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Caru Bastides

Trilha das 7 praias desertas de Ubatuba, SP - 14 dez 2013

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♪♫ Vem chegando o verão, um calor no coração... ♪♫

 

Lindos dias ensolarados em pleno dezembro, qual a primeira coisa que você pensa? Praia. Tudo bem que aquela semaninha de folga no ano novo tá chegando, mas por que não curtir um fim de semana relax com sombra a água fresca? Daí lembrei que tava louca pra conhecer a praia do Cedro, em Ubatuba. Praia linda, deserta, camping selvagem... tudo que eu queria! ::hahaha::

O namorado e um casal de amigos toparam na hora. Tudo combinado, saímos de São Paulo na sexta-feira às 21h30 (pra não pegar trânsito), passamos em São José dos Campos pra buscar meu companheiro, e por volta da 1h da manhã estávamos chegando em Caraguatatuba.

A descida pela Rodovia dos Tamoios foi tranqüila, sem trânsito, apesar das obras de duplicação e das recomendações da DERSA para evitar a rodovia. Tem só que ficar bem atento, pois alguns trechos da pista estão interditados e há desvios sinalizados por cones.

Dormimos em uma pousada em Caraguá, na beira da Rodovia Rio-Santos (R$175 o quarto para 4 pessoas). No dia seguinte, acordamos às 8h, tomamos café da manhã com calma, nos arrumamos e partimos sentido Ubatuba. O percurso durou uns 30 minutos até a Praia da Lagoinha.

Chegando na praia da Lagoinha, entramos na Portaria do Salga - Sociedade dos amigos da Lagoinha, local que dá acesso ao canto direito da praia, onde começa a trilha. Para estacionar o carro, compre cartões Zona Azul (R$ 10,00 para o dia inteiro). A dica é seguir a rua principal do condomínio , virar à esquerda e seguir até o fim. Na última esquina há um sobrado verde-água, daí é só dobrar a rua e estacionar.

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Ao estacionar, percebemos que havia um pneu furado, os meninos trocaram pelo estepe, mas este estava mais murcho que o outro, então eles ainda foram calibrar no posto... ::sos::

Começamos a caminhada por volta do meio-dia.

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Pé na areia, caminhamos até o canto direito da praia e atravessamos um rio, com altura da água na virilha, pelo menos pra mim que sou baixinha. :wink:

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A trilha começa bem depois do rio e é bem tranquila, larga, sinalizada, vimos até gente andando de bike, rs. Apesar de ter chovido nos dias anteriores, não estava molhada nem escorregadia.

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A caminhada entre as 4 primeiras praias – Praia do Oeste, Praia do Perez, Bonete e Praia Grande do Bonete, foi curta, sem grandes subidas e descidas. Algumas casas e um barzinho no caminho.

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A Praia Grande do Bonete é bem extensa, tem um bar pé na areia, e foi no final desta praia que paramos para almoçar e tomar banho de mar.

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Depois disso, uma trilha com a vista linda da Praia Grande do Bonete nos leva até a Praia Deserta.

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O último trecho da trilha até o Cedro é mais íngreme ::mmm: mas nada assustador, nível médio. E a vista compensa qualquer esforço... ::otemo::

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Chegamos na Praia do Cedro no final da tarde e, depois de parar para apreciar a linda vista e tomar um banho de mar, procuramos os pontos de água doce e um bom lugar para montar acampamento. Como perto da água doce tinha uma turma grande de famílias, escolhemos acampar no canto esquerdo da praia, debaixo da placa “proibido acampar” :lol:

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O Cedro é uma praia deserta, com acesso só por trilha e barco, sem nenhuma casa nem comércio. Há dos riachos no canto direito da praia, um deles tem um cano que dá pra tomar banho e pegar água. Usamos a água pra beber e cozinhar sem problemas. Vi que é comum o camping selvagem lá, havia uns 6 grupos neste fim de semana, um destes uma grande família, com crianças, que chegaram de barco. A maioria das pessoas acessa a praia por trilha. A praia é bem limpa, com ondas fortes e muita sombra das árvores. Lugar prefeito pra acampar e acordar de frente perto mar. Foi uma delícia dormir com o barulho das ondas e acordar com o canto dos pássaros ::otemo::

Ainda mais incrível porque a lua estava cheia, então dava pra enxergar bem de noite... reparamos que a luz da lua tava tão forte que até fazia sombra. Ao anoitecer, preparamos a comida (arroz, legumes duros, linguiça calabresa - a arte de prescindir de geladeira), acendemos uma fogueira e comemos sob a luz do luar e no calor do fogo.

