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Olá pessoal, estou planejando com mais duas pessoas uma trip para Chapada dos Veadeiros+Chapada Diamantina e mais alguns destinos (Serra da Capivara/Terra do Ronca/Chapada do Araripe), saindo de Fortaleza em Junho 2018 em carro proprio (Gol). A qual irá durar aproximadamente 1 mês de viajem.
Já fomos anteriormente para a Chapada Diamantina, na qual passamos 15 dias, então em relação a Chapada Diamantina já temos mais conhecimento, mas o restante ainda estamos nos informando.
Primeiro estou planejando o roteiro das cidades pelas quais iremos passar, esta assim:

1ºdia Fortaleza
Parada em Simplicio Mendes - PI (pernoite)

2ºdia

Ida em Parque nacional Serra das capivaras
Pernoite em Sao Raimundo Nonato - PI


3ºdia
Ida para Veadeiros
Parada em Corrente - PI (pernoite)

4ºdia.
Chegada Chapada dos Veadeiros a noite

5ºdia
Veadeiro (roteiro on)


14ºdia
Veadeiros (roteiro off - 10dias)

15ºdia 
Ida para Terra do Ronca
Chegada a tarde.


16ºdia 
Terra do Ronca

17ºdia 
Ida para Chapada Diamantina
Pernoite em Palmeiras

18ºdia
Capão

19ºdia
Fumaça por baixo e por cima

22ºdia 
Volta trekking Fumaça

23ºdia
Capão 

24ºdia
Pratinha
Poço do diabo
Pai Inácio
Lencois - pernoite

25º Ida para Fortaleza - parada em Petrolina (chegada noite)

26-27º- Chapada do Araripe

28º ida para Fortaleza - chegada a noite
 

------------------------------

Então, queria saber se alguém tem alguma informação para ajudar, como a qualidade das estradas nesse percurso; indicações de melhores paradas; e outras informações relativas à toda a viajem.
Grato à todos e um Feliz 2018 de muitas trips!!. :D:D:D 

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Olá, pessoal...

 

Estou querendo ir pra Chapada em junho com meu namorado e, após pesquisar vários relatos e ler os comentários aqui do fórum, meio que esqueletei um roteiro e gostaria da ajuda de vocês para saber se a quantidade de dias está de acordo com as atividades, os lugares bases também se estão de acordo com os dias e atividades e se tiverem sugestões tanto em relação às atividades quanto a dicas de hospedagem (não vamos acampar, mas queríamos uma pousadinha ou suíte com preço justo) e de lugares para alimentação ficaria bastante agradecida. Segue abaixo o roteiro. Quem puder, dá uma força aí! :)

 

CAVALCANTE – 4 dias

Cahoeiras: São Bartolomeu - 1/2 dia, Santa Bárbara/Capivara (reserva Kalunga - guia) – 1 dia, Rei do Prata – 1 dia, Fazenda veredas, que abriga várias cachoeiras: Veredas, Cânion veredas, Poço encantado e véu de noiva e etc) – 1 dia, Poço Encantado (não precisa de guia), Candaru

Saindo de Cavalcante em direção a São Jorge - Almécegas I e II, dentro da fazenda São Bento (R$ 15 por pessoa, não precisa de guia) – 1/2 dia.

 

SÃO JORGE - 4 dias

Cahoeiras: Trilha dos Saltos – 1 dia, Trilha dos Cânions (cânion I, cânion II e para na cachoeira Carioquinhas) – 1 dia, Segredo – 1 dia (R$40), Vale da Lua – 1/2 dia (R$25, não precisa de guia), Morada do Sol – 1/2 dia, Raizama (talvez)

 

ALTO PARAÍSO – 2 dias

Cachoeiras: Loquinhas – 1/2 dia, Catarata dos Couros – 1 dia, Cristais, Macaquinhos (está entre Alto Paraíso e São João D'aliança, a uns 30km de Alto Paraíso, não precisa de guia), Anjo e Arcanjos 

 

Desde já, obrigada!!!

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Em 26/01/2018 em 17:59, Infinita disse:

Olá, pessoal...

