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Dificuldade: Difícil - Categoria 2

Distância: 48 km

Altitude Máxima:1.514 m

Circular: Não

 

Como chegar

 

 

 

São José do Barreiro esta localizada aos pés da Serra da Bocaina, estando a 273 km de São Paulo e 214 km do Rio de Janeiro, São José do Barreiro está ligado à Rodovia Dutra pela Estrada dos Tropeiros que, agora reformada, oferece um acesso fácil e seguro aos visitantes.

 

Como essa não é uma trilha circular, a não ser que vá até a cidade com mais alguém no carro que possa leva-lo embora o ideal é ir de ônibus.

 

Existe um ônibus por semana saindo de São Paulo para São José do Barreiro, o melhor lugar para pegar um ônibus para a cidade é partindo de Guarantigueta/SP que possui mais horários de ônibus, a operadora de Ônibus é a Pássaro Marrom.

 

 

 

A estrada que vai até a entrada do parque esta sendo toda reformada, já sendo possível um carro de passeio subir quase até a portaria do parque, caso não queira arriscar com seu próprio carro existem pessoas na cidade que fazem esse trajeto, alguns contatos são:

 

 

Elieser: (12) 3117-2123

Reginaldo: (12) 99747-9651

Roger: (12) 3117-2050

 

O Elieser oferece o serviço de levar o seu carro até a cidade de Mambucaba para que você já siga viajem de lá, o Reginaldo faz o resgate no próprio carro também na cidade de Mambucaba.

 

A logística para essa trilha não é das mais simples, vale a pena ligar para alguém da cidade antes de ir e também já combinar um resgate na saída da trilha para não ficar na mão.

 

Planejamento

 

É muito importante fazer um belo planejamento antes de iniciar essas travessia, isso pode reduzir o peso que vai carregar e seus joelhos e suas pernas vão agradecer no último dia.

 

A travessia pode ser feita de 2 a 4 dias, considero 3 dias o ideal para aproveitar bem.

 

É possível pernoitar em pousadas ou acampar em alguns lugares no próprio parque, abaixo algumas distancias para uma decisão de onde ira acampar.

 

Portaria -- 8km --> Cachoeira das Posses -- 22km --> Cachoeira do Veado -- 18km --> Fim

Portaria -- 18km --> Pousada Barreirinha -- 12km --> Cachoeira do Veado -- 18km --> Fim

A Trilha

 

A trilha é parte da história do Brasil, foi construída pelos escravos entre os séculos XVII e XIX, a partir de trilhas dos índios Guaianazes, ponto de passagem obrigatório, nos séculos XVII e XVIII, o caminho ligava Minas Gerais a Rio de Janeiro e São Paulo. No chamado "Ciclo do Ouro".

 

Antes de tudo é preciso de uma autorização para entrar no Parque, para isso envie um e-mail para [email protected] solicitando tal autorização.

 

Fizemos essa travessia pela primeira vez em fevereiro de 2012 e decidimos refazer ela agora com mais conhecimento, equipamentos e claro preparo físico, nessa segunda travessia acabamos pegamos uma bela chuva no segundo dia, por esse motivo mesclei as fotos da postagem com a primeira travessia afim de ilustrar melhor como é a trilha.

 

Quem me acompanhou nessa trilha foram meu pai Mario, meu irmão Mateus e meu cunhado Luan, sendo que essa seria a primeira trilha da vida do meu irmão. Fizemos ela nos dias 15,16 e 17 de novembro.

 

DSC02822.jpg

 

Nosso trajeto foi sair de Guaratinguetá no ônibus das 7h até São José do Barreiro e já havíamos combinado com o Reginaldo para nos levar até a entrada do parque, chegamos na cidade por volta das 9:30h e já começamos a subida com o Reginaldo, chegando na entrada do parque por volta das 11h.

Durante a subida existem vários trechos que formam mirantes belíssimos, vale a pena pedir para dar uma paradinha rápida.

 

DSC02317.jpg

 

Nosso planejamento era acampar o primeiro dia na cachoeira das Posses e o segundo dia na Cachoeira do Veado, dessa forma o primeiro dia é o mais tranquilo, partindo da portaria com 1,5km de caminhada se chega na Cachoeira Santo Izidro, ela fica a esquerda da trilha e é uma bela descida até chegar na base da cachoeira, dependo do preparo físico considere "esconder" as mochilas próximo da trilha e pega-las na volta.

