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LEO_THC

Uma Noite de terror no deserto boliviano

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Em relação ao concurso, estou em primeiro lugar em quantidade de visitas e em segundo em qualidade, conto com a galera na segunda fase do consurso, essa vai ser osso!

 

abraço

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O engraçado é que isso existe em tudo que é lugar, eu sou militar e já andei com minha mochila nas costas um bom tempo, nunca tive bolha no pé e justo um dia que fiz uma marcha de 32 km me saiu uma bolha na ponta no dedo minimo, foi triste! hehe Eu tinha o melhor coturno, tinha feito a amarração especifica pra caminhada, arrumei tudo o que eu podia e caí nesse perrengue. Quem já caminhou isso tudo com uma mochila nas costas sabe que uma bolha é de matar hehe

Só pra dizer que independe do quanto expert vc é no assunto, algo pode dar errado e as vezes algo que você nunca imaginaria.

Abraço!

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Fala Léo!

muito bom trelato, muito bem escrito! já dormi ai nesse mesmo abrigo...faz frio mesmo, mas o que sempre me incomoda é a altitude, não tem jeito. Aliás, conheço muito poucas pessoas que dormem BEM em altitude, é sempre aquele sono com sustos, boca seca, etc...

 

sobre preconceitos entre brasileiros por esse mundo afora, os há!

confesso que já fugi de alguns... me recordo especificamente de uma vez que estava acampado em el calafate, num camping dentro da cidade. Tinha ficado acampado nele umas 2 semanas atrás, antes de ter ido para el chalten, e o camping estava um brinco, tudo limpo, etc...chegando ao refeitorio do mesmo camping, duas semanaes depois, aquela ZONA, comida espalhada pra tudo que é lado, panelas sujas na pia, etc, e? era obra de um grupo de uns 6 brasileiros, pior que eram aquio do Rio mesmo, rsrsrsrsr

 

Mas já me encontrei com muitos brasileiros por essas montanhas das Américas e com eles fiz muita amizade...

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chegando ao refeitorio do mesmo camping, duas semanaes depois, aquela ZONA, comida espalhada pra tudo que é lado, panelas sujas na pia, etc, e? era obra de um grupo de uns 6 brasileiros, pior que eram aquio do Rio mesmo, rsrsrsrsr

 

Mas já me encontrei com muitos brasileiros por essas montanhas das Américas e com eles fiz muita amizade...

 

Pô Trota ! Pensei que fosse falar que eram "paulistas" !! hahahahahaaha. ::lol4::

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Trotatorres, esse lance de desorganização em camping é uma merda. Estive por 10 dias este mês em um camping na Chapada Diamantina, o mesmo camping que frequento a anos e acozinha meu irmão é um caus quando tem muita gente no lugar, ou as vezes nem precisa ter tanta gente. O dono do lugar colocou uma plaquinha escrita: "sujou, lavou!", mas não tem jeito, o povo faz uma comida e não tem a coragem de lavar e a cozinha fica aquela "nhaca", isso me da nojo...e daí fecho a cara e acabo como chato. Agora veja se tenho obrigação de conviver com sujeira... Obrigado pelo elogio!! mereço uns pontinhso aqui no mochileiros não??? hehe dá um votinho... conto com seu voto lá na segunda fase do concurso!!! abraço!

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Nossa, que babado rolou nesse tópico. Mas o relato ficou animal, hein Leo!

Eu revivi muita coisa lendo aqui...

 

Vai vendo! Tô me curando até hoje de alguma coisa que eu não sei o que é, mas sei que peguei essa praga na Bolívia.

 

O Salar é maravilhoso, mas tenho que dizer que se tem uma coisa que a gente pode ter certeza que vai acontecer são imprevistos.

No segundo dia, meus olhos, garganta, nariz, tudo, ardiam tanto, que eu cheguei a desejar voltar pra casa.

 

No terceiro dia então, nem se fala. Eu, tava cheia dos agasalhos, comecei a tossir feito doida, e na volta pra SP (obs: a paulista, paulistana e são paulina aqui não odeia ninguém, ao contrário, ama tudo e todos, sem limites! :roll:), achei que ia morrer com uma gripe boliviana.

Comecei a sentir dores fortes no peito, não conseguia dormir deitada, não conseguia respirar, dar risada, espirrar, falar rápido, NADA! Fiquei 20 dias dormindo sentada, fui em 17 médicos (isso mesmo! 17!) e ninguém sabia o que eu tinha.

Perdi a conta de quantas vezes fui no pronto-socorro e de quantos tipos de exames fiz.

