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Thais e Caio

Dicas para Santiago - Agosto 2013

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Por que para o Chile?

 

Como era nossa primeira viagem internacional, procuramos por um lugar perto e não tão caro. Pesquisando os valores de passagens, hotéis e pacotes, acabamos optando por Santiago (as nossas outras opções eram Buenos Aires, Bariloche e Montevidéu).

 

Quanto pagamos nas passagens?

 

Ao pesquisar os preços de passagens aéreas, notamos uma diferença gritante entre vôos diretos e com escala.

Nós compramos, com 5 meses de antecedência, pelo Decolar.com a ida com escala em Buenos Aires (com conexão de 3h45) e a volta direto para São Paulo. Acabou ficando R$ 1.643 no total para 2 pessoas (com todas as taxas inclusas). Se tivéssemos comprado os dois trechos com vôo direto, pagaríamos o dobro! :o

 

Importante: Para o Chile não é preciso passaporte, apenas o RG. Porém, um dia antes de embarcarmos quase morremos do coração quando falaram para a gente que era necessário um RG emitido com menos de 10 anos (e o do Caio tinha sido emitido há 10 anos e 2 meses!). Pesquisamos muito e não achamos em nenhum lugar essa regra. Inclusive no site do Consulado Brasileiro especificava que era necessário apenas um documento com foto que não gerasse dúvidas. No fim, deu tudo certo nos aeroportos e ninguém reclamou de nada! Ufa!

 

E o hotel?

 

Para escolher o hotel, pesquisamos no Booking.com e TripAdvisor.com. Como viajamos ainda na alta temporada (agosto), mesmo pesquisando com 4 meses de antecedência, muitos hotéis já estavam quase lotados.

Entre os hotéis com diárias até R$ 200, optamos pelo Ibis Providência. Por quê?

 

Primeiro porque queríamos um hotel com boa localização (O bairro Providência é um dos melhores bairros da cidade, ficando próximo de diversos pontos turísticos e o hotel fica a um quarteirão da estação Manuel Montt da Linha Vermelha do metrô).

Além disso, este era um dos hotéis mais bem avaliados nos dois sites em que pesquisamos (e eu ainda recebi uma indicação de uma amiga que já havia se hospedado nele) e também Ibis é uma rede confiável no mundo todo, é certeza de conforto sem luxo, mas sem surpresas desagradáveis! ::otemo::

 

No total, pagamos R$ 191 a diária com café da manhã (quando fechamos estava em R$ 170 porém com esse dólar nas alturas, acabamos pagando um pouco a mais). Fechamos direto no site do hotel.

 

Importante: No Chile, estrangeiros são isentos de pagar o IVA (imposto sobre o valor agregado) de 19% na hospedagem. Em alguns sites que olhamos, diziam que para essa isenção era necessário apresentar o passaporte ou pagar a hospedagem em dólar. No nosso caso, não apresentamos passaporte e pagamos no cartão de crédito (onde os pesos chilenos foram convertidos em dólar) e não nos cobraram o imposto.

 

Que dinheiro levar?

 

Essa foi uma das nossas maiores dúvidas. Pesquisando sobre isso vimos de tudo, levar reais, não levar reais, levar dólar, não levar dólar, levar cartão de crédito, sacar dinheiro lá, enfim... muita coisa.

 

No fim optamos por trocar no Brasil um mínimo para sobrevivência de R$ 293 (o que deu 55 mil pesos chilenos) e para as demais despesas colocar tudo no cartão.

A ideia era pagar tudo no cartão de débito, já que o IOF do débito é de 0,38%. Mas para a nossa infelicidade, só estávamos conseguindo pagar no crédito, com IOF de (tristes) 6,38%. ::putz::

 

Mas a maior dor de cabeça foi quando, depois de termos gastado todos os nossos pesos chilenos, tentamos sacar mais no caixa eletrônico. Simplesmente não conseguimos, apesar dessa função ter sido liberada pelo banco antes de viajarmos. Felizmente levamos reais em espécie e trocamos numa casa de câmbio no shopping (com uma cotação melhor que a do Brasil).

 

Conclusão: É bom levar alguns pesos para o início da viagem (metrô e taxi, por exemplo, não aceitam cartão) e também levar reais para serem trocados lá, pois a cotação costuma ser mais vantajosa.

