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BOM MEU NAMORADO FEZ O RELATO DE NOSSO VIAGEM DE FEVEREIRO DESSE ANO E IREI POSTA-LO AQUI, QUALQUER DÚVIDA FIQUEM A VONTADE.

 

Vou escrever aqui o relato da viagem que eu e minha namorada, Iara, fizemos pela Bolívia e pelo Peru, conhecendo algumas cidades e um pouco da cultura destes dois países sul-americanos.

 

11/02/2009 – Primeiro dia

Saímos da casa da Iara, que fica na Av. 9 de Julho, Centro de São Paulo, por volta das 17h30 e pegamos o metrô na hora do rush, o que foi bem difícil com as nossas baitas mochilas. Desembarcamos na Estação Tatuapé e pegamos o ônibus até o Aeroporto de Guarulhos. O ônibus é bem tranqüilo, confortável e com ar-condicionado. O trajeto demora cerca de 40 minutos. A tarifa é de R$ 3,65.

 

Como não sabíamos direito o tempo de trajeto e não queríamos ter nenhuma surpresa, chegamos ao aeroporto bem cedo, um pouco mais de 19h, sendo que nosso vôo, com destino a Sta. Cruz de la Sierra (Bolívia), estava marcado apenas para 22h. Sendo assim, procuramos algum lugar para sentar e comer, o que foi difícil, já que a maioria dos restaurantes e lanchonetes do local cobram preços abusivos pelos lanches e refeições. O melhor é o Terra Azul, que tem refeições e lanches bons por um preço não tão caro. Comemos hambúrgueres, tomamos sorvete e ficamos de barriga cheia esperando a hora da decolagem.

 

O vôo foi pela Gol e não atrasou e foi tranqüilo. O serviço de bordo é simples, com mini-sanduíches e copos descartáveis de refrigerantes, mas eficiente. Pagamos R$ 660,00 ida e volta, graças a um desconto de um amigo. Valeu muito a pena ir de avião, pois não perdemos nenhum dia e não chegamos cansados.

 

Chegamos ao aeroporto Viru-Viru por volta de meia-noite no horário local. O aeroporto, muito pequeno, estava deserto. Tentamos ligar do aeroporto a cobrar para o Brasil e não conseguimos. Os telefones públicos da Bolívia não possuem este serviço, o que fomos descobrir apenas no dia seguinte.

 

Do aeroporto pegamos um táxi para o terminal Bimodal de Sta. Cruz, onde há vários lugares para hospedagem. O táxi custou US$ 8, pois ainda não tínhamos a moeda boliviana. Nos dias seguintes, conversando, vimos que foi caro, mas pela grande distância que andamos, foi bem mais barato que um táxi aqui no Brasil.

 

Como estava escuro e estávamos cansados acabamos ficando no primeiro residencial que encontramos. O Residencial 7 de Mayo. A Iara foi ver o quarto e disse que estava ok, mas não estava tão ok assim, hehehe. Pagamos US$ 10,00 pelo quarto de casal.

 

O dormitório não tinha água quente e a televisão, o telefone e a tomada estavam pifados. Além de que quando cheguei no quarto tinha uma barata no telefone. Mas também foi o único hotel ruim durante toda a viagem, apenas inexperiência. Sempre antes de se registrar na recepção suba no quarto, veja bem ele, ligue o chuveiro, etc, assim você não irá ter surpresas.

 

12/02/2009 – Segundo dia

Descansamos bastante e fomos ligar para nossos pais para dizer que estávamos vivos. Lá você não precisa discar a operadora, apenas 00 é colocar os códigos e o número, bem fácil. A ligação é barata nos centros de llamadas.

 

Estava muita chuva e as ruas estavam alagadas. Para atravessar para ir ao terminal de bus foi bem difícil. No terminal fizemos o câmbio. Um dólar vale sete bolivianos. Trocamos cem dólares e ficamos com bastante dinheiro. No terminal havia bastante brasileiros.

 

Sta Cruz é uma cidade bem ruim. É quente, o povo é um dos mais chatos, os hotéis são ruins e a comida péssima. Fique lá o menos tempo possível. Para achar algo para comer lá foi bem difícil. Quando sentamos para comer pedimos uma empanada de queijo, como se fosse um salgado assado aqui do Brasil. Estava ruim e a minha ainda veio com um cabelo de boliviana, enorme e preto. Comi do mesmo jeito. Saímos de lá e fomos comer em outro lugar na rodoviária mesmo. Comemos um hambúrguer, nossa comida preferida por lá, e estava bem mais limpo e gostoso.

 

Sorte que de tarde já iríamos para La Paz. Compramos nossa passagem pela viação Trans Copacaba para às 16h30. Enfrentaríamos 16h de viagem. Pagamos 150 bolivianos (menos de R$ 50,00), que foram muito bem gastos, pois viajamos no segundo andar do ônibus, nos dois primeiros assentos, com visão panorâmica da estrada, televisão com filme (tosco, mas ótimo para passar o tempo) bem na nossa frente e em um assento que quase virava uma cama (famoso bus cama). A viagem foi tranqüila, sem muitas paradas e dormimos a maior parte do tempo.