Bem, o resultado do meu terror pós-altiplano foi um diagnóstico incerto, já que 2 pneumologistas disseram que talvez seria pneumonia por causa da friagem que passei, e outros 2 disseram que poderia ser TEP - Trombo Embolia Pulmonar, por causa da altitude que eu enfrentei.

Adivinha se depois de 1 mês fazendo exames alguém descobriu alguma coisa...

Bem.. eu descobri que vaso ruim não quebra e, seja lá o que for, eu me curei sozinha.

 

A Bolívia me deu presentes que nunca vou esquecer... Eu chorei de noite olhando aquele céu estrelado.

Mas tenho que dizer que, de coração, acho que nunca mais voltarei pra lá. Pulmão eu até tenho 2, mas coração pra aguentar isso, ahh... tenho 1 só.

 

Bjo!

(obs: não sei se tá rolando a voltação, mas eu voltei. vc é de fato um jornalista nato. seus textos são tão faceis de ler... :P )

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Nossa, que babado rolou nesse tópico. Mas o relato ficou animal, hein Leo!

Eu revivi muita coisa lendo aqui...

 

Vai vendo! Tô me curando até hoje de alguma coisa que eu não sei o que é, mas sei que peguei essa praga na Bolívia.

 

O Salar é maravilhoso, mas tenho que dizer que se tem uma coisa que a gente pode ter certeza que vai acontecer são imprevistos.

No segundo dia, meus olhos, garganta, nariz, tudo, ardiam tanto, que eu cheguei a desejar voltar pra casa.

 

No terceiro dia então, nem se fala. Eu, tava cheia dos agasalhos, comecei a tossir feito doida, e na volta pra SP (obs: a paulista, paulistana e são paulina aqui não odeia ninguém, ao contrário, ama tudo e todos, sem limites! :roll:), achei que ia morrer com uma gripe boliviana.

Comecei a sentir dores fortes no peito, não conseguia dormir deitada, não conseguia respirar, dar risada, espirrar, falar rápido, NADA! Fiquei 20 dias dormindo sentada, fui em 17 médicos (isso mesmo! 17!) e ninguém sabia o que eu tinha.

Perdi a conta de quantas vezes fui no pronto-socorro e de quantos tipos de exames fiz.

Bem, o resultado do meu terror pós-altiplano foi um diagnóstico incerto, já que 2 pneumologistas disseram que talvez seria pneumonia por causa da friagem que passei, e outros 2 disseram que poderia ser TEP - Trombo Embolia Pulmonar, por causa da altitude que eu enfrentei.

Adivinha se depois de 1 mês fazendo exames alguém descobriu alguma coisa...

Bem.. eu descobri que vaso ruim não quebra e, seja lá o que for, eu me curei sozinha.

 

A Bolívia me deu presentes que nunca vou esquecer... Eu chorei de noite olhando aquele céu estrelado.

Mas tenho que dizer que, de coração, acho que nunca mais voltarei pra lá. Pulmão eu até tenho 2, mas coração pra aguentar isso, ahh... tenho 1 só.

 

Bjo!

(obs: não sei se tá rolando a voltação, mas eu voltei. vc é de fato um jornalista nato. seus textos são tão faceis de ler... :P )

 

Muito obrigado Milena pelo elogio, principalmente a parte do jornalista nato! rsrsrs Breve outros relatos...

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Isso Trota, lá no site as estrelas vc avalia de acordo com o que vc achou... aqui a màozinha verde para cima! heh

 

 

Lembrando que o Jorge Soto também tem um texto inscrito nesse concurso e está muito bem também!

 

abraço e valeu a força!

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Pessoal

 

Já tem um tempo que não escrevo nada aqui. Porém agora devo me manifestar sobre os "turistas" brasileiros no exterior. Nas férias, nestes últimos anos, tenho viajado sempre para os países do mercosul. A impressão que eu tenho que parte dos brasileiros que viajam são fiasquentos, gostam de falar alto, são mal educados e gostam de chamar a atenção para si. A minha postura, neste caso é fazer de conta que não os vejo. Sempre falo com os meus sobre viagens para o exterior que além de estarmos fazendo uma viagem de turismo também estamos REPRESENTANDO O NOSSO PAÍS. Sendo assim nunca tive dificuldades em nenhum país que estive.

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Pessoal

 

Já tem um tempo que não escrevo nada aqui. Porém agora devo me manifestar sobre os "turistas" brasileiros no exterior. Nas férias, nestes últimos anos, tenho viajado sempre para os países do mercosul. A impressão que eu tenho que parte dos brasileiros que viajam são fiasquentos, gostam de falar alto, são mal educados e gostam de chamar a atenção para si. A minha postura, neste caso é fazer de conta que não os vejo. Sempre falo com os meus sobre viagens para o exterior que além de estarmos fazendo uma viagem de turismo também estamos REPRESENTANDO O NOSSO PAÍS. Sendo assim nunca tive dificuldades em nenhum país que estive.

