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Oi, gente!

Vou procurar fazer o relato da nossa viagem incluindo informações, dicas e gastos. Acho que vai ser um looongo relato :lol: , então vamos lá.

 

24/01 – Chegada em Roma

 

Nosso voo havia saído de Porto Alegre no dia anterior, às 20:45, direto a Lisboa, pela TAP. Bom serviço de bordo, janta gostosa (com direito a vinho português!), travesseirinho e coberta, boas opções de filmes, e ainda café-da-manhã.

A imigração foi muito tranquila. A gente lá com aquela pasta cheia de comprovantes impressos, hospedagem, bilhete aéreo da volta, comprovantes das compras de euros, seguro (Certificado de Schengen), e até os contracheques levamos para comprovar vínculo de emprego no Brasil... e tudo se resumiu a olhar o passaporte, carimbar e chamar o próximo da fila.

Tínhamos mais ou menos 1 hora para chegar no portão do embarque para Roma, mas tratamos de ir logo. Foi nossa primeira ida à Europa, estávamos impressionados com o tamanho do aeroporto! Não foi difícil de achar, embarque e decolagem praticamente na hora, e uhuuuu, estamos quase chegando!

Chegamos no aeroporto Fiumicino mais ou menos 15h. Foi um pouquinho confuso de achar a esteira das bagagens (um pouco atordoados pela excitação de ter chegado!), fomos seguindo o fluxo de quem tinha desembarcado e encontramos. Na saída do desembarque mais um pouquinho de tensão “Será que teremos que mostrar o passaporte carimbado? Será que pedirão para ver nossos comprovantes das bagagens?”, e nada, ninguém nem olhou para nossa cara! :)

Para ir do aeroporto ao Termini (estação central de trens e metrôs), estávamos entre 2 opções: 1ª os ônibus que custam entre 6 e 8 euros e levam cerca de 50-60 minutos, logo ao sair do desembarque tem alguns balcões de empresas que têm esse serviço. O próximo sairia em cerca de 1 hora. 2ª o trem Leonardo Express, 14 euros, cerca de 30 minutos a viagem. Nesse tempinho em que decidíamos como ir, fomos abordados por um taxista que ofereceu nos largar na porta do hotel por 15 euros por pessoa, era um taxista com crachá, nos mostrou o balcão da empresa dele, parecia confiável. Agradecemos e fomos no Ponto de Informações Turísticas comprar nosso Roma Pass (34 euros cada, mais informações http://www.romapass.it/). Com o cartão comprado (que não inclui transporte do/para aeroporto), e por estar uma chuvinha chata, resolvemos ir com o taxista, apesar do nosso hotel ser bem ao lado do Termini.

Era uma Doblô, e junto foram mais dois casais que ele iria largando pelo trajeto. Foi muito legal, foi praticamente uma tour inicial por Roma. Quando passamos por umas ruínas e vi uma plaquinha escrito Therme di Caracalla já fiquei emocionada, e de repente surge à nossa frente o Coliseu... a sensação de “estamos MESMO em Roma” foi indescritível!

O taxista foi bem simpático, foi nos dando várias dicas legais de onde comer e passear. Chegando ao nosso hotel a rua estava em obras, então ele andou duas quadras de ré :o por outra rua para nos deixar o mais perto possível da entrada, ficamos a meia quadra, e ele ainda largou um “eu sou o rei de Roma” cheio de orgulho, :D que figura!

Ficamos no Hotel Ciao (Via Marsala, 96), mas a recepção, o check-in e o café-da-manhã eram no Hotel Luciani (Via Milazzo, nº8), a meia quadra de distância. Fizemos todas as reservas de hotéis pelo Booking, e cerca de duas semanas antes da viagem mandamos e-mail para todos confirmando as reservas (levamos impressos os vouchers do Booking E as confirmações por e-mail, vai saber...). Pagamos 195 euros por 5 diárias (sem incluir 2 euros por pessoa por diária de imposto municipal). Gostamos do quarto, bom aquecimento, chuveiro bom e bem quente, cofre, não tem wi-fi. Café-da-manhã bem bom: máquina com algumas variedades de café, pão, frios, um croissant por pessoa, e Nutella (esse eu comi TODOS os dias), naquelas embalagenzinhas pequenas do tipo de manteiga ou geleia. O que eu não como de Nutella no Brasil por ser caro, comi lá! ::otemo::

Já eram umas 17 h quando largamos as malas no hotel, saímos para conhecer os arredores e ir à única visita turística do dia, que era próxima do hotel: a Basílica de Santa Maria Maggiore (horário de abertura 7h-18h45min). Linda, desde a sua fachada, seus portões, ao interior, o teto, etc.

