimos o preço médio da verdadeira Bistecca alla Fiorentina é € 40. Fica aqui o alerta de qualquer forma! ::otemo::

 

Cantina del Gelato: Via de Bardi, 31, Florença.

 

Total: € 9 (3 sorvetes e 1 água).

 

Link das avaliações: http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g187895-d2066955-Reviews-Cantina_del_Gelato-Florence_Tuscany.html

 

Piazza Della Signoria

 

Refizemos nosso caminho e fomos até à praça. Na minha opinião, é a praça mais interessante de Florença. Um verdadeiro museu ao ar livre, com obras e mais obras. Existe em frente ao Palazzo Vecchio uma réplica do David de Michelangelo, cujo original se encontra em outro museu muito famoso, a Galleria dell’Accademia.

 

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Após esse passeio, resolvemos entrar no Palazzo Vecchio novamente, só que dessa vez para subirmos sua torre. Não quisemos olhar o museu, estávamos saturados de obras de arte... ::lol4:: Apresentamos nosso FC e ganhamos acesso. A subida é cansativa também, escadas que não acabam mais, prepare-se! Mas a vista...só mesmo as fotos podem expressar uma parte do que é ver aquele cenário...

 

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Piazza Del Duomo

 

Menos de 10 minutos andando e chegamos nela. É o principal ponto turístico de Florença. Andamos um pouco, tentamos entrar na Basílica di Santa Maria del Fiore mas estava fechando já. A cúpula não abre dia de domingo. O plano era retornar na terça e visitar tudo de novo. Infelizmente não conseguimos, acabamos mudando de planos e fazendo uma excursão pela Toscana. Fica pra uma próxima ::Ksimno:: Ponto importante: FUJA dos restaurantes na Piazza Del Duomo. Tudo é caríssimo!!! Cheguei a ver um refrigerante por absurdos € 6.

 

Observação: Na terça-feira, o clima estava maravilhoso e o céu azul. Mesmo com uma excursão pela Toscana, consegui dar um pulinho na Piazza Del Duomo para tirar fotos, já no fim do dia. As fotos que tirei no dia desse post ficaram feias, com o céu nublado demais. Então, as que postarei agora são de terça, dia 23 ::otemo::

 

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Após mais esse passeio, retornamos ao hotel. Começamos a planejar o jantar, queria marcar para mais tarde mas minha tia me alertou sobre o horário. Outro ponto importante: ATENÇÃO aos horários de almoço e jantar. Se vc quer jantar, deve jantar cedo. 21h já é considerado tarde. Eu queria marcar às 21h com minha tia mas depois do que ela falou, marcamos para às 20h na recepção. Aproveitamos para descansar um pouco, passar as fotos para o pc (backup) e verificar o cofre (sempre fazemos isso, é de praxe).

 

Encontramos minha tia novamente no horário marcado e fomos passear. Andamos pelas ruas de Firenze, a cidade estava cheia, bonita. Passamos novamente pela Piazza Del Duomo. Novas fotos, perspectiva diferente do local. Passamos também por uma sorveteria e mesmo antes do jantar não resisti: mais sorvete! rsrs. Acabamos perdendo um pouco a hora e aceleramos o passo em busca de um restaurante muito bem recomendado no tripadvisor. Ele é bem escondido, afastado dos círculos visitados pela maioria dos turistas. E o preço também agradava. Fiquei bem curioso sobre a qualidade da comida, que diziam ser maravilhosa. Usei o aplicativo e entra rua, sai rua, achamos o bendito. Chegamos lá por volta de 20:50 h, tarde como bem avisou minha tia. O restaurante estava quase vazio, entramos e fomos bem atendidos. Só quem não gostou foi o cozinheiro. Fez cara de poucos amigos ::quilpish:: mas não foi rude conosco. ::lol4:: A cozinha é aberta e conseguimos ver toda a movimentação desde o preparo até o momento de servir. Não é um restaurante chique, sua aparência é de uma pensão. Mas a comida...meus amigos, simplesmente mágica! Comi a melhor carbonara (acho que já deu pra perceber que sou APAIXONADO por carbonara né... ::hahaha:: ) da minha vida! E é muito bem servido hein. Pedimos pratos de massa, ainda pedi um prato principal que vinha um bife, com medo de vir pouco pois estava morrendo de fome. Eu fui olho grande demais e não aguentei o prato principal... ::lol3:: Bebemos um bom vinho da casa e conversamos bastante, rindo e comentando sobre o dia. Demorei a perceber que o restaurante estava vazio! Todos os clientes haviam partido...o cozinheiro fechou a cozinha e só restava o senhor que nos atendeu, creio que um dos donos. Mas em nenhum momento fomos apressados ou nos sentimos pressionados a partir. De qualquer forma, percebi que estávamos extrapolando pois para eles era muito tarde...pedimos a conta e fizemos questão de pagar a parte da minha tia, como um presente, em agradecimento pela hospitalidade do ano passado e o esforço em vir nos encontrar. ::kiss:: Foi uma bela noite!

 

Trattoria Pallottino: via isola delle stinche 1r

 

Site: http://www.trattoriapallottino.com/

 

Total: € 48 ( vinho + 3 pratos de massa + 1 prato principal). Melhor custo benefício que encontramos e também a comida mais deliciosa).

 

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Saímos do Pallottino e voltamos para o hotel. Combinamos às 9h na recepção na manhã seguinte. Fomos dormir felizes e satisfeitos com nosso primeiro dia em Florença. Foi um dia mágico! ::otemo::

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    • Por David Fabio
      Olá! Depois de 1 ano que fiz essa viagem resolvi compartilhar aqui, onde fico horas lendo as experiencias dos mochileiros.
      A ideia é fazer um relato rápido pra nao ser uma leitura cansativa, e tá mais focado nas experiencias, já que faz um ano que fiz a trip e nao lembro muito bem nome de hostels e quanto gastei, mas fica a dica de alguns lugares pra ir e fotos pra inspirar.
      Quem sou eu? Me chamo David, carioca, 25 anos, no momento a profissao é recepcionista de hotel, mas tenho sangue mochileiro. Saí do RJ com 22 depois de uma viagem ao Uruguai, onde me apaixonei pelo país e resolvi ficar pra estudar e trabalhar. Em junho de 2017 me surgiu a oportunidade de viajar, já que nao queria comecar a vida em outro país sem conhecer nada da América do Sul. O foco foi a Bolívia por X motivos - País barato, lindas paisagens, turismo de aventura, cultura totalmente diferente. Os objetivos foram o Lago Titicaca (Senti uma conexao com o lugar que vou explicar mais adiante, mas eu só sabia que PRECISAVA ir aí) e o Salar de Uyuni (por motivos obvios).
       
      Entao depois de 1 mes de voluntario num hostel em Rio das Ostras - RJ, parti sozinho pro que seria minha viagem mais intensa até agora. Fui a Sao Paulo, onde saiu o bus que fiquei por umas 17 horas rumo a Campo Grande (MS). Passei o dia em Sampa com os migos e de noite segui viagem. Foi uma das minhas primeiras viagens de ID Jovem, a essa altura era facil conseguir passagens 100% free, hoje em dia tem que solicitar com bastante antecedencia. Enfim, cheguei em CG e já fui direto pra fronteira, Corumbá e me ferrei! Cheguei de noite, parecia uma cidade fantasma, aquele clima de mal-assombrado, tudo escuro, uns fenos passando pela rua (exagero)... Eu tinha reservado um hostel no booking, mas chegando na rua que supostamente estava esse hostel no mapa, era uma rua super escura, com uns cachorros mal encarados que latiam pra mim, fiquei com medo e saí dali kkkkk Nisso já era mais ou menos 00h e tava eu rodando no meio de Corumbá com a mochila enorme nas costas. Achei um hostel e negociei um preco (acho que foi 30 reais) pra passar a noite e ir a Bolivia no dia seguinte.
      Puerto Quijaro e Santa Cruz de la Sierra
      Dia de ir a Boliviaaaa!!!!! weeeee 😜 Saí de Corumbá em um moto taxi que me levou até a migracao (eu nao tinha tomado a vacina da febre amarela, mas até aí sussa). Muita emocao atravessar a fronteira a pé, ver o verde e amarelo se transformar em verde/amarelo/vermelho da BO. Fiz um cambio (troquei 300 dolares por 2000 bolivianos e basicamente essa a grana que eu fiz a trip, com excessao de quando passei ao chile e o tour da bike que paguei no cartao) e fui rumo a estacao de trem pra pegar o famoso Trem da Morte.

      Fronteira Corumbá - Puerto Quijarro

      Eu pensativo no Trem da Morte
       
      A passagem de trem me custou 70 bol (35 reais, sempre divide os bol por 2) e o trem leva até Santa Cruz de La Sierra. E vou eu em mais uma viagem de 17 horas!!!!!!! Voce queria estrada @???? 
      "É conhecido como Trem da Morte por causa de uma epidemia de malária que ocorreu durante a construção da ferrovia, que matou milhares de trabalhadores bolivianos." (wikipedia)
      Eu tava apreensivo mas foi uma experiencia bem normal pra falar a verdade. Legal viajar de trem e tudo, e era bem confortável, diferente de muito onibus na Bolivia hahah Dormi como um bebe. Nao senti falta de seguranca em nenhum momento, digo isso pq ja tinha lido muito de bagagens que desaparecem nesse trem, mas comigo foi bem tranquilo. Cheguei no outro dia em Santa Cruz e já na rodoviária senti a diferenca, acostumado com a rodoviaria do Rio que parece um shopping e a de Montevideo que literalmente tem um shopping, alguns terminais na bolivia sao bem feios, mas como já tinha lido muito já tava preparado pro que ia encontrar visualmente. O que eu nao estava nada preparado era para o frio!!!! Saí do terminal e voltei em seguida, paguei 1 bol pra usar o banheiro e lá coloquei o máximo de roupas que podia pra me proteger do frio, saí de la parecendo um esquimó. 
      Andei bastante procurando lugar pra ficar, acabei em um muquifo que saia 35bol um quarto privado, mas o quarto tinha barata e nao tinha agua quente, tenso. Mas eu tava na Bolivia, tava feliz! Saí pra conhecer Santa Cruz e me pareceu uma cidade bem feia, muuuuuuuita gente na rua e a primeira surpresa: Cade o supermercado?? Nao existe, sao comerciantes ambulantes pela rua vendendo de tudo que vc possa imaginar. Andei um pouco pela city e descobri uma praca muito bonita que se chama Parque Arenal, tinha muuuuuito pombo, adoro pombos, sao simpaticos! 😂 

