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KekaMC

Trilhando por Cambará do Sul (RS)

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Desde que descobri a existência de Cambará do Sul (RS) em 2011, morria de vontade de ir pra lá. No início de fevereiro/2014, consegui realizar mais esse sonho. ::otemo::

 

Como comprei passagens em cima da hora, o preço não estava suuper, mas também não foram absurdas. Paguei 335 reais ida e volta por Guarulhos (SP) pela Avianca.

 

A princípio ia viajar sozinha e calculei quatro dias de viagem pra poder chegar em Porto Alegre (RS) na sexta e pegar o ônibus pra Cambará no sábado, às 6h da manhã (é o único horário da rodoviária!!). Parece que de Cambará pra POA saem dois ônibus diários, um pela manhã e outro no início da tarde.

 

Maaas, alguns dias antes de embarcar, meu pai decidiu viajar comigo e, por isso, a gente acabou alugando um carro (o que facilitou a vida) – e a viagem em si mesmo poderia ter sido feita em três dias.

 

Informações úteis

 

O site http://cambaraonline.com.br/ tem muitas informações úteis sobre a cidade, o que fazer, onde ficar, contatos etc.

 

Mapa dos Parques

 

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1º dia: 07.02.14 (sexta)

 

Saímos de São Paulo no voo das 8h, que tinha 1h40 de duração. Chegamos em Porto Alegre, alugamos carro na Hertz e lá pelas 10h30 já estávamos pegando a estrada.

 

De Porto Alegre até Cambará são cerca de 200 km (vi divergências da distância em vários sites, uns falam 186 km, outros 200 – acho que depende da rota que você pega).

 

Roteiro da ida

 

Rodovia RS-239, passando por São Leopoldo, Novo Hamburgo e Sapiranga. Aqui, pagamos pedágio de R$ 2,40.

Dali, seguimos para Parobé e Taquara, onde pegamos a RS-020.

No meio do caminho, acabamos desviando um pouco a rota e passando pelo meio da cidade de São Francisco de Paula (que tangenciava a estrada), cortamos por dentro e pegamos a RS-020 novamente.

Depois de um longo trecho só de estrada, chegamos a Cambará.

 

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Levamos 3 horas para fazer todo o percurso, que foi bem tranquilo. A estrada é bem sinalizada e não tinha muito tráfego por ali. As cidades que passamos eram bem simples, rodeadas de árvores e florestas. Nos surpreendemos com São Francisco de Paula, que é bem ajeitada, com umas construções diferentes.

 

Cambará é bem pequena e dá pra fazer tudo a pé. A cidade tem uma rua principal, onde ficam os restaurantes, lojinhas, mercados e agências de turismo. Tem bastante placa indicando o caminho para os principais cânions e cachoeiras.

 

Lá tem apenas um banco, o Banrisul, e não tem caixas eletrônicos – mas vários estabelecimentos usam máquina de cartão. O posto de gasolina da cidade cobra preços exorbitantes. O álcool tava R$ 2,89 (!!), então se conseguir, deixe para reabastecer seu carro em outra cidade.

 

Ficamos hospedados na Pousada Paraíso (R. Antônio Raupp, 558 / 54. 3251-1352). Tem wi-fi, ventilador no quarto (não tem ar-condicionado), banheiro privado e estacionamento (não é local fechado). A pousada é bem simples, mas aconchegante. Nosso quarto tinha uma beliche e uma cama de casal, além de uma varanda. Três diárias pra duas pessoas saíram por 360 reais (ou seja, 60 reais por pessoa/dia).

 

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As pousadas em Cambará têm mais ou menos a mesma aparência – são meio que extensões das casas das pessoas – algumas são um pouco mais estruturadas, com mais quartos e outras menores e mais simples.

