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carolinaaraguez

Roteiro México 15 dias

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Roteiro México 15 dias: Cidade do México, Oaxaca, San Cristóbal de las Casas, Playa del Carmen e Cancun.

 

Informações gerais:

Dinheiro - Levei tudo em dólares e cartão de crédito habilitado para gastos extras. Pesquisei e comprar pesos aqui no Brasil tem uma conversão péssima. Chegando lá tive que trocar um pouquinho no aeroporto e procurei pela cidade o melhor câmbio. É bom deixar uma parte em doláres porque alguns lugares (principalmente em Playa del Carmen e Cancun) a taxa de conversão que eles fazem na hora é melhor do que a de qualquer casa de câmbio, ou seja, nesses casos é mais vantajoso pagar em dólares mesmo.

 

Hospedagem - Reservei tudo com antecedência pelo Booking. Como eu tinha poucos dias e um roteiro já fechadinho, sabia que não ia mudar muita coisa.

 

Passagem Aérea - Liguei pro Submarino pra perguntar qual era o melhor preço para Rio de Janeiro > Cidade do México / Cancun > Rio de Janeiro. Achei uma passagem pela Delta por um preço razoável (R$2.100,00 com taxas) e optei por essa. Se não encontrar passagens com preço bom, é possível comprar ida e volta pela Cidade do México e procurar uma passagem interna entre Cancun e Cidade do México. Existem algumas empresas aéreas low cost e ônibus da ADO com trajeto de cerca de 25 horas (vou explicar sobre a ADO aí embaixo).

 

Transporte entre as cidades - Para distâncias grandes não arrisquei pegar nenhum ônibus sem ser da ADO (www.ado.com.mx). Não há muitas outras opções e acho que o preço não muda muito. Comprei a maioria das passagens no hora, mas é recomendado comprar um pouco antes pra não correr o risco de acabar. Existem tipos diferentes de ônibus: OCC, ADO, ADO GL e ADO Platinum (do pior para o melhor). Para viagens maiores é recomendado pelo menos o ADO, e mesmo assim peguei um e não consegui dormir direito. Achei que a diferença de preço do ADO para o ADO GL valeu muito a pena pelo conforto.

 

CIDADE DO MÉXICO:

 

Hospedagem - Hostel Mundo Jovem (cerca de 37 reais a diária com café-da-manhã). Não é o mais barato mas a localização é muito boa. Perto de duas estações do metro, atrás da Catedral - que sempre é o ponto mais importante da cidade - e perto da rua Francisco Madero que é a rua de pedestres (quase todas as cidades tem uma). Lá tem vários restaurantes e lojas para todos os gostos.

 

DIA 1

Nosso vôo chegou 12:30 na Cidade do México. Para ir até o seu hotel são três opções: metrô, ônibus ou taxi. O metrô é a opção mais barata (5 pesos ou 0,91 reais), mas como eu precisaria trocar de linha muitas vezes, me disseram que demoraria muito. Optei pelo ônibus (chamado de Metrobus) que custava 30 pesos ou 5,45 reais e me deixava perto do albergue. O taxi ficaria por cerca de 180 pesos ou 33 reais (pelo menos foi o preço que me deram no aeroporto). Como chegamos relativamente tarde no albergue e praticamente tudo no México fecha as 17 horas, não tivemos tempo de fazer muita coisa. Descansamos e a noite fomos para la Condesa, um bairro mais chique onde é possível encontrar alguma vida noturna.

 

DIA 2 (Basílica de Guadalupe, Teotihuacán, Castelo de Chapultepec, Museu de Antropologia e Plaza Garibaldi)

Pretendíamos ir para a Basílica de Guadalupe e Pirâmides de Teotihuacán de metrô + ônibus, mas um amigo meu se ofereceu para levar a gente. De qualquer modo, segue a maneira de como ir para estes lugares com transporte público: Para a Basílica (abre diariamente de 6h às 21h e não paga para entrar), ir de metrô até a estação La Villa Basilica. Uma dica importante sobre o metrô é evitar os horários de rush, quando ficam lotados de gente. Tentamos pegar uma vez as 8 da manhã de uma segunda-feira e não foi uma experiência muito agradável (e olha que não sou fresca!). Para as pirâmides, ir até a estação Indios Verdes e de lá pegar um ônibus na rodoviária que fica bem em frente. As pirâmides abrem diariamente das 8h às 17h e custam 59 pesos (ou 11 reais). Dicas: 1. Como quase todas as atrações turísticas são gratuitas para Mexicanos aos domingos, é o dia que tudo fica mais cheio. 2. Sempre bom levar água, comida e roupas leves porque faz calor até quando o dia não parece estar muito quente. 3. Os guias não são caros para contratar, mas como eu detesto passeio guiado, levei um guia impresso com mapa e algumas informações do lugar.

