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Eurotrip junho de 2013: Roma, Pompeia, Nápoles, Florença, Veneza, Londres, Paris e Lisboa - 23 dias


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No mês de junho, fizemos uma viagem à Europa, nossa primeira viagem, e conhecemos os principais lugares que gostaríamos de ver. Foi muito cansativo e, alguns podem dizer, meio corrido, mas posso dizer que valeu muito a pena.

Como foi uma viagem bem longa, vou fazer o relato aos poucos, mostrando o que fizemos dia a dia, procurando dar dicas e ajudar os colegas daqui, afinal, também fomos muito ajudados.

 

Dia 1 - Embarque em Brasília

 

Somos cariocas, mas moramos em Brasília e, por isso, nosso ponto de partida foi a Capital Federal. Embarcamos em um voo da TAP com destino a Roma e escala em Lisboa. Saída às 16h. Atrasou um pouco. Achei o serviço da TAP muito ruim. Nunca tinha feito uma viagem longa assim, mas esperava mais de um voo intercontinental. As poltronas eram apertadas. A comida não foi das piores. Como estava empolgado com a viagem, nada poderia tirar o meu bom humor, mas, de qualquer forma, fica a dica.

 

Dia 2 - Lisboa - Roma

 

Chegamos a Lisboa por volta das 6h, no horário marcado. O problema é que nossa conexão para Roma sairia às 6h50. Corremos muito, mas a fila na imigração estava imensa. Os funcionários do aeroporto começaram a chamar, na fila, as pessoas de voos marcados para horários parecidos com o nosso. Chamaram passageiros que iam pra Milão, Barcelona e nada de chamar o pessoal de Roma. Chamaram pessoas que embarcariam às 7h, mas nada de me chamarem, sendo que meu voo era às 6h50. Até que tomei coragem e fui perguntar ao funcionário sobre o meu voo. Ele me respondeu grosseiramente que eu deveria voltar para a fila e aguardar. Por volta de 6h30 chamaram o pessoal que ia pra Roma. Fomos correndo. Na nossa frente, uma mulher com uma criança estava tendo problemas. O agente de imigração cismou que a foto no passaporte não era a dela. Ela ficou, não foi liberada. Fiquei com medo. Na nossa vez, o policial nem olhou na nossa cara, só carimbou o passaporte. Corremos, mas não adiantou: conexão perdida. Fomos ao balcão da TAP e fomos muito bem atendidos. Teria um outro voo saindo às 10h e nos puseram nele. Chegamos a Roma por volta das 14h (não me lembro exatamente dos horários, mas foi mais ou menos isso).

Pegamos uma van que ia para o Centro. O motorista cobrou 25 euros por pessoa. Havia um outro casal. Chegamos ao hotel já tarde, com fome e exaustos. Dormimos um pouco, não conseguíamos ficar em pé. Acordamos no final da tarde (leia-se, por volta das 18h, que ainda está beeeem claro) e fomos procurar alguma coisa pra comer. Aproveitamos e fizemos uma caminhada pelas praças de Roma. Visitamos a Fontana di Trevi, a Piazza di Spagna e a Piazza Navona. Jantamos/almoçamos em um restaurante maravilhoso e super barato perto da Piazza di Spagna. Comemos uma entrada (bruschetta) com um prato de massa, uma carne e um refrigerante. Pagamos, se não me falha a memória, 18 euros por pessoa. Tá bom, não é barato, mas na época o euro não custava 3 reais, tava um pouco mais barato e não dá pra comparar os preços da Europa com os do Brasil. Como escurecia por volta das 22h, fomos dormir bem tarde, quase meia-noite, animados para o que viria no dia seguinte.

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Dia 3 – sábado – 1º/06/2013

 

 

Ficamos hospedados no Mercure Piazza Bologna. O hotel fica mais afastado do centro de Roma, mas é muito bem servido de comércio e, sinceramente, achei a localização ótima. Ficamos bem longe da muvuca dos turistas, mas, ao mesmo tempo, ao lado de uma estação do metrô, que, em poucos minutos, deixava-nos na porta do Coliseu ou em Termini. Eu sempre me hospedo em hotéis da rede Accor. Quando a grana tá mais folgada, fico num Mercure. Quando tá curta, fico no Ibis. Prefiro não ter surpresas. A rede é padronizada em praticamente todo o mundo. O único incoveniente do Ibis é a ausência de frigobar. Pra quem gosta de fazer um lanchinho à noite, faz falta ter um refrigerador pra guardar o queijo, o patê ou mesmo pra gelar um refrigerante.

 

Saímos do hotel por volta das 8h, tomamos café nas proximidades (o do hotel era muito caro) e fomos para o Coliseu. Havíamos comprado pela internet uma visita guiada com duração de 3 horas, em espanhol, que começaria às 10h, pelo Coliseu, Foro Romano e Palatino. A visita foi ótima e, como já estavam inclusos os ingressos, não precisamos ficar na fila do Coliseu, que era considerável. Choveu forte e a guia parou o tour. Assim que a água parou de cair recomeçamos. Achei muito importante a visita guiada, principalmente por causa do Foro. Sem guia, é impossível saber o que existia ali. Você olha e só vê um monte de escombros.