 

Estou querendo ir pra Chapada em junho com meu namorado e, após pesquisar vários relatos e ler os comentários aqui do fórum, meio que esqueletei um roteiro e gostaria da ajuda de vocês para saber se a quantidade de dias está de acordo com as atividades, os lugares bases também se estão de acordo com os dias e atividades e se tiverem sugestões tanto em relação às atividades quanto a dicas de hospedagem (não vamos acampar, mas queríamos uma pousadinha ou suíte com preço justo) e de lugares para alimentação ficaria bastante agradecida. Segue abaixo o roteiro. Quem puder, dá uma força aí! :)

 

CAVALCANTE – 4 dias

Cahoeiras: São Bartolomeu - 1/2 dia, Santa Bárbara/Capivara (reserva Kalunga - guia) – 1 dia, Rei do Prata – 1 dia, Fazenda veredas, que abriga várias cachoeiras: Veredas, Cânion veredas, Poço encantado e véu de noiva e etc) – 1 dia, Poço Encantado (não precisa de guia), Candaru

Saindo de Cavalcante em direção a São Jorge - Almécegas I e II, dentro da fazenda São Bento (R$ 15 por pessoa, não precisa de guia) – 1/2 dia.

 

SÃO JORGE - 4 dias

Cahoeiras: Trilha dos Saltos – 1 dia, Trilha dos Cânions (cânion I, cânion II e para na cachoeira Carioquinhas) – 1 dia, Segredo – 1 dia (R$40), Vale da Lua – 1/2 dia (R$25, não precisa de guia), Morada do Sol – 1/2 dia, Raizama (talvez)

 

ALTO PARAÍSO – 2 dias

Cachoeiras: Loquinhas – 1/2 dia, Catarata dos Couros – 1 dia, Cristais, Macaquinhos (está entre Alto Paraíso e São João D'aliança, a uns 30km de Alto Paraíso, não precisa de guia), Anjo e Arcanjos 

 

Desde já, obrigada!!!

Sobre o roteiro: não entendi muito bem, pois tem mais atrativos que dias disponíveis rs. O dia de Macaquinhos é só Macaquinhos, se colocar outra coisa pra fazer vai ficar corrido. Vocês tem o costume de fazer trilhas? Porque fazer todos os atrativos do Parque de uma só vez é puxado e não sobra muito tempo pra aproveitar. Sugiro que façam em dias separados. Fazendo desta forma, dá pra fazer a trilha do Mirante da Janela ou Vale da Lua na sequência.

Entre Alto Paraíso e São Jorge sugiro a cachoeira do Cordovil. Talvez dê pra fazer antes das Almécegas.

Sobre alimentação: São Jorge tem muita opção, pra todos os gostos. Alto Paraíso tem uns lugares bem caros na avenida principal, mas tem um restaurante bem honesto próximo a rodoviária, bem mais em conta. Cavalcante preparei minha própria comida, mas a cidade tem algumas opções também. Porém bem menos se comparada a SJ e AP.

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Então, Hélio, o roteiro não está totalmente fechado ainda. Eu coloquei os atrativos de acordo com a proximidade logística e distribuído de acordo com a quantidade de dias estimada pra cada cidade, ao lado de cada atrativo coloquei o tempo (1 dia inteiro ou 1/2 dia). Eu gostaria de ajuda em relação se a distribuição está legal, se acrescento ou retiro algo, se substituo por alguma outra. Coloquei também algumas atrações a mais para o caso de dar ruim em algum lugar, pois uma amiga foi um tempo atrás e não conseguiu fazer algumas por estarem muito cheias, daí coloquei outras alternativas.

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Em 12/21/2017 em 16:07, giba20 disse:

Thales acabei de chegar do Jalapão e aconselho vc ficar os 6 dias pra conhecer bem os locais... pq tudo lá é muito longe os passeios e requer tempo e paciência. Fui pela NORT TUR vale muito a pena... show de bola o passeio.. abraço. 

Valeu pela dica amigo, mas to quase fechando do dia 11 a 18 de Março - 8 dias na chapada Veadeiros com a Travessia Ecoturismo e do dia 20 a 23 4 dias no jalapão com a Livre Expedições. O que acha dese Roteiro?