      Parque Arenal - Santa Cruz de la Sierra
      Próximo ao terminal de bus também tem um parque muito bonito que se chama Parque Urbano, pra gente como eu que é mais tranquila vai querer fugir da loucura de Santa Cruz nesses parques também. Basicamente aí descansei e procurei ter o primeiro contato com a Bolivia, observar a cultura e relaxar. Mas aí já tava na Bolivia e agora? Pra onde eu vou? Ainda meio na duvida fui no dia seguinte pro terminal e eu só pensava em chegar no Lago Titicaca, entao comprei minha passagem pra La Paz. Que bom! Uma viagem que nao é de 17hrs. Mas sim de 19hrs... uma eternidadeeeeeee, nao recomendo, parem em Cochabamba antes de seguir a La Paz, é uma viagem sofrida. Mas no caminho a primeira montanha nevada no horizonte, muita emocao!
      La Paz, Copacabana e Isla del Sol - LAGO TITICACA
      Chegando em La Paz achei um hostel pra ficar depois de andar um montao e me cansar demais, aí comecei a sentir um pouco os efeitos da altitude e sentia o ar mais denso, tinha que fazer um pouco mais de esforco pra respirar.  Acho que o hostel se chamava GIMENEZ, numa acima da rua do mercado das bruxas, recomendo muito. Daí fui dar uma volta pelas agencias de viagens pra conhecer os tours que ofereciam aí (foi onde eu percebi que amo turismo e to estudando isso no Uruguai, mas isso é outra historia rs). Em uma dessas agencias eu conheci o Erick, um brasileiro muuuuuuito gente boa que tava estudando medicina em Cochabamba e tinha tirado uns dias pra conhecer La Paz. Recomendei pra ele o hostel que eu tava e saímos pra tomar uma cerveja e curtir a city. No nosso tour pelas Agencias de Viagens eu fiquei doido! Queria fazer todos os tours, um mais interessante que o outro kkkkk Queria ir ao lago, queria escalar montanha (ainda vou escalar o Huayna Potosi), queria descer a estrada da morte em bicicleta, queria tudo... Compramos o bus pra nos levar a Copacabana no dia seguinte pra ir ao lago, e eu tbm comprei o Valle de la Luna + Cerro Chacaltaya e o tour da Estrada da Morte (nao resisti, tinha que fazer rs).
      Assim no dia seguinte saimos bem cedinho com destino a COPACABANA, queria muito conhecer pra dizer que vim da Copacabana carioca a Copacabana boliviana kkkkk O caminho é lindo, primeiro vc tem uma visao panoramica de La Paz, que parece uma grande favela no meio da cordilheira porque as casas nao sao pintadas, é tudo no tijolo mesmo. Depois vem o lago imeeeeenso com aquela cor azul surreal. É impossível descrever com palavras o que é o Lago Titicaca, parece que voce entrou num quadro surrealista, voce se sente num paraíso. Chegando em Copacabana, conhecemos um casal de brasileiros e fomos todos almocar a famosa truta que se pescam aí, gostosa, mas nada imperdível, assim que se voce for mochileiro e sua prioridade é economizar, come algo barato mesmo, agora se tiver grana vale a pena. Depois já pegamos o barco e fomos pra Ilha do Sol, porque minha ideia era acampar lá (Ó AZIDEIA DA PESSOA). Descemos do barco e ali tinham duas meninas com uma barraca, eu perguntei se era seguro acampar ali e elas disseram que só tavam pelo dia, nao tinham passado a noite, mas que era tranquilo. Falei ok, montei minha barraca ali mesmo, tranquei com um cadeado e subi pra conhecer a ilha. LINDA! É UM LUGAR MUUUUUITO MÁGICO, SÉRIO! Se voce vai a Bolivia e nao vai na Ilha do Sol vai ter que ir de novo. Foi o lar antigo dos Incas, tem uma energia incrível e é cheio de ruínas históricas. Tudo isso com o azul do lago rodeando. É muito incrivel que nao dá pra descrever.

      Eu, o Erick e o casal comendo a Truta

      Lago Titicaca y yo

      Onde eu acampei a primeira noite

      Vista da minha barraca
      Bom, andei um pouco, tirei muitas fotos, e depois bateu a paranóia e desci pra ver a barraca. Descendo ajudei uma boliviana a descer com uns burros e ela foi me contando um pouco como o turismo transformou aquele lugar e como a comunidade local se adapta a isso. Muito interessante, mas chegando lá embaixo... CADE MINHA BARRACA? Desci e nao tava, olhei em volta, tinha uma escada que eu nao tinha reparado antes, fiquei confuso, disse QUE PASÓ??? Nao sabia se estava no lugar certo, perguntei e as pessoas diziam que só tinham 2 portos e queriam me vender um barco pra me levar até lá mas eu disse nao, eu faco a trilha até lá, obrigado. Andei pra caceeeeeeete sozinho na ilha do sol procurando minha barraca, cheguei no outro porto e eram umas ruínas belíssimas mas nada a ver com o lugar que cheguei. Entao resolvi voltar né, que ia fazer? Daí quando cheguei no primeiro porto já reconheci minha barraca, estava lá onde eu tinha deixado, eu nao entendi porque nao estava quando fui da outra vez, fiquei muuuitas horas pensando nisso, já estava convencido que tinha sido uma falha na matrix e eu tinha sido transportado a outro tempo quando vi que esse porto tinha duas descidas, entao com certeza eu desci por uma que nao foi a que eu subi, por isso a barraca nao tava ali do lado e quando cheguei e nao vi já me desesperei e nao olhei o outro lado do porto kkkkkkk Coisa minha, finge que nada aconteceu, seguimos viagem...
       
      De repente vem uma crianca boliviana falar comigo, já era noite, falando que tava procurando o brasileiro que tava acampando no porto kkkk Ele tinha uma mensagem do Erick (que estava hospedado num hostel subindo a ilha) e tava sem lanterna pra voltar, entao eu peguei minha lanterna, tranquei a barraca e subi com ele pra onde o Erick tava. Fumamos um, desci e fui dormir. Acampei sozinho essa noite cagado de frio, o céu caiuuuuu chovendo, uns raios muito loucos. Mas minha barraca aguentou bem! Acordei no dia seguinte com uma vista do caraiooooo, logo se aproximaram duas argentinas fazendo a mesma coisa que eu no dia anterior: perguntando se era seguro acampar ali kkkkk Eu disse que sim, tava tudo certo, acabou que fizemos amizade e desayunamos juntos, muito amor por essas meninas. Resolvemos acampar mais em cima e subimos com as barracas e os mochiloes. QUASE MORREMOS!!! Foi um grande esforco subir com tudo pela altitude e por ser subida, obvio, mas quando escolhimos o lugar pra montarmos nossa comunidade nao podia ser melhor!!! Uma puta vista! Tiramos muitas fotos e fomos buscar lenha pra fazer uma fogueira. Aí passamos por uma galera que tinha uma outra argentina que nao lembro o nome e a Jéssica, uma outra carioca que vai ser importantíssima na historia, mas nesse momento nem nos falamos. Essa outra argentina tava sem lugar pra ficar e a convidamos pra acampar com a gente, já que eu tinha um lugar na barraca. Caiu a noite e estávamos nós 4 e a fogueira lá e fizemos um ritual. Cada um fez um desejo e queimou uma folhinha de coca. RITUAL INCA! Eu nem lembro o que eu desejei mas com certeza se realizou. Jantamos paes com queijo e tomamos café, mate e chá de coca (QUE POR SINAL É DELICIOSO). 

      Gi e Lala, as duas argentinas buena onda que me acompanharam na Isla del Sol

      Cachorro que acompanhava a gente lá e colocamos o nome de Salchi, que vem de Salchipapas, uma comida comum lá na bolivia que é batata frita com salsicha kkkk E uma llama posando pra foto ali atrás.

      Sem palavras...
      No dia seguinte subimos pra ter uma visao panoramica da ilha, muito lindo! Assim completei meu primeiro objetivo! Voltamos a Copacabana, me despedi das meninas e voltei a encontrar o Erick!!! Completamente por acaso! E onde? Numa agencia de viagens! kkkk Ele tinha comprado passagem pra ir ao Peru, e eu ia voltar a La Paz pra fazer meus tours, mas isso fica pro próximo post, onde vou contar como foram os tours Valle de la Luna + Chacaltaya (NEVEEEEEEE), Estrada da Morte (quase morrendo em bicicleta), Salar de Uyuni, minha aventura MUITO TENSA no Chile e Cochabamba!

      Bem patriota na Isla del Sol
       

      Nossa comunidade ARBRAZINCA (argentinas + brasileiros + incas)

      Eu bem mochileiro subindo a ilha
      Até o próximo post!
    • Por Lusmell
      Olá, pessoal!
      Mais uma vez aqui contribuindo com os relatos! Dessa vez a postagem está loooonga e será sobre Chile e Bolívia, embora aqui no site tenhamos inúmeros relatos e que me auxiliaram bastante na organização dessa trip. Então deixo aqui também essa contribuição.  Fui com um grupo de mais 3 pessoas sendo duas do Recife - Juliana e Camila que chegaram primeiro em Santiago e a Sandra de SP que só encontrou conosco a partir do Atacama. Nos conhecemos por meio deste site através de uma postagem que criei no tópico Companhia para Viajar. Pessoas maravilhosas dos quais agradeço muito, pois foram fundamentais para que essa viagem fosse maravilhosa!  
      Foram 11 dias - 01/05/2018 a 11/05/2018 em que passamos por Santiago, Cajon del Maipo, Embalse el Yeso, Termas de Colinas, Atacama e Bolívia - Salar de Uyuni (tour de 3 dias e 4 noites). Uma viagem que valeu muuuuito e super recomendada!!!!  Os lugares são belíssimos e alguns surreais como por exemplo os Desetos de Dali e Siloli. Além, claro, de ver o nascer do sol no Salar de Uyuni que é algo extremamente marcante!
       
      PASSAGENS - Viajei pela Latam e no Chile pela Sky Airlines. Levei uma mochila de 50L e não despachei no da Sky, Contudo no retorno do Atacama para o Chile por pouco pagaríamos por despacho. Lá eles são bem criteriosos com bagagens e medem já no check in. Tivemos que reduzir um pouco nossas mochilas porque não passavam naquela caixa. A sorte que a diferença foi pouca. Então vale o ponto de atenção.
      Rio x Santiago (ida e volta) R$ 1.099,02  Santiago x Calama (ida e volta) USD 70.00  
      SEGURO VIAGEM - Depois de muita pesquisa e vários minutos de negociação fechei com a Travel Ace Assistance. Antes de fechar com eles fiz uma busca das principais cotações que ajudou na hora do pedido de desconto. Paguei R$ 120,78 e graças a Deus não precisei usar! 
       
      CÂMBIO - Com exceção do dólar que comprei no Brasil e do peso boliviano comprado em outra data, essa foi a cotação que consegui em 02/05/2018 numa casa de câmbio em Santiago na Calle Agustinas. No Chile é bom pagar as hospedagens com o dólar a fim de obter as isenções do IVA (19%). Não é vantajoso fazer câmbio no aeroporto tão pouco em Calama ou no Atacama. Para o deslocamento do aeroporto saiba que as empresas de transfers costumam aceitar cartão de crédito e foi o que optei para uso desses serviços.
      1 Dólar =  R$ 3,65. 1 Dolar -  612 Pesos 1 Real -  165 Pesos 1 Bolíviano -  89,00 Pesos  
      LOCOMOÇÃO - Usei como meio de transporte os serviços abaixo. Como cheguei em Santiago num feriado nacional e estava muito cansada para procurar ônibus, então preferir pegar um transfer até o hostel. Mas depois pude conferir que é muito fácil se deslocar de ônibus até o metrô e seguir viagem. Já em Calama devido a distância até São Pedro não há como fugir. 
      Transfer:  Transvip -  Usamos para nos deslocarmos entre o aeroporto de Santigo até o hostel - Custo: CLP  7.000 (ida) / Calama ao Atacama CLP 18.000 (ida e volta - barganhamos desconto rsrsrs...). Metrô -  Para sair do aeroporto, o mais econômico é pegar o Centrobus -  CLP 1.800 e de lá pegar o metrô que para ter acesso basta adquirir o cartão de acesso chamado BIP.  É super fácil e rápido. Uber -  Usamos o serviço tranquilamente sem maiores problemas quando precisamos.  
      HOSPEDAGENS
      Santiago - Che Lagarto -  USD 40.00/três dias. Já conhecia a rede e por isso não tive dúvidas nessa escolha. A localização é perfeita; quartos espaçosos e local limpo. Eles costumam servir café da manhã e incluí esse item na reserva, porém devido a manutenção na cozinha nesse período não foi disponibilizado. Então eles devolveram o valor em dólar. O hostel fica na rua San Antonio, 60. Atacama - Covartsch - USD 95.00/três dias num quarto individual -  Trata-se de um hostel que também funciona como hotel. Possui apenas quartos duplos, triplos e individuais.  As acomodações são boas, porém pequenas; os quartos possuem comodas para guardar os pertences e alguns com nichos também. Considerei bons o atendimento, a organização e a localização. Não há café da manhã. Aceitam cartão, dólar e pesos chilenos. Lembre-se de que pagando em dólar há a isenção do imposto chileno e pagando no cartão incide em taxa. O hostel fica na Calle Tocopilla, s/n. www.corvatschchile.cl  Bolívia A contratação do passeio já inclui as hospedagens e alimentação. Maiores detalhes estão abaixo nos comentários sobre a viagem ao Salar.  
       