 

DSC02360.jpg

 

Voltando para a trilha, andando cerca de 1,5 km existe um atalho que reduz a trilha em 1,3 km, caso opte em não usar o atalho some essa distancia nos valores descritos acima.

Bom considerando que você pegou o atalho, da cachoeira Santo Izidro até a cachoeira das Posses são cerca de 6,5 km em um caminho relativamente tranquilo.

A Cachoeira das Posses fica do lado esquerdo da trilha, quando começar a ver as araucárias é porque esta bem próximo da entrada.

Logo no começo da trilha em direção a cachoeira existe uma casa abandonada no lado direito, é um opção de acampamento fechado.

 

DSC02844.jpg

 

Um pouco mais a frente existe uma boa área de camping para 4 ou 5 barracas.

 

DSC02859.jpg

 

Atras dessa área existe mais uma casa abandonada, nós acampamos dentro dessa casa, na "cozinha" da casa existe espaço para 3 barracas, as paredes laterais caíram mas mesmo assim é uma boa proteção do vento e existe um fogão a lenha que pode ser utilizado para cozinhar ou apenas para fazer uma "fogueira" para esquentar a noite.

 

DSC02884.jpg

 

Como dito o primeiro dia é o mais tranquilo, então caminhando bem você terá bastante tempo para curtir a Cachoeira das Posses, ao lado da casa e da área de camping existe uma trilha com uma placa indicando o caminho da cachoeira, cerca de 200 m a frente existe a primeira queda, nada muito grande, continue descendo a trilha por mais cerca de 600 m até a base da cachoeira.

 

DSC02880.jpg

 

DSC02871.jpg

 

DSCN1602.jpg

 

Para quem assim como nós decidiu não acampar na pousada Barreirinha, o segundo dia é o mais cansativo e longo, são 22 km até a cachoeira do Veado, sendo boa parte sem árvores e com algumas subidas pesadas se levar em consideração que estamos com peso nas costas.

 

Acordamos cedo e demos uma última passada na primeira queda da cachoeira das Posses para "tomar banho" e saímos que a caminhada seria longa.

 

DSCN1705.jpg

 

Os primeiros 4 km são tranquilos, ainda estão protegidos pelas árvores e com poucas subidas e ainda com pontos de água no caminho.

 

DSCN1715.jpg

 

Depois disso começa o caminho por estrada de terra, sem árvores e com algumas subidas e descidas bem cansativas, caminhando em torno de 6 km encontrasse a Pousada Barreirinha, é um bom lugar para trocar a água e até mesmo para comer ou beber alguma coisa, de qualquer forma, corte caminho pela pousada que vai desviar de uma bela subida ingrime e curta.

 

DSC02926.jpg

 

Saindo da pousada ainda faltam 12 km até a cachoeira do Veado, cerca de 8 km do percurso continua sem árvores e em estrada da terra, nesse percurso 2 km depois de passar por um pasto com uma pousada ao lado tem uma subida bem pesada, é praticamente o último trecho em estrada de terra, ou pelo menos estrada que aparenta ter condições de passagem de carro.

Após essa subida já começa um pouco mais de vegetação com alguns pontos de bastante árvores e já alguns trechos com o calçamento real, desse trecho até a cachoeira do Veado faltam pouco mais de 5 km, quase chegando na fazenda central existe um rio com um pinguela para atravessar, considere um bom ponto para trocar de água novamente caso necessário.

 

DSC02935.jpg

 

Desse ponto para frente falta pouco até a cachoeira, na primeira vez que fizemos a trilha acabamos chegando tarde nesse ponto e decidimos acampar ao lado da fazenda central por já estar escurecendo e existe uma boa área de camping ao lado de um lago.

 

DSC02474.jpg

 

Passando a fazenda central falta bem pouco, porém, começam algumas descidas e o terreno é bem ruim, ainda mais se estiver chovendo(ou muito molhado), mesmo sendo um trecho relativamente curto leva uns 30 minutos para atravessar.

 

DSC02937.jpg

 

Assim que terminar a descida, do lado esquerda existe uma "gaiola" para atravessar o rio, se trata de uma caixa de metal suspensa em um cabo de aço para fazer a travessia, do outro lado do rio existe uma pousada com área para camping, essa é uma parte bem divertida da trilha.