 

Na volta ainda nos sobrou tempo para visitar algum lugar e decidimos ir para Chapultepec. Tanto o Castelo de Chapultepec quanto Museu de Antropologia quanto o ficam no Bosque de Chapultepec (as estações de metrô mais próximas são Auditorio e Chapultepec). O castelo abre de 3ª a domingo das 9h às 17h e custa 59 pesos (11 reais). O museu abre de 3ª a domingo das 9h às 19h e custa 59 pesos (11 reais). Era domingo e no dia anterior os caras do centro de informação tinham avisado pra gente que não havia controle sobre quem era Mexicano ou não para entrar sem pagar. Seguimos a dica dele e saímos entrando sem olhar para os lados e entramos nos dois sem pagar. Esperava um pouco mais da vista do castelo, mas valeu a pena. E mesmo sem fazer tanta questão de visitar o museu, é interessante pelo tamanho e infraestrura.

 

No final do dia ainda tivemos pique para ir na Plaza Garibaldi, uma praça cheia de mariachis. Ficava a cerca de 10, 15 minutos andando do albergue. Mesmo ouvindo que era meio perigoso, fomos e voltamos a pé porque achamos os táxis meio caros para os padrões do México. Não tivemos nenhum problema e no meio do caminho sempre tem umas lojas tipo 7Eleven abertas a noite toda que dão mais movimento e iluminação para as ruas. Na praça, jantamos no Salón Tenampa, um dos mais arrumadinhos do lugar e sem preços abusivos.

 

DIA 3 (Nevado de Toluca)

Era nosso último dia na Cidade do México e ainda tínhamos muita coisa pra visitar. Uma opção seria rodar pelo Zócalo de manhã, e depois fazer Xoximilco e Museu da Frida Khalo. Rodamos um pouco pelo Zócalo mas não deu tempo de ir nos outros dois. Os pontos mais importantes do Zócalo são: a Catedral, o Palácio Nacional e a Torre Latinoamericana – onde se pode ter uma vista da Cidade do México. Fora isso, o centro é cheio de praças, museus e outros monumentos. O museu de Frida Kahlo (Londres 247, Coyoacán) abre de 4ª a domingo das 10h às 17h45; a entrada sai cerca 80 pesos ou 15 reais. É fácil chegar lá de metrô e dizem que o bairro que ele está localizado é muito agradável para passear. Por último, tem os passeios em Xochimilco que acontecem diariamente das 9h às 18h. Os barcos cobram cerca de 180 pesos ou 33 reais por hora (barco inteiro – procurar dividir barco com desconhecidos) e é um pouco demorado para chegar (cerca de 1 hora) já que é preciso pegar um metrô até Tasqueña (quase certeza que é essa a estação) e depois um “trem rápido”.

 

Mas sobre essas últimas dicas eu não posso opinar se vale a pena ou não porque eu fiz um roteiro bem diferente. Como eu gosto de lugares pouco turísticos, tinha lido na internet sobre o Nevado de Toluca que resolvi ir pra lá. Sabia que era frio e difícil de chegar, mas insisti. Começamos pegando o metrô até a estação observatório para chegar até a rodoviária. De lá, eu li que era possível pegar um ônibus para Raíces e pedir pra descer no Nevado de Toluca, mas acabei ficando insegura e peguei um onibus para a cidade de Toluca e de lá peguei o tal ônibus sentido Raíces que parava no Nevado (eu recomendo que procurem saber sobre esse ônibus que vai direto!). De todas as formas, o ônibus te deixa no meio da estrada, onde começa a longa caminhada pro Nevado. Subimos uma estradinha por cerca de 40 minutos até finalmente chegar em uma guarita. Eu tinha lido que a partir dali teria algum meio de transporte (ônibus, táxi) para subir, mas para a nossa surpresa o homem disse que como era uma segunda-feira sem movimento, nossas únicas opções seriam subir a pé (mais 2 horas e meia de subida!!) ou pedir carona. É claro que esperamos a carona aparecer, e ela chegou depois de 1 hora e meia de espera. O lugar é lindo e valeu a pena apesar do frio, da chuva de granizo, da fome e do perrengue pra chegar. Resumo: Adoro ter essas experiências diferentes, mas se esse não é o seu estilo, dê preferência pra ir em um final de semana ou alugue um carro nesse dia.

