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Bonito-MS em 5 dias

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Com feriadão enforcado de 5 dias nas mãos (Natal de 2013), era hora de escolher um destino que demanda mais tempo para desfrutar. Nossa primeira opção era conhecer Jericoacoara, no Ceará. Pesquisando os preços das passagens aéreas ainda no meio do ano, Fortaleza estava nas alturas, mais de mil pratas por perna. Descartado. Fui ver Campo Grande e... 127 reais pela Gol. Recuso isso não. Bonito será! E foi.

 

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A viagem representou também um “fechamento”: quando começamos a viajar pelo Brasil, geralmente em fins de semana, nunca havíamos colocado os pés no Centro-Oeste brasileiro. A viagem ao Mato Grosso do Sul “completou” não apenas o Centro-Oeste (em termos de estados), mas também todo o Brasil de Nordeste ao Sul. Ainda nos faltam colocar os pés nos Estados do Amapá, Acre, Roraima e Rondônia.

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No dia previsto para ser o mais caótico da história dos aeroportos brasileiros, a sexta-feira anterior ao feriado do natal, não vi nada fora do normal. Ok, nosso voo atrasou quase duas horas (!!), mas não foi pelo dia em si, foi um desencadeamento ainda de atrasos do dia anterior (e aquela coisa de a Gol não conseguir recuperar atrasos anteriores). Chegamos em Campo Grande já na madrugada. Pegamos o carro com a Unidas (apenas 3000km rodados!) e seguimos para o nosso hotel. Esquema patrão: havíamos reservado o Novotel numa sensacional promoção da Accor (137 reais).

 

No caminho fomos observando um pouco da cidade. Pareceu ser legal, merece um retorno para melhor explorarmos. Chegando no hotel, fomos muito bem recebidos e fomos dormir. Já passava das 3 da manhã!

 

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Para quem quiser ver a postagem sobre Bonito no blog da Katia, com muito mais fotos, clique aqui.

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Dia 1

Dia seguinte aproveitamos o café incluso na diária promocional e depois saímos para passear pelo Parque das Nações Indígenas, que fica logo em frente. Seria basicamente nossa única curtição na cidade.

 

O parque tem uma área enorme, bem legal. Fizemos uma longa caminhada por ele e retornamos ao hotel para seguir viagem.

 

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Seguimos para Bonito, via Nioaque. Estradas bem tranquilas depois que sai de Campo Grande. Poucos carros. Chegamos em Bonito pouco mais de 3 horas depois.

 

Largamos mochilas na pousada (Pousada São Jorge, resevada via booking) e seguimos para curtir a tarde no Balneário do Sol. Necessário encarar alguns km de estradinha de terra.

 

O Balneário do Sol (35 por cabeça) estava cheio naquela tarde, mas conseguimos uma mesa para relaxar. Tem tirolesa. Deve dar pra ver os peixes de manhã, antes de a galera remexer o fundo do rio e turvar a água. Passamos uma tarde agradável.

 

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Nosso recepcionista

 

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Balneário do Sol, já no fim de tarde, com quase ninguém

 

Mais tarde conseguimos com a pousada (que também é agência de viagem) finalmente nosso voucher para a Gruta do Lago Azul para o dia seguinte. Quando fizemos as reservas dos passeios, cerca de um mês antes, não havia mais vagas para lá. Entretanto finalmente surgiu no dia anterior.

 

Passeamos, jantamos na Casa do João. Picanha para repor! Boa comida. A Casa do João tem também um Armazém anexo bem legal, com artesanato e produtos típicos da região (além de quadros plagiados do Romero Britto).

 

Dia 2

Dia das grutas e do Rio Sucuri.

 

Primeira parada foi nas Grutas de São Miguel. Assistimos a um vídeo e depois fizemos um breve passeio, bem legal.

 

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Dentro da gruta

 

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Araras nos jardins da Grutas de São Miguel

 

Parada seguinte foi na clássica Gruta do Lago Azul. Chegamos bem mais cedo que o horário do nosso voucher. Sem problemas, fomos logo encaixados num grupo mais cedo. Esperamos quase nada!

 

Estão reformando o acesso à gruta -- finalmente chegaram a um acordo com os órgãos ambientais para fazer a obra --, o que dará mais segurança ao visitante.

 

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Nessa época de fim de ano é que o sol entra de manhã cedo na gruta e proporciona um visual único. Claro que tentei muito conseguir um primeiro horário na gruta, mas não conseguia horário algum, quanto mais no começo do dia... A guia falou que esse horário é extremamente demandado pelas agências, embora não tenha preço diferenciado (na verdade o preço já é diferenciado em função da época, tida como de altíssima temporada). Ou seja, se você vai nessa época, reserve com meses de antecedência. E, claro, torça para que tenha sol no dia!