 

Depois de nos acomodarmos, fomos achar algum lugar pra almoçar antes que tudo fechasse. Demos uma volta na cidade, mas não vimos nada interessante, então paramos num restaurante chamado O Casarão – tem propaganda e placas desse lugar em toda a redondeza. Lá eles cobram 35 reais o galeto por pessoa, com direito a buffet free, bebidas são pagas à parte (não vendem suco). No buffet tinha alguns tipos de macarrão e uma saladinha simples. Eles dizem que a comida lá é tipicamente italiana, mas sendo uma pessoa metade italiana, digo que não era típico italiano não. Eu comi spaghetti, mas parecia um miojo melhorado (e na etiqueta de identificação tava escrito que era tagliarini). Pedimos o galeto também para acompanhar – veio bastante frango e uma polenta simples com queijo derretido em cima.

 

Achamos o almoço bem ok e muito caro para o que estavam oferecendo, tanto de opções quanto de sabor. Quando fomos pagar, a máquina de cartão estava sem sinal e tivemos que pagar com cheque.

 

O Casarão

Rua João Francisco Ritter, 247

http://www.galeteriaocasarao.com.br/

 

De lá, passamos no mercado para comprar água: 500ml custa R$ 1,50, e depois demos mais uma volta na cidade. Lá pelas 15h, fomos até o Parque Nacional Aparados da Serra (onde fica o cânion Itaimbezinho). Levamos uns 40 minutos pra percorrer os 16 km de estrada de terra com cuidado em alguns trechos de desníveis. O Parque tem duas trilhas principais, Cotovelo e Vértice, e como já eram quase 16h, poderíamos fazer apenas a do Vértice (a do Cotovelo fecha às 15h). Então, decidimos não entrar no Parque e voltar depois.

 

Voltamos pra cidade, descemos na pracinha principal pra visitar a igreja Matriz São José e o Centro Cultural, que tem um mini museu com alguns objetos que os moradores de Cambará doaram.

 

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De lá, fomos pra Pousada descansar um pouco. À noite, fechamos nosso passeio pela Rota das Cachoeiras de 4x4 pro dia seguinte com a agência Guia Aparados da Serra. Ficou 100 reais cada (o cara deu um desconto de 10 reais pra gente). O cara da agência do lado (que agora não lembro o nome), disse que o passeio dele custava 90 reais, mas que não tinha disponibilidade, porque já tinham fechado uma trilha pro dia seguinte, ou algo assim (o guia da Aparados disse que a outra agência não faz o passeio completo – não sei o quanto é verdade, maaas, quando forem pechinchem e procurem nas duas agências pra ver qual preço é o melhor e mais vantajoso).

 

Paramos na Cabana Café Restaurante pra jantar (tem wi-fi). Os preços são um pouco salgados também, mas a comida é muito boa. Pedi a panqueca Tapera (filé, azeitona, mussarela e creme de queijo), por 24 reais.

 

Achei a panqueca bem saborosa e cremosa. A carne não era filé mignon, mas estava macia. Só achei que estava um pouco salgado demais, o que dificultou a comilança depois de um tempo :D

 

O restaurante tem uma decoração mais rústica, com vinhos expostos nas prateleiras e um som de blues tocando ao fundo. Ele ainda tem uma área externa coberta e ar-condicionado no interior.

 

Depois de mais um rolê pela cidade, voltamos à pousada pra dormir.

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2º dia: 08.02.14 (sábado)

 

Levantamos cedo, tomamos café da manhã e saímos pra passear. Não fizemos nenhuma trilha na parte da manhã, porque nosso passeio saía de tarde e não queríamos fazer nada correndo. Pegamos o carro e fomos até o distrito de Oswaldo Kroeff, que fica a 10 km de Cambará. As casas ficam à beira da estrada e são construções bem simples. Como as próximas cidades ficavam muito longe dali, resolvemos retornar a Cambará e entrar nas poucas lojas que têm por ali pra dar uma olhada. Tudo ali é bem simples e o pessoal parece viver uma vida bem tranquila.

 

Pra uma cidade que vive de turismo, acho que as lojas de souvenir poderiam ter mais cacarecos relacionados a Cambará – objetos mais personalizados. Só uma das lojinhas que tinha uma temática mais sulista.