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No dia seguinte, curtimos o Cedro o dia inteiro, entre banho de mar, banho de sol, uma dormidinha na rede, o dia passou voando...

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Depois de curtir o dia na praia, no final da tarde levantamos acampamento e partimos às 18h para a trilha até a Praia da Fortaleza. Essa trilha é também íngreme em alguns trechos, com a diferença de ser mais estreita e fechada. Encontramos inclusive diversas árvores caídas no meio da trilha.

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Após 1h30 de caminhada, chegamos à Praia da Fortaleza.

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A idéia era pegar um ônibus que nos levaria até a Praia da Lagoinha, onde o carro estava estacionado. Nos informaram que o ônibus passava às 18h, às 19h30 e à 00h. Mas para nossa surpresa, por ser domingo, o ônibus das 19h30 não passava ::ahhhh:: Como pegar o ônibus da meia-noite estava fora de cogitação, começamos a pedir carona para quem passasse. ::sos::

Depois de um breve momento de aflição, um casal de Jundiaí super simpático topou nos dar uma carona até Lagoinha ::cool:::'> E Ufa! Foi o que nos salvou, pois da vila de Fortaleza até a Rodovia Rio-Santos são 8km, mais ou menos a mesma distância que havíamos percorrido em 2 dias.

Como não cabíamos os 4 mais as mochilas, fomos em casal pra buscar o carro e voltar para buscar nossos amigos. Esse finalzinho foi só pra coroar e dar um gostinho de aventura pra viagem. Na volta, paramos pra jantar no Restaurante Mar Virado, na rodovia perto da praia de Lagoinha. Pé na estrada, cansados e felizes por ter escapado da loucura da cidade num fim de semana de sol!

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    • Por Cris*Negrabela
      Sete Praias de Ubatuba
      Bão... tem mais relato sobre as Sete Praias (nem tão) Desertas de Ubatuba aqui do que nota de R$ 1,00. E dá pra entender porque: trilha superfácil, com praias muito bonitas e de fácil acesso. Um rolê excelente pra curtir um fim de semana de praia com um pouquinho de caminhada ou pra quem tá afim de fazer uma trilha leve. De praias mesmo, pela trilha, o que há para encontrar são apenas quatro: Bonete, Praia Grande do Bonete, Cedro e Deserta. As duas primeiras, Praia do Perez e Praia do Oeste passam desapercebidas entre as pedras. E a Praia da Fortaleza já marca o retorno a civilização, entao nem conta rs
       
      A ideia de ir conhecer a trilha das Sete Praias ja havia surgido há mais de um mes atrás, quando Carol e Diana tinham programado para ir com outra galera, mas nao deu certo. Depois de arranjar uma data na agitadíssima agenda da Vivi e do Fábio, foi lançado o convite no grupo e rapidinho foram aparecendo as confirmações... Em pouco tempo, éramos uma gangue: Fábio, Vivi, Eu, Raffa, Carol, Diana "Lady Diss", Marcelo "Gabeudo", Minduim, Wyllian "Cagaio", Douglinhas, Melqui e Lilian.
       
      Nos organizamos durante a semana e partimos, em três carros saindo de sampa, na sexta a noite, em direção a Praia da Mococa. Lá era o ponto de encontro, já que cada um saiu num horário. Por volta das 2h30 da madruga já estavam todos por lá...uns acamparam "na ilegalidade", uns dormiram dentro do carro e outros simplesmente jogaram-se de isolante e um lençolzinho na areia mesmo, tentando dormir o restinho de tempo que tinha. Tentando, porque cada vez que um ficava quieto, outro soltava uma nova palhaçada e todos caiam de novo na gargalhada.
       
      O fim de semana prometia ser lindo e ainda a noite podíamos ver o quanto seria: uma senhora duma lua cheia nos brindava a presença. O dia amanheceu com todos ainda meio cheios de sono, tascamos as coisas no carro e fomos para a praia da Lagoinha encontrar o restante da Trupe. É necessário comprar o cupom da Zona Azul pelos dois dias, com as mocinhas logo na entrada da Lagoinha. Enquanto comíamos alguma coisa e ajeitavamos as mochilas, aguardávamos a Natália e o Junior, que vinham de São José dos Campos e a Paty e seu marido (sorry, esqueci o nome dele kkkk), que já estavam curtindo férias em Boissucanga. A Paty e o marido fariam a trilha no ataque, o restante ia acampar na praia do Cedro. Reagrupados, mochilas prontas e lá pelas 10h da manha, pé na trilha!
       