 

Importante: Não se esqueça de avisar o seu banco que você está indo viajar. Peça para desbloquear as funções crédito, débito e saque no exterior. Caso contrário, você poderá ter seu cartão bloqueado, pois o seu banco pode achar que é uma fraude ou algo do tipo, além de não conseguir fazer suas compras.

 

Passagem, hotel e dinheiro na mão: Bora pro Chile!

 

Vôo da Ida - 06/08/2013

O vôo da LAN para Buenos Aires foi bem tranquilo. No aeroporto Ezeiza, ficamos algumas horas no Free Shop, que é muito gigante. Já o vôo para Santiago foi com fortes emoções (não lembro de ter escolhido essa opção na hora da compra haha). Estava indo tudo bem até ouvirmos do piloto: "Apertem os cintos, dentro de instantes passaremos pela cordilheira". Foram momentos bem tensos. Era noite e deviam ter muitas nuvens carregadas (pois choveu bastante no dia seguinte), além do avião ser pequeno. Isso fez com que a turbulência fosse bem grande. BEM GRANDE. Mas deu tudo certo e chegamos a Santiago numa noite com bastante frio. Depois, conversando com algumas pessoas, vimos que isso não é comum, demos azar mesmo.

 

Para ir até o hotel, pegamos no aeroporto um transfer. Custou 5.500 pesos por pessoa (R$ 27,50). Mais barato que táxi e achamos mais seguro, pois vão mais pessoas na van com você (e já era quase meia-noite).

 

1º Dia - 07/08/2013 - La Chascona e Shopping Costanera Center

Tínhamos reservado ainda no Brasil (uma semana antes da viagem), um passeio em uma das três casas do escritor Pablo Neruda, La Chascona, que fica no Bairro Bellavista, embaixo do Cerro San Cristóbal. A entrada custa 4 mil pesos por pessoa (cerca de 20 reais). Fomos a pé do nosso hotel, o que deu uns 20 minutos de caminhada.

O passeio é guiado e vale a pena. O local é muito bonito e aprendemos um pouco da história do país.

 

A nossa ideia era continuar o passeio subindo o Cerro San Cristobal, mas como estava chovendo, o bairro estava sem energia elétrica e o funicular não estava funcionando, fora que a vista não seria das melhores. Decidimos então que seria dia de shopping!

 

Voltamos para o hotel a pé e pegamos o metrô até a estação Tobalaba (3 estações depois do nosso hotel) para ir até o Shopping Costanera Center, recém-inaugurado, que fica no prédio mais alto da América Latina. O shopping tem 7 andares divididos por temas (Serviços, Mulher, Criança, Homem, Presentes, Praça de Alimentação e Cinema - mais ou menos isso). Os preços estavam bem parecidos com o Brasil ou até mais caro.

 

2º Dia - 08/08/2013 - Concha y Toro e Cerro Santa Lucía

Também tínhamos reservado uma semana antes da viagem um passeio à vinícola Concha y Toro. Vale a pena reservar antes, você garante que não ficará esperando o próximo grupo e ainda pode escolher o idioma do seu guia (Português, Inglês ou Espanhol). Escolhemos o tour mais simples (com 2 degustações de vinhos) que custou 8.600 pesos cada um (cerca de R$ 43 por pessoa).

 

Para chegar até lá fomos de metrô até a estação Las Mercedes (Linha Azul). Quando estávamos esperando um táxi junto com um outro casal de brasileiros que conhecemos ali mesmo, apareceu um micro-ônibus que custava 600 pesos (R$ 3) por pessoa que ia até lá. Foi o motorista que nos chamou, acho que a gente tava com cara de turista. ::lol4::

O ônibus nos deixou na porta da vinícola. O tour foi muito bom, o guia é bem legal e sabe bastante das uvas e plantações da região. Fora a paisagem que é muito bonita. Tivemos as duas degustações e ao final ganhamos a taça (deu até pra ficar tonto haha, afinal não é sempre que tomamos vinho às 11h da manhã!).

 

Ao final do tour, passamos na lojinha que tem por lá, mas achamos os vinhos meio caros, quase como os preços no Brasil.

Decidimos almoçar no restaurante lá mesmo, pois tínhamos recebido indicação de um prato muito bom (Fettuccine com Camarão). Realmente foi uma boa pedida! A conta saiu em torno de R$ 50 por pessoa, com bebida e serviço.