 

13/02/2009 – Terceiro dia

Chegamos em La Paz por volta das 9h da manhã. A rodoviária da cidade é bem mais limpa e tem bem mais opções para comer. Lá tomamos um café da manhã simples e muito bom. Agora sim começava de verdade a nossa viagem.

 

Pegamos um táxi até o centro de La Paz por apenas oito bolivianos, direto para o Hotel Torino. O trânsito lá é realmente caótico, não tem quase semáforo e ganha quem buzina mais, mas, como li em relatos anteriores, também não vi nenhum acidente ou batidinha durante toda a viagem.

 

Hotel Torino é ótimo. Pessoal gente fina, muito bem localizado, água pelando, cama boa, limpo, arejado e com tomada. A diária para casal fica em 90 bolivianos, o que saí menos de R$ 30,00.

 

Um pouco antes da hora do almoço saímos. Até essa hora não tínhamos sentindo nenhum efeito da altitude. Conhecemos a praça principal da Cidade, o Mercado das Bruxas, o Museu da Coca, entre outros locais. Almoçamos no Pollos Copacabana, um fast food local. Um lanche com hambúrguer grande + refrigerante + batata frita ficava em mais ou menos 20 bolivianos.

 

Depois voltamos para o hotel para descansar. A Iara estava mais ou menos e eu tive uma dor de cabeça infernal, como nunca tive na vida. Tomei duas aspirinas e muito chá de coca. Melhorei um pouco e saímos de noite.

 

O centro é bem iluminado e parece ser seguro. Não tentaram nos assaltar nenhuma vez durante a viagem. Passeamos e comemos na lanchonete Witsnaku, eu comi uma empanada tradicional de lá, bem apimentada, e a Iara comeu uma de queijo. Ambas estavam bem gostosas e não eram caras.

 

Para fechar a noite fomos ao Pub Van Gogh, que fica na mesma rua do Torino. O Pub é muito animado e toca muito música boliviana tradicional e o pessoal fica dançando. E o melhor, não é um local para turistas, então lá você pode entrar em contato diretamente com a cultura jovem boliviana. A cerveza é 10 bolivianos e tem a tradicional Paceña e a Auténtica. Tomamos as duas, mas preferimos a Auténtica.

 

Voltamos cedo para o hotel, pois tínhamos agendado cedo passeio pela manhã. No restaurante do hotel, ainda assistimos de graça uma apresentação ao vivo de música andina, com os músicos vestidos a caráter e tudo. Sensacional.

 

14/02/2009 – Quarto dia

No dia anterior havíamos agendado o passeio p/ Tiwanaku com o Mateu, um cara muito gente boa que trabalha em uma agência de viagem no próprio Torino. Pagamos 50 bolivianos pelo transporte de ida e volta às ruínas e o guia que falava espanhol e inglês. Fomos em um micro-ônibus com mais ou menos 25 pessoas.

 

Saímos do hotel por volta de 9h30 e pegamos novamente o trânsito caótico de La Paz. O guia explicava tudo de maneira muito boa, foi o melhor guia de toda a viagem.

 

Chegando em Tiwanaku pagamos mais 80 bolivianos, para termos acesso a três locais. Primeiro fomos no museu lítico, que estava em construção e é bem mais ou menos. Depois no museu cerâmico, que é bem mais interessante e informativo. Nesses dois primeiros não pudemos tirar fotos. Por último fomos no sítio arqueológico, onde andamos bastante e pudemos aprender bastante coisa, além de curtir a linda paisagem, já que o dia estava bastante ensolarado, apesar do frio devido a altitude.

 

No final do tour, já por volta de 14h, paramos em um ótimo restaurante. O almoço era 25 bolivianos, com sopa, truta (a melhor de toda a viagem, muito boa), arroz, salada, batata frita e sobremesa (banana com iogurte).

 

Na volta paramos no meio do caminho, em Chacaltaya, onde pegamos o transporte para Copacabana. Pagamos 20 bolivianos por pessoa, pela empresa 12 de Febrero. O bus era apertado, mas tivemos a sorte de pegar a última fileira de banco e os lugares estavam vazios, então pudemos deixar nossas mochilas e descansar um pouco. A viagem teve duração de um pouco mais de 3h.

 

Chegamos a Copacabana no final de tarde e ainda curtimos o pôr-do-sol. A cidade é pequena, totalmente turística. Há bastante bons hotéis e lugares para comer. Se hospedamos no hotel Brisas del Titicaca, com vista para o lago, tv a cabo, tomada, banho quente e bastante espaço. Dois dias de hospedagem custaram ao todo 150 bolivianos para nós, menos de R$ 15,00 por dia para cada um.

 

Tomamos um banho e saímos de noite. Comemos uma ótima pizza grande por 35 bolivianos. Massa torrada com recheio de boa qualidade, em um lugar muito bonito. Novamente voltamos cedo ao hotel porque tínhamos passeio de manhã. A Iara dormiu, eu vi na TV a cabo “Virgem aos 40 anos” legendado em espanhol. Magnífico. Dei umas risadas e dormi.

