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Primeiro Mochilão: 29 dias sozinha na Bolívia e Peru


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  • 2 semanas depois...

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DIA 27 - Sucre

Acordei às 7h, tomei banho, tomei meu café da manhã e fiz o check out. Enquanto eu tomava café, fiquei conversando com um dos ingleses e com o dono do hostel (mas eu só soube disso depois), falei pra eles que estava indo pra casa do meu host do Couchsurfing e eles ficaram super preocupados, esse pessoal maluco que fica se hospedando na casa de estranhos hahahaha. Me disseram pra voltar correndo pra lá caso o cara fosse um psicopata hehehehe, mas enfim, a moral é que eles foram muito queridos e preocupados.

 

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Fui procurar uma lan house e uma cabine telefônica (B$ 5), liguei pro Omar e ele me deu o endereço, pra eu ir à tarde. Depois, resolvi seguir a dica dos meus colegas de quarto e fui conhecer o tal Cafe Mirador, que fica no mirador recoleta, um dos pontos mais altos da cidade. Pra chegar lá, tem que subir por toda a vida a Calle Ayacucho, que depois vira Audiencia e que depois vira Grau (as ruas ficam mudando de nome :S). Vale a pena dar uma passeada pelas ruas lá em cima, tem umas feirinhas legais, e várias mesas de jogos (fla-flu/totó/pebolim ou seja lá como vocês chamam). A vista da cidade é muito linda lá de cima, muito mesmo.

Peguei uma das mesas do Café, no lado de fora, e fiquei lá um tempo, sentada. Como já tava perto da hora do almoço, pedi o cardápio e decidi almoçar por ali mesmo, o preço é caro pros padrões bolivianos, mas me dei o luxo, até porque não é todo dia que a gente almoça com uma vista daquelas. Pedi meia porção de massa carbonara e um suco muito delícia de maracujá, banana, maçã e limão (não lembro bem quanto saiu tudo, mas acho que foi uns B$ 50 ou perto disso).

 

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Voltei até a Plaza 25 de Mayo, onde parei pra tomar um sorvete em uma lojinha de sorvetes artesanais na calle Calvo, escolhi um de limão com algodão doce e sentei em um dos bancos da praça. Um menino ficou me perseguindo pra limpar minhas botas, eu dizia pra ele que não, elas estavam limpas (na verdade não estavam heheheh) e ele ficava insistindo, até que desistiu. Voltei até o Kultur Berlin, peguei minhas coisas e tomei um táxi até o Parque Bolívar, que é onde fica o Hostal do Omar. HAHAHAH siiiim, isso mesmo, ele tem um hostal e hospeda pessoas do CS (sem os outros hóspedes saberem, claro).A funcionária dele me recebeu super bem, eu deixei minhas coisas ali e fui dar uma volta pelo parque, que é super bonito. Quando eu voltei, tinha um grupo de franceses assistindo um documentário sobre as minas de Potosí (aquele que eu mencionei há alguns posts atrás), se chama The Devil’s Miner e é muito bom. Naquele momento eu soube que tomei a decisão certa em não ter feito o passeio das minas, chorei pra caramba. Mas ainda quero voltar lá pra fazer esse passeio.

 

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Quando terminou o documentário, fui até o SAS comprar umas coisas pra comer no dia seguinte e, pra me despedir da Bolívia, fui jantar no Joy Ride, barzinho legal pra carambaaa!!! Pedi um hamburguer e os mojitos estavam em dose dupla. MAOOOOOOEEEEE! Curti muito. A conta deu 56 bolivianos. Depois, peguei um táxi e voltei pro hostal (B$ 5).

 

- Gastos e endereços:

Lan House: B$ 5

Almoço no Cafe Mirador: B$ 50 (subindo a calle Ayacucho até o final)

Táxi até o Parque Bolívar: B$ 5

Jantar no Joy Ride: B$ 56 (Calle Nicolas Ortiz)

Táxi do Joy Ride até o Parque Bolívar: B$ 5

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DIA 28 - Santa Cruz de La Sierra

Acordei às 7h e fiquei conversando com o funcionário que estava na recepção enquanto o táxi não chegava, ele me perguntou sobre o que era esse tal de CouchSurfing e como funcionava. Não sei bem se ele curtiu ou se pensou que era coisa de maluco hehehehehe. Mas enfim, o táxi chegou e eu me mandei pro aeroporto, custou B$ 30 porque é meio longinho. Chegando lá, tem que pagar a taxa de aeroporto (B$ 11)

 

Em relação ao voo, foi um dos piores da minha vida, as poltronas são bem pequenas, eu achei que a minha cabeça ia estourar e os meus ouvidos ficaram fechados. Foram 30 minutos intermináveis. Mas pelo menos cheguei em Santa Cruz hehehehehehe. No desembarque, puxei assunto com outra mochileira e perguntei se poderíamos dividir um táxi até o centro de Santa Cruz. A corrida sairia B$ 70 no total, mas ele fez B$ 40 pra cada uma porque iríamos ficar em lugares diferentes, a chilena ia ficar em um hostal no centro e eu iria direto pro terminal bimodal.