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Em 29/01/2018 em 10:22, Infinita disse:

Então, Hélio, o roteiro não está totalmente fechado ainda. Eu coloquei os atrativos de acordo com a proximidade logística e distribuído de acordo com a quantidade de dias estimada pra cada cidade, ao lado de cada atrativo coloquei o tempo (1 dia inteiro ou 1/2 dia). Eu gostaria de ajuda em relação se a distribuição está legal, se acrescento ou retiro algo, se substituo por alguma outra. Coloquei também algumas atrações a mais para o caso de dar ruim em algum lugar, pois uma amiga foi um tempo atrás e não conseguiu fazer algumas por estarem muito cheias, daí coloquei outras alternativas.

Ah sim, compreendi. Então, sobre os atrativos foram boas escolhas, os principais estão aí.

Mantenho minhas orientação sobre as trilhas no parque nacional, fazer uma em cada dia, combinando com outros atrativos mais tranquilos na parte da tarde. E incluir a Cachoeira do Cordovil (próximo a Almécegas).

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Bom dia Cynthia.

Cara, 3 dias na chapada sem carro é osso ein....::dãã2::

Pelo o que sei, e posso sugerir (por pesquisa extensiva), São Jorge é o melhor destino pra quem vai estar sem carro, os lugares são bem concentrados e fáceis de chegar (começando pelo parque em si que é o ápice da viagem). Com sorte vc conhece pessoas e arruma uma carona pra uma atração ou outra.

 

Então um conselho, devido a seu curto período é: se possível fique em São Jorge, mas eu sugeriria que tentasse estender essa estadia. Tem mta coisa pra ver ali, e nas vilas/cidades vizinhas. Se puder arrumar carona pra cavalcante, ou pra alto (os dois, acho difícil), melhor ainda. 

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    • Por Rogpan
      Nossa Trip foi bem louca galera!
      Primeira vez que resolvemos fazer o Mirante, confesso que foi uma das melhores e mais sinistras...rs
      No dia 30SET resolvemos comemorar meu niver fazendo uma bela trilha, um bate e volta dos bons... Como estava recebendo uma grande amiga em BSB Ariadne Rodrigues ( amiga de velhas cervejas )... fechamos a equipe convidando nosso grande amigo Reis ( conhecido nas redes sociais das trilhas).
      Partimos então para a Vila de São Jorge - GO e claro direto para a trilha!
      O acesso dar-se ao final da Vila de São Jorge no caminho para a antena de telefonia e seguindo um caminho não muito demarcado, como trata-se uma área particular apenas se chega de carro até uma área onde deixamos os carros e seguimos a pé por uns 1500m até a entrada onde fica o Sr Graciliano, senhor simples e de boa prosa... a trilha não tem mapa, é demarcada em partes ( talvez por conta dos guias e dos aventureiros que não curtem pagar ) então as orientações são de total conhecimento de quem já foi pelo menos uma vez e do Sr Graciliano.

       

      Início da trilha
       

      Chegando próx a Cachoeira do Abismo
       

       

      Cachoeira do Abismo
       
       

       
       
      Platô antes da Janela
       

      Reis fazendo um registro
       
       
      Registro no Mirante da Janela
       
       
       
      Após um café com Sr Graciliano
       
      Paga-se em média um valor de R$15,00 a R$20,00 por pessoa (em espécie) para visitação ao local dando direito a visitação na Cachoeira do Abismo ( fácil acesso ) e no Mirante da Janela ( médio a difícil). Neste último é comum muitos visitantes voltarem sem achar o mirante pois na parte final da trilha as demarcações foram retiradas, e acabam muitos se perdendo, o que muitas vezes é acionado o Corpo de Bombeiros local...
      Assim é importante ter em mente as orientações do Sr Graciliano ou ir com alguém que já foi.
      Dica: na última parte, ao achar uma espécie de circulo de rochas, mantenha a sua direita contornando este círculo, descendo um pequeno trecho onde tem como marcação um aste de madeira fincada e contornando pela direita novamente chega-se ao Mirante. Recomenda-se também voltar antes de escurecer ou levar lanternas para não perder o caminho de volta. Já fiz esse trecho a noite e é um pouco ruim o acesso.  
      Boa Trilha!