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Passamos em um supermercado em frente à Basílica para comprar água e alguns lanchinhos para os próximos dias, tipo biscoitos e frutas. Nós gostamos de passear em supermercados também :lol: , ver os vegetais típicos do local, os produtos em geral, sem falar na variedade e nos preços dos vinhos, dá vontade de trazer uma mala cheia.

Para finalizar o dia, jantamos em um restaurante próximo. Um menu fisso que saiu por 10 euros por pessoa, aliás foi o menu fixo mais barato que comemos por lá. Incluía um primo piatto entre 3 opções de massa, um secondo piatto que dava 3 opções de carne com algum acompanhamento, uma taça de vinho ou de água (tomamos vinho, claro!) e uma porçãozinha de sobremesa que era tipo um tiramisu falsificado, mas estava bom. Claro que por esse preço a comida era simples, mas ao longo de toda a nossa viagem todas as massas simples que comemos eram deliciosas!

Voltamos ao hotel para descansar de toda essa função da viagem e da chegada, o dia seguinte era dia de nada mais nada menos que Coliseu!

 

25/01 – Coliseu e arredores, Museus Capitolinos, entre (muitos) outros

 

Pegamos o metrô no Termini utilizando nosso Roma Pass, que é ativado ao ser usado pela primeira vez em um meio de transporte ou em alguma das atrações inclusas. O Coliseu fica a apenas duas paradas, e ao sair da estação já se dá de cara com ele, lindo, majestoso, impressionante! Chegamos 8h25, tinha uma pequena fila para quem ia comprar ingressos na hora e nenhuma fila para quem tinha o Roma Pass. Aliás, essa é uma das maiores vantagens do cartão: filas à parte, que costumam ser muito menores.

Demos uma caminhada por fora antes de entrar, e lá dentro... bom, lá dentro não tem explicação, as fotos dão uma pequena ideia, mas só estando lá para sentir.

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Depois de mais ou menos uma hora e meia curtindo calmamente o lugar, que começava a encher, saímos e fomos ao Palatino. O conjunto Coliseu+Palatino+Foro Romano conta como uma só atração para quem usa o Roma Pass, e para quem compra o ingresso um único bilhete (12 euros) dá direito a entrar nos 3.

O Palatino foi o lugar com menos gente dos 3. Lugar bem arborizado, muito agradável de se conhecer. É recomendável levar um guia que explique o que é cada um das construções, fica muito mais interessante, no nosso caso levamos o Guia Visual da Folha.

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Após o Palatino, já emendamos o Foro Romano. Fantástico! Uma sensação de viagem ao passado, saber que estamos pisando onde era o centro da vida daquele povo há 2 mil anos atrás, e ainda assim uma parte dos prédios que existiam naquela época ainda está ali até hoje. Aqui vale aquela mesma dica do Palatino, de ter um guia que explique o que é cada coisa.

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Era próximo do meio-dia quando saímos do Foro Romano. Passamos pelo Monumento a Vittorio Emanuele, subimos umas escadarias por dentro dele que levam a uma saída lá em cima, na porta da igreja Santa Maria in Aracoeli. A sua fachada é bem rústica e até simples, e resolvemos entrar “só para dar uma olhadinha”. Linda, seguindo a regra das igrejas por aqui. Ficamos pouco minutos dentro dela, até sairmos por uma porta quase nos fundos que dava em uma ruazinha ao lado dos Museus Capitolinos, e que levava a um mirante com uma vista espetacular do Foro Romano, com o Coliseu ao fundo. Belíssima vista! Voltamos até a Piazza del Campidoglio, ficamos um pouco ali curtindo, e aí tivemos que voltar ao hotel porque o meu amorzinho queria pegar mais um casaco. Não menospreze o frio italiano! Mesmo com um dia lindo de sol, como era o caso, o frio pega em janeiro!

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Voltamos até o Coliseu para pegar o metrô, durante a caminhada passamos pela Coluna de Trajano (linda, toda trabalhada!), e avistamos o Mercado de Trajano. Depois de passar no hotel, aproveitamos para almoçar ali pertinho mesmo. Pedimos uma lasanha à bolonhesa, uma berinjela à parmeggiana, e uma fatia de pizza de mussarela, tomate e rúcula, tudo estava delicioso e deu 13,50 euros.

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A próxima atração do dia seria a igreja de San Pietro in Vincoli (das 8h às 12h30min e das 15h às 18h). Poderíamos pegar o metrô novamente, pois tínhamos 72h de transporte público liberado com o Roma Pass, mas ainda faltava mais ou menos uma hora para a abertura da igreja, então fomos andando. Aproveitamos para passar na Santa Maria degli Angeli e dei Martiri (na Piazza della Repubblica, a duas quadras do Termini). Não estava entre as atrações imperdíveis do nosso roteiro, mas foi uma ótima surpresa. Além do seu interior ter uma decoração lindíssima em mármore rosa, tem um meridiano (uma espécie de relógio solar) muito interessante no chão, e um órgão de um tamanho descomunal!