 

Sobre a gruta, o visual é extraordinário!

 

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De lá seguimos para a flutuação no Rio Sucuri. Novamente nosso horário do voucher era para bem mais tarde do que a hora que chegamos e, mesmo assim, fomos encaixados num horário logo a seguir. Praticamente zero de espera, mais uma vez.

 

A flutuação no Sucuri te leva até as nascentes do rio, de onde você parte e vem fluindo observando a peixarada. Águas cristalinas! Aproveitamos para estrear nossa câmera subaquática, mas demos mole com o cartão de memória e só tiramos poucas fotos.

 

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Depois do passeio, fomos curtir um pouco a piscina do lugar. Esse passeio geralmente inclui almoço, mas preferimos sempre excluir almoço. Mesmo assim, você pode curtir as dependências da área, que inclui uma piscina. Depois de curtir um tempo, decidimos voltar quando vimos o tempo fechando para descarregar a tradicional pancada de chuva de fim de tarde.

 

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Dica: a Fernanda Gotz tem um excelente relato no mochileiros.com, onde deu uma dica que me parece realmente ótima para quem quer economizar: em vez de ir na nascente do Rio Sucuri, vá na Barra do Rio Sucuri. É bem mais barato e é praticamente a mesma área de flutuação.

 

Dia 3

Dia de flutuação no Rio da Prata. Saímos bem cedo, antes do café. Estrada tinha parte em terra, parte em asfalto novo. Chegamos lá míseros minutos depois do horário marcado, mas felizmente não foi problema. Estava meio nublado, mas o tempo foi abrindo até chegar a hora da flutuação.

 

Tal qual a flutuação no Sucuri, rola aquela coisa de explicação, colocar roupa de neoprene, pegar um jipe, fazer caminhada, conhecer nascentes e, finalmente, fazer a flutuação. Eu já tinha adorado a flutuação no Sucuri, mas achei a do Prata ESPETACULAR!! Mais longa, com muito, mas muito mais peixes. Parece piscina, literalmente.

 

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É nessa maravilha que se começa a flutuação

 

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Uma adorável anta apareceu andando pelo canto do rio!

 

No Sucuri, ainda estávamos aprendendo a lidar com a máquina fotográfica subaquática que compramos, já no Prata estávamos mais escolados. E com cartão de memória, que compramos na cidade na noite anterior. Muitas fotos. Muita curtição.

 

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Rolou até um jacaré cruzando o rio. Nós estávamos na retaguarda do grupo, então não vimos o bicho cruzando. A galera que estava na frente se mandou pra longe, mas nós corremos lá pra ver! Mantendo e devida distância, claro. Quando chegamos, só dava pra ver, com esforço, a cabeça do bicho quase camuflada numa parte mais escura do fundo do rio.

 

Fora isso tem uma nascente que parece um mini vulcão submerso, que é muito legal.

 

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A nascente - vulcãozinho

 

Quando chegamos ao Rio da Prata propriamente dito a água tornou-se mais turva. Ou melhor, menos límpida e cristalina. Ainda assim, de uma cor belíssima. A Maria, nossa (excelente) guia, disse que nessa época de chuvas a água fica um pouco mais turva.

 

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A água "turva" do Rio da Prata

 

Na volta, como estávamos de jejum, optamos por pagar pelo almoço, que era servido em esquema buffet. Comida boa (nada excepcional), que nos permitiu conhecer a tal sopa paraguaia, que na verdade é um suflê. Depois do almoço ainda tiramos uma sesta na rede!

 

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Galera fazendo sesta

 

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Um nativo

 

Estava tanto calor que eu acordei suando. Decidimos seguir logo para o Buraco das Araras.

 

O ideal para conhecer o Buraco das Araras é no inverno. Se tiver de ser no verão, o ideal é ir bem cedo de manhã ou no fim da tarde, quando a temperatura é mais baixa. Isso porque as araras buscam a sombra em épocas mais quentes. Nós fomos no meio de uma tarde quente (muito quente!) de verão. Vimos algumas araras voando e “conversando”, mas eram poucas. No entanto achei o Buraco em si uma grande atração! Monumental!

 

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Araras!

 

Enquanto fazíamos o rápido tour, o tempo foi mudando bruscamente. De um sol e calor terríveis, o tempo foi virando com trovoadas ao fundo. Já no segundo mirante, desabou o temporal. Paralelamente a isso, as araras começaram a surgir e a voar, ahahahah. E a água descendo. Não tinha jeito, tínhamos de buscar abrigo, fomos correndo para o receptivo.

 

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O tempo como estava quando chegamos...