    • Por Carlosfuca
      1. Chapada dos Veadeiros: Cachoeira dos Cristais + chegada em Goiás

      (Foto: Cachoeira Véu de Noiva - Fazenda dos Cristais)
      Mapa: https://goo.gl/maps/B6fUo5G4PnNs5Snh6
      Acordei um pouco antes das 6h da manhã, dormi bem, estava cansado da viagem de ônibus de São Paulo até Alto Paraíso- Goias. Hoje é dia 06 de dezembro de 2019, o dia amanheceu nublado e o sol aparecia vez em quando bem tímido. Assim, apenas preparei o que eu iria levar, pois o destino do dia prometia: Cachoeiras dos Cristais. Dar inicio de vez às visitas pras cachoeiras da Chapada dos Veadeiros.
      Com a carteira, câmera fotográfica, celular e chave numa sacolinha, eis que as 06h40 comecei minha caminhada rumo a GO-110. Saí a rua do Camping Girassóis, dobrei à esquerda na Av Ary Valadão Filho pra, já no portal da cidade, tomar à direita na rodovia GO-110. A partir de então me pus a fazer uma corrida de leve num trajeto de 5km por essa rodovia, na maioria do trecho a estrada permanece reta, mas não plana. Também nada de aclives e declives acentuados.
      Com uma paisagem bem bonita do cerrado brasileiro, as 07h30 me deparo com a placa indicando Fazenda Cachoeira dos Cristais, só seguir mais 3km à direita, numa estrada de terra, daí então volto a caminhar, bem suave e reparando cada detalhe que posso pelos meus sentidos. Devagar também porque o local abre as 08h00 ainda.
      Observando os besouros, as abelhas, os lagartinhos, as folhas, as flores, as árvores, os pássaros, as formigas, a terra, os morros, eis que as 08h10 apresentei na portaria, um senhor me atendeu, seu Chiquinho, e como a lanchonete ainda não estava aberta fui direto pras cachoeiras.
      São varias, muitas de verdade, porém segui direto até a última que é a Véu de Noiva e na volta fui parando nas outras. A trilha até a Véu de Noiva é de 400 metros e essa queda é simplesmente encantadora, o sol ainda meio tímido ajudava a reluzir a beleza contida nessa parte do paraíso. Após muito descansar e curtir numa boa, comecei a subir para as outras quedas, são lindas também, uma perto da outra. Realmente aqui tem muitas opções para todos os gostos e disposições.
      As 10h30 a chuva veio nos acompanhar e então foi a deixa pra eu comer os deliciosos pasteis da lanchonete (pedi Frango com pequi e de Marguerita) e tomar uma saudável jarra de suco de laranja. 
      Agora estou escrevendo num papel, os pingos caem leve na grama e na terra, minha cobertura é um quiosque de palha, o apoio para o papel é uma mesa de madeira envernizada, do meu lado um redeiro. Alguns trovões anunciam chuvas para as próximas horas.
      Como cheguei em Alto Paraíso - Goiás (Chapada dos Veadeiros)
      No terminal Rodoviário Tietê em São Paulo, embarquei  (as 18h - 04/12) num busão pra Brasilia pela viação Real Expresso, preço R$159,00. Cheguei na Rodoviaria Interestadual de Brasilia as 10h30 (05/12), portanto perdi o ônibus das 10h que opera de Brasilia até Alto Paraíso, o próximo só viria as 19h (R$45,00). Bom, pensei em procurar carona e também pensei em pegar metrô e conhecer a cidade, mas no caminho do metro, que é logo do lado a rodoviária, uma quentinha me chamou por R$09,00, então almocei ali mesmo e depois voltei pra esperar no espaço VIP da Real Expresso, daí já aproveitei pra entrar em contato com familiares e amigos, além de avisar a dona do Camping que eu estava a caminho e iria chegar umas 23h00. 
      Fui recebido na rodoviária de Alto Paraíso que está bem próxima do Camping dos Girassóis, armei a barraca e fui dormir...
      Estou em paz, depois eu volto por aqui. E com fotos.
      Pédenatureza!!!
      Página facebook: https://m.facebook.com/campingecachoeiradoscristais/?locale2=pt_BR
       
        
        
        
    • Por Anderson Paz
      Período: 15 a 19/11/2017 (período chuvoso)
      Cidade-Base: Caiapônia/GO, a 550 km de Brasília e 335 km de Goiânia.
       
