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RELATO DE VIAGEM – HUNGRIA – POLÔNIA – CROÁCIA - ESLOVÊNIA – BÓSNIA- MONTENEGRO

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RELATO DE VIAGEM – HUNGRIA – POLÔNIA – CROÁCIA - ESLOVÊNIA – BÓSNIA- MONTENEGROPeríodo da Viagem : Realizada de 28/04/2014 a 21/04/2014

Deslocamentos:

Recife- Budapeste - Vôo da TAP , com conexão em Lisboa.

Budapeste – Cracóvia – Ônibus pela Eurolines, com duração de 7 horas, custo de 16 eu

Cracóvia – Varsóvia – Aéreo pela Lot Airlines, com duração de 50 min, custo de 33 eu

Varsóvia – Budapeste – Aéreo pela Wizzair Airlines, com duração de 1 h e 15 min, custo de 30 eu.

Budapeste – Zagreb – Ônibus pela Orange Wais, com duração de 5 horas, custo de 18 eu

Carro – durante 9 dias , alugado À SIXT Rent a car, através do site Rentalcars.com, retirada em Zagreb e devolução em Dubrovnik ao custo de R$ 900,00

Ferry no trajeto Split – Hvar( Hvar) : Duração de 2 horas, custo de 290 Kunas pelo carro, e 39 kunas por pessoa.

Ferry no trajeto Hvar(Sucuraj ) – Dvrnik(não é Dubrovnik): Duração de 25 min, custo de 142 Kunas o total carro e 4 pessoas.

Carro em Lisboa : 2 diárias, alugado direto à SIXT , custo de 85 eu

Dubrovnik – Recife – Vôo da TAP , Com conexão em Frankfurt em vôo operado pela Croatia airlines, e Frankfurt - Lisboa pela TAP, com parada em Lisboa de 3 dias.

 

Obs. Todas as reservas de Vôos, Ônibus e aluguel de carro, foram feitos com antecedência pela internet, à excessão dos tickets de Ferry que só são vendidos no local e no dia de embarque.

 

Moedas encontradas:

 

Polônia : Zloty - 1 euro = 4,10 Zly

Hungria: Forint - 1 euro = 310 Forints

Eslovênia : Euro

Croácia: Kuna - 1 euro = 7,50 Kunas

Bósnia: Marco Bósnio - 1 euro = 2 bam

Montenegro : Euro.

 

RELATO 1 – HUNGRIA – POLÔNIA – ESLOVÊNIA – CROÁCIA(Zagreb, Opatija, Zadar, Split, Trogir e Hvar) BUDAPESTE 1

Depois de uma quase maratona aérea, com uma conexão longa em Lisboa, chegamos à primeira das cidades programadas para esta viagem. Embora sem grandes expectativas, já que todos os relatos de viajantes eram de que primeiro deveria se conhecer Budapeste para só depois Praga, uma de minhas cidades favoritas, senão a preferida, tendo a discordar dos colegas viajantes. A diversidade da bela arquitetura de Praga, com extraordinários exemplares góticos, passando por renascentistas e barrocos, também observamos em Budapeste. Enquanto em Praga admiramos o seu castelo, Em Buda , no alto da colina está lá também o fabuloso castelo e o seu distrito antigo. Enquanto Praga é entrecortada pelo belo Rio Vitava, Buda está separado de Peste pelo famoso e caudaloso Danúbio. Enquanto em Praga ou em toda a Rep. Checa podemos tomar com gosto a cerveja Plsen, de origem, na Hungria tomamos um delicioso vinho branco levemente doce. O que diferencia é que em Praga, as atrações turísticas estão todas concentradas, tudo podendo ser feito caminhando. Já em Budapeste necessário transporte ou então recorrer, o que é bastante recomendável, aos serviços de uma das pelo menos 05 empresas de “Hop-on, Hop-off” existentes, e aí com um passe de 48 horas, a um custo médio de 17 euros se acede a todas as atrações, como o Castelo, a Citadella, ao Mercado Público, ao Centro, a Praça dos Heróis, ao Café New York, ao Belíssimo Prédio do Parlamento, ao Monumento dos sapatos( em homenagem aos mortos pela perseguição aos Judeus), ao Monte São Gerard, àsTermas de Gillert e etc, dando ainda direito a um passeio de hora e meio de barco pelo Danúbio. Enfim, qualquer que seja a ordem da visita às duas cidades, o encantamento é garantido!

 

 

Em direção a CRACÓVIA-POLÔNIA

Considerando a falta de opções por vôos diretos de Budapeste a Cracóvia e que o trem seria mias demorado, optamos por transporte rodoviário, o que acabou sendo a melhor escolha. Além de confortável, o trajeto percorrido nos surpreendeu pela beleza, seguindo por estradas locais da Hungria, Eslováquia e Polônia, passando por regiões de beleza e arquitetura tirolesa-alpina, inclusive por centros de esqui ainda com um restinho de neve. Chegamos a Cracóvia por volta de 14:00 hras. A cidade , 2ª maior da Polônia, se por um lado infelizmente conhecida mundialmente como consequência dos horrores cometidos durante a 2ª Guerra, em razão do Gueto onde os Judeus eram confinados e quando não mortos, eram remetidos aos Campos de concentração de Auschwitz e Bikernau, mas também e felizmente por sua rica história e beleza. Começamos pelas ruas estreitas do centro antigo, todas convergindo para a famosa Praça do Mercado, maior praça medieval da Europa, para completar o dia um delicioso jantar no curioso restaurante “U Babci Maliny”, localizado em frente ao Teatro Municipal, com decoração indo do rústico ao retrô, com móveis antigos, relógios cucos e bonecas de porcelanas, tudo regado a vodcas e cerveja local.