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Seguimos caminhando até San Pietro in Vincoli, para chegar nela é preciso subir uma ruazinha estreita bem na frente da estação de metrô Cavour. Nesta igreja estão as correntes que supostamente prenderam São Pedro, o que é bastante interessante, mas queríamos mesmo era ver o Moisés, de Michelângelo. Que escultura linda! Impressionante! Os detalhes esculpidos, a musculatura, a leveza com que ele segura sua barba... Só mesmo um gênio para fazer uma obra dessas. Sentamos nos degraus bem em frente à escultura e ficamos ali um tempão, admirando cada detalhe.

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Saindo dali paramos para tomar o primeiro cafezinho italiano. Se pedir um espresso, não se assuste, vem mais ou menos um dedo de café no fundo da xícara, preto, cremoso, forte! A gente já sabia e estávamos preparados, e achamos delicioso, eu particularmente tomaria cafezinho sempre desse jeito. Custou 1,5 euro cada. Quem quiser um cafezinho parecido com o brasileiro deve pedir um espresso lungo.

Fomos caminhando novamente até a Piazza Venezia, em frente ao Monumento a Vitorio Emanuele, caminhamos mais um pouco passando por algumas atrações não tão famosas: Teatro di Marcelo, Templos do Foro Boarium, Arco de Janus, até chegar à igreja onde está a Bocca della Verittá. Tinha uma fila de umas 50 pessoas para tirar foto com a mão dentro da Bocca, e ainda por cima tinha que pagar 0,50 euro. Tiramos uma foto do lado de fora e seguimos. Seguimos por algumas ruazinhas dos arredores, e a cada esquina que se virava tinha uma igrejinha, uma fonte, uma escultura... Reserve algum tempo para caminhar sem rumo pelas ruas de Roma, é muito legal.

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Voltamos e fomos aos Museus Capitolinos, seria a 2ª e última atração grátis com o Roma Pass, e o último ponto turístico do dia, pois fecha mais tarde que as outras coisas (3ª a Dom, das 9h às 20h). Cerca de 2 horas dá para curtir com calma o Museu, entre os destaques estão a Lupa Capitolina, a Medusa de Bernini e o original da estátua de Marco Aurélio em seu cavalo, toda em bronze, cuja cópia está no centro da Piazza del Campidoglio.

Fomos embora a pé pela Via dei Fori Imperiali, vendo o Foro Romano à noite. Fomos até o Coliseu, muito lindo todo iluminado, ficamos ali curtindo mais um pouco. Pegamos o metrô para voltar ao hotel. Jantamos em outro restaurante que oferecia menu fixo, no mesmo esquema primeiro+segundo prato+vinho ou água, em um restaurante bem pertinho do hotel, o L'Antica Locanda, na Via Marsala, muito bem servido, ficou em 15 euros por pessoa.

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26/01 – Castel Sant'Angelo, Piazza Navona, Fontana di Trevi e arredores

 

Pegamos o ônibus 64 no terminal de ônibus do Termini para ir ao Castel Sant'Angelo. Os ônibus lá não tem cobradores, é preciso comprar o bilhete em tabacarias antes de embarcar ou em máquinas de auto-atendimento, e é obrigatório validar o bilhete (assim como o Roma Pass) nas máquinas amarelas dentro do ônibus. Se entra um fiscal e verifica que alguém não validou ou não tem bilhete, essa pessoa será multada. O interessante é que nós só viamos os turistas validando os bilhetes... :?

Chegando ao Castel (aberto de 3ª a dom, das 9h às19h), já tínhamos utilizado o Roma Pass em duas atrações que ele dava entrada gratuita, mas o apresentamos e pagamos 7 euros em vez de 9 que é o normal. O passeio por dentro do castelo é muito legal, além de oferecer belas vistas da cidade.

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A seguir, fomos caminhando até a Piazza Navona. Linda! Como era um domingo, estava cheia de turistas mas também de locais, famílias passeando, e vários artistas expondo seus quadros. As fontes são maravilhosas, em especial a Fontana dei Quattro Fiumi, o contraste do branco das esculturas com o verdinho da água é demais! Compramos em uma rua próxima o primeiro gelato italiano, pegamos um de nocciola (avelã) e um de stracciatella (tipo o nosso flocos), e sentamos nos banquinhos junto à fonte, ficamos ali aproveitando. Entramos na igreja Sant'Agnese in Agone, bem ali em frente, mas ficamos pouco tempo pois estava cheia de gente, nem deu para ver direito.

