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(17 dias viajando pela Paraíba, Ceará e Piauí - janeiro de 2014) Primeira parte: João Pessoa-PB


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  • Membros

JOÃO PESSOA – PARAÍBA

 

 

Chegamos a João Pessoa às 14hs, o sol estava rachando. Prefira roupas leves para a viagem. Hospedamos-nos no hostel Manaíra (Av. Major Ciraulo, 380, Manaíra. Telefone: 83 3247 1962. Diária: 45,00 por pessoa no quarto coletivo com ar condicionado), a rua do hostel é de calçamento, com o calor vira um transtorno puxar as malas.

 

Fizemos check-in, colocamos short e fomos logo andar nos arredores e na praia de Manaíra.

 

A praia de Manaíra no final da tarde concentra muitas pessoas no calçadão fazendo atividade física ou conversando. À esquerda da praia encontramos um pequeno shopping, Mag, que conta com caixas eletrônicos, lan house, praça de alimentação e outras lojas. Um pouco atrás do shopping encontramos a rede Pão de Açúcar, mas fica muito distante do hostel e inviável para fazer compras de lanches e água por lá. Para essas compras recomendo andar 2-3 quadras atrás do hostel, vc vai encontrar supermercado (IOB, rua do hostel nº 703), padaria, pizzaria, e um barzinho chamado Boteco do Arroz onde comemos um arrumadinho de carne seca delicioso. Já a direita do hostel caminhamos por muitas quadras até a feira da praia de Tambaú, onde encontramos artesanatos, mais lojas e também maior concentração de turistas.

 

Senti falta de caixas eletrônicos ou mesmo o 24 horas. Na lateral do shopping Mag e próximo à feira de Tambaú encontramos as agências Itaú e Banco do Brasil. Como os dois pontos eram distantes do hostel, optamos por sacar sempre que íamos ao terminal do centro ( desça no parque Sólon de Lucena e caminhe até o elevado do centro, lá peça informação da agência bancária desejada).

 

O hostel pertence à rede HI e conta com excelente infraestrutura, higiene, atendimento e localização. O quarto em que ficamos dispunha de oito camas, oito armários e um banheiro. Os armários ficavam muito espremidos entre as camas, mas comportavam toda a nossa bagagem (mala de 12 kg mais mochila pequena). Podiam-se lavar roupas no hostel e utilizar uma geladeira compartilhada pelos hóspedes. Gostei bastante da localização (farmácia, supermercado, padaria, dois quarteirões da praia, um quarteirão do ponto de ônibus). Conhecemos pessoas de diferentes regiões no hostel.

 

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COMO CHEGAR:

 

• No Hostel

 

Há bus (passam a partir das 05hs - Wilson R$2,00) AEROPORTO-DIRETO até a parada da rodoviária (atrás dela). Porém resolvemos no ponto de ônibus dividir um táxi com mais duas pessoas até a rodoviária, para cada pessoa saiu R$ 7,50. Compensou dividir o táxi, pois o ônibus estava demorando para passar e não teríamos desgaste de carregar as malas de lá pra cá.

 

Caminhe até a frente da rodoviária pegue o bus 510 ou 513 até a praia de Manaíra e desça na 1ª parada após a ANTIGA quadra de esportes (Quadra de Manaíra). Lembre-se de pedir ao cobrador para avisar quando deve descer e dê um jeito de ficar perto dele, pois eles “esquecem” frequentemente rs.

 

Pegue a próxima rua de nome Jacinto Dantas, siga até a Rua Major Ciraulo (continuação da Rua Jacinto Dantas), há uma placa do hostel bem na esquina.

 

• No Por do Sol ao som de Bolero de Ravel (com o músico Jurandir do Sax na praia do Jacaré em Cabedelo)

 

Na orla de Manaíra, pegue a linha 513 que vai até o TERMINAL DO BESSA (R$2,20).

 

Desse terminal pegue a linha 5104/Jacaré.