 

15/02/2009 – Quinto dia

Acordamos por volta de 7h30. Comi a pizza e tomei a coca que tinha sobrado da janta do dia anterior. A Iara tomou um café com leite no boteco e fomos pro passeio até a Ilha do Sol. Não lembro quanto pagamos, mas foi um preço normal e que vale a pena, pois também “acompanha”, além do transporte, o guia bilíngüe.

 

Lógico que, como é uma ilha, fomos de barco e enjoei demais, quase vomitei, mas não pelo barco, acho que não estava bem e a pizza amanhecida não caiu legal.

 

Após duas horas e meia de barco (vagaroso demais) pelo lago navegável mais alto do mundo, chegamos à parte norte da Ilha do Sol. Visitamos um pequeno museu e iniciamos a cansativa subida pelo caminho inca, mais cansativa ainda para quem estava ruim como eu. O lugar é lindo, parece uma praia com mar, devido a areia e a imensidão do Lago Titicaca.

 

Depois mais quase uma hora de barco à parte sul da Ilha. Lá tivemos tempo para almoço e visitação. Não comi quase nada, pois estava ruim e tinha mais subida. Não agüentei e perdemos o barco para voltar. Sorte que havia um da mesma empresa retornando para Copacabana alguns minutos depois e deixaram a gente embarcar. Mas também o casaco que eu havia deixado no barco anterior nunca mais irei ver.

 

Chegamos em Copacabana às 18h e fomos descansar no hotel. Eu estava ruim. Depois demos uma volta pela cidade e fomos comer em um restaurante típico. A Iara comeu um delicioso omelete de queijo com batatas fritas e eu um spaghetti napolitana. Um detalhe que quando coloquei a primeira garfada na boca o macarrão voltou com tudo, corri no banheiro para vomitar. Mas depois voltei à mesa e comi quase todo o macarrão, hehehe.

 

Após a janta fomos para o hotel dormir.

 

16/02/2009 – Sexto dia

Acordei com muita diarréia. Devo ter contraído alguma virose, ou foi a altitude ou a pizza amanhecida não caiu bem mesmo. Passei o sexto dia todo capenga, mas consegui fazer tudo.

 

Descansamos bastante e acordamos às 10h para tomar um café com leite. O leite de lá é péssimo. Andamos de pedalinho e foi um dos melhores passeios da viagem, pois estava um dia muito bonito e o lago é paradisíaco. Meia hora custa 20 bolivianos.

 

Almoçamos truta por 15 bolivianos. Também vinha com sopa e sobremesa. Não curti muito, pois além de estar meio zoado, a truta não tinha tanto gosto quanto a que comemos em Tiwanaku.

 

Mais passeio pela cidade e de tarde pegamos o ônibus para Puno (Peru). A viagem durou cerca de 3h e foi muito legal. A paisagem é linda, passando pelas comunidades rurais do Peru. Pelo bus pagamos cerca de 15 bolivianos por pessoa e trocamos nossos dólares por soles na fronteira Bolívia/Peru, onde todos devem descer para carimbar passaportes, etc. O cambio é um dólar vale 3,20 soles. Ou seja, cada R$1,00 é igual a 1,35 soles mais ou menos.

 

Em Puno nem ficamos muito, compramos a passagem para viajar durante a noite para Cusco, deixamos as malas no guichê da empresa e direto fomos fazer o passeio para as Ilhas Uros (ilhas flutuantes). O bus para Cusco mais o passeio saíram 50 soles.

 

Pegamos um barco bem melhor do que pegamos em Copacabana, bem mais rápido e seguro. Novamente pegamos um belo dia. O trajeto foi de cerca de 40 minutos.

 

Nas ilhas flutuantes conhecemos o modo de vida e costumes de seus habitantes, como as ilhas são construídas e tudo mais, muito bacana e recepção 10, até com pãozinho quentinho feito na hora e totora (fruta usada na confecção da ilha) para provar.

 

Depois navegamos no barco feito de totora. Não se engane na ilha, tudo será cobrado, até se você cantar e brincar junto com as criancinhas elas vão pedir dinheiro.

 

Voltamos para Puno já de noite e ficamos na Rodoviária, que é limpa, mas não tem muitos lugares para comer, e depois embarcamos no bus para Cusco, que não era muito confortável (Bus San Luis). Foram 9h de viagem.

 

17/02/2009 – Sétimo dia

Chegamos em Cusco por volta de 5h. Logo ao desembarcar um cara veio oferecer hospedagem para a gente, no hotel Apu Wasi. Estávamos tão cansados e com frio que aceitamos. O hotel era bom, tinha água quente, tomada, internet grátis na área comum e o quarto era enorme, só a localização que não era das melhores. 50 soles o casal.

 

Descansamos até 12h e saímos para conhecer Cusco, que é bem turística, porém uma cidade bastante grande e mais desenvolvida. Fomos a Plaza de Armas e também procurar agências de viagem para fazermos o city tour e irmos até Machu Picchu.