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Fomos até o Campo dei Fiori, onde ocorre uma feira de produtos típicos, além de roupas, flores, bugigangas etc. Compramos um pedaço de um queijo pecorino maravilhoso, umas 100 gramas por 3,5 euros. Ali tem diversos restaurantes charmosos, almoçamos no Maranega Roma, com uma taça de espumante para cada um de cortesia! Pedimos duas pizzas, estavam ma-ra-vi-lho-sas, massa bem fininha e crocante, assada em forno à lenha, cobertura deliciosa. Com um taça de vinho (um Brunello di Montalcino divino) deu 29 euros.

Seguimos para o Pantheon. Antes de chegar passamos pelo Largo di Torre Argentina, recentemente funcionava ali uma espécie de ONG que cuidava de gatos abandonados. Essa entidade mudou-se e seguem ali as escavações, pois é um sítio arqueológico e dizem ser o local onde Júlio César foi assassinado. Interessante.

O Pantheon (abre das 9h às 18h) é lindo, impressionante pelo seu tamanho, pela sua arquitetura e pela época em que foi construído. E sim, quando chove entra água pelo óculo, tinha chuviscado e o centro da parte interna estava molhado!

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Fomos para a igreja Santa Maria Sopra Minerva (8h às 13h e 15h30 às 19h), mas ainda estava fechada. Então fomos à igreja Sant'Ignazio di Loyola (9h às 19h), que é bem pertinho. A atração desta é o teto ilusionista, existe uma marcação no solo com um círculo dourado que é o ponto ideal para observação do teto, e o negócio realmente é 3D, o efeito daquela pintura é incrível! Voltamos para Santa Maria Sopra Minerva, com seu belo teto estrelado, além do Cristo de Michelângelo, belíssimo!

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Hora de ir para uma das atrações mais esperadas de Roma por nós: a Fontana di Trevi. Antes de virar a esquina onde ela se encontra já dá para ouvir o barulho da água escorrendo. E ao dar de cara com ela, o “UAU” é inevitável! Magnífica! Compramos outro gelato e ficamos ali sentados curtindo o visual e o movimento. E, claro, atiramos moedinhas para garantir nosso retorno à Roma um dia.

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Último destino do dia: igreja Santa Maria della Vittoria (9h às 12h e 15h30 às 18h30). Queríamos muito ver a escultura “Êxtase de Santa Teresa”, de Bernini. Mais uma escultura espetacular, as dobras da roupa parecem tecido e não mármore!

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Passamos novamente no supermercado para pegar pão, queijo e presunto cru, e nessa noite fizemos uma tábua de frios com o vinho que tínhamos comprado no outro dia, no quarto do hotel mesmo.

 

27/01 – Vaticano

 

Novamente pegamos um ônibus no terminal em frente ao Termini, linha 64, a mesma que pegamos para ir ao Castel Sant'Angelo. Chegamos pela lateral da Praça São Pedro, era cedinho e os primeiros turistas estavam a recém chegando. A grandeza do lugar realmente impressiona, tanto a Praça quanto a fachada da Basílica. Ficamos um tempinho admirando a praça, quando resolvemos entrar na Basílica já se formava uma fila.

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Todos devem passar seus pertences por equipamentos de raio-x tipo os de aeroporto, mas andou rápido. Deixamos nossa mochila no guarda-volumes e entramos na Basílica (aberta das 7h às 18h30). UAU! Belíssima, imponente, deslumbrante, ricamente decorada! Logo à direita quando se entra já se dá de cara com a Pietá! Tudo é muito bonito, cheio de detalhes, até o chão é lindíssimo!

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Depois de andar com calma por todos os cantos, resolvemos subir até a Cúpula (aberta das 8h às 17h). Dá para subir a pé (de graça), ou pagar 7 euros e subir uma parte de elevador e o resto a pé. Como já iríamos caminhar muito nos Museus do Vaticano à tarde, pegamos o elevador, e depois se encara mais 320 degraus. Mas valeu a pena, a vista é única! A essa altura caía um chuvisqueiro chatinho, mas não tirou o brilho daquele visual.

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Descemos, saímos da Basílica e seguimos junto ao muro que delimita o Vaticano, em direção aos Museus. Paramos em um restaurantezinho por ali para almoçar, pedimos um prato de massa, um prato de salada com atum e alcachofra e uma Coca-Cola, deu 11 euros.

