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http://www.ipernity.com/doc/275479/album/525905?view=1

 

A Serra do Quebra-Cangalha é a extensa sucessão de respeitáveis montanhas situada entre o Vale do Paraiba e a Serra do Mar, em SP. Resultado dos enrugamentos geológicos q deram origem as gdes colinas da região, é uma serra extensa q corre além dos 80kms rumo RJ, e seu nome deriva do esforço q os animais de carga tinham q fazer para transpô-la. Grande assim, é natural q suas dobras escondam pequenas surpresas, como a Cachu da Usina Vaticano, relíquia datada da segunda metade do século passado q abastecia de energia uma indústria local de celulose, na pacata Roseira. Hj desativada, seu acesso se dá mediante íngreme picada q, num desnível de quase 800m, ganha o alto dos 1400m da Cangalha e descortina altos visus desta serra pouco conhecida e tão próxima dos paulistanos.

 

Aparecida não é somente a cidade tida como o maior centro de peregrinação do Brasil, q inclusive recebeu a honrosa visita do Papa meses atrás. De uns tempos pra cá e por ser residência dum gde montanhista amigo nosso, o Fernando Barros (q inclusive conquistou recentemente o Marins pela face sul!), Aparecida tb tornou-se nosso pto de apoio e “campo base” obrigatório pra incursões montanheiras tanto na Mantiqueira como pelo Vale do Paraiba. E foi justamente pra lá q eu e o Nando nos pirulitamos num final de tarde qq, pra sermos recebidos pelo nosso amigo e sua simpática esposa, a Marilda, q nos hospedaram calorosamente em sua residência, situada no centrão da cidade. A bebedeira q precedeu a deliciosa janta foi motivo pra colocar muita conversa em dia, assim como pra alguns desabafos. “O melhor prefeito q Aparecida teve foi o Papa!”, queixava-se Fernando diante do descaso do governo municipal em maquiar os problemas apenas pra receber o sumo pontífice. Conhecedor da região como ninguém, coletamos as infos básicas necessárias pro nosso rolezinho no dia sgte e na sequencia, após mais uma “saideira etílica”, capotamos de vez em nossos respectivos aposentos.

 

 

Na manhâ sgte tomamos aquele farto desjejum típico de cidade interiorana, regado a leite fresco e pãozinho quente crocante, e nos pirulitamos pro rolê. Infelizmente Fernando tinha q resolver alguns problemas na sua loja, assim como a Marilda q tinha plantão no PS onde trabalha, e não puderam nos acompanhar. E dessa forma, as 8:30hrs, eu e o Nando deixamos a pequena cidade, tocamos pela Dutra e nos dirigimos pra cidade vizinha, Roseira, menos de 10kms dali. Ao passar pela Faro (Faculdade de Roseira), é preciso atentar prum discreta saída (pela direita) sem nenhuma sinalização q atravessa a rodovia por baixo, num minúsculo e medonho túnel, e nos deixa quase na entrada da pacata Roseira, a exatos 520m de altitude, povoado q nasceu a margem da Estrada Real e cujo nome se originou das rosas silvestres existentes, q cobriam fartamente cercas e divisas de propriedades ao longo do caminho.

 

Após uma breve parada na padoca local, ao lado da bonita Capela de Nossa Senhora do Rosário (hoje Nossa Senhora da Piedade) pegamos o veiculo e tocamos pela Estrada Vicinal Antonio Venezzi, deixando o Vale do Paraíba pra adentrar na morraria sentido sul. Após passar um cemitério e uma gde pedreira, serpenteamos a sucessão de mar de morros e colinas desnudas q dá inicio á Serra da Cangalha, numa paisagem q se assemelha (guardadas as devidas proporções) a Estrada de Coroico, na Bolivia. Precaria e não raramente estreita, a via bordeja altos penhascos de onde se pode avistar algum riacho correndo bem abaixo.