      SANTIAGO - 01/05 a 04/05 e 10/05
      Fizemos o City tour à pé e com um guia e passamos pelos principais pontos da cidade como Plaza de Armas, Palácio La Moneda, Teatro Municipal, Tribunal de Justiça, Bolsa de Valores, Cerro Sta. Lucía, Pátio Bela Vista, dentre outros. Terminamos na La Chascona (casa fundação Pablo Neruda). O tour é ótimo, pois muitos conhecimentos são explorados como arquitetura, urbanismo, história, literatura, costumes... As informações foram passadas nas áreas externas dos locais visitados, ou seja, não entramos para conhecer o interior de lugares como Palácio La Moneda, teatro municipal e museus.
      Obs.: Embora tenhamos a informação de que o tour é gratuito, o guia antes de iniciar a caminhada, explica como ocorre o tour, e sugere uma contribuição - propina como eles costumam chamar - no valor de CLP 5.000 caso o turista goste do serviço. Acho válida a contribuição porque considerei o serviço bom, mas não paguei esse valor. Também não havia pesquisado tanto sobre a história de Santiago então ainda que fizesse o tour por conta própria não teria tanta informação como as que foram prestadas durante a caminhada. Há também outros tours que podem ser realizados (bike ou bus de 2 andares). As saídas ocorrem diariamente a partir da Plaza de Armas. 

      Palácio La Moneda -  Foi cenário de um golpe de estado que resultou na morte de presidente Salvador Allende após um bombardeiro neste local. As bandeiras entorno do palácio representam as regiões do Chile. 

      Monumento instalado na Plaza de Armas e representa o povo Maputche. 
       

      Fonte dos quatro ninhos -  Representando os países Bolívia, Chile, Peru e Argentina.
       

      O que chama a atenção na cidade são as intervenções lúdicas por meio de grafites que não só ocupam as paredes, mas as calçadas também.
       
      Cerro Santa Lucía – Fica na região central próximo ao metrô da Universidade Católica e Sta. Lucia. Um local tranquilo que oferece uma bela vista da cidade e da Cordilheira quase imperceptível ao fundo. Isso porque devido a poluição do ar não é possível ter uma visão tão nítida da Cordilheira dos Andes. Esse foi um dos locais visitados logo após o termino do City tour. 
      Entrada: Gratuita, exceto o uso do banheiro 

      Vista através do Mirante Mirador que possui 65 m de altura e permite uma visão da cidade de Santiago. É preciso ter fôlego para subir as escadas e ladeiras que levam a este local.
       
      Museu De Arte Pré Colombiano –  Deixei para visitar este lugar no dia do retorno ao Brasil devido ao tempinho que ainda me restava. O museu possui uma vasta coleção que remete a origens de alguns povos latino americanos. As peças estão distribuídas ao longos dos três ambientes em 12 salas: Chile antes do Chile; exposições temporárias e América pré colombiana e artes. No primeiro, por exemplo, encontrei peças pertencentes a grupos bem antigos de pescadores como os da cultura Chinchorro. Esse povos são conhecidos principalmente pelos seus rituais de mumificação. Há relatos de que muitas dessas múmias são as das mais antigas do mundo devido a esse processo, aliado as condições climáticas da região.  No segundo temos salas com exposições temporais e o terceiro são as peças da América no período pré-colombiano que vai desde as primeiras cerâmicas até peças têxteis. Através do site é possível ter uma prévia de tudo que o museu disponibiliza com catálogos em PDF das peças, áudios (inclusive em Português) e muito mais. O tempo médio de visita no museu é de 1h30 a 2h aproximadamente.
      Endereço: Calle Banderas, 361 – Metrô: Plaza de Armas, Linha 5 Verde 
      Horários: ter a Sex de 10h às 18h, Sábados e Domingos de 10h às 18 h, Segunda: Fechado
      Valores: Adultos: $ 6.000 / Estudantes estrangeiros não residentes $ 3.000 - Domingos: Entrada liberada no primeiro domingo de cada mês
      Maiores informações: http://www.precolombino.cl/

      Chemamüll: Esculturas masculinas y feminina de madeira - Localizada na sala 12 - Chile antes do Chile
       

      Múmias Chinchorro -  Esta prática de mumificação começou a 6.000 a 2.000 a.C. quase 3.000 anos antes que o Egito - Localizada na sala 12 - Chile antes do Chile
       
      Museu De La Memoria e Los Derechos humanos – É difícil não se sensibilizar estando num lugar tão repleto de histórias cruéis ocorridas durante o regime ditatorial. Assim é o Museu dos direitos Humanos que aborda assuntos relacionados a violação dos direitos humanos durante a ditatura que ocorreu no Chile entre 1973 a 1990. O objetivo é estimular a reflexão sobre a importância do respeito e da tolerância para que tais ações cruéis não mais ocorram. Logo na entrada observa-se um grande mapa mundi que mostra como este evento ocorrido no Chile teve relação com outros países. Abaixo desse mapa, os quadros com as ações das Comissões da Verdade de cada país envolvido e os resultados obtidos a fim de solucionar os conflitos internos e criar políticas de reparação. O local possui três andares com vasto acervo físico e digital. Há cartas, documentários, fotos e até objetos confeccionados pelos presos durante esse período.  A visitação ao museu leva em média 2 a 3h. O museu é de fácil acesso, onde é possível visitá-lo utilizando o metrô – linha 5 (verde)  e descer na estação Quinta Normal*. A visitação é gratuita
       Endereço: Matucana 501, Santiago do Chile - CEP: 8350392
      Telefone: +56 2 2597 9600
      Maiores informações: http://www.museodelamemoria.cl
      Horário: Ter–Dom: 10:00–20:00
      É proibido fotografar no interior do museu
      *Obs.: A estação Quinta Normal é o nome de um Parque próximo e confesso no ter visitado, pois estava com minha agenda apertada já que era o dia do retorno ao Brasil. Lá também é possível ter acesso não somente ao parque, mas a outros museus como o Nacional de História Natural, o Ferroviário, o Artequein caracterizado por suas cores fortes, dentre outros. Não vou detalhar sobre esses últimos porque não tive tempo de visitá-los. 
       
      EMBALSE EL YESO / CAJON DEL MAIPO / TERMAS VALLE DE COLINAS
      No segundo dia em Santiago realizamos este passeio bem agradável onde foi possível conhecer um pouco destes lugares, apreciar belas paisagens, tomar banho nas águas termais e desfrutar um vinho chileno com aperitivos. Conhecemos Cajon del Maipo que é um vilarejo composto por montanhas e rios que chama atenção pela beleza. O Rio Maipo, por exemplo, que corta a região, abastece a maior parte da capital chilena. Embalse el Yeso é um reservatório de águas formadas pelo represamento do rio Yeso. Uma das suas características é a cor da água, pois dependendo da luz do dia, a água pode ter uma tonalidade verde ou azul turquesa. O local fica a 2.500 m de altitude e, dependendo do período, as montanhas podem estar nevadas o que garante fotos bem bacanas! Já Termas Valle de Colinas são piscinas termais oriundas das atividades vulcânicas. Cada uma com temperaturas específicas que variam entre 30 a 60 °C.  O difícil mesmo é a troca de roupas, mas depois disso o corpo se adapta facilmente e quase não se sente mais frio.  Para conhecer esses lugares levamos quase um dia inteiro, pois durante o trajeto tivemos algumas paradas para informações sobre as localidades e alimentação.  
      Durante essas paradas conhecemos outros lugares como o Túnel Tinoco que foi construído para fazer parte de um sistema ferroviário, porém se encontra desativado . Este local abriga muito mais que uma construção. Há relatos de que um jovem chamado chamado Willy cometeu suicídio no interior do túnel devido a um grave problema de depressão. Após isso o local virou um santuário, e alí muitos visitantes levam oferendas em homenagem ao rapaz como cata-ventos, pois acreditam que tiveram as preces atendidas e que ele se comunica por meio do vento que sai do túnel. Entramos lá e o que se sabe é que tem uma extensão de 600m de profundidade e ao final dele há um santuário de cata-vento. Soube disso depois porque a medida que avançávamos só víamos um imenso breu  e o vento frio como companhia até que resolvemos recuar . 
       

      Embalse El Yeso que também funciona como a principal fonte de abastecimento de água potável a toda capital chilena. Aqui há um ponto de atenção porque algumas agências exploram mais este local fazendo inclusive piqueniques onde é possível ver aquelas fotos tradicionais com a lagoa azul e a montanha ao fundo. Outras (como a que contratamos) não fizeram isso e deixaram os aperitivos e vinhos para serem consumidos após o banho de piscina no Valle de Colinas. Portanto informe-se antes sobre a logística do passeio.
       

      Túnel Tinoco - O local virou um santuário onde muitos visitantes levam oferendas como cata-ventos em homenagem ao rapaz que faleceu no túnel.


      Las Cascaras - acampamento criado para a construção de uma represa e atualmente encontra-se abandonado.


      Valle de Colinas -  Piscinas termais cada uma com temperaturas que variam entre 30 a 60 °C. Ao fundo o local onde foram servidos os nossos aperitivos próximo aos carros.
       

       
      Agência Chile Premium tours  - Ave. Americo Vespucio 107, Santiago 
      Custo – CLP 40.000 – Pegamos esse preço por meio de uma promoção do dia. É sempre bom negociar se estiver em grupo.
      Adicionais -  Vinho + aperitivos 
      Tempo médio – 1 dia
      Aceita dólar e real. Paguei o restante do valor durante o tour em real.
       
       
      ATACAMA - 04/05 e 08/05 
      Chegada 04/05 - Para chegar ao Atacama pegamos um voo da Sky Airlines com duração de 2h10min entre Santiago e Calama. Este voo compramos com antecedência no Brasil a fim de obtermos um bom preço. Chegando a Calama foi necessário contratar um transfer até São Pedro do Atacama; e lá se foram mais 1h20min aproximadamente de viagem. Utilizamos a mesma empresa Transvip. Neste caso como estávamos em três pessoas negociamos, pois logo na entrada fomos abordadas por duas empresas. Conseguimos o valor de CLP 18.000/pessoa ida e volta. Deixamos agendado a volta para evitarmos problemas. Depois foi só ligar para eles que nos buscaram no hostel e chegamos sem estresse ao aeroporto.
      Obs.: Os carros possuem Wi fi, porém fica sem sinal quando entra na estrada do deserto.
       
       Cejar / Ojos del Salar / Laguna Tebinquiche
      Logo que chegamos fomos visitar algumas agências para tentarmos um tour naquele mesmo dia. Conseguimos fechar na Whipala que sairia por volta das 16h. Considerei o ponto alto deste tour a Laguna Cejar que devido a elevada concentração salina o corpo não afunda. Sim! É o Mar Morto da América Latina, porém com muito mais sal. O local conta com ambiente bem básico para troca de roupa e  retirada do excesso de sal. Embora o tempo estivesse ensolarado, a temperatura não estava alta e a água muito fria. Então foi um pouco difícil entrar, mas rapidamente nos ajustamos ao ambiente. A concentração de sal é tão grande que provocou uma enorme ardência nos meus lábios que já estavam rachados devido ao frio, pois deixei pingar água no rosto. Foi o momento que precisei sair rapidamente. Ficamos lá por mais ou menos uns 20 minutos e depois retornamos para visitarmos um outro ponto chamado Ojos del Salar. É um local com duas represas onde as pessoas podem se banhar. São locais fundos onde os turistas costumam entrar no estilo “mergulho”, ou seja, indicado para quem sabe nadar - como não sei fiquei na minha aproveitando outras paisagens.  Finalizamos o nosso tour na Luguna Tebinquiche com o pôr do sol. A agência ofereceu aperitivos e Pisco Sour, uma bebida típica chilena. Abaixo as principais informações sobre este passeio.
      Tour -  Laguna Cejar
      Agência -  Whipala
      Custo – CLP 18.000
       Taxa adm. - CLP 17.000 para entrar na Laguna Cejar + CLP 2.000 para entrar na Laguna Tebinquiche
      Visitamos -  Lagunas Cejar, Ojos del Salar e Lagunas Tebenquiche
      Oferecem snacks ao final do passeio
      O que levar: Roupa de banho, casaco corta vento, protetor solar, água, não esqueça o chinelo porque andar naquelas pedrinhas descalço até a lagoa não é nada agradável!