Faltando dez minutos para uma da tarde, que era o horário dos nossos bilhetes, estávamos na entrada dos Museus do Vaticano (de 2ª a sábado, das 9h às 18h, com entrada até 16h, e último domingo do mês – gratuito – das 9h às 14, entrando até 12h30). Havíamos lido sobre filas homéricas para entrar nos Museus, coisas em torno de 2 horas de espera, então compramos antecipadamente pela internet (http://www.museivaticani.va/), eles vendem ingressos com até 60 dias de antecedência, 20 euros por pessoa (comprando lá presencialmente fica em 16 euros). Acredito que no inverno (tirando o período entre Natal e Ano Novo) essas tais filas não ocorrem, pelo menos não tinha quando chegamos. Só trocamos o voucher impresso pelos ingressos, deixamos a mochila no guarda-volumes (é obrigatório) e entramos. Alugamos um audio-guia (não tem em português) por 7 euros.

O nome Museus do Vaticano é no plural porque são realmente diversos museus, ou diversas alas com temáticas diferentes. E o conjunto é IMENSO! Tem muito coisa para ver: parte egípcia, parte etrusca, pinacoteca... entre outros. Além das obras expostas, não deixe de prestar atenção nos detalhes do museu em si: o chão e o teto são duas das coisas que mais gostamos ali. Gostamos muito também da Sala das Cartas Geográficas e das Salas de Rafael. Mas como a maioria das pessoas que estavam ali, o nosso grande foco era a Capela Sistina.

O interior da Capela Sistina é a única parte dos Museus onde não é permitido tirar fotos. Apesar disso, um monte de gente faz de conta que não entendeu e fica tirando, e os seguranças gritando a todo momento no photos!, e gritando também silence please, como assim “silêncio por favor”, são vocês mesmos que não param de gritar :lol: ! Bom, quanto aos afrescos da Capela, não tem como descrever. Aliás, nem fotos seriam suficientes para dar ideia. Deveria se chamar “Capela Divina”. Típico lugar que só estando lá para saber como é. Sentamos e ficamos embasbacados, admirando cada detalhe dos afrescos.

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Após, ainda tem algumas salas do Museu, mas realmente é difícil prestar atenção em algo depois da Capela Sistina. Saímos dos Museus já eram quase 18h. Comemos um panini (sanduíche) de salame na banquinha bem em frente à saída, 3,5 euros. Pegamos o metrô na estação Ottaviano e retornamos ao hotel.

Jantamos em outro restaurante da Via Marsala, o Binario Zero. Pedimos uma taça de espumante para cada um, uma entrada de petisquinhos (azeitona, queijos e frios), e um prato de massa para cada, tudo deu 34 euros.

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Dia 28/01 – Galleria Borghese, Cripta de Santa Maria Concezione, entre outros

 

Fomos ao Termini pegar o ônibus 910. Compramos os bilhetes na máquina de autoatendimento (aceita notas, moedas e cartão de crédito ou VTM), é simples de usar. Destino: Galleria Borghese.

Tínhamos comprado os ingressos pela internet com antecedência (http://www.galleriaborghese.it/), 13 euros cada. Abre de 3ª a Dom, das 8:30 às 19h30, e a reserva é obrigatória! Não adianta chegar lá e dizer “oi, eu queria conhecer o museu”, não dá, reserve antes :D ! Levamos os vouchers impressos, e uns minutos antes do horário marcado trocamos pelos ingressos.

Não se pode tirar fotos em seu interior, aliás, é obrigatório deixar bolsas e mochilas no guarda-volumes. Eu achei simplesmente fantástico! O museu não é muito grande, e a visita é limitada a 2h, mas vê-se tudo em menos tempo que isso. Para mim, três esculturas valem a visita a esse lugar, todas de Bernini: Apolo e Dafne, Davi e o Rapto de Proserpina. Em especial as duas últimas me deixaram em um estado de arrebatamento, indescritível! O Rodrigo foi me esperar do lado de fora do museu, enquanto eu ainda continuava lá, olhando cada detalhe.

Enfim, seguimos. Caminhamos pelos jardins da Villa Borghese, é como um parque, arborizado, com bancos, fontes, lugar muito bom para um passeio sem pressa.

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Fomos em direção à Piazza del Popolo, chega-se em um mirante sobre ela, uma vista muito bonita. Aí é só seguir ladeira abaixo até a praça. Entramos na igreja Santa Maria del Popolo (7h30 a 12h e 16h a 19h), queríamos ver a Capela Chigi (adoramos “Anjos e Demônios” e os outros livros de Dan Brown, e ficamos seguindo os pontos dos livros).

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Depois disso, andamos até a Scalinata di Spagna, subimos até a igreja Trinitá dei Monti (não entramos), passamos pela igreja Sant'Andrea delle Frate (só espiamos da porta, os originais dos anjos da ponte do Castel Sant'Angelo estão aqui), e procuramos um lugar para comer.