 

Mas ao cair numa bifurcação assinalada por um enorme bambuzal abandonamos a via principal e tocamos pela vertente da esquerda, subindo suavemente. Mas logo nossos horizontes se abrem e descortinam o perfil elevado das maiores montanhas da Serra da Quebra-Cangalha, espichando-se de leste a oeste, mais precisamente o trecho chamado de Serra dos Forros. E olhando bem, é possível avistar um filete alvo despencando do alto dessa silhueta esmeralda elevando-se pro céu, q é a cachoeira visada da nossa incursão. Contudo, a medida q avançamos a estrada torna-se cada vez mais e mais precária. Buracos e lamaçais são uma constante, e dessa forma vamos até onde julgamos prudente o carro não empacar de vez, até q finalmente encostamos o veículo na sombra dum arvoredo rente a estrada, na cota dos 600m.

 

Mochila nas costas eis q finalmente começamos nossa pernada, prosseguindo a subida da estrada serra acima, as 9:30hrs. A atmosfera limpa e translúcida envolta num sol a pino martelando nossas cacholas não tardam a encharcar nossos rostos de suor, e lamentamos não trazer um boné. Dividindo a precária estrada com algumas vaquinhas, é preciso desviar de lamaçais medonhos (q provavelmente só são vencidos por veículos tracionados 4x4) cunhando com razão nossa decisão de ter deixado prudentemente o veículo lá a trás. Sempre subindo pela principal, e ignorando as bifurcações pra ambos lados, nossa ascensão se mantem compassada e ininterrupta no aberto, sem nenhum problema.

 

 

Por volta das 10hrs e na cota dos 850m atravessamos uma porteira q nos dá acesso a uma área sombreada por reflorestamentos de eucaliptos, onde o caminhar nivela e basicamente bordeja espigões q derivam da cadeia principal. Uma placa pertencente a Faz. Sta Efigenia alerta tanto da proibição de entrada de pessoas estranhas, caça e pesca, mas principalmente do tráfego de motos em suas dependências. No caminho, surpreende a qtidade de toras de madeira empilhadas, prontas pra serem levadas.

 

 

Meia hora depois, na cota dos 950m, tropeçamos com nova placa desta vez pertencente á Faz. Vaticano, q basicamente se notabilizou pela produção de celulose na região. Um oficio anexo informa do fechamento da fazenda em virtude de sua falência como empresa, situação pra lá de datada de mal-administrada desde tempo de criação da fazenda. Aqui tb nos deparamos com uma trifurcação mas o bom senso nos guia pela via da direita, q acompanha a encosta direita da montanha e vai de encontro ao vale do Córrego do Vaticano, cujo som de agua correndo furiosamente logo inunda nossos ouvidos.

 

A pernada se mantem tranqüila até q cruzamos o referido rio, q passa por baixo duma oportuna ponte, as 10:40hrs. Uma bica oriunda de captação nos fornece deliciosa agua, q bebericamos de bom grado uma vez q não levávamos cantil. “É sussa e rápido!”, disse o Fernando pra gente, cunhando de q não havia necessidade de levar água. Só não levamos em consideração q ele havia feito esse roteiro de bike e não a pé, como a gente. Aqui paramos um pouco pra descanso e pra conferir a rota. Duvidas surgem diante das dicas do Fernando mas optamos por obedecer nossos instintos e nos meter sempre na via principal. Durante o descanso, aproveito pra fuxicar os arredores e me deparo com um grandioso cânion afunilando o rio e despencando numa bonita mini cachu, logo abaixo.

 

Prosseguimos a pernada sempre nos mantendo na via principal, q basicamente acompanha o Córrego do Vaticano por uma crista paralela ao vale. As ruínas de uma casa a nossa esquerda marcam vestígios prováveis da época da usina, e logo adiante a estrada embica de vez pra subir forte a encosta sgte. A alta declividade obriga inúmeras paradas pra recuperada de folego e o suor corre pela nossa testa, uma vez q o sol forte não perdoa ninguém naquela altura do campeonato. O calor causticante parece emanar do chão daquele terreno árido e descampado. Surgem bifurcações mas nos mantemos sempre na principal, sempre serpenteando a encosta desnuda, repleta de mudas de eucaliptos ainda em crescimento. O consolo deste trecho é q a cada breve pit-stop de descanso o olhar se volta por cima do ombro e se regozija com uma fantástica panorâmica do Vale do Paraíba, aos pés do imponente paredão da Mantiqueira.