 

MAIS DE CRACÓVIA

Uma das atrações turísticas, se é que podemos considerar como atração, são os Campos de concentração erguidos pelos Alemães na 2ª Guerra, os de Auschwitz e Bikernau, que ficam a cerca de 60 km de Cracóvia, e que juntos formavam o maior daqueles erguidos pelos Nazistas e onde foram mortos milhares de Judeus, ciganos e outros. Considerando as visitas que fiz anteriormente em locais similares, uma no campo de Murchausen na Austria e o outro próximo a Berlim, quando em ambos e com extrema tristeza pudemos testemunhar o máximo da crueldade humana, optamos por dispensar estas visitas.

Uma visita menos deprimente e bastante enriquecedora historicamente é ao edifício que funcionava a Fábrica de Shindler, hoje transformada num interessante museu. Nele, através de fotos, filmes originais e depoimentos de sobreviventes, podemos observar com detalhes o cotidiano da comunidade Judia , uma das maiores, senão a maior da Europa, a Chegada dos Alemães à cidade, a implementação do gueto, o cotidiano infernal do gueto e a “solução final” nos campos não de concentração, mas sim de extermínio.

Seguimos a visita pelo Bairro Judeu de KaZimierZ, com suas diversas Sinagogas, bares e restaurantes.

Depois partimos para a visita ao imponente e belíssimo Castelo Real de Wawel, que se localiza sobre uma pequena colina às margens do Rio Vístula. Entre as atrações do castelo está a curiosa lenda do Dragão, que contarei em detalhes a Maria quando chegarmos.

Depois um belo passeio pelas margens do rio Vístula.

Fechamos o dia com uma deliciosa sopa no pão em mais um dos restaurantes que formam a imensa diversidade gastronômica da cidade.

 

 

 

 

ESTE É PARA MARIA LETÍCIA

 

A Lenda do Dragão do Castelo de Cracóvia

 

A história que contaremos para você, que envolve Castelos, Reis, Princesas e o Dragão, aconteceu nesta cidade, neste lugar. Quando voltarmos contarei com detalhes para você ouvir no meu ombro e depois dormir..............

 

AINDA NA POLÔNIA

De Cracóvia para Varsóvia, optamos pelo deslocamento aéreo, com custo similar ao trem, cerca de 40 euros, pela Lot Airlines e com tempo de vôo de 30 minutos.

Varsóvia , capital da Polônia, é uma cidade mais cosmopolita do que Cracóvia, bem menos turística, mas também com seus encantos, destacando-se o Parc Lazienkim, com um espaço dedicado ao famoso compositor Chopin, um passeio agradável ao longo da Avenida Nowy Swiat , chamada de caminho real com diversos edifícios históricos, incluindo o Palácio Presidencial, com vários bares e restaurantes, culminando na “Stare miasto” a cidade antiga, onde logo na entrada avistando-se o Castelo Real, e o que restou da muralha antiga que circundava a cidade com estreitas ruas todas convergindo para praça do mercado. É impressionante o poder de recuperação de um povo, quando lembramos que a maior parte desta cidade foi quase que totalmente destruída por bombardeios alemães na 2ª Guerra, e hoje completamente reconstruída tornando-se patrimônio d a mundial da Humanidade. Da mesma forma que Cracóvia, foi palco da cruel perseguição aos Judeus pelos Nazistas. No início da Guerra, Varsóvia reunia de cerca 1.290.000 habitantes, dos quais 35% eram judeus que foram confinados num gueto murado, onde permaneciam até serem enviados para os campos de concentração especialmente o de Trebinka.

O transporte público, com metrô, ônibus e bondes elétricos, cujos ingressos podem ser adquiridos em bancas de revista próximas as estações é muito eficiente( não esquecer de validar os tíckets) e como as atrações são relativamente próximas, é totalmene dispensável a utilização de serviços de City tours, ou do tipo Hop on- Hop Off.

Uma dica para se experimentar a gastronomia Polonesa é o Restaruante Zapieceki, que se encontram em alguns pontos da cidade e também em Cracóvia, e tem como carro chefe os pratos de Pierogi, tradiconal prato Polonês . Além desse devoramos uma deliciosa costela de porco acompanhada de chucrute tudo num ambiente bem característico e a um custo excelente.

 

 

 

DE VOLTA A BUDAPESTE.

Depois de um tour de 05 dias na Polônia, estamos de volta a Budapeste, quando domingo, seguiremos viagem rumo a Eslovênia e Croácia. De Varsóvia para Budapeste fizemos o deslocamento aéreo, desta vez pela Wizzair, boa Companhia Áerea, tipo low cost, a exemplo de tantas outras como Easyjet e Ryanair. Custo aproximado do trajeto de 35 euros. Já em Budapeste fomos conhecer e nos deliciar numa cafeteria localizada no Hotel Boscolo, que alguns a relacionam como maior e mais bonita Cafeteria do mundo, o Café New York. Realmente o luxo é tão grande que dá até medo de entrar, rs......, mas vale o quanto se paga pelos cafés, ou uma espécie de “pout-purri” de doces e sorvetes,De tardinha voltamos a praça central, onde tudo acontece, a Deak Ferenc tér, e a noitinha numa das ruas que convergem para a praça, acho que conhecida como Fashion Street, onde há uma série de Barraquinhas com venda de artesanatos e comidinhas locais, e ái , o jpelho de porco defumado e assado, acompanhado de chucrute e um chopp gelado faz tudo valer a pena.