 

Almoçamos por 12 soles no Tupanan, na calle Plateros, onde há bastante agências de viagens. Comemos muito bem e o atendimento foi ótimo.

 

Para visitar os pontos turísticos de Cusco e o vale sagrado do incas é necessário um boleto turístico, que pode ser adquirido no centro de Cusco por 70 soles (estudante) e 130 (normal). Eu, embora não seja, consegui o de estudante utilizando uma carteirinha antiga da faculdade, adulterada a mão.

 

Como o hotel era um pouco longe do Centro e tinha uma subida sinistra para chegar até ele, procuramos outro para trocar no dia seguinte e achamos na calle Plateros mesmo, o hotel Cáceres, por 45 soles o casal.

 

De noite andamos mais por Cusco e comemos um sanduíche simples e fomos ao Amaru Pub beber uma Cusqueña e voltamos para dormir.

 

 

18/02/2009 – Oitavo dia

Acordamos de manhã cedo e mudamos para o Hotel Cáceres. Ele tem apenas uma estrela, mas nem parece, pois é quente, muito bem localizado, confortável e tem água bem quente (se você souber regular direitinho, hehehe). Na recepção do hotel tem um certificado de melhor hotel uma estrela de Cusco.

 

Passeamos mais por Cusco de manhã e almoçamos no McDonalds, já que estava com receio de comer em algum restaurante menos limpo e passar mal, já que estava começando a ficar melhor neste dia. A noção de higiene deles, principalmente na Bolívia, é bem diferente da nossa.

 

Durante a tarde inteira fizemos o City Tour por Cusco em um ônibus, com guia e tudo. 15 soles por pessoa. É sempre bom ir aos locais com guia. Para fazer o City Tour precisa ter o boleto turístico citado anteriormente em mãos, pois ele permite acesso a mais de 10 locais diferentes. O City Tour é bem bacana, pois cobre desde o centro de Cusco até as partes mais afastadas, onde é possível visitar as ruínas da capital do Império Inca.

 

De noite comemos pizza na Calle Plateros. Pagamos 23 soles pela pizza grande, que ainda acompanhava dois copos de vinho. Como foi um dia cheio e andamos bastante, voltamos para o hotel para descansar.

 

19/02/2009 – Nono dia

Acordamos e tomamos em uma lanchonete o café da manhã estilo continental por cinco soles. O café continental é o que estamos acostumados aqui no Brasil, café com leite, suco, pão, geléia e manteiga.

 

A gente se alimentou bem de manhã, pois iríamos fazer tour o dia inteiro e não sabíamos a hora que iriam levar a gente para almoçar e como seria o almoço, já que estava incluso. Compramos o pacote de 02 dias que cobria todo o Vale Sagrado Inca + Machu Picchu. No pacote estava incluso todo o transporte, estadia em um ótimo hotel, um bom almoço, mais o ticket de ingresso para Machu Picchu. Pagamos US$ 145 depois de pechinchar bastante. Encontramos por US$ 230,00. É o lance mais caro da viagem, mas o principal. Vale bastante a pena e a agência só fatura uns US$ 30,00 em cima, o que é pouco, pois já fica tudo combinado e os tickets são caros mesmo, como vou contar no decorrer do nono e décimo dia.

 

Embarcamos em um micro-ônibus com mais umas 25 pessoas e, lógico, sempre com guia, também incluso. Primeiro fomos a um mercado onde as coisas são bem baratas e tem chá de coca grátis. Compramos a melhor coisa da viagem, um xadrez dos incas x espanhóis, com as peças todas certinhas, tipo, ao invés do cavalo, no time inca é uma lhama, tudo muito bem feito.

 

Seguindo o tour fomos ao Mercado de Pisaq, onde nem andamos pelo mercado, pois não queríamos gastar mais dinheiro, e aproveitamos para experimentar as iguarias de lá, como a “pizza andina” e o super “choclos com queso”, um milho gigante cozido que ainda vem com uma fatia do queijo tradicional por lá.

 

Em terceiro fomos às ruínas de Pisaq. Onde andamos bastante e enfrentamos uma longa subida. Logo após a visitação e caminhada, fomos almoçar na cidade de Urubamba. O almoço estava incluso e era tipo um self-service, com frango, macarrão, arroz, bem variado, e a comida estava gostosa.

 

Por último fomos visitar Ollaytaytambo, a única cidade inca vivente, onde ainda é possível encontrar descendentes diretos deles e casas habitáveis da época. Lembrando que para visitar tudo isso você precisa comprar o boleto turístico, assim é só apresentar na entrada e você não precisa pagar mais nada para visitar os locais.

 

Depois todos voltaram para Cusco e a gente ficou em Ollaytaytambo, onde iríamos pegar o trem a noite para Aguas Calientes. Para descansar e dar o tempo da viagem sentamos na praça principal da Cidade e tomamos várias Cusqueñas conversando e admirando a paisagem.

