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MIKONOS

 

 

Descemos do navio e pegamos o seatbus- 4,00E ida e volta por pessoa, que nos levou ao centro, e aí pegamos um barco grande - 17,00E por pessoa que nos levou até a Ilha de Delos, mais 5,00E para cada um para entrar na ilha e ver as ruínas e o museu. Tem muita coisa para ver, mas é uma ilha desabitada, não tem uma árvore sequer , e eu fiquei desesperada com o sol quente. Voltamos rápido para Mikonos. Como tem igrejas! Mas é uma encostada às outras, e tb muitas lojinhas, porém é bem agradável, e aí já deu para perceber um pouco da rotina dos locais.

Detalhe: tem muito gato nas ilhas, mas todos gordos e com aparência de bem cuidados. Cachorro muito pouco, só vi uns 2 ou 3 no total.

Entrando em uma igreja, não vi que tinha a tampa de um caixão na calçada, em frente, e me deparei com um velório, tudo muito comportado, as pessoas todas sentadas, então procurei sair rapidinho e discretamente. Aí foi como nas outras ilhas: ver lojinhas, comprar alguma coisa, ver e fotografar igrejas e depois voltar ao navio.

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ATENAS

 

 

Eu estava ansiosa para conhecer Atenas, por ser a Capital da Grécia. Ficaríamos lá das 06:00 às 18:00hs. Levantamos bem cedo e já saindo do Porto de Pireus compramos ingresso para o ônibus turístico 22,00E cada um. São 2 linhas, a Red e a Blue, a que vai até o Pireus é a Blue. Deu mais de uma hora até a Acrópole. Estava um dia de sol forte, aliás como todos os outros. Adoramos a cidade de Atenas. Muitos táxis, todos amarelos, ruas tb estreitas, muito prédio velho precisando de reforma, mas tudo calmo e gostoso para passear. O passeio na Acrópole torna-se bem cansativo por causa do sol quente e tb por ser subida, com muitos degraus, então as pernas têm que estar boas, e tb usar um calçado com sola que não escorrega, pq o chão é de mármore, é o piso natural de lá, jogaram cimento com pedras para ajudar, mas tem muitos pontos lisos, e é bom tomar cuidado.

É tudo lindíssimo, a vista da cidade que se tem lá de cima é maravilhosa. Muita gente, e tivemos que ser rápidos , batemos muitas fotos e saindo de lá pegamos o ônibus da linha Red. Passamos por vários monumentos mas não descemos, fomos descer em Monastiraki. Fizemos um lanchinho e passeamos um pouco por lá. Adorei aquele lugar, cheio de lojas de Antiquários e tb com expositores na rua, bem interessante.

 

A seguir nos encontramos com 2 casais brasileiros do navio e tb 1 casal português e seguimos o passeio com êles. Descemos do ônibus na Praça Sintagma , onde assistimos o show da guarda defronte ao Palácio, tiramos fotos com êles, e coitados, tudo no sol quente, depois fomos a pé caminhar e fazer compras em Plaka.

Tudo muito mais barato do que nas ilhas, dá para fazer boas compras. Ali nos separamos do grupo,eles foram ao estádio e nõs voltamos para a Acrópole trocar de ônibus e voltar ao navio. Falaram que os museus estavam fechados, mas nós nem chegamos a ir. Um dia só para Atenas é pouco, gostaríamos de ter ficado mais tempo por lá.

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KATAKALON -OLÍMPIA

 

 

 

Descemos do navio e pegamos um ônibus por 8,00E ida e volta cada um até Olímpia. O caminho até lá é muito bonito, dá uns 40 minutos.Esta ilha é diferente das outras pq é ampla, plana, tem plantação, um lugar muito agradável. Visitamos o museu com calma , porém não fomos até as ruínas, nos haviam dito que não tem mais nada, apenas a pista original de 100m, eu não aguentava mais sol quente na minha pele, detesto tomar sol. Muitas lojinhas, restaurantes e ali almoçamos. Comi a tal de moussaka, coisa horrorosa,carne com gosto de canela, eu gosto muito de berinjela, mas para mim nunca mais na vida. depois voltamos para kanekalon e ao navio.

Mais um dia de navegação e fim do cruzeiro.