 

Almoçamos em um restaurante com vista para o Coliseu, também na faixa de 20 euros por pessoa com entrada, massa, carne e bebida.

 

À tarde fomos visitar as Termas de Caracalla, a Basílica di San Giovanni in Laterano e a Basílica di Santa Maria Maggiore. Fizemos todo o percurso a pé a partir do Coliseu. Nas termas, paga-se para entrar. Já nas igrejas a entrada é gratuita. Pra mim, os três locais valeram muito a pena, mas, na falta de tempo, esqueça as termas. As ruínas têm um estado de conservação melhor que o Foro Romano, por exemplo, mas não consegui "viajar" tanto na história. É possível observar os locais onde os romanos tomavam seus banhos e discutiam política, as fotos ficam lindas, mas não foi o meu local preferido em Roma, embora, repito, tenha valido MUITO a pena visitar.

 

As igrejas são um espetáculo à parte. Alguns consideram a Basílica di San Giovani in Lateranu ou São João de Latrão, em bom português, mas bonita que a Basílica de São Pedro, no Vaticano. Acho que não é pra tanto, mas é realmente lindíssima. Quando você olha por fora, não tem noção suntuosidade. Aliás, nem parece uma igreja, mas quando se entra nela é que se percebe o luxo e a riqueza da Igreja Católica. Pegamos uma rua em frente à igreja e fomos direto para Santa Maria Maggiore. Foi a primeira igreja do mundo dedicada à Virgem Maria. Não tem toda a suntuosidade de San Giovani in

Lateranu, mas é encantadora. Uma dica: olhem para o teto dessa igreja. Os detalhes deixam qualquer um de boca aberta.

 

Depois de visitar as igrejas, revisitamos as praças e fomos ao interior do Panteão, que estava fechado na visita do dia anterior. Não é um prédio suntuoso, mas vale a visita, principalmente quando se pensa que tem cerca de dois mil anos. É impressionante como possa estar de pé. Há muitos turistas, pra variar, e eles fazem uma visita em círculo, em que você entra por um lado, circunda o interior do Panteão, e sai por outro. Hoje o Panteão é uma igreja, além de guardar os restos mortais de várias personalidades da Itália.

 

Antes de terminar o dia, um sorvete. Os sorvetes italianos são inigualáveis. Jantamos um espaguete à carbonara, pegamos o metrô e voltamos para o hotel, pois no dia seguinte precisaríamos acordar cedo para fazer a maior loucura da nossa viagem: visitar Florença e Veneza no mesmo dia.

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Dia 4 - domingo - 02/06

 

Saímos do hotel antes das 6h, pegamos um metrô e duas estações depois estávamos em Termini. Nosso trem para Florença sairia às 6h55. Na verdade, minha intenção inicial era mesmo fazer só Florença, ficar o dia todo lá, visitar a Galeria Uffizzi, etc, mas, quando fui comprar a passagem de trem, o preço para Veneza estava tão convidativo que o diabo soprou o meu ouvido e eu fiz essa loucura. Não tive a coragem de colocar isso aqui no Mochileiros, pois seria execrado, mas digo de peito aberto: VALEU MUITO A PENA.

 

Tomamos café na própria estação, ficamos com medo de uns adolescentes bêbados que estavam arrumando confusão por lá, mas sobrevivemos. Ficamos olhando o telão pra ver quando apareceria o aviso da plataforma que iríamos embarcar. As passagens já haviam sido compradas com bastante antecedência pela internet. Bilhetes impressos, fomos direto para o embarque. Ficamos procurando pelo fiscal ou funcionário que nos cobraria os bilhetes, mas não havia ninguém. Achamos estranho, mas entramos no trem, que chegou e saiu pontualmente. No meio da viagem, aparece um funcionário da empresa de trem com uma maquininha que lê o código de barras dos bilhetes. Quem não tem é multado. Foi o que aconteceu com um turista argentino que estava na minha frente. Ele levou um email de confirmação no lugar do bilhete.

 

Chegamos a Florença às 8h20 e começamos nossa caminhada. A cidade estava bem vazia. A maioria das pessoas estava dormindo e os turistas não haviam chegado ainda. Passeamos pela praça onde fica a igreja Santa Maria Novella, fomos ao Duomo (visita externa) e ao Batistério. Não foi possível entrar na catedral pois, por ser domingo, somente haveria visitas à tarde. Seguimos para a beira do rio Arno, passamos pela Piazza della Signoria, pelo Palácio Vecchio e pelo mercado onde existe a estátua do javali, de cujo nome já não me lembro mais. Comprei umas lembranças ali e depois morri de raiva porque encontrei produtos idênticos em Roma por 1/4 do preço. Fomos para a Ponte Vecchio e fizemos uma caminhada pela beira do Rio Arno no sentido de volta para a estação. A Galeria Uffizzi estava com uma fila imensa. Mesmo se fosse ficar o dia todo na cidade, sinceramente, não sei se teria paciência. Após uns duas horas e meia de caminhada, retornamos à Piazza de Santa Maria Novella, perto da estação. Havia um restaurante anunciando uma tal de bisteca alla fiorentina. Fiquei com vontade de comer, mas ainda tinha gente tomando café da manhã. Eram 11h, mas já estávamos querendo almoçar, pois acordamos muito cedo. Perguntei se já estavam servido almoço e a resposta foi positiva. Então, fomos pra nossa experiência gastronômica em Florença. A bisteca alla fiorentina nada mais é do que uma espécie de carne bovina com osso, bem grossa, e crua no meio. Mesmo sendo um admirador de carnes mal passadas, não consegui comer tudo. Estava muito, mas muito crua. O acompanhamento eram batatas, que até estavam boas. Os turistas alemães ao nosso lado também acharam a carne muito crua.