 

Após este trecho bem desgastante eis q finalmente mergulhamos na mata fechada, as 11:20hrs, agora na cota dos 1100m de altitude. O reflorestamento ficou pra trás, dando lugar a muita mata secundaria com alguns focos evidentes de Mata Atlântica de altitude.

 

A estrada a muito se estreitou e deu lugar a uma óbvia picada q sobe em ziguezagues o restante da montanha. Algum matinho agreste ou espinhento vez ou outra surge obstruindo caminho, mas nada do outro mundo pois a vereda é mais do q obvia e evidente. Subindo suavemente nesse compasso, finalmente damos nos 1450m do topo da Serra da Cangalha, onde a trilha então passa a percorrer a crista florestada por td sua extensão, sentido nordeste. Com a caminhada nivelada a velocidade aumenta e assim progredimos mais e mais na trip.

 

Nesse mesmo compasso e após começar a descer suavemente, tropeçamos com uma bifurcação em “T” onde ignoramos a ramificação da direita (q provavelmente leva ao outro lado da serra, na região de Goiabal ou Lagoinha) em prol de sua vertente esquerda. A medida q se avança, sempre descendo suavemente, o som inconfundível de agua logo adiante soa como música a nossos ouvidos. Nesta altura eu e Nando estamos, além de cansados, morrendo de sede e não vemos a hora do precioso liquido molhar nossa goela. “Sussa e perto.. sei!”, pensei, lembrando do aviso do Fernando. Mas é somente na bifurcação sgte em “T” q , obviamente tomando a esquerda, enfim nos deparamos com o Córrego do Vaticano, q corre bem mais abaixo na encosta. A vereda o acompanha a distância durante um bom tempo, até q finalmente o intercepta aos pés pedregosos duma barragem q pelas frestas da mata já havia chamado minha atenção.

 

E assim, as 12:30hrs e na cota dos 1270m, pisamos finalmente nos altos paredões da Barragem Vaticano, q represa as águas do córrego do mesmo nome num enorme e bucólico lago encavado no alto d Quebra- Cangalha - cercado de muita mata secundaria – pra depois despejar suas águas por uma enorme lajota inclinada e deslizar pela enorme rocha, quase por mais 50m abaixo, formando o grandioso filete alvo avistado lá de baixo. Uma oportuna e precária ponte feita de madeira cruza o córrego pro outro lado, mas enqto o Nando descansa no alto da barragem eu tento me aproximar do topo da cachu, sem sucesso. O limo visguento não recomenda seguir além dos limites de segurança e prefiro ficar na minha. No entanto, a vista daqui do alto é tão gratificante qto aquela outra, na trilha, e complementa a generosa panorâmica com vislumbres de Cpos do Jordao, Gomeral, Taubaté, Moreira Cesar e Pindamonhangaba.

 

Após descansar, beliscar algo e me presentear com um refrescante tchibum na represa, empreendemos a volta lá pelas 13:10hrs. Ao invés de voltar pelo mesmo caminho decidimos prosseguir a continuidade da picada, do outro lado do córrego, pois visivelmente o caminho seria bem menor do q a ida. Cruzamos a rústica ponte e do outro lado bastou acompanhar a adutora q nascia da barragem, sem nenhum problema. Algum resquício enferrujado do maquinário da época de funcionamento da usina é percebido no trajeto, engolido pelo mato, servindo de testemunha da nossa passagem.

 

E dessa forma, após andar em nível não menos de 10min a adutora, nossa rota desemboca numa gde estrada de reflorestamento, q simplesmente basta desce-la por completo. E tome descida íngreme, quase vertical! Num ângulo beirando acima de 45 graus, a declividade aqui é vencida cautelosamente pois o chão arenoso/pedregoso esconde várias armadilhas traiçoeiras. Impossível mesmo um veículo não tracionado subir aquilo ali. Bike? Só se for carregada no ombro. Mas 100m abaixo a pernada arrefece e assim finalmente desembocamos na trifurcação mencionada no comecinho, mais especificamente na via/estrada do meio, completando assim um árduo circuito pela Barragem Vaticano.