 

Na volta, quando estávamos indo em direção ao ponto de ônibus, também fomos chamados pelo motorista de um e descemos novamente no metrô Las Mercedes. (A cara de turista ficou mais evidente com 4 pessoas segurando uma sacolinha laranja escrita Concha y Toro haha).

 

Importante: NÃO COMPREM ESTE PASSEIO EM AGÊNCIAS DE TURISMO. Eles cobram o dobro do valor porque incluem o transporte (uma van te busca na porta do hotel), mas é realmente muito fácil ir e voltar de metrô mesmo.

 

À tarde, fomos ao Cerro Santa Lucía, que é muito bonito e onde é possível ter uma vista geral da cidade. Dica: Subam de elevador e depois desçam a pé!

Lá experimentamos o famoso Mote com Huesillos. É um copo com grãos que parecem milho, um pêssego inteiro e um líquido X. No geral, o gosto é de pêssego em calda muito doce.

 

3º Dia - 09/08/2013 - Valle Nevado e Farellones

Eram 7h30 da manhã quando estávamos prontos e agasalhados esperando a van para nos levar para ver neve! Tínhamos fechado no dia anterior numa agência de turismo brasileira, próxima ao Cerro Santa Lucía, chamada Mi Tour. Quem nos indicou foi o casal que encontramos la na Concha y Toro, eles fecharam também e fomos juntos! O preço pareceu razoável já que incluía o aluguel de luvas, calça e bota. Pagamos 33 mil pesos por pessoa (cerca de R$ 165 cada um).

60 curvas depois (contando só as de 180º), estávamos no Valle Nevado, a mais alta e moderna estação de esqui! Não esquiamos, mas a vista vale a pena! Depois descemos para Farellones, um bairro em cima da montanha (tem até escola), onde almoçamos o Bife a lo pobre (guardem esse nome, tem em todo restaurante e é muito bom).

Por volta das 16h30 já estávamos descendo. Não é recomendável descer quando já está escuro, pois as curvas são bastante sinuosas.

 

À noite, com mais 2 casais, jantamos num restaurante indicado pela nossa guia da Mi Tour, chama-se Galindo e fica na Rua Constitución, no bairro Bellavista. Há muitos restaurantes nessa rua e todos bem cheios. Arriscamos pedir um prato típico de Santiago, o famoso Pastel de Choclo, que nada mais é do que um escondidinho de milho com recheio de carne e frango. Curiosamente, esse milho é bastante doce, o que deixa o prato bem enjoativo. Recomendamos pedir um e dividir com todos, assim todos experimentam e ninguém volta pra casa com trauma de milho! Para beber, pedimos Pisco Sour, a caipirinha do Chile! É bom. Mas é forte!

 

Antes de voltar pro hotel, passamos pelo Patio Bella Vista, um lugar onde se concentram restaurantes, lojinhas e cafés. Bem agradável para jantar também!

 

Era quase 1h da madrugada e nós voltamos pro hotel a pé. Santiago pareceu ser uma cidade bem tranquila até mesmo à noite!

 

4º Dia - 10/08/2013 - Cerro San Cristóbal e Estádio do Colo Colo

Pela manhã, voltamos ao Cerro San Cristóbal e conseguimos subir utilizando o funicular. Tínhamos a opção de parar no zoológico, mas seguimos direto até o topo. Este é bem mais alto que o Cerro Santa Lucía e a vista também impressiona. Você tem uma vista privilegiada da Cordilheira, da cidade e da camada de poluição que existe sobre ela. Além de poder estar aos pés da Santa Inmaculada Concepción.

 

Para o almoço, fomos experimentar a tradicional Chorillana. Basicamente é batata frita com pedaços de carne, ovo, cebola e o que mais você pedir, tudo junto e misturado. Na nossa tinha até salsicha! Uma delícia!

 

Depois do almoço, seguimos até uma região da cidade onde conseguimos a proeza de ficar umas 4 horas sem ouvir português haha... Foi o único lugar que não encontramos brasileiros, o estádio do Colo Colo, clube mais tradicional do país. Foi uma indicação de um lugar não tão turístico que recebemos. É importante entrar no site do clube antes de ir para saber os dias e horários de visita. Fica perto da estação Pedrero da linha verde do metrô. Recomendamos não visitar apenas o museu, mas também fazer o tour guiado pelo campo e vestiários. A vista da cordilheira atrás das arquibancadas é realmente muito bonita!