      Como disse, a trilha é muito, muito simples e fácil. Ela começa na ponta da praia da Lagoinha assim que se atravessa o riozinho e segue plana praticamente o caminho todo até a Praia Grande do Bonete. No inicio, parece ate uma estradinha de tao larga, e justamente por isso, a maior muvica seguia a trilha até as primeiras praias. Fomos ultrapassando pessoas de todas as idades e crianças, que olhavam curiosas aquela fila indiana de pessoas com suas mochilas. Em cerca de 40 minutos, com diversas paradas pra cliques e para a mais pura e simples bestificação com a beleza da costa e da cor das aguas, a praia do Bonete nos recebia com um belo dia de sol, seu mar calmo, nos convidando a um mergulho, e um quiosque, nos convidando a degustar algumas brejas.
       
      O Raffa, que já conhecia a trilha, já tinha disparado na frente, desde o começo, rumo a praia do Cedro. A Paty e seu marido ficaram um tempinho mas tambem resolveram seguir em frente, a fim de aproveitar mais as outras praias, ja que tinham apenas aquele dia. Enquanto isso, nos refrescávamos naquela agua absurdamente clara durante pouco mais de uma hora até lembrar que mais praias nos aguardavam.
       
      Mochilas de novo nas costas, e mal deu pra contar, já estávamos na praia Grande do Bonete. Com o mar um pouco mais agitado que o Bonete, ela tambem encanta com sua beleza. Aqui o Fábio e a Vivi resolveram aproveitar mais aquela praia, enquanto o restante resolveu seguir. A trilha continuava na ponta da praia, seguindo o leito do rio, marcada por uma placa. Ali metade da turma resolveu dar uma relaxada, enquanto observava um bando de passaros "almoçando" a carcaça do que um dia foi uma tartaruga, enquanto o restante seguia em frente, rumo ao Cedro. Apenas mais um morrinho nos separava do Cedro, entao após uns vinte minutos de descanço, os que ficaram para trás resolveram seguir.
       
      A subidinha do morro é curta porém chata, e exposta ao sol da uma da tarde, ficava mais chata ainda rs. Mas eram poucos minutos de subida, e a recompensa era a linda visão das praias do Cedro e Praia Deserta lá embaixo, emolduradas por uma agua que era um absurdo de variações entre o verde e o azul.
       
      Descemos rápido e ja encontramos o restante do povo na areia, junto ao quiosque do Jair, um caiçara que tem casa na praia da Fortaleza, mas afirma que prefere ficar ali no Cedro mesmo - e dá pra entender perfeitamente porque. Atravessando as pedras na ponta da praia, chegamos enfim a pequena e linda praia do Cedro. Já tinha visto praias bonitas, mas para mim, se existe um paraíso, ele deve ser muito parecido com aquilo. Praia tranquila, de aguas claras emoldurada por arvores, com uma boa área de camping e duas bicas de agua. Fazia anos que eu nao acampava tão perto a ponto de dormir embalada pelo barulhinho das ondas quebrando. Reencontramos o Raffa, curtindo seu mergulho naquele paraiso particular, e a Paty e seu marido, que aproveitavam a última praia do dia para eles.
       
      Nos entregamos as delícias daquele lugar, com alguns se "estapeavam" pelo snorkel do Raffa - mesmo sem ele, os que subiram nas pedras na ponta da praia conseguiram avistar uma tartaruga nadando tranquilamente. Enquanto nossos corpos refrescavam no mar, a infinita variedade de bebidas que levamos refrescava na bica, carinhosamente chamada de "geladeira". Tinha de um tudo, até um Lambrusco gelava mergulhado na agua da bica.
       
      Pouco tempo depois, chegavam os dois ultimos integrantes da trupe: o Clayton e o Leo, que tinham vindo direto pela Praia da Fortaleza. A Paty e o marido se despediram e eu não me lembro de mais nada, porque desabei numa deliciosa soneca ao sol...
       
      O fim da tarde veio chegando e junto com ele, a fome batendo, então começou nossa movimentação para o preparo do rango coletivo. Combinamos de cada dupla preparar um prato, assim teríamos um rango farto e variado. E bota variado nisso: batatas assadas com molho de requeijão, tomate seco e carne; um arroz de carreteiro falsificado, um feijão com tudo dentro, salpicão de frango e um mega patê de atum. Literalmente, comemos até o c* fazer bico. Claro que além de nós, tinha outra galera cada vez mais bem alimentada: os mosquitos devoravam qualquer partezinha desprotegida de repelente.
       