 

Terminado o almoço, tomamos um gelatto (o melhor que já tomei em toda a minha vida) e fomos para estação. Nosso trem para Veneza sairia às 12h30. Sairia, pois teve uma hora de atraso. Saiu às 13h30. Chegamos a Veneza às 15h30. O atraso no trem nos tirou uma hora de Veneza. Em vez de cinco, teríamos quatro horas para conhecer a cidades, mas vamos lá.

 

Saímos da estaão, compramos o bilhete do vaporetto ida e volta e fomos para a piazza de San Marco. O trajeto demora cerca de 40 minutos. No caminho, fomos em pé na parte de trás do vaporetto, aproveitando para tirar fotos. Eu não sabia se tirava foto ou se ficava só admirando a paisagem. Acho que foram os 40 minutos mais surpreendentes da viagem até então. Veneza é linda, linda, linda, linda. Chegamos à Piazza de San Marco, ficamos ali por mais ou menos uma hora e meia, andamos por algumas ruelas em volta e pegamos o vaporetto de volta para a estação. Nosso trem de volta para Roma sairia às 19h30. Dessa vez, a empresa foi pontual. Chegamos a Roma às 23h, mortos de cansaço.

 

Sei que muitos podem achar esse relato loucura. Respeito a opinião de vocês, mas eu acho que valeu muito a pena, muito mesmo, a ponto de eu colocar Veneza do top de linha da minha viagem, junto com Versailles. Não tive tempo de visitar muita coisa. Em Florença, não visitei internamente o Duomo nem a Uffizzi. Não vi o Davi original. Em Veneza, não andei de gôndola, não entrei na basílica de San Marco (estava fechada), nem no Palácio Ducale, mas foi possível ter uma boa noção da cidade. Deu pra sentir o espírito do local e sim, ficar com vontade de voltar.

 

Quando a gente gosta do lugar, tanto faz uma semana ou uma hora, sempre vale a pena. Quando não gosta, atém cinco minutos são demais. Fiquei 8 noites em Paris e acho que não vi a cidade toda, acho que fiquei muito tempo dentro de museu, acho que faltou tempo pra caminhar mais pelas ruas, parar sem pressa num café, sem ter de bater ponto em mil igrejas-castelos-museus. E olha que fiquei oito noites. Mas nem por isso acho que minha viagem a Paris não foi válida, foi muito. Porém, numa segunda visita, por já ter conhecido esses lugares, fazer uma visita mais descompromissada, mais tranquila.

 

Em relação a Veneza e Florença, a mesma coisa: sei que não posso dizer que conheci a fundo ambas as cidades (será que alguém conhece?), mas não me arrependo nem um pouco da visita que lhes fiz. Embora cansativo, o passeio foi MUITÍSSIMO PRAZEROSO.

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  • 2 semanas depois...
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Nossa, estou adorando seu relato! :D

Em abril/maio farei exatamente Londres - Paris - Roma e estou pensando em algumas outras cidades da Itália e França para visitar. Você tem o seu roteiro em algum lugar? Queria ter um noção de dias a ficas nas cidades...

 

Por favor, continue seu relato! Estou bem ansiosa para lê-lo!

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Pessoal, este foi o roteiro que montei antes da viagem. Ele foi seguido em mais de 90%. Em relação aos gastos, já tem muita coisa que esqueci, mas vou procurar colocar aqui os gastos principais, como passagens, hotéis e passeios. Levei o equivalente a 10 mil reais, para duas pessoas, em 23 dias pela Europa. Deu e sobrou. Isso sem incluir os gastos com hotel, passagens aéreas e de trem de longa distância, que foram pagos com cartão de crédito. No total, essa viagem me custou uns 25 mil, mas eu fiz muitos passeios e comprei várias lembranças.

 

 

Dia 1 – Embarque Brasília-Roma – Quinta-feira - 30/05/2013 - 16h45

 

Dia 2 – sexta-feira – 31/05/2013

 

Manhã: Chegada a Roma – 10h45. Pegar trem Leonardo Express para Roma Termini. Lembrar de validar bilhetes nas máquinas amarelas. Em Roma Termini, comprar bilhete múltiplo uma semana ou vinte individuais. Pegar metrô para Bologna (linha MEB – direção Conca D’oro). Almoço proximidades do hotel.