 

No final do dia fomos até o terminal de ônibus e pegamos um ônibus noturno para Oaxaca (6 horas de viagem).

 

 

OAXACA:

 

Hospedagem – Hostel la Leyenda (cerca de 30 reais a diária com café-da-manhã). Estava vazio e fomos muito bem recebidas. Cerca de 10 minutos do centro, quartos e banheiros limpinhos.

 

DIA 4 (Zócalo, Monte Albán, Mercado Benito Juarez e Mercado 20 de Novembro)

De manhã passeamos pelo centro da cidade: Catedral, Praça de Santo Domingo e Cerro Fortin se você quiser uma vista da cidade. Depois do almoço fomos até a Rua Mina, 518 (em frente ao Hotel Riviera del Angel) para pegar o ônubus até o Monte Albán – 50 pesos ou 9 reais ida e volta, sai de hora em hora: 13:30, 14:30, 15:30 e etc. Fechar tour com empresa também é barato (120 pesos/22 reais), mas como é muito fácil pegar esse ônibus, optei por não fechar o tour. A entrada é 59 pesos (11 reais) e não está incluída no tour. Como essa ruína é pequena, dá tempo de voltar e ir nos mercados, que ficam a 5 minutos do ponto onde chegam os ônibus. O Mercado 20 de Novembro é para comer – bem barato e com comidas típicas como o Mole Negro (molho a base de tomate e chocolate que eu particularmente achei horrível mas válido para provar). O Mercado Benito Juarez é para comprar lembrancinhas e também os famosos Chapullines (gafanhoto frito). Só dá pra sentir gosto de pimenta e alho!

 

DIA 5 (Arbol de Tule, Fábrica de Tapetes, Fábrica de Mezcal, Sítio Arqueológico de Mitla, Hierve el Agua e Cascadas Petrificadas)

Neste dia o ideal é fechar um tour que passa por todos esses lugares. Fechamos pelo albergue e saiu 150 pesos/28 reais (não incluía as entradas). Arbol de Tule é apenas uma árvore, considerada a maior ou segunda maior em diâmetro do mundo (10 pesos/2 reais). As fábricas artesanais de tapetes e de mezcal (bebida típica da mesma família da tequila) são interessantes também, nada excepcional. Mitla é um sítio arqueológico com entrada de 42 pesos/8 reais. E o melhor do passeio: Hierve el Agua e Cascadas Petrificadas. Acho que a entrada é 40 pesos/7 reais e é possível mergulhar, ou seja, se não tiver muito frio leve biquini! Quando terminou o tour, voltamos pro albergue, tomamos banho e fomos direto para a rodoviária pegar o ônibus noturno para San Cristóbal de las Casas.

 

 

SAN CRISTÓBAL DE LAS CASAS

 

Hospedagem – Hostel Iguana (cerca de 22 reais a diária sem café-da-manhã). Não gostei muito do hotel porque fui perguntar algumas coisas na recepção e a menina era nova e não sabia me informar praticamente nada, além de não terem mapa da cidade. De resto o hotel é direitinho.