      Depois do delicioso jantar, ainda rolou um bolo de aniversário: a Vivi havia feito anos na semana anterior, e como não houve comemoração oficial, resolvemos levar a festa com a gente. Bolo, bexigas, velinhas e um animado "Parabéns" que ressuscitou até um defunto de sua prematura "morte alcoólica".
       
      A Lua era tão escandalosa que dispensava o uso de lanternas, conversamos por um bom tempo até que o cansaço ou o nivel alcoólico abateram cedo alguns guerreiros enquanto outros permaneceram ali, firmes na missão de acabar com o estoque da "geladeira". Foi quando rolou o momento "susto" da noite. Lá de longe, víamos uma mancha negra se movendo, e aos poucos, distinguimos um pequeno barco chegando. Claro que a paranóia de paulista nos fez pensar em assalto no mesmo momento, mas eram apenas dois caiçaras acompanhados de um "patrão"... que deviam estar mais bebados do que nós. Ao chegarem, já foram falando que nossa amiga "gringa" estava vindo pela trilha, e enquanto um olhava pro outro sem entender lhufas do que eles estavam falando e mais desconfiados do que mineiro, lá na ponta da praia me aparece uma gringa vindo da trilha...
       
      Só ai a coisa foi se esclarecendo: quando o Clayton e o Leo chegaram na praia da Fortaleza, haviam encontrado uma sueca que morava por lá e varias vezes servia de guia para outros estrangeiros. Eles comentaram que estavam indo pra lá. E ela, por sua vez, comentou com os dois caiçaras que tinha uma galera no Cedro, e eles acabaram vindo de barco e carregando o "patrão" (que fugiu da esposa contando que ia pescar lula...rs... fico imaginando de desculpa ele deu pra ela ao voltar pra casa sem lulas e cheirando a cachaça). Guardado o momento-bronca pra depois, nos divertimos com os três - que realmente , estavam muito mais bebados que nós rs - que logo foram embora. A gringa se bandeou pra um canto e o restante, findado o assunto e tendo cumprido a missão de esvaziar a "geladeira", se recolheu. Momento-bronca porque boa parte do pessoal não gostou nada do Clayton ter dito a desconhecidos onde estávamos... mas ainda acho isso mais paranóia de paulista do que tudo.
       
      Acordamos cedo, apesar da cachaçada toda, pra aproveitar o café da manha com torradas e patê e várias bananas que o Minduim descolou com o Jair. Além das bananas, já negociou com ele várias porçoes de peixe a um precinho mais que amigo, para devorarmos mais tarde. A Carol reuniu coragem e foi caminhar até a Praia Deserta lá na ponta, o restante preferiu ficar curtindo a praia ali mesmo ...Enquanto isso, os primeiros barquinhos, cheios de turistas, começavam a ameaçar encher nosso pequeno paraíso. Foram recebidos por um "Bom Dia!!!" tão animado de nossa parte que acharam melhor proteger suas crianças daquele bando de loucos.
       
      E enquanto o Minduim atravessava as pedras de um lado pro outro, achou vários mariscos. Fomos lá pro lado da praia onde ficava o quiosque, onde a mariscada feita desapareceu em questao de minutos e passamos a tarde curtindo o visual, falando ainda mais besteira e comendo - o soborô do dia anterior rendeu uma senhora panelada de batata, arroz, pedacinhos de carne e tomate seco. Enquanto isso, a outra prainha ia enchendo cada vez mais de barcos e da galera que vinha pela trilha, muitos estrangeiros.
       
      Alguem comentou preocupado sobre nossas coisas, que estavam lá desprotegidas e a resposta do Fábio foi perfeita: "Voce acha mesmo que aquele bando de turista de barquinho e colete salva-vidas ia ter coragem de mexer naquele acampamento? Isso pra eles é coisa de outro mundo, devem estar até com nojo de chegar perto!" kkkkk
       
      Entre diversas palhaçadas, discussões sobre o sofisticado petisco que seria o Bolovo de Codorna, a estreia da mais nova Rainha do Funk, um topless involuntário no meio da praia, críticas ao nosso morto-pescador-Imhotep que nao pegou um peixe sequer, várias rodadas de breja e a saga para acabar com a ultima cachaça restante, a tarde foi passando e veio batendo a depressão da hora de partir...
       