 

 

ÚLTIMO DIA EM BUDAPESTE

Fugindo um pouco dos roteiros tradicionais em Budapeste, demos uma esticadinha a uma pequena cidade localizada a cerca de 30 km de Budapeste, SZENTENDRE. De fácil acesso, basta tomar a linha 2(vermelha) do metrô com parada na estação Batthyany tér, que se conecta com o trem que em cerca de 40 minutos te deixa bem próximo do centro. Vale muito a pena. Szentendre fica a beira do Danúbio, e no verão pode-se inclusive ir de trem e voltar de barco, ou vice-versa, o que torna o passeio ainda mais atrativo. É uma pequena cidade com arquitetura que remonta á época que os Sérvios invadiram parte da Hungria pelos idos de 1500. Além da arquitetura barroca, com ruas em paralelepípedos a cidade virou uma grande atração turística, de certa forma esquecida pelos tours tradicionais. A cidadezinha é apinha de lojas de artesanato, de bares e restaurantes e principalmente de souvenirs.

 

 

ÚLTIMA NOITE EM BUDAPESTE

Para completar o dia maravilhoso que passamos, reservamos um interessantíssimo show Folclórico com danças e músicas típicas da Hungria. A um custo bem atraente em média de 15 Euros, por cerca de uma hora e meia, dispõe-se de uma competentíssima orquestra composta principalmente de violinos e um excelente grupo de dançarinos num belo teatro. Ocorre somente aos sábados e o teatro Duna Palota, fica localizado na rua que desemboca justamente na Catedral de St. Stephens, próximo a praça Eszebel Tér, onde tudo acontece, Estação de metrô Deak Ferenc Tér

 

 

EM DIREÇÃO A CROÁCIA

Para quem está pelos lados do leste Europeu, aí incluindo Viena, Praga ou Budapese e esta indo em direção a Região da Dalmácia( Dubrovnik ou Split) na Croácia, quase que obrigatoriamente deverá passar por Zagreb, a capital. De Budapeste a ligação aérea é excassa, restando as opções de trem ou ônibus. A desvantagem do trem, é que para este trajeto é extremamente vagaroso, então optamos pelo ônibus. Há duas companhias que fazem o trajeto a Eurolines e a Orange Ways. Já utilizamos as duas companhias em viagens passadas e são bastante confiáveis, podendo a compra ser feita pela internet. O trajeto foi feito em cerca de 5 horas.

Com um dia disponível, é suficiente para se acessar as principais atrações da cidade.

Começamos pela visita a bela Catedral dedicada à Assunção de Maria e a Sto. Estefano, o mercado Dolac, o funicular que leva ao opo da colina onde está a ciade antiga com o marco da cidade, a Igreja de São Marcos com seu telhado colorido com os Brasões das principais regiões da Croácia, finalizando caminhando pela bela ruazinha Tkalciceva Street , que ao longo de mais de km de bares, restaurantes e cafeterias, fazem a festa da cidade, Não há metrô , mas o sistema de bondes(trams) é extremamente eficiente e o leva justo à praça que fica no centro próximo a todas as atrações turísticas. Os tíckets podem ser adquiridos em qualquer banca de revista próximos as paradas. Valeu demais o pit-stop nesta cidade. Amanhã seguiremos rumo a Eslovênia, agora já de carro alugado.

 

 

ESLOVÊNIA

Saímos logo cedo de Zagreb, agora com carro alugado na Sixt Rent a Car. Utilizei pela primeira vez o site de busca Rentalcars.com, tendo a principio resultado em bons descontos. Lembro para quem vai alugar carro na Croácia e pretender atravessar fronteiras para outros países como Eslovênia ou os da região dos Balcãs, a exemplo de Montenegro e Bósnia-Hezergovínia, necessário se faz solicitar a emissão da carta-seguro verde, a um custo de 24 euros. Eu fiz isso ainda no Brasil e no recebimento do carro já estava tudo pronto.

Começamos nosso roteiro seguindo em direção a Eslovênia, quando iríamos direto ao lago Bled. A Fronteira da Croácia com a Eslovênia fica a apenas 50 km de Zagreb, e é bom saber também que na Eslovênia o sistema de pedágios é similar ao da Áustria ou Suíça, quando deve-se comprar um selo (Vignette) na própria fronteira, com opções de semana( 15 euros) ou mensal.

A Eslovênia é um pequeno país que faz fronteira coma Croácia, Áustria e Itália, sendo o primeiro da antiga Iuguslávia a se tornar independente. Muitos erradamente a confundem com a Eslováquia, País da Europa ou coma Eslavônia, região da Croácia. O País é coberto por florestas e atravessados pelos Alpes Julianos, com grande preocupação da população pela preservação da natureza, com baixa densidade demográfica, tendo um dos melhores índices de desenvolvimento humano da Europa.

Dos países do Balcãs, foi o que menos sofreu com a guerra pela independência, razão de alto desenvolvimento em relação aos demais.

Sua infraestrutura turística é ótima e a população fala não somente o esloveno, mas o inglês, e, boa parte o italiano e o alemão.

As estradas, tanto as rodovias quanto as locais estão em ótimas condições com sinalização excelente e com paisagens belíssimas.

 

 

ESLOVÊNIA – LAGO BLED

Da Fronteira ao Lago Bled, rodamos mais uns 120 km, passando ao largo da cidade de Ljubljana, onde pernoitaríamos.

Há cerca de 3 anos havia visto uma reportagem sobre o Lago Bled e desde então vinha sonhando com essa visita. Fomos abençoados por um dia lindíssimo. O local poderia ser perfeitamente classificado não entre os 1000, mas pelo menos entre os 20 que se deve conhecer antes de morrer. Junta-se, um lago de origem glacial de águas límpidas e cristalinas com cisnes e trutas nadando tranquilamente, um castelo belíssimo construído a margem e em cima de um penhasco, uma ilhazinha no meio com uma Igreja do século XVII , e, tudo sendo guardado por altas montanhas dos Alpes Julianos ainda cobertas de neve, mesmo na primavera, e têm-se o cenário dos sonhos. Realmente este é um dos recantos a se guardar na agenda para um retorno certeiro.