 

DIA 6 (Cañón Sumidero e San Juan de Chamula)

Pegamos mais frio do que o esperado em San Cristóbal e enrolamos pra sair do albergue. O planejado para esse dia era o Cañón Sumidero, San Juan de Chamula e uma caminhada por San Cristóbal. O tour para o Cañón Sumidero sai as 9 da manhã por praticamente todas as empresas de turismo, e o preço que eu vi era 300 pesos ou 55 reais. Como já tinha passado de 9 horas, fomos por conta própria, mas a economia é minima (cerca de 20 pesos ou 4 reais)! Ou seja, se der tempo, feche o tour com alguma empresa. A empresa que fechamos os passeios para os outros dias foi a trotamundos, localizada pertinho da praça principal. Para quem prefere fazer o passeio ao Cañón Sumidero por conta própria vou ensinar como faz: É só ir até a rodoviária da cidade e pegar um ônibus ou van de qualquer uma das empresas para Tuxtla, a capital de Chiapas – o preço não muda muito, cerca de 50 pesos/9 reais o trajeto. Diga ao motorista eu você vai pra Chiapas del Corzo, que é de onde saem os barcos para o passeio. Você vai descer no meio da estrada, atravessar a rua e pegar um micro-ônibus para o centro de Chiapas del Corzo (passa o tempo todo e custa 6 pesos). Descendo no centro, é só perguntar para alguém a direção dos barcos e em 5-10 minutos você chega. O preço que paguei foi 160 pesos/29 reais e acho que não tem muito como fugir disso. O passeio é bem legal mas no dia que fomos estava chovendo um pouco, então não ficamos muito animadas.

 

Voltando para a cidade, nosso destino era San Juan de Chamula, um povo que mantem uma cultura ainda próxima dos Mayas. O ponto principal da cidade é a Igreja, que fica aberta até bem tarde (chegamos umas 8 horas) e se paga uma taxa de 20 pesos/4 reais. Tinha lido na internet que essa igreja não é reconhecida pelo Vaticano porque são realizados cultos pagãos com direito a sacrifícios de animais e consumo de bebida alcóolica chamada Pox. Dentro não se pode tirar foto e os locais realmente controlam isso, então preferi não arriscar. Para chegar até lá, é só pegar uma van perto do mercado municipal que me disseram que custa pouquíssimo. Como estava frio e chovendo, preferimos pegar um taxi por 200 pesos/36 reais que levou a gente até lá (20 minutos) esperou e trouxe a gente de volta ao albergue.

 

DIA 7 (Cascadas de Chiflón e Lagunas Montebello)

Para esse passeio fechamos um tour por 280 pesos/51 reais pela empresa Trotamundos. Pelo albergue era 350 pesos, e como tinham me recomendado esse empresa, preferi fechar por lá. O passeio vale muito a pena pelas lagoas que são lindas demais! Um pena que no dia estava chovendo, então prejudicou bastante a vista. O passeio é de dia inteiro.

 

DIA 8 (Parque Água Azul, Cascada Misol-Há e Ruínas de Palenque)

Fechamos o tour com a mesma empresa do dia anterior por 400 pesos/73 reais. Nesse dia a minha ideia era ficar em Palenque (a última parada do tour) para poupar tempo e dinheiro, já que Palenque era mais perto do meu próximo destino (Playa del Carmen) então o ônibus era mais barato e menos demorado. Quando fui perguntar se isso era possível, descobri que muitas pessoas fazem isso, até porque em Palenque existem outros pontos turísticos para visitar, mas que infelizmente não tive oportunidade de ir. Colocamos nossa mala na van e partimos para o tour. O passeio também é bem legal. Fui cheia de expectativa para o Parque Água Azul porque tinha visto fotos lindas, mas a chuva do dia anterior fez a água azul ficar marrom para minha decepção. Da cascada Misol-Há já não esperávamos muito, mas as ruínas de Palenque são bem bonitas. Mesmo depois de tantas ruínas, ainda dá pra se impressionar com cada uma que vcê passa. No final do passeio a van deixou a gente direto lá na rodoviária. Compramos a passagem para Playa del Carmen e esperamos nosso ônibus chegar.

 

 

PLAYA DEL CARMEN

 

Comentário importante – Peguei essa dica em um site e foi uma das melhores coisas que eu fiz. Para quem pensa em se hospedar só em Cancun, não faça isso! A minha ideia era ficar em um Resort all inclusive em Cancun, então optamos por ficar em Playa del Carmen (apenas 1 hora de Cancun) para fazer todos os passeios e depois ir pra Cancun só para aproveitar o resort. A maioria dos pontos turísticos é mais perto de Playa que de Cancun, e você ainda consegue preços muito melhores. Conversamos com um grupo no resort de Cancun que tinha fechado a viagem e os passeios pela CVC, e um tour para Chichen Itza que eles pagaram 119 doláres a gente pagou 28 doláres saindo de Playa (mesmo passeio passando pelos mesmos lugares!).