 

 

Tarde: metrô Bologna até Termini (MEB-sentido Laurentina), conexão até Flaminio (MEA-sentido Battistini)

 

15h-21h – Piazza del Popolo

Piazza di Spagna

Fontana di Trevi

Pantheon

Piazza Navona

Campidoglio

Il Vittoriano

Colosseo (exterior)

 

Noite: 21h-21h30 – metrô Colosseo com destino a Bologna (MEB-sentido Rebibbia)

 

Dia 3 – sábado – 1º/06/2013

 

Manhã:

8h – saída do hotel – café da manhã nas proximidades

9h – metrô para Colosseo (MEB-sentido Laurentina)

10h-13h – Visita guiada em espanhol: Coliseu, Foro Romano, Palatine, Circo Massimo

 

Tarde: 14h-21h – Termas de Caracalla

Basílica di San Giovanni in Laterano

Basílica di Santa Maria Maggiore

21h-21h30 - caminhe até a estação Cavour e de lá pegue o metrô para Bologna (MEB – sentido Rebibbia)

 

Dia 4 – domingo – 02/06/2013 - Bate e volta a Florença e Veneza

 

5h30 – saída hotel – metrô para Termini (MEB – sentido Laurentina)

6h55 – saída de Roma – trem para Florença – chegada às 8h22

8h30-11h30 – Caminhada pelo centro de Florença

12h30 – saída do trem para Veneza – chegada às 14h35

15h-15h45 – vaporetto até a Piazza San Marco

16h-17h30 – Passeio pela Piazza San Marco

17h45-18h30 – vaporetto até a estação Venezia Santa Lucia

19h25- trem para Roma Termini – chegada às 23h05

23h30 – Táxi até o hotel

 

Dia 5 – segunda-feira – 03/06/2013

 

6h – saída hotel – metrô para Termini (MEB – sentido Laurentina)

 

7h35 – saída de Roma – trem para Nápoles – chegada às 8h45

8h45 – 9h45 – Na estação de Nápoles, seguir as setas para ferrovia regional Circumvesuviana – comprar biglietto giornaliero U3 de ida e volta e descer em Pompei Scavi – Villa dei Misteri

10h-12h – visita guiada em espanhol pelas ruínas de Pompéia

12h-13h – almoço nas ruínas

13h-16h- visita ao Monte Vesúvio

17h-18h – retorno a Nápoles de trem pela ferrovia regional Circumvesuviana

19h30 – trem para Roma – chegada às 20h40

21h – Chegada de Nápoles – metrô para Bologna (MEB-sentido Rebibbia). Jantar nas proximidades do hotel.

 

Dia 6 – terça-feira – 04/06/2013

 

Manhã: 8h – saída do hotel – café da manhã nas proximidades

9h – metrô para Termini (MEB – sentido Laurentina), conexão para Otaviano (MEA-sentido Battistini)

10h15-12h – Visita guiada em espanhol: Necrópole do Vaticano

12h-13h – Basílica de São Pedro

 

Tarde: 14h30-18h – Museu Vaticano

18h30-19h30 – Castel Sant’Angelo (visita externa)

19h30-20h - Caminhada até Santa Maria in Trastevere

 

Noite: 20h-22h30 – Caminhada e Jantar em Trastevere

Táxi até o hotel

 

Dia 7 – quarta-feira – 05/06/2013

 

Manhã: Descansar – tomar café da manhã nas proximidades do hotel.

 

Tarde: saída do hotel às 12h. Pegar metrô para Termini (MEB – sentido Laurentina) e Leonardo Express para aeroporto. Embarque para Londres às 15h.

Chegada a Londres às 17h. Heathrow Express para Paddington. Metrô de Paddington para Waterloob(Bakerloo Line – sentido Elephant & Castle) Táxi de Waterloo para o hotel ou metrô Piccadilly Line até Green Park (sentido Oakwood) conexão Jubilee Line para Southwark (sentido Stratford)

 

Noite: 20h-22h: ida a pé até Covent Garden - Jantar em Covent Garden - metrô Covent Garden até Green Park (Picadilly Line - direção Heatrow), conexão Green Park em direção a Southwark (Jubilee Line – sentido Stratford)

 

Dia 8 – quinta-feira – 06/06/2013

 

Manhã: 8h- saída do hotel – caminhada até a Torre de Londres

 

9h-12h – Torre de Londres – visita interna

 

Tarde: 12h30-14h – Tower Bridge – visita interna

14h30-16h – London Bridge Experience

17h-17h30 – Cruzeiro pelo Tâmisa até Westminster (London Pass)

18h-18h30 – Caminhada pelo Embankment Garden até Lyceum Theatre

 

Noite: 19h30 – 22h – Assistir ao Musical “O Rei Leão”

22h-22h30 – Táxi ou caminhada para o hotel.

 

 

Dia 9 – sexta-feira – 07/06/2013

 

Manhã: 8h- saída do hotel – caminhada até a estação Waterloo – trem até Windsor and Eton Riverside

10h-13h – Castelo de Windsor

 

Tarde: 13h-15h – Trem de Windsor para Waterloo e de Waterloo para Hampton Court.