 

Um dia antes havíamos feito parte do mesmo trecho, só que para ir até o Forte de Santa Catarina. O trecho é longo e cansativo. Como havíamos lido que é bom chegar cedo para garantir um lugar bacana nos bares e já estava tarde decidimos ir de táxi, saiu R$ 35,00 para duas pessoas. Na volta fique esperto, pois os taxistas preferem ir com o taxímetro ligado. Depois de muita discussão conosco e troca troca entre eles um taxista aceitou fazer por R$ 35,00, mas disse que iria com o taxímetro ligado. Dadas as circunstâncias não me fiz de rogada e ativei o meu GPS do celular [risadas malignas]. Enquanto ele dispunha do taxímetro eu dispunha do meu GPS conferindo a rota e pasmem na chegada o taxímetro acusou quase R$30,00 por arredondamento humano hehe. GPS neles minha gente! O taxista de Cabedelo era muito grosseiro e estressado no trânsito como a maioria que encontramos em João Pessoa. O nome dele, segundo ele, é Francisco. Se apresentou dizendo que não podia dar muitas referências pois era um tipo ESPECIAL de polícia [risos curiosos], quando questionado por mim da incoerência entre dois empregos diferentes quando devia ser exclusivo da polícia Especial nos apresentou esse nome, sem mais informações pois eram sigilosas. Cuidado minha gente, antes de optar pelo serviço verifique as cooperativas!

 

• Cabo Branco (Niemeyer-Farol)

 

Pegue um bus para o TERMINAL DO CENTRO e de lá a linha 507 para CABO BRANCO.

 

Peça para descer na Estação de Ciência e Arte.

 

Os ônibus passam de uma em uma hora na Estação.

 

Para ir ate o farol de Cabo Branco basta manter-se à esquerda da cerca beirando à estação e subir um pequeno morro, de lá se pode avistar também a Ponta do Seixas, o ponto mais oriental das Américas. A região da Estação e do Farol costuma concentrar turistas nos finais de semana, é uma região deserta. Organize-se para ir em datas de exposições, espetáculos e de preferência de tarde. A maioria dos visitantes vão em seus veículos. No dia éramos as únicas no ponto de ônibus que fica bem na entrada da estação, porém deserto.

 

 

• Cabedelo (Forte Santa Catarina)

 

Pegue um bus para o TERMINAL DO CENTRO.

Depois pegue a linha 601 do centro para o TERMINAL DO BESSA.

No TERMINAL DO BESSA pegue a linha 5101 para CABEDELO.

 

 

 

ONDE COMER:

 

Lanchonete Tartarugas: 3 quarteirões do hostel no sentido praia de Tambaú. Os lanches imitam os combos do McDonald’s, são gostosos, fartos e fica pronto rápido. Com suco gastamos em média 15,00 por pessoa.

 

Boteco do Arroz: na rua atrás do hostel. O arrumadinho de carne seca ou camarão saiu por R$9,00 e o suco por R$4,00. O atendimento é excelente e a comida deliciosa.

 

 

Shopping Manaíra: tem uma cafeteria no shopping com deliciosas tapiocas (doce ou salgada), em média R$6,00 a tapioca e R$4,00 o suco. Fica na Av. Flávio Ribeiro Coutinho, 805 Manaíra - João Pessoa - PB | 83 2106 6000.

 

Em Cabedelo: almoçamos no restaurante Meio Quilo, a comida é caseira, gostosa e o pessoal é atencioso. Fica na rua perpendicular ao ponto final do ônibus. R$ 23 o kg. Rua Aderbal Piragibe, 13, Centro. Telefone: 83 3228 8464

 

PASSEIOS:

 

Em qualquer época do ano, prepare-se para acordar cedo: o sol nasce antes das 5 da manhã, e às 8 já está praticamente a pino. No começo da tarde, coqueiros e falésias já fazem sombra aos banhistas. Por do sol entre 17:10 e 17:20h.

 

 

• POR DO SOL AO SOM DE BOLERO DE RAVEL (com o músico Jurandir do Sax na praia de Jacaré em Cabedelo)

 

Vá por volta das 16h, pois às 17h20min o sol já se põe. Optamos pelo bar Maria Bonita achamos acertada a escolha, pois nos primeiros bares da rua param muitos barcos e lanchas particulares e poluem o espetáculo tanto para os olhos quanto para as fotos. Logo escolha um bar próximo à saída do barco do Jurandir do sax. Pedimos uma porção de batata com carne e uma jarra de suco totalizando 36,00, aceita cartões. É cobrado couvert artístico, R$ 5,00, já na entrada. No final do espetáculo a energia caiu e não conseguimos usar o banheiro do bar :0 não entendi na hora e nem depois pois desconheço privada elétrica. Há um banheiro público no final da rua, este tinha privada convencional.