 

Para terminar o dia, fomos até La Piojera, um boteco bastante famoso que fica na frente da estação Puente Cal y Canto da linha amarela do metrô. É um lugar bem sem frescura (não gaste um banho pra ir lá haha), mas que tem muito turista. Fomos para experimentar o Terremoto, uma mistura de vinho com uma bola de sorvete, que é bastante famoso.

 

5º Dia - 11/08/2013 - Shopping Costanera Center

Era dia dos pais no Brasil e dia das crianças no Chile! E nós estávamos na saga: a busca por pesos chilenos. Perdemos quase que metade do dia tentando desvendar o mistério dos caixas eletrônicos até que desistimos e fomos ao Shopping Costanera Center trocar dinheiro na casa de câmbio. De domingo quase nada fica aberto no Chile, a cidade fica meio deserta. Recomendamos fazer um passeio para fora nesse dia, como Valparaíso e Viña del Mar, que acabamos não fazendo.

 

Na volta, paramos no restaurante Giratório, que fica na Av. 11 de Septiembre nº 2250, em frente à estação Los Leones da linha vermelha do metrô, para fazer reserva para o almoço do dia seguinte. É um restaurante que fica no 18º andar de um prédio e fica girando (devagar, mas gira!).

 

6º Dia - 12/08/2013 - Giratório e Shopping Parque Arauco

Recebemos a indicação para ir ao Giratório no almoço, isso porque eles possuem um menu executivo nesse horário. Ele não está no cardápio que te mostram, você precisa pedir por ele. A um preço que vale mais a pena (não é barato, mas compensa), tem uma bebida de aperitivo, entrada, prato principal, bebida, sobremesa e café. Tudo com duas opções para você escolher. No meu caso pedi espumante, creme de mariscos, peixe com espaguete, suco de framboesa, mousse de chocolate e café. E o Caio pediu pisco sour, tomate recheado com salpicão, bife com batata frita, vinho, mousse de chocolate e chá. Todos os pratos estavam muito gostosos! Este cardápio tem um preço fixo de 11 mil pesos por pessoa, que fica em torno de R$ 55 cada um. Se pedíssemos tudo isso separado, íamos ter que lavar prato pra pagar a conta!

 

Saindo do restaurante, pegamos o metrô novamente e fomos até a estação Manquehue da linha vermelha para conhecer o Shopping Parque Arauco. Do metrô até o shopping, demos uma caminhada boa de uns 25 minutos. Na volta, como estava chovendo, pegamos um táxi para o metrô que ficou 3 mil pesos (R$ 15).

 

Quando chegamos no hotel, agendamos um táxi para o aeroporto por 15 mil pesos, preço fixo (R$ 45).

 

Vôo da Volta - 13/08/2013

Hora de dar tchau. Fizemos check-out no hotel e aguardamos a chegada do taxista.

Nosso vôo da volta (TAM) foi bem mais tranquilo e direto para São Paulo.

 

 

Recomendamos:

Beber os refrigerantes Bilz e Pap.

Comer o chocolate Sahne-Nuss (Nestlé).

 

 

Então é isso!

Boa viagem! ::tchann::

 

 

Thais e Caio ::love::

Agosto/2013

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Ótimo relato, Thais! Tomara que esta tenha sido a 1ª de muitas viagens para vocês.

Valeu pelas dicas, principalmente a da Mi Tour, que eu não tinha ouvido falar ainda, mas pesquisei agora e vi que é super recomendada no Tripadvisor.

Perguntas: Vocês fizeram reserva no Giratório um dia antes e conseguiram mesa na janela? Estava cheio?

Abç.

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Ótimo relato, Thais! Tomara que esta tenha sido a 1ª de muitas viagens para vocês.

Valeu pelas dicas, principalmente a da Mi Tour, que eu não tinha ouvido falar ainda, mas pesquisei agora e vi que é super recomendada no Tripadvisor.

Perguntas: Vocês fizeram reserva no Giratório um dia antes e conseguiram mesa na janela? Estava cheio?

Abç.

Gláucia,

 

Sim, fizemos reserva um dia antes e conseguimos mesa na janela! Mas deve ter sido por causa do horário. Fomos um dos primeiros a chegar para o almoço, estava bem vazio, mas depois foi ficando cheio.