 

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Continuando a trilha sem pegar a gaiola é o caminho até a cachoeira do Veado e após um pequeno pasto já começam as áreas de camping próximo da cachoeira, nós decidimos acampar logo após o pasto. O ideal é acelerar a caminhada dos 22 km desde a Cachoeira das Posses para aproveitar a Cachoeira do Veado ainda no segundo dia e no terceiro dia já pegar a trilha logo cedo.

 

A Cachoeira do Veado é a mais bonita da travessia, com duas quedas, totalizando 80m de altura, o acesso a última queda é bem tranquilo, já para chegar a segunda queda já é mais complicado.

 

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O terceiro dia são 18 km até a ponte de arame onde geralmente é feito o resgate, para continuar é necessário atravessar a gaiola e passar por traz da pousada para continuar a trilha.

Cachoeiras a parte, o terceiro dia da trilha é o mais bonito pois é quase por completo dentro da mata e com o calçamento real, existem vários trechos de subidas e descidas pelo calçamento, as pedras estão muito lisas e com chuva o caminho se torna ainda mais difícil.

 

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Durante a descida existem vários pontos com água, não precisa descer carregado de água pois é muito fácil encontrar no meio do caminho.

 

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Em alguns trechos as pedras do calçamento já se soltaram e em períodos de chuva viram um barro só, por isso todo cuidado na descida é pouco.

Faltando quase 4 km para o fim da trilha é necessário atravessar o rio Mambucaba, a ponte que corta o rio esta caindo, nas duas vezes que fizemos a trilha não tivemos coragem de atravessar a ponte, mas alguns grupos assim o fizeram, como no trecho onde a trilha encontra o rio ele esta mais raso é preferível cruzar pelo rio mesmo.

 

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Atravessando o rio, falta pouco, mais 4 km e é o fim da trilha, a trilha termina em uma estrada de terra e do lado direito tem a ponte que também cruza o rio Mambucaba, ela é conhecida como ponte de arame, existem algumas casas nessa estrada próximo da ponte, se você não deixou um resgate combinado existe a possibilidade de bater em alguma casa e com sorte achar alguém que te leve até a rodovia ou ir caminhando cerca de 20 km até a Rodovia Rio x Santos.

 

Essa é uma trilha muito bonita e ainda tem o charme de ser parte da história do Brasil, com um bom preparo físico e Fé no Pé é um belo programa.

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      "O barato eh loko e o processo eh lento"
      Dois anos depois, finalmente, segue o relato da viagem...😛
      Após publicar aqui a intenção de fazer a travessia, conheci o Adriano q topou fazer a trilha comigo.
      Atenção: eh preciso enviar um e-mail para o ICMBio com no mínimo três dias de antecedência para fazer a travessia a pé.
      A propósito, o Adriano eh um cara "bem disposto", após viajar com a mulher dele pra Canela-RS desembarcou em Congonhas enquanto a esposa seguiu pra Goiânia.
      Fui me encontrar com o Adriano em Congonhas e daí começou a Trip.
      Pré-trilha dia 25/08/16 - quinta-feira
      De Congonhas seguimos para o Terminal Tietê e pegamos um bus para Guaratinguetá. (Bus direto de SP para São José do Barreiro-SJB somente um único horário aos sábados)
      Em Guaratinguetá nos hospedamos em um hotel no centro ao lado da igreja matriz, q fica bem perto da rodoviária.
      1° Dia 26/08/16 - sexta-feira
      Deixamos o hotel bem cedo para pegar o primeiro ônibus para SJB, onde fica a entrada do Parque Nacional da Serra da Bocaina.
      Partimos de Guaratinguetá às 07h00 e chegamos em SJB por volta das 09h00.
      A ideia inicial era ir andando até a entrada do parque, ou seja 26 km de subida da rodoviária de SJB até o início da trilha. NÃO FAÇAM ISSO!
      Uma luz tomou conta de nossas cabeças, mas não queríamos pagar 200 reais pra um jipe nos levar até a entrada do parque. Conversando com um jardineiro da prefeitura q trabalhava na praça, este se ofereceu para nos levar de carro por 100 reais. FEITO!!! Oh Lord!!! Durante o caminho percebemos a encrenca da qual nos livramos. Eh mta subida, sem lugar pra pegar água nem nada e o clima estava bastante seco.
      Aproximadamente duas horas de carro chegamos à portaria, na qual havia um guarda. A gente se identificou e assinamos um registro lah.