 

Mario, da mesma forma que encontrei brasileiros FDP encontrei uma galera super gente fina, FINA mesmo, educada e encontrei argentinos zoadentos, italianos bêbados pagando mico. Somente quand vejo gente desse tipo faço de conta que não vejo, um contado de sua terra em país estranho sempre é bom e nos da uma "certa segurança".

 

ab

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Leo, seu relato é fantástico! Parabéns, até me arrepiei.

Como contei no meu relato, sobre BsAs, Bariloche e Pucón, sou de Belém, e crescemos ouvindo que sulistas acham que nós criamos onça, andamos de cipó e canoa, desviamos de flechas e tropeçamos em jacarés. Minha experiência mostrou o contrário, que a maioria das pessoas de outros estados acha legal conhecer um paraense, tenho amigos paulistas, catarinenses, cariocas, goianos, pernambucanos, gaúchos... A viagem que fiz pra Argentina e Chile, ano passado, só reforçou esse pensamento. Momentos maravilhosos, grandes risadas, com gente do Brasil inteiro. Problema, só em Pucón, com três meninas que, por acaso, eram cariocas. Nos conhecemos na agência de escalada pro vulcão, marcamos de alugar um carro, combinamos esperar no hostel, nada... Encontramos elas de novo na rua, falaram que ainda não tinham conseguido alugar. Bem depois, na base do vulcão, nos cruzamos, elas DE CARRO, e simplesmente viraram a cara e aceleraram. Tenho quase certeza que fizeram isso por sermos de Belém, porque, antes, estavam bem empolgadas. Sei que cariocas em geral não são assim, elas eram exceção. Mas é isso aí, gente cretina tem aqui em Belém e no resto do Brasil, assim como gente legal também. Esse negócio de generalizar é perigoso.

Abraços, galera mochileira!

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Leo, seu relato é fantástico! Parabéns, até me arrepiei.

Como contei no meu relato, sobre BsAs, Bariloche e Pucón, sou de Belém, e crescemos ouvindo que sulistas acham que nós criamos onça, andamos de cipó e canoa, desviamos de flechas e tropeçamos em jacarés. Minha experiência mostrou o contrário, que a maioria das pessoas de outros estados acha legal conhecer um paraense, tenho amigos paulistas, catarinenses, cariocas, goianos, pernambucanos, gaúchos... A viagem que fiz pra Argentina e Chile, ano passado, só reforçou esse pensamento. Momentos maravilhosos, grandes risadas, com gente do Brasil inteiro. Problema, só em Pucón, com três meninas que, por acaso, eram cariocas. Nos conhecemos na agência de escalada pro vulcão, marcamos de alugar um carro, combinamos esperar no hostel, nada... Encontramos elas de novo na rua, falaram que ainda não tinham conseguido alugar. Bem depois, na base do vulcão, nos cruzamos, elas DE CARRO, e simplesmente viraram a cara e aceleraram. Tenho quase certeza que fizeram isso por sermos de Belém, porque, antes, estavam bem empolgadas. Sei que cariocas em geral não são assim, elas eram exceção. Mas é isso aí, gente cretina tem aqui em Belém e no resto do Brasil, assim como gente legal também. Esse negócio de generalizar é perigoso.

Abraços, galera mochileira!

 

E vocês criam onça mesmo?? ::lol4:: Brincadeira! Sobre nós, alguns pensam que somos o esteriótipo exato do personagem nordestino nas novelas da globo, falando "meu rei" expressão que de fato passou por aqui na década de 80 e desde então NUNCA MAIS ninguém falou entre outras perolas.

Mas é isso aí gente cretina e preconceituosa rola em todo o canto!

 

ab

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Galera, a primeira fase do consurso acaba dia 04/08, quem puder dar uma força avaliando meu texto agradeço! Muita gente tem dúvida mas é fácil, você clica neste link http://www.adventurezone.com.br/concurso/post.php?id=61

e vai ver 4 estrelas, bom, ótimo exelente, etc.... votem honestamente ou se estiver sem saco pra ler, vote em excelente e pronto! ::lol4::

 

abraço!

 

http://www.adventurezone.com.br/concurso/post.php?id=61

http://www.adventurezone.com.br/concurso/post.php?id=61

http://www.adventurezone.com.br/concurso/post.php?id=61

http://www.adventurezone.com.br/concurso/post.php?id=61

 

VOTEM!