      Voltamos para levantar acampamento e encarar os ultimos 40 minutos de trilha até a praia da Fortaleza. A trilha se afasta da costa, indo pelo meio da mata, bem clara e aberta. Outra baita subidinha chata, recompensada pela linda vista do Pontão da Fortaleza. Chegamos na praia com a noite caindo, passamos batido por ela e aproveitamos o carro do Leo para ir resgatar os carros enquanto os demais estacionavam no primeiro boteco encontrado enquanto aguardavam. E ali naquele boteco, fomos conquistados pelo sucesso inenarrável de um hit da banda Tarraxinha chamado "Sorria o pai é voce!" (sim, é ainda pior do que o título dá a entender!!! kkk) ...
       
      Os carros chegaram e voltamos pra casa carregando otimas lembranças desse delicioso fim de semana, de belas praias, em ótima companhia e muita diversão.
       
      * Mil desculpas ao Marido da Paty... assim que ela me disser seu nome de novo eu edito o texto todo kkkk*
    • Por xxcharles
      Eaee Mochileiros...
       
      Esses dias atrás fomos para Ubatuba fazer a Trilha das Sete Praias Desertas,tomamos como base o relato do Augusto, inclusive queria agradecer às dicas que foram passadas por ele, esta trilha dá para se fazer em apenas um dia, com percurso de em media 3 a 5 hrs .... Como seria apenas um FDS para nós, decidimos acampar na praia do Cedro, e terminá-la no dia seguinte.
       

       
      - Praia do Oeste
      - Praia do Peres
      - Praia do Bonete
      - Praia Grande Bonete
      - Praia Deserto
      - Praia Cedro
      - Praia da Fortaleza
       
      Partimos de SP às 8:00 já que perdemos o primeiro onibus, uam dica para quem vai de onibus, em vez de ir até a rodoviaria e voltar para a Praia da Lagoinha (onde se inicia a trlha), peça ao motorista para te deixar no ultimo condomínio da Praia da Lagoinha, fica numa curva (não me lembro o nome ), A trilha começa dentro do condomínio sem entrar na praia da Lagoinha (Mas creio que exista outra forma de ir para a trilha pela Praia), a trilha para as Praias Oeste, Perez e Bonete, são bem planas sem muita dificuldade, e facil de serem achadas, começa sempre no final da proxima praia, pelo que me lembro fizemo em uns 40 min até a Praia do Bonete, vc encontra alguns pontos de agua durante a trilha por algumas quedas, na praia do Bonete, vc encontrará também um barzinho ...
       

      Praia Oeste - Ubatuba
       

      Praia Peres - Ubatuba
       

      Praia do Bonete - Ubatuba
       
      Paramos uns 10 min para descansar um pouco, e ja partimos para a Praia do Grande Bonete, lá sim começou a ficar deserta as praias, então decidimos para para tomar um banho de mar, cozinhar alguma coisa, alguns ate decidiram correr na praia rs. (Detalhe tivemos q voltar ate a praia do bonete para pegar agua -.-
       

      Praia do Grande Bonete - Ubatuba
       
      Após ter almoçado, fomos ate o canto a procura da trilha para as Praias do Deserto e Cedro, onde ficariamos acampado, logo no final da praia vc encontra uma placa indicando a trilha, vc seguirá pelo riozinho no final da praia beirando um muro, então ja começa a subida, trilinha rapida, cerca de 30 min também, mas um pouco mais puxada e ingrime, judia um pouquinho ;D ... mas o visual la de cima compensa ...
       

      Planca indicando a trilha
       

      Trilha para Praia do Cedro
       

      Praias do Deserto e Cedro - Ubatuba (separadas apenas por uma pedra)
       
      Ao chegar na Praia do Deserto, encontramos umas barracas já acredito serem dos pescadores, ow não ;D, então seguimos para ver a praia do cedro se existia algum local para acampar, e se realemnte daria pra tomar banho no riachozinho que o Augusto disse, chegando la a surpresa, ja tinha ate um cano como chuveiro rs. e alguns Tiozões bebados acampando la, foi la mesmo que decidimos acampar então, motamos nosso acampamento, e pensamos em fazer uma fogueira e um lualzinho, ate começar a chuva -.-
       

      Acamps praia do Cedro
       
      Uma dica: c vc sabe como montar uma barraca e seus amigos não sao mto experientes ajude eles a esticar a lona, pois poderá ter problemas mais tarde quando começar chover e eles so avisarem quando a barraca deles virar um lago.
       