Aproveite o fim do espetáculo e vá conferir as lojas de artesanato e doces locais. Compramos coisas lindas para mulheres na loja Fulo Filó no início da rua. Próximo ficava a loja de doces da região, levamos o doce Carolina e um biscoito parecido com casquinha de sorvete delicioso (em média R$ 5,00 cada pacote).

 

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• LITORAL SUL (R$100 para 4 pessoas de táxi)

 

Praias:

 

Praia do Sol, muito tranquila paisagens bonitas, falésias lindas, barracas de concreto mas de higiene duvidosas, então seguimos em frente.

 

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Barra de Gramame: muito linda, da vontade de ficar o dia todo, médio movimento, almoçamos no restaurante O Mexicano, tiramos fotos, uma pausa para banho e seguimos em frente.

 

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Praia do Amor: muito bonita mas com muitas pedras, não convidativa para um banho.

 

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Tambaba: tiramos fotos do mirante, é belíssima com suas falésias e tem uma parte nudista, na hora amarelamos e não fomos conhecer a parte nudista. Seguimos mais uma vez adiante para a praia Bela.

 

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Praia Bela: como era sábado a praia Bela estava lotado o que estragou em grande parte sua beleza. De cima avista-se o mar e uma lagoa de água doce mas era tamanho o formigueiro de pessoas que gerou certa fobia no grupo. O taxista Xavier insistiu bastante para que ficássemos nessa praia e nos assegurou que não daria tempo de conhecer Coqueirinho, que lá era perigoso, que talvez não pudesse descer a ladeira conosco, pois o policiamento não permitiria e blá blá blá, mas mulheres são, em geral, seres muito decididos. Pagamos pelo passeio, pagamos pela praia de Coqueirinhos e depois de tanta grosseria do taxista metido a piadas, e que eram no fim muito sem graças, não sairíamos do passeio sem a praia de Coqueirinhos.

 

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Praia de Coqueirinhos: no final das contas a praia mostrou-se uma das mais lindas da região, tranquila e excelente para banho. Valeu a pena! Essa foi nossa primeira má impressão do povo paraibano. Já no início do passeio o taxista nos alertou para NUNCA chamar um local de paraíba, tentou todo o momento nos dizer que quando uma pessoa vai viajar ela deve viajar já conhecendo a história do estado e do povo a qual vai visitar. Já fiquei com a pulga atrás da orelha e revidei dizendo que viajei justamente para conhecer o povo e suas histórias. Disse também que história e cultura de um povo se aprendem no local, se guarda com os olhos, com o coração e não com um monte de decoreba com prazo de validade determinado. Fim da lista de exigências do taxista, só que não. Ele forrou todos os bancos com plástico e repetidas vezes nos dizia que se sujássemos de areia ele teria que aspirar ao final do dia achei até que era mais uma piada já que era a função dele como taxista. Entretanto após um amigo colocar o pé de pato sujo d areia e ele se aborrecer vi que não era piada. O retorno a João Pessoa foi feito ao som de buzina. Xavier é apaixonado por buzina e apaixonado por grosserias. Nesse momento sinceramente quis me despedir: “Adeus Paraíba”. Mas evitei que ele surtasse e preferi acreditar que ele era uma exceção no povo paraibano.

 

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• LITORAL NORTE (R$2,20 o bus)

 

O ônibus 601, que vai para o TERMINAL DO BESSA, circulou na avenida beira-mar na maior parte do tempo quando íamos para Cabedelo. De dentro do bus avistamos as praias: Intermares, Poço, Camboinha, Areia Dourada, Formosa todas de um azul intenso, como era final de semana havia muitos carros de passeios estacionados e muita gente circulando, optamos por não descer em nenhuma porque o tempo estava curto para ir até o farol de Cabedelo, para quem vai à essas praias acho uma boa ir de bus.

 

Fique atento na volta, pois os ônibus passam voando e os motoristas não gostam muito de atender ao chamado dos passageiros, certifique-se do lugar correto de embarque.

 

 

• FORTALEZA DE SANTA CATARINA

 

Próximo à Fortaleza encontramos a praça com o marco zero da Transamazônica em Cabedelo. É cobrada uma taxa de R$2,00 de visitação da Fortaleza. O lugar parece estar abandonado e ma administrado, pouquíssimas peças no museu, sem guais e uma loja de artesanato com pouquíssima variedade. Do alto do museu dá para se avistar o encontro da foz do rio Paraíba com o mar. Tomamos água de coco em uma barraca na entrada e fomos até o ponto final do ônibus, como o ônibus iria demorar resolvemos almoçar no restaurante Meio Quilo.