 

 

 

 

ESLOVÊNIA – LJUBLJANA

Do lago Bled seguimos para Ljubljana, que fica a cerca de 55 kms.

Ljubljana é a maior cidade da Eslovênia sendo a sua capital, com apenas cerca de 270.000 habitantes. É uma pequena cidade compacta com um centro histórico super simpático. O Pequeno rio Lijublianica, divide a cidade na parte antiga e na parte mais comercial e política. A margem do rio diversos restaurantes e bares ao ar livre ficam apinhados de frequentadores. O ponto central, na conjugação de 3 pontes, onde está o charme da cidade, onde mesas à luz de velas recebem casais e grupos de amigos enquanto músicos de rua entretêm pedestres e locais que vão e voltam do trabalho em antigas bicicletas. Um funicular te levará morro acima ao Castelo de Liubliana, bastante remodelado, e que oferece vistas panorâmicas interessantes dessa cidade com clima de interior. Numa das ruelas próxima ao funicular encontrei uma máquina automática de venda de leite, que sai geladinho com cheiro e gosto de fazenda. Papai só faltou babar. Valeu muito a pena esta parada onde pernoitamos.

 

ESLOVÊNIA – POSTOJNA

Seguindo de volta a Croácia, a cerca de 50 km da capital, fica a cidade de Postojna, com uma das atrações turísticas mais visitadas do País a caverna de Postojna Jana. Como as visitas só esavam programadas pelo início da tarde, optamos por seguir para outra atração da região , o Predjama Castle. A impressionante localização do castelo, construído em plena face de um enorme penhasco, aproveitando uma gigantesca gruta calcárea, deixam os visitantes boquiabertos.

Depois da visita seguimos rumo a Croácia, agora por uma estradinha local com direção a Opatija, onde pernoitaríamos. A estradinha passa por belas paisagens interioranas, e numa dessas, aproveitamos para um rápido pic-nic a margem de um pequeno riacho de águas limpas.

 

 

DE VOLTA A CROÁCIA - OPATIJA

Chegamos a Opatija já no meio da tarde. A cidade fica localizada a beira do mar Adriático, na região da Ístria, fazendo divisa com o Triestre na Itália.

A cidade balneário, já pertenceu a Itália em épocas passadas, assim como também ao Império Austriáco quando teve o seu apogeu, lá pelos idos de 1910, época em que era frequentado por Reis e Rainhas da Áustria. Os hotéis em sua maioria ainda guardam os sinais de ostentação daquela época. A atração principal é o passeio (Lungomare), construído no século passado, que percorre toda a costa da cidade, por onde podemos andar literalmente a beira mar. Embora não esteja mais na moda, ainda atrai grandes grupos de excursão principalmente da Itália, Áustria e Alemanha, que apreciam a sua tranquilidade. Uma dica de hospedagem foi a que escolhemos no Hotel Palace Bellevue, por 55 euros o casal, e que embora com uma mobília ainda do início do século, rss.... mas bela e luxuosa, incluía, um jantar delicioso, com direito a bebidas, cervejas e vinhos.

 

EM DIREÇÃO A DALMÁCIA - ZADAR

De aímos de Opatija tomando a direção de Split, com uma passagem pela cidade costeira de Zadar, já na Dalmácia. A Croácia tem sua costa banhada pelo mar Adriático e é composta por 02 regiões a Ístria, que faz fronteira com a Itália, e onde se localiza Opatija, e a região da Dalmácia, onde se localizam as cidade de maior fluxo turístico, como Zadar, Trogir, Split, Ilha de Hvar e a aclamada Dubrovnik, nosso destino final. Começamos então nossa tour na Dalmácia pela cidade de Zadar. A cidade antiga que guarda diversas marcas de passagem dos romanos, inclusive um Forum, fica situada numa pequena península, tem como grande atração uma instalação genial do arquiteto/artista local Nikola Basic, O ORGÃO DO MAR, feita de um sistema de tubos e apitos que emitem suspiros melancólicos conforme as ondas do mar através de dezenas de buracos e grades feitas nos degraus. O efeito é hipnótico e muito bonito, tudo ainda com um cenário maravilhoso. Ainda do mesmo artista, justo ao lado do órgão , fica a saudação ao sol, um círculo de 22 m, com 300 placas de energia solar, que ao anoitecer gera um verdadeiro espetáculo de luz.

 

 

 

DALMÁCIA – TROGIR

Distando apenas 24 km de Split fica Trogir, cidade Patrimônio da Humanidade, injustamente não tão lembrada quantos suas irmãs Split e Dubrovnik, e que deve sem dúvida ser incluída como parada obrigatória em qualquer roteiro pela Dalmácia. Se localiza em uma pequena ilha ligada por uma ponte ao continente e por uma outra à ilha de Ciovo. Os gregos fundaram a cidade, que depois passou por dominação Bizantina, pelos Sarracenos e pelos Venezianos. Diversos edifícios históricos de bela arquitetura testemunha o passado rico da cidade, aliando-se as ruas estreitas ladeadas por velhas casas de pedra, ainda hoje utilizadas como hotéis, restaurantes, lojas e residências fazem o deleite de quem a visita.

 

DALMÁCIA – SPLIT

Para muitos, porta de entrada da Dalmácia , é uma das maiores cidadeds da Croácia, e tem um movimentadíssimo porto, já que dele há ligações de barcos com a Itália e com as diversas ilhas que se localizam no mar Adriático , incluindo a de Hvar, a mais famosa. No entanto, a sua maior atração está no centro antigo, todo erguido dentro e ao redor do antigo Palácio de Diocleciano, um dos Imperadores Romanos, um dos maiores e mais bem preservados do mundo romano. O passeio de pedestre pela frente do antigo palácio, com bares e restaurantes completam a beleza do local.