 

Então a dica é reservar no primeiro horário possível. E o almoço deve ser menos disputado do que o jantar.

 

Gostamos bastante desse menu executivo! (que não tem no cardápio tradicional)

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Belo relato Thais e Caio! Estou indo para Santiago em julho do ano que vem e já estou pesquisando bastante tudo a respeito. Uma coisa que me deixou com dúvidas foi esse lance do débito. Não passou de jeito nenhum o cartão, em nenhum estabelecimento? Vocês também não conseguirar fazer saques? Já descobriram o que aconteceu? Andei lendo que às vezes, quando o cartào tem função dupla (débito e crédito), isso meio que confunde as máquinas. O certo mesmo é cancelar a função crédito do cartão ou então levar um cartão de banco que funcione apenas como débito. Será que não foi isso?

 

Outra coisa, vocês levaram travel money?

 

Abraços!

Bruno Lima

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Belo relato Thais e Caio! Estou indo para Santiago em julho do ano que vem e já estou pesquisando bastante tudo a respeito. Uma coisa que me deixou com dúvidas foi esse lance do débito. Não passou de jeito nenhum o cartão, em nenhum estabelecimento? Vocês também não conseguirar fazer saques? Já descobriram o que aconteceu? Andei lendo que às vezes, quando o cartào tem função dupla (débito e crédito), isso meio que confunde as máquinas. O certo mesmo é cancelar a função crédito do cartão ou então levar um cartão de banco que funcione apenas como débito. Será que não foi isso?

 

Outra coisa, vocês levaram travel money?

 

Abraços!

Bruno Lima

 

Oi, Bruno!

 

Então, não descobrimos o que rolou com o cartão para compras no débito, conferi no banco e estava tudo desbloqueado. O casal que estava com a gente também teve dificuldades para comprar no débito, mas conseguiram sacar dinheiro normalmente.

Quanto ao saque, acho que o problema foi que eu errei a senha algumas vezes ::hein: .

Não tinha pesquisado como sacava dinheiro em ATM internacional e acabei colocando a senha errada. Continuei a fazer compras normalmente mas quando voltei ao Brasil percebi que o meu cartão estava bloqueado e tive que pedir outro. ::prestessao::

 

Não levamos cartões pré-pago porque não existe nenhum para peso chileno e nem pensamos na possibilidade de levar o cartão com dólar (realmente isso passou totalmente batido por nós)!

Mas agora pensando no perrengue que tivemos com o nosso cartão de crédito/débito, acho que se a conversão do dólar valer a pena, é uma boa! No mínimo você evita esses problemas.

 

Esperamos ter ajudado!!

Boa viagem!

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Thais e Caio,

Parabéns pelo relato! Está muito bem escrito e cheio de informações úteis. Muito obrigada!

 

Estou com uma dúvida sobre dinheiro. Então vocês nem chegaram a levar dólares? Conseguiram trocar o real por peso sem problemas?

Estou levando uns 50.000 pesos pro começo, e estava pensando em levar todo o resto em dólares. Mas se eu comprar dólares aqui (e está caro agora), e depois trocar os dólares por pesos, vou perder dinheiro em duas conversões...

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Thais e Caio,

Parabéns pelo relato! Está muito bem escrito e cheio de informações úteis. Muito obrigada!

 

Estou com uma dúvida sobre dinheiro. Então vocês nem chegaram a levar dólares? Conseguiram trocar o real por peso sem problemas?

Estou levando uns 50.000 pesos pro começo, e estava pensando em levar todo o resto em dólares. Mas se eu comprar dólares aqui (e está caro agora), e depois trocar os dólares por pesos, vou perder dinheiro em duas conversões...

Oi, Raquel!

 

Não levamos Dólares. Fazer essas duas conversões realmente não vale a pena. Conseguimos trocar o Real lá sem problema. E é melhor trocar Real por Peso no Chile do que aqui no Brasil, a cotação é mais vantajosa.

 

Esse site dá dicas bem legais (caso você ainda não conheça): http://www.viajenaviagem.com/2011/12/que-moeda-eu-levo-para-o-chile/

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Obrigada!

 

Fui, voltei e foi sucesso! Devo postar um relato em breve.

Só pra atualizar: aqui no Brasil, o peso chileno estava uns 200. Lá, a melhor cotação que encontrei foi 230, e a menor, 210.

 

Beijos!

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