      Relato escrito pela companheira de viagem Maria Fernanda. Fiz só algumas pequenas adaptações. Dessa forma muitas vezes vai estar se referindo a mim na 3ª pessoa...hehehe

      Além dela o Raphael também integrou o grupo, na verdade foi ele o mentor da viagem em seu Uninho Mille.

      Dia 15/11, quarta:
       - Saída DF: 05h30
      - Chegada Caiapônia: 13h30
      - Estrada via Iporá em ótimo estado de conservação ao longo de todo o trajeto
       
      - Fomos direto às Cachoeiras Jalapa e Tobogã.
      No caminho de terra à direita avista-se ao longe o "Morro do Gigante Adormecido". Lindão!
      Nível dificuldade das cachús: Zero!
      Segundo nossa avaliação, são as mais "simples", de menor beleza cênica e sujeitas a estarem lotadas nos feriados e finais de semana. Entretanto, quando lá chegamos só havia mais 3 pessoas.

      Depois de ficarmos ali um tempinho, seguimos rumo a Cachoeira Três Tombos
       
      Como chegar: 5 km antes de Caiapônia na GO-221 no sentido Iporá-Caiapônia

      Cachoeira Três Tombos
      Chega-se por cima, onde o Rio São Domingos encontrava-se raso, (na altura de minhas canelas, se tanto!). Do alto, aprecia-se um lindo desfiladeiro e a bela Três Tombos (nome autodescritivo). Próximo ao local do estacionamento à direita há uma trilha para a descida com mais segurança, com cordas para apoio. Não é preciso fazer como nosso audaz e intrépido Anderson Paz que - não encontrando a "descida oficial" - bancou o "Indiana Jones" numa descida arriscada pirambeira abaixo, ok?! O poço dessa cachú é DE-LI-CI-O-SO!! Todos concordamos que suas águas são as mais deliciosas em que tivemos a experiência de nadar / mergulhar. NÃO DEIXEM DE VIVENCIAR ISSO, certo?!
       
      Como chegar: BR 158, 46km em direção a Piranhas a partir do trevo que sai de Caiapônia + 16km de estrada de chão. Tem algumas placas. Confie nelas. (Digitar “Cachoeira 3 Tombos” no Google Maps)
       
      À noite: Restaurante do Ernesto, frente do Hospital Municipal. Fernanda e Rapha foram de "jantinha" (PF reforçado!) e Anderson foi de sanduba sem carne (com ovo, tomate, milho, alface e maionese).
       
      Dia 16/11, quinta feira.

      Cachoeiras Samambaia e Abóbora
      Chega-se por cima da Samambaia, literalmente! Inclusive, cruzamos o riacho q a origina sem que déssemos fé disso. Um pouco mais a frente percebemos que havíamos passado do ponto - ela estava logo à direita do riacho. Ao fazermos o retorno, tivemos a sorte de avistarmos 2-3 catetos ariscos.

      A de scida da Samambaia é tranquila e sinalizada. Queda d'água bonita. Há um poço pequeno .

      Para chegarmos a Abóbora, voltamos ao ponto de início da descida à Samambaia e pegamos uma trilha em frente, curta (talvez 250 m) e discretíssima! É provável q exista outra trilha por baixo, mas não vimos! A queda e o poço da Abóbora são maiores do que a Samambaia. No entanto, ao chegarmos, deparamo-nos com um fedor forte e nauseante de algum bicho morto nas proximidades.  Não permanecemos mais do que alguns poucos minutos por ali. Peninha...
       