      Laguna Cejar - Devido a alta incidência de sal o corpo não afunda

      Laguna Tebinquiche - Finalzinho de tarde

       
      Mountain bike por Catarpe  [Rally dos sertões mesmo!] 
      Fizemos esse passeio no retorno da Bolívia, pois tínhamos um dia de sobra no Atacama. Catarpe é um conjunto de formações rochosas, a praticamente 2.000 m de altitude e, embora seja uma aventura bacana onde passamos por locais muitos interessantes, este não é um tour de nível fácil - pelo menos para quem não está em forma! Não foi comunicado na contratação e também não buscamos maiores informações,  queríamos era curtir!!! Eu estava há meses sem praticar atividades físicas e tive dificuldades durante as diversas subidas do percurso devido as condições do terreno. Diferentemente das meninas que inclusive foram muito pacientes com as minhas várias paradas.  Foram muitas subidas e descidas dificultosas num terreno bastante arenoso. Tipo rally dos sertões - essa é a realidade! Passamos por lugares onde a sensação era de que estávamos pedalando na areia da praia! Num dado momento em que já estava no meu limite, o guia parou e logo pensei: Ufa! Glórias! Vou descansar! Mas, não! Ele aponta para um morrão e diz: - vamos deixar nossas bicicletas aqui e subiremos esse morro para conhecer a capela de San Isidro. Logo pensei: Tá doido!!!  Nem minha alma chegará até lá! Depois disso ainda tivemos mais uma parada para conhecer umas ruínas que já não lembro o nome. Nesse caso como estava um pouco recuperada consegui subir o morro e ver do alto a beleza local. Por fim retornamos ao Atacama somente o caco, mas sobreviventes!
      Custo: CLP 20.000 para três pessoas com guia (depois de muita pesquisa!)
      Duração do percurso: 6h
      O que levar? Protetor solar, água, barra de cereal e usar roupa bem leve.



       
      BOLÍVIA -  SALAR DE UYUNI - 05/05 a 08/05
      Enfim chegou o grande dia! Nesse passeio fui psicologicamente preparada para enfrentar todo tipo de treta possível (acomodações precárias, motorista problemático, frio, comida ruim, altitude e até bloqueios de estrada. Isso porque faltando poucos dias para o embarque vi uma postagem aqui no site sobre relatos de bloqueios realizados pelos índios da região. Maaaaassss graças a Deus tudo deu certo (é né...tirando a altitude e a friaca!). Foi uma das minhas melhores experiências de viagem. Eu não gosto de ir a um lugar mais de uma vez, mas sabe aquele lugar que você quer voltar, pois as fotos, filmagens e relatos não expressam a beleza de tudo o que foi visto?
      Principais gastos na Bolívia
      Entrada para o Parque Nacional de Fauna Andina Eduardo Varoa -  Bs 150.00 Entrada para a comunidade Incahuasi – Bs 30.00 Saco de dormir no primeiro hostel – Bs 20.00 -  Usei somente no 1º dia, pois o frio foi muito intenso. Se puder leve um! Banho – (valor médio cobrado em cada hospedagem) – Bs 10.00 Sim! Eles cobram banho nas hospedagens. Obs.: Os valores podem ser alterados dependendo do período da viagem. Uma atenção é sobre a suposta taxa de cobrança de imigração entre Bolívia e Chile no valor de Bs 15.00, porém não pagamos nada referente a esse tipo de taxa tanto na ida quanto na volta embora tenhamos ouvido tais informações por lá.
       
      >> Diário do trajeto até o Salar
      Realizamos esse passeio com a agência Cordillera Traveller que conhecemos através de alguns relatos em blogs de viagens. Formalizamos a contratação através do site e efetuamos o pagamento da entrada no valor de USD 55.00 e o restante na própria agência. Sobre o serviço tivemos um bom atendimento assim que chegamos à agência para efetuar o pagamento. O responsável pelo atendimento foi bem receptivo, explicou o trajeto da viagem e esclareceu todas as dúvidas existentes. No dia marcado para a viagem eles chegaram pontualmente num micro ônibus que foi trocado por um 4x4 na fronteira com a Bolívia. Nosso motorista que nos conduziu até o Salar foi muito gente boa conosco o que contribuiu para uma viagem tranquila porque li muitos relatos de problemas com motoristas. Apenas no retorno ao Atacama que deu problemas no carro logo que saímos do hostel.  Sobre as acomodações em que ficamos são bem simples, organizadas e o atendimento é bom. Confesso que esperava algo pior em se tratando de hostels no deserto.
      Agência - Cordillera Travelle 
      Valor do tour - USD 220
      tempo - 4 dias e 4 noite
      Inclui: hospedagens e alimentação
      http://www.cordilleratraveller.com
      Obs.: A agência sugere que sejam levados no mínimo Bs 300 para as despesas durante a viagem.
       
      1º dia – Esperamos o guia no hostel que chegou por volta das 5h e prosseguimos rumo à fronteira entre Chile e Bolívia. No ônibus estava um casal muito gente fina que ficou conosco durante todo o trajeto fechando, assim, o grupo de 6 pessoas que comportava o nosso carro. Chegando à fronteira começamos a sentir o poder do frio (acredito que estava uns 4°C) e da altitude (4.400 m). Lá já tinha um café da manhã preparado com pão, bolo, leite, café, chá...logo após o café fomos para a imigração (depois do preenchimento de alguns formulários) trocamos de veículo e passamos para um 4X4; pagamos os Bs 150.00 para a entrada no parque e pronto! Partimos para contemplar as maravilhas do deserto! 
      Passamos por Lagunas que ficam próximo ao vulcão Licancabur; logo seguimos para o Deserto de Dali e à piscina de águas termais. Seguimos, também, para os Geysers de la Mañana - um local geotérmico oriundo das atividades vulcânicas. Após isso partimos para o local em que ficamos hospedados para deixarmos nossas coisas e em seguida almoçarmos. Na parte da tarde fomos para a última visitação: Laguna Colorada. Um local lindíssimo onde se pode apreciar três tipos de flamingos (Andino, Chileno e James) e outras belezas da região. Pena que já estava me sentido muito mal devido a altitude (4.500) e não consegui aproveitar este último local.

      Deserto de Dalí



      Laguna Colorada

      Piscina de águas termais - Os mais corajoso arriscaram um banho...
       

      Geysers de la Mañana
       

       
       
      2º dia  - Após o café da manhã e já recuperada do mal de altitude saímos em direção ao Deserto de Siloli - outro lugar muito maravilho que abriga um conjunto de rochas vulcânicas em diferentes formatos (resultados das ações eólicas) e que lembra figuras animalescas, Dentre essas formações rochosas destaca-se o famoso Árbol de Piedra. A ação dos ventos e as condições climáticas foram responsáveis por essa formação corrosiva que dá o nome a rocha com seus 5m de altura, e considerada patrimônio natural. O próximo ponto foi visitar as Lagunas Altiplânicas: uma sequência de lagunas em que só mudam as variações de cores e habitações de flamingos:  Honda, Hedionda, Chiarkota e Cañapa e paramos para o almoço. Na parte da tarde seguimos para o Salar de Chiguana um local cortado por uma ferrovia que por sinal conseguimos ver o trem cargueiro passar. Por fim seguimos para San Juan onde fica o  hotel de sal. Local limpo, organizado, bem decorado e agradável. Jantamos (tinha vinho no jantar) e fomos descansar, pois no outro dia teríamos de acordar às 4h para ver o nascer do sol no tão esperado Salar.
       

       Arbol de Piedra -  Turma maravilhosa muitas diversões!  
       


      Deserto de Siloli


      Laguna Hedionda
       

      Laguna Honda

      Laguna Honda -  Beleza do céu à terra

      Nesse dia o frio estava tão intenso que parte do lago congelou!

       

      Salar de Chiguana -  Chegamos minutos antes da passagem do trem
       

      Uma Viscacha quietinha e alegrando os turistas com sua pose...

      Raposa do deserto também conhecida como Zorro
       
      3º dia – Saímos às 5h em direção ao deserto de sal num frio que já não era tão intenso quanto foi o primeiro dia. Chegando ao Uyuni fiquei simplesmente maravilhada! Pegamos um ponto em que o Salar estava molhado. Particularmente não contava com isso -  uma surpresa! Felicidade é uma palavra que não resume este momento porque não há palavras para classificar a sensação de estar neste lugar! Algo que ficará para o resto de minha vida. É uma bela oportunidade para tirar aquelas fotos mara? Sim! Mas é a oportunidade também para contemplar o momento, o silêncio e refletir. Ver o sol surgindo em meio ao horizonte multicor – um ato tão simples e quotidiano, mas que naquele lugar tem um tom especial: o de transmitir a mensagem de que está nascendo uma nova oportunidade para viver e ser feliz! Sei que cada um daqueles que foram comigo tiveram a sua experiência, porém acredito que todos foram unânimes quanto a beleza e a formosura daquele lugar. Vale muuuuito viver essa experiência.
      Passado o momento mágico seguimos para um local onde se encontram os cactos gigantes. Tomamos um café da manhã e seguimos para o Salar (lado seco) para tirarmos aquelas fotos de efeito e curtir o que de melhor este lugar nos proporciona! pós aproveitarmos muito o Salar de Uyuni partimos para um pequeno povoado chamado Colchani. Durante o trajeto conhecermos alguns outros locais como o museu de sal, o cemitério de trens (conseguiram fazer um monte de trem velho virar atração turística) e uma feirinha de artesanato. Nosso passeio finalizou em Villamar para almoçarmos e trocarmos de carro para o retorno ao hostel e nos prepararmos para a volta ao Atacama. 



       



       


      Isla Incahuasi "Casa dos Incas" - Um parque de cactos gigantes com várias espécies.
       

      Museu de trens ao ar livre!
       

       
       
       
      A hora do retorno... Aquele momento que mistura saudades, alegria por tão bons momentos e a certeza de que as energias foram renovadas. Aqui fica a gratidão a Deus por conhecer lugares, pessoas, culturas e tantas coisas boas! Se recomendo? Se vale a pena? Claro! Junte sei dindim, pegue sua mochila, conheça as maravilhas destes lugares e seja feliz!

       
      ALGUMAS CONSIDERAÇÕES 
       
      Retorno da Bolívia para o Chile -  A imigração é bem rigorosa então certifique-se sobre o que é proibido conduzir na bagagem.
      Dinheiro - Na agência nos pedem que levemos no mínimo Bs 300 contudo Bs 250 são mais que suficientes para quem não gasta tanto, contudo o objetivo pelo que pude observar é para também girar a economia local, principalmente a dos artesãos que vivem do setor turístico. Então é bom considerar isso também. Não tivemos problemas com o uso de cartão de crédito em Santiago e algumas agências e hostels aceitam o pagamento em cartão, mas verifique se não cobram taxas. Na cidade de São Pedro do Atacama possuem caixas eletrônicos. Atenção também ao pagamento na fronteira quando ingressar na Bolívia porque eles só aceitam pesos bolivianos para pagamento de acesso ao Parque.
      Altitude - Hidrate-se bastante e descanse (se possível) um dia antes de seguir viagem para a Bolívia. Algumas pessoas sente-se muito mal no primeiro dia em virtude da altitude, outras apenas sentem dores de cabeça. Os nativos recomenda tomar um chá de "chachacoma" para aliviar esses efeitos.
      Passagens aérea -  Atenção com algumas companhias aéreas que mudam o seu voo nas vésperas da viagem e disponibilizam apenas uma opção de escolha de voo quando na venda existem várias. Isso aconteceu comigo em relação a LATAM que alterou meu voo para a madrugada e quando consultei o site deles vi que o horário que comprei estava lá sendo vendido normalmente. 
      Roupas -  Comprei vários casacos segunda pele daqueles bem baratinho mesmo; levei várias blusas; legs, dois casacos um pouco mais pesados, mas o que foi fundamental nessa friaca que enfrentei foi o casaco corta vento. Invista nele porque faz uma boa diferença. Meias!!! Mesmo com três meias no pé em alguns lugares tive a sensação de congelamento nos dedos. Isso é horrível porque gera uma dificuldade até para andar. Gorro, cachecol e luvas devem ser um dos primeiros itens da sua bagagem!
      Roubos - Tenha muito cuidado ao caminhar pelas ruas de santiago com mochilas nas costas. graças a Deus não acontece nada conosco, porém tivemos muitos alertas de pessoas que roubam sem percebermos.
      Produtos -  É muito importante não faltar na sua bolsa Bepantol; protetor para o corpo e lábios, hidratante, material de primeiros socorros, remédios para enjoo e dores de cabeça.
       