 

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...e como foi ficando rapidamente

 

Quando a chuva deu uma diminuída de leve, corremos para o carro para retornar a Bonito. E aí, no meio da estrada, especificamente quando estávamos na parte de terra, desabou mais temporal. Mal conseguia enxergar! Sinistro! Mas deu tudo certo. Acho que levamos o temporal de Jardim para Bonito.

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Dia 4

Dia do tour da Boca da Onça. É uma longa (mas fácil) trilha que passa por várias cachoeiras. Uma delas, a Boca da Onça propriamente dita, é a maior do Mato Grosso do Sul. Tem também um lugar muito legal para tomar um banho, o Buraco do Macaco.

 

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Cachoeira Boca da Onça, a mais alta do Estado do MS -- estava com muito vapor para fotografar de perto

 

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Pausa para refrescar e curtir o visual

 

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Nova pausa para refrescar - Poço da Lontra

 

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Cachoeira do Fantasma

 

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Buraco do Macaco, última área de banho -- e uma das mais legais

 

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Cascata do Jabuti

 

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Cachoeira da Anta

 

Ficamos curtindo a piscina até fechar – a galera vem avisar que vai fechar, ahahahah.

 

De volta a Bonito, fui fazer o treinamento do Abismo Anhumas. Consiste em subir pela corda meio que num esquema bem parecido com o que, quando aprendi a escalar (e isso tem 20 anos) chamávamos de jumar. A subida dá uns 7 metros. Chegando lá, basta descer de rapel. É bem simples – mas você precisa estar em boas condições físicas, porque no dia seguinte você vai fazer isso numa escala 10 vezes maior (literalmente) e num grau de exposição beeeeem diferente daquele. Minha recomendação é que, se você penar no treinamento, talvez seja melhor não ir.

 

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Treinamento para o Abismo Anhumas

 

Como era dia 24, véspera de natal, vários restaurantes estavam fechados. Um dos poucos que estava aberto era a Casa do João, onde jantamos novamente. E novamente muito bem.

 

Dormimos cedo, dia seguinte era dia da grande aventura.

 

Dia 5

No dia anterior me perguntaram se eu podia dar carona para um cara que estava no albergue HI. Tranquilo. Lá estava ele na hora combinada. Era um holandês gente boa, que estava há meses no Brasil e até falava português tranquilamente.

 

Chegamos na área do Abismo Anhumas pouco antes da hora marcada. Estava nublado. Fomos ver o buraco de entrada, onde começa o abismo. Realmente parece um buraquinho. Soube que naquele dia seriam apenas dois mergulhadores: eu e Paulo, um grande aventureiro de Ribeirão Preto. Até chegar a nossa vez de descer levou algum tempo. Descemos tranquilamente. Descer é tranquilo, mas vale a pena ir com calma para curtir a descida no buraco. O buraquinho que vimos lá em cima se abre e vira uma grande caverna subterrânea. Muito sinistra a forma de entrar no lugar.

 

Depois de um tempo “aclimatando”, vestimos nossas roupas e partimos para o mergulho. Nossa master, a Adriana, nos explicou rapidamente como seria. O mergulho é com lanterna.

 

Eu aprendi a mergulhar neste ano, em grande parte influenciado por uma viagem que faria (e fiz) à Austrália e a oportunidade de mergulhar na Grande Barreira de Corais. Identifiquei no mergulho uma alternativa adicional de curtição. Além da GBC, mergulhei algumas poucas vezes em Arraial do Cabo e no Rio. Mergulhar numa caverna foi uma coisa bem diferente das experiências anteriores.

 

Foi como estar numa gruta, dessas que visitamos regularmente, inundada. Cheia de cones enormes, com dezenas de metros de altura. Excelente visibilidade, mesmo dependendo de lanterna em boa parte do tempo. A maior paz.

 

Mas no meio do mergulho tive um problema. Numa das descidas não consegui compensar meu ouvido esquerdo. Tentei, forcei, insisti, não deu jeito. Só que continuei descendo e ele começou a doer, latejar cada vez mais forte. Parei, subi e rezei para que a dor passasse. Se não passasse, teria de abortar o mergulho e voltar à superfície. A dor passou. Posteriormente consegui até voltar a descer. Mas o problema me custou alguns preciosos minutos de curtição do paraíso.

 

Já perto do fim do mergulho, nossa master nos indicou a luz entrando na caverna e o efeito que ela faz sobre a água. E sobre nossa visão, dentro da água. Sublime! Era o início de um momento mágico, que levou algumas poucas horas. A luz do sol entrando na caverna e batendo diretamente na água. Esse facho de luz direto na água era refletido sobre a rocha. Tudo isso parecia iluminação artificial, mas era tudo absolutamente natural. Estupendamente lindo. Se não me engano, o sol só “entra” assim na caverna durante esse período de verão. Foi um espetáculo ver aquilo debaixo da água e na superfície depois.