 

Hospedagem – Hotel 3B (cerca de 29 reais sem café-da-manhã). O albergue é bem limpinho e tem um bar no terraço que dependendo do dia fica mais animado. A localização é boa porque fica pertinho da praia, de onde saem as vans no sentido Tulum (passando por diversos pontos turísticos) e de onde sai o ferry para Cozumel, mas fica bem no início da avenida principal, então dependendo do ponto da avenida que você queira ir demora uns 15-20 minutos para chegar.

 

Noite – Playa del Carmen já uma cidade mais animada a noite. É como se fosse uma versão um pouco menor da vida noturna de Cancun, mas que alguns podem até preferir. Praticamente tudo fica na famosa rua 12. Para as mulheres, é bom se informar sobre qual bar tem “ladies night” no dia – eles deixam entrar de graça e ainda oferecem algumas bebidas. Para quem não quer gastar muito é uma boa alternativa beber neste lugar e depois entrar em alguma das boates (as maiores são Coco Bongo, Palazzo e Mandala e o preço é cerca de 100 pesos/18 reais sem bebida e 600 pesos/110 reais com bebida liberada)

 

DIA 9 (Playa del Carmen)

Chegamos em Playa de manhã e estava chovendo muito. Ficamos desesperadas e com medo de chover também em todos os outros dias, mas o tempo lá é muito doido. Chove, 5 minutos depois está um solzão, depois o tempo fecha de novo. Totalmente instável. Nesse dia a chuva desanimou um pouco e preferimos ficar rodando por Playa. Aproveitamos o bar e a piscina do albergue e depois fomos para um bar na praia chamado Zenzi, agradável e com comidas/bebidas não muito caras. Outros bares na praia que também são muito recomendados são Mamitas e Kool Beach, que ficam um pouco mais distantes. Atenção que esses últimos fecham cedo, por volta de 18 horas.

 

DIA 10 (Cenote Ik Kil, Chichen Itza e Valladolid)

Esse foi o tour que eu mencionei que pagamos 28 dólares (devido ao número de turistas, as empresa já divulgam todos os passeios em dólares e muitas vezes é mais vantajoso pagar em dólar mesmo). Perguntamos pro recepcionista quanto sairia o passeio e ele nos passou esse preço. Achamos o cara um pouco confuso e resolvemos ir na empresa pedir mais detalhes. Mesmo avisando que éramos hóspedes, o preço na empresa já subiu para 42 dólares, então voltamos e fechamos com o albergue mesmo. O cenote é lindo (leve roupa de banho), Chichen Itza também é legal para conhecer e Valladolid meio graça.

 

DIA 11 (Akumal e Cenote dos Ojos)

Pegamos a van perto do albergue com destino a Tulum. Essa van passa por muitos lugares: os Parques Aquáticos (que não fomos por falta de tempo e falta de vontade, apesar de dizerem que são bem legais), Akumal (a praia das tartarugas), vários cenotes como o Cenote Azul, Jardin del Éden, Dos Ojos, e por fim Tulum. O trajeto até Tulum custa 40 pesos/7 reais, mas se você desce no meio do caminho pode pagar preços menores como 25, 35 pesos. Descemos em Akumal e chegando lá já fomos abordados por pessoas querendo alugar equipamentos, barco e tudo mais. Eu tinha lido que não era preciso ir de barco e que apenas com um snorkel já era possível ver a tartarugas. Levamos o nosso próprio snorkel e mergulhamos na área determinada para o mergulho. Pertinho da beira do mar já avistamos a primeira tartaruga, e no total vimos mais umas 5. Não sei se demos sorte no dia, mas no final das contas não pagamos nada pelo passeio e foi incrível.