      É isso aí galera! Chile e Bolívia sempre rende muitas coisas para contar! 
    • Por Alan.Pereira
      Hoje aqui no aeroporto esperando a hora do embarque de volta ao Brasil. Há 2 dias a atrás estava extremamente ansioso para voltar para casa, saudade da minha cama meu quarto, feijão e café e família. Agora aqui no sentado bateu aquela tristeza boa de “queria viajar mais um pouquinho”.
      Nessa jornada de 25 dias conheci pessoas maravilhosas pelo caminho, algumas já vínhamos conversando a algum tempo e trocando informações sobre o roteiro em um grupo no WhatsApp, outras vieram pelo a caso como o Francisco que abriu a porta da sua casa para nós via AIR BNB e nos levou para conhecer Lima e nos deu muitas dicas sobre Lima, Algumas pessoas que vai ficar marcado e vou fazer o possível para mantemos amizade vai ser o casal Edson&Karina, e as meninas Yasmin, Eloa.
      Sinceramente faria o meu roteiro tudo novamente passando pelos mesmo lugares e explorando as mesmas coisas nas cidades de: Sucre, Uyuni, Atacama, Lima, Huaraz, Cusco, Copacabana & Isla Del Sol, e Lá Paz.
      Um país que pelos poucos dias que fiquei que quebrou todos os meus tabus foi o Peru que país mais surpreendente em todos os quesitos, belas cidades ótimas gastronomia “me apaixonei pelo “Ceviche”
      Desejo que todos um dia possam ter a oportunidade de conhecer esses e outros países e novas culturas.
      Obrigado a todos que me apoiaram e me motivaram a fazer essa viagem, a minha família amigos e meu amigo parceiro Namorado Alan Mendes.
      Mais um sonho de viagem conquistado!
      Que venha a próxima!
      Aeroporto de Viru Viru 22/01/2018
       Insta: @alan4lan
       
       Introdução
       Referente a valores acabei perdendo muitas anotações mais me pergunte que tendo ajudar da melhor forma possível.
      Queria fazer esse relato anteriormente mais acabei não conseguindo.
      Algumas informações uteis sobre meu roteiro:
       Fotos vou colocar a partir de  Sucre
      Hospedagem não fiquei em quarto coletivo, exceto a segunda noite do Salar*
      Optamos por quarto privativo e de preferência com banheiro (dica: pesquisem fazem as contas como estávamos em 2 pessoas a maioria dos hostel que vimos quando somado o valor de hospedagem para 2 pessoas ou dava o mesmo valor que o quarto privativo ou faltava muito pouco, então, se vai com mais alguém faças suas contas)
       
      Roteiro:  
      São Paulo > Corumba > Santa Cruz > Sucre > Uyuni > Atacama > Arica > Tacna > Lima > Huaraz > Lima > Cusco > Copacabana > Isla del Sol > La Paz > Santa Cruz > São Paulo
       
      Hospedagem:
      Em Sucre ficamos em um hostel meia boca, eu particularmente não gostei tanto ao ponto de indicar mais pagamos 90 bolivianos por 1 noite em 1 quarto privado sem banheiro e sem café da manhã, acabamos ficando nele por conta de ser véspera de ano novo e achamos ele pelo Booking em quantos estávamos no aeroporto, Casa Residencial Maya inn B&B
       
      Atacama – ficamos hospedados em um hostel muito bom camas confortável banheiro ótimo com agua quente e café da manhã porem pagamos caro havíamos entendido que seria um valor e pagmos 25 mil pesos chilenos, Hostel Licancabur.
       
      Lima – Ficamos e um Air BNB sem sombra de dúvida foi a melhor escolha, nosso anfitrião foi nota 10 recomendo ( whats App +51 925 999 420) vão entender o porquê de eu indicar ele!
       
      Huaraz – Ficamos em um hostel ruim, pegamos um sem banheiro privado e tínhamos que sair para fora do quarto no frio do capiroto e em baixo de chuva/gelo 2 diárias quarto privado sem banheiro e sem café da manhã por 90 soles (acho que se pesquisar acha nesse valor ou mais barato e um melhor quarto ), Hostel Virgen del Carmen 1. NÃO RECOMENDO
       
      Cusco – Gostei do hostel e indico, quarto privado com banheiro, café da manhã, internet lugar limpo recomendo e volto a ficar nele, 60 soles a diária para 2 pessoas, fica próximo a plaza del Armas, Hostel Casa Koch.
       
      Isla del Sol – Não lembro o hostel lugar muito caro a hospedagem e sem muita opção de barganha!
      La Paz - Ficamos em um hostel, uma rua a cima do mercado de La Bruja, hostel simples quarto privado com banheiro, internet, sem café da manhã, 80 bolivianos a diária, Hostel Caminho Dourado. RECOMENDO
       
      Agencias de passeios
      Salar de Uyuni – Agencia Yura Tika (não sei se escreve assim) agencia nota 10 recomento.
      Foi pago 700 boliviano no passeio 3 dias 2 noites + transfer para Atacama. Vocês vão entender o porquê devem escolher ela!
      Huaraz – Fizemos 2 passeios que contratamos com a agencia Scheller Artizon Trek Nevado Pastoruri por 30 Soles + 12 entrada no parque e Laguna 69 foi 40 soles + 30 entrada no parque, recomendo trocamos mensagem por WhatsApp e chegando em Huaraz já estava com o passeio fechado.
      Cusco – Fechamos o passeio com um cara Machu Picchu com o Leonel sensacional o cara foi gênio, pagamos 320 sole para MP 3 dias 2 noites via hidroelétrica, hostel foi nota 10 (Dica fala que é indicação da Yasmin que ele dá desconto) WhatsApp Leonel +51 926 216 792
       
       
      Dia 1 30/12/2017 
      Tamanha a ansiedade nem preciso falar que mau consegui dormir, sai de São Paulo rumo ao aeroporto de Viracopos fiz esse trecho de avião devido ter achado uma promoção da Azul linhas aéreas passagem por 280 reais, voo tranquilo sem nada de mais chegamos em Corumbá por volta das 14hs em um puta calor parecia uma sauna devia esta uns 35ºC fácil, pegamos um taxi fora do aeroporto ate a fronteira que não me lembro o valor. Passamos pela fronteira sem maiores problemas sem fila acho que gastamos 30 minutos no máximo para dar saído do Brasil e entrada na Bolívia.
      Assim que você sai da aduanda boliviana já tem vários lugares para fazer cambio troquei 1 real por 2 bolivianos (essa foi o câmbio que encontrei pela Bolívia - Santa Cruz, Copacabana, La Paz, Sucre).
      Eis que chega a hora de cambiar dinheiro, nessa hora estava conferindo o dinheiro e outro Alan (somos dois Alan’s pessoal) nota que tinha uns taxita nos encarando quando estávamos trocando o dinheiro, como estava de costa nem tinha percebido e fui em direção a eles perguntar o valor do taxi até a rodoviária de Puerto Quijarro, nessa hora o Alan alertou que eles estavam olhando para nós e rindo e gesticulando e etc e fomos pegar outro motorista.
      Pegamos um taxi rumo a Rodoviária para comprar a passagem para Santa Cruz, pegamos o taxi um senhor carrancudo que nos levou até a rodoviária ai sem problemas porem a bendita rodoviária fica no meio do nada a estrada é um puta matagal e o motorista andava mais lerdo que uma tartaruga, nessa hora pensei que iria ser assaltado coração disparou e pensei “Alegria de pobre dura pouco, mal começou a minha tão sonhada trip e já vai acabar” juro pensava que iria ser assaltado mais graça a Deus chagamos a rodoviária.
      Tem muitas empresas de ônibus que faz o trecho até Santa Cruz todos ônibus parte entre as 20 e 21:30 da noite tem ônibus para todos os gosto e bolso fomos de um chamado 25 de Marzo, antes de comprar o passagem fomos ver todos os ônibus que tinha disponível e achamos o dessa empresa que atendia nossas expectativas, Bus semi-cama com ar condicionado e pagamos na tarifa 110 bolivianos por passagem. 
      Passamos o restante do dia na rodoviária até chegar o horário de embarcar conhecemos um brasileiro Adriano e ficamos conversando ate embarcar, ele estava levando uma bicicleta ele iria pedalar pela Bolívia.
       Nesse primeiro dia não tem muito o que contar foi um dia para deslocamento.
       
      Dia 2 – 31/12/2018 
      Chegamos em Santa Cruz por volta das 4hs da manhã, rodoviária feia sem nada nem lugar para comprar um agua, tivemos que esperar 7hs da manhã para fazer cambio e ir para o aeroporto para comprar a passagem para Sucre.
      Como era Domingo a casa de câmbio da rodoviária não abriu e tivemos que ir até o centro de Santa Cruz para achar um lugar para cambiar dinheiro, não trocamos em Corumbá porque achávamos que em Santa Cruz conseguiríamos uma valor melhor, #SQN pegamos um taxi e fomos para o centro da cidade acho valor do taxi foi 20 bolivianos, mais pensa em um carro ruim sujo tinha até um marmitex azedo mais chegamos no centro da cidade  achamos um senhor que cambiava 1 real por 2 bolivianos.
       Dica: Em Santa Cruz possui dois aeroportos, Viru Viru que é o internacional que a BOA, Amazsonas entre outras cias operam e tem o Aeroporto Trompillo que parece que somente a CIA TAM Transporte aéreo militar opera. Como não tinha prestado atenção acabei indo ate Trompillo chegando lá ate tinha passagem para Sucre porem muito caro por volta de 900 bolivianos cada e formos para Viru Viru e lá conseguimos comprar passagem para Sucre para 2 pessoas por 926 bolivianos que era o preço que estava no orçamento da viagem.
      Chegamos em Sucre, aeroporto fica a cerca de 40 minutos de Sucre. Aqui vai uma dica muito importante: Não peguem o taxi ( em média custa 60 bolivianos) na porta do aeroporto tem ônibus da cidade que custou 15 bolivianos só não me lembro se foi para 2 pessoas ou para casa.
       
      Sucre me apaixonei pela cidade sem comentários gostei de tudo. Cidade muito limpa tinha tudo que precisava comida, ônibus, taxi, casas de cambio pode se considerar uma grande cidade. Não fizemos nenhum passeio devido ter ficado nela dia 31 de Dezembro e 1 de janeiro. Tinha festa pela cidade e tudo mais porem, estávamos tão cansado que só demos uma voltinha no dia 31 comemos e fomos para o Hostel com a intenção de cochilar e por volta da meia noite sair pela cidade algo que não aconteceu, capotamos de sono que acordamos no dia 1º com o barulho de uma banda passando pelas calles.  
      Dia 3 - 01/01/2017
       Nesse dia fomos derrubados da cama cedo, era por volta de 6:30 da madrugada, aproveitamos que esse dia que seria nosso último em Sucre e fomos conhecer a cidade, cambiar, tomar café comprar passagem para Uyuni.
      Serio, se um dia voltar na Bolívia colocaria Sucre no meu roteiro para passar uns 2 a 3 dias na cidade eu adorei ela, me fez lembrar Ouro Preto em tudo, uma coisa que me chamou a atenção em muitas cidades pela quais passei foi a limpeza e o cuidado das praças que eles aproveitam muito final da tarde e nos fins de semana.
      Cambiamos dinheiro e encontramos um casal de amigos que já estávamos trocando mensagem há alguns meses pelo WhatsApp Edson e Karina, casal nota 10 e fizemos o Salar e Atacama juntos e nos encontramos no final da trip em La Paz.
      Compramos passagem para Uyuni em um ônibus direto por 80 bolivianos, ônibus padrão Bolívia que foi cheio com gente em pé por incrível que pareça.