15h-18h – Castelo de Hampton Court

18h30-19h30 – Trem com destino a Waterloo, descer em Wimbledon, pegar metrô para South Kensington (District Line – sentido Monument)

 

Noite: 19h30-22h – Victoria and Albert Museum – lanche no café do museu

22h-22h30 – metrô em South Kensington até Westminster (Circle Line - sentido Hammersmith), conexão em Westminster até Southwark (Jubilee Line – sentido Stratford)

 

Dia 10 – sábado – 08/06/2013

 

Manhã: 8h – saída do hotel – caminhada até a Catedral de Saint Paul

8h30-10h – Catedral de Saint Paul

10h30-12h – Shakespeare Globe

12h15 – 13h15 – Caminhada pela beira do Tâmisa até Westminster

 

Tarde: 13h30-14h45 – visita interna e externa da Abadia de Westminster

15h15-16h30 – visita interna guiada e externa do Parlamento

17h-18h – Churchill Museum

18h-19h30 – Caminhada pelo St. James Park até Buckingham

 

Noite: 19h30-20h – Fotos em frente ao Palácio de Buckingham

20h-21h30 - Caminhada pelo Green Park até a estação Green Park

21h30-22h – Metrô em Green Park para Southwark (Jubilee Line – sentido North Greenwich)

 

Dia 11 – domingo – 09/06/2013

 

Manhã: 8h – saída do hotel – metrô de Southwark para Baker Street (Jubille Line – sentido Stanmore)

9h-12h – Madame Tussauds

 

Tarde: 12h-12h30 – metrô Baker Street para Piccadilly Circus (Bakerloo Line – sentido Elephant & Castle), conexão para South Kensington (Piccadilly Line – sentido Uxbridge)

12h30-14h30 – Museu de História Natural (seções dinossauros, mamíferos e visions of earth)

14h30-15h- metrô de South Kensington até Holborn (Piccadilly Line – sentido Oakwood)

15h-17h30 – British Museum (ver seção egípcia e pedra roseta)

17h30-18h – Caminhada até a Trafalgar Square

18h-19h – National Gallery (visita externa) e Trafalgar Square

19h-19h30 – Caminhada até a London Eye

 

Noite: 21h-21h30 – London Eye (anoitecer)

21h30-22h – Caminhada ou táxi até o hotel

 

Dia 12 – segunda-feira – 10/06/2013

 

Manhã: 9h – Caminhada até a London Eye

10h-10h30 – London Eye (dia claro)

10h30-11h – Caminhada até o hotel

12h – check-out e saída para a Estação de trem

12h-12h30 – metrô de Southwark para Green Park (Jubilee Line – sentido Stanmore), conexão para King Cross St. Pancras (Victoria Line – sentido Walthamstow Central)

13h-15h – almoço na estação de trem

 

Tarde: 16h - trem para Paris

Chegada a Paris às 19h. Chegada ao hotel de táxi. Jantar nas proximidades do hotel.

 

Dia 13 – 11/06 – Terça-feira

 

Manhã : (8h) Saída hotel metrô Richelieu-Drout para Trocadero (M9 - sentido Pont de Sévres)

(8h30-10h) caminhada: Jardins du Trocadero / Torre Eiffel

(10h30-11h30) cruzeiro pelo Sena / caminhada entorno Torre Eiffel

(12h-12h30) Lanche ou almoço proximidades Torre Eiffel

 

Tarde: (13h-15h) - subir na torre (ingresso comprado com antecedência para as 13h30)

(15h-16h) caminhada pelo Champ de Mars até Ecole Militaire e Invalides

(16h-18h) - Invalides (visita interna)

(18h30-20h) Caminhada Pont Alexandre III / Grand Palais / Petit Palais

 

Noite: - (20h-22h) metrô de Champs Elysées Clemenceau para Hotel de Ville (M1 – sentido Chateau de Vincennes)– caminhada até Centre Pompidou – jantar ou lanche na praça - metrô de Rambuteau para Chatelet (M11-sentido Chatelet)com conexão para Cadet (M7-sentido La Courvene)

 

Dia 14: 12/06 – Quarta-feira

 

Manhã : (8h) Saída hotel metrô Notre-Dame-de-Lorette (M12) para Pigalle (sentido Front Populaire), conexão (M2) para Monceau (sentido Porte Dauphine)

(8h30-9h30) caminhada: Parc Monceau

(9h30-10h) metrô (M2) de Monceau para Charles de Gaulle – Etoille (sentido Porte Dauphine)

(10h-12h) Arc de Triomphe (visita interna com subida)

 

Tarde: (13h-18h) – caminhada: Avenue Champs Élysées (com almoço) / Place de la Concorde / Jardin des Tuileries / Palais Royal – almoço na Champs Élysées

 

Noite: - (18h30-21h30) – Louvre

(21h30-22h) – metrô Palais Royal-Musée du Louvre para Le Peletier (M7 – sentido La Courneve)

 

Dia 15: 13/06 – Quinta-feira

 

Manhã : (8h) Saída hotel metrô Notre-Dame-de-Lorette (M12) para Notre Dame dês Champs(sentido Mairie d’Issy)

(8h30-10h30) - Jardin du Luxembourg

(11h-12h) - Pantheón

(12h30-13h30) – Musée National de Moyen Age

(13h30-15h30) Caminhada pelo Boulevard Saint German com visita à Igreja de Saint German-des-Pres. Almoço no Boulevard Saint German.