 

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Assim que cheguei no terminal, fui logo procurar passagem pra Quijarro. Eu poderia ter comprado no trem da morte, mas eu já estava cansada e doente, com certeza ele não teria o mesmo conforto de um bus cama, além de demorar mais e ser mais caro. Um cara tava insistindo muito pra eu comprar com ele em um ônibus caindo aos pedaços, eu disse que não e que estava procurando pela Pantanal, porque foi com eles que eu havia ido até Sta Cruz e gostei bastante. Ele me levou até a empresa pra comprar a passagem, paguei B$ 110, mais caro que a vinda, eu insisti mas ele não quis me dar mais desconto. Só sei que fiquei muuuuito tempo sentada, esperando, porque meu ônibus só saía às 20h e não era nem meio-dia ainda hahahahahaha.

 

Eu não quis passear pela cidade porque já não tinha mais dinheiro, então fiquei por ali mesmo, deixei o mochilão e a malinha de compras no guarda-volumes (não queria dar bobeira com tanta coisa e alguém acabar levando tudo), acho que não saiu mais que B$ 6. Pra matar o tempo, fiquei sentada em um banco, lendo um dos livros que eu levei (SIM), até que um equatoriano começou a puxar papo comigo, o Alejandro (cara, não consigo pensar nesse nome sem lembrar da Lady Gaga hahahahaha). Ele tem uma loja em uma cidadezinha litorânea do Equador e sempre vai ao Peru comprar mercadoria pra revender na loja, porque é muito mais barato, e resolveu esticar até o Paraguay pra visitar parte da família. Ele estava lá, esperando o ônibus pro Paraguay, que era pra sair às 15h, mas já eram 17h e nada ainda, até que ele resolveu falar com alguém e mandaram ele ir pra plataforma de embarque.

 

Eu fiquei matando mais um tempo, tentei trocar 20 reais no câmbio e o carinha não quis porque o real tava valendo só 2 bolivianos. Quem mandou gastar tudo né? hehehehehe. Mas pelo menos deu pra comprar uns “pães de queijo” (na real é um biscoito mais achatadinho, mas parece pão de queijo hahahahaha). Perto das 20h, que era o horário de saída do meu ônibus até Quijarro, eu busquei minhas coisas no guarda-volumes e fui pra plataforma.

JE-SUS A-MA-DO! Aquilo tava uma muvuca doida, nunca vi uma rodoviária tão atrolhada de gente. Lá pelas tantas, eu vi que o meu ônibus não tava nem perto de sair, até porque ele não tinha nem chegado ainda. Mas ok, resolvi sentar e esperar. Era um tal de gritedo de “POLLO POLLO POLLO!!!”, “PAPAS FRITAS!!!”. O pessoal dos restaurantes vai pras plataformas com uma bandeja cheia de viandas (cara, essa palavra é muito engraçada hahahaha), outros com água, refrigerante e suco e outros com bolachas, doces, chicletes, balas e etc. O pessoal compra as viandas (às vezes é só um saco plástico com arroz, batatas e frango) e come com as mãos mesmo, super higiênico hahahahahaha.

 

Já tinha se passado meia-hora e nada de o ônibus aparecer, veio um outro brasileiro (Rogério) achando que tava atrasado e eu só falei pra ele sentar, porque ainda ia demorar. Nisso, chegou um outro senhor, que também é brasileiro, e disse que aquilo era super normal na rodoviária de Santa Cruz e que no Natal era 10 vezes pior. Cara, sério que tinha como ser pior? Aquela gente gritando no meu ouvido já tava me dando nos nervos. Eu já tinha passado a tarde toda ouvindo gritos. Sério, a rodoviária de Santa Cruz parece uma feira, só que ao invés de ficarem gritando “CEBOLA, TOMATE, ALFACE FRESQUINHAAAA!!” eles gritam os nomes dos destinos, pra vender passagens a todo custo.