Almoçamos no restaurante Origano, resolvemos fazer uma refeição um pouco mais elaborada. Pedimos fiori di zucca de entrada, uma porção de ravioli ao molho de manteiga e sálvia, uma de lasanha de vegetais, um prato de frango (este era uma porção bem pequena) e duas taças de vinho, tudo deu 41 euros, mas valeu a pena, que comida deliciosa!

Seguimos caminhando feito camelos, passando por prédios belíssimos que nem sabíamos o que eram. Passamos pela igreja Sant'Andrea al Quirinale, entramos, demos uma volta nela e saímos. Quase ao lado, entramos na igreja San Carlo alle Quattro Fontane, demos uma volta e saímos. Junto a esta, fica um cruzamento de ruas bem interessante, com uma pequena fonte em cada esquina, por isso "quattro fontane". Passamos ainda pela Fontana del Tritone.

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Seguimos para Santa Maria della Concezione, para conhecer a cripta. Aberta das 9h às 12h e das 15h às 18h, entrada de 6 euros por pessoa. Não são permitidas fotos. Possui um museu sobre os monges capuchinhos, mas a cripta é a atração aqui. Os ossos dos monges não estão simplesmente amontoados, foram feitas obras de arte com eles! Os ambientes foram decorados com o arranjo dos ossos de diferentes formas. Muitos podem achar macabro, nós gostamos e achamos muito belo. A frase em uma placa resume bem o sentimento da visita a este lugar: “O que você é agora, nós um dia fomos; o que somos agora, você será um dia”.

Fomos até a estação Barberini e pegamos o metrô até o Coliseu (1,5 cada bilhete). Ficamos mais um pouco por ali, curtindo o lugar, e caminhamos em direção aos Foros. Curtimos muito o Foro de Minerva e o de Augusto, tem algumas placas que esquematizam como era antigamente o lugar comparando com o que resta hoje, dá direitinho para visualizar as construções como eram. E o melhor, esse lugar é grátis, ali, a céu aberto, 24 horas por dia! Roma é demais!

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Em uma rua entre a Coluna e o Mercado de Trajano, comemos o melhor sorvete da Itália, mais, o melhor sorvete da minha vida! Uma lanchonete com uma portinha estreita, pedi um de Nutella que vai servir de referência para todos os outros sorvetes que eu comer ::otemo:: . Custou 3,5 euros cada.

Fomos embora para o hotel. Passamos no supermercado que tem dentro da estação do Termini e compramos uns pedaços de pizza para jantar. Depois da janta, já arrumando as malas para se despedir de Roma no dia seguinte, batendo aquela dó de ir embora, lembramos que queríamos muito ver a Piazza Navona e a Fontana di Trevi à noite, iluminadas. Quer saber? Partiu passeio noturno!

Fomos pegar novamente o ônibus 64. Estávamos tentando comprar 4 bilhetes na máquina de autoatendimento com uma nota de 20 euros, e a compra simplesmente não finalizava, até que apareceu um funcionário dali dos terminais e disse que ela tinha um valor máximo para troco, infelizmente não me lembro qual valor era, mas era o nosso caso. Catamos as moedas e deu, seguimos.

Começamos pela Piazza Navona, passamos pelo Pantheon, e finalizamos na Fontana di Trevi. Valeu muito a pena ter ido à noite, eu diria que são quase outros monumentos, muito diferentes do que são de dia, mas tão deslumbrantes quanto. E mesmo sendo tarde, o frio pegando, tinha bastante gente na rua. Fomos embora de metrô, podres de cansados e de felizes.

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29/01 – Ida para Florença, Galleria Uffizi

 

Nos demos ao luxo de acordar um pouquinho mais tarde, pois nosso trem para Florença sairia 11:20. Estávamos acompanhando as opções dos trens no site da Trenitália, dá para simular os trechos com uma antecedência de mais ou menos 60 dias para ter ideia dos horários e dos valores dos trens (para as distâncias mais curtas dá para simular com uma antecedência de 7 dias). Quando faltavam uns 2 meses para a viagem, compramos todos os trechos maiores que faríamos (valores por pessoa): Roma-Florença 19 euros, Florença-Milão 19 euros, Milão-Verona 9 euros, Verona-Pádua 9 euros (neste conseguimos pegar na 1ª classe), e Pádua-Veneza 9 euros. É necessário ter um cartão com a tecnologia Verified by Visa ou Mastercard Secure Code, que pede a senha do cartão. Em tempo: todas as compras de ingressos que fizemos pela internet (Vaticano, Galleria Borghese, etc...) utilizaram esse sistema.

Chegamos à estação com uma antecedência de uma meia hora. Deve-se cuidar no painel em qual plataforma (binario) o trem vai parar. É melhor ver pelo número do trem, pois o destino que consta no painel é o destino final do trem, por exemplo nesse dia iríamos para Florença, mas o destino do trem era Milão. Ao entrar no vagão (carrozza) há um espaço para as malas, bem junto à entrada/saída. Como o trem vai fazendo outras paradas pelo caminho, usamos uma tranca daquelas de bicicleta para prender nossas malas à grade do suporte.