 

Conclusão: É um cruzeiro que vale muito a pena, a paisagem das ilhas é linda e em 10 dias dá para se conhecer um pouco da Grécia. O povo grego é muito bonito e tb simpático, todos falam inglês e até arranham o nosso português. Sem dificuldades de comunicação. A Grécia é muito arborizada, muitas flores, e nas ilhas as árvores das calçadas são frutíferas, muito pé de romã carregadíssimos, e tb pés de limão, tudo muito carregado e sossegado, é muito lindo de se ver.

 

A chegada em Veneza foi tranquila com uma bela virada de tempo, frio e chuva. No dia anterior que foi apenas de navegação, no final da tarde o navio entrou em um nevoeiro, gelou e ficou tudo branco, não se enxergava nada, e o navio foi apitando para evitar algum choque com outra embarcação que talvez não tivesse radar.

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Descemos do navio e pegamos um táxi até o aeroporto Marco Polo e pagamos 60,00E a corrida. Chegamos no aeroporto era 09:00hs, e é horrível, sem bancos para sentar e a muito custo conseguimos 2 banquinhos , as pessoas sentam sobre as malas, pq eles se recusam a fazer o check-in antes de 1 hora e meia do vôo. O nosso horário era às 15:30hs, culpa do meu marido que qdo compramos a agente nos ofereceu um horário às 10:30hs, mas ele ficou falando que não ia dar tempo, que íamos perder o vôo, que o navio podia atrasar, etc, e então ficamos com esse horário muito tarde.

 

Tentei adiantar o horário, mas os vôs já estavam todos lotados. Mas tb além do nosso navio começou a chegar gente da Costa e tb da MSC, o aeroporto estava lotado. Almoçamos um nhoque horroroso, e perdemos o dia, ficamos das 09:00 às 15;30hs naquele lugar horrível. Enfim decolamos rumo a Paris , viagem boa, e descemos no CDG. As malas logo vieram, sem problemas, e seguindo as indicações compramos os bilhetes -10,00E cada um e fomos para o centro no Roissybus, levou mais de uma hora por causa do trânsito. Ficamos hospedados perto da Ópera Garnier, Galerias Lafayette, excelente localização. Ao lado do ponto do Roissybus tinha o ponto inicial do ônibus turístico. Nos estressamos demais para chegar no hotel, era perto mas a rua é bem pequena, e seguindo as indicações que eu tinha a gente rodava e saía no mesmo lugar, não conseguíamos encontrar o endereço. Perguntamos várias vezes e nada. Finalmente paramos defronte a um restaurante com mesinhas na calçada, isso com 3 malas, 1 sacola e uma mochila, perguntei ao garçon e êle indicou a rua, Graças a Deus. Bom, não posso falar mal dos parisienses, todos foram sempre muito solícitos e educados com a gente. Já deu para notar que ali as pessoas ficaram mais bonitas e melhor vestidas tb, mais elegantes. Inclusive o lencinho no pescoço parece fazer parte do figurino, tanto para homens como para mulheres. Aquela região é só lojas de griffe, é tudo caríssimo, a começar pela Galeria lafayette, muito bonita mas absurdamente cara. Mas tb tinha muitos mendigos na rua e achei a cidade tb não muito limpa. No caminho do aeroporto ao centro passamos por uma região bem feia, com predominância de negros, parecia a África, bem periferia e vi a placa com o nome, Saint Denis.

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PARIS

 

 

Finalmente encontramos o hotel. Muito diferente das fotos, um prédio velho de cerca de 100 anos, totalmente decadente, sujo, enfim, uma verdadeira espelunca.

Hotel prince Albert Louvre, e foi a diária mais cara de todos, 140,00E a diária . A única coisa que prestou ali foi a localização, inclusive qdo cheguei em casa fui ler as impressões no tripadvisor novamente para ver se não havia me enganado, e estranhamento tinha muitas impressões elogiando, para meu espanto. O recepcionista nos deu a chave (chave mesmo) e nem pediu os passaportes como nos outros hotéis. Parecia aqueles hotéis de viração do centro de São Paulo. Nos indicou um quarto no 2º andar. Em relação ao elevador eu não vou dizer nada,acho até compreensível terem conseguido embutir um elevador em prédio tão antigo. Era um cubículo tão pequeno que só cabia uma mala, e a porta era tipo porta camarão para poder fechar. A gente enviava uma mala de cada vez e pegava lá em cima. Tudo era um carpete grosso, antigo, o corredor era tão pequeno que não cabia 2 pessoas andando, tinha que se espremer para conseguir passar. Chegando ao quarto, foi meio difícil abrir a porta, a chave era esquisita com porta muito velha. Quando vi o quarto quase tive um enfarte. Era um cubículo minúsculo, uma cama tosca encosta na parede, com colchão já passado da hora de jogar fora, sem formato, torto, uma mesinha encostada na parede com uma tv em cima, um pequeno guarda-roupa e um cofrinho com um frigobar embaixo. Mal dava para agente se virar lá dentro. A única coisa boa era uma janela bem grande. O banheiro estranhamente era bom, grande e reformado.