      Seguimos um croqui q peguei no relato do Raffa 😕
      Bem perto da portaria uns 500 metros à esquerda encontra-se a Cachoeira Santo Izidro, boa para tomar um banho num dia de verão, no inverno impossível colocar os pés.

      Tira foto, curte um pouco a vista e o som da cachu e segue a trilha até chegar a cachoeira da Posse fora da trilha principal.

      De volta à trilha, mto sol e pouca sombra. Detalhe q no relato do Raffa ele fala sobre um atalho, daí eu e o Adriano seguimos a trilha e em determinado momento observamos uma placa indicando o atalho, achamos estranho o caminho do atalho apenas subir, mas tudo bem há momentos de subida e descida... qdo chegamos ao final do atalho a grande surpresa! Havíamos passado a entrada do atalho na ida e acabamos voltado todo o percurso
      Volta tudo de novo e segue pro Sítio do Tião. No caminho, já quase anoitecendo, numa estradinha de terra passa uma caminhonete em sentido contrário para a qual perguntamos se já estávamos próximos do sítio do Tião, daí o motorista responde dizendo q ele era o Tião, Uffaa..., disse q ia levar um casal até a entrada do parque pois a mulher do casal estava com bolhas e não conseguiria continuar a trilha... poucos quilômetros depois chegamos ao sítio... o Tião soh voltou bem mais tarde...

      2° dia 27/08/16 - sábado
      Com certeza o melhor dia da trilha
      Logo após tomar café da manhã, subimos até o Pico do Gavião q fica do lado do Sítio

      Desmonta a barraca e trilha q segue. Esse segundo trecho da trilha eh o mais bonito, em meio à mata atlântica segue-se o caminho de "pé de moleque" feito pelos escravos para transportar o ouro de Minas até Parati. Como o tempo estava ensolarado e seco não tivemos problemas durante o percurso, mas acredito q em dias de chuva ou q tenha chovido alguns dias antes esse trecho seja BEM difícil de fazer pois as pedras devem ficar bastante escorregadias, logo eh bom ter um bastão de trilha ou um cajado nesses dias.

      Ao final da trilha de "pé de moleque" chegamos a um rio onde andando à sua margem em pouco tempo encontra-se um casebre abandonado onde deixamos nossas coisas e seguimos para a cachoeira do Veado.

      A trilha para esta cachoeira estava bem úmida apesar de não ter chovido.

      Voltamos para o casebre e montamos a barraca de camping, embora seja possível dormir no interior do casebre, onde inclusive há um fogão à lenha, no qual preparei o jantar: miojo à lenha

      3° dia 28/08/18 - domingo
      O dia mais ROOTS!
      Bem perto do casebre há uma ponte nova para atravessar o rio e seguir a trilha do outro lado à direita da saída da ponte. Eh nesse trecho q se encontram os caminho do ouro q vêm de SJB e do Cunha.
      Apesar da água gelada, tanto no rio ao lado do casebre quanto no rio Mambucada foi possível tomar banho, pois não era insuportável.
      Como não contratamos transporte do final da trilha até o Campo da Gringa fizemos esse percurso a pé, ou seja, haja "sola de sapato" e paciência pq nunca chega. Pior parte! Mas dá pra vez ou outra se refrescar no rio.
      Chegando na Gringa tem ônibus pra Parati ou pra Angra.
      O Adriano seguiu pra Parati pra voltar pra SP e depois Goiânia e eu segui pra Angra com destino a Ilha Grande, mas essa eh outra história, pois quero voltar e fazer a volta à Ilha.
      Dicas Importantes:
      1- Vá com calçados adequados, de preferência bota de trekking e meias q não absorvam umidade.
      2- Para comer levei queijo, salame, miojo, chocolate, frutas secas e pão q compramos na padaria em Guaratinguetá.
      3- Uma garrafinha de água de 500ml eh suficiente, pois há água em todo o percurso, levei um cantil de 600ml.
      4- Protetor solar, principalmente, para o 1° e 3° dias.
      5- A trilha é bem marcada, difícil de se perder.
       
       
       
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