      Nota Importante: das que visitamos, estas duas cachoeiras ficam muuuito próximas de pastagens e plantações imensas.
       
      Como chegar: BR 158, 10km em direção a Piranhas a partir do trevo que sai de Caiapônia + 30km de estrada de chão. Na BR entrar na placa escrita "Vivas Samambaia". O carro para em um estacionamento ao lado do córrego que desemboca na Samambaia. A primeira cachoeira é a Samambaia. Uns 300m de trilha a direita fica a Abóbora (digitar “Cachoeira Abobora” no Google Maps)
       
      Após, retornamos ao carro e seguimos nossa aventura em busca à Cachoeira São Domingos...

      Nessa tarde, fomos agraciados com um original e generoso "Safari no Cerrado".

      Além dos catetos que avistamos mais cedo conseguimos ver: 10 ou 12 emas, vários tucanos, dezenas de periquitos, muuuuitas corujas, alguns carcarás, seriemas aos montes, curicacas às dezenas, muuuuuitas Araras. Em especial, passamos por um grande pequizeiro e, logo atrás dele, uma fascinante "Árvore de Araras" com 12 exemplares delas, algumas com pequis nos respectivos bicos!

      Muitos bichos depois, chegamos ao mirante natural da cachú São Domingos...
       
      Cachoeira São Domingos
      Respirações suspensas, expressões estupefatas... Até agora, não encontramos a palavra exata para descrevê-la... BELÍSSIMA! EXUBERANTE! ENCANTADORA!*
      Para quem conheceu o *"Buraco das Araras" em Formosa... 3 ou 4x o diâmetro dela x 96 m de altura. Para quem conheceu o "Véu de Noiva da Chapada dos Gimarães...mais bela na nossa opião!

       

      Após muitas fotos e contemplações, ficamos por uns 40 min procurando a trilha para descer até seu poço.
      Já estávamos desistindo da descida, quando um som de esperança inundou o ar... uma moto estacionou: era uma das moradoras da casa logo na entrada do terreno de acesso à cachoeira. Apontou-nos o início da trilha ao lado da cerca da propriedade. Após uns 15 min de percurso no sentido contrário à cachoeira, em um caminho plano, a trilha inicia uma descida relativamente inclinada rumo ao vale; por baixo, retorna-se por cerca de 1 km em direção à cachoeira e VOILÁ: a queda belíssima e o poço magnífico!! Dá pra chegar bem embaixo da cachoeira, como é possível ver na foto abaixo.


      Após uns 40 min, vimo-nos obrigados a abandonar o paraíso recém-encontrado e retornar: já eram 17h40h. Não queríamos correr o risco de retomar a trilha, em geral bem marcada, mas com alguns trechos que requeriam um pouco mais de atenção, e realizar a subida no escuro.

      Ao chegarmos no topo, não pudemos apreciar o pôr do sol... dia nublado. Mas, fomos premiados com um belo passarinho azul da cara preta e mais 2 casais de curicacas.
       
      Como chegar: a partir da Abóbora, há uma estrada de chão de aproximadamente 40 km (digitar Cachoeira de São no Google Maps)
       
      Início da noite. Já na estradinha deserta em direção à Caiapônia avistamos 3 belíssimos veados (um deles galhado), pastando serenos até que o Anderson tentou tirar uma foto deles e... saíram em disparada!
       
      Chegamos famintos na cidade e fomos jantar no Varandas: restaurante e lanchonete do Daniel, próximo à Universidade Rio Verde. Recomendamos o delicioso macarrão ao molho branco.
       
       Dia 17/11, sexta feira

      Cachoeira e Corredeiras Santa Helena
      Local de acesso facílimo, extenso, prazeroso, com variados poços e cascatas. À direita da estrada, sobe-se para um dos seus melhores e maiores poços. Contaram-nos depois que em algum ponto mais acima há um encontro de águas quentes e frias, com uns ótimos poços de banho seguindo pela esquerda.
       



      De volta ao carro e a caminho das Três Barras, em dois momentos distintos, avistamos tatus próximos à estrada.
       