 

No banheiro havia 2 toalhas bem pequenas, finas e com cara de não muito limpas, e uma toalha de mão pendurada perto da pia com aparencia de já ter sido usada. Não tinha tapete para por no chão. Eu queria sair dali, mas o meu marido falou que era apenas 3 noites e que estava cansado e tb que não iria perder o dinheiro já investido ali. Eu fiquei um tanto atordoada pq nunca imaginei na minha vida ocupar um lugar naquelas condições. Amaldiçoei a hora em que aceitei aquela passagem por Paris, foi idéia da minha agente de viagens, uma vez que estávamos voando pela Air France.

 

Bom, pelo menos o banheiro era bom, o chuveiro tb era bom, joguei a toalha de mão no chão para servir de tapete. O meu marido logo já deitou e eu senti muito nojo ao deitar naquela cama. Ligamos o ar e começou a ficar frio, mas com nojo do cobertor pedi para ele desligar e deixei ajanela do banheiro e a da sala entreabertas e assim passamos a noite. O café da manhã era pago a parte, 7,00E por pessoa, e como já tínhamos avisado á noite que queríamos o café, fomos ali. Coisa ridícula. Café puro, leite, 3 tipos de pão, uma jarra com suco artificial, 3 tipos de sucrilhos, água quente para chá com alguns envelopes, um sache de manteiga e alguns de geléia, e só. Não tinha frutas, frios, torrada, e tinha iogurte. Não valeu os 14 euros, saímos dali e compramos lanche com suco no supermercado, e tb 2 bananas.

 

Antes da gente sair para os passeios do dia, eu falei para o meu marido: vamos deixar as malas trancadas com cadeado, pq este hotel é esquisito e eu não confio nessa gente. Tb não vamos utilizar este cofre, o dinheiro cada um leva o seu na doleira. E foi o que fizemos. Apenas ficou no armário os casacos, no banheiro as coisas de toilette, e os 2 pijamas em cima da cama que eu esqueci de guardar. Pegamos o ônibus sightseeing 31,00E por pessoa e fomos fazer o circuito. Combinamos de não descermos nessa volta, apenas para vermos o circuito completo, que não seria tão demorado se o trânsito não fosse tão congestionado, demora muito por causa do trânsito. Estava frio e eu estava apenas com uma jaqueta jeans, e fiquei com frio. Terminamos a volta toda e o ponto final era no início, na Ópera Garnier, e já era meio dia. Fomos almoçar na Galeria Lafayette. Almoçamos e ficamos vendo as coisas, os preços muito caro de tudo. Eu quis ir ao hotel pegar o meu casaco, e no caminho começou a me dar cólica intestinal. A dor de abrriga foi aumentando, eo meu marido queria parar para olhara s vitrines e eu já quase correndo. Aí apertamos o passo e parecia que não chegava nunca. Até que finalmente chegamos na espelunca. Pedimos a chave na portaria e fui correndo na frente, já no meu limite. A chave como sempre demorou para abrir a porta, o meu marido empurrava e a porta não abria. Então abriu um pouquinho e apareceu a cara de um homem lá de dentro olhando para nós com olhar de interrogação. O meu marido olhou para mim e eu olhei para ele e ficamos sem entender nada. A faxineira estava limpando o quarto da frente que estava aberto e ficou rindo de nós, aí o meu marido falava assim: ela está com dor de barriga; ela está com dor de barriga, e punha a mão na barriga, a mulher entendeu e me indicou um banheiro no andar de baixo, eu fui correndo e Graças a Deus estava desocupado. De lá eu ouvia a conversa e o meu marido estava rindo. Eu fiquei indignada, como que ele ainda ri e não resolve essa situação, me aguarde. Resolvi o problema da minha barriga, Graças a Deus, e subi. O homem estava dando manutenção , eu olhei um pouco pela abertura da porta e ele havia desmontado tudo, empurrou a mesinha com a cadeira para dentro do banheiro, a cama desarrumada com os pijamas em cima no canto, e estava desmontando lustre, caixinha de luz, uma sujeira e um pó danado. E ainda disse que ia demorar 2 hs para terminar tudo.