 

De volta à estrada, subimos de novo na van (ela passa o tempo todo!) e paramos no Cenote dos Ojos. Não tive tempo de visitar outros cenotes da região, mas se for para escolher um, recomendo muito esse! Pagamos 150 pesos/27 reais para entrar e depois mais 15 pesos/3 reais para a mototáxi levar a gente até os Cenotes Ojo Uno e Ojo Dos (o caminho a pé demora uns 20 minutos). O Ojo Uno é bonito, mas o Ojo Dos é íncrível. Só estando lá para saber. Sei que é possível fazer mergulho com oxigênio lá dentro, mas esse não fizemos. Depois nos recomendaram mais dois cenotes ainda dentro do mesmo parque, no meio do caminho entre os Dos Ojos e a bilheteria/estrada. 10 minutos caminhando e chegamos. Vale a pena porque um deles é aberto, então um pouco diferente dos que já tínhamos visto. De volta a estrada, pegamos a van e voltamos a Playa. Com um pouco de pressa, é possível ir para Tulum nesse mesmo dia, mas o cansaço fez a gente voltar para o albergue.

 

DIA 12 (Tulum e Cozumel)

Pegamos a mesma van e descemos em Tulum. A entrada custo 59 pesos/11 reais e mantivemos a nossa tradição de não contratar guias. Chegamos umas 9:30 da manhã e para nossa tristeza estava lotado de turistas. As ruínas são lindas também e o mar azul ao lado dá uma graça diferente. Não aguentamos muito tempo e fomos para um lugar que eu queria conhecer: a Playa Paraíso. Saindo das ruínas é só pegar a esquerda e seguir sempre reto. Acho que a caminhada daria uns 20 minutos, mas preferimos pegar um táxi e chegar rapidinho lá. A praia é linda demais, recomendo muito! De lá pegamos um táxi até a estrada e depois van para voltar a Playa. Comemos em Playa e depois pegamos o ferry para Cozumel. Ida e volta do ferry custaram cerca de 350 pesos/63 reais, bem caro para os padrões Mexicanos. Como já estava meio tarde, resolvemos fechar o passeio no cais de Playa: 250 pesos/45 reais para um passeio de duas horas de barco com duas paradas para mergulho com snorkel. Para quem tem o dia inteiro em Cozumel, tem outras coisas interessantes como passeio de volta na ilha e mergulhos com oxigênio, mas não sei os preços para informar. O mergulho é bem bonito mas não me impressionou tanto.

 

Inicialmente, nossa intenção era fazer Cozumel no primeiro dia e no último fazer Tulum, ruínas de Cobá e Gran Cenote. Apesar de não termos ido, como já tinha anotado as dicas para ir para Cobá e para o Gran Cenote, seguem as informações: Ao chegar em Tulum, ir para rodoviária e pegar um ônibus da ADO até Cobá (aparentemente sai as 9:00 e as 10:00, mas algumas vans saem quando ficam cheias). A rodoviária fica perto de onde chegam as vans. Atenção que só tem dois ônibus Cobá – Tulum que saem 13:40 e 15:30 (conferir na ida). As ruínas de Cobá são interessantes porque é possível subir até o alto, diferente de Chichen Itza. Cerca de 2 horas para visitar o parque e pode ser feito com bicicleta ou “bicitáxi”, já que a pirâmide principal está a 3km da entrada do parque. Ao voltar de Cobá, descer no Gran Cenote, que fica a 4 km de Tulum. Depois, seguir para Tulum.

 

 

CANCUN

 

Hospedagem – Gran Park Royal (cerca de 320 reais a diária para quarto com vista para o mar e sistema all inclusive). A minha principal queixa é que tem muito brasileiro no hotel, por conta de convênio com a CVC. De resto é um bom hotel: duas piscinas, 3 restaurantes para jantar + 2 que incluem café da manhã e almoço, bebidas o dia inteiro, serviço de quarto 24 horas, etc. E um outro ponto positivo é que fica a 10-15 minutos caminhando o local onde ficam todas as boates.

 

Noite – As boates ficam concentradas no mesmo ponto da cidade. Cada dia da semana tem uma boate que “bomba” mais, e todos os hotéis levam seus hóspedes para essa boate. A entrada costuma ser 60 dólares com bebida liberada ou 30 sem nada. Nas boates um pouco menores o preço cai de 30 dólares com bebida liberada e muitas vezes não se paga nada para entrar.