Pra passar o temo, fomos explorar mais outras localidades ali no entorno e chegamos bem perto da cachoeira do Tio França, mas não entramos.

 

Às 13h, fomos almoçar na Lancheria Café e Cia, uma padaria de esquina que fica na rua principal. Pedi um x-frango (ervilha, milho, maionese, alface, tomate, ovo, frango, queijo e presunto), por 8,50 reais.

Nosso passeio saía às 14h30, e um pouco antes das 14h começou a cair o mundo ali. Passamos na frente da agência e eles adiaram o passeio em 1 hora, porque era perigoso sair com a chuva e tinha muitos raios na região também. A energia da cidade caiu.

 

Ficamos rodando com o carro e lá pelas 15h, a chuva deu uma trégua, a luz voltou e fomos de novo na agência ver se tava tudo de pé pro tour (eu já tava vendo que não ia rolar.. até porque nem tava esperando que a chuva fosse parar tão cedo).

 

No horário combinado, saímos em seis pessoas no 4x4 pra fazer a Rota das Cachoeiras.

 

A primeira parada foi na Fazenda Cascata dos Venâncios (pra quem não quiser pagar o passeio, esse é o único local da rota que dá pra ir de carro normal – a estrada é de terra e não é das melhores condições, mas dá). Tem uma taxa de entrada, que está inclusa no passeio, então não sei exatamente quanto é.

 

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Lá tem quatro áreas de visitação. A cascata 1 fica de um lado, e é a que dá a melhor visão da queda das águas, mas como choveu muito o nível da água subiu e alagou um pouco essa área e não conseguimos ter a visão do todo. As cascatas 2, 3 e 4 ficam na mesma direção, e estavam volumosas por causa da chuva, e estavam lindas.

 

Só uma coisa que achei ruim no tour – conosco no jipe, foram o motorista e o guia da agência, mas o guia não era bem um guia, era mais o cara que tava levando a gente de um lugar pro outro. Ele não via se todo mundo estava acompanhando o passo ou não deixou ninguém (o motorista, no caso) no fim da fila pra garantir que ninguém tinha se perdido/caído ou qualquer coisa (mesmo a trilha sendo super simples, sempre tem alguém meio perdido ou que tem dificuldade – e até por ter chovido, alguém podia escorregar..), e em um dos momentos ele disse pra gente seguir pela trilha, que ele encontrava a gente do outro lado.

 

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Achei que faltou um cuidado. Além disso, ele não explicava muita coisa dos lugares que a gente ia, se o pessoal não perguntasse o nome do rio, por exemplo, ele não diria.

 

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Depois, atravessamos o Passo do S e vimos a Cascata do S. Ao retornarmos pelo mesmo caminho no Passo do S, vimos a Catarata do S. O Passo do S termina nas quedas d´água da Catarata. Muito linda.

 

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Dali, fomos para o Passo da Ilha, onde andamos com o jipe na água de novo, mas num espaço bem maior e com mais emoção! ::hãã2::

 

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Não deu pra ninguém se banhar nas cachoeiras porque estava frio. Chegamos ao Camping Passo da Ilha, que tinha muitas famílias acampando. O lugar é bem agradável e o Passo é muito bonito, com mini cascatas no meio. Ficamos 30 minutos ali e depois pegamos 1 hora para o caminho de volta.

 

Considerações:

• Depois dos Venâncios, em nenhum outro local tivemos que pagar entrada.

• As trilhas que fizemos foram bem simples e curtas.

• Como as distâncias entre um lugar e outro eram grandes, o tempo que ficamos em cada local foi pouco, na minha opinião. Pareceu muito “chegamos, tirem fotos, vamos pro próximo”.

• Os guias não sabiam muito sobre os locais visitados (se sabiam, não quiseram compartilhar hehe).

• Apesar desses detalhes, gostei bastante de ter feito esse passeio, valeu a pena.