 

Pois bem, descemos na portaria e eu comecei a berrar feito uma louca com o gerente, quase bati nele, o homem era baixinho e magrinho, ficou com medo de mim e correu para trás do balcão, a funcionária que estava no balcão se acabou de tanto que riu, não sei porque, uma situação daquelas no mínimo era para ficar com vergonha. Nem sei o que eu falei, apenas que falava tudo em portugues, e o homem dizia: fala em frances ou em inglês, e eu gritava: seu safado, voce está entendendo muito bem o que eu estou dizendo, e estava mesmo. Onde já se viu, que falta de respeito, mexer em quarto ocupado, com as nossas coisas lá dentro, eu tenho certeza que pensaram que a gente só ia voltar à noite, como de fato é costume nosso e de todos os turistas, e depois elas iam dar uma chaqualhada nas roupas de cama e a gente ia dormir naquela roupa suja, onde puseram ferramentas em cima, inclusive dos nossos pijamas. Eu fiquei pensando: e se não tivéssemos trancado as malas, iam fazer a sujerada em cima de tudo? Espelunca é espelunca, não tem jeito.

 

Enfim, o gerente pediu calma e nos ofereceu um outro quarto, no 4º andar. Aí a falha foi nossa, devíamos ter ido lá olhar antes de fazer a mudança. O velho da manutenção ficou dando as nossas coisas, e foi um sacrifício para ele entender que tinha escova de dentes na gaveta do banheiro, pasta, barbeador, essas coisas. Pegamos tudo, pijama jogado nas costas, casaco, e fomos para o 4º andar. Lá chegando o quarto era igual, o banheiro era menor que banheiro de navio, uma cabine azul, sem janela, minúsculo, e um cheiro de tinta fresca que eu não sabia de onde vinha. Vimos que não dava para ficar ali, fomos falar com o gerente. Aí êle nos levou até o fundo, parecia um labirinto e tinha uma escadinha com degraus para descer e abriu 2 quartos para a gente escolher um. Eram quartos melhores, grandes, com banheiros bons, reformados e com janela, tb cheirava a mofo mas tinha cama boa. Escolhi o que me pareceu mais arejado e foi um sacrifício levar novamente as coisas do outro quarto para lá. Isso com as faxineiras dando risada e ninguém se ofereceu para nos ajudar. O corredor é super estreito e elas vão jogando as coisas no chao, então para passar fica difícil, tem que ir pulando por cima dos montes, e com mala então é uma maravilha. Total falta de organização, nunca vi coisa igual.

 

Eu estava colocando as malas no quarto e aí o homem veio novamente e eu nem fiquei sabendo porque nos ofereceu um outro quarto, no segundo andar, de frente. O meu marido foi olhar e disse que seria melhor, pq na hora de ir embora não teria a escadinha no meio do caminho. Me toca voltar tudo novamente pela 4ª vez. Este quarto era bom, tinha 2 camas boas, colchão bom, gaurda roupa criados-mudo, frigobar, cofre, e um banhiero enorme com janela todo reformado, super novo , inclusive o sanitário era separado, tinha uma outra porta para chegar até ele. Fizemos a mudança, descansamos um pouco e depois saímos novamente , mas eu fiquei meio mal, o meu corpo estava meio bambo, eu tenho asma e aquele esforço junto com o cheiro de mofo não me fez muito bem. Mas já estava me medicando.

 

Fizemos novamente o circuito do ônibus mas não tive vontade de descer, olhava apenas e para nós já estava bom. Tudo muito bonito, monumental, tudo tb muito caro em relação aos outros lugares. Voltamos, passamos no mercado lá perto e compramos lanche pra noite e para o café, gastamos somente 10,35E.

No dia seguinte fomos no Louvre a pé para andar um pouquinho, mas me irritei bastante com aquela chinezada que só anda de bando, ficam na frente e não arredam pé, não tinha fila, apenas uns 10 min, para passar no raio-x, 12,00E cada um . Na sala da Monalisa foi onde eu fui mais empurrada e tb empurrei bastante, já tinha perdido a paciencia. Fomos embora logo, vimos pouca coisa. A intenção das pessoas é tirar o máximo de fotos que conseguirem, eu acho errado, pq fotos tem até para vender lá mesmo, as obras são para serem admiradas, mas não se consegue ver nada direito, e desse jeito não me interessa.