 

Eu disse que vale a pena pegar o pacote na agência de viagem porque eles te dão todos os tickets já com todos os horários e não precisa de preocupação. Por volta das 20h pegamos o trem para Aguas Calientes (só esse trem custa US$ 40,00) e na estação havia um funcionário do Hotel Oro Verde com uma plaquinha com o nosso nome e ele levou a gente para o Hotel para dormimos, já que no dia seguinte iríamos para Machu Picchu às 6h da manhã.

 

20/02/2009 – Décimo dia

O hotel tinha café da manhã continental incluso. Comemos bastante, deixamos nossas mochilas e por volta das 6h pegamos o ônibus para Machu Picchu. Chegamos lá por volta das 7h. Conseguimos denovo entrar como estudantes e economizamos US$ 20,00. O ticket estava incluso, mas era o de estudante. Se não aceitassem a nossa carteirinha teríamos que desembolsar mais dinheiro.

 

Só iríamos encontrar o guia por volta das 11h30, então chegamos cedo para termos bastante tempo para visitarmos e explorarmos sozinhos. Há duas montanhas para subir. Wayna Picchu e Machu Picchu. Quando entramos no complexo não sabíamos direito onde era Wayna, a mais famosa e que só podem subir 400 pessoas por dia, e vimos uma tal Machu Picchu. Achamos que era uma trilha pequena e começamos a subir. A montanha não tem fim, só suba se realmente estiver com vontade de andar e ter aventura, pois você vai encontrar pouquíssimas pessoas pelo caminho, belos penhascos e nenhum funcionário do complexo. A vista compensa! Você vê os Andes, o rio, Machu Picchu e fica bem mais alto que Wayna Picchu. Não chegamos no final, mas para mim descobri que faltaram apenas uns 15 minutos. Shit!

 

Ficamos descansando uma hora, já que a subida matou, esperando o guia. Para falar a verdade nem aproveitamos as ruínas direito, pois estávamos muito cansados, já que havíamos acordado muito cedo, estávamos com fome (MUITO caro comer em machu picchu, sem chance) e tínhamos andado muito no dia e nos anteriores.

 

Voltamos para Aguas Calientes cerca de 15h e devoramos totalmente uma pizza e um sorvete. Aguas Calientes não tem muita coisa para fazer, é apenas uma cidade de ligação para Machu Picchu. Lá é tudo mais caro também. Ficamos passeando até às 18h, hora de nosso trem de volta para Ollaytaytambo.

 

Pegamos o trem e chegamos por volta das 20h e pegamos um bus para Cusco. O bus enrolou demais para sair. Nossa idéia era chegar em Cusco e já seguir viagem de noite para Bolívia, mas além do tempo ficar apertadíssimo, estávamos podres de cansaço. Preferimos ficar mais uma noite e dia em Cusco, no Hotel Cáceres.

 

 

21/02/2009 – 11º dia

Havíamos comprado pães e sucos e tomamos um café DIY no quarto mesmo para economizar, já que no Peru as coisas são mais caras e o nosso dinheiro não faz tanta festa quanto na Bolívia.

 

Foi ótimo ter ficado em Cusco, pois ainda havia vários museus e atividades inclusas no boleto turístico que compramos, que é válido por 10 dias. Então aproveitamos a manhã para ir em todos eles, como o Museu de Arte Contemporânea.

 

Depois almoçamos novamente hambúrguer e ficamos descansando e curtindo a paisagem da Plaza de Armas. Mais para o fim da tarde começamos a andar muito por Cusco e conhecemos a cidade de verdade, não a turística. Fomos ao centro comercial e ao mercado municipal, que é bem popular e tem de tudo, de roupas a almoço, tudo em um gigante galpão.

 

Também estava incluída no boleto turístico uma apresentação de dança típica no Teatro Municipal de Cusco, durante a noite, então fomos lá prestigiar antes de ir para a rodoviária e embarcar para Puno.

 

Uma dica é não comprar as passagens de ônibus nas agências de viagem, e sim direto na Rodoviária, pois as agências sempre cobram mais caro. Perdemos 15 soles cada um, pois pagamos a passagem para Puno por 35 soles na agência e descobrimos que era 20 no terminal.

 

22/02/2009 – 12º dia

Chegamos em Puno por volta das 6h. Quando compramos a passagem disseram que a gente poderia ficar no ônibus até às 7h, mas não acredite nisso, pois pediram para a gente descer e tivemos que ficar no Terminal de Bus de Puno, onde esperamos até às 7h30, horário de partida do primeiro ônibus com destino a Copacabana.

 

Chegamos em Copacabana quase 12h, já que o fuso-horário é de uma hora de diferença. Decidimos ficar novamente no hotel Brisas del Titicaca. Fomos ao Mirador, mas o preço lá é muito salgado. Descansamos pois a Iara tinha ficado um pouco enjoada em razão da viagem e fomos almoçar. Fizemos a besteira de comer truta novamente na rua dos restaurantes da cidade e não estava boa, sem gosto, parecendo que estava congelada há tempos. Digo que fizemos a besteira pois depois fomos passear pela "orla" de Copacabana e vinham senhoras oferecer para gente trutas frescas para almoçar, nos quiosques, elas estavam com a "cara" melhor e ainda comeríamos na frente do lago.

