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BetaRJ

Peru e Bolívia - 29/03 A 09/04.

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04/04/09

Saímos do hotel correndo, como de costume, eram 8:10 e nosso ônibus saía as 8:30, mas os demais passageiros do ônibus estavam mais atrasados que nós, e ainda fomos os primeiros a chegar. Na rodoviária é necessário pagar 1 boliviano por pessoa de taxa de uso da rodoviária.

Assim que o ônibus partiu foi servido o café da manhã (1 empanada de queijo e chá de coca).

Perto da fronteira o busmoço (versão de aeromoça) explicou para todos no ônibus que a polícia peruana não é confiável e que há um golpe, já citado no mochileiros, em que eles abordam o turista, levam para uma sala reservada e enquanto um toca o terror o outro rouba o que conseguir sem que a pessoa perceba. Fomos alertados para não dar atenção aos policiais peruanos, pois eles não podem levar ninguém para locais reservados, e, caso algo acontecesse, ir até o ônibus chamá-lo para que nos acompanhasse. Tanto o busmoço quanto o motorista ficaram todo o tempo próximo ao grupo do ônibus, auxiliando com os trâmites de fronteira. Bom esse serviço da Nuevo Continente.

Até o início da tarde foram 4 paradas para entrada de policiais e revista do ônibus, eles escolhiam aleatóriamente a quem pedir documentos e de quem revistar bagagem.

O almoço foi um sanduiche, igual aos servidos pela Tam e pela Varig, e um suco industrializado. Comi as duas refeições oferecidas no ônibus e não tive problemas.

Por volta das 15h o motorista, sem motivo aparente, parou no acostamento e ficou enrolando ao lado do ônibus. Ele subiu novamente no ônibus e pegou uma chave de fenda pequena, que mal consertaria um patins, quanto mais um ônibus, e ficou fingindo consertar algo. Ficamos acompanhando tudo pela janela e o Dani e o Eduardo resolveram descer para ver o que estava acontecendo, pois até então metade do ônibus já estava na estrada, mas ninguém tinha ido falar com o motorista. O Dani chegou perto e pode ouvir a conversa do motorista no celular, que pedia um novo transporte pois o nosso estava quebrado. Quando o Dani abordou o motorista várias pessoas foram junto, e acredito eu, o motorista ficou com medo e se sentiu pressionado, pediu que todos entrassem no ônibus e seguiu viagem normalmente. Conversando com algumas pessoas descobrimos que essa prática é normal nessa rota, em determinado ponto da estrada eles alegam defeito e colocam as pessoas apertadas em uma van ou em um ônibus velho até Cuzco. O nosso ônibus não estava com defeito algum, apesar de ter perdido tanto tempo na estrada, em torno de 30 min, chegamos em Cuzco no horário previsto e o motorista até aumentou a velocidade depois dessa parada. O Dani já tinha combinado uma pressão no motorista caso ele insistisse em manter o ônibus parado na estrada, mas os homens do ônibus eram tão grandes que nem foi preciso, bastou ficar um tempinho observando a encenação dele consertando um ônibus de turismo com uma chave de fenda pequena..

Cuzco é uma cidade mágica, a mais bonita de todas as que conhecemos até agora. Morri de frio mais uma vez, mesmo bem agasalhada.

Pegamos um táxi da rodoviária até a Plaza de Armas, 10 soles. É necessário negociar muito o táxi na rodoviária, começaram nos cobrando 40 soles até a Plaza de Armas.

Quando chegamos à praça fomos perguntar pelo hostal Pirwa, mas ninguém conhecia, e o endereço na internet dizia apenas “a 10m da Plaza de Armas”. Nesse procura e pergunta, uma senhora nos ofereceu o hostal Samanapata por 20 soles a diária por pessoa em quarto triplo e banheiro privativo, com café da manhã. Fomos com ela ver o hostal, já que o Pirwa sairia a 22 dólares duas pessoas em quarto matrimonial com banheiro privativo.

Recomendo fortemente o Samanapata. Ficamos no quarto 6, um quarto grande, com 3 camas grandes, banheiro e quarto limpissimos e uma decoração rústica e linda, além de tv a cabo com muitos canais, até Globo tinha. O hostal tem um clima delicioso, é muito charmoso e oferece internet grátis em dois bons computadores, além de wireless na área de convivência do hotel. Conseguimos usar a wireless do nosso quarto, bastante rápida.

Assim que chegamos contratamos o passeio para o Valle Sagrado no dia seguinte, a 20 soles por pessoa, e já avisamos que ficaríamos em Ollantaytambo para pegar o trem para Aguas Calientes, e que o trem sairia as 15:05.

Fomos comprar pela internet o trem para AC, e como já tínhamos visto em La Paz só havia o vistadome disponível, e saindo de Ollanta as 15:05, perdemos nessa 22 dólares por pessoa, já que achei arriscado reservar do Brasil e não conseguir cumprir as datas à risca, além de termos comprometido o passeio no Valle Sagrado. Compramos ida no vistadome (53 dólares por pessoa) e volta no backpacker (31 dólares por pessoa)

Usamos o resto da noite para tirar fotos e conhecer o entorno da Plaza de Armas. Jantamos no MacDonalds (excelente) e fomos comprar lanche pra levar para Machu Picchu (como referência da diferença de preços de Cuzco para Aguas Calientes, a garrafa de água de 2,5l custa 3 soles em Cuzco e 10 soles em AC, portanto, vale a pena comprar em Cuzco e levar na mochila).

Há várias vendinhas em Cuzco, e os preços variam muito de uma para outra, portanto é bom dar uma pesquisada, ir em umas 3 e desempatar os preços, achei o mesmo ítem em 3 locais diferentes por 3,50; 4 e 6 soles.

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Olá Beta,

Estou indo em Julho... Será que você pode me dar seu e-mail ou msn para trocar idéias? Seus posts estão sendo super válidos!

Abraços

Ana

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Pessoal, eu estou sem tempo para escrever o restante do relato, tentarei terminar tudo até o fim de semana.

 

Desculpem a demora.

 

AnaGuida, no perfil tem o meu email, ou vc pode me mandar o seu por MP que eu respondo.

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Bom dia!

 

Eu estive fora do mochileiros durante esses meses por conta do meu trabalho, fui lotada em uma cidade distante da capital do Rio e ter que organizar mudança e afins bagunçou minha vida.

 

Respondendo à pergunta que mais me foi feita nas MPs: EU VOU TERMINAR O RELATO. Espero fazê-lo até o fim do mês de setembro, no máximo. Agora que minha vida está mais organizada poderei me dedicar à finalização do relato e à organização da minha próxima viagem, que já tem destino.

 

Abraços!

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