Para essas passagens compradas pela internet, basta levar impresso o voucher que é enviado para o seu e-mail e apresentar dentro do trem para o fiscal que passa fazendo a conferência.

A viagem foi boa, passando por belas paisagens de montanhas com neve em seus cumes. Há telas dentro do trem que vão indicando a próxima parada, e que mostram de vez em quando a velocidade em que o trem se encontra, geralmente estava em 250km/h!

Chegamos em Florença às 13h. Nosso hotel ficava a 5 minutos da estação Santa Maria Novella: Hotel Fiorita (Via Fiume, 20). Pagamos 252 euros por 6 diárias, sem incluir os 2 euros por pessoa por dia de imposto municipal. Gostamos muito do hotel: quarto amplo, limpo, bom chuveiro, bom aquecimento, ótimo café-da-manhã, atendentes muito gentis e prestativos. Eles deixam uma máquina de café e bolachinhas doces e salgadas para um lanchinho a qualquer hora!

Largamos nossas malas, pegamos o mapa que o recepcionista nos deu e saímos. Primeiro passamos pela igreja Santa Maria Novella. A entrada custava 6 euros, mas já tínhamos horário marcado para mais tarde na Uffizi, e deixamos para resolver depois se outro dia entraríamos (acabamos não entrando). Fomos então em direção ao Duomo de Florença, a Basílica de Santa Maria del Fiore.

Caminhando pelas ruazinhas já se enxerga a cúpula do Duomo. Ao chegar lá e se deparar com a grandiosidade e a beleza do conjunto Duomo+Campanário+Batistério, é daqueles momentos em que tudo ao redor para. Lindo demais! Não conseguíamos parar de tirar fotos. Ficamos um tempo admirando os detalhes do portão do Batistério, e seguimos caminho até a Piazza della Signoria.

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No caminho, paramos em um lugar pequeno para comer, dois pedaços de pizza e dois cappuccinos, 9,5 euros.

Chegamos na Piazza della Signoria e a vontade era ficar ali curtindo a cópia da estátua do Davi em frente ao Pallazzo Vecchio, ou a Loggia dei Lanzi com todas as suas esculturas, mas olhamos só um pouquinho e fomos à Galleria Uffizi trocar nossos vouchers pelos ingressos. Com esse voucher a moça já nos deu os ingressos da Uffizi e da Galleria dell'Accademia, que visitaríamos em outro dia, pois a compra tinha sido feita dos dois ingressos juntos. O site é http://www.polomuseale.firenze.it/. Cada ingresso custou 10,5 euros, comprando na hora é 6,5 euros mas há aquele problema das filas, dependendo da época do ano.

Ainda deu tempo de ir até a beira do rio Arno, dar uma espiada na Ponte Vecchio.

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A Galleria degli Uffizi é um dos principais museus da Itália, abre de 3ª a Dom das 8h15 às 18h50, entramos às 16h e saímos com literalmente as luzes apagando, gostamos muito e foi bem aproveitado, tem bastante coisa para ver. Não são permitidas fotos em seu interior.

À noite fomos jantar na Trattoria Alfredo, em uma ruazinha atrás do Pallazzo Vecchio. Tratoria bem típica, com toalhas de mesa quadriculadas em vermelho e branco. Ótimo atendimento, bem aconchegante. Fomos de menu fixo, primeiro prato de massa, segundo prato de carne com salada de acompanhamento, meia jarra de vinho da casa, por 15 euros por pessoa. Demos uma volta na Piazza della Signoria, toda iluminada, e fomos embora.

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Showw demais, revivi cada minuto que passei em Roma!! Estou louco pra voltar lá.. puts.. ::hein:

 

Parabéns pela viagem e por dividir aqui conosco!!

 

ÁÁ... "Anjos e Demônios" só assisti umas 12x... kkkk ::otemo::

Acompanhando!! ::otemo::

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Muito legal o relato, estou fazendo um roteiro para uma viagem com a esposa, pretendo passar pelos mesmos lugares que vcs estiveram, estou anotando as dicas. Valeu. Acompanhando.

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Ariany Patricia, costapaulofc, thiago gentil: que bom que estão gostando :D !

Thiago, nos apaixonamos por todas as cidades da Itália em que estivemos, mas Roma é a 1ª que queremos voltar... é demais!

E além do "Anjos e Demônios", seguimos também os passos do último livro dele, "Inferno", que se passa na maior parte do tempo em Florença, além de Veneza! Eheheh.

Bom, pretendo escrever mais uma parte do relato neste fim de semana. Abraços a todos.