 

 

 

 

A TRAVESSIA DE SPLIT A HVAR

Entre as mais de mil ilhas existentes no Mar Adriático, Hvar é considerada a pérola ou o paraíso do Adriático, e também a mais famosa, estando para a Europa, no momento atual, no mesmo nível de badalação que existia em relação a Mikonos ou Santorini na Grécia e Ibiza na Espanha. Após a leitura de diversos relatos de viajantes completamente apaixonados pelo local, adicionamos a ilha no nosso roteiro.

A Ilha tem cerca de 70 km de extensão por 10 km em média de largura, e entre suas principais cidades estão Stari Grad, Hvar e Sucuraj

Para se chegar a Hvar, há duas formas ou de Ferry(duração de 2 horas), com três horários por dia com chegada no porto de Stari Grad, que dista aprox.. 17 km de Hvar, ou de Catamarã com duas saídas, ambas a tarde, com duração de 1 hora, com chegada direta na cidade de Hvar. Ambas as opções são operadas pela Jadrolinija, Companhia que domina a navegação marítima na Croácia. O Ferry é mais apropriado para quem está de carro, embora também possa ser utilizado por viajantes não motorizados, que escolhem esta opção em razão de que há uma saída pela manhã às 8:30 horas. Considerando que os bilhetes não são vendidos nem pela internet e nos postos da Companhia com antecedência, e sim no dia da viagem, a dica é chegar cedo ao local, especialmente na alta estação. Para se ter uma ideia, Chegamos ao porto às 7 da manhã, e já havia uma fila com uns 20 carros na frente, até porque ônibus de excursão tem preferência. Só aconselhamos a ida de carro, caso devam, como nós seguir depois para Dubrovnik, já que a ilha no seu final quase se encontra com o Continente (30 min de Ferry), já a meio caminho, não necessitando de voltar para Split. A travessia é tranquila e o Ferry é confortável.

 

A CONFIABILIDADE DO BOOKING.COM

Já há vários anos venho me utilizando do site de busca de hotéis do BOOKING.COM, chegando a mais de 80% de minhas reservas. Além do histórico de nunca ter havido qualquer problema com pagamentos ou reservas, da grande quantidade de hotéis conveniados com possibilidades grandes de descontos oferecidos, da facilidade e comodidade de navegação no site, quando explicita com exatidão todos os serviços oferecidos pelo hotel, aliados ainda ao fato de que disponibiliza as avaliações e comentários, com transparência dos hóspedes, desta vez excedeu as expectativas.

Havia feito uma reserva para o Hotel The Palace Hvar, com boa localização e categoria 3*. Ocorre que durante a viagem, cerca de 10 dias antes de nossa chegada, recebi por e-mail a comunicação do BOOKING, de que por ser baixa estação o hotel não mais funcionaria no período reservado cancelando nossa reserva, no entanto no mesmo e-mail, informou que teria como opção em outros dois hotéis da mesma rede, de categoria superior, porém mantendo-se o preço da reserva original, o que evidentemente foi por nós de pronto confirmado. O BOOking fez toda a intermediação entre nós e o hotéis, e quando de nossa chegada já estavam nos esperando com tudo organizado. Foram dois hotéis muito bons, da rede Sucani Hvar, o primeiro o Riva Yacht Hvar, a 50 metros do centro e pleno passeio do mar, na foto, de nosso apartamento, inclusive aparece um Iate enorme encostado na porta do Hotel, que ainda não é o meu, rs.........e o segundo o Ânfora Hvar Resort, que embora um pouco afastado do centro mas num local privilegiado, com uma baía particular. Enfim só elogios ao BOOKING.COM e a Rede de Hotéis Sucani Hvar.

 

 

HVAR – O PARAÍSO DO ADRIÁTICO

Embora numa estação não muito propícia a visitar a ilha, já que o clima estava um pouco frio e consequentemente com águas quase geladas, o sol espetacular contribuiu para o nosso deslumbre, confirmando todos os relatos e descrições lidas. Hvar, faz parte de um arquipélago com mais de mil, ilhas e de todas é a mais famosa. Na ilha algumas cidades se destacam como Stari Grad e a própria cidade de Hvar, a principal. Clima brando, praias lindíssimas, coloração da águas estonteantes, campos de lavanda perfumada, fazem desta ilha a jóia do Adriático. De conhecimento antigo, há vestígios de passagens dos gregos, depois pelos romanos, Bizatinos, croatas e venezianos. A cidade antiga, com edifícios históricos, com a torre do relógio, o teatro, a catedral é toda murada e guardada pela imponente fortaleza localizada logo acima no alto da colina, são mencionáveis, mas o que importa mesmo são as praias e suas águas inacreditavelmente ora verdes, azuis ou transparentes. Tida por muitos como a nova Ibiza ou Mikonos, a ilha bomba mesmo no verão, quando jovens em busca de festa ou famosos e endinheirados que formam o jet set Europeu aportam com seus iates. Mas a tranquilidade de se esbarrar em ondas de turistas, também tem suas vantagens.

Mesmo com a temperatura da água fria e estimulado pela coragem de papai e não resistindo a beleza das águas resolvemos nos batizar nas águas do Adriático.

 

 

BIKE EM HVAR

Uma dica é o aluguel de bikes, já que na cidade de Hvar, por toda a costa com mais de 5 km há um passeio totalmente a beira-mar, propício para se caminhar ou pedalar, com direito a desfrutar da belíssima paisagem que encanta a cada curva, parando nas diversas baías existentes para uma foto, um banho ou simplesmente um descanso. Demos umas boas pedaladas pela ilha, com vontade de quero mais.