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Fala Leo! Coincidentemente, hoje vim parar aqui nesse link também (pelos RSS do google). Fantástico teu relato, cara. Me lembrou até um perrengue que passei numa mochilada de primeira viagem que fiz em Monte Verde uns doze anos atrás. Claro que não chegou a -4 lá, mas eu tava bem menos preparado e sofri um bocado naquela noite. De certa forma foi bom, já que ao visitar o Peru, muitos anos depois, não esqueci aquela noite e me preparei demais contra o frio intenso, até porque visitei os andes no alto inverno. Mas o que eu queria acrescentar na polêmica aí é a experiência negativa que tive com brasileiros naquele país.

 

Numa noite em Aguas Calientes, na véspera da ira para Machu, parei para comer num barzinho daquele vilarejo. Tudo estava muito tranquilo: ambiente acolhedor, boa comida, boa bebida, pessoas conversando normalmente, grupos confraternizando, Tom Jobim na vitrola (sim, orgulhosamente!) e alguns turistas comentando animadamente sobre o que tinham visto no dia anterior e o que veriam no dia seguinte. Ambiente mais bucólico e tranquilo não existia naquele momento quando de repente... pá! Um barulho enorme de madeira batendo veio de uma mesa lá de fora! Depois seguiram-se gritos histéricos e vozes em tumulto. Que era? Um grupo de brasileiros completamente alcoolizados jogando truco alucinadamente num bar com o ambiente mais familiar do mundo. Todos olharam com aquela cara de ´são brasileiros, né? pfff´. Sabe, por mais que seja culturalmente aceitável, eu acho ridícula essa postura.

 

Dias depois, um guia em Cusco me confidenciou que só levava brasileiros para caminhar porque eles eram alguns dos grupos mais numerosos que apareciam por lá. Disse que em sua maioria, são bagunceiros, não sabem se portar, não obedecem às regras e reclamam o tempo todo. Achei essa coisa toda muito chata, mas em vez de me disfarçar de italiano preferi ostentar meu boné brasileiro e tratar a todos com a maior educação e respeito possíveis, fazendo minha parte para desmistificar a figura do brazuca mal-educado. Espero ter mudado a visão de pelo menos alguns ali.

 

É isso!

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Eu também tentei desfazer as estatísticas me portando, respeitando os espaços pra ver se limpa um pouco a barra dos brazucas...Valeu pelo elogio. Abraco!

 

 

Fala Leo! Coincidentemente, hoje vim parar aqui nesse link também (pelos RSS do google). Fantástico teu relato, cara. Me lembrou até um perrengue que passei numa mochilada de primeira viagem que fiz em Monte Verde uns doze anos atrás. Claro que não chegou a -4 lá, mas eu tava bem menos preparado e sofri um bocado naquela noite. De certa forma foi bom, já que ao visitar o Peru, muitos anos depois, não esqueci aquela noite e me preparei demais contra o frio intenso, até porque visitei os andes no alto inverno. Mas o que eu queria acrescentar na polêmica aí é a experiência negativa que tive com brasileiros naquele país.

 

Numa noite em Aguas Calientes, na véspera da ira para Machu, parei para comer num barzinho daquele vilarejo. Tudo estava muito tranquilo: ambiente acolhedor, boa comida, boa bebida, pessoas conversando normalmente, grupos confraternizando, Tom Jobim na vitrola (sim, orgulhosamente!) e alguns turistas comentando animadamente sobre o que tinham visto no dia anterior e o que veriam no dia seguinte. Ambiente mais bucólico e tranquilo não existia naquele momento quando de repente... pá! Um barulho enorme de madeira batendo veio de uma mesa lá de fora! Depois seguiram-se gritos histéricos e vozes em tumulto. Que era? Um grupo de brasileiros completamente alcoolizados jogando truco alucinadamente num bar com o ambiente mais familiar do mundo. Todos olharam com aquela cara de ´são brasileiros, né? pfff´. Sabe, por mais que seja culturalmente aceitável, eu acho ridícula essa postura.

 

Dias depois, um guia em Cusco me confidenciou que só levava brasileiros para caminhar porque eles eram alguns dos grupos mais numerosos que apareciam por lá. Disse que em sua maioria, são bagunceiros, não sabem se portar, não obedecem às regras e reclamam o tempo todo. Achei essa coisa toda muito chata, mas em vez de me disfarçar de italiano preferi ostentar meu boné brasileiro e tratar a todos com a maior educação e respeito possíveis, fazendo minha parte para desmistificar a figura do brazuca mal-educado. Espero ter mudado a visão de pelo menos alguns ali.

 

É isso!

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