 

Pela grande distância, pelo grande tempo levado para chegar até lá e pela precariedade na conservação eu descartaria o passeio caso o tempo de viagem fosse reduzido.

 

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• CITY TOUR

 

O city tour pela terceira cidade mais antiga do Brasil começa no centro da capital Paraibana, terminando nos arredores da praia de Tambaú. Visitam-se lugares que são cartões-postais da cidade, além de conhecer as riquezas do artesanato paraibano. Como exemplos podem ser citados os seguintes pontos turísticos:

 

• Parque Sólon de Lucena [Fica mais bonito quando iluminado de noite]

• Praça Antenor Navarro

• Teatro Santa Rosa [fechado para obras]

• Igreja São Francisco [visita guiada R$ 4,00]

• Praça dos Três Poderes

• Basílica N. Senhora Das Neves.

• Mosteiro de São Bento

• Igreja de N. Senhora Do Carmo.

• Casa do Artista Popular

• Farol do Cabo Branco – Ponta do Seixas

• Estação Ciência

• Mercado de Artesanato Paraibano

 

As operadoras de turismo como a Luck cobram R$40,00 por pessoa, o city tour é feito em ônibus, mas depende de fechamento de grupos.

 

Decidimos explorar a pé, pegamos um ônibus para o terminal do centro e de lá saímos pelas ruas munidas de um mapa-guia de turismo. Os pontos turísticos não são tão pertos um dos outros. Há quadras em que tem concentração de dois ou mais três pontos turísticos. Dava um trabalhão localizar no sol quente os pontos, e tínhamos que andar muito. Pés inchados e pouquíssimas eram as informações que conseguíamos das pessoas que circulavam. Achei estranho o fato que em João Pessoa as pessoas não saberem dar informação e nem ter vontade de procurar saber. A cada abordagem a resposta foi praticamente a mesma: NÃO SEI e um semblante carrancudo. E o mais assustador é que geralmente estávamos a uma quadra do ponto turístico, ou atrás. Nem a Igreja com sua enorme torre era percebida pelos funcionários das lojas. O jeito foi enxergar o enorme mapa com seus minúsculos pontos turísticos identificados.

 

Uma vantagem de não ter fechado com a agência foi encontrar os lugares vazios antes da chegada dela, podíamos aprender e tirar fotos com maior liberdade no espaço. Sempre encontrava com a empresa na saída dos pontos turísticos, em alguns na verdade, pois parece não abranger aqueles pontos em que só se chega a pé.

 

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De João Pessoa para Fortaleza

 

A passagem aérea para este trecho pela Azul estava R$200,00 com as despesas de táxi até o aeroporto e meio-diária até a hora do voo optamos por fazer o trecho de ônibus durante a madrugada.

 

Fizemos check out no hostel no horário do almoço, pois não havia guarda-volumes. Pegamos uma carona dentro do hostel até a rodoviária (menos R$30,00 :D). Chegando a rodoviária guardamos nossas malas no guarda-volumes, R$3,00 por volume) e fomos andar pelo centro.

 

Almoçamos em um restaurante a três ou quatro quarteirões da rodoviária, vire à direita siga por mais dois quarteirões e depois vire á esquerda. O restaurante fica na rua Silera Jardim próximo ao Shopping Popular 4400. R$29,90 o Kg, comida gostosa e diversificada. Próximo às 17hs retornamos à rodoviária, retiramos as malas do guarda volume e trocamos de roupa para a longa viagem.

 

O ônibus saiu 20hs da rodoviária e chegou por volta das 7:30 na rodoviária de Fortaleza. A viagem foi bastante tranquila e dormimos em todo o trecho. A empresa que faz a linha é a Viação Nordeste, são 740 km de distância, o preço da passagem é R$114,00 e não aceitam cartões nem débito, nem crédito.

 

Os funcionários do guichê da empresa na rodoviária não dão informações oralmente, para toda pergunta batem a unha no vidro e dizem que é para vc ler. Sorte que sou alfabetizada e enxergo perfeitamente, né não?! Lembrei-me do taxista Xavier [risos de adeus].

 

 

Obs.: algumas fotos como no Km 0 da Transamazônica ou centro histórico serão melhores visualizadas se abertas em novas guias.

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