 

DIA 13 (Isla Mujeres)

Procurei em vários lugares para saber onde era melhor fazer o passeio com os golfinhos, mas na falta de uma opinião formada optei por fazer em Isla Mujeres. Comprei antecipado pelo site www.dolphindiscovery.com com 25% de desconto (acho que comprar na hora pode acabar ficando mais caro mesmo) e escolhi o pacote Royal Swim (inclui umas acrobacias com o golfinho) + mergulho com peixe-boi e leão marinho. Como a diferença foi só de 20 dólares, acho que valeu muito a pena para dar um beijinho no peixe-boi! O que não consegui comprar pela internet foram as fotos; e vá preprado para uma facada: 77 dólares ou 60 dólares se você tiver nadado apenas com os golfinhos. Não tive tempo de passear por Isla Mujeres porque queria volar logo para o resort para fazer o check-in, mas as pessoas que foram em outros lugares como o parque garrafón disseram que não vale muito a pena.

 

DIA 14 e 15 (Cancun)

Nos nossos dois últimos dias de viagem ficamos só mofando no resort. Piscina, praia, um cochilinho, comer e beber até não aguentar mais.

 

 

Dica mais importante: vá para o México!! Eu só tive 15 dias e consegui aproveitar bastante, mas se tiver mais tempo ainda tem muitos outros lugares para conhecer. O país ainda é muito barato e dá pra fazer uma viagem bem low cost. Qualquer dúvida só mandar e-mail: [email protected]

  • Gostei! 3

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Muito bom o seu relato. Fiquei 15 dias no México, 10 em Playa e 5 em Cancún. Foi diversão garantida. Eu ia ficar neste hotel que você ficou, mas desisti e fiquei no Hyatt, e os 2 últimos dias, sem fazer nada também. rsrsrsrs

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"No final do dia fomos até o terminal de ônibus e pegamos um ônibus noturno para Oaxaca (6 horas de viagem).

OAXACA:

Hospedagem – Hostel la Leyenda (cerca de 30 reais a diária com café-da-manhã). Estava vazio e fomos muito bem recebidas. Cerca de 10 minutos do centro, quartos e banheiros limpinhos."

 

Carolina, excelente relato. Parabéns.

Pelo que entendi, vc usou a ADO p/ir da Cid. México a Oaxaca, certo? Pretendo fazer isso também, mas no meu roteiro tenho de voltar à Cid. México, por isso quero comprar ida e volta. Estou com dúvida no site da ADO. Qdo coloco OAXACA, aparecem 3 opções:

1) Oaxaca Periférico, Oax.

2) Oaxaca, Oax.

3) Oaxaca, Oax. AU.

 

Sabe me dizer qual dessas devo escolher pra ficar no centro?

Vou em Janeiro/15, dia 19 mais ou menos, mas não consigo pesquisar no site essas datas. Só tem resultados de preços qdo coloco datas mais próximas de hj, apesar que pra fazer um orçamento já dá pra ter uma ideia.

Será que de avião compensa?

Obrigado.

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Muito bom esse relato,deve ter sido show de bola a viagem

Eu vou ir em Dezembro agora,vou ficar no Mundo Jovem Hostel em Cancun.

Acha que é melhor ir pra Playa e fazer os passeios hospendando lá mesmo ? valeu !

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Meu gasto aproximado foi de 6 mil reais incluindo passagem, hospedagem, alimentação, transporte, passeios e saídas noturnas:

 

Passagem: R$2.200,00

Cidade do México: R$372,00

Oaxaca: R$288,00

San Cristobal: R$465,00

Playa del Carmen: R$641,00

Cancun: R$1.902,00

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Olá ...

Estarei em playa del carmen de 30/9 a 04/10 (a noitinha vou para cancun) ..

e o roteiro seria este:

30/9 - 5 avenida e playa

1/10 - coba e gran cenote ( qual a melhor forma de ir nos 2 no mesmo dia ?) tem van ?

2/10 - tulun e cenote azul

3/10 - cozumel (snorkel lá)

4/10 - akumal e cenote dos ojos ( a noitinha / final de tarde partiu cancun)

 

Poderiam me dar dicas de transporte ?

obrigado

Alex

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Relato sensacional! Parabéns. Me ajudou muito.

 

Uma dúvida.. Eu, de Palenque, pretendo ir à Laguna Bacalar.. Que horas o Tour te deixou na rodoviária na volta?

 

Obrigado! ::otemo::

 

Leonardo

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