 

Após passear bastante pela cidade, fomos ao hotel tomar um banho para sair de noite. Fomos ao Pub Nemo´s. Creio que lá seja um dos pubs mais legais e em conta do local, além de bem localizado, pois fica na rua principal, dos restaurantes. Tomamos algumas paceñas por 13 bolivianos e eu tomei um aguardente de coca, que era bem forte e gostoso, vale a pena experimentar. Também comemos uma pizza individual, que não é feita lá, eles buscam na pizzaria La Posta. Foi a melhor pizza que eu comi lá e uma das melhores que eu comi na minha vida inteira. Se você for a cidade não deixe de experimentar, seja no pub, seja na pizzaria.

 

23/02/2009 – 13º dia

Acordamos cedo para pegar o ônibus para La Paz. A viagem demorou mais que o normal, mas o filme durante o trajeto (Dr. Dolittle 2) animou bastante o caminho. O trânsito na cidade estava ainda mais caótico em razão do carnaval, que lá também é comemorado, mas de forma diferente da brasileira.

 

A viagem deixou a gente com fome, então deixamos a mochila no hotel (Ficamos no Torino novamente) e fomos passear. Estava quase tudo fechado, tanto as casas de câmbio, quanto os restaurantes. O único lugar para câmbio que está sempre aberto é o Hotel Glória, mas lá a troca não é boa, cerca de cinco centavos de boliviano a menos do que nas demais casas. Um dos únicos lugares abertos para comer era o Pollos Copacabana, e lá que comemos novamente.

 

Depois de almoçar fomos ao Centro de La Paz curtir o carnaval. Se você for para lá no carnaval cuidado com as pistolas de água (metralhadoras! eram gigantes) e sprays de espuma, pois a festa rola solta, principalmente por parte das crianças e dos gringos, que colocam capa de chuva e óculos de proteção e saem pelas ruas guerreando com todo mundo, hehehe.

 

Outra coisa legal é que uns grupos ficam tomando cerveja na rua. A maioria que passávamos em frente chamavam a gente, como eu não sabia o que era, fingia que não via, mas uma hora não teve jeito. Chamaram a gente para conversar, ofereceram cerveja e colocaram colares de serpentina na gente, em homenagem a Pacha Mama (Mãe Terra). Em La Paz fomos muito bem tratados pelo povo local, principalmente depois que a gente falava que era do Brasil.

 

No fim de tarde fomos comprar presentes e lembrancinhas, andamos bastante pelo Centro, principalmente pelo Mercado das Bruxas. La Paz é o melhor lugar para fazer compras, tanto no preço, quanto na qualidade de atendimento. SEMPRE peça desconto, raramente ele não será dado.

 

Voltamos ao hotel para descansar. Dormimos demais e quando saimos de noite já estava quase tudo mais fechado ainda e o carnaval de rua tinha terminado. Achamos um café e comemos pizza. Depois procuramos algum pub para tomar algumas Paceñas ou Auténticas. Depois de procurar muito e não achar nada acabamos indo no mesmo que já tinhamos ido, ao Pub Van Gogh, e tivemos a noite mais divertida da viagem. Como não tinhamos que acordar cedo no dia seguinte ficamos lá quase até 4h da manhã e tomamos muitas Auténticas. Lá não precisa pagar entrada ou couvert artístico.

 

No começo estavam todos bebendo e dançando na "pista" do local músicas de sucesso por lá. No local aparentemente não tinha nenhum gringo (tinha uma mesa de gringos, mas foram embora cedo) e mesmo assim ninguém ficou de cara feia para nós. Só a Iara que comentou que quando ia ao banheiro as outras meninas olhavam torto para ela porque ela tinha a aparência diferente das meninas locais, hahaha, mas quando eu ia ao banheiro todo mundo tratava bem, cumprimentava e perguntava de onde eu era e se eu estava me sentindo bem. Depois tocou uma banda de música tradicional andina e o salão, apesar de já estar mais vazio, ficou bastante animado. Um baixinho muito simpático chamou a gente para dançar. Eu estava animado e fui. A Iara ficou no bar assistindo, mas aí o baixinho insistiu e ela foi também. Os bolivianos me ensinavam passo super difíceis de dança e eu tentava copiar. Depois de dançar sentamos na mesa com a banda que tinha tocado e outras pessoas de lá e conversamos e rimos bastante. Já bem tarde, parece que para expulsar todo mundo, começaram a tocar funk e axé brasileiro, hahaha. Eles não sabiam dançar as músicas, muito engraçado, ai a gente ficou dançado e mostrando pra eles coisas como "bate-bundinha", hahahaha. Depois disso fomos embora, o bom que o Pub Van Gogh fica na quadra do hotel!