 

Tarde: (15h30-16h) metrô Saint-German-des-Pres para Chatelet (M4-sentido Chatelet), conexão para Madeleine (M14-sentido Saint Lazare)

(16h-17h) – Madeleine

(17h30 – 18h30) – Place Vendome

 

Noite: (19h-21h) – Musée d’Orsay

(21h-21h30) – Caminhada pela beira do Sena até Chatelet – lanche pelo caminho

(21h30-22h) – metrô em Chatelet para Le Peletier (M7 - sentido La Courneve)

 

Dia 16: 14/06 – Sexta-feira

 

Manhã : (8h) Saída hotel metrô Richelieu-Drout (M8) para Bastille(sentido Créteil-Pointe du Lac)

(8h30 – 10h) Place de la Bastille / Place des Voges

(10h30-16h)Saint Chapele / Conciergerie / Nôtre-Dame – lanche ou almoço na Ilê de la Citè

 

Tarde: (16h-20h) metrô Citè até Marcadet (M4-sentido Porte de Clignancourt) e conexão em Marcadet-Poissoniers para Abbesses (M12 – sentido Mairie d’Issy) – pegar funiculaire - Montmarte e Sacre Cour

 

Noite: (20h-21h30) caminhada até a estação de Anvers, metrô até Blanche (M2-sentido Porte Dauphine) – fotos noturnas e jantar ou lanche próximo ao Moulin Rouge

(21h30-22h) caminhar até a estação Pigalle, metrô até Notre-Dame-de-Lorette (M12-sentido Mairie d’Issy)

 

 

 

 

Dia 17: 15/06 – Sábado

 

Manhã : (8h) Saída hotel metrô Richelieu-Drout (M8) para Ballard(sentido Ballard)

9h-10h: Passeio de balão no Parc Andre Citroen

10h-10h30: metrô de Balard a La Tour-Maubourg (M8 – sentido Créteil – Pointe du Lac)

10h30-12h30 – Musée Rodin (lanche ou almoço no café do museu)

12h30-13h – Metrô de Varenne até Saint Lazare (M13-direção Saint Denis) conexão para Gare de Lyon (M14-sentido Olympiades)

 

13h-14h: RER na Gare de Lyon para Fontainebleau Avon.

 

Tarde: 14h-19h: Château de Fontaineblau

 

Noite: 19h-20h – RER para Gare de Lyon. Em Gare de Lyon, metrô para Bercy (M14 - sentido Olympiades), conexão em Bercy para Montparnasse (M6 - sentido Charles de Gaulle)

20h-21h30: Tour Montparnasse

21h30-22h: metrô de Montparnasse até Notre-Dame-de-Lorette (M12- sentido Front Populaire)

 

Dia 18: 16/06 – Domingo - Château de Versailles

 

Manhã : (8h) Caminhada até a Gare Saint Lazare. Trem até Versailles – Rive Droite

 

Tarde: (18h) Caminhada até Versailles – Rive Droite. Trem até a Gare Saint Lazare.

 

Noite: (19h-21h30) – Retorno a algum ponto turístico predileto com jantar

 

Dia 19: 17/06 – Segunda-feira - Eurodisney

 

Manhã : (8h) Caminhada até a Ópera. Ônibus para Eurodisney às 8h40 (chegar às 8h20)

 

Tarde: (20h) Retorno a Paris no ônibus da Eurodisney

 

Noite: (21h-22h) – Jantar nas proximidades do hotel

 

Dia 20: 18/06 – Terça-feira

 

Manhã: 9h-11h – Opera Garnier

 

Tarde: Embarque para Lisboa às 16h. Saída do hotel às 12h, em transfer para Orly. Chegada a Lisboa às 17h30, com ida para o hotel de táxi.

 

Dia 21: 19/06 – Quarta-feira

 

9h – saída do hotel para passeio de dia inteiro: city-tour em Lisboa.

Noite: (18h-22h) Parque das nações (ida e volta de táxi), passeio de teleférico e jantar no Shopping Vasco da Gama.

 

Dia 22: 20/06 – Quinta-feira

 

9h – saída do hotel para passeio de dia inteiro: tour Sintra e Cascais

Noite: (19h-22h) Passeio a pé do hotel até a Praça do Comércio. Jantar nas proximidades da praça.

 

Dia 23: 21/06 – Sexta-feira

Ida ao aeroporto de táxi. Embarque para Brasília às 9h. - Chegada a Brasília às 15h.

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Desculpem a ausência, mas vamos lá à continuidade do relato.

 

Dia 5 – segunda-feira – 03/06/2013

 

Chegou o dia de realizar um sonho de infância: o de conhecer as ruínas de Pompeia. Nesse passeio deu tudo errado, mas, ao final do dia, deu tudo certo, rsrsrs. Vou explicar.