 

Almoçamos numa lanchonete árabe, depois fomos passear na Champs-Elysées. Acabei comprando uma jaqueta por 40,00E, shampoos John Frieda no supermercado Monoprix que fazendo as contas ainda compensava,uns docinhos por ali mesmo, e só. Ainda tinha tempo para pegar um metrô e ir em algum outro lugar, mas o meu marido não quis e eu não fiz muita questão tb.

Perto do Hotel tem uma loja Decathlon e eu queria encontrar um tenis Le Coq Sportif que um amigo meu pediu, mas não encontrei em nenhum lugar, uma vendedora brasileira me falou que já está fora de moda, é hoje em dia considerado cafona e que era difícil encontrar. Queríamos desceu na Decathlon, mas não era ponto do ônibus, eu arrisquei pedir para o motorista e não é que êle parou? Gente fina os franceses

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A loja tem um estoque muito bom, mas não tinha o tênis Le Coq, então comprei um Nike mesmo para não dizer que não levou nada, comprei um para mim tb, e mais alguma coisinha. O meu tenis ficou o mesmo preço daqui do Brasil mas o dele foi uma compra boa, aqui está na faixa de R$600,00 e lá eu paguei 100,00E. Quis pagar com o cartão o qual eu havia desbloqueado para viajar, mas não sei porque não deu certo, e paguei em dinheiro mesmo. É por isso que eu levo dinheiro vivo para a viagem toda, cartão sempre dá problema, não dá para confiar.

A vendedora gostou muito da gente qdo viu que éramos brasileiros, ela falava assim: Salvador Bahia e eu não São Paulo- São Paulo e ela riu muito. Nos tratou muito bem e me ofereceu o retorno do imposto. Tive que voltar no hotel pq estava sem o passaporte. Voltamos e pegamos o formulário e depois recebi no aeroporto, apenas R$65,00, mas já é alguma coisa. Voltando para o hotel naquele começo de noite, a rua com lojas caríssimas, fiquei olhando a fila de mendigos se preparando para passar a noite, tinha umas 10 pessoas, todas de idade já se encostando com as suas coisas, malas, carrinhos e achei uma ironia num lugar tão caro ter aqueles pobres coitados sem nada. O mundo é realmente ingrato.

 

Dia seguinte o nosso vôo era às 10:30hs, pegamos o ônibus Roissy às 06:15 defronte a Ópera e o motorista nos deixou defronte ao nosso terminal. Lá chegando pesamos as malas, estava tudo certo, aí as plastificamos , foi 10,00E cada uma,depois fiz o check-in on line e fui receber o imposto, Fiquei em 2 filas e deu tudo certo. Depois ficamos na fila do balcão, e nos dirigimos para o lugar do embarque. Tivemos que pegar um trenzinho e descemos no lugar. Tudo com calma e sem stress, pq o aeroporto apesar de enorme, é tudo muito bem sinalizado, não tem como errar. O avião atrasou 1 hora para sair, era um avião menor do que aquele em que viemos, uma sucatinha, lotado, mas deu tudo certo e chegamos aqui em São Paulo numa quinta-feira chuvosa e fria, bem frio. Passamos pelo freeshopping e tinha me esquecido da PF. Tinha um fiscal de pé, foi um rapaz na nossa frente e ele fez sinal para o rapaz desviar e esperar e para nós mandou passar direto. Dei Graças a Deus pq estava cansada e demoramos um pouco para chegar em casa devido ao tempo, horário e congestionamento.

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Considerações finais da viagem:

 

 

 

A nossa viagem foi muito boa, aproveitamos bastante, conhecemos muita coisa. Dentro dos nossos limites conseguimos fazer quase tudo o que havíamos

planejado.

Fizemos tudo sozinhos, pesquisei muita coisa na Internet, o livro do meu amigo Márcio Jardim "TÔ indo para a Itália" foi o meu guia durante toda a viagem até Veneza, e ficamos realizados com a viagem.

Graças a Deus não ficamos doentes, os contratempos foram poucos e resolvidos logo. Concluo que a passagem por Paris nessa ocasião foi um erro, já estávamos cansados e com malas pesadas, e Paris deveria ser reservada para uma outra ocasião, mas de qquer forma já tivemos uma pequena experiencia desta cidade tão famosa e admirada.

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