 

24/02/2009 – 14º dia

Acordamos cerca de 11h para ir ao Terminal de Bus comprar nossa passagem para a noite irmos para Sta. Cruz de la Sierra. Porém chegando lá tivemos uma supresa! Como era carnaval, quase todas empresas não estavam trabalhando e não tinha nenhum ônibus de noite ou na manhã seguinte para Sta. Cruz! E são 16h de viagem e tinhamos voô marcado para dia 26/02, às 5h da manhã. Ou seja, tinhamos que estar na noite seguinte em Sta. Cruz.

 

Tivemos que pegar um ônibus para Cochabamba (50 bolivianos) às 12h30, ou seja, voltamos correndo da rodoviária para o Hotel Torino (não pague mais de 10 bolivianos pelo taxi no trajeto terminal-centro) para pegar nossas mochilas, passamos no Hotel Glória para trocar mais dinheiro e voltamos para o Terminal. Comemos um pão frances (até que enfim) com queijo, estava bem gostoso, e tomamos uma sprite de 500ml daquelas máquinas da Coca. Pagamos uma e saíram duas! Também compramos também uma Pringles para comer durante a viagem, estava com vontade desde que cheguei lá. Tem em todo lugar e é mais barato do que aqui no Brasil.

 

Foi o pior dia da viagem. O ônibus demorou uma eternidade para sair, um bebê maldito ficou chorando extremamente alto na poltrona atrás da nossa e viajamos o dia inteiro, pois só chegamos em Cochabamba por volta de 20h30.

 

Nem conhecemos Cochabamba, apenas o Terminal de Bus. Compramos nossa passagem para Sta. Cruz de la Sierra para às 21h30. Pagamos 110 bolivianos. Foi caro, mas pelo menos era Bus Cama e no primeiro assento.

 

Parece mentira, mas durante todo o trajeto um menino na poltrona ao lado da nossa ficou tossindo a noite inteira, aquelas tosse seca, parecendo que ia morrer de asma...

 

25/02/2009 – 15º dia

Chegamos em Sta. Cruz por volta das 8h30. Procuramos um hotel com banho privado e com água quente por um bom preço, o que é difícil lá, pois por perto da Rodoviária ou os hotéis são caros ou não tem nem água quente. Achamos um cerca de três quadras do Terminal de Bus, uma casa térrea com água quente e tv a cabo, que pegava até canais do Brasil.

 

A Iara dormiu a manhã inteira. Eu fui tomar um café e comer algo perto do Terminal e depois fiquei assistindo televisão. Na hora do almoço arrumamos as nossas coisas e quando colocamos o pé para fora do quarto haviam três oficiais da Interpol. Eles pediram nossos passaportes, não satisfeitos pediram para entrar no quarto e não satisfeitos revistaram tudo no quarto e na nossa mochila, desarrumando tudo! Ficamos preocupados, pois eles poderiam pegar nosso dinheiro que havia sobrado ou "plantar" algo em nosso quarto, mas deu tudo certo e eles foram embora. Nosso único prejuízo foi ter que arrumar toda a mochila novamente.

 

Fomos ao Centro da cidade. Sta. Cruz é bem mais cara e não parece muito Bolívia. Não vale a pena ficar muito tempo lá. Comemos em um fast-food novamente e não estava bom! O melhor foi a sobremesa, pois lá tem um monte de lanchonetes gigantes e bonitas, onde os doces são baratos. Comemos um mousse bem grande e gostoso de morango por 5 bolivianos.

 

Andamos a tarde inteira pelo Centro. No fim da tarde fomos ao supermercado Hipermaxi gastar nossos últimos bolivianos. Conhecemos a cerveja Bock, da mesma fábrica que a Paceña, só que esta com 7% de álcool. Também muito boa.

 

Voltamos para o hotel para pegar nossas coisas, assistimos um pouco mais de televisão e fomos pegar o táxi para o aeroporto. Estávamos preocupados, tanto com o preço, quanto com a segurança. As próprias mulheres de lá disseram que é perigoso pegar táxi de madrugada, então fomos por volta das 11h e pagamos 50 bolivianos. Não foi caro, levando-se em conta a distância, que é bastante grande. Por sorte o taxista era muito gente boa, um velhinho simpático que conversou muito com a gente. Pegue sempre o táxi no Terminal, de empresas, pois é mais seguro.

 

O aeroporto Viru-Viru é uma porcaria. Não tem nada e o único lugar aberto era um tal de Brazilian Coffee, onde era tudo absurdo de caro. Comemos um pão de queijo e uma coxinha, ambos estavam ruins. A Iara queria torrar os últimos bolivianos e procuramos um lugar para tomar cerveja, mas no Brazilian Coffee era demais de caro, aí achamos uma lojinha no segundo piso aberta, a única. Tinha Paceña e Bock de latinha por 10 bolivianos. Estava caro, mas era a única coisa que tínhamos. Tomei Bock para ver se ficava bêbado mais rápido, para afogar as mágoas, já que estava voltando para o Brasil e minhas férias estavam acabando. Porém, quando fui pegar a segunda, a tia tinha abaixado as portas, deixado as luzes acesas e tinha sumido! Resultado, fiquei sem beber e tive que dormir para passar o tempo, até a hora do embarque.