 

OBS: enquanto eu passei a tarde perambulando pelo Terminal Bimodal, eu notei muitas pessoas bastante distintas andando pra lá e pra cá, achei que eles eram de algum grupo de teatro: todos com as mesmas roupas, todos muito muito muito brancos e, sei lá, eram estranhos. Depois eu descobri que eles pertencem a uma forte comunidade Menonita boliviana, e vivem na colônia Manitoba. Funciona mais ou menos como as comunidades Amish dos Estados Unidos. Na verdade, eu só descobri que eles eram Menonitas por causa de uma reportagem que rodou a internet e foi um choque pra todo mundo.

 

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Mas enfim, passada 1 hora de atraso, nosso ônibus chegou. Não era tão bom quanto o da ida, mas era ok. O Rogério estava sentado na poltrona atrás de mim. Ele é de Cuiabá e vai direto pra Santa Cruz, porque o tio dele mora lá e é onde ele compra peças de som automotivo pra vender na loja dele. Gente, pra vocês terem uma noção, o ônibus levou mais de UMA HORA só pra CONSEGUIR sair do terminal. Sério, congestionamento de 1h só pra sair do terminal de embarque, e não dá nem pra culpar os carros, porque eram só os ônibus mesmo. Eu e o Rogério ficamos conversando até me bater o sono e eu me recolher ao meu casulo, o que não demorou muito hahaha.

 

- Gastos e endereços:

Táxi do Parque Bolívar até o aeroporto de Sucre: B$ 30

Taxa de aeroporto: B$ 11

Táxi aeroporto Viru Viru até Terminal Bimodal Sta. Cruz: B$ 40 (dividindo com outra pessoa, sendo B$ 80 no total)

Passagem de Ônibus Sta Cruz-Quijarro: B$ 110 pela Pantanal

Guarda-volumes: B$ 6

Biscoito que parece pão de queijo: B$ 10 (10 unidades)

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DIA 28 - Quijarro/Corumbá

Chegamos às 7h em Quijarro, sendo que era pra termos chegado às 5h. Eu e o Rogério dividimos um táxi até a fronteira, eles ficaram esperando enquanto eu passava pela migração boliviana pra registrar a saída, o que demorou quase 1 hora. Quando eu voltei, o Rogeria havia combinado com o motorista que ele nos levaria até Corumbá, no hotel onde ele ficaria. Aí é que tá, o cara cobrou 50 reais, eu teria ido de ônibus numa boa, mas o Rogério se ofereceu pra pagar (e eu não recusei). O problema é que o motora passou reto pela polícia federal no Brasil e eu não dei entrada no país, mas o Rogério disse que pegaria o carro no hotel e me levaria lá depois.

 

OBS: se forem pegar táxi até Corumbá, atravessem a frontei a pé e peguem táxi do lado brasileiro. Não combinem nada com os taxistas bolivianos, eles cobram muito mais caro.

 

Chegamos no hotel, pegamos o carro e fomos pra rodoviária buscar um amigo do Rogério, que devia estar esperando desde muito cedo hahahaha. Voltamos pro hotel, os dois dividiram um quarto e eu acertei com o dono do lugar que ficaria só até a noite, então ele me fez por R$ 30,00 (normalmente é R$ 50). Eu fiquei dormindo e assisti um pouco de TV até a hora de sairmos pra almoçar, acabamos em um restaurante beeeem simples, que fica em frente à rodoviária de Corumbá, o nome é Restaurante Boa Viagem. Cara, o prato do dia era arroz, feijão (feijão é amor, sdd feijão, amo feijão <3), carne de panela e salada. JESUS MARIA JOSÉ, é um negócio pra caminhoneiro: vem um prato fundo só com arroz e feijão e outro com a salada e muita carne (e ainda dava pra repetiiiiiir cara, muito <3). Gente, a comida lá é boa demaaaais, bem caseira e muitooo barata. Não sei quanto é por pessoa, mas 3 almoços + 6 latas de cerveja saiu R$ 42,00 (sério, muito barato!). Rachamos a conta e voltamos pro hotel pra descansar.

 

Lá pelas 16h eles me levaram até a fronteira, pra eu carimbar a entrada no Brasil. Cara, não tinha NINGUÉM na fila, melhor horário. Depois a gente parou em um posto de gasolina e ficamos lá bebendo e jogando conversa fora. Já era noite e resolvemos ir até o tal Cristo do Pantanal. Vale a pena ir até lá, se tiverem um tempinho, a vista lá de cima é linda. Depois fomos procurar um restaurante pra jantar, eles queriam que eu experimentasse o Pacu. Não lembro o nome do lugar, mas tava muito bom e era muito bem servido. Também não sei quanto deu, eles não me deixaram pagar a conta.