 

O resto do trajeto foi feito na maior tranqüilidade, embora o Nando estivesse com receio de q bovinos amassassem o veículo durante a passagem. Mas o veículo estava inteiro e intacto qdo retornamos nele, coisa de 14:40hrs. Imediatamente nos trocamos e nos mandamos desesperados pra fazenda mais próxima, no caso, a Sta Maria, na verdade um casarão bonito oriundo dos tempos do café. Desta vez não estávamos ansioso por agua ou sedentos pelo precioso líquido, e sim com uma vontade irresistível de mandar ver deliciosa cerveja gelada goela abaixo afim de bebemorar a breve, porem desgastante, empreitada deste belo e pouco conhecido rincão do Vale do Paraíba.

 

A Serra do Quebra-Cangalha é pouco conhecida embora se situe numa região de fácil acesso, provavelmente por conta das rodovias q a cortam transversalmente, sentido litoral; ou devido ao fato de suas cidades pararem no tempo depois do Ciclo do Café. Lembrar q Paraibuna, S Luis do Paraitinga e Cunha foram esquecidas pela industrialização do Vale do Paraíba e pela urbanização do Litoral Norte. Por ser uma serra extensa, o Quebra-Cangalha não é percebida tb como um conjunto pelo fato de sua sinuosidade e “baixa” altitude. Ainda assim, é uma serra q promete vindouras investidas futuras pois é uma cadeia montanhosa q se estende por mais de 100km ate Cruzeiro (quase RJ), onde é barrada pela Bocaina. Já temos noticia de inúmeras trilhas e até travessias pela região, q oportunamente serão exploradas em seu devido tempo. E quem sabe, descortinar mais surpresas agradávelmente interessantes como a Usina do Vaticano.

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    • Por Tadeu Pereira
      Salve salve trilheiros e trilheiras! 
      Segue o relato com algumas dicas para fazer uma bela trilha onde irão encontrar maravilhosas cachoeiras, belas paisagens e uma natureza fantástica bem perto da cidade de São Paulo e de baixíssimo custo. 
       
       Ida - 25/01/2020 - 07h00min - São Paulo x Rio Grande da Serra x Paranapiacaba - Metrô e Trem R$4,40 - Ônibus R$6,90 - Uber R$5,00
           Partindo de São Paulo do bairro Perdizes Zona Oeste, peguei o Metrô na estação Vila Madalena (linha verde) até a estação Paraíso (linha Verde x Azul) para baldear para a linha vermelha seguindo até a estação Sé (linha Azul x Vermelha) onde peguei para a estação Brás (linha Vermelha), para finalmente pegar o Trem da CPTM sentido Rio Grande da Serra que foi nossa primeira parada. O trajeto todo até a primeira parada teve uma duração de aproximadamente 1h30min . Chegando na estação de Rio Grande da Serra, após sair pelas catracas atravessamos a linha do trem e viramos para a direita na rua e depois viramos na primeira rua a esquerda onde tem um ponto de ônibus que leva tanto para a vila de Paranapiacaba quanto para a entrada da trilha que fica a poucos quilômetros de Rio Grande da Serra. O ônibus é do transporte público então é só esperar alguns minutos que logo encosta um e o valor é de R$6,90. Mas antes de pegar o busão nós aproveitamos e fizemos umas comprinhas no mercados que encontramos bem em frente da linha do trem. Compramos pouca coisa, nada de mais, somente alguns pães, água, presunto, queijo e chocolates, pois nossas mochilas não poderiam ficar pesadas para fazer a trilha. Comprados nossos alimentos, logo na saída do mercado notamos que haviam diversas pessoas oferecendo o mesmo serviço dos ônibus para o começo da trilha, porém o trecho é feito de carro e com o valor mais baixo, por apenas R$5,00 Reais. Como estávamos em 4 pessoas, fechamos um carro e 15 minutos depois fomos deixados no começo da trilha. Mais rápido e prático.  