 

RELATO DE VIAGEM – HUNGRIA – POLÔNIA – CROÁCIA - ESLOVÊNIA – BÓSNIA- MONTENEGRO

RELATO 2 – BÓSNIA - MONTENEGRO - CROÁCIA(Dubrovnik)

DE HVAR A DUBROVINIK –

Para quem está de carro, a melhor opção para seguir a Dubrovnik, não é voltar para Split e sim cruzar toda a ilha e na sua ponta, no porto de Sucuraj, tomar um ferry, de apenas 25 minutos chegando ao continente, encurtando bastante o trajeto. Considerando a estrada, em alguns trechos bastante estreitas, com penhascos de um lado, embora com cenários lindíssimos, há que se ter precaução quanto a estrada e quanto aos horários do ferry já que o trajeto de 60 km, é feito em mais ou menos 2 horas dependendo das paradas para fotografias. Chegando ao continente, seguimos para Dubrovnik, continuando com paisagens de tirar o fôlego. A região de Dubrovink, é separada do restante da Croácia, por uma área pertencente a Bósnia-Hezergovínia. Como havíamos planejado dar uma entradinha na Bósnia para visita a Medjugorje e Mostar demos uma pequena desviada no caminho a Dubrovinik

 

 

BÓSNIA-HEZERGOVÍNIA – MEDjUGORJE

Em minhas últimas viagens, tenho procurado sempre alguns momentos de reflexão e espiritualidade, aproveitando para agradecer e pedir por filhos, parentes e amigos, é assim, que sempre que vou a Portugal, passo em Fátima, na França em Lourdes, na Grécia em Ephesus, e nesta, a caminho entre Hvar e Dubrovinik, passando pela Bósnia, não poderia deixar de visitar Medjugorje.

Medjugorje, para quem não conhece, é uma pequena vila rural da Bósnia a cerca de 60 km da fronteira da Croácia, onde a partir de junho de 1981, são relatadas aparições de Nossa Senhora. A Igreja ainda não reconhece oficialmente as aparições, mesmo com estudos científicos realizados para atestar a sanidade dos videntes, que receberam as aparições e os que até hoje continuam recebendo, embora não desestimule a fé dos peregrinos cujo fluxo vem aumentando. Para quem conhece a grandiosidade de Fátima ou de Lourdes, a primeira vista causa uma certa decepção pela desorganização, com lojas de souvenirs no meio da rua, misturados com bares e restaurantes, numa região extremamente árida, justificáveis em razão da situação financeira do país, ainda pobre, consequência de uma recente guerra extremamente sanguinolenta. A própria simplicidade do santuário, associado a enorme fé das pessoas, na pequena igreja existente e em torno da imagem, no local das aparições, nos traz a tranquilidade e paz que buscamos.

 

BÓSNIA-HEZERGOVÍNIA – MOSTAR – UM PEDAÇO MUÇULMANO NA EUROPA

Em 1991, a Croácia e Eslovênia declararam a independência da antiga Iuguslávia, iniciando o processo de desintegração deste país, e dando início a Guerra da Bósnia, em que morreram mais de 200.000 pessoas, na sua imensa maioria Bósnios mulçumanos. A Bósnia possuía três grandes grupos étnicos, croatas católicos, sérvios-ortodoxos e Bósnios mulçumanos que formavam a maioria, e talvez esta diversidade étnica, e a vontade de alguns pela “limpeza” tenha sido uma das causadoras da Guerra.

A cidade de Mostar, que fica a aproximadamente 30 km de Medjugorje, merece uma visita, mesmo para aqueles que estejam em Dubrovinik, cerca de 159 km. Possui um centro antigo ainda muito preservado, especialmente pela arquitetura de influência árabe, com numerosas mesquitas com seus característicos minaretes, além de ruas parecendo bazares, com vendas de souvenirs caracteristicamente árabes, nos remetendo aos produtos por nós encontrados em Marrakesh ou Fez, no Marrocos. Os restaurantes também com comidas de influência árabe. Vale muito a visita principalmente para quem nunca tenha tido contato com a cultura mulçumana. Há ainda a principal atração da cidade, a ponte Stari Most que unia o bairro mulçumano com o bairro católico, destruída na guerra, e cuja reconstrução exprime o simbologismo da paz. VÊ-se ainda na cidade edifícios com marcas da guerra, com paredes cravejadas de bala.

 

MONTENEGRO

Para quem está em Dubrovnik, uma opção imperdível é um tour de um ou dois dias ao país vizinho Montenegro. Há opções com agências locais indo pela manhã e voltando a tardinha, no entanto muito mais atraente é se já não estiver de carro, alugar em Dubrovnik por um ou dois dias e seguir para Montenegro. A única precaução é contratar o seguro verde exigido na fronteira.

Montenegro, País vizinho a Croácia, com sua fronteira a cerca de 50 km de Dubrovinik, foi recém criado, em 2006, e o ultimo a se tornar independente pela desintegração da antiga Iuguslávia, separando-se da Sérvia. Seu território se assemelha em beleza à Croácia, e hoje é muito frequentada principalmente pelos Russos que dominam a propriedade de apartamentos e residências À beira-mar

Entre as maiores atrações turísticas estão a Baía de Kotor e a antiga cidade de Budva, ambas também próximas da fronteira.

 

A BAÍA DE KOTOR – MONTENEGRO

Uma das mais diferentes belezas naturais da Europa, com o fjorde mais ao sul do Continente, tem uma paisagem de tirar o fôlego, e vale muito a pena circundá-la de carro, coisa que as excursões tradicionais não fazem. Cada recanto merece uma parada para fotografia, a exemplo da antiga vila, a beira da Baía, de Perast, em que se pode pegar um pequeno barco para se aceder às duas ilhotas no meio da Baia, uma com a igreja Nossa Senhora da Rocha e a outra de São Jorge. Durante o trajeto é possível inclusive parada para compra de ostras, uma das características da região pelos grandes cultivos existentes.