       
      Dia 4 – 02/01/2017
      Saímos de Sucre as 20:30 e chegamos as 4:30 em Uyuni, o ônibus foi tenso pegamos a penúltima poltronas e o Edson e Karina pegam as ultimas até ai sem problema mais foi um cara no fundão em pé que dava medo não conseguimos dormir muito bem ate a cidade de Potosí  onde esse cara desembarcou.
      Nossa chegada em Uyuni não poderia ser ao melhor nível mochileiros como li em tantos relatos, chagada as 4:30 da madrugada em uma temperatura de 5°C um frio tremendo ate que encontramos a Tia do Café já tão conhecida por nós do mochileiros.

      Café nem preciso falar sobre foi bom estávamos abrigado em um lugar quente e com Wifi ate as agencias abrirem que são por volta das 7:30 a 8hs da manhã.
      Dicas: Pesquisem a agencia e pegam a que vocês tiverem recomendação, pesquisamos em umas 5 agencias o preços variaram de 650 a 900 bolivianos por pessoa o tour padrão 3 dias 2 noites + transfer para o Atacama. Optamos pela Yura Tika não tem como não achar ela fica bem dizer de frente com o café da Nonis fechamos por 700 um tour diferenciado qua valeu muito apena, passamos por todos os lugares que as outras agencias passavam porem com um diferencial estava incluso o Salar Alagado, Por do sol e umas cavernas que acabamos não conseguindo ir devido esta fechado,
      Passeio comprado hora de partir para o tão esperado e sonhado SALAR DE UYUNI, passeios saem as 10:30 ouve um atraso e saímos as 11:30 mais nada que atrapalhasse nosso passeio esse atrado
      PRIMEIRA DIA NO DESERTO
      Tour que acredito que todos já sabem não vou dar muitos detalhes desse primeiro dia, fomos para o cemitério de trem que achei muito foda
       




       

       
      Salar de sal branquinho dispensa qualquer comentário é a coisa mais linda esplêndida que já vi na vida muito lindo mesmo, faria somente essa parte sem sombra de dúvida achei fantástico

       

       

       


      Almoçamos no salar alagado, comida muito boa o Deniz nosso guia / motorista montou mesa e tudo mais.
      Ilha de Cactos pagamos os 30 soles cada, no começo não queria mais quando subi nela achei muito legal, vista do Salar é espetacular porem se prepara para o vento porque é muito forte.
       


       
       
      Depois de um dia cansativo não via a hora de tomar um banho quente (aliais já fazia umas 36 horas desde o ultimo), comer uma comidinha e cair na cama e dormir já que no 2º dia de Deserto
      Iriamos acordar cedo por volta das 6 da manhã, já havia me preparado para uma hospedagem no meio do nada, sema nada de conforto, sem banho quente e comida ruim, eis que o guia mostra de longe a nossa Hospedagem e a primeira impressão foi “QUE BOSTA, ESTAMOS FUDIDO” serio era meio feio a imagem de uma casa de barro no meio do nada e um puta frio, mais isso mudou quando entramos dentro do hostel:
       
        

      IMG_7122.MP4 Hospedagem desse dia foi a melhor, hostel SOMENTE PARA NÓS, tudo muito novo banho quente e comida nota MIL serio, quartos privativos toda a mobilha novinha tinha TV de LED 50 polegadas, radio em fim tudo que se precisa em uma casa de muita boa qualidade. O hostel todo era de sal o chão era um tipo de são grosso.
       
      Dia 5 – 03/01/2018
      SEGUNDO DIA NO DESERTO
      Depois de uma noite muito bem dormida acordamos por volta da 6 da manhã, café da manhã já estava sendo servido e preparado para as lagunas.
      Serio esse acho que foi o dia mais tenso no deserto, as paisagens são lindas mais passamos horas dentro do carro, tem hora que a bunda fica quadrada mesmo o carro sendo confortável.
      Nesse dia passamos por alguns lugares muito interessante uma plantação de Quinoa bem verdinha no meio do deserto, e paramos para almoçar em um restaurante muito bacana diga-se de passagem comida podia comer a vontade e com uma vista linda de um “Oasis”
      Abaixo as fotos desse dia.
      As lagunas devido o tempo não estava em suas cores linda bem vivas e com os espelhos d’agua mais mesmo assim são uma obra de arte.



       
       
       
      Nesse dia o hostel foi mais humilde mais, comida lembro que foi uma macarronada e deram uma garrafa de vinho, ficamos em um quarto compartilhado e só tinha o pessoal da nossa agencia e não teve banho, em quanto o jantar não ficava printo fizemos nossa farra e colocamos uns bolivianos para sambar kkk

      WhatsApp Video 2018-07-29 at 22.24.00.mp4  
      Dia 5 – 04/01/2018
      TERCEIRO DIA DESERTO
      Nesse dia foi o que acordamos mais cedo por volta das 4:30 da manhã já estávamos todos tomando o café da manhã que não me lembro oque foi servido.
      Fomos primeiro para os Geiser, achei muito legal nunca tinha visto nada parecido o lado ruim é somente o frio de congelar
       

       
      Passamos nos Banhos Termales mais não estava muito afim de entrar então foi somente fotos e contemplar a paisagem.

       
      E assim nos despedimos do Sala de Uyuni...
      Quanto chegamos na fronteira Bolivia x Chile o guia nos explicou referente a taxa de 15 bolivianos, segundo ele tínhamos a opção de pegar a fila que estava quilométrica ou pagar a taxa e não ficar na fila, optamos por pagar e foi a melhor coisa em 20 minutos já estávamos todos na van rumo a San Pedro do Atacama.
      Dica: Quando vai dar entrada no Chile eles passam as mochilas/malas no raio X e todos tipo de alimentos orgânicos tem que se jogar fora, produtos industrializados passa sem problema.
      San Pedro não era digamos que um lugar que queríamos conhecer passamos mais por questão de logística a cidade é bem cara e optamos em passar somente 1 noite.
      Neste dia procuramos hospedagem, fizemos cambio, e ficamos de boa pela cidade e descaçar depois dos dias de travessia do deserto que é muito cansativo.
      Dica, compre o quanto antes a passagem para sair de San Pedro compramos com um dia de antecedência para um ônibus direto para Arica e pagamos 17.500 um casal de amigos Edson e Karina pagaram para 2 dias depois 13 mil pesos chilenos, não me recordo o nome da empresa mais todos os ônibus são de ótima qualidade pelo que vimos na rodoviária!
      No hostel conhecemos um casal de brasileiros Fred e Mariane  que sofreram muito e foram enganos pela agencia Thiago Tous eles passaram muito mal devido a comida estragada e não foi somente ele mais todos do carro passaram 2 dias com diarreia e vômitos e falaram que o guia os trataram extremamente mal, nessa hora falamos do tratamento de nossa agencia e mostramos nossas fotos eles não acreditaram. Eles nos mostraram a foto do “Cemiterio de Trem” que levaram eles e foi em um lugar com um vagão de trem de carga, não entrar em detalhes mais foram muito enganados!
      BUSQUEM RECOMENDAÇÕES DE AGENCIA o Salar é um dos pontos autos da viagem e infelizmente dependemos da agencia que pode fazer que esse lugar supere todas as suas expectativas como se transformar em uma tremenda decepção.
       
      Dia 05/01/2018
       
      Não fizemos nenhum passeio alugamos uma bike e andamos por um parque chamado Cartape e Pukara de Quitor.
      Indico fazer o passeio de bike gostei bastante se tivesse ficado mais alguns dias certamente tentaria chegar Vale de La Luna
       

       
      Nesse dia a noite pegamos o ônibus ruma Arica, ônibus no chile são muito confortáveis e tem para todos gosto a bolso, peguei o mais barato que achei no dia não me lembro o valor.
      Noite de sono tranquilo, capotamos todos e so acordamos em Arica no dia seguinte!
      Dica, chegando no Atacama já compre a passagem de saída você vai conseguir achar preços mais baixos.
      Dia 06/01/2018
      Chegamos em Arica cidade me pareceu muito bacana pena esta com roteiro apertado e não te dado para ficar ao menos um dia.
      Na chegada no próprio terminal já procuramos o taxi para nos levar até Tacna, taxi lembro que foi barato algo próximo a 12 reais por pessoa e foi bem rápido e carro confortável.
      Poderíamos ter pego uma fila grande na imigração do Chile com Peru, mas o motorista e seus contatos agilizou tudo para nós e ganhamos alguns minutos, após todos os tramites e depois de ter que jogar minhas frutas fora na imigração chegamos em terra Peruanas e chegamos em Tacna.
      Pensa em uma cidade quente é Tacna, assim que chegamos no terminal já procuramos passagem para Lima, achamos por 60 Sol com “escala” em Arequipa e com direto a Janta, eu não tive coragem de comer era Arroz, frango frito e batata assada. Horário do ônibus era para as 14:30 e ainda era 9 da manhã e resolvemos irpara o centro de Tacna que é uma zona franca para quem não sabe.
      Galera para quem estiver passando por lá vale a pena ir as compras de Bebidas, Perfumes e Roupa eletrônico não vi tanta vantagem, comprei uma jaqueta para baixas temperaturas por 60 Soles que foi um dos melhores investimentos para viagem já que iria para Huaraz ♥.
      Após bater perna hora de volta para rodoviária e enfrentar as 22 horas de viagem de ônibus :(. Depois disso apredi que o melhor é ir de avião muito tedio dentro do ônibus, que teve somente a parada em Arequipa e depois foi direto ate Lima...

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      Dia 07/01/2018
      Chegamos em Lima por volta das 13hs de um Domingo, em Lima não tem rodoviária o ônibus para em uma rua e descemos, para quem mora em São Paulo o “terminal” ficava em uma rua que parecia região da praça da Sé com Cravolândia cidade vazia.
      A essa altura da viagem já tinha perdido noção de qual era o dia da semana e precisava cambiar dinheiro, tínhamos somente alguns trocados e precisava urgentemente de uma casa de câmbio e advinha todas fechada, do nada apareceu um senhor que nos abordou oferecendo para cambiar, como não tínhamos outro lugar torcemos para PachaMama que aquele senha estivesse com boas intenções e não nos desse um golpe, negociamos e acabei trocando 1 Real por 1 Soles e cambiei  mil reais. Cambio feito dinheiro dividido em bota, cueca e doleira fomos correndo pegar um taxi para ir para Miraflores e procurar um Hostel, oque mais queríamos era um banho cama já que fazia mais de 40 horas que não tomávamos banho rsrsrs, nunca sofri tanto para achar um taxi, nenhum taxista queria ir para Miraflores, achamos um que nos levou e cobrou o olho da cara mais infelizmente era Domingo atarde e era oque tinha pagos por volta de 30 Soles.
      Serio me apaixonei por Miraflores, que lugar lindo bem cuidado com tudo que uma cidade grande precisa.
      Devidos os preços dos Hostel serem caros optamos por ficar em AirBnB qua valeu muito a pena, o anfitrião foi muito atencioso com nós, durante todo o tempo que ficamos ele deu toda a atenção e fazia de tudo para nos agradar, no começa achamos que ele queria nos roubar tanto que na primeira noite escondemos todo o nosso dinheiro mais depois descobrimos o real interesse, ele estava aprendendo português e queria apenas conversar. 
      Nesse mesmo dia ele nos levou para conhecer alguns lugares de Lima e fomos para Circuito Mágico del Agua, achei muito lindo foi um passeio pago mais nunca vi algo do tipo e já aproveitamos e compramos passagem para Huaraz pela empresa  por 80 Soles ônibus noturno.