           (Estação Brás - CPTM)

      (Nóis)

      (Entrada da trilha)
        Na entrada existe uma porteira de madeira indicando o começo da trilha. Então é só atravessar e seguir reto por uma estrada que neste dia estava alagada com alguns centímetros de água, mas nada que impedia de passar. Passamos por baixo dos fios das torres de energia elétrica onde existe um barulho da energia correndo pelos fios bem sinistro mas sem perigo nenhum. Passando esses fios ai sim inicia a trilha com muita lama, pois tinha chovido muito no dia anterior dificultando em alguns trechos, então o cuidado tem que ser maior para não acontecer possíveis quedas. O inicio da trilha é de nível fácil, a única dificuldade mesmo é a lama intensa, mas aconselho a retirarem os sapatos e irem descalços, assim você não os suja para a volta e ainda sente a incrível energia que a natureza irá colocar nos seu corpo entrando pelos seus pés. É fantástico!
       
        A primeira parada na trilha foi em uma prainha de água cristalina com uma pequena queda de água, um ótimo lugar para se refrescar e tomar um pouco de sol. Após este trecho a trilha começa a ficar um pouco mais fechada mata a dentro e em alguns trechos cruzara o rio tendo que continuar a trilha do outro lado. Normalmente o rio é bem raso não oferecendo perigo algum na travessia. 
       


      (Prainha)
           Após andar pouco mais de 20 minutos chegamos no mirante que existe no meio da trilha, seria a segunda parada da trilha onde se consegue ver cidades litorâneas como Cubatão, Santos, São Vicente. Um lugar de uma imensidão grandiosa da natureza contrastando a mata e as cidades, ótimo lugar para contemplar e tirar belas fotos.



      (Mirante)

       Seguindo a trilha mais a frente por alguns minutos já começamos a ouvir o barulho de água caindo, chegando perto do rio nos deparamos com uma grande queda de água, uma cachoeira linda chamada de Fumacinha com um volume de água muito bom caindo. O banho de cachoeira é quase obrigatório e é de lavar a alma, mas seguimos em frente pois ainda haviam alguns minutos para chegarmos ao ponto de camping.


      (Cachoeira da Fumacinha)
           Caminhando mais alguns minuto chegamos em uma bifurcação do rio. Para a esquerda fica a grandiosa cachoeira da Fumaça com vista para o mar e para a direita ficam as áreas de camping e a Cachoeira da Tartaruga. Seguimos para a direita e alguns minutos depois chegamos nas suas lindas quedas. Fizemos nossa terceira parada e nosso café da manha ali mesmo ao som das águas da cachoeira. Fizemos a trilha toda até a Cachoeira da Tartaruga em 2:00 horas, esse tempo foi por causa da lama que dificultou muito na trilha. Em dias sem chuva se faz a mesma trilha num tempo um pouco menor. 
       

      (Cachoeira da Tartaruga) 
       




           Bem de frente com a cachoeira existe uma área de camping que cabem aproximadamente umas 4 barracas de porte pequeno. O terreno é um pouco irregular mas te da um vista fantástica da cachoeira vista de frente. Já na parte de cima da Cachoeira da Tartaruga onde se chega fazendo uma trilha ao lado, existem outras áreas maiores para camping para grupos maiores de pessoas. Vi muito lixo neste local, então galera vai um apelo aqui Leve seu lixo de volta com você! 
       
                    

           Aproveitamos que o sol tinha dado as caras e fomos na Cachoeira da Fumaça. Retornamos a trilha até a bifurcação dos rios e seguimos por dentro do rio mesmo até chegar em poucos metros na Cachoeira da Fumaça com uma vista sensacional. 
       