 

OBS: eu tinha fotos desse dia, mas elas se perderam quando meu HD queimou. Peguei algumas do Google, porque relato sem fotos se torna chato.

 

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Perto da hora de eu ir (meu ônibus saía às 23:20, eu acho, ou algo assim), eles me levaram até a rodoviária, nos despedimos e eu agradeci a eles por tudo. O mendigo grego tava lá, indicando o caminho até a Andorinha hahahaha. Eu comprei passagem pra ônibus executivo, e quando ele chegou, quem adivinha?... é, não era executivo, era convencional. E lá foi todo mundo pedir a diferença das passagens de volta, o que atrasou um pouco a nossa saída. Eu tinha pago R$ 100 na passagem (sdd ônibus cama na Bolívia), sendo R$ 40 só de imposto, cara. Aí sabemos que estamos de volta ao Brasil ¬¬

 

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Mas no fim, deu tudo certo, o ônibus era convencional mas não era ruim. No embarque, os motoristas perguntam onde tu vai querer descer, na rodoviária ou no aeroporto de Campo Grande. Que felicidade, não ia precisar pegar táxi hehehehehe. Conheci uns mineiros e fiquei conversando com eles, falando sobre as viagens e tal. Depois eles me deram um par de dramins e eu dormi feito uma pedra até chegar em Campo Grande.

 

- Gastos e endereços

Táxi da rodoviária de Quijarro até a fronteira: R$ 5 (deve ter dado R$ 10 no total)

Almoço: R$ 14 (contando com as cervejas) no Restaurante Boa Viagem (em frente à Rodoviária de Corumbá)

Passagem de ônibus Corumbá - Campo Grande: R$ 100 o executivo, mas me devolveram R$ 16 (eu acho) porque o ônibus era, na verdade, convencional

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  • 2 semanas depois...
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Olá Mari!

Tô planejando fazer esse mochilão em julho desse ano, mas tô com uma dúvida... Não sei me comunicar em inglês e meu espanhol não é fluente. Vc acha que dá pra curtir a viagem e se virar no portunhol mesmo? Dá pra se comunicar num espanhol "enrolation"? Fico pensando nas explicações dos guias em espanhol... será que vou compreender e aproveitar os passeios o suficiente? Já tava pensando em adiar essa viagem por conta desse receio... Vou com outros brasileiros, mas eu gostaria de aproveitar o máxima da cultura local e entende-la e penso que talvez o fato de eu não manjar muito o castelhano eu não aproveite tanto...

Parabéns pelo relato! :)

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Olá Mari!

Tô planejando fazer esse mochilão em julho desse ano, mas tô com uma dúvida... Não sei me comunicar em inglês e meu espanhol não é fluente. Vc acha que dá pra curtir a viagem e se virar no portunhol mesmo? Dá pra se comunicar num espanhol "enrolation"? Fico pensando nas explicações dos guias em espanhol... será que vou compreender e aproveitar os passeios o suficiente? Já tava pensando em adiar essa viagem por conta desse receio... Vou com outros brasileiros, mas eu gostaria de aproveitar o máxima da cultura local e entende-la e penso que talvez o fato de eu não manjar muito o castelhano eu não aproveite tanto...

Parabéns pelo relato! :)

 

 

Uma ordem: não adie essa viagem, se adiar agora por isso, vai adiar depois também.

Vai sem medo, o que mais tem lá é brasileiro que só fala português e gringo que só fala a própria língua também.

Nem esquenta, os espanhol deles é bem fácil de entender e não se esqueça que todo mundo adora brasileiros ;)

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  • 2 semanas depois...
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Ei Mari!!

 

Tô adorando tanto seu relato que estou lendo aos pouquinhos e devagarinho pra não terminar logo!! kkkkk

Pretendo fazer esse mesmo lindo roteiro em setembro desse ano!!

 

Eu só tenho uma noia em relação ao Downhill....eu fui simplesmente convocada por esse lugar...uma coisa meio mística sabe? Meu coração, alma e espírito foram chamados pela estrada da morte, rs. Acontece que não tenho tanta experiência assim com bikes (leia-se: nenhuma ::mmm: ), daí #comofaz?? Como vc se preparou para a descida? O conhecimento básico de bike dá pra ir ou é necessário um talento a mais? Eu pretendo me preparar por uns 4 meses....

 

 

Bjos!!

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