 

Às 6h saímos do hotel em direção ao metrô. Fomos para a estação Termini. O trem saiu de Roma às 7h35 e chegou a Nápoles às 8h45. A passagem foi comprada com antecedência pela internet e custou 19 euros por pessoa.metrô para Termini (MEB – sentido Laurentina)

 

Quando chegamos à estação de Nápoles, seguimos as setas para a ferrovia regional Circumvesuviana. Foi quando deu a primeira coisa errada. A empresa que faz o trajeto entre Nápoles e Pompeia estava em greve. Na hora, pensamos em desistir. A atendente do guichê apenas nos disse que TALVEZ os trens voltassem a circular à tarde. O primeiro impulso foi o de desistir de visitar Pompeia e passar o dia em Nápoles, já que a passagem de volta já estava comprada, mas o sonho de infância falou mais alto. Foi então que apareceu um italiano oferecendo-se para fazer o traslado por 40 euros. Fomos com outro casal, que ficaria em Sorrento. Deles, o cara cobrou 50 euros. Seguimos o cara até a parte externa da estação de trem e lá estava o carro dele. Tratava-se de um carro particular, não era táxi, ou seja, estávamos usando um transporte clandestino. O cara falou conosco em um inglês estilo Fisk primeiro semestre, mas deu pra entender o que ele estava querendo. Chegamos a Pompeia em cerca de 30 minutos. Ao descer do carro, paguei com uma nota de 50 euros e ele não me devolveu o troco, disse que era para o café. Dez euros por um café? Fiquei puto, pois sempre achei que gorjeta fosse algo voluntário, mas, enfim, nada poderia estragar o meu dia.

 

Nós havíamos agendado uma visita guiada em espanhol às ruínas, mas tivemos de desistir dela. Explico. Contratei o guia pela internet, que me cobrou 100 euros por uma visita guiada de duas horas exclusiva. Achei caro, mas como o meu interesse por Pompeia era MUITO grande, acabei topando. A questão é que, como já estava com as passagens pagas e tinha a intenção de pagar o almoço com cartão de crédito, levei pouco dinheiro para Nápoles, quase a conta de pagar o guia. Por isso, tive de abrir mão do passeio. No site, foi-nos informado que deveríamos ligar pra agência assim que chegássemos a Pompeia e o guia iria ao nosso encontro. Não ligamos. Não foi falta de caráter não, foi falta de dinheiro mesmo. E ainda tínhamos de reservar o dinheiro pra pagar o táxi da volta, caso os trens não voltassem a funcionar.

 

Começamos a visita às ruínas por volta das 10h e ficamos por lá até o meio da tarde, por volta das 15h. O lugar é imenso, é um mergulho no passado. Você fica imaginando como era a vida das pessoas ali, como elas se divertiam, como viviam, como sofreram com a erupção do Vesúvio. Dá pra ver prédios bem conservados, construções, ruas, prédios públicos e, inclusive, corpos. Isso mesmo, corpos de pessoas que foram mortas na erupção. É chocante. Dá pra perceber a expressão de pânico na posição do cadáver. Há muitas visitas guiadas em Pompeia. Algumas privadas, como a que eu havia contratado, outras em grupo, como várias excursões que vimos no sítio arqueológico, mas, acreditem, é impossível ver sequer a metade em apenas duas horas (tempo médio dessas visitações). Ficamos lá cinco horas e não vimos tudo. Não continuamos porque estávamos muito cansados e com fome. Posso dizer que vi 70% das ruínas. E olha que nem vimos Herculano, nem subimos ao Vesúvio. Aliás, esse vai ficar para a minha próxima visita a Pompeia. Estava muito animado para ver o Vesúvio. Procurei informações sobre o ônibus (ele realmente sai da porta do sítio arqueológico), preços, horários, etc. Isso você encontra tudo na internet. Mas a questão é que quando mergulhei no mundo de Pompeia, só saí de lá quando o cansaço me expulsou. Não me arrependo de não ter visitado o Vesúvio. Conhecer Pompeia era uma das minhas prioridades na viagem e se fosse para o Vesúvio, acredito, não teria conhecido o local direito. Talvez uma visita superficial, mas não era isso que eu queria.

 

Saímos das ruínas e fomos almoçar já pelas 15h. A comida em Nápoles é bem mais barata que em Roma. Com 15 euros, come-se muito bem: entrada. prato principal, bebida e sobremesa.

 

Compramos umas quinquilharias e fomos para a estação, para pegar o trem de volta a Nápoles. Por sorte, a greve havia sido suspensa.

 

No trem, conhecemos um casal de brasileiros, do tipo "somos os fodões" e eles me contaram que eu não precisava ter pagado 50 euros (40 da corrida mais 10 do "café") por um táxi, pois há um trem rápido, igual ao que faz o trajeto entre Nápoles e Roma, que vai de Nápoles a Sorrento e custa menos de 5 euros por pessoa. Fiquei indignado, mas fazer o que, faz parte.

 

Chegamos a Nápoles e aproveitamos o final do dia para visitar o Museu Arqueológico Nacional de Nápoles. Ele fica bem perto da estação central. Uns poucos minutos a pé. Como não tínhamos muito tempo, fizemos uma visita vapt-vupt. Como já estávamos MUITO cansados, foi o que deu pra fazer no momento, mas acredito que esse museu peça, certamente, pelo menos umas três horas para uma visita. Destaque para as inúmeras esculturas e pinturas do período romano. É muito interessante e chega até a ser divertido. É lá que estão muitos dos achados arqueológicos de Pompeia e Herculano, inclusive os pênis que ficavam decorando as casas, ruas e prédios públicos.