      (Cachoeira da Fumaça - Vista de cima)




      (Cachoeira da Fumaça - Vista de baixo)
      Volta - 25/01/2020 - 17h00min - Paranapiacaba x Rio Grande da Serra x São Paulo - Uber R$5,00 - Metrô e Trem R$4,40
           Ficamos por um tempo contemplando o lindo visual que se tem de cima da cachoeira com vista para o litoral de São Paulo. Logo retornamos para a Cachoeira da Tartaruga para despedir de dois do nosso grupo que iriam acampar por ali mesmo na base da Cachoeira da Tartaruga. Partimos por volta das 17:00 horas e fizemos a trilha em aproximadamente uma hora e meia. Ao chegarmos na porteira não foi preciso esperar pelo ônibus para retornar a Rio Grande da Serra no ponto que fica a direita na rodovia. Pelo fato de terem muitas pessoas na trilha, já haviam diversos carros aguardando as pessoas para o retorno a Rio Grande da Serra. Então foi só tirar um pouco da lama nos pés embarcamos por R$5,00 cada um e em 15 minutos estávamos na estação para pegar o trem de volta a São Paulo e finalizar mais uma trilha com sucesso! 
      Gratidão!!! 


       
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    • Por Birovisky
      Dando uma "zapeada" por alguns vídeos que ainda não foram publicados no canal, me deparei com este, um erro amador da minha parte, ao tentar ir acampar em um local que há tempos não íamos e que praticamente ninguém conhece. Pagamos o pato por confiar em nossos instintos, sequer ligamos ao proprietário para perguntar como estavam as condições do lugar. Confiram como estava... É DE ARREPIAR!

      Confiram o vídeo NÃO COMETA ESSE MESMO ERRO se você vai acampar!
      Bem que desconfiamos do valor da diária estar muito abaixo do que imaginávamos!
      Sempre dê um jeito de descobrir as reais condições do lugar antes de ir beleza galera? Fica a dica!
    • Por VoandoAltoFH
      Video - Pinacoteca do Estado de São Paulo
       
      Vou mostrar um passeio bom e barato feito na Pinacoteca do Estado de São Paulo, que fica bem lado da estação Luz do metrô ou do trem da CPTM. 
      Quem for vir de carro, também é fácil vir já que fica bem ao lado da Avenida Tiradentes ou colado ao Parque da Luz, no Centro de São Paulo.
      Ele funciona de Quarta a Segunda, das 10:00 às 17:30, com permanência até as 18:00 horas.
      O valor do ingresso é de R$ 10,00. Estudantes pagam a metade, mediante apresentação da carteirinha escolar.
      Menores de 10 anos ou maiores de 60 anos são isentos de pagamento.
      Lembrando que aos Sábados a entrada é gratuita. Então aproveitei um Sábado de manhã para visitar. 
      O bom deste local é que eles permitem o registro de imagens, sem flash para não estragar as pinturas. Pode gravar videos também.
      Além de ver as belas pinturas expostas na pinacoteca, é também uma aula de história, em que podemos ver os quadros com os imperadores que passaram pelo Brasil, como o Dom Pedro I e o Dom Pedro II, com o qual mostrarei logo a seguir.
      Sobre a Pinacoteca, ele foi fundada em 1905, considerado o museu de arte mais antigo da cidade. Passou por uma ampla reforma no final da década de 1990 pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha.
      O acervo original da Pinacoteca foi formado com a transferência de 20 obras do Museu Paulista da Universidade de São Paulo. Com o passar dos anos formou um significativo acervo com quase 10 mil obras.
      Posso dizer que é um ótimo passeio, ideal também para tirar fotos da arquitetura local, que mantém um belo charme da antiguidade. Possuem ambientes externos com o qual é possível relaxar vendo a movimentada Avenida Tiradentes, foi frente a paisagem do parque da Luz. 
      Possui uma cafeteria no sub-solo do local, com o qual é possível tomar um café, uma bebida quente, sucos, lanches e até mesmo bolos. Mas os preços do local são um pouco caros. 
      Uma pena é que o acesso a cafeteria é somente através da Pinacoteca, não sendo permitido a entrada através do Parque da Luz.
      Aproveite depois para visitar e conhecer o Parque da Luz, mas tenha cuidado com seus pertences já que tem alguns casos de furtos ou roubos no parque, além de que em algumas áreas têm algumas garotas de programa perambulando na rua principal do local.
      No geral, recomendo muito este passeios. Espero que gostem do video, das informações, curta, compartilhe e se inscreva no canal!
      * Links
      - Pinacoteca do Estado de São Paulo
      http://pinacoteca.org.br/
      - Endereço, horários de funcionamento e valores dos ingressos
      https://pinacoteca.org.br/visite/pina_luz/
    • Por VoandoAltoFH
      Video - Como ir à Paranapiacaba? Passo a passo
      Como ir à Paranapiacaba? Opção Nutella ou Raiz?
       