      Durante a chuva alagou 2 barracas, ow seja ja imaginam como ficou o aperto, acabou q nem durmi, arrumei a barraca deles mas não dava pra durmi pq ja tava encharcada, entãoquando a chuva cessou um pouco fiz uma fogueirinha e curti a lua cheia mesmo, e o nascer do sol à companhia da minha amiga ;] ...
       
      Na manhã do dia seguinte, deu para brincar ainda um pouco de pesca com as isca q pegamos com nossos vizinhos ;D ...
      (não peguei nd ainda apelei so pra num falar q num peguei nd, joguei a isca do lado da pedra pra pegar aqueles peixe pequenininho AUHAuhaUHAu)
       

       
      Depis de brincar um pouco de pescar, preparamos o almoço e fomos para a trilha para a Praia da Fortaleza, e que trilha Linda ...
      A trilha inicia-se ao lado do cano do riachozinho que tomamos banho, subindo do lado da casa ...
       

      Trilha Praia Fortaleza
       
      Chegado na Praia da Fortaleza, acabou o encanto, denovo vemos barzinhos, burgueses e coisa do tipo =[, aproveitamos para tomar uma ducha em um dos barzinhos já que iriamos embora direto para a casa, Então fomos para o ponto de onibus que leva a rodoviaria de Ubatuba, e depis disso não aconteceu nada de amis, o de sempre q estamos acostumados, chegamos na rodoviaria de Ubatuba não tinha mais onibus, fomos para Caraguá, de caraguá para são jose , de São josé para São paulo, e correria para Jundiaí, quase q durmimos na rodoviaria, mas isso ja virou rotina ... rs
       
       

      Praia da Fortaleza - Ubautba (o barzinho é aquele ali q tomamos ducha... e como dizia o mano Brown, o Dinheiro tira o homem da miséria mas não pode tirar de dentro dele a favela ... aUHAuhaUAuha)
      ;]
      Acho que é isso, e sou pessimo de portugues ja repeti o 2º ano porisso ;]
       
      !! Fiquem com Deus !!
    • Por Caroline Martins Da Silva

       
      A trilha das sete praias foi uma aventura muito divertida, eu me reuni a uma trupe do fb de 30 pessoas no metro tatuapé.

       
      Fretamos duas vans e saímos por volta de 6hrs da manhã, chegamos lá as 9:30. Começamos a trilha , ela começa com um pequeno rio que temos de atravessar , ele bate no joelho. a trilha é relativamente fácil , tudo depende do seu preparo físico e passamos por muitas praias bonitas. A ultima parte da trilha antes de chegar a praia deserta que achei mais difícil, temos q subir uma ladeira bem grande , tive que parar umas 4x . Mas assim que cheguei ao topo tive uma vista incrível da praia que iriamos acampas, então chegou a hora de descer pra praia , a decida foi fácil. Chegando lá , começamos a montar as barracas e pegar madeira para fazer a fogueira , depois curtimos uma noite de vinhos , queijos e marshmellows , com um papo muito agradável e jogamos uno. La é bem escuro , não da pra ver um palmo a sua frente por ser uma praia isolada e nem todos tem a disposição de pegar uma trilha, demoramos cerca de 4 hrs pra poder chegar a praia que acampamos pela trilha. Deitamos na areia a noite e podíamos ver o céu muito limpo e vi alguns cometas passando, tudo muito tranquilo e um verdadeiro paraíso pra quem gosta de sossego. Os mosquitos são bem persistentes , então use muito repelente , não economize pois irá se arrepender, Minha amiga suellen que foi comigo na trip foi picada e as picadas inflamaram e ficaram parecendo queimaduras.
      No dia seguinte acordamos cedo pra ver o sol nascer e foi uma visão incrível que cheguei a ficar sem fôlego, não
      gosto de acordar cedo mas como todos estavam muito animados levantei, e não me arrependi.
       

       
      Curtimos o dia na praia que é coberta por conchinhas, lá tem duas cascatas para podermos beber água e tomar banho e depois juntamos nossas coisas para seguir a trilha para pegarmos a van para voltar , a parte seguinte da trilha foi mais fácil, um pouco ingrime mas da pra fazer numa boa. Chegamos a ultima praia e pudemos parar pra tomar algumas cervejas em um quiosque q tem lá. Depois embarcamos na van e voltamos pra sp. Lá é uma acampamento selvagem , então tem que ir preparados para tudo o que pode acontecer.
       
      Segue algumas imagens da praia deserta:
       

       


       



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