      Como chegar: seguir 45 km pela GO-221 em direção a Doverlândia, seguir 13 km na GO-188 e entrar a esquerda onde há placa indicativa da Cachoeira Paraíso (acesso 2 km depois da Cachoeira Lageado), seguir por mais 11 km

      Cachoeira Três Barras
      Outro local que nos deixou estupefatos, boquiabertos e sem palavras...talvez DESLUMBRANTE! seja uma boa palavra para descrevê-lo. Ainda pouquíssimo conhecida pelos próprios nativos. Seguindo uma trilha bastante discreta após a segunda ponte, conseguimos chegar na cabeceira da que fica mais no alto (nível da estrada) e tomamos um banho nela. Pela lateral à sua esquerda, "achamos"(?!) uma trilha (discretíssima, cheia de folhas e plantas) que desembocou numa pirambeira perigosa. Retornamos, não sem antes perder o rumo de onde estava o nosso valente Fiat Uno Mille, embrenhados que estávamos literalmente num mato sem cachorro, porém pleno de carrapatos e micuins.
       


      No que pese a deslumbrante paisagem, não recomendamos esta aventura para turistas incautos ou iniciantes no trekking. Por enquanto e pelo que pudemos avaliar in loco, temos a firme convicção de que apenas pessoas com ampla experiência em trilhas, com os equipamentos necessário, possam fazer esse desfiladeiro magnífico!
       
      Como chegar: seguir 12 km pela GO-118 após o acesso para a Cachoeira Santa Helena e depois entrar a esquerda onde há placa indicativa da cachoeira e andar mais 13 km
       
      À noite, voltamos ao restaurante Varandas. O Rapha comeu e recomenda o Burritos de Frango. Fernanda não gostou do contra-filé com mandioca: estavam duros! E Anderson manteve-se na aposta segura e apetitosa do macarrão com molho branco!
       
      Dia 18/11, sábado chuvoso

      Mais um dia de aventuras, descobertas e encantos na Serra do Caiapó/GO.

      Excepcionalmente, fomos acompanhados do Guia Valdivino "Jacaré".

      Cachoeiras Salomão e Índio
      O estacionamento fica logo acima e à direita da cabeceira da Salomão. A descida foi tranquila, ainda que escorregadia (há cabo de aço para apoio). Queda de 26 m e um poço pequeno.


      Ao subirmos e nos dirigirmos à cachú do Índio, tivemos a enorme felicidade e emoção de ver bem próximo um belíssimo exemplar do Tamanduá Bandeira. Chegando em sua cabeceira, o Guia e o Raphael avistaram um Cangambá.

      A descida era muito inclinada, fechada e, por conta das chuvas, estava um pouco escorregadia. Mas mesmo assim o Anderson quis descer até o poço da cachoeira. Não teve jeito: lá foi o pobre do Jacaré acompanha-lo!  

      Fernanda e o Rapha aguardaram na cabeceira. Minutos depois, eles retornaram da empreitada sãos, salvos e felizes (desconfio que o guia mais ainda que o Anderson! ) Retornamos todos ao Valente Fiat Mille.

      Cachoeiras Rio Verdão e do Coqueiro
      Para chegar nelas, paramos o carro próximo à sede de uma fazenda e atravessamos a pé 1 km d'uma estrada barrenta, escorregadia e mais uns 600m d'um pasto verdejante, sob uma chuva fina.
      A descida foi tranquila. "Rio Verdão" consiste num paredão em formato de meia-lua com uma queda d'água abundante e um grande poço, mas o fundo estava com muitos troncos e (não sei se porque chovia?) a água estava escura. Quando saíamos dela, a chuva engrossou!
       

       
      A "Cachoeira do Coqueiro" é uma "irmã-menor" da Rio Verdão. Foi a nossa quarta e a mais difícil do dia, pois a fizemos varando o mato, SEM TRILHA, meio que às cegas e com chuva forte!
       


      Quando retornávamos absolutamente encharcados e com frio ao carro, o guia Jacaré informou que poucas vezes viera até ali, uma vez q os turistas preferiam ir nas atrações mais conhecidas e badaladas.
       