 

Depois de chegar na pousada umas 19h45 e tomar banho, saímos às 21h pra jantar no Pizza Retrô. Você tem a opção de pedir um pizza pequena (25 cm) ou grande (35 cm). Ficamos com a pequena de dois sabores: quatro queijos (molho, mussarela, gorgonzola, provolone e catupiry) e portuguesa (molho, mussarela, lingüiça, milho, cebola, tomate, ovo, azeitona verde e pimentão). Pedi um suco de uva natural da serra chamado Muraro, de 500 ml por 8 reais. Que delícia de suuuco! ::otemo::

 

A pizza era muito saborosa, mas demorou horrores pra chegar – não sei se era um atraso normal ou se era porque era sábado e o restaurante tava lotado. A portuguesa tava muuuito gostosa (e era diferentona de qualquer “portuguesa” que já comi, com outros ingredientes).. vale muito a pena lá! :roll: A conta toda deu 48,20 reais.

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3º dia: 09. 02.14 (domingo)

 

Acordamos cedo no domingo e às 8h40 já estávamos na rua pra seguir para o Parque Aparados da Serra, onde fica o cânion Itaimbezinho. Chegamos quase 9h30 – são 17 km de estrada de pedra e terra com alguns trechos ruins.

A entrada para brasileiros custa 6,50 reais e o estacionamento é 5 reais. Após a chancela da entrada, chegamos ao estacionamento, que é pequeno. Fomos para a casa de informações (onde tem banheiro, bebedouro e uma mesinhas de madeira do lado de fora para comer e descansar). Lá tem uma maquete com toda a reserva da área (incluindo o Parque Nacional da Serra Geral) e um moço explica quanto tempo leva cada trilha, a visibilidade de cada cânion etc.

 

O Parque Aparados da Serra tem duas trilhas que podem ser feitas sem guia: a do Cotovelo (6 km – visibilidade de 70% do cânion) e a do Vértice (2 km – 30% de visibilidade). A outra trilha, chamada trilha do Boi, percorre o cânion por baixo e só pode ser feita com acompanhamento de um guia. A palavra “Itaimbezinho” significa “Pedra Afiada”.

 

O pessoal indica começar a trilha pela mais longa e foi o que fizemos. Foram duas horas de caminhada percorrendo a trilha do Cotovelo. O terreno é plano e bem demarcado. Próximo ao cânion tem uma casinha para as pessoas irem ao banheiro. A vista do cânion é de tirar o fôlego. Lindo demais. Ao longo de 600m, tem alguns mirantes pra parar e tirar fotos mais próximo da borda do cânion.

 

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À 11h20 já estávamos de volta na casa de informações. Descansamos uns 15 minutos, enchemos nossas garrafas de água e seguimos para a trilha do Vértice.

Fizemos a trilha em 30 minutos – também é bem tranquila e sinalizada: um trecho é asfaltado e depois é de terra batida. Tem um espaço menor pra ficar e visualizar esse lado do cânion – aqui, duas cachoeiras caem no meio do cânion e ainda fomos agraciados com um arco-íris lindo!

 

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Às 13h já estávamos de volta à cidade e fomos almoçar no Restaurante e Lancheria Regina, na avenida principal. Pedimos refeição A La Minuta (bife na chapa, fritas, arroz, salada e ovo), por 17 reais cada porção.

 

Um pouco depois das 14h, seguimos para o Parque Nacional da Serra Geral (onde fica o cânion Fortaleza). Chegamos às 15h. Os primeiros 13 km são asfalados. O resto é estrada de terra e muitos buracos. Muito cuidado com o carro nessa hora. No total, são 18km até a chancela do Parque, que tem uma casinha rústica e é o único lugar ali com banheiro. A entrada é gratuita. O moço só anotou a quantidade de pessoas no carro e liberou nossa entrada. Dali, são mais 4 km até chegar à área de estacionamento (no caminho pro estacionamento, tem a entrada da trilha da Pedra do Segredo – que leva umas 3h e tem um nível de dificuldade um pouco maior – nós não fizemos por causa do tempo que tínhamos).