 

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Parece artificial. Mas é natural. E estupendamente belo.

 

Terminado o mergulho, senti que meu ouvido esquerdo estava meio tampado. Ou seja, entrou água e inflamou.

 

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Ainda ficamos algumas horas dentro da caverna porque a primeira dupla que subiu levou simplesmente o triplo do tempo médio (20-30 minutos) para subir. Aproveitamos para ficar batendo papo e fazer um belíssimo passeio de barco – não dispense esse passeio! Mais que isso, aproveitei para admirar longamente o extraordinário efeito do sol entrando na caverna. Quando subimos, o sol já estava “saindo” pela rocha.

 

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Chegou nossa vez e subimos em pouco mais de 20 minutos, dentro da média. Incluindo pausas para descansar e admirar a beleza do lugar. A subida é, evidentemente, muito mais complicada. Toda hora precisamos parar para nos reposicionarmos. Se não um começa a bater na cabeça do outro. Você precisa subir no mesmo ritmo do seu companheiro. Sem contar a parte final, entre as rochas, que requer mais cuidado. Deve ser um tormento para quem não está apto.

 

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Lá fora soubemos que a primeira dupla (a que levou uns 90 minutos para subir) chegou lá em cima machucada, justamente por conta do longo tempo que ficaram pendurados. É que não é nada confortável ficar pendurado – ou seja, é desaconselhável você prorrogar deliberadamente seu tempo de subida porque o baudrier/cadeirinha vai acabar machucando suas partes. Recomendadíssimo também usar uma meia grossa (ou calça), porque você sobre com uma corda passando constantemente na área do tornozelo.

 

Encerrada a aventura, retornamos à cidade. Katia, que não foi, estava me esperando no Balneário Municipal, onde relaxamos e curtimos o resto da tarde.

 

Depois disso, fechamos nossa conta na Pousada e partimos de volta para Campo Grande. Belíssimo por do sol na estrada de volta.

 

Em Campo Grande, como era dia 25 não havia restaurantes abertos ao longo da Av. Afonso Pena. Somente as redes de fast-food – que atraíam loooongas filas! Acabamos estacionando numa pizza, onde jantamos. Nosso voo de volta partiria no meio da madrugada. Dia seguinte era dia de trabalho.

 

E assim foi mais um feriado desbravando o Brasil.

 

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Preços dos passeios e lugares onde fomos (em reais)

(base Dez/13; todos SEM almoço e com preços de altíssima temporada):

Balneário do Sol: 35

Grutas de São Miguel: 36

Gruta do Lago Azul: 60

Rio Sucuri: 168

Rio da Prata: 158

Buraco das Araras: 45

Boca da Onça: 145

Abismo Anhumas (mergulho): 805

 

Nós sempre dispensamos os almoços (muito mais por modo de viagem e falta de fome do que pelos preços). Em geral eles custam na faixa de 25-30 por cabeça, esquema Buffet. Se você não pode passar sem almoçar, basta acrescentar esse custo nos passeios das nascentes dos rios e no da Boca da Onça. E, sim, o custo do Abismo Anhumas dói muito no bolso. Espero esquecer o custo e lembrar somente daquela luz extraordinária que vi.

 

Transporte: alugamos carro e acho que vale a pena. Além da liberdade e da comodidade que você tem, talvez fique mais em conta do que se fosse contratar transporte para cada passeio mais translado de/para Campo Grande.

 

Sinalização: eu nunca dispenso o GPS, mas sempre dou prioridade às placas. A sinalização entre Campo Grande e Bonito é bem acima da média brasileira, embora pudesse ser melhor. Na volta há possibilidade num entroncamento em Nioaque.

 

A sinalização em Bonito e arredores é ótima: precisa querer e se esforçar muito para não encontrar o seu destino do seu passeio. Mas, claro, você precisa pelo menos do mapa da região para saber para onde ir.

 

Vale ressaltar que em praticamente todos os passeios será necessário encarar um pouco de estrada de terra. Geralmente as distâncias variam entre alguns poucos km até uns 60km.

 

São Pedro: nosso amigão mais uma vez foi campeão. Sol todos os dias. Pancadas de chuvas no fim de tarde em 2 ou 3 dias. Num deles pegamos um temporal sinistro no trajeto entre o Jardim e Bonito, mas deu tudo certo.

 

Mochileiros: há vários excelentes relatos sobre Bonito no mochileiros.com. Vale a pena ler para se enturmar com as atrações.

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