      Dia 08/01/2018
      Nesse dia estava programado Conhecer Miraflores e ficar somente pela região e fazer um City tour, Não vou me cansar de falar que lugar incrível é Miraflores queria morar lá, uma pena é que nesse dia esta muita neblina
       

       
      Dia 09/01/2018
      Nesse dia fomos conhecer o centro de lima, fomos de ônibus mesmo utilizamos o “BRT” deles que por sinal funciona muito bem parece o metro. Achei muito bom o centro histórico lá consegui comer o melhor Ceviche e.
       Dica: Lima foi o Melhor lugar para comprar lembrancinhas tinha mais variedades e os melhores preços.
      Nesse dia a noite fomos para o Terminal porque iriamos para Huaraz, viagem noturna em um ônibus de muita qualidade, dormimos a noite toda, acho que o ônibus saiu por volta das 22 horas e chegamos no dia seguinte por volta das 7 da manhã. Não vi nada do caminho dormir a viagem toda como sempre rs.

       
       
      Dia 10/01/2018
      Cidade é muito fria, deveria esta por volta dos 10ºC cidade tem lindas montanhas coberta de Neve o que me impressionou muito já que nunca tinha visto algo do tipo.
      Como já tínhamos feito uma reserva pelo Booking  em um Hotel que não recomendo diga de passagem, fomos direto para o Hotel ja que nesse já tínhamos acetado  passeio para Glaciar Pastoruri, A van nos pegou por volta as 9 da manhã no hotel e retornamos por volta das 18hs, foram por volta de 3 horas para ir e 3 horas para voltar, viagem um pouco cansativo mais vale a pena.
      Serio a caminha pela trilha de onde a van deixa ete chegar no Glaciar é muito cansativo por conta da altitude e o frio e chuva gelo, tudo ao mesmo tempo

      Dia 11/01/2018
      O principal lugar que queria conhecer, Laguna 69 que lugar foda muito legal mesmo pena que extremamente cansativo.
      Saímos do hoste as 5 da manhã e foram por volta de 4 horas ate o lugar que se inicia a trilha, o caminho é repleto de belas paisagens montanha cachoeiras picos nevado. Iniciamos a trilha por volta das 9:30 e foram mais ou menos 2:40 de subida, quanto sofrimento, quanta falta de ar, quantas vezes pensei em desistir é muito cansativos mais em fim conseguimos chegar, todo o sofrimento valeu muito a pena e sem sombra de dúvida faria tudo novamente, sem palavras para esse lugar.

       
       Video da trilha 

      IMG_8222.MP4 Fotos
      Dia 12/01/2018
      Hora de se despedir de Huraz, nosso ônibus partiria as 15hs para Lima. Aqui tivemos nosso primeiro perrengue da viagem onde quase tivemos que retornar para o Brasil... Saímos do Hotel ao meio dias e fomos para o terminal esperar da o horário de ir embora, como nesse dia não tinha passeio programado e a cidade em sim não tem muita coisa, chegamos no terminal e despachamos nossa mochilas ficando somente com mochilas de ataques como faltava muito para a hora do nosso ônibus resolver andar para matar o tempo e comprar agua e algumas coisas para comer, já que assim que chegássemos em Lima iriamos direto para o Aeroporto onde passaríamos a noite já que nosso voo sairia para Cusco as 6 da manha.
      Andamos para cidade, compramos nossos lanhes bolachas e etc, quando chegamos no terminal cadê nossas mochilas???? Embarcaram em outro Ônibus para Lima nessa hora gelamos um dos profissionais da empresa trataram nosso problema com estremo desdém falou somente “Suas mochilas vão esta em Lima” foram a 8 horas mais agoniantes da vida, estávamos somente com a roupa do corpo sem nada mais, só nos restava esperar.
      Não tínhamos sono, fome ou sede somente preocupação em achar a (Judite e Gertrudes apelido carinhoso de nossas mochilas) e para fechar na poltrona de trás tinha uma criança do demônio que não para 1 minuto se quer, ficava empurrando o nosso banco.
      Chegamos em Lima outa surpresa  a Movil tours tem 3 terminais espalhado pela cidade e o ônibus que estávamos iria passar por 2, chegando no primeiro nossas bagagens não estava iriamos para o outro que ficava bem próximo chegando lá nossa bagagem também não estava e nesse momento não foi nos passado que tinha outro terminal, o Alan² nessa hora começou a fazer um barraco eu estava tão desanimado que sentei no chão do terminal e fui ver quantos tinha de dinheiro e oque o seguro viagem poderia ajuda para a volta pra casa já que ainda estamos no meio da viagem e não tinha como comprar roupa e ainda espera ate o dia 23/01 para o nosso retorno, um segurança muito bom amigo fazia de tudo para nos acalma e nos entender, oque o pessoal do terminal de Huaraz nãos nos deu apoio o de Lima ficaram de parabéns, localizaram a mochilas em outro terminal nessa hora confesso que bateu um emoção, porem o cara falou que o terminal fecha as 22hs e já era quase 23:30 ei foi hora de Desce do Salto Roda a baiana e mostrar oque o baiana tem... aprendi a falar espanhol fluente em 2 segundos, mostrei as passagens compradas de avião para Cusco as 6 da manha do dia seguinte e que não tinha como esperar ate as 6 para ir a rodoviária e que no o erro não foi nosso.
      Papo vai papo vem, decidiram nos levar de carro ate a outra rodoviária, juro que na hora que vi a Gertrudes e Judite bateu uma baita emoção e pude voltar a sonhar em conhecer Cusco e Machu Picchu S2
       
      Continua...
    • Por nnaomi
      Período: 24 a 26/10/2009
      Cidades: Paraty - Vila de Trindade
      A Vila de Trindade pertence à cidade de Paraty, porém enquanto o centro histórico preserva a arquitetura de época e fica devendo em matéria de praia, a pequena vila, embora com menos infra-estrutura, esbanja em natureza e praias lindas. Ficou conhecida como reduto e símbolo dos hippies e depois como destino dos aventureiros que ousavam percorrer a terrível estrada de terra, para acampar nas belas praias. A estrada era tão terrível que um morro foi nomeado como Deus Me Livre, tal era a dificuldade de passar por esse trecho, especialmente em épocas chuvosas. Atualmente a estrada asfaltada permite o acesso a pessoas não tão aventureiras e as casas dos pescadores viraram pousadas e bares simples, bem como mercearias, lojinhas e restaurantes foram abertos, aumentando a infra-estrutura do local. As praias são belíssimas e as trilhas ótimas para cansar o corpo, mas descansar a mente e encher os olhos.
       
      Confira abaixo as dicas e o relato de viagem.
       
      Obs.: "Outras opções" referem-se às indicações que recebi de colegas, mas que não experimentei por não ter tido tempo ou por ter tomado conhecimento delas tarde demais. ATENÇÃO: não possuo nenhum vínculo com pousada, hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram pesquisadas em guias. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade, se os dados são atualizados e/ou verossímeis.
       
      A cidade
      A Vila de Trindade, pertencente à cidade de Paraty, fica situada na região conhecida como Costa Verde, no Rio de Janeiro. A cidade faz limite com as cidades de Angra dos Rei, Cunha e Ubatuba. Possui cerca de 33mil habitantes (dados IBGE 2007) e área de 928 Km². Apresenta clima tropical com temperatura média de 24 ºC.
    • Por Juliana Champi
      "At your own risk" será explicado no fim do relato! 
      POR ACASO... ÁFRICA DO SUL
      Essa viagem pela África do Sul nasceu Europa, mas foi alterada por motivo de força maior (R$, kk) e hoje venho contar nossa aventura pelo quarto continente em que pisamos (só falta a Oceania)!
      Digo que ela nasceu Europa pq nos planos originais eu e o marido viajaríamos para o leste Europeu... uma viagem romântica, no verão europeu (agosto) pra comemorar nossos 10 anos de casados! Nesta viagem nosso filho João não iria nos acompanhar, combinamos de viajar só nós dois a cada 5 anos, reedição da Lua de Mel.
      Ocorre que o preço das passagens para a Europa estava ridiculamente alto, e não costuma rolar promoção pra Eslovênia, rs. E eu, overplanning que sou, estava meio nervosa sabendo que faltava só seis meses pra agosto e eu ainda não tinha passagens nem pra onde ir.
      Cotei outros destinos da Europa... tudo caro! Eu tinha menos de 5k pra comprar duas passagens, rs. Aí comecei a cotar destinos aleatórios... Rússia... Austrália... África... e achei passagens em preços bons para a África do Sul! Não estavam em promoção, estavam com preço pagável, coisa de 2 mil e poucos cada, saindo de Londrina, pela Latam.
      Eu nunca compro passagem saindo de Londrina pq sempre fica muito mais caro... mas desta vez como encaixava na grana que eu tinha disponível, e considerando que é bem melhor comprar a passagem inteira unida, bati o martelo. “Marido... a Lua de Mel vai ser na África”. Eu estava radiante!
       
      POR ACASO... COMPANHEIROS!
      Antes de fechar as passagens pra AS, conversei com o filho. Tá certo que era pra ser só eu e Gui, mas fiquei com remorso de deixá-lo pra trás em um destino tão diferente. As perguntas dele foram: vai estar frio lá? (Sim) Vamos acordar cedo todo dia? (Sim) Vai ter internet? (Não sempre)... “então mamãe, não quero ir não”. Confirmei se ele tinha certeza... que provavelmente íamos fazer safáris... e mesmo assim ele não quis. Quem leu meu último relato (CEARÁ, abril de 2018) viu que ele reclamou muito do frio do Japão em dezembro do ano passado (2017) e pediu pra ficar um tempo indo só pra onde fosse calor e tivesse água, rs! Ai essa adolescência... paciência!
      Mas aí temos um casal de amigos do peito... e desde o ano passado estávamos pentelhando eles pra viajarem conosco este ano! Eu tinha dito pra eles ano passado que se topassem ir pra Itália este ano nós desistiríamos do leste europeu... mas como eles iam se casar no início deste ano e estavam segurando grana, não toparam. Depois de comprar nossas passagens eu mandei “Tata... vamos pra África com a gente! Vai ser Lua de Mel de vcs tb... a gente precisa dirigir juntas na mão inglesa no meio da savana...” (obs. Nós duas somos biólogas!)... e depois de enrolar uns 2 dias, Thais e Ezequiel iam com a gente! Que feliz!
       