 

Às 19h30 pegamos o trem para Roma, com chegada às 20h40

 

Jantar nas proximidades do hotel.

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Dia 6 – terça-feira – 04/06/2013

 

Finalmente chegamos ao nosso último dia em Roma.

 

Saímos do hotel por volta das 9h, pegamos o metrô para Termini (MEB – sentido Laurentina), com conexão para Otaviano (MEA-sentido Battistini) e fomos para a visita guiada da Necrópole do Vaticano.

Essa visita foi uma das coisas mais interessantes que fizemos em nossa viagem à Europa. Trata-se de um roteiro que mistura fé e história. Pra começar, é preciso reservar com bastante antecedência. Eu fiz a reserva cerca de três meses antes.Você precisa mandar um email em inglês para o endereço indicado no site: mailto: [email protected]

No email, é preciso explicar o motivo da visita, ou seja, qual o seu interesse em visitar a Necrópole, a língua da visita e a data desejada. Eu disse que era muito religioso, bláblábla, que seria muito importante visitar o túmulo de Pedro, etc. Não sou católico. Na verdade, não tenho religião alguma, mas queria visitar o local por curiosidade histórica, porém fui orientado por pessoas aqui mesmo no mochileiros.com a dizer que era por questões religiosas. E deu certo. Você envia o email e depois eles te mandam a resposta, dizendo se a solicitação foi aceita ou não. No m,eu caso, consegui, mas é difícil. Há a possibilidade de fazer a visita em português, embora haja menos horários disponíveis. Fiz em espanhol e não tive problemas. Éramos os únicos brasileiros no grupo, mas entendemos o guia tão bem quanto os hispanofalantes que nos acompanharam (pelo menos eu acho, rsrsrs).

Vale a pena a visita à Necrópole? Vale muito a pena. A visita dura quase duas horas. Antes, o guia faz uma explicação da necrópole. Vou reproduzir aqui em texto que encontrei sobre a visita: "A Necrópole do Vaticano é a base de fundação da Basílica de São Pedro, e de certo modo a base de fundação da Igreja Católica. Há cerca de de 2 mil anos toda a área do Vaticano era um morro que era utilizado como cemitério público onde o apóstolo Pedro foi enterrado. E na era do império de Constantino o morro foi planificado para dar espaço à primeira basílica do Vaticano. Por fim, em 1600 a igreja deu espaço à Basílica de São Pedro e a Necrópole permaneceu lá embaixo. O passeio, que dura cerca de 2 horas, mostra toda essa história de mais de 2 mil anos de escavações caminhando por baixo de toda a Basílica. Para quem tem problemas com lugares fechados, fique tranquilo, pois todo o espaço das escavações está diretamente ligado ao chão da Basílica. De dentro da Necrópole podemos ver e ouvir as pessoas dentro da Basílica sem elas saberem que existe uma cidade inteira debaixo deles." Achei essa descrição tão perfeita que não poderia resumir a experiência de forma melhor. O passeio custa 13 euros e termina dentro da Basílica de São Pedro, o que já nos poupa também de uma fila imensa. Outra coisa importante: você deve responder o email de confirmação deles. Se não responder, eles cancelam a reserva. O pagamento deve ser feito em dinheiro antes da visita. Não aceitam cartões de crédito e não se pode pagar pela internet também.

Depois da Necrópole, visitamos a Basílica de São Pedro, a mais bonita das igrejas romanas. E olha que Santa Maria Maggiore e San Giovanni in Lateranu são esplêndidas. Tiramos fotos na basílica e depois fomos almoçar para, à tarde, visitar o Museu do Vaticano.

Almoçamos uma massa nas proximidades do Vaticano. Não me lembro ao certo o quanto pagamos, mas acredito que tenha ficado em torno de 15 euros, já com a bebida.

Depois do almoço, fomos para o museu. O ingresso foi reservado com antecedência pela internet. Digo reservado porque o Vaticano está (ou pelo menos estava) com problemas com os bancos e administradoras de cartão. Chegando na entrada do museu, tem um guichê especial pra quem fez reserva pela internet. No dia e no horário em que eu fui, não havia filas para comprar, mas fiz a reserva pela internet por causa dos comentários lidos aqui no mochileiros.com de que elas eram intermináveis. Pelo sim, pelo não, acho que valeu a pena.

 

Visitamos o Museu do Vaticano, ao menos o principal dele. É um museu fascinante, que não pode ficar de fora de sua viagem a Roma. Uma dica: da Basílica para o museu é uma distância considerável. Portanto, se você marcar o horário pela internet e pretender visitar a basílica primeiro, dê um intervalo bem grande entre as visitas. Você vai precisar.

 

Depois do Museu do Vaticano, fomos visitar o castelo de Sant'Angelo e a seguir fomos jantar no Trastevere. Depois, hotel e cama, porque no dia seguinte iríamos para Londres.

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