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mala média cabe no compartimento acima das poltronas nestes trens da Itália?

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mala média cabe no compartimento acima das poltronas nestes trens da Itália?

 

Nem todos os trens têm compartimento acima das poltronas. Nos que tinham, coloquei somente uma mochila. Confesso que não prestei muita atenção, mas creio que não caiba uma mala média.

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    • Por Jonatas Elias
      Olá pessoal! Deixo aqui o relato da viagem que fiz com minha mãe em fevereiro de 2019. É o primeiro relato de viagem que escrevo, então já peço desculpas se algo ficar repetivivo ou não tiver detalhes. Vou escrever por partes, conforme a sequência da viagem. Let's go.
      Dia 1: apresentação e embarque
      Certo dia minha mãe (mamis) me revelou que tinha vontade de conhecer Paris e Roma. Ela não sabia explicar o porquê dessas duas cidades e não outras. Com bom viajante, compreendo perfeitamente essa vontade, imagino que vocês tb já quiseram visitar um lugar sem saber por que, apenas ir e pronto! Como ela não tem condições físicas nem financeiras de ir sozinha, decidi que a levaria para sua primeira viagem internacional e longa.
      Com essas duas cidades em mente, a primeira coisa que eu fiz foi comprar a passagem aérea (não recomendo fazer isso rsrs, mas eu tenho uma enorme dificuldade em planejar uma viagem, se não tiver as passagens compradas era como se não tivesse certeza de que ia viajar, aí imagino que estaria planejando a toa, aí não planejaria nada e acabaria não viajando). Com várias dúvidas ainda, recorri ao mochileiros, blogs de viagens, youtube etc. Coisas como onde se hospedar, o que ver e fazer, como se locomover, quanto tempo ficar etc.
      Como eu queria que mamis tivesse uma boa experiência ainda no voo de ida, optei pelas cias mais tradicionais, com boa avaliação dos usuários e que não tivessem históricos de transtornos, como perda de bagagens, atrasos etc. Nesse sentido, a melhor opção seria voar AirFrance, com a vantagem do voo direto até Paris. Comprei a passagem de SP até Roma com stopover de uma semana em Paris. Pra felicidade geral da nação, a KLM faz parte do mesmo grupo da AirFrance, então na volta podemos aproveitar outro stopover, desta vez em Amsterdam. Financeiramente a passagem saiu mais cara do que se fossêmos por outra cia, mas nessa hora o emocional ganhou do racional e comprei mesmo assim. A vantagem foi que os voos internos (de Paris a Roma e de Roma a Amsterdam) estavam inclusos e com bagagem, assim não precisei me preocupar em pesquisar voos com as low cost e gastar ainda mais pra incluir bagagem (uso isso como conforto mental pra justificar pagar a mais rs). Se eu fosse sozinho provavelmente não faria isso, mas como queria que mamis tivesse uma boa experiência valeu a pena. Outra coisa que pesou na escolha da cia foi o fato de ser a primeira viagem internacional de mamis, e também a primeira viagem longa de avião. Confesso que fiquei preocupado quanto a isso, pois o máximo que ela tinha voado antes eram 3h, e pegar um voo de quase 11h assim pode assustar um pouco. Graças a Deus ela não teve nenhum medo nem receio.

      Dona Sonia (mamis) no Aeroporto de Guarulhos, momentos antes de embarcar no Boeing 777-200 da AirFrance (ao fundo), rumo a Paris.
      Também foi a primeira vez dela em um avião grande, e a primeira palavra dela ao entrar no avião: "- Que lindo!". Imaginem a minha emoção rs!
      O voo trancorreu sem problemas. Pegamos turbulência na travessia do Atlântico, mas nada que assustasse. Mamis conseguiu dormir bem.
      A AirFrance não foge do padrão da econômica (serviço de bordo, sistema de entretenimento, espaço para as pernas e reclinação das poltronas, além dos clássicos travesseiros, cobertores e fone de ouvido), mas tem alguns "mimos" que poucas cias oferecem, como máscara de dormir e lenço umedecido para higienizar a mão antes da refeição. O grande destaque fica para a cordialidade das comissárias e, claro, o champagne que é servido como welcome drink, mesmo na econômica.

      Champagne servido no voo da AirFrance. 
      Pelas passagens, paguei R$ 3.189,58 por pessoa, comprada em junho/2018 para embarque no dia 01/fevereiro/2019. Em dólares, saiu por U$ 717,00. 
      Em julho fechei o seguro viagem com a Mondial/Allianz, que custou R$ 302,24 por pessoa (era mais caro, lembro que usei um cupon de desconto). Graças a Deus não precisamos de atendimento na Europa, então não tem como avaliar o seguro.


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