      PLANEJAMENTO
      O casal de amigos mora em Curitiba, então nos falávamos pelo whatsapp, pessoalmente quando dava e montamos uma pasta compartilhada no Drive. Foi a primeira vez que eu tive ajuda pra montar uma viagem, pois geralmente me encarrego de montar sozinha! Adorei!
      Decidimos que dividiríamos a viagem de 22 de agosto a 7 de setembro (17 dias) em 3 locais: Joburg (22 a 26 de agosto), Kruger (26 a 30 de agosto) e Capetown (30 de agosto a 7 de setembro). Queríamos muito fazer a rota jardins, mas achamos que ficaria corrido e ela ficou pra próxima! Com as datas decididas pudemos começar a pesquisar passagens internas, hospedagens, locomoção e etc.
      Documentação: passaporte, certificado internacional de vacinação contra febre amarela e seguro viagem
      Além do passaporte, é necessário o certificado internacional de vacinação contra febre amarela. Foi bem tranqüilo pegar, pelo site da ANVISA se preenche um pré-cadastro e na agência foi bem rapidinho pegar... cada cidade tem seu método.
      Embora não seja obrigatório, solicitamos seguro viagem do cartão de crédito (gratuito para platinum ou superiores). Não tenho coragem de viajar sem não, se seu cartão não oferece, procure comprar!
      Clima: inverno!
      Em agosto é inverno na AS, assim como no Brasil. É a melhor época para avistar baleias, mergulhar com tubarão e fazer safáris! E como a gente ama frio, achamos perfeito! Em Joburg pegamos dias ensolarados e noites frias, no Kruger idem, já em Capetown, o tempo muda a cada 5 minutos e faz vento com sol e chuva e frio e calor tudo ao mesmo tempo. Mais detalhes no relato da cidade.
      Deslocamentos internos: passagens aéreas internas e aluguel de carros
      Nossa passagem aérea foi multidestinos, chegamos por Joburg e saímos por Capetown, então tínhamos que decidir como ir de Joburg para o Kruger (26 de agosto), e como ir do Kruger para Capetown (30 de agosto).
      Depois de ler muita coisa e avaliar custos e liberdades, compramos passagem aérea pela empresa Mango (Lowcost da SAA) de Joburg para Capetown em 30 de agosto, e para o Kruger alugamos carro. Em Capetown tb alugamos carro pq não queríamos ficar dependendo de agências e queríamos andar muito pelos arredores! Então resumindo ficou assim:
      22 de agosto – aéreo Brasil para Joburg
      23-26 de agosto – a pé, de Uber e etc por Joburg
      26-30 de agosto – de carro de Joburg para o Kruger
      30 de agosto – de carro do Kruger para Joburg e aéreo para Capetown
      30 de agosto a 7 de setembro – de carro em Capetown
      7 de setembro – aéreo de volta pra casa.
      A passagem interna compramos direto pelo site da Mango (3200 rands para os 4, cerca de 200 reais por pessoa) e os carros alugamos na rentalcars. 110 dólares por 4 diárias em Joburg (Kia Rio automático na Bidvest Stnd – MUITO BOM) e 150 dólares por 8 diárias em Capetown (Ford Fiesta Ecoboost automático na Budget – MEIA BOCA).
      Sobre carros na AS: como alugamos os carros na rentalcars, site gringo, vem cobrado IOF. Diz que se alugar na rentacar, site nacional, não cobra, mas nem cheguei a ver. Outra coisa é que não coloquei nenhum adicional de seguro no site, e no balcão não odereceram nenhum outro seguro da empresa como de costume... e se vc tem um cartão platinum ou superior verifique se ele não oferece cobertura de seguro veicular. E por fim, preferimos gastar um pouco mais em carros automáticos pq ia ser a primeira vez que todos nós íamos dirigir na mão direita! Sobre a PID, há informações de que precisa e informações de que não precisa mas é bom ter. Pra não arriscar resolvemos fazer, até pq pretendemos usar de novo em breve. Mas não precisou.
      Devolvemos o primeiro carro muito sujo e com tanque pela metade, além de ter pedágios debitados... cobraram coisa de 50 dólares a mais no cartão. O segundo ainda não cobraram nada. Devolvemos limpo e com tanque cheio, e os pedágios foram pagos a parte.
      Mais detalhes sobre estradas, pedágios e direção na mão direita no relato de cada cidade.
      Hospedagens
      Muita pesquisa sobre melhores locais pra ficar depois, fechamos Joburg pelo Booking (hostel), no Kruger ficamos dentro do parque (detalhes no próximo tópico) e em Capetown pegamos uma casinha fofa pelo airbnb. Como sabíamos que a hospedagem dentro do Kruger ia ficar salgada, pegamos uma opção mega barata em Joburg, e deu tudo certo:
      Joburg: Westmoreland Lodge, quarto família (para 4) com banheiro privativo! 320 reais para 3 pernoites, que lindo! Cerca de 50 reais por casal por dia! Localização e internet ruim, mas por este preço valeu.
      Capetown: nossa casinha fofa, muito confortável e bem localizada, adoramos! Anfitrião super gente fina! Não foi baratinho, mas achamos um ótimo custo benefício! 2250 reais por 8 noites – 1125 reais por casal, o que dá uma média de 140 reais por casal por noite!
      https://www.airbnb.com.br/rooms/8403731
      Gente, amo muito airbnb! Pra mim é como estar em casa, ter vizinhos, e ainda possibilita fazer algumas refeições em casa, ir ao mercado, e sentir mais o que é morar ali! Caso vc tenha vontade experimentar, faça o cadastro com o link abaixo que eu e vc ganhamos desconto na próxima hospedagem:
      www.airbnb.com.br/c/jcarneiro3
       
      Kruger National Park: hospedagem, games e self-drive
      Ai, que trabalho que deu esse Kruger. Tanto pras hospedagens quanto pras demais atividades! Mas antes, vamos introduzir o tema “Safari na África do Sul”!
      Informações gerais têm em milhões de blogs, não tivemos dificuldade em “nos situar”, mas fazer as escolhas é que pega! Existem muitas formas e locais para se fazer safáris na AS, vários parques privados e nacionais, vários tamanhos, vários preços. O Kruger National Park é o maior da AS, com uma estrutura gigante, e foi a nossa escolha. Mas tenha em mente que na região do Kruger tem várias reservas privadas que podem oferecer experiências mais “private”, como dirigir off-road pelas trilhas, safáris de luxo entre outros.
      Uma boa opção, me pareceu, pra quem não tem dias suficientes para se deslocar até o Kruger, que fica a umas 5-6h de Joburg de carro (tb tem opções de aeroportos próximos), é o Parque Pilanesberg, bem menor, mas bem mais próximo de Joburg. Tenho amigos que fizeram safáris guiados por lá e gostaram muito, só não sei se tem opção de self-drive.
      Se a sua viagem não inclui Joburg, próximo a Porto Elizabeth, pra quem vai fazer a rota jardins, tem o Addo Elephant Park que tb é muito bem recomendado! Opções é o que não falta!
      O site abaixo é o site oficial de todos os parques nacionais da AS, mas já adianto que é um pouco confuso!
      https://www.sanparks.org/
      Mas, como já disse, escolhemos o Kruger! E escolhemos ficar dentro dele! Lemos muito sobre os tipos de acomodação, a localização dos camps, as regras do parque e tínhamos decidido alugar a opção “family cottage”, casinha para 4 pessoas, em 2 camps diferentes, um no sul e um próximo ao centro do parque! Só que quando fomos fechar as opções de campings escolhidos já estavam esgotadas 4 meses antes da viagem!!
      Apesar de imenso, muita coisa esgota rápido e com bastante antecedência, então não marque bobeira! Depois de reavaliar tudo pegamos 2 bangalôs para duas pessoas cada nos camps de Skukusa (sul) e Letaba (centro-norte). O preço ficou mais ou menos o mesmo da “family cottage”, mas quem disse que a gente conseguia reservar pelo site? Dava erro. Pedimos ajuda do suporte e já pedimos pra incluir todas as taxas de entrada e conservação aplicáveis, e no fim das contas deu cerca de 2000,00 reais por casal para 4 dias. Salgadinho né? Achei... mas enfim.
      Eles mandaram a “carta de reserva” e depois de mais alguns erros conseguimos pagar, mas foi cobrado duas vezes no cartão e tivemos que ligar lá no Parque (pelo skype!)... depois de alguma demora tudo resolvido!
      *Sobre as taxas: tem taxa de permanência diária, taxa de permanência do carro, taxa de tudo quanto é coisa, só de taxa foi mais de 1000 reais desse total de 4000 para todos!
      *Sobre os camps: tem vários, vc vai ter que entrar no site, olhar no mapa e ver as características de cada um. O parque é mais “movimentado” ao sul, e o Skukusa é o maior e melhor estruturado... se vc quiser algo mais exclusivo fuja dele. Ao norte tudo fica mais vazio, inclusive tem menos bicho dizem... então é avaliar o gosto de cada um. Quando se verifica a distância entre um camp e outro parece pouco, mas como a velocidade é limitada a 50km/h, 150km podem levar muitas horas. Além do que enquanto vc se desloca dentro do parque vc vai parando pra ver tudo né!
      Pra quem quer baratear um pouco, dá pra ficar fora do parque, há opções de hospedagem mais em conta. A parte ruim é que não se pode fazer as atividades que começam antes de abrirem e depois de fecharem os portões, limitando um pouco a experiência.
      *Sobre os games: independente de ficar dentro ou fora do parque, vc tem a opção de fazer os games guiados ou por conta. Nós, dentro do parque, resolvemos fazer dos dois.
      Com alguma dificuldade e novamente tendo que solicitar ajuda do suporte já que não conseguíamos fechar direto pelo site, decidimos por 4 games: night drive (dia 26/08), sunrise drive (dia 27/08), morning walking e sunset drive (ambos dia 29 de agosto). Tínhamos outras opções antes destas mas algumas atividades no Skukusa já estavam esgotadas faltando dois meses! Mais uma vez, atenção aos prazos!
      Vantagens dos games guiados: carros abertos, experiência dos guias, liberdade para fotografar, conhecimento. Desvantagem: preço, embora não sejam caros... os drives são cerca de 75 reais e o walking cerca de 125 por pessoa.
      Vantagens do self-drive: liberdade de ir onde quiser (desde que se mantenha nos locais pré-estabelecidos), frio na barriga, baixo custo. Desvantagens: vc não sabe onde estão os bichos, é bom seguir os carros guiados, e só pode andar das 6h da manhã as 18h.
      O relato de como foi a nossa experiência com os games guiados e os self-drives está no texto por cidade.
      O que comprar antes
      Verificamos que algumas coisas poderiam se esgotar antes da nossa chegada, mas não queríamos ficar amarrando tudo antes de ir! Dentre todas as atividades, destacam-se o passeio por Robben Island em Capetown e o mergulho com tubarão em Gansbaai.
      *Robben Island: é difícil comprar esta atividade pro próprio dia, mas é possível comprar pro dia seguinte, tanto presencialmente no V&A Waterfont, de onde saem os barcos, quanto pelo site. Não é necessário apresentar o voucher impresso. Deixamos pra comprar lá na véspera, deu xerto.
      *Mergulho com tubarão: pode arriscar reservar lá ou comprar antes. O preço por pessoa é cerca de 150 dólares, bem caro... mas em poucos lugares do mundo vc pode ter esta experiência. Fizemos uma super avaliação de empresas que oferecem o passeio e acabamos deixando pra fechar lá. Um casal fez, outro não, mais detalhes em Capetown.
      Internet
      Chip local comprado na chegada em Joburg com pacote de dados de 5GB (500 rands) roteado nos 4 celulares com foco em deslocamentos, mas usamos muito já que a internet do hostel era ruim. Em Capetown compramos mais 3GB (150 rands). E como nos separamos um dia acabamos comprando um outro chip com 1GB de internet, mais 150 rands. Total internet 800 rands, cerca de 200 reais, 100 reais por casal.
      Money... que é good nóis num have!
      Levamos 2000 dólares por casal e cartão de crédito para eventuais despesas extras.
      Para efeito de conversão, tome-se que 1 real = 3,50 rands (já descontados taxas e tarifas de conversões)
      Trocamos dinheiro duas vezes, uma no aeroporto de Joburg que cobrou taxas absurdas e uma em um shopping de Capetown que foi mais honesto.
      Como apertamos bastante o orçamento em Joburg, acabou sobrando 500 dólares de cada casal. No cartão foram pagos a subida da Table Montain que é carinha, as entradas da Robben Island que compramos pela internet na véspera, UBER em Joburg e a Tata e Eze pagaram parte do mergulho com os tubas!
      Arrumando malas
      Tínhamos franquia de 23k por passageiro na internacional pela Latam e 20k por passageiro na Mango, então não tivemos problemas com peso pq gostamos de viajar leves! Mas era inverno... levamos roupas de frio e impermeáveis. Para os safáris pedem roupas de cores neutras e é bom ter calçado impermeável pq pode molhar.
      Chegou a hora!
      Embarcamos em Londrina com destino a Guarulhos, onde encontraríamos nossos parceiros de viagem, e pontualmente às 17:55, horário de Brasília, decolamos em direção à mamaafrica! (FOTO 1)

      FOTO 1: os viajantes - eu, marido Gui e amigos Thais e Ezequiel!
       
      CONTINUA...
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