      Vou comentar sobre as 2 formas de se visitar Paranapiacaba. 
      A primeira, é a opção mais cara, confortável, mas limitada. Que vou expor daqui a pouco.
      A segunda, é mais barata, um pouco trabalhosa, mas com uma flexibilidade de horários.
      Vamos então para a primeira opção: 
      * Opção 1: Expresso Turístico. 
      A vantagem é que você pega ela na estação Luz e vai direto até Paranapiacaba, assim é bem mais prático e rápido.
      A desvantagem é que funciona só de Domingos. O preço da passagem é caro, atualmente o preço da passagem (ida e volta) está em torno de R$ 50,00. Há desconto se for 2 ou mais acompanhantes, mesmo assim acho que ela está cara.
      A outra desvantagem é que existem horários fixos de ida e de volta. A ida ocorre às 08:30 da manhã, na estação Luz. O retorno ocorre às 16:30. Então você meio que fica preso a esses horários pré-estabelecidos. 

      * Opção 2: Via transporte público (Metrô/Trem/Ônibus).
      A vantagem é que é mais barata, aproximadamente uns R$ 18,00 (ida e volta). Você tem uma flexibilidade maior de horários, bem como pode ir e voltar quando quiser. Inclusive dias de semana, Sábados ou feriados.
      A desvantagem é que demora um pouco mais e é mais trabalhosa. Pois você tem que utilizar o Metrô, alternar para o trem da CPTM e depois pegar um ônibus. 
      Conforme mostrei anteriormente, você deve chegar na estação Sé do metrô. Pegar a linha 3 vermelha, sentido Corinthians-Itaquera e descer na estação Brás.
      Na estação Brás, deve fazer a interligaçao do Metrô com a CPTM para a Linha 10 Turquesa, sentido Rio Grande da Serra, que é a última estação.
      No vídeo aparece que deve ir para a plataforma 2. Se não me engano, o trajeto do trem leva em torno de 1 hora. Então aproveite a viagem.
      Interessante perceber a mudança da paisagem urbana, na medida que se chega ao interior. As estações vão ficando menores e bem simples, você começa a ver mais área verde, de matas e florestas.
      Chegando no ponto final, na estação Rio Grande da Serra, aproveite o banheiro disponível, senão será só em Paranapiacaba.
      Saindo da catraca, vire à esquerda e atravesse a linha férrea.
      Após atravessar, vire à direita e siga a rua, até encontrar o ponto de ônibus, é bem pertinho. 
      O número do ônibus ou da linha é 424 e sai de hora em hora, o trajeto leva em torno de 25 a 30 minutos. 
      O valor da passagem é de R$ 4,55. Eles não aceitam o bilhete único, somente o cartão BOM ou dinheiro. 
      A retorno é só voltar ao mesmo lugar, é bem simples. As informações detalhadas estão na descrição.
      Curtam o vídeo e inscrevam-se no canal! Valeu!

      * Links
      https://www.cptm.sp.gov.br/sua-viagem/ExpressoTuristico/Pages/Tarifas.aspx
      https://www.cptm.sp.gov.br/sua-viagem/ExpressoTuristico/Trajetos/Paginas/Trem-Expresso-Paranapiacaba.aspx
      http://www.emtu.sp.gov.br/sistemas/linha/resultado1.htm?pag=buscadenominacao.htm&numlinha=19080
      http://www.metro.sp.gov.br/pdf/mapa-da-rede-metro.pdf
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