No extremo sul da Baía fica a belíssima antiga cidade murada de Kotor, que deu nome à Baía. No interior de seus muros antigos palácios e igrejas ortodoxas e católicas embelezam a cidade, repleta de Restaurantes e lojinhas de souvenirs.

Para quem tem fôlego, um grande programa é a subida pela muralha ao castelo de St. John, cuja visão da ]baía deve ser espetacular. Essa eu corri da parada.

 

BUDVA – MONTENEGRO

Depois de almoçarmos em um dos inúmeros restaurantes de Kotor, seguimos viagem para Budva, onde pernoitaríamos, já a beira do mar Adriático, a cerca de apenas 23 km de Kotor.

A pequena cidade de Budva, fica lotada de Russos e Europeus do Leste no verão. Conta com uma agradável avenida para passeio na beira-mar, com um porto onde estavam ancorados alguns dos maiores iate que já tinha visto, e, como Kotor, com uma cidadezinha antiga toda emuralhada com números bares, restaurantes e lojinhas.

Saindo da cidade para o sul está uma ilhota ligada ao continente por um istmo, chamada de Sveti Stefan. Era uma pequena comunidade de pescadores centenária, que foi transformada por algum tempo em um sofisticado hotel de luxo, frequentado por celebridades de hollywwod e a realeza Européia. Mais recentemente foi comprada pela rede Aman Resorts que criou um hotel de 6 * , com diárias a partir de 800 usd. Serviu inclusive de cenário para um dos filmes de James Bond.

 

 

DUBROVNIK – Primeiras impressões

Não é a toa que Dubrovnik esteja entre os destinos mais procurados, não só da Europa, mais do mundo. Mesmo após ser duramente atacada durante a guerra da Bósnia, houve um forte esforço mundial pela reconstrução da cidade. A muralha que a circunda está incrivelmente preservada e impressiona pela sua imponência. Na cidade medieval, não só restaurantes e lojinhas de souvenirs, estão presentes, mas também serve de residência para muitas pessoas que ainda moram por lá. Permita-se então se afastar da STRADUM, rua principal que cruza a cidade, e se perder pelas estreitas ruazinhas e ladeiras da cidade observando o estilo de vida dos locais. Embora ainda estejamos na baixa estação, já se observa as grandes levas de excursões de Alemães, Ingleses, Italianos e principalmente de Japoneses.

Além de caminhar pelas ruelas da cidade, uma outra maneira de ver a perfeição da muralha contornando a cidade e sua bela localização é subindo ao morro do forte imperial pelo bondinho, ao custo de 100 kunas. A vista da cidade murada, da costa e das ilhas é deslumbrante. No entanto a forma mais tradicional de ver a cidade, justamente caminhando pelas muralhas, num percurso de 2 km, que comentaremos mais adiante.

A moeda da Croácia é o Kuna, e a cotação atual é de 1 eu = 7,5 kunas. Nos restaurantes e lojinhas aceita-se tranquilamente o euro, mas, sempre com uma cotação mais desvantajosa 1 para 7, sendo melhor trocar o euro nas casas de câmbio.

 

 

HOSPEDAGEM E DESLOCAMENTO EM DUBROVNIK

O melhor lugar para se ficar é em alguma acomodação próxima ao Pile Gate, um dos Portões da Muralha que cerca totalmente a cidade medieval, sendo o principal e que dá acesso justo a Rua Principal. No entanto, ótimos hotéis a preços bem inferiores aos muito próximos do centro antigo podem ser encontrados fora do centro. É o caso dos que ficam na baía de Lapad ( com paisagem belíssima), a beira-mar, inclusive com facilidade de estacionamento para quem está com carro, o que praticamente impossível no centro, e a apenas 12 minutos de ônibus do Centro. O transporte público é eficiente, com ônibus modernos e frequência de 20 em20min, e as passagens podem ser adquiridas nos postos centrais próximo ao Pile Gate ou aos próprios motoristas. Todos os ônibus tem sua estação final justamente em frente ao Pile gate.

O custo de Hospedagem e alimentação da Costa Dálmata já se aproxima das principais cidades Européias, um pouco diferente das outras regiões do Leste.

Dubrovnik é um lugar seguro para se andar a qualquer hora do dia.

O aeroporto fica afastado do centro a cerca de 25 km, e deve-se reservar não menos que 40min, isso em razão dos limites de velocidade na estrada, eo taxi tem um custo aprox. de 270 kunas.

 

GASTRONOMIA EM DUBROVNIK

Talvez pela proximidade com a Itália ou por sua herança, que em algum momento esteve sob domínio dos venezianos, os pratos mais consumidos, além do peixe e de mexilhões, são os risotos e as massas, aliás, comum em quase todas as cidades do litoral Croata.

O termo Konoba, visível como pré-nome em alguns restaurantes das ruelas, é o equivalente a tratorias ou tavernas, indicando que são de uma cozinha mais caseira ou local e provavelmente deliciosa.

Durante nossa estadia, podemos recomendar sem medo de errar dois “Konobas” excelentes, com pratos extremamente bem feitos e ambos com preços mais justos do que alguns na rua principal. O primeiro Konoba Ragusa, não o ragusa II, fica numa ruazinha cheia de restaurantes, paralela a rua principal, com um ambiente super aconchegante estando os mexilhões e os risotos se lambusar. Já o segundo, muito recomendado por alguns relatos, fica na marina dos barcos que saem em excursão, no final da rua principal, especialista em frutos do mar, com um cardápio enxuto, o que já indica feitura de bons pratos, quando nos deliciamos, com um misto de cavala, anchovas, sardinhas, camarões, mexilhões e lula.