      Após um reconfortante banho quente no Hotel e deliciosas roupas secas, fomos no "Jantinha Ki Delícia", bem ao lado da Igreja Matriz. Um local simples, mas surpreendeu-nos com UM SHOW de DELÍCIAS e SABORES!!
      Tudo o que comemos estava DE-LI-CI-O-SO: a jantinha, os bolinhos de arroz, o caldo de galinha, o pudim de leite... PUTZ!! Afirmamos: quem ainda não provou as gostosuras feitas pela Dona Elma e sua filha, não sabe o que está perdendo.

      19/11/2017, domingo nublado

      Anderson e Raphael saíram cedo para uma aventura "exploratória" à Cachoeira Pantano. Fernanda que já estava cansadinha, com dores nos joelhos das aventuras dos últimos e intensos 4 dias, descansou até às 10h e depois foi bater pernas pela simpática e limpa Caiapônia. Tentei visitar a Igreja Matriz, mas estava fechada. A imensa Assembléia de Deus (logo em frente) estava em pleno funcionamento. Fui até a feirinha local, onde comprei alguns hortifrutigranjeiros a bom preço. E descobri que há mais hotéis e pousadas no Centro do que supõe nossa vã internet.
       
      *** [Agora é a parte que eu entro na escrita do relato... hehehe]

      Cachoeira Pantano
      A cachoeira é uma das mais próximas da cidade, a apenas 10 km dela. O dono da fazenda não permite o acesso de grupos ou pessoas que não estão acompanhadas por guia. Como não queríamos pagar um apenas para ir nessa cachoeira. Paramos o carro na estrada, pouco depois da ponte que passa sobre o rio da cachoeira, e seguimos andando pela beira da mata de galera/ciliar, acompanhando um tracklog. Há trilhas abertas na mata, tanto de um lado quanto do outro do rio. Atravessamos o rio e seguimos pela sua margem direita, acompanhando o tracklog. Chegamos ao ponto final e não achamos a cachoeira. Voltamos, acreditando que poderíamos ter passado ela, mas não a encontramos. Depois de algumas idas e voltas e de muita perda de tempo, consideramos que o tracklog estava errado e resolvemos seguir a nossa intuição.
      Seguimos então acompanhando a mata da margem direita do rio e depois de uma caminhada de aprox. 30 min a partir da ponte, avistamos a cachoeira deslumbrante do alto. Vista maravilhosa e uma grande satisfação de termos encontrado a cachoeira seguindo a nossa intuição.

      Infelizmente, como estávamos com o tempo um pouco apertado e também como não conseguimos ver facilmente uma trilha para descer até a parte de baixo da cachoeira, tivemos que deixar a vontade de conhecer a cachoeira por baixo para uma próxima viagem.
      Como chegar: GO - 221, 10km em direção a Doverlândia. Deixamos o carro na estrada logo após a ponte.
       
      Depois da cachoeira, voltamos ao hotel, tomamos banho, terminamos de arrumar nossas coisas e pegamos a estrada. Na saída da cidade, paramos para abastecer e percebemos que o restaurante do posto estava aberto. Era o único aberto no domingo. Comemos ali uma boa comida goiana no self-service com precinho camarada.
       
      Depois do almoço,  nos despedimos de Caiapônia, já pensando em um retorno para conhecermos a Pantano por baixo, a maravilhosa Cachoeira Alvorada (que segundo relatos estava com pouca água) e outras cachoeiras como a bela Campo Belo.
       
      Hospedagem: Hotel Palace Avenida. Limpo, organizado e observei que todos os dias a camareira promovia o arejamento e limpeza dos quartos - ainda que desocupados. Ótimo café da manhã. Apreciei, em especial, o capricho da cozinheira Márcia que procurava enfeitar as bandejas, fazendo esculturas com os alimentos. Apreciei também sua higiene e cuidado com os utensílios e ambiente de trabalho. Funcionários simpáticos.
    • Por luiiizsoares
      Bom dia, gostaria de montar um grupo de moto de Goiânia para compartilhar conhecimentos, amizades, rolês. Quem tiver interessado chama aí. 


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