 

Acordamos e descobrimos que tinhamos que pagar 150 bolivianos ou 20 dólares pela taxa de utilização do aeroporto! Já estava de com raiva e sono e fiquei mais bravo ainda. Pagar esse valor e ainda em um aeroporto minúsculo que não tem absolutamente nada é sacanagem.

 

A viagem de avião foi tranquila e o lanche pelo menos tinha polenguinho! Para ir do aeroporto até o metrô pegamos o ônibus com uma boliviana muito gente fina e fomos conversando. Chegamos na Estação Tatuapé e já tivemos contato com o caos paulista, um formigueiro de gente, metrô com problemas e fila para simplesmente ultrapassar a catraca. Ali já bateu saudades da viagem, uma pena que ela acabou!

 

 

ABRAÇOS!!!

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  • 2 semanas depois...
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Iara,

Acabei de ler seu relato e adorei, bateu uma saudade danada da Bolivia e do Peru, mas já estou arrumando a mochila para minha próxima viagem que começa dia 18 de abril.

 

No mais vc. poderia informar a cotação do boliviano ? ? ?

E as fotos ? ? ?

 

Maria Emilia

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  • 2 semanas depois...
  • 2 semanas depois...
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Olá Iara.

 

Você poderia me dizer qual agência contrataram para fazer o Tour do Valle Sagrado + Machu Picchu?

O preço que vocês pagaram está ótimo.

 

Eu previ:

Tour Valle Sagrado U$20.00

Entrada Machu Picchu + Guia U$45.00

Trem Ollantay -> AC -> Ollantay U$62.00

Bus AC -> MP -> AC U$12.00

Bus Ollantay -> Cusco U$10.00

Hospedagem AC U$25.00

 

Total U$174.00 ::essa::

 

obrigada pela ajuda!!!

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Olá Iara! muito bom seu relato! Estarei indo com minha esposa, em Maio, para Cuzco. Também gostaria de conhecer esta agência que preparou todo este passeio. Este hotel Cáceres é confortável, sem muita confusão de galera? E o hotel de A. Calientes é bom também? Nosso padrão bom é ter um quarto com banho privado, roupa de cama limpa e quarto sem cheiro de mofo. Nada de luxo.... Aqui no mochila andei lendo sobre o Pirwa hostel. Entrei no site deles, e vi um tal "pirwa posada del corrigidor" na plaza de armas. Por um acaso vocês viram este hotel por lá?

Marcos

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  • 2 anos depois...
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Boa noite!!! desculpe-me!!! más lendo o seu relato pude ter certeza que Você não conheceu Santa Cruz de la sierra! Pois eu sempre viajo a Sc e a considero uma cidade linda, com muita coisa legal para se fazer... inclusive compras... há vários hoteis legais, até melhores que aqui no Brasil! más tudo depende do seu tempo e do seu bolso é cláro! enquanto a sujeira? com certeza que vc esteve na pior parte de Sc. Pois a cidade é maravilhosa e acho até muito limpa... Más se vc chega a Cidade e fica apenas nas proximidades do Terminal rodoviário... É o mesmo que ser turista e ficar nas proximidades do Tietê! ou nas proximidades de algum bairro muito simples... e sabemos que há vários lugares assim aqui no Brasil! Santa cruz é uma cidade rica em cultura, lazer, gastronomia... Com uma variedade imensa em termos de gastronomia...ela é para a Bolivia o que sp é para o Brasil! Já estive em inúmeros restaurantes em Sc e também em vários hotéis e adorei todos esses lugares... taxi em Sc é muito barato, portanto é melhor se hospedar perto do Centro e não do terminal... no centro o hotel Suiza é muito bom e o Preço é bem acessivél. Quarto com ar-condicionado, tv a cabo, Café da manhã, internet, banheiro com água quente... 170 Bs isso custa menos que U$25,00, se quer algo melhor para relaxar hotel camino real, só que esse é um pouquinho mais caro, mais vale apena! Vale a dica de estudar bem o lugar que vai ficar e tentar não ficar nas proximidades de siete calles e também do terminal! o taxi é barato e vale apena ficar no centro, conhecer um pouco mais, sair a noite... etc vc vai descobrir uma Cidade fantástica! ah, não acredite em taxa do aeroporto, isso é taxa de turismo, ,más é paga somente para paises que não pertence a Mercosul! o que não é o nosso caso.. Nessa parte é bom ficar sempre esperto e lër atentamente aquele papelzinho que te pedem para preencher antes de entrar na Bolivia!rs assim vc conhecerá os seus direitos e as regras... e nenhum espertinho tentará te enganar... Outro dia eu perdi o carimbo e me pediram U$ 500,00 eu havia lido... e lhe falei que negativo!!! Pois conhecia as normas e sabia que n precisaria pagar nada, caso perdesse o carimbo... Só precisaria preencher outro... e os deixei com cara de patetas!!! Leiam tudo o que puder antes de entrar em terra estranha!!!rsrsrs

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