 

 

CAMINHANDO PELAS MURALHAS DE DUBROVNIK

Talvez a melhor forma de se ter uma visão mais geral de quão especial é esta cidade é caminhando pelas suas muralhas. O percurso completo, cheio de subidas e descidas totaliza uns 2 km, de dificuldade fácil a moderada. São dois pontos de acesso, o principal, logo na entrada da cidade pelo portão Pile Gate. O tícket de entrada custa 100 kunas, e deve ser guardado, pois há postos de controle durante o percurso, que é feito num sentido único, tudo muito organizado. São dezenas de locais para se fotografar, tanto a cidade, quanto posição da cidade e da muralha em relação ao mar.

 

 

DE DUBROVNIK A LISBOA

Como o vôo foi pela TAP, optamos por uma parada em Lisboa, primeiro porque Papai já fazia alguns anos que não voltava a cidade, e segundo porque adoramos a culinária Portuguesa. Já no dia de chegada, levei-os a um show de fado, no “Fado in Chiado” , e em seguida um jantar numa das casas mais tradicionais de Lisboa a Cervejaria Trindade . No sábado logo cedo seguimos para Cascais, passando por Estoril e com uma breve parada na “Boca do Inferno”, depois no retorno a Cidade um tour gastronômico, com a primeira parada, é claro, na Confeitaria Pastéis de Belém, em seguida no centro, na Rua Augusta, na simples Confeitaria “A Brasileirinha”, para mais bolinhos de bacalhau acompanhados da boa Sagres, e finalizando com doces Portugueses na Confeitaria Suiça, na Praça dos Restauradores. Para fechar, a noite Bacalhau à Lagareira, e o velho verde Casal Garcia.

 

 

 

ÚLTIMO DIA DA VIAGEM - SAUDADES – AGRADECIMENTOS

Hoje dia anterior ao nosso embarque de volta para casa, aproveitamos o Domingo de Páscoa, e fomos à Fátima, onde com emoção pudemos estar presentes à celebração da Missa de Domingo Pascal. Neste momento, agradecemos fortemente a Deus e à Nossa Senhora, pela saúde dos filhos, netos, irmãos e amigos e também por nos permitir realizar tamanha aventura, conhecendo lugares maravilhosos e passando momentos inesquecíveis.

Agradecer ainda, mais uma vez, à minha esposa e a meus pais, que junto com os meus filhos são meus melhores amigos, e, também, meus eternos companheiros de Viagem, por dividirem comigo e acreditarem nos meus roteiros, que, embutem sempre alguns momentos de aventura e algumas incertezas. Agradecer a meus pais por proporcionar durante estes 24 dias, momentos de perfeita harmonia e comunhão de vontades e desejos, já avisando a eles e a quem interessar, que logo após a chegada começaremos novo projeto de roteiro.

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Viajem massa viu, ainda mais porque fugiu daquele padrão "glamour" das cidades de sempre quando alguem faz eurotrip.

 

Deixo aqui só uma dica sobre o relato, poe umas fotos entre os textos pra tornar a leitura menos cansativa.

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Opa, valeu o relato !

 

Concordo com o Yuri aí em cima, de repente botar um par de fotos pra gente ir tendo noção do caminho, mas o texto tá fera.

 

Esse trecho para Montenegro vc fez com o esquema do tour então é ?

 

Abraço !

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Precisa não, passei pela Bósnia agora, excepcional gente, preços e lugares pra ir. Sarajevo uma das cidades mais legais q já fui na vida :D

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Bom dia, Pessoal!

 

 

Sei que o post é velho, mas a dúvida é nova kkk e a experiência em viajem então... Será meu primeiro mochilão da vida. Vou passar o meu roteiro, que terá aprox. 28 dias. Vejam se é possível:

 

01/jul 01/07/2017 Brasil - Joinville - São Paulo

02/jul 02/07/2017 Alemanha - Berlin - dormir só se não der tempo de tocar direto p/ Praga.

03/jul 06/07/2017 Rep. Checa - Praga

06/jul 09/07/2017 Austria - Vienna

09/jul 10/07/2017 Eslováquia - Bratislava ir até Auschwitz

10/jul 14/07/2017 Hungria - Budapeste

14/jul 14/07/2017 Croacia - Zagreb, conhecer Plitvice

14/jul 15/07/2017 Eslovênia - Maribor

15/jul Eslovênia - Ljubliana

16/jul 16/07/2017 Eslovênia - Skocjan - bate e volta

16/jul 17/07/2017 Eslovênia Ljubliana

17/jul 19/07/2017 Eslovênia - Bled (Sotesko Vintgar e Savica Waterfall - bate e volta)

20/jul 24/07/2017 Eslovênia - Tolmin - Metal Days Festival

24/jul 25/07/2017 Áustria - Innsbruck

25/jul 26/07/2017 Alemanha - Munique - dormir só se não der tempo de vir embora direto.

27/07/2017 Brasil - Curitiba - Joinville

 

 

Meu foco é paisagens, natureza, comida e cerveja! :D Museus, só se for gratuito ou algo, realmente, imperdível .

Economizo viajando a noite se for preciso e viajando de ônibus, sem problemas!

 

Acham que fica muito corrido? O que eu não poderia perder e o que poderia deixar pra lá pra aproveitar mais outra coisa?

 

Quanto eu gastaria pra realizar esse mochilão nos moldes: transporte mais barato, uma refeição TOP em cada cidade pra conhecer a culinária deles, o restante refeições econômicas (lanche quando der, almoço no Hostel), cervejas locais sempre, dormindo nos moldes mais econômicos também.????

Na pesquisa que fiz por alto deu: transporte R$1.424,50 fora avião ida+volta (95% ônibus) e Hostels R$1.271,00 = R$6.195,50, achei caro comparado aos relatos que tem pela net. O que me dizem? Quanto a alimentação e bebida, não faço a menor idéia kkk

 

Desde já agradeço muito a ajuda de todos!

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