 

Fizemos a trilha que dá na borda do cânion (literalmente) – é super curta, são 15 minutos de caminhada só. Ali tem que tomar cuidado, porque quando falam “borda do cânion”, é bem isso mesmo, sem proteção, cerca ou qualquer coisa. Então, desavisados que querem tirar foto o mais próximo possível da borda, cuidado, para não caírem :twisted:

 

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De lá, seguimos para a trilha do mirante, que fizemos em 1h10. Como tava muiiito sol, sem vento, sentimos um pouco a trilha na subida. Uma parte da trilha é meio esburacada e não sinalizada – uma hora achamos que não tinha mais trilha, mas continuamos andando e depois vimos que a trilha vai até o cume. Chegamos no topo, cansados, mas deslumbrados com a vista: de um lado o cânion e do outro aquela vastidão de verde a perder de vista.

 

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Uma coisa que falta no parque é organização. Muito diferente do outro. Nesse não tem nem placa avisando quanto tempo leva cada trilha ou marcação ao longo delas.

 

Obs.: nenhum dos parques (muito menos o local de Informações Turísticas da cidade) tinha mapa das trilhas ou pontos turísticos da região.

 

Às 16h30 voltamos ao estacionamento e chegamos quase 18h na pousada. Depois de descansar um pouco, saímos pra jantar no Pizza Retrô de novo. Diferentemente do dia anterior, o lugar estava vazio. Acho que a maioria das pessoas fica em Cambará apenas de sábado pra domingo, vê os cânions rapidinho e segue de volta pra sua cidade (maior parte é do RS).

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4º dia: 10. 02.14 (segunda)

 

Às 9h pegamos a estrada RS-020 de volta pra Porto Alegre. Antes de chegar na Rota do Sol, acabamos pegando a estrada errada e perdemos uns 40min na brincadeira.

 

Roteiro da volta

 

Rodovia RS-020, passando por São Francisco de Paula, Taquara, Gravataí e Cachoeirinha.

Dali pegamos a RS-010 e em seguida a BR-290 pra chegar em Porto Alegre.

 

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Chegamos no centro umas 13h20. Demos uma volta por ali e paramos pra almoçar. Depois saímos pra conhecer um pouco o centro. Fomos na Praça Matriz, onde vimos a Catedral Metropolitana, o Palácio Piratini, Palácio Farroupilha e o Palácio da Justiça. A cidade estava muuuuito quente, o que atrapalhou a gente andar mais de tão absurdo que tava de calor. :oops:

 

Pegamos o carro e demos mais algumas voltas na cidade, sem parar nos locais. O centro é bem caótico, parecido com o de São Paulo (talvez com menos mendigos), mas é muita gente, sem lugar pra parar o carro, com ruas um pouco mais sujas.

 

Dali, já fomos pro aeroporto devolver o carro e tomar chá de cadeira até nosso voo à noite pra Sampa. :D

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Parabéns pelo pelo relato detalhado. Tive a oportunidade Parque Nacional da Serra Geral (cânion Fortaleza) no final do ano passado, mas somente passamos o dia em Cambará, por sermos do RS. Detalhe, poucos opções de alimentação e preços muito caros pelo que oferecem! Abraço!

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Vocês, no caso, tinham um carro alugado a disposição. E quem não tiver esse carro, como faz? Tudo tem que fazer por agencia? Quanto em média os passeios?

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Oi yurinobre!

 

se você não tiver carro, é interessante vc fechar com a agência pra poderem, pelo menos, levar vc até os parques.. o Itaimbezinho é mais 'perto', até dá pra vc ir andando, se estiver disposto a caminhar por 16 km, antes de chegar no local.. o Fortaleza é sem condições..

 

não sei quanto custa os passeios com guia, mas se vc conseguir mais gente pra ir com vc, com certeza o preço será reduzido :)

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Boa noite KekaMC

 

Vou para Cambará e Gramado daqui duas semanas e estou usando muito o seu relato para montar o meu roteiro, quanto ao aluguel do carro, também reservei o carro na Hertz de POA, você indica? Teve algum problema?

 

Bjs

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